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    Novo colégio internacional de Almada com investimento de 4,8M€

    O novo colégio internacional implica um investimento de 4,8 M€. Numa primeira fase serão construídos três blocos de edifícios, com uma área de construção de 2.500 m2. A expansão do projecto educativo está prevista para 2026/27

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    Está em construção o novo projecto de ensino internacional Almada International School (AIS) O colégio deverá abrir portas no próximo ano lectivo, com início em Setembro. Localizado no concelho de Almada, na Charneca de Caparica e Sobreda, a estrutura vai criar cerca de 45 novos postos de trabalho, todos eles directos, na maioria qualificados, entre pessoal docente e não docente.

    Para a edificação da estrutura vão ser investidos 4,8 milhões de euros. Nesta primeira etapa vão ser levantados três blocos de edifícios, com uma área de construção de 2.500m2, numa área de implantação de 11.300m2. O AIS terá nesta fase três valências: Creche, Jardim de Infância e Primeiro Ciclo. Para já, a capacidade de alunos será de 400. Numa segunda fase, prevista para 2026/2027, prevê-se a extensão dos ciclos de ensino, 2º e 3º Ciclos, bem como ao Ensino Secundário, e a construção de um novo pavilhão desportivo.

    Inovação, diferenciação e sustentabilidade
    Há uma relação estratégica com o novo Inovation District de Almada, onde o AIS assume um papel de colégio de referência. Existem também vários outros factores que vão tornar esta iniciativa única, nomeadamente, a pretensão de ser uma escola Apple, a adopção do currículo Cambridge desde tenra idade, a proximidade com a Natureza e uma metodologia de aprendizagens activa desde os primeiros anos de vida do aluno. O AIS oferecerá, em termos de currículo, até ao final do 1º ciclo, o Programa Bilingue para escolas promovido pelo Ministério da Educação.

    Ao nível da sustentabilidade do projecto, os novos edifícios vão estar equipados com painéis fotovoltaicos e com uma gestão inteligente na retenção de água das chuvas, para utilização em regas e outros necessidades eventuais.
    Quanto às energias e o seu consumo, vai haver uma solução luminotécnica eficiente que permite poupanças significativas.

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    Gama de espumas PENOSIL para janelas e portas. A importância de um bom isolamento

    As espumas de poliuretano da Penosil estão a estabelecer novos standards no isolamento térmico.

    A Wolf Group, marca líder no setor de produtos químicos para a construção, destaca-se neste segmento com a sua categoria de espumas para a instalação de janelas e de portas, proporcionando um nível de eficiência superior.

    Uma das características em maior destaque nestas espumas é a sua elasticidade, adaptando-se às dilatações e às contrações das estruturas, sem perderem a aderência e garantindo uma selagem duradoura e eficaz. Outra vantagem crucial é a baixa pressão de cura, evitando deformações em estruturas frágeis durante a instalação. Esta característica facilita uma instalação mais segura e eficaz para os profissionais.

    Esta gama de espumas de poliuretano da Penosil, especialmente projetadas para a instalação de janelas e de portas, garante a hermeticidade das juntas, evitando as fugas e melhorando, significativamente, a eficiência energética.

    Soluções integrais para a instalação profissional de janelas

    A Penosil está a revolucionar a indústria da construção moderna, oferecendo soluções mais eficientes e sustentáveis para a instalação de janelas e de portas, com benefícios evidentes como o isolamento térmico e acústico, a segurança na instalação e a redução de fugas de ar.

    Descubra a gama de espumas para Janelas e Portas, da Penosil.

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    Grupo BEI debate desafio “multimilionário” da habitação na Europa

    A habitação é uma das principais prioridades estratégicas do Grupo BEI, tendo sido criado um novo grupo de trabalho específico para trabalhar em três áreas: inovação tecnológica, reabilitação e eficiência energética

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    O Grupo do Banco Europeu de Investimento (Grupo BEI) reuniu, pela primeira vez, mais de 300 peritos, decisores políticos e representantes de instituições da UE, municípios e ministérios nacionais com o objectivo de reforçar o apoio financeiro para aumentar a oferta de habitação sustentável e a preços acessíveis em toda a Europa. O evento coincidiu com o anúncio da Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, sobre o lançamento da primeira plataforma de investimento pan-europeia de sempre para a habitação acessível e sustentável, em parceria com o Grupo BEI.

    O sector da habitação na Europa enfrenta um défice significativo de investimento – em termos de inovação, renovação e construção. Metade das habitações europeias foram construídas antes de 1980, o que implica grandes necessidades de investimento em eficiência energética, e apenas 5 % do parque imobiliário foi renovado até à data.

    O investimento em I&D e o desenvolvimento de novos materiais e tecnologias de construção, a transformação digital de produtos, processos e serviços são essenciais para aumentar a produtividade e a competitividade do sector europeu da construção, tornando a construção mais rápida, mais fácil e menos dispendiosa. Além disso, é necessária inovação para aumentar o isolamento, o desempenho energético e a circularidade na utilização de materiais de construção, reduzindo assim o impacto ambiental do sector e aumentando a competitividade da economia europeia.

    A adaptação do parque habitacional existente para incorporar sistemas modernos e eficientes de isolamento, aquecimento, arrefecimento, produção e armazenamento de energia é fundamental para que a UE possa cumprir os objectivos internacionais em matéria de clima, reduzir as facturas de energia das famílias e das empresas e melhorar a qualidade das habitações.

    As necessidades de investimento neste domínio estão estimadas em 275 mil milhões de euros por ano.

    O primeiro evento de uma série organizada pelo novo Grupo de Trabalho para a Habitação do Grupo BEI, dá início a um processo inclusivo e colaborativo destinado a forjar uma abordagem pan-europeia centrada na inovação, na sustentabilidade e na acessibilidade económica.

    O apoio do Grupo BEI ao desenvolvimento e renovação urbanos sustentáveis ascendeu a cerca de 13 400 milhões de euros nos últimos cinco anos.

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    Viana do Castelo: Mercado que vai nascer no emblemático ‘prédio Coutinho’ já a concurso

    O anúncio da abertura do procedimento, esta segunda-feira publicado no Diário da República (DR), inclui a construção do edifício e arranjos envolventes no prazo de 720 dias

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    A Câmara de Viana do Castelo abriu esta segunda-feira o concurso público internacional para a construção do novo mercado municipal de Viana do Castelo no local onde existia o prédio Coutinho, pelo preço base de 12,6 milhões de euros.

    O anúncio da abertura do procedimento, esta segunda-feira publicado no Diário da República (DR), inclui a construção do edifício e arranjos envolventes no prazo de 720 dias.
    O prazo para apresentação das propostas termina no dia 27 de Agosto, sendo que os concorrentes são obrigados a manter as propostas durante 66 dias a contar a partir daquela data.
    O novo edifício vai ser construído junto ao jardim público da cidade, no local onde abriu portas, em 1892, o primeiro mercado. Em 1965, foi transferido para um lote contíguo, junto à igreja das Almas, onde funcionou até ao início de 2002.

    A transferência do primeiro mercado permitiu, no início da década de 70 do século passado, a construção do prédio Coutinho, desconstruído em 2022.

    De acordo com a análise custo benefício da construção do novo mercado municipal apresentada pela Câmara de Viana, em Junho, o investimento justifica-se “pelo importante contributo para a melhoria da rentabilidade dos negócios [daquela zona do centro histórico] e pela dinamização da Área de Reabilitação Urbana (ARU) e espaços envolventes, mitigando os constrangimentos inerentes à localização e funcionamento do mercado actual”.

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    Câmara de Portalegre vai investir 1M€ na construção de Centro Cultural nos Fortios

    O edifício nasce de uma proposta apresentada pela arquitecta Elsa Curião e assenta, desde logo, na necessidade identificada pela autarquia alentejana de descentralizar a oferta cultural da cidade, criando condições nos Fortios para a realização de eventos desportivos e socio-culturais

    Ricardo Batista

    A Câmara de Portalegre vai investir aproximadamente um milhão de euros nos trabalhos de construção de um novo Centro Cultural na freguesia dos Fortios, estando, para o efeito, a promover o respectivo concurso público.

    O edifício nasce de uma proposta apresentada pela arquitecta Elsa Curião e assenta, desde logo, na necessidade identificada pela autarquia alentejana de descentralizar a oferta cultural da cidade, criando condições nos Fortios para a realização de eventos desportivos e socio-culturais.

    Na descrição da proposta, a arquitecta explica que o terreno conta, actualmente, com um pavilhão abandonado e em mau estado de conservação, além de contar com um espaço exterior e um terreno rural agregado. Elsa Curião propõe assim um edifício que remete para a neutralidade do branco do Alentejo, num largo onde predomina uma “miscelânea de arquitectura vernacular com pouco interesse”.

    A proposta arquitectónica que a autarquia procura materializar em obra aponta para uma “segunda pele, uma estrutura de ensombramento que tornasse o edifício mais fresco, uma vez que a fachada do edifício é virada a Sul”. “Esta segunda pele serve como estrutura de sombreamento a um terraço ensombrado por esta mesma estrutura, e será um terraço panorâmico de contemplação da paisagem alentejana. Este terraço panorâmico “rooftop” terá um pequeno bar de apoio e poderá receber eventos culturais e desportivos”, naquele que é apontado como um “elemento diferenciador do Centro Cultural. “A imagem noturna que se pretende do edifício é que seja uma caixa de luz, existindo projectores de luz na estrutura de ensombramento para o edifício, criando a ilusão de um edifício com luz própria”.

    O prazo de execução da obra é de aproximadamente um ano a contar da adjudicação da empreitada

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
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    Maia lança concurso para construir mais de 50 casas por 8M€

    Os anúncios, publicados em Diário da República (DR), têm um prazo de execução de 18 meses

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    ACâmara Municipal da Maia lançou esta segunda-feira dois concursos públicos, no valor total de mais de oito milhões de euros, para construção de 56 casas em várias freguesias deste concelho do distrito do Porto.

    Os anúncios, publicados em Diário da República (DR), têm um prazo de execução de 18 meses.

    O primeiro, cujo valor base é 4.664.110,00 euros, visa a conceção/construção de 32 fogos na Travessa do Pisão, em Águas Santas.

    Um segundo anúncio aponta para a conceção/construção de 24 fogos na Rua Eusébio da Silva Ferreira, em Nogueira e Silva Escura, no valor de 3.464.025,00 euros.

    Estas empreitadas estão a ser coordenadas pela empresa Espaço Municipal Renovação e Gestão do Património.

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    Venda de casas recupera com aumento de 4,9%

    Os 33.350 fogos vendidos em Portugal Continental no segundo trimestre representam um aumento de 4,9% face ao trimestre anterior, quando se contabilizaram 31.800 fogos transaccionados. Cerca de 88,0% das vendas dizem respeito a fogos usados e os restantes 12,0% a fogos novos

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    No segundo trimestre deste ano terão sido vendidos 33.350 fogos em Portugal Continental, estima a Confidencial Imobiliário. Este volume de transacções representa um aumento de 4,9% face ao trimestre anterior, quando se contabilizaram 31.800 fogos transaccionados. Cerca de 88,0% das vendas dizem respeito a fogos usados e os restantes 12,0% a fogos novos.

    Sem prejuízo da sua magnitude, a variação positiva agora registada contrasta com o comportamento do primeiro trimestre do ano, quando as transacções reduziram 3,1% em termos trimestrais, e coloca as vendas de habitação em terreno positivo pela primeira vez em mais de dois anos.

    Recorde-se que, após o pico de 44.200 transacções registadas no último trimestre de 2021, o mercado perdeu ritmo até ao início de 2023, iniciando a partir daí uma trajectória em que as vendas tenderam a estabilizar. O 1º trimestre deste ano voltou a pressionar a atividade, com uma quebra de 3,1%, comportamento que o 2º trimestre inverteu.

    Apesar da recuperação sinalizada neste período, em virtude deste percurso mais recente, o nível de actividade do mercado residencial equipara, agora, ao do início do ano passado, quando foram vendidos 33.200 fogos.

    As projecções da Confidencial Imobiliário são elaboradas a partir das transacções de habitação reportadas ao SIR-Sistema de Informação Residencial, as quais se baseiam nos Contratos-Promessa de Compra e Venda (CPCV) realizados com intervenção de empresas de mediação imobiliária.

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    KREAR Estarreja

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    Construção tradicional é actualmente “um modelo esgotado”

    A primeira fábrica com o sistema Krear deverá estar a funcionar ainda em Outubro deste ano e conta com um investimento estimado de 15 milhões de euros, cujo sistema permite a sua adaptação a qualquer tipo de projecto. Com um grande foco na sustentabilidade, decorrem estudos e ensaios para que possam ser integrados materiais reciclados no próprio betão

    Cidália Lopes

    O Grupo Casais e a Secil juntaram forças para “transformar” a construção em Portugal. A joint venture KREAR aposta na construção off-site através da padronização de peças em betão, desenvolvidas em 2D e 3D. A fábrica onde tudo vai acontecer, em Estarreja, está já numa fase avançada de construção e deverá começar a produzir “lá para Outubro”.

    O investimento previsto nesta unidade é de 15 milhões de euros, que “vão ser certamente todos os gastos”, afirma Daniel Granjo, director geral da KREAR. Até porque este responsável acredita que existe uma “forte possibilidade” de expansão do processo de fabrico, à medida que a fábrica for entrando na sua velocidade cruzeiro.

    “Queremos impulsionar a mudança”

    Perante um mercado da construção deficitário em termos de mão de obra e preços dos materiais com custos elevados, a opção passa por olhar para formas de construir “mais alternativas” e que até aqui eram apenas usadas em pequena escala e em segmentos muitos específicos. Os exemplos de países europeus, como a Alemanha ou o Reino Unido, onde a construção off-site já é usada em larga escala, deram confiança para que as empresas avançassem nesta aposta.

    Daniel Granjo destaca que estamos perante “uma mudança de paradigma”, não só porque considera que a construção tradicional é “actualmente um modelo esgotado”, até porque o sector se encontra limitado pela falta de mão de obra, mas também porque “percebemos que temos que mudar o processo, temos essa responsabilidade”.

    Um dos principais problemas da construção tradicional é a falta de mão de obra e a formação. Daniel Granjo considera que esta “não é uma profissão atractiva para um jovem actualmente”.  Esta é, também, uma lacuna que consideram que a construção off-site vem preencher, já que sendo todo o processo é muito mais “inovador, digital e mais limpo”, o que se torna muito mais apelativo para os jovens.

    Haverá, também, uma forte componente de formação, tanto de início, como continua que, de certa forma, torna a profissão mais motivadora. A pensar nisso, a própria fábrica tem um auditório preparado para este tipo de situações. Também por isso, acreditam esta unidade de produção será, de facto, “impulsionadora dessa mudança” e que irá “fazer escola para outras fábricas que se seguirão”.

    Com o foco na sustentabilidade

    Não obstante, o crescimento de diferentes materiais para a construção, que procuram responder a uma necessidade de preservação dos recursos naturais e menos poluentes, o Grupo Casais partiu para o projecto com a intenção de recorrer ao ‘tradicional’ betão. Não obstante, Daniel Granjo, destaca o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido para incorporar materiais reciclados na composição do betão, de forma a contribuírem para dar uma solução a estes resíduos. Ainda numa fase de testes, “para que não interfiram na qualidade e resistência do betão”, a ideia passar por contribuir para dar um destino aos muitos resíduos que se encontram em aterros.

    Por um lado, a componente técnica e tecnológica e, por outro, o material a ser utilizado. Além de mais “resistente”, indica Daniel Granjo, “as alternativas hoje existentes permitem reduzir muito as emissões de CO2”, normalmente atribuídas à indústria do cimento.

    “Esta é a matéria que nos permite construir com mais qualidade e mais durabilidade, isso não é discutível. Ao mesmo tempo, este é um material que nos permite recriar o tipo de fachada que o arquitecto quiser, seja fachada ventilada ou de pedra ornamental, com a vantagem de ir já para a obra com as caixilharias e os vidros”, reforça.

    Além disso, “com esta forma de construção não há desperdício” e, com isso, “diminuir prazos”, “custos”, mas, também, o “impacto ambiental” da actividade da construção, indica.

    Off-site e modular de mãos dadas

    À semelhança de uma fábrica automóvel, a nova unidade industrial da Krear irá ter um sistema robotizado em carrossel para a produção de peças pré-definidas em betão que depois de assembladas e combinadas vão constituir estruturas e fachadas do edifício, seja ele novo ou fruto de uma reabilitação. Para uma maior eficiência do processo, a unidade vai ter incorporado uma central de betão dedicada.

    A nova unidade terá uma capacidade de produção de 700 metros quadrados (m2) por dia. “Ou seja, tendo como referência um apartamento com 70 m2, a nossa fábrica pode produzir, por ano, cerca de 1500 apartamentos, 15 hotéis, com 24 quartos com tipologia B&B ou cinco residências de estudantes de seis pisos, com 90 quartos”, explica Daniel Granjo.

    Ainda sem querer revelar dados mais concretos, sabemos que assim que ficar concluída, a nova unidade Krear tem já vários projectos para entrar em produção. O primeiro será um projecto de turismo de gama alta, que será “desafiante” e com uma arquitectura “bastante diferenciadora”. Estão, ainda, em estudo, projectos de habitação a custos controlados e de residências de estudantes.

    “A curiosidade tem sido muita e temos tido muitos contactos de projectistas e empreiteiros para saberem como podem, inclusive, alterar o projecto inicial de uma construção tradicional para esta em fábrica”.

    Daniel Granjo refere, ainda, que, “embora a Casais vá, obviamente, integrar esta forma de construção em muito dos seus projectos, não somos aqui empreiteiros nem construtores. Não é uma solução exclusiva para a Casais. Vamos, sim, oferecer soluções para as empresas do sector”.

    A flexibilidade é, também, outras das importantes ferramentas da Krear. Não só pode produzir uma solução fabricada em betão, como uma solução híbrida. Existe, portanto, a possibilidade de complementar estas soluções com outras que a Casais já produz ao nível da construção modular, seja através do sistema Cree, como da Blufab.

    A pensar nesta “complementaridade”, a fábrica de Estarreja está já preparada com duas naves, em que uma delas terá a capacidade para produzir cerca de 100 m2 por dia em soluções híbridas Cree. Além disso, cerca de metade dessa segunda nave vai estar preparada trabalhar em soluções customizadas e este é um detalhe muito importante e que se diferencia de todas as fábricas que existem na Europa. “Sabemos que esta unidade só teria sucesso se conseguíssemos aqui um compromisso entre a capacidade de produção, competitividade e customização. É neste espaço que vamos fazer as fachadas, a tal ‘casca’ do edifício que, no fundo, é o que dá identidade ao edifício”, explica.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

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    Governo já transferiu mais de 29M€ para a construção do Hospital Central da Madeira

    No documento, o Tribunal de Contas deixa duas recomendações à Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas que, conjuntamente com a Secretaria Regional das Finanças, identifique, de forma desagregada, os montantes afetos, despendidos e programados em cada uma das vertentes do projeto do Hospital Central e Universitário da Madeira

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    O Governo da República já transferiu mais de 29 milhões de euros para a construção do Hospital Central e Universitário da Madeira. No relatório publicado esta sexta-feira pelo Tribunal de Contas é ainda possível ler que até Agosto de 2023, não foram identificadas irregularidades financeiras nas obras.

    No documento, o Tribunal de Contas deixa duas recomendações à Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas que, conjuntamente com a Secretaria Regional das Finanças, identifique, de forma desagregada, os montantes afetos, despendidos e programados em cada uma das vertentes do projeto do Hospital Central e Universitário da Madeira.

    A segunda recomendação é a de que promova o cumprimento dos prazos de pagamento definidos contratual e legalmente, evitando pagamentos em atraso. Conclusões e recomendações presentes no relatório da auditoria À primeira fase de construção do Hospital Central e universitário da Madeira, publicado hoje pelo Tribunal de contas.

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    Lisboa: Concurso para Cooperativa de Habitação no Lumiar segue para Assembleia Municipal

    As 18 habitações na Rua António do Couto, com projecto final já aprovado e concluído, visam promover o “aumento da oferta de habitação na cidade em regime cooperativo”, em particular, para pessoas com “rendimentos intermédios”

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    Lisboa relança programas de construção de habitação cooperativa

    A Câmara Municipal aprovou esta sexta-feira, 19 de Julho, o concurso para 18 habitações acessíveis e um espaço social, num terreno municipal, no Lumiar. A proposta, desenvolvida no âmbito do programa “Cooperativas 1.ª Habitação Lisboa”, segue, agora, para discussão na Assembleia Municipal.

    Desta forma, as 18 habitações na Rua António do Couto, com projecto final já aprovado e concluído, visam promover o “aumento da oferta de habitação na cidade em regime cooperativo”, em particular,  para pessoas com “rendimentos intermédios, sendo uma solução importante para jovens”.

    Enquanto “proprietária de um vasto património imobiliário”, salienta a proposta, a autarquia quer desenvolver a capacidade e potencial habitacional associada, de forma a “garantir preços acessíveis à habitação”.

    O modelo ‘Cooperativas 1ª Habitação’ foi aprovado pela CML em Fevereiro deste ano, deverá ser multiplicado em várias zonas da cidade, estando, actualmente, em fase de projecto 12 casas em Benfica, 15 em Arroios, 21 em São Vicente e 23 em Santa Clara.

    A CML, afirmou então Carlos Moedas, “assume os encargos dos projectos de arquitectura, licenciamento e execução retirando este encargo financeiro às cooperativas e procurando garantir assim uma diminuição considerável do prazo de execução da obra”. As cooperativas seleccionadas, “podem de imediato iniciar a construção”.

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    Reabilitação de prédio em Campanhã vai reforçar oferta de habitação acessível

    Investimento, que supera os 1,7 milhões de euros, permite intervenção que acrescenta oito fogos ao parque habitacional da Porto Vivo, SRU

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    O Município do Porto, através da Porto Vivo, SRU, está a reabilitar um prédio na Rua de Matias de Albuquerque, situado na freguesia de Campanhã. O investimento, que supera os 1,7 milhões de euros, permite intervenção que acrescenta 8 fogos ao parque habitacional da Porto Vivo, SRU.

    O investimento, integralmente suportado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, vai acrescentar 8 fogos ao mercado de arrendamento acessível, com quatro fracções de tipologia T2 e quatro de tipologia T3.

    Originário da década de 70 do século passado, o edifício encontrava-se em razoável estado de conservação, havendo, no entanto, sinais de deterioração provocados pelo decurso do tempo. As obras incluem uma readaptação à função habitacional, uma vez que a estrutura esteve afecta, ao longo dos últimos anos, à utilização enquanto Centro de Saúde.

    Da autoria da arquitecta Diana Martins, o projecto prevê a existência de maior ventilação e iluminação interior, bem como a abertura das varandas existentes. Também o impacto urbanístico foi considerado nos trabalhos em curso, estando prevista a demolição dos anexos e a criação de um jardim.

    Os trabalhos em curso estarão concluídos até Junho de 2026.

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