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Coca-Cola investe 8M€ na construção de armazém em Azeitão

Segundo adianta a companhia em comunicado, o novo espaço permite a reorganização da unidade industrial e concentra o armazenamento da produção em Azeitão, o que possibilita uma optimização da operação e de recursos

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Produção na construção acelerou para 2,2%
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A Coca-Cola Europacific Partners iniciou este ano as obras de construção de um novo armazém na sua unidade de produção em Azeitão, representando um investimento de oito milhões de euros.

A nave, cuja inauguração ocorrerá no último trimestre do ano, permite aumentar a capacidade de armazenamento da fábrica de 12.000 para 22.000 paletes, passando a ter nesse sector 22.000 m2 de área, mais 10.000 m2 do que até agora.

Segundo adianta a companhia em comunicado, o novo espaço permite a reorganização da unidade industrial e concentra o armazenamento da produção em Azeitão, o que possibilita uma optimização da operação e de recursos, com a diminuição de movimentos de camiões para transporte de paletes e consequente redução de pegada de carbono. A estimativa de diminuição é de 65% por ano, de 200.000 paletes transportadas para 71.000 o que significa uma redução estimada, face aos dados de transportes de 2019, de 513 toneladas de C02.

O aumento da capacidade de armazenagem de produto torna a operação da Coca-Cola em Portugal mais flexível e eficiente ao preparar a empresa para futuras necessidades de crescimento, suporte a outras unidades de negócio CCEP e tempo de reacção mais rápido face a necessidades dos clientes.

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Revive: Vencedor do concurso para 7ª Bateria do Outão anunciado em Abril

Ao CONSTRUIR, Nuno Fazenda, Secretário de Estado do Turismo, confirmou que a adjudicação daquele imóvel, ao abrigo do Revive, estará para breve e que está a ser finalizada terceira fase do programa

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A antiga estrutura militar 7ª Bateria do Outão, ou o Forte Velho do Outão, como também é conhecida, localizada em plena Serra da Arrábida, integrou a segunda fase do Programa Revive. Tendo recebido sete candidatos, através de concurso público lançado pelo Governo, Nuno Fazenda, secretário de Estado do Turismo confirmou ao CONSTRUIR, que já foi escolhida a melhor proposta. “Actualmente em fase final do processo de adjudicação, o vencedor será anunciado durante o mês de Abril”, afirmou Nuno Fazenda, no âmbito da iniciativa Governo + Próximo, em visita pelo distrito de Setúbal.

Sem avançar nomes, Leonor Picão, responsável pelo programa Revive, promovido pelo Turismo de Portugal, confirmou que a concessão pressupõe um investimento na ordem dos cinco milhões de euros, para uma unidade hoteleira superior (entre 4 a 5 estrelas) e que o investidor tem um prazo máximo para dar início à exploração do imóvel. Com uma área bruta total de construção de cerca de sete mil metros quadrados, o número estimado de quartos é de 35.

A Bateria do Outão era o sétimo reduto de defesa da costa marítima portuguesa, dando protecção à foz do rio Sado e reforçando o poder de fogo das 6ª e 8ª baterias. Ficou operacional em 1954, constituída por 3 baterias 152mm da marca Vickers, de fabrico inglês, com um alcance de cerca de 35 km, pelo antigo Forte Velho de Outão e pelo aquartelamento, construído no Forte. Cessou actividade em 1998.

Actualmente ainda subsiste o Forte Velho do Outão, construído no século XVII sobre plataforma de baluarte e articulado em volumes escalonados, com coberturas em terraço, um circuito de muros altos que rematam em balcão corrido. Subsiste também o aquartelamento da bateria com anexo, edificados no espaço do Forte. Existem, ainda, pequenas edificações de apoio, e a bateria propriamente dita, com as suas estruturas bélicas impressionantes

Já a continuidade do Hospital Ortopédico Sant’iago do Outão, também localizado no Parque Natural da Arrábida, no Programa Revive está a ser analisada.

Actualmente, decorrem os concursos para o Mosteiro de Santa Clara a Nova, em Coimbra e para o Colégio São Fiel, em Viseu. As próximas aberturas, em fase já avançada de obra, serão o Mosteiro de Arouca e o Mosteiro de Santa Clara, em Vila do Conde.

Entre Abril e Maio deste ano, o Governo prevê, ainda, o lançamento da terceira fase do Revive, onde irão constar mais 20 novos imóveis.

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Linha Amarela do Metro de Luanda vai custar 1 300M€

O Presidente da República de Angola, João Lourenço, autorizou o contrato de empreitada da Linha Amarela do Metro de Luanda que vai ligar o Porto de Luanda ao Kilamba, numa extensão de 39 KM. Com um valor de investimento de 1300 M€, a empreitada será executada pela Siemens Mobility

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A autorização de Abertura do Procedimento de Contratação Simplificada, veio pela forma de Despacho Presidencial (53/23), para a celebração do contrato de Empreitada para a “Concepção, Construção, Implementação, Fornecimento de Equipamentos e Tecnologia relativos à Linha Amarela do Sistema de Metro de Superfície de Luanda, com a empresa Siemens Mobility. A primeira linha do metro de superfície irá custar 1 300 milhões de euros. Um custo justificado pelos “grandes desafios nos domínios da mobilidade e das infra-estruturas rodoviárias” que Luanda enfrenta e que é o “resultado do aumento exponencial da sua população que em 2030 pode ultrapassar os 12 milhões de habitantes”, refere o mesmo decreto. Os estudos realizados no âmbito do Plano Director Nacional do Sector dos Transportes e Infra-estruturas Rodoviárias sobre a mobilidade na capital angolana apontam para um impacto negativo de aproximadamente 4% do PIB sobre a economia Local.

O contrato de empreitada agora assinado prevê a construção da via férrea dupla, ligando o Porto de Luanda à Centralidade do Kilamba, numa extensão aproximada de 39 km, incluindo a construção de um Parque de Manutenção e Operação (PMO) em cada um dos extremos da Linha. Ao longo da Linha serão construídas 24 paragens. O contrato abrange ainda o fornecimento e colocação em serviço de uma frota de 68 veículos articulados de quatro unidades cada e o fornecimento e implementação dos serviços tecnológicos de operação do sistema de metro, sinalização e telecomunicações ferroviárias, sistema de alimentação de energia de tracção para os comboios e para as instalações fixas do metro, bem como o sistema de controlo do tráfego ferroviário.

Segundo fonte oficial da Siemens Mobility o Decreto Presidencial agora publicado é parte do procedimento que levará à construção do metro de superfície da cidade de Luanda liderado pelo Ministério dos Transportes de Angola. Segundo a mesma fonte “este projecto tem vindo a ser discutido pelo Ministério com a Siemens Mobility, tendo resultado anteriormente em dois MoU (Dezembro de 2019 e Fevereiro de 2020), encontrando-se agora numa etapa de desenvolvimento, razão pela qual os detalhes [do projecto] não podem ainda ser divulgados”.

A Siemens Mobility é uma empresa que oferece soluções de mobilidade na área da ferrovia, fazendo parte do seu portfólio a disponibilização de soluções chave-na-mão que vão desde o planeamento da solução integrada ao fornecimento de tecnologia de ponta e de que são exemplo os projectos Egypt, Pune/India, Thailand. A empresa tem estado presente em Angola, tendo fornecido tecnologia que impactou a sociedade quer com implementação de soluções aeroportuárias quer com a construção de subestações.

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Síntese da Habitação: Consumo de cimento cai 8% em Janeiro

Relativamente à concessão pelas instituições financeiras de novos créditos à habitação, assiste-se, em Janeiro de 2023, a um aumento de 16,5%, face a igual mês do ano passado, perfazendo 1.385 milhões de euros, apesar do aumento de 1,38 pontos base na taxa de juro implícita no crédito à habitação

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No mês de Janeiro, o consumo de cimento no mercado nacional totalizou 274 milhares de toneladas, o que corresponde a uma redução de 8,1% face ao mesmo mês do ano anterior.

Os dados constam da Síntese da Habitação, apresentada pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), que revela que relativamente ao número de licenças para obras de construção nova ou de reabilitação em edifícios residenciais, no primeiro mês de 2023 totalizaram 1.505, o que traduz uma queda de 11,1%, em termos homólogos. Já no que concerne ao número de fogos
licenciados em construções novas regista-se, neste mês, uma subida de 5,5%, em termos homólogos, para 2.725.

Relativamente à concessão pelas instituições financeiras de novos créditos à habitação, assiste-se, em Janeiro de 2023, a um aumento de 16,5%, face a igual mês do ano passado, perfazendo 1.385 milhões de euros, apesar do aumento de 1,38 pontos base na taxa de juro implícita no crédito à habitação.

Em Janeiro, o valor mediano da avaliação da habitação estabelecido para efeitos de crédito bancário registou uma valorização de 14,9%, em termos homólogos, em face de variações de 16,4% nos apartamentos, e de 11,1% nas moradias.

A AICCOPN, nesta análise, destaca os indicadores apurados no Alentejo. Nesta região, o número de fogos licenciados em construções novas nos doze meses terminados em Janeiro de 2023 foi de 1.189, valor que traduz um aumento de 1% face aos 1.177 alojamentos licenciados nos doze meses anteriores. Destes, 8% são de tipologia T0 ou T1, 17% são de tipologia T2, 48% de tipologia T3 e 27% de tipologia T4 ou superior. Quanto ao valor de avaliação bancária na habitação verificou-se, nesta região, uma variação homóloga de 16,1% em Janeiro.

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Governo pretende avançar com investimentos do Arco Ribeirinho Sul

Expansão do Metro Sul do Tejo e duas novas pontes entre Barreiro-Seixal e Barreiro-Montijo são alguns dos projectos contemplados

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Integrado no roteiro “Governo + Próximo” dedicado ao Distrito de Setúbal, o Conselho de Ministros de quinta-feira, dia 30 de Março, vai aprovar uma resolução que permitirá avançar com diversos projectos no Arco Ribeirinho Sul, sobretudo ao nível dos transportes, segundo o primeiro-ministro.

A extensão do Metro Sul do Tejo, do Seixal a outros concelhos da Margem Sul, um novo terminal, na Moita, para os barcos da Transtejo que fazem a ligação a Lisboa, novas pontes rodoviárias entre Barreiro-Seixal e Barreiro-Montijo e um corredor verde, para bicicletas e peões, de Almada até Alcochete são algumas intenções contempladas no programa a ser apresentado, avança o jornal O Setubalense.

Foi num artigo publicado esta quarta-feira, dia 29, no jornal O Setubalense, que o Primeiro-Ministro, António Costa, confirmou a intenção de continuar a investir em Setúbal, enquanto “distrito incontornável no desenvolvimento do País”, retomando o projecto do Arco Ribeirinho Sul, no sentido de “colocar estes territórios à disposição das populações através da requalificação urbanística de importantes áreas da margem sul do estuário do Tejo”.

No artigo, com o título “Chegou a hora de Setúbal”, António Costa recorda que “o Arco Ribeirinho Sul, que envolverá seis municípios (Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo e Seixal), será um território pensado para a utilização equilibrada do espaço: terá espaços de habitação, serviços, indústria tecnológica e lazer”.

Recorde-se que, recentemente, foi criada a nova NUTS II para a Península de Setúbal, com vista a permitir o desenvolvimento de projectos estruturantes e que ainda não saíram do papel.

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Lidl investe 110 milhões de euros num novo entreposto em Loures

Já arrancaram as obras de construção do novo entreposto do Lidl Portugal em Loures, num investimento avaliado em 110 milhões de euros e que conta com o envolvimento de mais de 80 empresas portuguesas na sua construção. O novo entreposto tem uma área equivalente a cinco campos de futebol

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Em 2023, para além da continuação do plano de expansão e da renovação da sua rede de lojas, o Lidl apresenta também a obra de edificação de um novo entreposto em Loures. Avaliada num investimento de cerca de 110 milhões de euros, a construção deste futuro centro logístico irá promover um melhor abastecimento das lojas da região centro. Envolve também um vasto leque de obras de urbanização, nomeadamente vias estruturantes de acesso a zonas habitacionais e de futura indústria.

Com uma área de implantação de cerca de 54 mil m2 e capacidade de armazenamento para mais de 44 mil paletes, este entreposto contará com os materiais mais eficientes do mercado e com soluções de conforto de trabalho e operação vanguardistas. Na sua construção estarão envolvidas mais de 80 empresas portuguesas, num total de 350 colaboradores. Esta obra tem uma complexidade de engenharia pouco vista em Portugal – o novo entreposto do Lidl surge implantado numa antiga pedreira e vazadouro, cuja actividade cessou no ano 2000, e procura o reaproveitamento dos produtos de vazadouro aí colocados, exigindo um projecto cuja componente geotécnica é de enorme impacto e importância, a movimentação de quase 2 milhões de m3 de terra.

No âmbito da estratégia de sustentabilidade do Lidl, o futuro entreposto será dotado de um sistema de gestão de energia que, aproveitando a luz solar incidente, gere as necessidades de energia artificial no interior, possibilitando a redução do consumo energético. Terá também painéis fotovoltaicos para a produção de energia eléctrica, suficiente para fornecer o equivalente ao consumo de 800 moradias por um ano; carregadores para veículos eléctricos; sistemas de captação e aproveitamento de águas pluviais; câmaras de frio com recurso a gases naturais que minimizam os efeitos nocivos para a camada do ozono, sistema AVAC integrado no sistema de frio industrial, reaproveitando a “energia” libertada e normalmente desperdiçada neste tipo de sistemas. O edifício irá contar ainda com a certificação BREEAM – que classifica os edifícios sustentáveis tendo em conta categorias como: gestão, saúde e bem-estar, energia, transporte, água, materiais, resíduos, utilização do solo e ecologia e contaminação.

Durante a cerimónia de colocação de ‘primeira pedra’ deste novo entreposto do Lidl Portugal, que decorreu esta manhã, o Ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva , adiantou que “O Lidl é um grupo muito importante para o país, veio introduzir uma nova dinâmica, uma nova competitividade no sector de retalho em Portugal. É a competitividade dos mercados que permite desenvolver a economia e que leva não só a própria empresa a ser cada vez melhor, mas os outros a serem melhores e é disso que nós precisamos. Nós temos uma economia aberta, competitiva e o sector do retalho é vital para o país. Quero dar os parabéns por este centro logístico que é uma obra magnífica, é um grande desafio em termos de engenharia, com a adopção dos mecanismos de economia circular em termos do fluxo de materiais.”

Já Ricardo Leão, presidente da Câmara Municipal de Loures, salientou a importância do investimento privado para o concelho. “É o investimento privado que faz com que os concelhos progridam, que se fixe emprego, que se crie riqueza, que se crie valor acrescentado, e é este o desígnio. Ao Lidl quero agradecer todo o empenho que tem tido e todas as parcerias que tem feito com o concelho de Loures. O Lidl cumpre na íntegra a sua responsabilidade social que também tem praticado aqui. A criação de 200 postos de trabalhos é importante para a empresa e para o próprio concelho”, sublinhou o autarca.

De acordo com Milton Rego, Administrador de Infraestruturas e Expansão do Lidl Portugal, “o terreno escolhido conta com uma localização privilegiada e estratégica para o nosso crescimento empresarial permitindo melhor servirmos a comunidade. Juntamente com os nossos parceiros vamos fazer nascer mais um marco de referência na logística em Portugal”.

O novo entreposto Lidl em Loures, em números:
Investimento: 110 milhões de euros
Área: 54.000 m2, equivalente a 5 campos de futebol
Capacidade de Armazenagem: 44 mil paletes
Cais de carga/descarga de mercadorias: 111
Capacidade de abastecimento: 100 lojas
Lugares de estacionamento de veículos ligeiros: 265
Lugares de estacionamento de camiões: 48

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Carlos Jesus, Country Manager da Colt Technology Services Portugal e VP Global Service Delivery da Colt

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Colt investe num novo data center em Portugal

A Colt Technology Services Portugal (Colt Portugal), uma subsidiária do Grupo Colt, investiu mais 5 M€ em 2022 na expansão da capacidade da sua rede de longa distância e na ligação a um novo data center em Riba d’Ave cuja implementação está actualmente em curso

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Este investimento adicional, acresce aos mais de 100 milhões de euros investidos desde que a empresa chegou a Portugal na sua infraestrutura e rede de fibra óptica de alta velocidade e na contratação de recursos humanos, para ampliar a capacidade da operação portuguesa e do hub nacional que liga a Europa ao resto do mundo. A subsidiária portuguesa, que prevê continuar a crescer em 2023, tem actualmente em curso uma campanha de recrutamento para reforçar a sua equipa em mais 15% e chegar aos 150 talentos até ao final do primeiro semestre.

“Na sequência da implementação que fizemos no primeiro semestre de 2022 da tecnologia 800 G na banda L da rede terrestre, utilizando o controlador de domínio Reconfigurable Line System (RLS) e o Manage, Control and Plan (MCP) da Ciena na nossa rede para duplicar a sua capacidade, a Colt fez um investimento adicional de 5 milhões de euros. O objectivo foi expandindo ainda mais esta tecnologia para optimizar as ligações Lisboa-Madrid e Lisboa-Porto-Madrid. Este investimento insere-se na estratégia de expansão contínua da nossa rede e visa aumentar a sua capilaridade numa região (Portugal, em particular e a Península Ibérica, em geral) que se destaca como um grande hub de comunicações a nível mundial, e onde a Colt pretende reforçar a sua posição de liderança,” explica Carlos Jesus, Country Manager da Colt Technology Services Portugal e VP Global Service Delivery da Colt.

O recente investimento, que foi igualmente reforçado no país vizinho com o novo ponto de ligação na Barcelona Cable Landing Station da AFR-IX Telecom, vem fortalecer ainda mais a posição da empresa de infraestruturas digitais na Península Ibérica em geral, e em Portugal em particular.

“É neste contexto que surge igualmente a ligação ao novo DC de Riba d’Ave, com o qual elevaremos para 13 os centros de dados ligados pela Colt em Portugal, reforçando o nosso crescente posicionamento como parceiro preferencial das empresas portuguesas que se estão a internacionalizar e que reconhecem a qualidade e controlo dos serviços da Colt e a sua capacidade de chegar com fibra a localizações cada vez mais remotas,” acrescenta.

A empresa está atenta ao sector dos data centres em Portugal, e acompanha o seu crescimento com novas ofertas inovadoras de on-demand services, SD WAN, acessos à cloud e à multicloud, ligações aos sistemas de cabos submarinos, e mais e melhor conectividade. Desta forma, fortalece a sua posição num mercado que se espera venha a crescer 6.02% (CAGR) no nosso país entre 2022 e 2027, segundo um estudo recente da Arizton. A dimensão do mercado de centros de dados em Portugal foi recentemente avaliada em 931,2 milhões de dólares e deverá atingir os 1,3 mil milhões de dólares até 2027.

Reforçar equipa em mais 15% e chegar aos 150 talentos até ao final do primeiro semestre
Em 2023 a empresa vai continuar a investir nas suas pessoas e em novas contratações que lhe permitam ampliar as suas equipas para responder às crescentes necessidades dos seus clientes, tanto em Portugal, como no resto do mundo. Para tal, a subsidiária portuguesa tem uma campanha de recrutamento em marcha com o intuito de aumentar a equipa em mais 15% e chegar aos 150 colaboradores até ao final do primeiro semestre. Para responder à procura de soluções a longo prazo capazes de proverem as necessidades da crescente mão-de-obra remota dos seus clientes, incluindo a optimização das aplicações cloud, a garantia da borda dinâmica da rede, a visão abrangente da actividade da rede e a capacidade de escalar de forma rápida e eficiente, a Colt está a recrutar software developers (Full Stack Developers, UI Developers, Application developers), especialistas de segurança (Network Virtualisation & Security Specialists/ Consultants), especialistas de redes IP (SDWAN and NFVi), além de profissionais para as áreas de vendas, de gestão e de suporte aos clientes.

A Colt Portugal registou um acentuado acréscimo das receitas na área das soluções de acesso à cloud e multicloud (+ 14%), na área de SD WAN e segurança (+16%) onde teve particular impacto o trabalho realizado no desenvolvimento das soluções de software (SDN) desenvolvidas por programadores portugueses, contratados para os centros de competência da Colt em Portugal. Por seu turno, as receitas provenientes dos serviços on-demand e das soluções de grande largura de banda e capacidade e de redes de última geração, fortemente alavancadas pelos sistemas de cabos submarinos existentes no nosso país, triplicaram o ano passado.
“Os resultados que alcançámos em 2022 estão intimamente relacionados com a nossa aposta em áreas relacionadas com a viabilização e aceleração da transformação digital das empresas, como por exemplo a cloud. Em Portugal já temos mais de 35% das empresas a utilizarem serviços cloud e, segundo o Eurostat anunciou, a percentagem de empresas portuguesas com acesso a recursos informáticos alojados por terceiros na internet aumentou de 29% em 2020 para 35% em 2021. Para as empresas poderem garantir a sua relevância e competitividade têm cada vez mais de confiar na implementação de tecnologias de ponta. Consideramos por isso que também em 2023 a migração para a cloud irá continuar a ser uma prioridade para as empresas que desejam permanecer competitivas e seguras,” refere aquele responsável.

Para 2023, a empresa irá continuar a apostar nestas áreas e tecnologias, a par das ligações aos cabos submarinos, da cibersegurança, da IA, da sustentabilidade e das redes verdes, bem como da expansão da sua rede e capacidade de conectividade em Portugal e no resto do mundo.

“Temos como ambição expandirmos a nossa rede através das estações de amarração dos cabos submarinos de fibra ótica. Portugal tem uma posição cada vez mais privilegiada para assegurar o desenvolvimento das comunicações à escala mundial. Seja pelas rotas das comunicações terrestres que permite e potencia ligando a Península Ibérica ao Norte da Europa, seja porque possui vários centros de amarração dos cabos submarinos que garantem as comunicações da Europa com as Américas, a África e a Ásia. Recentemente anunciámos a consolidação da nossa presença na Península Ibérica com o novo ponto de ligação na Barcelona Cable Landing Station da AFR-IX Telecom, e anunciámos a expansão da nossa rede nas regiões da Escandinávia e Alemanha, reforçando as ligações ao norte da Europa e do Norte da Europa com o resto do mundo. Desta forma, também as empresas portuguesas e as estrangeiras que operam em Portugal passam a beneficiar destes acessos e de mais e melhores ligações a estas rotas e PoPs,” acrescenta Carlos Jesus.

A Colt possui em Portugal 3 centros de competência, 2 Redes de área Metropolitana (MAN – Lisboa e Porto), 830 km de rede de fibra óptica, e disponibiliza também 1.700km adicionais de rede de longa distância através da sua IQ Network, ligando 13 data centros de dados, mais de 777 edifícios e 8 parques industriais em Lisboa, Porto, Oeiras, Sintra, Vila Nova de Gaia e Maia.

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Concursos de Obras Públicas cresceram 68% e somam 950M€ até Fevereiro

Os números são avançados no mais recente Barómetro das Obras Públicas, promovido pela AICCOPN e dão conta de um crescimento quer no volume de concursos de obras públicos promovidos quer nos contratos celebrados de empreitadas

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De acordo com a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas, AICCOPN, até ao final do mês de Fevereiro, o montante total de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos situou-se nos 950 milhões de euros, valor que traduz um significativo aumento de 68%, face ao registado no período homólogo.

Já no que diz respeito aos contratos celebrados nos primeiros meses de 2023, o volume total dos contratos de empreitadas de obras públicas celebrados e objecto de reporte no Portal Base até ao passado dia 15 de Março, foi de 361 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 38%, em termos de variação homóloga.

Relativamente aos contratos de empreitadas celebrados no âmbito de concursos públicos até Fevereiro de 2023, situaram-se nos 302 milhões de euros, mais 59% que o registado até Fevereiro do ano transacto. Os contratos celebrados em resultado de Ajustes Directos e Consultas Prévias totalizaram 52 milhões de euros nesse período, sensivelmente o mesmo que o registado nos primeiros dois meses de 2022.

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Braga: Obras aprovadas no Bairro das Andorinhas representam um investimento superior a 5 M€

O investimento prevê a reabilitação integral de 146 fogos, parte dos quais está já em curso, devendo em breve ser lançados novos concursos

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A Bragahabit regista já um total de 12 candidaturas aprovadas para a reabilitação integral de 146 fogos do seu parque habitacional, tendo assinado contratos de comparticipação financeira com o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) que totalizam um investimento global de €5.706.201,34.

Segundo João Rodrigues, vereador com o pelouro da Habitação do Município de Braga e presidente do Conselho de Administração da Bragahabit, estas intervenções, feitas em habitações públicas e privadas, são o início de um ´processo revolucionário no que à dignidade da habitação diz respeito em Braga´. “São obras totais, de interior e exterior dos apartamentos e dos respectivos prédios, que vão garantir casas mais confortáveis e eficientes para que mais Bracarenses possam viver de forma condigna”, garantiu. O responsável, acompanhado dos administradores da empresa municipal, Carlos Videira e Goreti Machado, visitou as obras que decorrem em vários edifícios do Bairro das Andorinhas, no âmbito do Programa 1.º Direito e da Estratégia Local de Habitação de Braga.

O 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação visa apoiar a promoção de soluções habitacionais para pessoas que vivem em condições habitacionais indignas e que não dispõem de capacidade financeira para suportar o custo do acesso a uma habitação adequada.

Carlos Videira reforçou a ideia de que estas intervenções são realizadas tanto no parque municipal de habitação, como em habitações privadas. “Para além das obras nas habitações que são propriedade municipal, nos próximos dias serão também submetidas, com o apoio da BragaHabit e do Município, as candidaturas dos proprietários privados ao 1.º Direito, enquanto beneficiários directos. Estas intervenções, há muito esperadas pelos moradores, são essenciais para melhorar a qualidade de vida da população e fazer deste Bairro um lugar ainda melhor para se viver”, referiu o administrador da Bragahabit,

Em curso estão as intervenções nos blocos 5, 6, 7, 10, 11, 23, 24 e 25 os procedimentos relativos aos blocos 1, 2, 3 e 4, 15, 16, 17, 18 e 19 do mesmo bairro estão em fase de contratação, bem como o procedimento relativo à Praceta Padre Sena de Freitas (blocos 20 e 26). O procedimento dos blocos 8 e 9 foi lançado a 24 de Março. Todas as intervenções deverão ser executadas até final de 2023.

O 1.º Direito assenta numa dinâmica promocional predominantemente dirigida à reabilitação do edificado e ao arrendamento. Aposta também em abordagens integradas e participativas que promovam a inclusão social e territorial, mediante a cooperação entre políticas e organismos sectoriais, entre as administrações central, regional e local e entre os sectores público, privado e cooperativo.

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Aberto concurso para a maior barragem de regadio de Vila Flor

Foi anunciado o concurso público para construção da barragem Redonda das Olgas, no Concelho de Vila Flor. Com um valor de 14M€, será financiado pelo Plano Nacional de Regadio

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O anúncio do concurso público para a construção foi publicado em Diário da República, na segunda-feira, com um valor final de 14 milhões de euros para aquele que é “o maior investimento no município de Vila Flor” financiado pelo Plano Nacional de Regadio.

A nova barragem será construída na freguesia de Freixiel, destinada a regadio para desenvolver a agricultura local, mas também como ponto de apoio ao combate de fogos florestais. O projecto para a construção das infraestruturas hidráulicas será executado, segundo os termos do concurso público, em dois lotes, um relativo à barragem, que absorve mais de metade do investimento, e outro à rede de rega.

Denominado como aproveitamento hidroagrícola de Freixiel, este investimento destina-se a aumentar em 700 hectares a área de regadio do concelho que integra um dos vales mais férteis portugueses, o da Vilariça, junto com os municípios de Alfândega da Fé e Torre de Moncorvo. O prazo para a execução do contrato é de 32 meses e os interessados têm 45 dias, a contar da data do anúncio, para apresentar propostas.

O projecto foi aprovado, em 2018, no âmbito do Plano Nacional de Regadio, mas é uma ambição local há várias décadas nesta zona do Nordeste Transmontano que se destaca pelo potencial agrícola do Vale da Vilariça. Para esta zona estão ainda previstos investimentos superiores a 10 milhões de euros no reforço do regadio existente.

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Requalificação urbana do Bairro dos Pescadores concluída

Foram intervencionados 11.200 m2, resultando na total regeneração urbana do Bairro dos Pescadores, no centro da cidade de Matosinhos. A intervenção custou 1,1 M€

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Com um investimento de 1,1 milhões de euros, a MatosinhosHabit e a Câmara Municipal de Matosinhos terminaram a requalificação do Bairro dos Pescadores. O projecto, da autoria do arquitecto e urbanista Carlos Coelho, teve como foco a regeneração urbana e a aposta na mobilidade sustentável, num total de 11.200 m2 de área intervencionada. As obras incluíram, entre outros, a reabilitação de passeios e pavimento, acesso às habitações, estacionamento e espaços verdes, e ainda a instalação de drenagem e rede de águas pluviais, rede de rega, elementos de iluminação, equipamentos desportivos, mobiliário de exterior.

Foi também realizada uma intervenção-piloto no edifício de habitação colectiva “Bloco J”, que incidiu não só no aumento da privacidade e conforto dos moradores, como na implementação de medidas de eficiência energética, através de materiais para isolamento térmico e acústico. Outro objectivo desta intervenção é incentivar os proprietários privados das restantes edificações a realizarem obras, que poderão ser abrangidas pelo Programa de Habitação “1º Direito”.

“Este projecto nasceu em 2018, quando a MatosinhosHabit apresentou uma proposta de revitalização urbana do Bairro dos Pescadores a um programa da União Europeia, para obtenção de fundos comunitários para a sua requalificação”, acrescentando que “a candidatura aos fundos comunitários não foi aprovada, mas a realização da empreitada foi imediatamente assumida como prioritária pela autarquia, estando agora concluída”, relembrou o presidente do conselho de administração da MatosinhosHabit, Manuela Álvares.

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