Edição digital
Assine já
    PUB
    Construção

    Obras do Corte Real Villas & Sénior Residences vão avançar na Moita

    Este projeto será edificado no concelho e freguesia da Moita, num terreno próximo da sede social da cooperativa Corte Real e da Escola Técnica Profissional da Moita, o que permite continuar a consolidar serviços e a potenciar sinergias entre as instituições

    CONSTRUIR
    Construção

    Obras do Corte Real Villas & Sénior Residences vão avançar na Moita

    Este projeto será edificado no concelho e freguesia da Moita, num terreno próximo da sede social da cooperativa Corte Real e da Escola Técnica Profissional da Moita, o que permite continuar a consolidar serviços e a potenciar sinergias entre as instituições

    CONSTRUIR
    Sobre o autor
    CONSTRUIR
    Artigos relacionados
    Governo aprova estudo para requalificação do ‘Liceu’ em Setúbal
    Construção
    Remax: Transacções de imóveis de luxo entre Janeiro e Abril movimentam 484 M€
    Imobiliário
    The Editory Collection Hotels adiciona mais uma unidade ao seu portefólio
    Imobiliário
    Antigo edifício da CGD transformado em 13 apartamentos de “charme”
    Imobiliário
    Câmara de Sintra avança para construção de Multiusos em Fitares por 2,5M€
    Construção
    Greenvolt e Finançor celebram parceria no solar fotovoltaico
    Empresas
    Arquitectos apresentam estratégia de actuação para a próxima década
    Arquitectura
    Corpo Santo 13 comprado por investidores privados
    Imobiliário
    Lisboa recebe 61ª Capital do Móvel
    Empresas
    Mota-Engil ganha nova obra de mais de 135M€ no Brasil
    Construção

    A 686 Construções vai ser responsável pelos trabalhos de construção do Corte Real Villas & Sénior Residences, equipamento que terá capacidade para acolher 74 pessoas e apoiar 60 ao domicílio.
    O investimento ascende a 3 milhões de euros.

    O Instituto da Segurança Social, no âmbito do Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos e Resposta Social, financiado pelo PRR (Programa de Recuperação e Resiliência), aprovou uma nova valência para Instituição Corte Real – Cooperativa de Solidariedade Social, CRL que nos permite inovar ao nível das respostas sociais existentes para a população sénior e o concurso promovido pela cooperativa Corte Real teve agora desfecho.

    Este projeto será edificado no concelho e freguesia da Moita, num terreno próximo da sede social da cooperativa Corte Real e da Escola Técnica Profissional da Moita, o que permite continuar a consolidar serviços e a potenciar sinergias entre as instituições.

    Mais um projeto inovador, de cariz social, que nos conduz ao encontro de soluções para problemas locais e criar condições para ampliar várias possibilidades.

    A Requalificação e Alargamento da Rede de Equipamentos e Respostas Sociais tem como objetivo principal reforçar e adaptar as respostas sociais. Trata-se de uma medida de extrema importância pela sua contribuição para a promoção do bem estar das famílias e de uma coesão social e territorial.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Artigos relacionados
    Governo aprova estudo para requalificação do ‘Liceu’ em Setúbal
    Construção
    Remax: Transacções de imóveis de luxo entre Janeiro e Abril movimentam 484 M€
    Imobiliário
    The Editory Collection Hotels adiciona mais uma unidade ao seu portefólio
    Imobiliário
    Antigo edifício da CGD transformado em 13 apartamentos de “charme”
    Imobiliário
    Câmara de Sintra avança para construção de Multiusos em Fitares por 2,5M€
    Construção
    Greenvolt e Finançor celebram parceria no solar fotovoltaico
    Empresas
    Arquitectos apresentam estratégia de actuação para a próxima década
    Arquitectura
    Corpo Santo 13 comprado por investidores privados
    Imobiliário
    Lisboa recebe 61ª Capital do Móvel
    Empresas
    Mota-Engil ganha nova obra de mais de 135M€ no Brasil
    Construção
    PUB

    Escola Secundária du Bocage (foto retirada do site da União das Freguesias de Setúbal)

    Construção

    Governo aprova estudo para requalificação do ‘Liceu’ em Setúbal

    O investimento estimado superior a 21 milhões de euros incluiu a reabilitação do edifício e dos espaços exteriores. A Câmara Municipal está agora a preparar o lançamento do concurso para a realização dos projectos de arquitectura e de especialidades

    O estudo prévio, que prevê a requalificação da Escola Secundária du Bocage, o denominado ‘Liceu’, em Setúbal, foi aprovado pela Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, estando agora os serviços municipais a preparar o lançamento do concurso para a realização dos projectos de arquitectura e de especialidades.

    A obra, com um investimento estimado superior a 21 milhões de euros, inclui a reabilitação do edifício e dos espaços exteriores, assim como a construção de um auditório, uma biblioteca e uma nova portaria. Deste montante cerca de 15 milhões destina-se à requalificação do edifício, um milhão, 843 mil e 500 à construção das novas portarias, biblioteca e auditório e cerca de quatro milhões e 500 mil à requalificação dos espaços exteriores.

    Carla Guerreiro, vice-presidente da Câmara Municipal, adiantou, ainda, por outro lado, que na última reunião da comissão de acompanhamento da transferência de competências, realizada em 3 de Junho, a DGEstE comprometeu-se a realizar uma intervenção na cobertura do edifício, para resolver um problema de infiltrações.

    Em reunião com a comunidade educativa realizada no auditório da escola, na qual estiveram presentes André Martins e Carla Guerreiro, respectivamente, presidente e vice-presidente da Câmara Municipal, e Fátima Silveirinha, do executivo da União das Freguesias de Setúbal, deram a conhecer o projecto e avançaram estar a aguardar agora que o Governo tome decisões relativamente às fontes de financiamento, para que o processo avance em definitivo.

    Isto porque dado o grau de “complexidade” do levantamento do estado actual da escola, que acabou por ser “demorado”, inviabilizou que se avançasse mais cedo para a execução dos projectos de arquitectura e de especialidades, limitando a possibilidade de se apresentar uma candidatura ao PRR.

    Esta foi uma das sete escolas transferidas pelo Estado para a Câmara Municipal em 1 de Abril de 2022, no âmbito da transferência de competências na área da Educação.

    Além da Secundária du Bocage, também a EB 2,3 de Aranguez necessitam de “obras importantes”, assim como as escolas básicas 2,3 Barbosa du Bocage e de Azeitão têm de ser alvo de “uma grande requalificação”, uma intervenção que “não estava inicialmente prevista e só foi incluída após grande pressão da Câmara Municipal”, conclui André Martins.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Câmara de Sintra avança para construção de Multiusos em Fitares por 2,5M€

    Para o presidente da autarquia de Sintra, Basílio Horta, este investimento é “a cara de uma estratégia de descentralização e de proximidade e vem humanizar o território. Com esta obra pretendemos servir milhares de pessoas e famílias, satisfazendo as suas necessidades culturais, fortalecendo assim o sentido de comunidade.” 

    A Câmara Municipal de Sintra assinou o auto de consignação que marca o arranque da construção do Multiusos de Fitares, num investimento de 2,5 milhões de euros. 

    Segundo adiantam os responsáveis municipais em comunicado, o valor desta empreitada corresponde à criação, de raiz, de um edifício multiusos em Fitares, na freguesia de Rio de Mouro, com dois pisos e implantado num lote com cerca de 6.800 m2, sendo que a sua área total de construção será de 1.034 m2 (incluindo zonas técnicas). 

    Para o presidente da autarquia de Sintra, Basílio Horta, este investimento é “a cara de uma estratégia de descentralização e de proximidade e vem humanizar o território. Com esta obra pretendemos servir milhares de pessoas e famílias, satisfazendo as suas necessidades culturais, fortalecendo assim o sentido de comunidade.” 

    O edifício Multiusos de Fitares, com uma lotação prevista até 270 lugares, pretende, como o nome indica, ter um carácter polivalente e permitir a realização de eventos de várias naturezas tais como espetáculos, conferências, exposições e outras atividades coletivas, constituindo um contributo importante para aumentar a oferta cultural nesta freguesia. 

    O edifício será constituído no R/C por um foyer que integra a recepção com zona para bengaleiro, pequena cafetaria, instalações sanitárias e acesso à cabine de som. O foyer tem acesso direto à sala multiusos onde decorrerão todos os espetáculos e atividades. Do outro lado da sala multiusos existe a área destinada aos artistas com acessos independentes a partir do exterior. Essa zona será constituída por camarins masculinos e femininos incluindo instalações sanitárias, zonas de arrumos de material de cena e posto de socorro. O 1º piso é constituído apenas por áreas técnicas interditas ao público. 

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    Mota Engil – Eng. Carlos Mota Santos

    Construção

    Mota-Engil ganha nova obra de mais de 135M€ no Brasil

    Com este contrato, a Mota-Engil destaca continuar “a reforçar a sua presença na América Latina, através do sucesso na contratação de novos projetos de grande dimensão nos mercados ‘core’ na região”

    CONSTRUIR

    A Mota-Engil anunciou ter celebrado um novo contrato no Brasil, em consórcio com duas empresas, num valor superior a 135 milhões de euros.

    Num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o grupo português de construção e engenharia avança que o novo contrato assinado pela sua sucursal no Brasil, no valor de cerca de 791 milhões de reais, está relacionado com a implantação do Veículo Ligeiro de Transporte ferroviário (VLT) de Salvador e Região Metropolitana trecho Águas Claras – Piatã, de 10,52 quilómetros (km) de extensão e com um prazo de execução de 50 meses.

    “O novo contrato […] tem por objeto a elaboração e o desenvolvimento dos Projetos Básico, Executivo e ‘As Built’, execução das obras civis e de urbanização, fornecimento e implantação dos sistemas de energia (rede aérea de tração e subestações) e trabalho Técnico Social para fins de desapropriação, visando a implantação do VLT” detalha.

    Com este contrato, a Mota-Engil destaca continuar “a reforçar a sua presença na América Latina, através do sucesso na contratação de novos projetos de grande dimensão nos mercados ‘core’ na região”.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Deocriste: Câmara de Viana do Castelo adjudica reconversão de antiga escola em creche por 1,5M€

    O presidente da autarquia, Luís Nobre, já classificou esta reconversão como “um projeto piloto inovador que visa contribuir para a coesão territorial e social”, numa ação direta de apoio social às famílias vianenses. A obra é apoiada no âmbito do programa de Requalificação e Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais do PRR

    CONSTRUIR

    O executivo municipal de Viana do Castelo aprovou, esta terça-feira, a adjudicação e a minuta de contrato para reconversão do edifício da antiga Escola do 1º CEB de Deocriste em creche para 42 utentes, na União de Freguesias de Subportela, Deocriste e Portela Susã, por um valor que ascende a 1,497 milhões de euros, a que acresce o IVA à taxa legal, numa empreitada com prazo previsto de 360 dias.

    Recorde-se que o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, já classificou esta reconversão como “um projeto piloto inovador que visa contribuir para a coesão territorial e social”, numa ação direta de apoio social às famílias vianenses. A obra é apoiada no âmbito do programa de Requalificação e Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais do PRR.

    Neste âmbito, no ano passado foram assinados os protocolos com o Centro Paroquial e Social de Lanheses e a Associação Juvenil de Deão que permitiram alavancar a criação desta creche. Assim, através de Contrato de Comodato da Escola Básica de Deocriste, o Município cedeu gratuitamente o edifício ao Centro Paroquial e Social de Lanheses, por um período de 20 anos, podendo ser renovado desde que se mantenha em vigor o acordo. A cedência, para além do edifício, abrange ainda o equipamento de cozinha e copas de leite, o mobiliário e material didático necessário ao funcionamento da creche, instalados no imóvel pelo município.

    Já o Protocolo de Colaboração com o Centro Paroquial e Social de Lanheses e a Associação Juvenil de Deão é também válido por 20 anos.

    O Centro Paroquial e Social de Lanheses ficará responsável por “realizar a gestão, organização e funcionamento da creche e de todos os recursos humanos e materiais associados”, garantindo “o normal e integral funcionamento da creche para 42 utentes”.

    Já a Associação Juvenil de Deão irá “enquadrar no horário de funcionamento da creche o tempo necessário para a integração de metodologias de educação não formal no desenvolvimento das atividades por parte da equipa técnica e de toda a comunidade”, implementando ainda projetos de voluntariado juvenil nesta resposta social, com voluntários nacionais e europeus, dinamizando igualmente um plano de sustentabilidade a nível ambiental e alimentar.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Governo “acelera” resposta às primeiras casas financiadas pelo PRR

    Em causa estão projectos com um valor global de 328 M€, destinados à construção ou reabilitação de 2.871 fogos em 80 municípios, tendo como objectivo contribuir para o cumprimento da meta celebrada entre Portugal e a Comissão Europeia, no âmbito do PRR

    CONSTRUIR

    No âmbito da estratégia para a habitação, o Governo dá início esta terça-feira, dia 11 de Junho, ao processo de assinaturas dos termos de responsabilidade com os municípios com vista a acelerar as candidaturas aos apoios financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A iniciativa que se prolonga até amanhã, dia 12 de Junho, conta com a presença de Miguel Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação e de Castro Almeida, ministro Adjunto e da Coesão Territorial.

    A medida prevista no programa Construir Portugal, arranca com as assinaturas e homologação dos termos de responsabilidade celebrados com mais de 80 municípios das regiões do Alentejo, Algarve, Centro e Norte.

    Em causa nas quatro regiões estão projectos com um valor global de 328 milhões de euros, destinados à construção ou reabilitação de 2.871 fogos, tendo como objectivo contribuir para o cumprimento da meta celebrada entre Portugal e a Comissão Europeia, no âmbito do PRR, de entregar 26 mil casas às famílias até Junho de 2026.

    O termo de responsabilidade vai permitir às Câmaras Municipais avançarem na construção ou reabilitação de edifícios para habitação digna destinada às famílias mais vulneráveis, ficando a aprovação das candidaturas pelo Instituto de Habitação e Reabilitação (IHRU) para uma fase posterior.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Setúbal assina parceria com antiga Parque Escolar para construção de 500 novos fogos

    O contrato pressupõe a construções de três projectos no âmbito do programa 1º Direito, num investimento de cerca de 75 M€, cujas candidaturas apresentadas ao IHRU estão ainda a aguardar resposta

    CONSTRUIR

    A Câmara Municipal de Setúbal aprovou a celebração de contratos interadministrativos com a Construção Pública, EPE (ex-Parque Escolar), para a concretização de 500 novos fogos habitacionais no concelho, num conjunto de projectos que representa um investimento de quase 75 milhões de euros.

    Em comunicado, a autarquia esclarece que a celebração do protocolo e do contrato interadministrativo está condicionada à “prévia aprovação das candidaturas submetidas pelo município de Setúbal ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e à realização dos contratos de financiamento”. E salienta que a “implementação de soluções de cooperação entre as entidades públicas com competências na área da habitação permite, por um lado, maximizar a oferta de habitações e, por outro, agilizar o cumprimento dos marcos e metas contratualizados no âmbito do PRR”.

    Mediante a conclusão dos trabalhos de edificação dos fogos pela Construção Pública, ficará a Câmara Municipal a única responsável pela entrega e exploração dos imóveis, assim como pela gestão das habitações e pelo retorno do investimento efectuado.

    Actualmente a aguardar o resultado das candidaturas apresentadas pela autarquia ao IHRU, no âmbito dos apoios comunitários provenientes do PRR, os três empreendimentos previstos incluem a construção de 44 fogos na Quinta da Parvoíce, 142 na zona da Rua das Piteiras e 314 na zona da Bela Vista.

    Mediante a aprovação das candidaturas apresentadas, a autarquia fica incumbida, perante o IHRU, de atribuir habitações destinadas a residência permanente de pessoas e agregados familiares elegíveis e apuradas no âmbito da legislação emanada pelo programa 1º Direito, bem como a gerar a oferta de soluções habitacionais destinadas ao arrendamento com rendas acessíveis no território do concelho sadino.

    Assim, a Câmara Municipal está já a salvaguardar futuras parcerias institucionais com entidades públicas nas respectivas áreas de competência, nomeadamente com a Construção Pública, a qual, refere a proposta aprovada, “detém o know how e a experiência para planear e executar as operações necessárias à concretização de tais projetos habitacionais, com qualidade e no estrito cumprimento das obrigações legais, designadamente orçamentais e de contratação pública”.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Hospital Oriental de Lisboa: Tribunal de Contas condiciona ‘visto’ à inclusão de ‘protecção sísmica’ no projecto de execução

    “Este TdC irá conceder o visto, mas com uma firme, incisiva e solene advertência à entidade fiscalizada que está obrigada, dando cumprimento ao princípio da boa administração e ao princípio da tutela do interesse financeiro do Estado, a incluir no projecto de execução da obra, também, a solução de sistema de isolamento de base”, lê-se na decisão que pode implicar revisão de projecto, revisão dos preços e atrasos que comprometem financiamento do PRR

    Ricardo Batista

    O Tribunal de Contas concedeu o visto ao contrato de gestão do futuro Hospital de Lisboa Oriental em regime de parceria público-privada, tendo, no entanto, ressalvado que a decisão obriga a que, “no cumprimento da boa administração”, integre no projeto de execução da obra uma solução de isolamento sísmico de base, para além da garantia de um sistema rigoroso e eficaz de monitorização do projeto de estruturas e fundações.

    “Este TdC irá conceder o visto, mas com uma firme, incisiva e solene advertência à entidade fiscalizada que está obrigada, dando cumprimento ao princípio da boa administração e ao princípio da tutela do interesse financeiro do Estado, a incluir no projecto de execução da obra, também, a solução de sistema de isolamento de base” contra sismos, refere a decisão, divulgada na página do organismo liderado por José Tavares.

    O Tribunal considera que a ARSLVT deverá garantir também “um sistema rigoroso e eficaz de monitorização do projeto de estruturas e fundações, com as mais exigentes leges artis aplicáveis e sem prejuízo do estrito cumprimento e fiscalização dos Eurocódigos, Especificações Técnicas e Recomendações e Especificações Técnicas para o Edifício Hospitalar em causa)”.

    Os juízes conselheiros defendem que “deve estar inequivocamente demonstrado” – para este como qualquer outro hospital – que as mais rigorosas técnicas das leges artis “foram adotadas para a futura construção de uma infraestrutura crítica, como esta, que se manterá em funcionamento durante dezenas de anos e na qual a entidade pública irá instalar equipamentos médicos de grande valor económico e onde irá realizar-se uma atividade pública de tão grande relevância humana e social”.

    O Tribunal salienta que o cumprimento desta obrigação poderá ser objeto de análise em sede de fiscalização concomitante ou sucessiva.

    ​O Tribunal recomenda ainda à ARS de Lisboa e Vale do Tejo que, em futuros procedimentos, preveja “de modo mais claro, um mecanismo de alterações contratuais consideradas necessárias para a acomodação de uma linha de financiamento europeu no equilíbrio económico público e privado da parceria em causa, compatível com os princípios da igualdade de tratamento dos concorrentes, da não discriminação e da obrigação da transparência que subjazem ao princípio da estabilidade ou da imodificabilidade das peças procedimentais da contratação pública”.

    O ECO refere, esta sexta-feira, que esta decisão pode comprometer o acesso a fundos do PRR, desde logo porque esta intervenção vai implicar a revisão do projecto. De acordo com a publicação, as condições impostas deverão obrigar a mudar de forma material o projeto. O Hospital de Lisboa Oriental, nos termos contratualizados, tem previsto um total de 875 camas a ser construído numa área de 180 mil metros quadrados na zona de Marvila. Irá substituir seis unidades de saúde do centro da cidade de Lisboa, como o São José, Santa Marta, Santo António dos Capuchos, Dona Estefânia, Curry Cabral e Maternidade Alfredo da Costa. O novo hospital deveria começar a funcionar em 2027, mas de acordo com duas fontes que acompanham este tipo de parcerias, o projeto terá de ser refeito, será necessário estimar o novo custo e o respetivo agravamento associado à manutenção e, neste contexto, terá de haver uma renegociação com o Ministério da Saúde. Se este processo seguir estes passos, o que parece inevitável, terá provavelmente de ser novamente submetido ao Tribunal de Contas. “Serão meses de atraso e os fundos associados ao PRR [que têm de ser executados até 2026] estarão irremediavelmente comprometidos“, admite outra fonte que conhece os mecanismos de execução dos fundos comunitários.

    O valor de investimento nos próximos três anos, segundo o acordo assinado com a Mota-Engil, ascenderá a cerca de 380 milhões de euros, enquanto a manutenção da infraestrutura ocorrerá durante um período de 27 anos e ascenderá ao montante global de cerca de 143 milhões de euros a preços constantes.

    ​​

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
    Mais artigos
    Construção

    Pedro Matos Pinho (Tecnoplano) em entrevista, a CONSTRUMAT e os desafios no segmento das Portas, Janelas e Caixilharia em destaque na edição 508

    A aposta da Tecnoplano no Brasil em destaque numa edição do CONSTRUIR onde lhe contamos o que de mais relevante se passou na CONSTRUMAT (Barcelona), o que está previsto ser feito com os 2MM€ que o Governo promete contratualizar em Junho e quais os desafios que se colocam no segmento das Janelas, Portas e Caixilharia. Mas há muito mais para ler no CONSTRUIR 508

    CONSTRUIR

    “O ano de 2024 vai ver, possivelmente, os números dos quadros do grupo
    no Brasil ultrapassar os de Portugal”

    A Tecnoplano está a crescer nas diferentes latitudes onde está presente, mas o Brasil destaca-se. Depois do sector aeroportuário, os sistemas de energia, produção e transmissão, aceleram o ritmo de crescimento deste mercado, sustentado também pela existência de recursos humanos qualificados para dar resposta aos novos desafios. Ao CONSTRUIR, Pedro Matos de Pinho, CEO da Tecnoplano, fala sobre os diferentes desafios, tecnológicos e humanos, que se colocam nesta fase de crescimento

    Governo vai contratualizar 2MM€ de obras
    O ministro da Coesão adianta que serão contratos para a requalificação e construção de escolas, casas de habitação e centros de saúde, que terão de estar concluídas em Junho de 2026”

    City Cortex desce à cidade
    De um programa de pesquisa que assume a cortiça como “paradigma de matéria-prima sustentável” nasce City Cortex. Nele participaram um grupo de arquitectos e designers de renome internacional

    Pipeline logístico é insuficiente
    Portugal tem uma grande escassez de oferta de espaços logísticos de qualidade. Esta é uma das conclusões do estudo “Portugal Logistics Market: What’s next?”, elaborado pela Savills, que aponta que os projectos em pipeline não são suficientes

    Portas, Janelas
    e Caixilharia

    Com o objectivo da descarbonização, as empresas lideram o caminho das emissões zero até 2050. Preocupação com materiais e emissões no fabrico integram a nova versão da directiva sobre eficiência

    A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do CONSTRUIR. Pode comprar apenas esta edição ou efectuar uma assinatura do CONSTRUIR aqui obtendo o acesso imediato.

    Para mais informações contacte: Graça Dias | gdias@workmedia.pt | 215 825 436

    Nota: Se já é subscritor do CONSTRUIR entre no site com o seu Login de assinante, dirija-se à secção PLUS – Edição Digital e escolha a edição que deseja ler

    ACEDA AQUI À VERSÃO DIGITAL DA EDIÇÃO IMPRESSA DO CONSTRUIR 508

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Lançada 2ª edição do Prémio Sustentabilidade no Ambiente Construído 2024

    A iniciativa promovida pelo BUILT CoLAB pretende continuar a promover e reconhecer as boas práticas, para impulsionar o sector AEC na tomada de medidas cada vez mais sustentáveis no âmbito do Ambiente Construído

    CONSTRUIR

    Estão abertas as candidaturas para o Prémio Sustentabilidade no Ambiente Construído 2024, organizado pelo BUILT CoLAB. Este prémio tem como objectivo promover e reconhecer as boas práticas que são já utilizadas em Portugal no Sector AEC, assim como continuar a sensibilizar a indústria e as instituições públicas para a necessidade de conhecimento e inovação no âmbito da sustentabilidade e da circularidade no Ambiente Construído.

    Esta iniciativa, que entra agora na sua 2ª edição, surge na sequência do trabalho que o laboratório colaborativo realizou no âmbito do projecto Circularidade na Construção, que permitiu fazer um diagnóstico no estado actual do tema em Portugal e perceber que é necessário dar um impulso ao sector AEC para que este passe a adoptar cada vez mais medidas sustentáveis no ambiente construído.

    O Prémio Sustentabilidade no Ambiente Construído quer, assim, voltar a contribuir para a discussão do tema e continuar a incentivar a inovação ao mostrar as melhores práticas a nível nacional, dando-lhes destaque e reconhecendo o mérito das entidades que as implementam. Com esse objectivo as candidaturas serão avaliadas ao nível da sua inovação, relevância e contributo para o avanço do conhecimento em duas categorias: sustentabilidade e circularidade.

    O júri é constituído por representantes de instituições de referência no tema em Portugal e que têm contribuído para a sua implementação e evolução a nível nacional: Fernando de Almeida Santos, Bastonário da Ordem dos Engenheiros, Avelino Ferreira, Presidente da Ordem dos Arquitectos (a confirmar), Ana Cristina Carrola, Vogal do Conselho Directivo, Fernando Batista, presidente do IMPIC, Manuel Reis Campos presidente da AICCOPN, Laura Caldeira, presidente do LNEC, Jorge Nandim de Carvalho, vice-presidente da PTPC, e Rita Moura, Presidente do CA do BUILT CoLAB (Presidente do Júri).

    As candidaturas decorrem até dia 15 de Setembro de 2024 e os vencedores serão revelados em Novembro.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Saúde e Coesão Territorial assinam contratos para construção de 124 novos centros de saúde

    No que se refere a infraestruturas de cuidados primários, o PRR financia a construção de 124 novos centros de saúde familiares e a requalificação de 347 unidades já existentes, com investimentos de 272,8 milhões de euros e de 274,9 milhões de euros, respetivamente

    CONSTRUIR

    A Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, e o Ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, assinaram contratos para a construção de novos centros de saúde e para a requalificação de unidades já existentes, financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    No que se refere a infraestruturas de cuidados primários, o PRR financia a construção de 124 novos centros de saúde familiares e a requalificação de 347 unidades já existentes, com investimentos de 272,8 milhões de euros e de 274,9 milhões de euros, respetivamente. No total, o investimento supera os 547 milhões de euros.

    Na cerimónia que decorreu em Lisboa foram assinados os contratos relativos a 68 projetos localizados nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, envolvendo 33 municípios e três entidades do SNS (Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, ULS do Litoral Alentejano e ULS da Lezíria).

    No final desta semana serão assinados os contratos referentes às regiões Centro e Norte do país.

    O PRR financia um conjunto de reformas e investimentos na área da sustentabilidade do sistema da saúde, do reforço dos cuidados de saúde primários, cuidados continuados integrados e cuidados paliativos, saúde mental e transição digital, cujo prazo de execução termina a 30 de junho de 2026.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB

    Navegue

    Sobre nós

    Grupo Workmedia

    Mantenha-se informado

    ©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.