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    Revigrés com “Utopia” na Cersaie

    Até 29 de Setembro, em Bolonha, a Revigrés convida os visitantes da maior feira internacional do sector cerâmico a viajar até “UTOPIA”, um espaço em que todos os projectos são concretizáveis com as novas soluções cerâmicas da marca

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    Até 29 de Setembro, em Bolonha, a Revigrés convida os visitantes da maior feira internacional do sector cerâmico a viajar até “UTOPIA”, um espaço em que todos os projectos são concretizáveis com as novas soluções cerâmicas da marca

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    A marca apresenta novos formatos e soluções na Cersaie, que decorre até amanhã em Bolonha. Com destaque para a edição 3.0 da colecção Cromática, com 30 cores, 10 formatos 3 acabamentos, revestimentos e pavimentos cerâmicos com novos formatos e espessuras, soluções técnicas inovadoras e efeitos estéticos e texturas que vão ao encontro das últimas tendências.

    As colecções Light XL, no formato 120x278cm, combinam uma espessura reduzida (6mm) com uma elevada resistência técnica, introduzindo elegância e funcionalidade nos projectos. A sua dimensão permite criar um efeito visual de continuidade através da reprodução dos materiais naturais, enquanto a sua leveza contribui para reduzir a pegada ecológica associada ao seu processo de produção e transporte e torna a sua aplicação muito versátil.

    Com diversos efeitos estéticos, o novo formato 120x120cm completa a gama da Revigrés, enquanto a Marca apresenta também a nova espessura Tech 20mm, uma solução técnica com elevada resistência mecânica, ideal para aplicação em exteriores.

    Com lugar de destaque na feira estão as colecções Travertino Classic, Brick & Block e Reflex. Com a tecnologia Tech 3D de impressão digital de última geração, a Revigrés introduz superfícies inovadoras, em que a gráfica e texturas dos materiais cerâmicos convergem na perfeição, conferindo-lhes um efeito sensorial ultra-realistas inspirado na pedra natural travertino. Já o revivalismo do mosaico tradicional combinado com a versatilidade do grés porcelânico, nos formatos 14x14cm e 7x29cm, e o mood urbano e contemporâneo do efeito metalizado resultam em ambientes eclécticos e actuais.

    Foco ainda para a nova solução PRO SYSTEM, um pavimento sustentável e inovador, de fácil aplicação e reutilizável, adequado para piso sobrelevado. Uma superfície cerâmica com o efeito da madeira e antiderrapante aliada a um sistema de fixação 100% invisível que reúne todas as vantagens do grés porcelânico: durabilidade e inalterabilidade, resistência às manchas e ao desgaste, com uma elevada resistência ao impacto.

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    A arquitectura consciente e social [c/galeria de imagens]

    Eloisa Ramos e Moreno Castellano são a dupla de arquitectos que forma o atelier Ramos Castellano. É, sobretudo, em Cabo Verde que desenvolvem o seu trabalho que apelidam de “arquitectura consciente”. Uma consciência que vem do local e das suas gentes, das suas necessidades, mas também do seu conhecimento intrínseco e geracional. De projecto em projecto, testam o potencial transformador da arquitectura no espaço e os seus impactos sociais

    Eloisa Ramos nasceu na ilha de Santo Antão e Moreno Castellano é originário da Sardenha. Portugal e Itália serviram de ponto de encontro, para o trabalho e para a vida, numa fase ainda de formação dos dois arquitectos. Cabo Verde é casa e campo de experimentação da sua arquitectura há década e meia. Uma arquitectura “consciente”, do local e do seu impacto nas pessoas. Porque apesar de estabelecerem a sua base na cidade do Mindelo, em São Vicente, podemos encontrar os seus trabalhos noutras ilhas que compõem o arquipélago.

    O que os levou a estabeleceram-se em Cabo Verde?
    Eloisa Ramos (ER): Foi uma coisa quase natural. Estabelecemo-nos primeiro em Itália, onde chegámos a criar um gabinete e a fazer algumas coisas, mas a vida deu voltas e em 2008, ainda antes da crise [económica], decidimos vir para Cabo Verde. Não houve nenhuma razão extraordinária. Terminámos os projectos que tínhamos em curso e depois embarcamos nessa nova aventura que, para mim, era um bocadinho o regresso a casa, embora o Moreno também já conhecesse. Decidimos voltar.

    Moreno Castellano (MC):
    Aqui em Cabo Verde havia espaço para desenvolver arquitectura, ou seja, aqui podemos de deixar uma marca, de fazer algo concreto, de construir fisicamente. Isso aconteceu construímos um museu, por exemplo, algo que teria sido muito difícil de acontecer na Europa. O que era importante para nós era fazer arquitectura e não onde a arquitectura é feita. Agora estamos a reparar que é muito importante onde a arquitectura é feita para o interesse que vão despertar. O Mindelo [onde o atelier tem a sua base] não é uma cidade muito grande, tem 75 mil habitantes e a ilha [São Vicente] é praticamente uma cidade-ilha mas é muito cosmopolita porque sempre foi uma cidade porto, com pessoas de vários lugares, e isto é muito interessante também para o nosso trabalho porque deu-nos a oportunidade de trabalhar com clientes de muitíssimas nacionalidades e ter uma visão mais ampla, apesar de estarmos nesta latitude mais descentralizada.

    Que tipo de projectos têm ocupado o vosso gabinete?
    ER: Temos feito um pouco de tudo ao longo destes quase 20 anos de carreira, desde habitação, hotéis, projectos urbanísticos… museus, um já construído e outro ainda em projecto. Inclusive design de interiores, um pouco por necessidade, que aqui não há assim tanta escolha. Mas em contrapartida há mão de obra artesanal especializada, se é que podemos dizer assim. Fruto das necessidades as pessoas desenvolveram o seu engenho e aqui há gente incrível ao nível da carpintaria, marcenaria, etc. Pessoas com muita sabedoria a nível artesanal.

    Qual é o traço comum dos vossos projectos? É esta ligação com os artesões, com o saber local, é a questão da sustentabilidade, porque nos vossos projectos há muito esta preocupação com a reutilização de materiais?
    MC: Há uma ideologia comum de certa maneira. Nós vemos a arquitectura como uma manifestação da vida, então posso dizer que não há um preconceito, ou seja, os projectos nascem das necessidades e muitas vezes tentamos que a arquitectura contribua para a resolução de problemas da sociedade. Por exemplo, temos um projecto na Cruzinha (Santo Antão), de uns investidores alemães, e o que fizemos foi canalizar e distribuir esse investimento para a sociedade local. Agora como se manifesta isso na arquitectura? Nas escolhas e decisões que fazemos. Em vez de usar o material importado, por exemplo, utilizamos o material local, em vez de utilizar técnicas que ocupam poucos trabalhadores, usamos as que precisam de mais mão de obra. Há aqui múltiplos aspectos e nenhum projecto é igual a outro ou tem as mesmas soluções. Portanto, o que tentamos fazer através do projecto é contribuir para o bem-estar e para a felicidade da comunidade onde o projecto está a ser desenvolvido.
    Até hoje, isto sempre funcionou de uma forma quase espontânea, biológica, porque onde escolhemos colocar os projectos, a comunidade floresceu. A instalação do hotel em São Pedro (Aquiles EcoHotel), por exemplo, fez com que a comunidade mudasse. A Mudança veio com a luz eléctrica, com a pavimentação das ruas, os pescadores, que até aí se dedicavam só à pesca tradicional passaram a realizar passeios com os turistas. Mas nada disto foi propositado.

    “Tentamos que a nossa arquitectura vá mais fundo, vá tocar a emoção das pessoas”

    Mas houve uma primeira decisão de investir. Um promotor?
    ER: Inclusive até muita gente dizia que era de loucos porque quem imaginava um hotel mesmo no meio daquela comunidade piscatória? Mas este hotel gerou uma energia muito forte e acabou por agregar valor acrescentado à comunidade, que como o Moreno estava a dizer aconteceram várias coisas boas e a comunidade mudou para melhor

    MC: O objectivo primeiro de um investidor é o proveito, mas é preciso fazê-lo compreender que o seu proveito pode ser maior com algumas mudanças.

    ER: Com respeito à tua pergunta anterior, eu diria que o traço comum na nossa prática é que tentamos sempre fazer uma arquitectura consciente, completamente inserida onde ela está a ser feita. Uma arquitectura que põe o homem no centro, o homem utilizador, o cliente utilizador final, aquele que vai desfrutar do espaço, no centro da atenção
    E o nosso traço comum digamos assim gira a volta disso. Tentamos fazer essa arquitectura consciente, em harmonia com o ambiente onde está inserida e isso tem funcionado, porque as pessoas não vêem esta nova adição como uma coisa estranha. O hotel Aquiles ou o Centro Nacional de Artes, Artesanato e Design, podiam ser algo muito estranho ou criar uma certa apatia, mas foram muito bem aceites. Tentamos que a nossa arquitectura vá mais fundo, vá tocar a emoção das pessoas. Claro que nunca vai satisfazer a todos no mesmo sentido, mas pelo menos tentamos.

    Foi o que fizeram na Cruzinha, em Santo Antão?
    MC: O projecto da Cruzinha está em desenvolvimento há sensivelmente oito anos. Está localizado numa grande extensão de terreno, quase que todo uma encosta da montanha, e começou por ser um projecto imobiliário e depois passou a incluir um hotel. Os investidores são alemães. Mas o que é que acontece quando vem um investidor de fora e
    compra uma grande extensão de terreno, para não criar logo uma fricção com o território, com a população, com o lugar, tem de dar algo em troca daquilo que vai receber. Então criamos terraços na encosta que permitissem o cultivo de produtos, então esta decisão que não é do foro da arquitectura, no fim é muitíssimo arquitectónica.

    ER: Porque Cabo Verde não tem muitas zonas agrícolas não queríamos que o hotel criasse um déficit de recursos. Então pensámos, porque não ser o hotel a produzir e se calhar a criar excedente que pode ser inserido no mercado? Com isto estamos a minimizar essa insatisfação que às vezes vem do ‘turismo explorador’.

    MC: Propusemos um sistema alternativo a este fenómeno e em troca fomos empregando a mão de obra local na construção de hotel, formando artesões em sistemas construtivos locais, utilizando os recursos locais na construção e com isto vemos a comunidade a ganhar força e a sentirem-se valorizados.

    Isso acontece em todos os vossos projectos?
    MC: Num outro projecto em que estamos a trabalhar, optamos quase por não ter soluções pré-concebidas. Tentamos formar uma estrutura e os artesões que participam vão acrescentando algo. Como se um projecto de arquitectura fosse uma música jazz…

    ER: Ainda é algo muito experimental. Existe um projecto que é seguido, mas ao invés de forçar soluções, adaptamos e absorvemos com naturalidade as soluções que vão surgindo.

    “Estamos totalmente convencidos que a Arquitectura é fruto de seres humanos, não é o resultado de posições geográficas”

    Apesar destes vários intervenientes locais, os projectos são só concebidos pela Eloisa e pelo Moreno? Como é que gerem todo o processo?
    ER: No momento da concepção somos só nós, mas depois temos outros intervenientes ao nível da finalização do projecto, apenas. Cada um de nós tem uma personalidade muito vincada, mas há sempre um respeito mútuo. E quando um está a ir por um caminho ou a optar por soluções não tão convenientes, então o outro acrescenta algo, a bem do projecto que neste processo ganha ímpeto de crescimento.

    MC: Ou seja, vimos ambos de lugares geográficos diferentes, mas somos muitíssimo flexíveis e ao longo destes anos a trabalhar não só em Cabo Verde, mas também noutros países, vimos que muitas vezes na arquitectura os problemas surgem onde há uma força a querer obrigar outra força a fazer algo para o qual não está pronto, preparado, um pouco como na vida.
    A arquitectura transmite sensações, umas mais que outras, trabalhamos para que a nossa arquitectura, os nossos projectos, transmitam algo e esse algo não vem só da forma ou dos materiais, mas antes de um conjunto de decisões que vão sendo tomadas ao longo do processo construtivo. As ideias, como os materiais, nunca são preconcebidos, quando nos propusemos a fazer um museu cuja fachada foi feita com tampas de barris, as pessoas olhavam para nós como se fossemos doidos, mas agora vais àquela praça e o edifício em si transmite uma grande alegria, domina a praça. Prova de que o valor da matéria é o valor que as pessoas lhe dão e não o que lhe é intrínseco.

    O facto de estarem numa ilha e de (quase) tudo ser importado e por isso mais caro, torna mais fácil a abertura para a reutilização de materiais no processo construtivo, mesmo os mais inusitados como a utilização de tampas de bidons na construção de uma fachada?
    ER: A necessidade aguça o engenho, não é? Com poucos recursos tivemos de explorar ao máximo a potencialidade de coisas que, de outra forma iriam para o lixo. A nossa arquitectura não é só baseada nisso, mas esta é uma componente importante, temos imenso prazer em tentar contribuir e deixar a nossa pegada ecológica aqui neste planeta. E pelo menos que a nossa arquitectura seja para agregar e não para tirar. Que seja um exemplo também e que os jovens arquitectos vejam isso como, não uma estrada única, mas pelo menos uma estrada que pode ser válida no futuro.

    MC: Nós estamos a trabalhar num contexto que sempre foi marginalizado. E há uma falta de conhecimento, histórica, sobre o que acontece e está a ser construído em África. Então para nós é importante que a Arquitectura ajude a reverter esta tendência. Estamos a tentar mostrar que aqui onde estamos também não temos nada a menos que outros países mais na vanguarda. Estamos totalmente convencidos que a Arquitectura é fruto de seres humanos, não é o resultado de posições geográficas, de latitudes ou longitudes, de educações superiores ou de grandes orçamentos.

    Como é que tem evoluído a Arquitectura em Cabo Verde? Como é que olham para p desenvolvimento por exemplo da Cidade da Praia, em Santiago, ou mesmo do Mindelo onde estão localizados?
    ER: A nível urbanístico não vou falar. Prefiro falar do saber tradicional que havia na construção de antigamente, das casas super frescas que eram de terra batida que eles molhavam todos os dias de manhã, as paredes de pedra, as coberturas de palha, a orientação, os ventos, o sol… isso era tudo levado em consideração quando por exemplo o meu pai fez a nossa casa em Santo Antão. E ele não era arquitecto, nem nada disso, mas utilizou a sabedoria popular. Orientou a casa na melhor posição, estudando o percurso do sol, do vento, da queda da água, das chuvas e das pedras, porque Santo Antão é montanha. Aqui temos também uma encruzilhada de várias influências portuguesas, inglesas, entre outros, com as suas influências no uso na madeira ou de betão. Mas sinto que este conhecimento se vem perdendo no que está a ser construído agora. O progresso é muito betão, o progresso são as janelas enormes de alumínio, mesmo que o edifício esteja orientado a sul.
    Há muita coisa que está a ser perdida e que devia ser valorizada e se calhar estudada mais a fundo que é um pouco o que nós estamos a tentar desenvolver, numa chave mais contemporânea. Mas Cabo Verde é um país novo e não podemos ser duros na crítica, de certa forma este percurso é compreensível quando se está ainda a tentar construir uma identidade.

    Que projectos têm actualmente em mãos?
    ER: Terminamos o projecto, para um cliente privado, de um museu sobre o fenómeno da escravatura na Cidade Velha, património da Unesco. É um projecto bastante interessante, mas sobre o qual não podemos adiantar muito. Estamos a terminar um projecto de uma pequena guest house, apenas com oito quartos, também em Santiago…

    MC: Estamos a trabalhar este projecto ao nível da experimentação. Propusemos a sua criação como parte de um viveiro e os seus ocupantes vivem no meio das plantas. O sistema de rega usa água reciclada. Existe uma orientação que foi estudada para a criação de dinâmicas. Depois temos outros projectos de habitação em curso. Mas existe sempre uma preocupação e consciência com a sustentabilidade. Fomos convidados pelas autoridades da Sardenha, a minha ilha, para fazer propostas para alguns projectos. O objectivo é o de replicar projectos, como os que desenvolvemos em Cabo Verde, que têm impacto e geram valor para as comunidades locais. Porque a Sardenha também tem problemas de desertificação de abandono da população do seu interior e a ideia é estes projectos, que ainda não sabemos quais são, ajudem a reverter essa tendência.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Tektónica reforça aposta na internacionalização

    Apesar da Tektónica ter crescido em praticamente todos os sectores, designadamente Banho e Cozinha, Equipamentos de Exterior, Pavimentos e Revestimentos e Materiais Máquinas e Equipamentos, é na Eficiência Energética que mais se nota esse crescimento

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    A próxima edição da Tektónica, que decorre entre 2 e 5 de Maio, vai contar com mais de 250 empresas participantes, das quais 20% são internacionais. O mercado espanhol é o mais expressivo, com um aumento de 58% face a 2023, registando-se ainda a presença de empresas de países como a Alemanha, Áustria, Brasil, China, Espanha, França, Itália e Suíça,

    De realçar, segundo adianta a organização, que 46% das empresas participam pela 1ªvez neste Marketplace (quer nacionais quer internacionais).

    Apesar da Tektónica ter crescido em praticamente todos os sectores, designadamente Banho e Cozinha, Equipamentos de Exterior, Pavimentos e Revestimentos e Materiais Máquinas e Equipamentos, é na Eficiência Energética que mais se nota esse crescimento, reflectindo as tendências emergentes de inovação e a aplicação de novas tecnologias associadas à sustentabilidade,

    Esta edição contará com a participação de vários líderes de mercado, de diversos segmentos da construção, como a Secil, Cimpor, Grupo Verdascas, Iberdrola, Porcelanosa, Rubicer, W7 Water Elegance, Ofamat, Catari, Derwo, Jular, Tosca, Mapei, Sait-Gobain, Topeca, Pinto&Cruz, Premaq, entre muitas outras.

    Este envolvimento por parte dos principais players reflecte-se positivamente no evento, como explica José Paulo Pinto, Gestor da Tektónica: “a Tektónica continua a ser o evento de referência do sector e contribui de forma decisiva na identificação de novas oportunidades de negócios, bem como para a comunicação e divulgação de novos produtos e serviços. O crescimento de novas participações neste Marketplace acontece porque as empresas reconhecem o valor, acreditam no projecto e sabem o impacto que a sua participação irá ter nos seus negócios”.

    Na vertente da internacionalização, a organização continua a desenvolver o programa de Hosted Buyers, que aposta na vinda de compradores internacionais qualificados, oriundos de mercados seleccionados, estimando-se a realização de mais de 300 reuniões B2B.

    De destacar ainda a realização do “Prémio Tektónica Inovação”, e que tem por objectivo ser um veículo privilegiado para as empresas mostrarem de forma mais visível a sua vertente de inovação num mercado em constante mutação.

    O programa para os 4 dias de exposição irá também privilegiar acções desenvolvidas em estreita colaboração com as entidades sectoriais e players do sector, com uma programação a decorrer em dois auditórios, o TEK Talks e o S&P Portugal, onde todos os visitantes, profissionais e interessados poderão participar e conhecer os temas mais relevantes do sector.

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    Programa de actividades “explica” relação de Siza com o Barroco

    A proposta da equipa de investigação liderada pelos investigadores José Miguel Rodrigues, director do CEAU e professor da FAUP, e Joana Couceiro, investigadora do CEAU-FAUP, é verificar na obra de Álvaro Siza a presença das ideias e dos ideais Barrocos. As iniciativas terão lugar no Museu Nacional Soares do Reis e na Igreja dos Clérigos

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    As relações entre a arquitectura de Álvaro Siza e o Barroco estão presentes em vários autores que escreveram sobre Álvaro Siza, além de permanecerem no modo como o próprio, referindo-se ao Porto, e a Nasoni, em textos escritos, seus, anuncia o seu interesse e empenho em conhecer melhor a arquitetura e a cidade Barrocas.

    Neste sentido, o Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (CEAU-FAUP), tem vindo a desenvolver nos últimos três anos o projecto  “Siza Barroco”, que visa “colocar em evidência a relação entre a ideia de Barroco e a obra de Álvaro Siza”.

    A proposta da equipa de investigação liderada pelos investigadores José Miguel Rodrigues, director do CEAU e professor da FAUP, e Joana Couceiro, investigadora do CEAU-FAUP, é verificar na obra de Álvaro Siza a presença das ideias e dos ideais Barrocos, procurando compreender o quanto esta é uma arquitectura sem tempo.

    “Tratou-se de prosseguir um caminho, um percurso natural, cientes de que a colocação lado-a-lado da ideia de Barroco e da arquitectura de Álvaro Siza traria ganhos de conhecimento a ambas as partes” refere a equipa, sublinhando que “se, por um lado, a arquitectura de Siza se compreende melhor à luz do Barroco (ideológico), também o Barroco (cronológico) resulta mais inteligível com a obra de Siza.”

    O programa, que tem início em Abril e prolonga-se até Dezembro de 2024, integra conferências, uma exposição, um colóquio e um concerto que cruzam e entrecruzam a arquitectura de Siza, a arquitectura de Nasoni, a talha dourada, a música barroca-contemporânea, entre outras.

    O calendário de iniciativas abre com uma conferência de Eduardo Souto de Moura sobre “A Actualidade do Barroco”, a 20 de Abril, no Museu Nacional Soares dos Reis.

    Seguem-se três conferências com contributos de outras disciplinas: Ángel Garcia-Posada (4 de Maio), Juan José Lahuerta (18 de Maio) e Maria Filomena Molder (22 de Junho), consultores do projecto de investigação.

    A 12 de Setembro inaugura a exposição “Siza Baroque”, uma mostra patente até 31 de dezembro no Museu Nacional Soares dos Reis, lado a lado com a arte antiga e o projecto de Fernando Távora para o Museu.

    Já no dia 28 de Setembro realiza-se o segundo acto de conferências com José Miguel Rodrigues e Joana Couceiro – “Siza e o Barroco” -, Ana Tostões – “Siza e o Moderno”, e Jorge Figueira – “Siza e o Pós-moderno”. O segundo acto de conferências termina com um debate com todos os convidados moderado por Sílvia Ramos, investigadora do projecto.

    O colóquio “Betão, Branco, Dourado” decorre no dia 7 de Dezembro e integra comunicações dos investigadores do projecto: Sílvia Ramos, Miguel Araújo, Mariana Sá, Ricardo Leitão, Inês Sanz Pinto, Mafalda Lucas, Graça Correia, Hélder Casal Ribeiro, João Pedro Serôdio, Luís Urbano, Marco Ginoulhiac, Nuno Brandão Costa, e dos convidados João Pedro Xavier e Susana Ventura.

    O momento de encerramento vai ser assinalado com um concerto na Igreja dos Clérigos, a 14 de Dezembro, a partir da obra ‘barroca-contemporânea’, Magnificat em Talha Dourada, de Eurico Carrapatoso.

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    Urbanitae fecha operação de 5 M€ para empreendimento turístico no Porto

    Presente em Portugal desde Dezembro de 2023, o  empreendimento Barão Forrester é um dos dois projectos com que a Urbanitae se estreia no mercado português, com 96 apartamentos turísticos no Porto

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    A Urbanitae, plataforma espanhola de crowdfunding imobiliário, concluiu a “maior operação de crowdfunding imobiliário” da história de Portugal até à data. Um total de 1.283 investidores de pequena e média dimensão financiaram com cinco milhões de euros um projecto para a construção e comissionamento de um resort de 96 apartamentos turísticos no Porto.

    “Este é actualmente o montante máximo estabelecido por lei para os modelos de investimento colaborativo”, referem os responsáveis em comunicado.

    O projecto consiste na aquisição de uma antiga fábrica localizada na Rua Barão Forrester, nº 730. O imóvel será totalmente remodelado para acomodar serviços turísticos em regime de aparthotel numa primeira fase e, posteriormente, será arrendado ao operador alemão Numa Group. O promotor imobiliário desta operação é a Caler Real Estate Advisory, que conta com escritórios no Porto, Madrid e Barcelona, e gere, actualmente, oito hotéis, dos quais se destacam o Palácio de Cedofeita e o Vincci Ponte de Ferro, no Porto, que são explorados respectivamente pela One Shot e pela Vincci Hoteles.

    Os investidores da Urbanitae entram na sociedade veículo da operação representando 85% do capital necessário (com montantes a partir de 500 euros), enquanto os restantes 15% são investidos pelo promotor e respectivos investidores. Através de um aumento de capital, juntam-se para levar a cabo não apenas a aquisição do activo e os custos de adaptação dos 3.253 m2 de superfície, como também a sua gestão e venda.

    Presente em Portugal desde Dezembro de 2023, o  empreendimento Barão Forrester é um dos dois projectos com que a Urbanitae se estreia no mercado português. O segundo projecto, denominado “Paulo Duque”, consiste no desenvolvimento de um edifício com seis apartamentos na Cruz Quebrada, em Oeiras. Neste caso, a plataforma já reuniu 277 investidores, que participam na operação com 1.010.000€.

    Um terceiro projecto está, também, previsto para Lisboa, no nº6 na Rua Alexandre Herculano, e para o qual vai abrir financiamento.

    Em Portugal, a Urbanitae é liderada por Simão Cruz, um profissional que passou pelo Grupo Martifer, Agrikolage e, mais recentemente, a plataforma de crowdfunding Crowdestate.eu.

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    Reynaers Aluminium lança novo sistema de fachada stick SlimWall 35

    Este sistema “inovador” redefine o binómio design/eficiência e emerge como uma “solução estratégica” para os actuais desafios do sector, evidenciada na “eficiência de produção, na redução de desperdícios e na optimização de recursos e processos”, destaca a empresa

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    Num contexto onde o sector da construção enfrenta desafios não só ambientais, mas também operacionais, a Reynaers Aluminium apresenta SlimWall 35, sistema de fachada stick, até dois pisos de altura. Este sistema “inovador” redefine o binómio design/eficiência e emerge como uma “solução estratégica” para os actuais desafios do sector, evidenciada na “eficiência de produção, na redução de desperdícios e na optimização de recursos e processos”.

    Com uma largura de perfil ultrafina de 35 mm, SlimWall 35 materializa um design minimalista que se integra perfeitamente em qualquer ambiente arquitectónico.

    A estrutura “robusta” proporciona uma estética “sofisticada”, que pode ser combinada com praticamente todos os outros sistemas Reynaers Aluminium. É particularmente compatível com as janelas de correr HiFinity e com o revestimentos Paralline, o que resulta numa fachada uniforme e atraente.

    É também possível escolher o visual que melhor se adequa a cada projecto com diferentes capas de clipar em alumínio e combinar com sistemas de sombreamento aplicados directamente na fachada.

    O sistema de drenagem é integrado e oculto para assegurar um design minimalista e um excelente desempenho, à medida que a água flui.

    SlimWall 35 assegura, assim, uma visão desimpedida e uma integração perfeita quer em edifícios minimalistas, quer de inspiração industrial, e também se destaca pela sua abordagem inovadora às complexidades operacionais do sector.

    De fácil instalação e apto a suportar elementos até 450 kgs, o sistema foi desenhado para simplificar todo o processo de transformação, tornando-o mais “intuitivo, simplificado e eficiente”. Por exemplo, “não há necessidade de parafusos, uma vez que os pré-calços de vidro patenteados deslizam no elemento, oferecendo uma solução rápida e à prova de erros”, destaca a empresa.

    Da mesma forma, “ferramentas dedicadas permitem fazer o entalhe das ligações entre a travessa e o montante em poucos minutos, evitando a fresagem em CNC”.

    Todos os componentes de SlimWall 35 foram, ainda, “rigorosamente testados e certificados” para garantir o “mais alto nível de desempenho”, que permitem responder aos requisitos da certificação Passive House.

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    Evandro Garcia recebe diploma de participação

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    Universidade de Coimbra marca presença na “maior” conferência mundial de Segurança Eléctrica

    Evandro Garcia, aluno de doutoramento da FCTUC e investigador do Instituto de Sistemas e Robótica (ISR), foi apresentar o seu projecto no Industrial Applications Society (IAS) Electrical Safety Workshop (ESW) 2024. Esta foi a primeira vez que um projecto de uma universidade de Portugal foi seleccionado para marcar presença neste evento

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    Evandro Garcia, aluno de doutoramento da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e investigador do Instituto de Sistemas e Robótica (ISR), foi um dos seis estudantes internacionais seleccionados para apresentar o seu projecto no Industrial Applications Society (IAS) Electrical Safety Workshop (ESW) 2024, do Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), considerada a maior conferência mundial de Segurança Eléctrica, realizada nos Estados Unidos.

    Esta foi a primeira vez que um projecto de uma universidade de Portugal foi seleccionado para marcar presença neste “selecto” grupo de instituições representadas no evento.

    O estudante de doutoramento em Sistemas Sustentáveis de Energia, da Iniciativa Energia para a Sustentabilidade, foi seleccionado pela IEEE Electrical Safety Prevention Through Design Engineering Education Initiative e teve a oportunidade de apresentar o projecto “Energy-Efficient  Solar Off-Grid Refrigerators for Africa Rural Electrification”, que tem como objectivo desenvolver frigoríficos e arcas congeladoras eficientes e de baixo custo alimentados através de painéis fotovoltaicos, para zonas sem acesso a electricidade.

    Na apresentação, Evandro Garcia focou-se mais na questão da conectividade eléctrica. “A preocupação é não só fazer os frigoríficos e arcas mais eficientes energeticamente, mas também com conexões eléctricas mais seguras. Justamente, porque são para sistemas fotovoltaicos isolados em zonas rurais de países em desenvolvimento, onde as pessoas não possuem tantos conhecimentos técnicos e é fundamental garantir a segurança dos utilizadores e funcionamento adequado dos equipamentos”, explica o estudante.

    Este programa estudantil premia estudantes, a nível mundial, que têm interesse e avanços na área da segurança eléctrica. O IEEE é uma organização profissional sem fins lucrativos fundada em 1963, nos Estados Unidos, e apresenta-se como a maior organização profissional do mundo dedicada ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade.

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    40 marcas portuguesas rumam a Milão

    Itália é a próxima paragem das empresas portuguesas da Fileira Casa, que inclui os sectores do mobiliário, iluminação, têxtil-lar, cerâmica ou tapeçaria. São 40 as marcas nacionais a apresentar-se na feira Salone del Mobile, em Milão, entre os dias 16 e 21 de Abril

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    Depois de em 2023 ultrapassar em 10% os valores de exportação registados no ano anterior e em 24% os números relativos a 2021, as marcas e associações nacionais continuam a trabalhar para que o design português conquiste cada vez mais espaço nos mercados externos. Este ano as empresas nacionais já passaram pela IMM Cologne (Alemanha), a Maison & Objet (França), a Intergift e a Feria del Mueble de Zaragoza (Espanha), rumando agora à Salone del Mobile, sob a organização da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins, APIMA, para promover as suas mais recentes propostas no certame.

    “A Salone del Mobile é indubitavelmente um certame de referência para as empresas portuguesas afirmarem a sua expertise, inovação e qualidade. A cada ano somos surpreendidos com a evolução das suas propostas, cada vez mais reconhecidas nos principais mercados. Mesmo com a instabilidade política vivida e com duas guerras na Europa e no Médio Oriente, 2023 foi um ano de crescimento transversal neste cluster, pelo que este ano é importante continuar a apostar em eventos de valor acrescentado para reforçar o posicionamento das nossas empresas nos mercados externos”, afirma Joaquim Carneiro, presidente da APIMA.

    A 62ª edição do Salone del Mobile Milano 2024 arranca a 16 de abril sob o lema: “Where design Evolves”. Os eventos reunirão mais de 1900 expositores, incluindo 600 jovens talentos com menos de 35 anos e 22 escolas de design. Trata-se de uma oportunidade de a delegação portuguesa mostrar o seu potencial comercial e estreitar relações com profissionais, clientes actuais e potenciais, com vista ao aumento do volume de exportações em diferentes mercados.

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    Sunenergy lança campanha para expandir presença no mercado nacional

    A  empresa de soluções de produção de energia eléctrica a partir do sol, lança, pelo terceiro ano consecutivo, a campanha “Vem ligar Portugal ao sol”, que tem como objectivo aumentar a sua rede de franchising em território português, com foco nas regiões de Bragança, Vila Real, Guarda, Évora e Beja

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    Ao contrário das campanhas anteriores, o foco principal, este ano, passa por dar prioridade a regiões nas quais ainda não existem delegações SunEnergy. Algumas destas regiões são Bragança, Vila Real, Guarda, Évora e Beja. Contudo, não estão excluídas zonas adjacentes às zonas nas quais a marca já se encontra presente.

    Até ao dia 30 de Junho, candidatos de todas as regiões do país podem submeter as suas candidaturas, com o intuito de terem a possibilidade de criar, sem qualquer investimento inicial, um negócio com grandes perspectivas de crescimento e associado a uma marca com 15 anos de experiência e reconhecida no mercado.

    “O lançamento desta campanha, pelo terceiro ano consecutivo, reflecte o seu sucesso nos anos anteriores. Este ano estamos com grandes expectativas em relação aos resultados desta campanha de expansão, atendendo à procura crescente do mercado das energias renováveis, mais concretamente da energia solar que nos permitiu ter o melhor ano de sempre em 2023”, afirma Raul Santos, CEO da SunEnergy.

    A campanha contempla atribuição de zonas exclusivas de trabalho com a marca e soluções Sunenergy nas áreas da energia solar, mobilidade eléctrica e climatização; acesso a equipamentos a preços exclusivos; formação inicial e contínua; acesso às ferramentas de gestão da marca; suporte técnico permanente; serviços técnicos de instalação e manutenção; apoio no licenciamento dos projectos; e acesso a contactos comerciais gerados centralmente.
    Actualmente, a SunEnergy conta com mais de 25 delegações, espalhadas pelo território nacional, com presença na maioria dos distritos do nosso país, incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

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    Imobiliário

    Coldwell Banker reforça na zona da Grande Lisboa

    A imobiliária reforça a sua presença no mercado da Grande Lisboa com a abertura de duas novas agências e que respondem à crescente procura que se tem vindo a registar em cidades próximas da capital

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    Dados divulgados em Março pelo Confidencial Imobiliário revelam que Loures foi o concelho que mais se destacou no último ano em termos de promoção imobiliária, registando, em 2023, um forte crescimento na carteira de novos projectos residenciais com pedidos de licenciamento, e que Almada se tornou numa nova aposta dos promotores imobiliários.

    A abertura destas duas novas agências, situadas na Parede e na Amadora, surgem depois de um “upgrade”, no início deste ano, de uma agência em Alverca.

    Na Parede e Amadora a Coldwell Banker irá operar no mercado regular, como parte de uma expansão estratégica para responder à procura existente nestas zonas e face ao potencial de valorização demonstrado. A Coldwell Banker responde, assim, às tendências de crescimento do mercado imobiliário na zona da Grande Lisboa.

    Estas duas aberturas elevam o número de agências da Coldwell Banker, em Portugal, para 12 e significam também que atingiu, no primeiro trimestre de 2024, 50% dos objectivos que tinha em termos de abertura de novas agências para este ano.

    “Estamos extremamente satisfeitos em anunciar que alcançamos metade do nosso objectivo de expansão e com um foco particular em zonas periféricas, onde se regista uma procura crescente e com um elevado potencial de valorização”, afirmou Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker. “O que era considerado periferia há alguns anos, hoje é uma alternativa viável e atractiva para a compra de casa. Os novos contextos laborais, onde se valoriza a flexibilidade e a possibilidade de trabalho remoto, assim com uma nova apreciação do valor que investimos em habitação levaram a esta mudança de paradigma. Estas zonas estão altamente conectadas e situam-se a apenas 10/15 minutos dos centros urbanos, combinando conveniência com qualidade de vida”, conclui Frederico Abecassis.

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    Arquitectura

    ‘Fertile Futures’: A propósito da exposição Palácio Sinel de Cordes recebe diferentes actividades

    Nos dias 20 e 27 de Abril, decorrem visitas guiadas à exposição, inclusive com Língua Gestual Portuguesa, assim como actividades para famílias e crianças

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    Até dia 27 de Abril, a representação oficial portuguesa na 18ª Bienal de Arquitectura de Veneza – Fertile Futures – apresenta no Palácio Sinel de Cordes os resultados desta “investigação multidisciplinar” que aliou à exposição cinco ‘Assembleias de Pensamento’, um seminário internacional de Verão e duas publicações. A par da exposição, estão previstas, ainda, um conjunto de actividades até ao final do mês.

    Neste sentido, está prevista para dia 20 a ‘Fertile Futures: visita relax’, com concepção e orientação da Locus Acesso e do Serviço Educativo da Trienal. Uma visita que adopta uma abordagem “confortável” e “acolhedora” a todo o tipo de público, incluindo com perturbações do espectro do autismo, sensoriais e de comunicação ou dificuldades de aprendizagem, crianças pequenas, pessoas com síndrome de Tourette, com ansiedade ou pessoas idosas que queiram usufruir da medição a um ritmo pausado.

    Ainda neste dia, e a pensar nas famílias, em particular o público infantil, acontece a ‘Fertile Futures: Gincana no palácio’. Invadidas por objectos estranhos de sete paisagens portuguesas, as salas do Palácio Sinel de Cordes expõem novos tesouros e histórias para contar, com concepção e orientação de Daniella Figueiredo e do Serviço Educativo da Trienal.

    Para dia 27 de Abril, haverá possibilidade de visitar, pela última vez, a exposição, com acompanhamento de Ester Donninelli. Também neste dia a exposição estará aberta a pessoas surdas, com interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

    Durante a tarde, a iniciativa ‘Fertile Futures: Oficina Hágua?’, para idades entre os seis e os 12 anos, recupera a mostra tendo como base o elemento água que a caracteriza. Num jogo de acção-reacção, será construída uma engenhoca de recolha e redistribuição da água à escala da mão, num projecto pensado por Filipa Tomaz e Letícia do Carmo, do Serviço Educativo, com orientação de Daniella Figueiredo.

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