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    KX da Hensel: novas caixas de derivação para atmosferas potencialmente explosivas

    As instalações elétricas em atmosferas potencialmente explosivas segundo a Diretiva Europeia 2014/34/EU ou Diretiva ATEX exigem produtos específicos, por isso pede-se que os técnicos qualificados selecionem o equipamento mais adequado às condições operacionais e ao local.

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    KX da Hensel: novas caixas de derivação para atmosferas potencialmente explosivas

    As instalações elétricas em atmosferas potencialmente explosivas segundo a Diretiva Europeia 2014/34/EU ou Diretiva ATEX exigem produtos específicos, por isso pede-se que os técnicos qualificados selecionem o equipamento mais adequado às condições operacionais e ao local.

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    As instalações elétricas em atmosferas potencialmente explosivas segundo a Diretiva Europeia 2014/34/EU ou Diretiva ATEX exigem produtos específicos, por isso pede-se que os técnicos qualificados selecionem o equipamento mais adequado às condições operacionais e ao local.Os requisitos do local e da operação podem mudar rapidamente, por isso a única solução é existirem produtos que se adaptam a qualquer instalação. E é aqui que entra, com sucesso, a gama EX da Hensel que se destaca pela flexibilidade das entradas de cabos e da tecnologia dos ligadores. Com a gama Ex da Hensel é sempre possível cumprir com os requisitos da instalação.

    QUAIS OS REQUISITOS QUE AS CAIXAS DE DERIVAÇÃO DEVEM CUMPRIR?

    As caixas para atmosferas potencialmente explosivas devem ter em consideração os requisitos e as suas influências no equipamento, bem como as suas condições de operacionalidade. As zonas 2 e 22 abrangem cerca de 80% destas instalações elétricas.

    A instalação nestes locais pode ser um desafio, pela existência de outras instalações ou por alteração de requisitos na própria instalação. Se a caixa de derivação não for flexível para se adaptar a este novo projeto, como por exemplo, aumentar o número de condutores na caixa, torna-se necessário procurar alternativas e isso pode encarecer o projeto e aumentar o tempo da instalação.

    1. Funcionalidade e segurança

    Em atmosferas potencialmente explosivas, o equipamento deve ser concebido e funcionar para que não haja risco de ignição em condições operacionais, por exemplo:

    • Evitando eletricidade estática,
    • Limitando as temperaturas nas superfícies,
    • Proteção contra a entrada de poeiras inflamáveis e/ou condutoras.

    Para dispositivos elétricos na categoria 3 (zonas 2 e 22), o fabricante deve emitir uma declaração de conformidade que certifique os requisitos da Diretiva ATEX 2014/34/EU. Devem ser realizados testes específicos para verificar o cumprimento das caraterísticas relacionadas com a proteção contra explosões. Para a categoria 2 e 1 (zona 1 e 21 e zona 0 e 20, respetivamente) é ainda necessário um certificado adicional com um processo de auditoria do sistema de avaliação da qualidade por uma entidade especializada.

    2.Flexibilidade no local da instalação

    Normalmente as coisas acontecem de forma diferente. No local da instalação tem de haver flexibilidade. Por exemplo, nos seguintes casos:

    • São necessárias mais entradas de cabos na caixa. As entradas métricas pré-marcadas de fábrica não são suficientes.
    • É necessário inserir e ligar mais cabos por polo do que o planeado – no ligador não há espaço suficiente.

    NOVAS CAIXAS DE DERIVAÇÃO E BUCINS PARA ZONAS POTENCIALMENTE EXPLOSIVAS 2 E 22

     As caraterísticas mais evidentes são:

    1.Flexibilidade na entrada de cabos permite uma fácil adaptação às novas necessidades em obra:

    • As paredes lisas podem ser perfuradas, individualmente, para a entrada de cabos;
    • pré-marcação para o posicionamento da broca;
    • dependendo do tamanho da caixa podem ser criadas entre 7 a 10 entradas de cabos.

    2.Tecnologia flexível de ligadores permite um espaço maior para a eletrificação:

    • tecnologia de ligadores moderna com 2 pontos de aperto por polo, em combinação com diferentes tipos de secções e condutores;
    • colocação dos ligadores numa posição elevada deixa mais espaço para a eletrificação;
    • ligador com opção de diferentes posições de colocação para corresponder à posição da entrada do cabo;
    • proteção contra contacto acidental dos cabos e sistema de retenção para evitar cabos soltos.

    3.Montagem simplificada com abas de fixação laterais:

    • abas de fixação laterais disponíveis em todas as referências,
    • acesso otimizado para marcação,
    • furação com ajuste para um alinhamento perfeito.

    Caraterísticas da gama

    • Marcação para atmosferas sob a forma de gás potencialmente explosivas: II 3G Ex ec IIC T6 Gc;
    • Marcação para atmosferas sob a forma de uma nuvem de poeira combustível potencialmente explosiva: II 3D Ex tc IIIC T85 Dc;
    • Com pré-marcação nas paredes da caixa para perfuração, para posicionamento flexível da entrada de cabos;
    • Índice de proteção IP 66, bucins para atmosferas potencialmente explosivas disponíveis como acessórios;
    • Indicadas para áreas com elevado risco mecânico;
    • Fecho rápido com um quarto de volta – posição de bloqueio visível;
    • Com ligadores elevados ou com blocos de terminais WKM;
    • Ligadores compatíveis com diferentes tipos de secções e condutores;
    • Ligadores que evitam danos nos condutores mesmo em condutores flexíveis sem ponteira;
    • Diferentes posições dos ligadores;
    • Comportamento ao fogo: teste de fio incandescente segundo a IEC 60695-2-11: 750 °C, retardador de chama, auto-extinguível
      + Material: Policarbonato.
      + Cor: preto, semelhante a RAL 9011.
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    Nova colecção da Simon procura “equilíbrio entre estilo e funcionalidade”

    Disponível com acabamentos em preto ou branco, a colecção Simon 640, “conjuga-se com qualquer estilo”, acrescentando um “toque moderno e sofisticado”

    A iluminação desempenha um papel fundamental na criação de ambientes acolhedores e na funcionalidade de cada espaço. A disposição cuidadosa das luzes permite transformar o ambiente, criando desde recantos íntimos a espaços de trabalho luminosos. O design estratégico da iluminação visa a eficiência e a melhoria do bem-estar do cliente, proporcionando ambientes que ampliam a sua satisfação.

    Neste contexto, a Simon, empresa de material elétrico e de design de iluminação, apresenta a colecção Simon 640. Com uma abordagem vanguardista e características adaptáveis, responde às exigências de quem procura um equilíbrio entre o estilo e a funcionalidade da iluminação. A colecção, disponível com acabamentos em preto ou branco, conjuga-se com qualquer estilo, acrescentando um toque moderno e sofisticado.

    O modelo suspenso ou de superfície da Simon 640, permite realçar objetos e áreas específicas, como mesas, balcões, ilhas, pontos de destaque de um restaurante ou zonas de trabalho. Com várias opções de tamanhos e sistemas, estas luminárias adaptam-se a qualquer tipo de tecto em ambientes residenciais ou de hotelaria, restauração e retalho.

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    Mota-Engil fecha novo contrato no Peru

    A Mota-Engil Peru fechou um novo contrato, no valor de 115 milhões de euros, no âmbito do projecto de Las Bambas, comunicou o grupo à CMVM

    “O contrato acima referido, adjudicado pela Minera Las Bambas, corresponde à empreitada para a “Construcción de la Etapa 6 de la Presa de Relavesa”, mais uma fase dos trabalhos de desenvolvimento do projecto de Las Bambas (localizado a cerca de 560 km de Lima, a 4.000 metros de altitude, no interior sul do Peru) no qual a Mota-Engil Peru tem vindo a operar desde 2011. O contrato, com um valor inicial de cerca de 122 milhões de dólares, terá uma duração máxima de 50 meses”, especifica a comunicação enviada à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários.

    “Com este novo contrato, a Mota-Engil reforça a sua carteira de encomendas num dos seus mercados core, alcançando nestas primeiras semanas de 2024 cerca de 300 milhões de dólares de novas adjudicações, demonstrando a qualidade do seu trabalho por via da confiança depositada, por importantes clientes mineiros, na empresa”, refere o grupo.

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    Traçado do corredor da solução TSP em Metrobus. Fonte: Estudo sobre Metro Ligeiro no Eixo Loulé, Faro e Olhão – Relatório Preliminar, 2022

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    Metrobus avança no Algarve

    A CCDR Algarve adjudica estudo técnico do traçado base para o metrobus entre Olhão, Faro, Aeroporto de Faro, Universidade do Algarve, e Parques das Cidades, Loulé

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, adjudicou o estudo para a proposta de traçado base da ligação em sistema de transporte público em canal dedicado e segregado (TPSP), do tipo metro-bus (BRT), entre Faro, Olhão, Aeroporto, Universidade do Algarve, Parque das Cidades-Loulé, um projecto desenvolvido em articulação com os respectivos municípios, com a ANA/Vinci e o Turismo do Algarve, notícia hoje o jornal Barlavento.

    O projecto de metrobus pretende criar ligação em 15 minutos entre Faro, Loulé e Olhão. O projecto contempla 24 paragens, ao longo de 38 quilómetros, servindo cerca de 185 mil residentes nos três concelhos.

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    Felipe Kops é o novo CEO para Espanha, Portugal e Andorra da Schindler

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    Felipe Kops assume direcção da Schindler Ibéria

    Felipe Kops é o novo CEO para Espanha, Portugal e Andorra da Schindler. Com um percurso de mais de 12 anos na multinacional, ocupou diversos cargos de responsabilidade

    Felipe Kops, de nacionalidade brasileira, é formado em Administração e Gestão de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e possui um MBA pelo International Institute for Management Development. Ingressou no Grupo Schindler em 2012, actuando inicialmente na gestão de projectos estratégicos corporativos na sede do grupo em Ebikon (Suíça). Posteriormente, ocupou cargos de elevada responsabilidade, incluindo a direcção geral da Schindler Perú, a direcção de operações da Atlas Schindler Brasil e, desde Junho de 2020, a Direcção Geral do México, cargo que desempenha até o momento.

    A partir de 12 Fevereiro de 2024, Felipe assume o desafio de ser o responsável pela empresa em Espanha, Portugal e Andorra, e reportará a Julio Arce, presidente da Schindler para a Europa do Sul, Médio Oriente e África.

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    Porcelanosa junta arquitectos e designers de interiores para conversa sobre sustentabilidade e tendências

    Esta acção no showroom da Porcelanosa no Porto continua o ciclo de debates para profissionais que a marca iniciou em 2023 em Lisboa e que já realiza noutras lojas em Espanha

    A loja da Porcelanosa no Porto reuniu recentemente, em dias diferentes, dois grupos de profissionais reconhecidos na área da arquitectura e do design de interiores para debater temas como a sustentabilidade na arquitectura e as novas tendências nos interiores.

    Studioworkers, Carlos Pais Arquiteto, Big Arquitetos, Dash – architecture and design, FCC Arquitectura, Floret, Ai4, Nutt Project, Garbo, BLAR Arquitectos, Grupo FM, C3plus e Verónica Vilma Arquitectura foram os ateliers representados para um espaço de conversa que versou a sustentabilidade e as acessibilidades, a cidade e a periferia e a importância de construções sustentáveis e duradouras.

    Estudio 3Decor, IAMInteriores, BS Interiores, Villarch, Liseta Abreu, Vitta, Lemon Variance, Amazing Draft, Studio Wer, Miguel Costa Cabral & Associados, AMS Barros Interiores, DaCosta Arquitetura e Interiores e CADAInteriores, foram os ateliers de design de interiores que aceitaram o convite da Porcelanosa para debater o sector em Portugal e as tendências para os próximos tempos.

    Unânimes em considerar que a área está a crescer no nosso País e que cada vez mais os clientes procuram ajuda dos seus ateliers, os profissionais dos interiores reconhecem que a pandemia abriu oportunidades no mercado e reforçou a ligação das pessoas às casas e aos espaços.

    Esta acção no showroom da Porcelanosa no Porto continua o ciclo de debates para profissionais que a marca iniciou em 2023 em Lisboa e que já realiza noutras lojas em Espanha.

    Tendo em conta, o crescimento que o mercado nacional tem verificado, “reforçando a importância de Portugal para a Porcelanosa”, a marca tem em vista a abertura de novas lojas.

    Recorde-se que a Porcelanosa é um dos fabricantes mais importantes do mundo da cerâmica, mobiliário de cozinha, equipamento de casa de banho e de soluções construtivas para a arquitectura contemporânea, que comercializa os seus produtos directamente, desde o cliente particular, que representa 15% do total da facturação, ao sector profissional, como o construtor ou promotor imobiliário.

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    Amadora é um dos três finalistas da Semana Europeia Da Mobilidade 2023

    A Comissão Europeia divulgou as três localidades finalistas que concorrem ao prémio da Semana Europeia da Mobilidade 2023: Amadora, Budapeste e Innsbruck. Estas cidades foram eleitas por um painel independente de peritos em mobilidade e transportes

    Este Prémio tem como objectivo o reconhecimento de actividades extraordinárias desenvolvidas de 16 a 22 de Setembro, durante a edição 2023 da Semana Europeia da Mobilidade, cujo tema foi “Eficiência energética” e a sua promoção.

    A Amadora chamou a atenção do júri por “estabelecer parcerias com outras autoridades locais e regionais da Área Metropolitana de Lisboa e, também, com marcas como a IKEA e a Decathlon; por se juntar a campanhas à escala europeia, como o movimento internacional Kidical Mass, para promoção das deslocações a pé, de bicicleta e de transportes públicos; actividades e lançamento de medidas permanentes (como a criação de uma rede de ciclovias interurbanas) que mereceram uma forte campanha de divulgação e promoção tendo sido amplamente divulgadas, transmitidas na televisão e rádios locais, para além de serem amplamente partilhadas nas plataformas de redes sociais”, refere nota enviada à comunicação social.

    A Amadora concorre com Budapeste, na Hungria, e com Innsbruck, na Áustria. O vencedor do prémio será divulgado durante a cerimónia de entrega do galardão a 14 de Março de 2024, em Bruxelas, na Bélgica.

    É a terceira vez consecutiva que Portugal tem cidades nos 3 primeiros lugares, duas delas receberam o galardão, Braga em 2022 e Valongo em 2021.

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    Os desafios do Simplex Urbanístico 

    Com a entrada em vigor do Simplex Urbanístico a aproximar-se a passos largos, 4 de Março, são muitas as questões e as dúvidas que o diploma levanta. Para Patrícia Santos, CEO da Zome, a nova Lei traz novos desafios “sendo essencial o equilíbrio entre simplicidade e segurança jurídica para o bom funcionamento do mercado”

    Publicado em Diário da República a 8 de Janeiro, o Decreto-Lei nº10/2024, que procede à reforma e simplificação dos licenciamentos no âmbito do urbanismo, ordenamento do território e indústria, vulgo “Simplex Urbanístico”, está longe de ser um tema pacífico e à medida que a data da sua entrada em vigor aproxima-se, 4 de Março, são muitas as dúvidas e os receios sobre a sua aplicabilidade. Terá o legislador na ânsia de desburocratizar ido longe de mais? É importante abordar essas dúvidas de forma a garantir que os benefícios da Lei do sejam maximizados, ao mesmo tempo em que se mitigam possíveis impactos negativos e se promove um desenvolvimento urbano sustentável e equitativo.

    Na opinião de Patrícia Santos, CEO da Zome, “as medidas do Simplex Urbanístico visam simplificar os processos de licenciamento, mas também trazem desafios para a segurança jurídica, sendo essencial o equilíbrio entre simplicidade e segurança jurídica para o bom funcionamento do mercado”. Para a responsável, “ao eliminar a necessidade de apresentar a ficha técnica de habitação e a autorização de utilização na hora de comprar ou vender um imóvel, pode agilizar as transacções, mas também aumenta o risco de adquirir propriedades com problemas legais ou técnicos, que podem dificultar o acesso ao crédito habitação ou a realização de obras”, exemplifica a CEO da Zome.

    Neste novo contexto, a mediação imobiliária tem um importante papel a desempenhar na garantia da segurança jurídica das transacções. “Os mediadores devem informar e orientar as partes envolvidas sobre os documentos necessários e os procedimentos legais, bem como verificar a conformidade do imóvel com o fim pretendido. A missão da mediação imobiliária deve permanecer inalterada: assegurar que cada transacção seja conduzida com integridade e em conformidade com os interesses de ambas as partes”, defende Patrícia Santos.

    Apesar das dúvidas, há que reconhecer as vantagens do diploma: “com a entrada em vigor da generalidade das alterações ao RJUE previstas no DL no10/2024 destaca-se, como aspectos positivo a limitação do âmbito regulatório municipal garantindo a uniformização dos elementos instrutórios e que ainda será reforçado com a implementação da Plataforma Electrónica dos Procedimentos Urbanísticos (PEPU), em 2026, o que irá agilizar bastante os projectos de construção”, refere Patrícia Santos.

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    SRU Lisboa Ocidental assina protocolo de colaboração com OE

    Com duração de três anos, o documento estabelece que a OE participe na composição do júri dos concursos públicos de obras, lançados pela Lisboa Ocidental SRU, indicando técnicos externos qualificados

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    A sociedade de reabilitação urbana Lisboa Ocidental SRU assinou, esta quinta-feira, dia 8 de Fevereiro, um protocolo de colaboração com a Ordem dos Engenheiros (OE).

    Com duração de três anos, o documento estabelece que a OE participe na composição do júri dos concursos públicos de obras, lançados pela Lisboa Ocidental SRU, indicando técnicos externos qualificados, de forma a “assegurar o cumprimento das regras de ética profissional dos engenheiros”.

    Na cerimónia de assinatura do protocolo, nos Paços do Concelho de Lisboa, com a presença de Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, e de Filipa Roseta, vereadora da Habitação e Obras Municipais, Gonçalo Santos Costa, presidente da SRU, salientou a importância desta parceria, salientando que “será mais interessante” a selecção dos júris para os próximos concursos, que “eventualmente poderão ter um elemento da Ordem dos Arquitectos e outro da OE”.

    Fernando Almeida Santos, bastonário da OE, garantiu que “estamos preparados para indicar júris especialistas, peritos nestas matérias.” afirmando que com este protocolo “queremos defender a modernização na construção”.

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    Finsolutia reforça capital em 25M€ para “acelerar expansão internacional” da sua plataforma

    Plataforma de originação e gestão de créditos hipotecários, já usada por alguns dos principais stakeholders financeiros nacionais, entra agora numa fase de internacionalização para novos países

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    No âmbito do seu plano estratégico de crescimento, a Finsolutia reforçou o capital em 25 milhões de euros para suportar a expansão internacional da sua plataforma tecnológica para originação, através da qual os bancos suportam o processo operacional de concessão de crédito (avaliação, posterior aprovação e formalização do contrato) e gestão de créditos hipotecários. Uma solução que tem sido adoptada por alguns dos principais stakeholders do sistema financeiro nacional, designadamente o Banco CTT e a Caixa Geral de Depósitos.

    A plataforma tecnológica desenvolvida pela Finsolutia (“4 Sight”) permite às instituições financeiras tirar partido das mais recentes tecnologias disponíveis para automatizar e simplificar processos, com ganhos relevantes em termos de eficiência, eficácia e redução de custos, e em estrito cumprimento com a legislação e regulamentação em vigor.

    A renovação das duas normas reconhecidas como a referência internacional para a gestão da segurança da informação – a ISO 27001 e a ISO 27701 -, e as três novas certificações (ISO22301, ISO37002 e UNE19601), são o reconhecimento internacional dos níveis de exigência que a empresa entrega diariamente a todos os seus clientes e que fazem da Finsolutia uma referência na sua área. Por outro lado, são um passo fundamental no processo de internacionalização da plataforma tecnológica.

    Como garantia dos requisitos da International Organization for Standardization (ISO) para a Gestão da Continuidade do Negócio, a Finsolutia está agora certificada pela ISO 22301, concebida para ajudar as organizações a prevenir, preparar, responder e recuperar de incidentes inesperados.

    Adicionalmente, alcançou a certificação do seu Sistema de Gestão de Compliance Penal conforme a UNE 19601:2017, que veio reforçar a capacidade da empresa de prevenir e gerir responsabilidades legais e penais nas suas operações, estabelecendo mecanismos de controlo interno em relação a atos que possam ser considerados delitos.

    Por último, a Finsolutia concluiu, também, com sucesso a obtenção da designação de empresa certificada na norma ISO37002, relativa à gestão do seu canal de denúncias.

    “Os nossos clientes e parceiros confiam-nos os seus dados. Por isso, trabalhamos em contínuo para aumentar a segurança, resiliência, transparência e eficiência das nossas operações. Mais do que um selo de qualidade, as certificações obtidas são uma demonstração tangível do nosso compromisso em garantir a continuidade operacional e satisfazer as elevadas expetativas dos nossos stakeholders”, destaca Miguel Madeira, CTO, partner & executive managing director da Finsolutia.

    De destacar que a Finsolutia foi a primeira empresa da Península Ibérica a obter com sucesso um “rating” pela agência internacional S&P como “Master Servicer” em empréstimos hipotecários para Espanha, tendo também já recebido a classificação como ‘Special Servicer’ de créditos em Portugal, sendo também distinguida com o nível mais elevado enquanto parceiro Microsoft – o “selo de qualidade” Microsoft Gold Partner.

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    Miele encerra 2023 com uma facturação de 21 M€

    A área de venda a retalho em electrodomésticos fechou 2023 com um crescimento de 6% em relação a 2022, uma evolução que se tem mantido constante nos últimos cinco anos. Também o canal Kitchen Retail cresceu 9% no mesmo período

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    A marca de fabrico e comercialização de electrodomésticos de luxo, facturou 21 milhões de euros em 2023, no total das diferentes áreas de negócio, em Portugal. Este crescimento é representado principalmente pelas áreas de electrodomésticos e profissional, nesta última com especial destaque para os equipamentos de lavandaria.

    A área de venda a retalho em electrodomésticos da Miele fechou 2023 com um crescimento de 6% em relação a 2022, uma evolução que se tem mantido constante nos últimos cinco anos. Também fruto do trabalho da empresa alemã em Portugal, o canal Kitchen Retail cresceu 9% no mesmo período, tornando a Miele na marca referência no canal da especialidade.

    A nível estratégico, a confiança mantém-se no desenvolvimento dos canais de retalho e na consolidação do posicionamento da Miele no mercado premium de electrodomésticos.

    “A conjuntura actual da Miele é o resultado do constante esforço em oferecer produtos de qualidade, durabilidade e de alto desempenho, bem como uma experiência de excelência a todos os nossos consumidores. Estes atributos fazem parte do nosso ADN e é graças a eles e à dedicação de todos os nossos colaboradores que a Miele é um caso de sucesso”, sublinha Antonio Salgado, director-geral da Miele em Espanha e Portugal.

    Também em 2023, seguindo a estratégia de Own Retail, que visa estar mais próxima enquanto marca através das lojas próprias, a Miele inaugurou o seu segundo Miele Experience Center (MEC), desta vez no Porto.

    Atento aos novos paradigmas e desafios apresentados pelo cenário económico, o Grupo, a partir da sua sede na Alemanha, lançou o Miele Performance Program, que pretende “garantir e reforçar” a competitividade a longo prazo, por exemplo, maximizando o potencial empresarial, reduzindo a complexidade e, em geral, os custos. O programa garante um crescimento sustentável no futuro, contribuindo com 500 milhões de euros, especialmente através da poupança em custos de materiais e da melhoria do volume de negócios.  

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