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    Elisabete Alves (COO da MCA), Pedro Afonso (PCA da PRODEL) e Manuel Couto Alves (PCA da MCA)

    Construção

    MCA inicia projecto de electrificação em Angola avaliado em 1,2 MM€

    O projecto de electrificação abrange um milhão de pessoas em cinco províncias angolanas e electrifica mais de 200 mil casas com energia limpa. A empresa pública de produção de electricidade (PRODEL EP) é a promotora do projecto. A montagem da operação foi feita pelos britânicos do Standard Chartered e a Allianz Trade 

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    Elisabete Alves (COO da MCA), Pedro Afonso (PCA da PRODEL) e Manuel Couto Alves (PCA da MCA)

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    MCA inicia projecto de electrificação em Angola avaliado em 1,2 MM€

    O projecto de electrificação abrange um milhão de pessoas em cinco províncias angolanas e electrifica mais de 200 mil casas com energia limpa. A empresa pública de produção de electricidade (PRODEL EP) é a promotora do projecto. A montagem da operação foi feita pelos britânicos do Standard Chartered e a Allianz Trade 

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    Construção

    Na imagem: Elisabete Alves (COO da MCA), Pedro Afonso (PCA da PRODEL) e Manuel Couto Alves (PCA da MCA)

    O Grupo português MCA é o responsável pelo desenvolvimento do Projecto de Electrificação Rural de 60 comunidades remotas angolanas que, através da construção de uma rede de produção de electricidade proveniente de fontes 100% renováveis, irá beneficiar mais de um milhão de pessoas em cinco províncias de Angola e potenciará, em duas décadas, a redução de emissões de dióxido de carbono de cerca de 7,7 milhões de toneladas.

    A assinatura do acto de consignação e o lançamento da primeira pedra deste projecto de construção de infraestruturas de distribuição de electricidade fotovoltaica, foi realizada na cidade de Cafunfo, no nordeste de Angola e foi presidida pelo ministro do Ambiente e das Energias de Angola.

    “A electrificação destas regiões potência, grandemente, o seu desenvolvimento económico e social. Nós, na MCA, acreditamos que este também é o nosso papel, por isso, com estes projectos, promovemos a vida das comunidades hoje, construindo um mundo melhor para as gerações futuras. Aplicamos a melhor tecnologia, com soluções de energia limpa para, por um lado, promover a qualidade de vida destas pessoas e, por outro, contribuir para a sua capacitação, não só através da construção dos parques solares, mas também com diversas iniciativas de impacto social que desenvolvemos junto das comunidades e dos nossos colaboradores”, afirma Manuel Couto Alves, chairman do Grupo MCA.

    O projecto de electrificação de zonas rurais, inserido no Plano Angola 2025 do governo local, envolve a construção por parte da MCA de 46 mini-redes solares, que atingirá uma capacidade voltaica de 265 megawats. Além dos ganhos na descarbonização, esta solução equivale ainda a uma poupança entre os 3,1 e os 5,9 milhões de euros face a outras formas de produção. A montagem da operação foi feita pelos britânicos do Standard Chartered e a Allianz Trade concedeu um apoio de 1,2 mil milhões de euros. A empresa pública de produção de electricidade (PRODEL EP) é a promotora do projecto.

    Governadora da Lunda Norte, Deolinda Satula

    A electrificação destas comunidades vai ligar 203 mil casas e fornecer energia a actividades económicas e produtivas, garantindo acesso a 250MWp de potência fotovoltaica e 595MWh de armazenamento de baterias. A electrificação será de alta, média e baixa tensão, com 46 sistemas isolados, 12 sistemas conectados à rede e três subestações e dois sistemas conectados à rede.

    As soluções disponibilizadas pela empresa portuguesa, nos quatro verticais de negócio – Energias, Desenvolvimento Urbano, Infraestruturas e Saúde – têm como objectivo promover comunidades prósperas e saudáveis, preparadas para um futuro mais sustentável e equilibrado.

    Em 2022 o Grupo MCA deu início à construção, para o governo angolano, dos dois primeiros parques solares fotovoltaicos que fazem parte de um projecto que abrange sete parques, que permitirão beneficiar mais de dois milhões de pessoas.

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    DIGITALBuilt o balcão único de apoio à transição digital do sector

    O pólo de inovação digital para o sector AEC, DIGITAL Built, arrancou oficialmente em Maio e pretende ser uma “one stop shop” de apoio às empresas do sector no seu percurso de transição digital. Formar, financiar e validar são alguns dos serviços que irá prestar

    Os pólos de inovação digital são consórcios que visam ser uma one-stop-shop, um balcão único, para as pequenas e médias empresas, facilitando-lhes uma porta de entrada no ecossistema de inovação, da digitalização, da automação e, por esta via, da sustentabilidade. A rede portuguesa de pólos de inovação digital é composta por 17 consórcios, dos quais três pertencem à rede europeia (European Digital Innovation Hub, EDIH), com a qual a iniciativa portuguesa está em linha. A medida é financiada pelo Programa de Recuperação e Resiliência, componente C16 – Empresas 4.0, que reúne os investimentos que visão reforçar a digitalização das empresas. Esta medida conta com uma dotação de 60 milhões de euros do PRR e tem como metas a criação de 16 pólos de inovação digital e prestar serviços a 4000 empresas até 2025.

    Sendo o esforço de digitalização transversal aos vários sectores da economia os diferentes pólos divergem nos sectores a apoiar. Para as empresas do sector AEC, Arquitectura, Engenharia e Construção, o “balcão único” dá pelo nome de DIGITALBuilt. Este consórcio integra o cluster AEC, via Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção (PTPC) que é a entidade líder de consórcio, e os clusters da Ferrovia (via Portuguese Railway Cluster Platform Association, ou Plataforma Ferroviária Portuguesa) e dos Recursos Minerais (Associação Cluster Portugal Mineral Resources). Aos três clusters juntam-se ainda as entidades prestadoras de “serviços”: o Itecons, a Associação Centro de Competências Ferroviário (CCF), StoneCITI, BUILT CoLAB, INESC TEC, FI Group e a FNWAY Consulting & Innovation. O pólo de inovação digital do sector AEC é um dos três pólos que integram, simultaneamente, a rede europeia EDIH.

    Testar antes de investir, validar, capacitar e financiar
    Em primeiro lugar importa desde logo salientar que o DIGITALBuilt, bem como qualquer um dos outros pólos de inovação digital, não têm como missão realizar actividades de inovação e desenvolvimento per si, antes ajudar o ecossistema nacional. “O objectivo é criar um hub que ajude as empresas no caminho da inovação, da sustentabilidade e eficiência, com incentivos financeiros muito significativos. Os verdadeiros actores são as entidades a quem compete prestar os serviços, cabendo aos clusters disseminar este hub entre o seu universo de empresas”, sublinhou Rita Moura, presidente da comissão executiva da PTPC, na recente apresentação pública do DIGITALBuilt.

    A ideia é “possibilitar a testagem e experimentação, facilitar a criação de ecossistemas e sinergias, facilitar e apoiar o financiamento, a formação e capacitação dos seus recursos e disponibilizar as infraestruturas para que as empresas possam criar competências digitais”, sintetizou.

    Os sete parceiros irão dividir entre si os serviços a prestar os quais estão agrupados em torno de cinco grandes áreas: “Capacitação e treino; diagnóstico de maturidade digital; serviços de incubação; apoio à procura de investimento; e ‘test before invest’”.

    “A capacitação e treino é uma das principais valências, para o sector AEC estamos a falar, por exemplo, da capacitação em BIM, programação aplicada à construção, Autocad, que continua a ser um desafio para muitas empresas, de gestão de projectos. O diagnóstico de maturidade digital, a ‘awereness’ que cada empresa terá das suas capacidades digitais é fundamental para saber para onde devem ir “, explicou João Moutinho, director do BUILT CoLAB. “A incubação será prestada sobretudo pelo parceiro INESC TEC, estamos a falar de mentoria para start-ups, laboratórios de co-criação. Financiamento, há um grande potencial na procura destes serviços e estudos financeiros e de mercado, de identificação de negócios, grande potencial na procura de serviços. E, por fim, o ‘test before invest’, porque é crucial testar antes de investir, e estamos a falar de montantes elevados e de investimentos que podem mudar o curso de uma empresa”, sublinhou o responsável do BUILT CoLAB, que é também um dos parceiros do consórcio DIGITALBuilt.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Garcia Garcia lança programa de estágios de Verão

    Estão abertas as candidaturas ao “Garcia Summer Internship”, uma iniciativa direccionada a estudantes de licenciatura e mestrado e que decorre durante os meses de Verão. As candidaturas abrangem diversas áreas como Engenharia, entre as quais Civil, Mecânica, Electrotécnica ou Gestão Industrial, Informática, Arquitectura, Economia e Gestão

    As candidaturas para o programa de estágios de Verão, “Garcia Summer Internship” da Garcia Garcia, estão de volta. Até 30 de Junho, a construtora nacional está à procura de estudantes de licenciatura e mestrado, oferecendo-lhes estágios remunerados que podem ir de um a três meses e que serão acompanhados por uma bolsa mensal, assim como subsídio de alimentação.

    A iniciativa “Garcia Summer Internship” tem como foco as novas gerações enquanto impulsionadoras do futuro nas diversas áreas de negócio do grupo. Esta é uma oportunidade para os estudantes experienciarem o contexto real de trabalho, permitindo-lhes adquirir conhecimentos com profissionais experientes da construtora nacional.
    Os jovens serão integrados nas equipas da Garcia Garcia e poderão estagiar entre um a três meses. Os estudantes serão integrados numa das áreas do grupo, estreitando, assim, a sua relação com o mercado de trabalho.

    Durante o decorrer do estágio, os participantes serão designados a um orientador que os acompanhará ao longo de todo o período, proporcionando-lhes uma visão abrangente das responsabilidades diárias associadas à sua área de estudo. Esta imersão no mundo real permite não só o desenvolvimento de competências práticas, mas também uma melhor compreensão das suas ambições profissionais após a conclusão dos estudos.

    As candidaturas abrangem diversas áreas como Engenharia, entre as quais Civil, Mecânica, Electrotécnica ou Gestão Industrial, Informática, Arquitectura, Economia e Gestão.

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    Empreendimento Vila do Tijolo

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    NOS Smart Home estreia-se em Lisboa e Porto

    Vila do Tijolo, em Lisboa, e Asprela Living Lofts, na zona de Paranhos, no Porto, são os primeiros dois empreendimentos a implementar as casas inteligentes NOS Smart Home

    A NOS acaba de assinar os dois primeiros contratos para a implementação das NOS Smart Home, em Lisboa, na “Vila do Tijolo”, e no Porto, Asprela Living Lofts. Entre os dois empreendimentos compreendem um total de 65 casas inteligentes e conectadas pela tecnologia NOS, as primeiras das quais deverão ser lançadas para comercialização até ao Verão.

    Cada casa será equipada com soluções inteligentes que simplificam as tarefas diárias e promovem uma utilização eficiente do consumo energético, garantindo uma vida mais sustentável e consciente.

    “Estes primeiros contratos demonstram o interesse dos promotores em inovar e apostar em soluções sustentáveis também dentro de casa, com a NOS trazendo anos de experiência e suporte para elevar a experiência de habitação, agora mais inteligente, completa e satisfatória”, sustenta Daniel Beato, administrador da NOS.

    Em Lisboa, a Vila do Tijolo, localizada na Estrela, o novo projecto residencial que tem a Overseas na gestão de projecto e cujo lançamento está previsto para breve, será um dos primeiros projectos equipados com o sistema NOS Smart Home. O edifício de finais do século XIX, que serviu de habitação aos operários da Cerâmica Junça (Fábrica Progresso Artístico) é reconhecido como Monumento de Interesse Municipal. O edifício será agora restaurado, preservando a sua história e características únicas.

    O projecto, que contempla 30 apartamentos e cinco moradias, oferecerá um ambiente singular, com jardins interiores amplos e cuidadosamente planeados, além de espaços de lazer, ginásio, piscina comum e muito mais. Entre as funcionalidades NOS a implementar contam-se os módulos de segurança, protecção, fechadura inteligente, controlo de iluminação e, adicionalmente nas moradias, controle de estores, climatização e tomadas inteligentes.
    Nuno Coelho, um dos promotores do projecto, justifica a escolha pela tecnologia NOS Smart Home “motivada pelo desejo de combinar tradição e inovação num mesmo espaço, oferecendo aos proprietários a confiança e o suporte contínuo da marca”.

    No Porto, o projecto Asprela Living Lofts, na freguesia de Paranhos, oferecerá 30 apartamentos T0, idealmente localizados próximo ao polo universitário. Este empreendimento, desenvolvido pelo fundo Sapore Sic Imobiliária Fechada., é destinado a estudantes universitários, pós-doutorados e jovens profissionais que procuram uma vida prática e confortável. Com lançamento previsto para o Verão, o projecto contará com segurança e funcionalidades de automação, como válvulas de água inteligentes para evitar eventuais danos por fugas, e estores automáticos que contribuem para a eficiência energética.

    Miguel Moreira, investment manager da Point Capital Partners (gestora do fundo), refere que “a solução NOS Smart Home foi escolhida pela afinidade do nosso público-alvo com a tecnologia e a NOS, além de reconhecida por possuir o DNA da inovação garantiu a competitividade que precisávamos para incluir esta alavanca no projecto”.

    A nova área de negócios do grupo, a NOS Smart Home, foi lançada oficialmente em Novembro de 2023 e é direccionada para promotores imobiliários. A NOS trabalha em parceria desde a conceção do projeto, passando pela instalação, apoia na comercialização e garante suporte para que cada casa seja uma vivência imersiva e futurista para os seus moradores.

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    Ayming Portugal com novo country manager

    António Valente é o novo Country Manager da Ayming em Portugal, tendo como missão dar continuidade à estratégia de crescimento da empresa no mercado local

    O novo líder da Ayming para o mercado português transita do Fi Group, no qual esteve 12 anos, numa carreira que teve início nos CTT. No Fi Group, foi consultor comercial, tendo passado a coordenador comercial em 2013, altura em que foi responsável pelo desenvolvimento e implementação da estratégia do grupo no sul do Brasil. Era director Comercial desde 2015.

    “A Ayming tem feito um percurso de destaque no nosso mercado, consolidando-se como uma das empresas do grupo com melhores recursos humanos e desempenho. Cabe-me dar continuidade a este percurso e, espero, acelerá-lo”, assinala.

    António Valente é formado em engenharia química pelo Instituto Superior de Engenharia de Lisboa e tem uma pós-graduação em direito fiscal pela faculdade de Direito de Lisboa, instituição pela qual fez ainda um curso de especialização em fundos de investimento. Tem um executive master em Gestão com especialização em desenvolvimento de lideranças pela Católica Lisbon School of business and economics e está a terminar o executive MBA pela AESE/IESE.

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    Lisboa realiza o 2.º Encontro do Laboratório de Dados Urbanos

    Este segundo encontro contempla a apresentação de 23 projectos que incluem trabalhos realizados pela comunidade científica em resposta aos desafios LxDataLab, O objectivo é traçar um “retracto real” da capital em áreas como a mobilidade, o ambiente, a economia, ou a governança

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    A Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai realizar o 2.º Encontro do Laboratório de Dados Urbanos de Lisboa (LxDataLab), amanhã 28 de Maio. Esta iniciativa é desenvolvida pelo Centro de Gestão e Inteligência Urbana de Lisboa (CGIUL), departamento do município que impulsiona iniciativas Smart Cities, em parceria com 19 universidades e instituições de ensino superior e investigação científica, no âmbito de protocolos de colaboração estabelecidos entre o município e as diferentes instituições parceiras.

    O evento tem como objectivo apresentar os projectos desenvolvidos por alunos para resolução de desafios apresentados pelo município, tais como: indicadores de tráfego, movimentação de pessoas em zonas de diversão, detecção de coberturas verdes em edifícios da cidade, entre outros. A academia beneficia do acesso a dados reais sobre a cidade e a CML tem a oportunidade de testar soluções analíticas capazes de promover a inovação, eficácia e proatividade nos serviços prestados ao cidadão.

    Este segundo encontro contempla a apresentação de 23 projectos que incluem trabalhos realizados por alunos em resposta aos desafios LxDataLab, outros trabalhos realizados nas universidades parceiras com relevância para o município e trabalhos de analítica dinamizados pelas equipas internas da autarquia. Algumas das áreas em destaque são a mobilidade, o ambiente, a economia, a governança, entre outras.

    Mais de 230 investigadores e alunos universitários participaram nos 34 desafios lançados pelo município, até ao momento.

    Para a vereadora Joana Almeida, responsável pelo pelouro da Cidade Inteligente do município, “a colaboração com a academia é muito importante para alcançarmos o retracto fidedigno da capital, resultante da analítica de dados, e encontrarmos soluções para uma gestão eficaz e inteligente que corresponda às necessidades dos cidadãos”.

     

     

     

     

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    António Carias de Sousa, presidente OERS e Gil Azevedo, diretor executivo Startup Lisboa

    Engenharia

    OE e StartUP Lisboa criam Hub de inovação

    A criação deste novo Hub, na sede da OERS visa a promoção de projectos nas diversas áreas da engenharia e o fomento da inovação e apoio ao empreendedorismo jovem

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    A Ordem dos Engenheiros – Região Sul (OERS) assinou um memorando de entendimento com a StartUp Lisboa, com o objectivo de desenvolver um conjunto de sinergias com vista à promoção de projectos inovadores, nas diversas áreas da engenharia, entre as quais a dinamização de um HUB de inovação, a nascer na sede da Região Sul, em Lisboa.

    Este novo HUB de Inovação vai possibilitar o desenvolvimento de sinergias com vista à promoção e incentivo de um ecossistema empreendedor, ao mesmo tempo que apoia o desenvolvimento e crescimento de novos projectos inovadores ligados aos diversos ramos de engenharia.

    “Este novo espaço tem como objectivo servir de plataforma para os membros da OERS desenvolverem projectos inovadores com uma forte componente de engenharia, facilitando a troca de conhecimentos e experiências, do mesmo modo que potencia o desenvolvimento de tecnologias de ponta que beneficiem a sociedade”, refere António Carias de Sousa, presidente da OERS.

    Acrescenta ainda que “estamos comprometidos em proporcionar aos nossos membros as ferramentas e o ambiente necessários para transformar ideias em realidade, contribuindo para o progresso da engenharia e da sociedade como um todo”.

    Para Gil Azevedo, director executivo da Unicorn Factory Lisboa, “uma das nossas prioridades é apoiar o empreendedorismo jovem, essencial para a expansão do ecossistema de inovação em Portugal”.

    O memorando de entendimento entre a OERS e a StartUp Lisboa foi assinado no passado dia 11 de maio, durante as celebrações do Dia Regional do Engenheiro, onde foram galardoados três engenheiros com o Prémio Inovação Jovem Engenheiro (PIJE).

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    Prata Riverside (Créditos: Ricardo Oliveira Alves)

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    Quintela e Penalva e VIC Properties apresentam em Londres oportunidades de investimento imobiliário

    Esta acção, que ocorreu na sede da Knight Frank, em Londres, contou com a presença das equipas especializadas no segmento prime, onde a procura por parte dos clientes passa principalmente pela identificação de factores como segurança, estabilidade social e económica, estilo e custo de vida, e ainda sustentabilidade do mercado imobiliário

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    Foi a pensar no interesse dos mercados internacionais, sobretudo no segmento premium e super premuim, que a Quintela e Penalva e a promotora Vic Properties fizeram em Londres uma apresentação do mercado português e das oportunidades de investimento.

    Esta acção, que ocorreu na sede da Knight Frank, em Londres, e que foi coordenada pelo Private Office, contou com a presença das equipas especializadas no segmento prime, onde a procura por parte dos clientes passa principalmente pela identificação dos seguintes factores como elementos-chave para a escolha de Portugal para investimento: segurança, estabilidade social e económica, estilo e custo de vida, e ainda sustentabilidade do mercado imobiliário.

    “A alavancar estas qualidades já reconhecidas, está a capacidade do mercado português em surpreender a nível de produto, reposicionando a sua oferta com novos conceitos e uma qualidade de execução ao nível do melhor que se faz no mundo, mas com uma identidade muito nossa – que conquistam novos clientes estrangeiros, mas também o cliente nacional dos segmentos mais altos, sempre muito exigente e conhecedor”, afirma Marcos Drummond, sales director da VIC Properties.

    Por sua vez, Francisco Quintela salienta que “com a crescente sofisticação dos investimentos imobiliários, a internacionalização do mercado e o acompanhamento de clientes cada vez mais exigentes, esta apresentação, em Londres, permite-nos mostrar soluções à medida de cada cliente que procura no nosso País uma alternativa segura para si e para a sua família, bem como um destino de investimento maduro e com potencial de crescimento”.

    Para a VIC Properties “esta visita, em parceria com Quintela e Penalva | Knight Frank permitiu apresentar um portfolio de projectos adequados a uma cultura internacional garantida pelo know-how do serviço private das duas consultoras, que oferecem uma proposta inovadora de consultoria na construção de portfolios e identificação/tracking de clientes de elevado envolvimento financeiro, que não está condicionado às flutuações das taxas de juro”, afirma, ainda, Marcos Drummond.

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    Fonte: site da ABB

    Construção

    Facturação do sector do Betão Pronto cresce 31% em 2023

    Os dados revelados pela APEB representam um crescimento de 31% em relação a 2022, mantendo a tendência de crescimento sustentado que se verifica desde 2013 e que revela o “esforço e a resiliência das empresas do sector”

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    Em 2023, a indústria do betão pronto em Portugal atingiu uma facturação de 770 milhões de euros e uma produção de 7,3 milhões de metros cúbicos de betão. Os dados agora divulgados pela Associação Portuguesa das Empresas de Betão Pronto (APEB), constam dos resultados preliminares da Estatística Sectorial do Betão Pronto em Portugal.

    Estes dados representam um crescimento de 31% e 10%, respectivamente, em relação a 2022, mantendo a tendência de crescimento sustentado que se verifica desde 2013 e que revela o “esforço e a resiliência das empresas do sector”, com destaque para a “significativa contribuição do sector do betão pronto para a economia”, afirma Jorge Reis, director geral da APEB.

    Do total do betão pronto produzido em 2023, estima-se que aproximadamente 65% tenham sido destinados à construção de edifícios residenciais e não residenciais, 17% para pavimentos, enquanto 13% foram empregues em infraestruturas como pontes, barragens, túneis e ferrovias.

    Para Jorge Reis “estes números constituem uma base sólida para análises e tomadas de decisão futuras e que permitem às empresas manterem-se competitivas, adaptar-se às mudanças do mercado e garantir o seu crescimento sustentável a longo prazo”.

    Os mesmos dados estatísticos, obtidos através das informações fornecidas pelos associados da APEB, revelam, ainda, um aumento de cerca de 10% no número de trabalhadores directos e indirectos no setor, quando comparado com o período homologo, distribuídos por 230 centros de produção.

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    Ponte D. Luis I (Porto)
    Créditos : DR

    Imobiliário

    Mercado imobiliário no Porto acelera mas oferta condiciona crescimento

    Mercado imobiliário no Porto regista novos máximos históricos, revela “Porto Market Update” da Cushman & Wakefield. As perspectivas da consultora apontam para um acelerar da actividade imobiliária na região, em linha com as perspectivas de recuperação económica apontadas para a região durante 2024 e 2025

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    A mais recente edição do “Porto Market Update”, estudo desenvolvido pela Cushman & Wakefield, veio revelar que o mercado imobiliário na região do Grande Porto registou novos valores recorde em vários segmentos, com destaque para o sector residencial (venda/arrendamento de imóveis) e sector do retalho, com as rendas prime a serem corrigidas “em alta” desde 2023 e durante o primeiro trimestre de 2024, em todos os segmentos, nomeadamente no comércio de rua. Estudo destaca a resiliência do sector, que se mantém condicionado pela escassez de oferta na região.

    As perspectivas da consultora, no entanto, apontam para um acelerar da actividade imobiliária na região, em linha com as perspectivas de recuperação económica apontadas para a região durante 2024 e 2025.

    De acordo com Andreia Almeida, associate director, head of Research & Insight, Cushman & Wakefield “à semelhança da tendência verificada a nível nacional, assim como em todos os mercados europeus, o investimento imobiliário institucional na Área Metropolitana do Porto (“AMP”) registou quebras homólogas em 2023 e início de 2024. Apesar disso, numa geografia em que acresce a maior escassez de oferta de activos para este tipo de investimento, a quebra homóloga de 17% nos últimos 16 meses demonstra uma maior resiliência da região comparativamente com o mercado a nível nacional, que registou neste período uma contracção de 36%”, afirma.

    Escritórios com tendência de recuperação
    Por influência da conjuntura económica vivida em 2023 e do impacto do trabalho híbrido na ocupação de espaços de escritórios, o mercado de escritórios do Grande Porto registou uma quebra de 14% dos volumes de ocupação no ano transacto, tendo sido transaccionados 50.050 m². Contudo, é de notar que, por um lado, este valor foi atingido apesar de uma significativa falta de oferta nova de qualidade; e, por outro, esta quebra foi significativamente inferior à registada na Grande Lisboa (- 59%). Adicionalmente, e à semelhança da capital, o Porto registou, já nos primeiros quatro meses de 2024, uma tendência de recuperação, com a absorção a atingir os 21.280 m², um crescimento homólogo de 82%.
    O maior negócio dos últimos 16 meses correspondeu à ocupação integral dos 7.820 m² do Boavista Office Center (BOC) pelo operador nacional de flex offices LACS. Seguiram-se dois pré- arrendamentos confidenciais, nomeadamente de 5.650 m² no projecto ICON Offices e de 4.300 m² no Lionesa Business Hub. Relativamente a 2024, a maior transacção até ao momento corresponde ao arrendamento da totalidade (3.950 m²) do Matosinhos Office Centre a uma empresa de consultoria.

    Desde meados do ano passado, a taxa de desocupação tem vindo a registar ligeiros aumentos, encontrando-se actualmente nos 9,3%, 0,2% pontos percentuais (p.p.) acima de 2023. Para isso, tem contribuído a conclusão de alguns edifícios que contam ainda com alguma área disponível para ocupação. Desde 2023 foram concluídos 53.700 m², dos quais 35% ainda se encontram por ocupar.

    Retalho com escassez de oferta
    A Área Metropolitana do Porto agrega o segundo maior volume de oferta de conjuntos comerciais em Portugal, contando com mais de 30 projectos e 848.000 m² de ABL. Este valor representa 29% da área total nacional, somente ultrapassada pela Área Metropolitana de Lisboa com 48%. Os concelhos de Vila Nova de Gaia e Matosinhos têm a maior concentração de oferta da região, com
    220.000 m² de ABL cada; sendo o formato de centros comerciais o mais representativo, com 86%. Recentemente, foi inaugurado o único projecto previsto para os para os próximos 3 anos nesta região, o Arcos Retail Park (Santo Tirso) com 6.600 m² de ABL.

    Apesar da procura de retalho agregada pela Cushman & Wakefield evidenciar uma evolução díspar entre 2023 e os primeiros quatro meses de 2024, em termos agregados registaram-se 235 novas aberturas, 22% acima do período homólogo; antecipando-se que as recentes aberturas nos projectos Arco Retail Park e Time Out Market Porto venham a contribuir para inverter a quebra registada em 2024 já durante a primeira metade do ano. Durante o período em análise o comércio de rua manteve a primazia, contabilizando 71% das aberturas, das quais um quinto na zona da Baixa; seguindo-se os centros comerciais com 14%. Por seu lado, o sector de restauração continuou a dominar, representando perto de metade do número de transacções, destacando-se as expansões da Padaria Portuguesa e da Jeronymo com três lojas cada; com o retalhista alimentar My Auchan a ser o mais ativo, contabilizando 5 novas aberturas no concelho nos últimos 16 meses.
    Por influência do aumento da procura e escassez de oferta, as rendas prime de retalho têm vindo a ser corrigidas em alta em todos os segmentos desde 2023.

    Industrial & Logística com projectos “à medida”
    Após um máximo histórico em 2021, a actividade ocupacional do mercado de industrial & logística no Grande Porto estabilizou nos dois últimos anos, tendo em 2023 sido transaccionados 113.500 m², 1% acima do ano anterior. Contudo, o primeiro trimestre de 2024 evidenciou um expressivo aumento do volume de absorção, nomeadamente de 79% em termos homólogos, para os 58.500 m².
    Entre os maiores negócios registados no período em análise encontra-se a futura ocupação pelo Aldi de uma unidade logística com 41.400 m², em Santo Tirso; a aquisição dos 29.000 m² do edifício Itron em Vila Nova de Famalicão; e o pré-arrendamento integral dos 16.600 m² do Gandra North Green Logistics Park pela Olicargo. Adicionalmente, manteve-se a maior prevalência de operações de venda ou arrendamento, com 63%, comparativamente com projectos à medida do ocupante.
    O maior dinamismo do sector continua a fomentar o desenvolvimento de novos projectos, com as principais conclusões recentes a corresponderem ao Ermida Park da Logicor, com 30.600 m², e ao Invicta Park, com 24.300 m².

    Hotelaria em recuperação
    Durante o ano 2023, a actividade turística no Grande Porto observou índices de recuperação alinhados com a tendência nacional, os quais se mantiveram no início do ano corrente.
    Em 2023, o número de dormidas no segmento hoteleiro aumentou em 22%, para 4,5 milhões; com o RevPAR a situar-se nos €86,8 e a taxa de ocupação nos 69,9%. O primeiro trimestre de 2024 indicia uma manutenção desta tendência, com novos crescimentos homólogos, nomeadamente 12% nas dormidas, 8% no RevPAR e 1 p.p. na taxa de ocupação.
    A cidade do Porto conta actualmente com mais de 170 estabelecimentos hoteleiros, num total de 10.800 quartos. Face ao maior investimento em projectos de categoria superior ao longo dos últimos anos, perto de metade das unidades de alojamento encontra-se em projectos de 4 estrelas, seguindo- se os 5 estrelas com 24%.
    Desde 2023 a cidade conta com 20 novas unidades hoteleiras, num total de 1.200 quartos, com as categorias de 4 e 5 estrelas a manterem o domínio, nomeadamente com 37% e 33%. A oferta futura estimada para os próximos 3 anos totaliza 6 hotéis num total de 500 quartos, não havendo visibilidade sobre a categoria da maioria.

    Residencial
    Num enquadramento de aumento das taxas de juro e deterioração do poder de compra, ao longo dos últimos 12 meses o mercado de compra e venda de apartamentos no Porto verificou uma retracção do volume de transacções, embora com aumento dos preços médios, segundo os dados do SIR / Confidencial Imobiliário.
    Comparativamente com o mesmo período do ano anterior, o preço médio pedido subiu 20%. Quanto à procura, houve uma nova queda acentuada de 18% no número de fogos vendidos, contraposta por um aumento nos valores transaccionais, que aumentaram 15% para €3.240/m². Todas as zonas registaram incrementos homólogos, com a zona da Foz a retomar a liderança, com um novo máximo histórico2 de €4.060/m². Apesar de manterem o preço médio mais baixo, também as zonas Periféricas registaram um novo recorde, com €2.780/m².

    Durante o período analisado, foram transaccionados, no Grande Porto, 226 milhões euros em imobiliário comercial, dos quais 38 milhões de euros entre Janeiro e Abril de 2024. À semelhança da tendência verificada em Portugal, o mercado contou com um peso dos investidores internacionais de 66% do volume transaccionado.
    Com uma dezena de negócios registados nos últimos 16 meses, o se tor de retalho retomou a liderança, representando 41% do total investido com 93 milhões de euros. Seguiu-se o segmento de alternativos, que atraiu 24% do volume transaccionado com 55 milhões de euros; e o sector de hotelaria, que contabilizou 20% do total transaccionado. Por seu lado, o sector de industrial & logística manteve um peso reduzido (9%); ainda assim seguido do sector de escritórios, que atraiu somente 5% do valor total investido, com uma única transacção.

    Face ao enquadramento económico internacional, as yields prime registaram aumentos transversais em 2023, tendo-se mantido estáveis no primeiro trimestre de 2024, encontrando-se actualmente nos 5,75% no comércio de rua, 6,00% em industrial & logística, e 6,75% nos centros comerciais e escritórios.

     

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    Governo quer estudos para a ‘terceira travessia’ concluídos até Março de 2026

    A terceira travessia do Tejo deve ser tendencialmente desenvolvida num modelo rodoferroviário, não obstante a necessidade de avaliar a inclusão da componente rodoviária na nova travessia, pesando as suas vantagens e desvantagens em termos ambientais, financeiros e de acessibilidade, equidade territorial e coerência, e procedendo-se para tal à atualização dos estudos já realizados pela Rede Ferroviária de Alta Velocidade

    Ricardo Batista

    O Governo pretende que os estudos de viabilidade e técnicos sobre a construção da Terceira Travessia sobre o Tejo estejam concluídos até Março de 2026, tendo mandatado a Infraestruturas de Portugal para a execução dos trabalhos que vão sustentar a contratação e a gestão tanto da ponte como da linha de alta velocidade Lisboa-Poceirão-Évora.

    A resolução do Conselho de Ministros, publicada em Diário da República, determina que a IP “apresente ao Governo, até final do segundo trimestre de 2026, uma proposta fundamentada [sobre terceira travessia do Tejo e linha de alta velocidade Lisboa-Poceirão-Évora] que permita uma tomada de decisão relativamente ao modelo de contratação e de gestão a adotar, que assegure um desenvolvimento eficaz e eficiente do projeto, com elevado nível de qualidade e, simultaneamente, comportável num quadro de boa gestão de finanças públicas”.

    Já antes, até ao final do primeiro trimestre de 2026, a IP deve “fazer os estudos de procura, resiliência às alterações climáticas, as análises de custo-benefício, os estudos prévios e os estudos de impacte ambiental” sobre terceira travessia do Tejo e linha de alta velocidade Lisboa-Poceirão-Évora.

    A terceira travessia do Tejo deve ser tendencialmente desenvolvida num modelo rodoferroviário, não obstante a necessidade de avaliar a inclusão da componente rodoviária na nova travessia, pesando as suas vantagens e desvantagens em termos ambientais, financeiros e de acessibilidade, equidade territorial e coerência, e procedendo-se para tal à atualização dos estudos já realizados pela Rede Ferroviária de Alta Velocidade.

    A resolução cria ainda um grupo de trabalho conjunto entre Infraestruturas de Portugal, Instituto da Mobilidade e dos Transportes e ANA – Aeroportos de Portugal para analisar as acessibilidades rodoviárias e ferroviárias ao novo aeroporto de Lisboa, incluindo os municípios abrangidos no troço Lisboa-Poceirão-Évora.

    Para estes estudos, para o triénio 2025-2028, é autorizado um gasto máximo global de 4,0 milhões de euros (a que acresce IVA), sendo que há limitações aos gastos em cada ano (2,2 milhões de euros em 2025, 1,1 milhões de euros em 2026, 350 mil euros em 2027 e outros 350 mil euros em 2028). Estes encargos, diz o Governo, deverão ser financiados por fundos europeus em 1,98 milhões de euros, sendo o restante suportado pelo orçamento da Infraestruturas de Portugal.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

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