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    Vanguard Properties instala postos de carregamento eléctrico no condomínio Bayline

    Com um total de 270 postos de carregamento, o empreendimento irá beneficiar de uma plataforma de carregamento integrada, combinando funcionalidades como balanceamento de carga em escala, monitorização em tempo real e gestão centralizada através de um backoffice intuitivo

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    Com um total de 270 postos de carregamento, o empreendimento irá beneficiar de uma plataforma de carregamento integrada, combinando funcionalidades como balanceamento de carga em escala, monitorização em tempo real e gestão centralizada através de um backoffice intuitivo

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    A promotora imobiliária Vanguard Properties recorreu à tecnologia da empresa portuguesa SoLX para implementar 270 postos de carregamento para veículos elétricos no condomínio Bayline, situado em Armação de Pêra, no Algarve.

    Desta forma, através da tecnologia SoLX Park, os futuros condóminos poderão beneficiar de uma plataforma de carregamento integrada, combinando funcionalidades como balanceamento de carga em escala, monitorização em tempo real e gestão centralizada através de um backoffice intuitivo.

    Além disso, com a aplicação móvel My SoLX, o sistema permite, através de um smartphone, controlar e monitorizar o carregamento à distância. Disponível para Android e iOS, esta aplicação emite notificações em tempo real, dá acesso ao histórico de carregamentos e atribui a possibilidade de programar e ajustar a potência de carregamento.

    Para José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties, “o projecto Bayline carecia de uma solução inovadora como a que a SoLX nos apresentou, na qual encontrámos o parceiro ideal para fazer do Bayline um condomínio promotor da mobilidade eléctrica”.

    Para Lúcio Ferrão, CEO da SoLX, “a integração da nossa tecnologia no projeto Bayline é um marco para a SoLX. Demonstramos que é possível combinar luxo, comodidade e sustentabilidade através de soluções inovadoras de carregamento elétrico”.

    A aposta na mobilidade eléctrica no condomínio Bayline constitui mais um passo na execução da estratégia de sustentabilidade da Vanguard Properties, destinada a tornar os seus projectos imobiliários mais sustentáveis e inteligentes.

    Recentemente, a promotora imobiliária anunciou a instalação de 200 carregadores para veículos eléctricos no Infinity Tower, em Lisboa. Ainda na mobilidade eléctrica, a Vanguard Properties já anunciou um investimento de cerca de quatro milhões de euros para os projectos na Comporta destinados à construção de 40 km de ciclovias e à aquisição de mil bicicletas eléctricas.

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    Arquitectura

    Portugal vence concurso internacional de estudantes de arquitectura Saint-Gobain

    Portugal venceu, pela primeira vez, a fase internacional do Concurso de Estudantes de Arquitectura Saint-Gobain com o projecto “SIENI PARK” apresentado por alunos da faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

    Mais de 224 universidades de 29 países participaram na 19.ª edição do Concurso de Estudantes de Arquitectura Saint-Gobain. Estudantes de todo o mundo pensaram num projecto arquitectónico para transformar um espaço urbano/rural pertencente à Universidade de Helsínquia, localizado na zona de Viikki, nos arredores da cidade de Helsínquia, na Finlândia. Os vencedores foram agora revelados durante um evento realizado esta semana pela Saint-Gobain na capital finlandesa. Comemoraram-se ainda os 20 anos de realização deste Concurso Internacional, que se realizou pela primeira vez em 2004, na Sérvia.

    O projecto “SIENI PARK”, proposto pela equipa portuguesa, composta por Francisco Peneda Ferreira, Pedro Tiago Gaspar e João Pedro Henriques da faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, está enraizado na cultura finlandesa e no seu sentido de comunidade. O projecto oferece um refúgio tranquilo em Viikki, ligando casas, locais de trabalho e o Campus Universitário nas proximidades. Combina estruturas antigas e novas num design coerente que assenta em três pilares fundamentais: sustentabilidade, inovação e conforto. Assim, cria-se um projecto futurista, duradouro, de baixa energia incorporada, que honra e desenvolve a tradição local de práticas de construção ecológicas.

    O painel de jurados que avaliou os projectos na fase internacional do concurso justificou a escolha do projecto português declarando: “Em termos de planeamento urbano, detalhes arquitectónicos e qualidade geral, a solução é abrangente e de alto nível. O edifício apresenta uma proposta de fachada interessante, possivelmente ainda aperfeiçoável devido às condições climáticas adversas do local. A composição urbana é inovadora e a estrutura em madeira é sofisticada. Importa referir que a integração do edifício antigo na arquitectura geral foi perfeita, e as soluções de sustentabilidade foram integradas na proposta desde o início, em vez de serem uma consideração posterior.”

    “É com enorme satisfação que ano após ano recebemos projectos de estudantes de arquitectura de todo o mundo, que honram o compromisso da Saint-Gobain com a promoção da arquitectura sustentável. Particularmente este ano, verificar que um projecto português vence este concurso atesta a qualidade e a diferenciação dos nossos estudantes a nível mundial”, sublinha Vasco Pereira, director da Academia Saint-Gobain e gestor do concurso em Portugal.

    A 20ª edição decorrerá no próximo ano, em Nord-Isère, França. Durante a cerimónia de entrega de prémios foi lançado um primeiro esboço do desafio arquitectónico a propor aos concorrentes.

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    CIRCO Hub Portugal: design circular em acção

    O projecto coordenado pelo LNEG, em colaboração com o IAPMEI, incentiva a economia circular através do design, tendo abrangido em Portugal 95 empresas, 272 profissionais ligados à indústria e 47 designers. Os principais resultados serão apresentados dia 26 de Junho

    No próximo dia 26 de Junho serão apresentados os principais resultados do projecto CIRCO Hub Portugal. O projecto coordenado pelo Laboratório Nacional de Energia e Geologia, LNEG, em colaboração com o IAPMEI, incentiva a economia circular através do design.

    No total, o CIRCO Hub Portugal apoiou, através de um modelo de formação-acção desenvolvido nos Países Baixos e já amplamente testado, 95 empresas, 272 profissionais ligados à indústria e 47 designers. Decorreram acções de formação multissetoriais e algumas destinadas a sectores específicos (têxteis e calçado, embalagens de vinho e outros alimentos, e ainda habitat).

    Na sessão de apresentação, que decorre online, serão divulgados os principais resultados, alguns casos de estudo e serão debatidos factores de sucesso e obstáculos a uma ampla adopção de design circular de produtos e modelos de negócio nas empresas.

    A sessão será conduzida por Cristina Sousa Rocha, investigadora auxiliar no LNEG e coordenadora-adjunta da Unidade de Economia de Recursos (UER), lidera projetos nacionais e internacionais nas áreas do ecodesign, design para a sustentabilidade, gestão do ciclo de vida de produtos e serviços e economia circular. É responsável pela área de Economia Circular e Gestão do Ciclo de Vida para a Sustentabilidade da UER, que se tem dedicado ao desenvolvimento de metodologias e ferramentas, publicações, normalização e capacitação de empresas e outras entidades.

    A participação é gratuita mediante inscrição obrigatória no site do LNEG.

     

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    Escola Secundária du Bocage (foto retirada do site da União das Freguesias de Setúbal)

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    Governo aprova estudo para requalificação do ‘Liceu’ em Setúbal

    O investimento estimado superior a 21 milhões de euros incluiu a reabilitação do edifício e dos espaços exteriores. A Câmara Municipal está agora a preparar o lançamento do concurso para a realização dos projectos de arquitectura e de especialidades

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    O estudo prévio, que prevê a requalificação da Escola Secundária du Bocage, o denominado ‘Liceu’, em Setúbal, foi aprovado pela Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, estando agora os serviços municipais a preparar o lançamento do concurso para a realização dos projectos de arquitectura e de especialidades.

    A obra, com um investimento estimado superior a 21 milhões de euros, inclui a reabilitação do edifício e dos espaços exteriores, assim como a construção de um auditório, uma biblioteca e uma nova portaria. Deste montante cerca de 15 milhões destina-se à requalificação do edifício, um milhão, 843 mil e 500 à construção das novas portarias, biblioteca e auditório e cerca de quatro milhões e 500 mil à requalificação dos espaços exteriores.

    Carla Guerreiro, vice-presidente da Câmara Municipal, adiantou, ainda, por outro lado, que na última reunião da comissão de acompanhamento da transferência de competências, realizada em 3 de Junho, a DGEstE comprometeu-se a realizar uma intervenção na cobertura do edifício, para resolver um problema de infiltrações.

    Em reunião com a comunidade educativa realizada no auditório da escola, na qual estiveram presentes André Martins e Carla Guerreiro, respectivamente, presidente e vice-presidente da Câmara Municipal, e Fátima Silveirinha, do executivo da União das Freguesias de Setúbal, deram a conhecer o projecto e avançaram estar a aguardar agora que o Governo tome decisões relativamente às fontes de financiamento, para que o processo avance em definitivo.

    Isto porque dado o grau de “complexidade” do levantamento do estado actual da escola, que acabou por ser “demorado”, inviabilizou que se avançasse mais cedo para a execução dos projectos de arquitectura e de especialidades, limitando a possibilidade de se apresentar uma candidatura ao PRR.

    Esta foi uma das sete escolas transferidas pelo Estado para a Câmara Municipal em 1 de Abril de 2022, no âmbito da transferência de competências na área da Educação.

    Além da Secundária du Bocage, também a EB 2,3 de Aranguez necessitam de “obras importantes”, assim como as escolas básicas 2,3 Barbosa du Bocage e de Azeitão têm de ser alvo de “uma grande requalificação”, uma intervenção que “não estava inicialmente prevista e só foi incluída após grande pressão da Câmara Municipal”, conclui André Martins.

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    Remax: Transacções de imóveis de luxo entre Janeiro e Abril movimentam 484 M€

    Portugueses foram os que mais adquiriu casa, com cerca de 73%. Entre os investidores estrangeiros, são os brasileiros, norte-americanos e ingleses quem mais negoceiam em imobiliário

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    A Remax Collection fechou os primeiros quatro meses do ano com um volume de preços de cerca de 484 milhões de euros, relativos a 1579 transacções e que dá conta de um aumento de 14,70% face ao mesmo período homólogo de 2023.

    Tal como em ciclos anteriores, foram os portugueses quem mais adquiriu casa, cerca de 73%. Entre os investidores além-fronteiras, são os brasileiros, norte-americanos e ingleses quem mais negoceiam em imobiliário.

    No que diz respeito ao peso por tipo de imóvel, os apartamentos continuam a representar mais de metade das transacções do segmento (82,52%), uma subida percentual (14%) face a 2023.

    Em relação à tipologia, os dados agora apresentados revelam que foram os T2 aqueles que maiores índices de procura registaram de janeiro a abril, com um total de 40,6% imóveis movimentados.

    Para Beatriz Rubio, CEO da Remax, “os números que traduzem a actividade nos primeiros meses do ano da RE/MAX Collection em 2024 foram os melhores de sempre neste período, reflectindo o crescimento face ao ano de 2023, o que demonstra o dinamismo do mercado imobiliário de luxo. Acreditamos que o aumento do portefólio de imóveis de luxo, sobretudo de empreendimentos exclusivos, cada vez mais procurados pelo segmento premium, e a aposta contínua na formação especializada dos nossos consultores seja um factor decisivo para a concretização de negócio”, sublinha.

    Tal como verificado em anos anteriores, a maior fatia do mercado Collection situa-se no distrito de Lisboa, que manteve assim a sua preponderância no conjunto do segmento. O grande destaque vai para o distrito de Coimbra que, pela primeira vez, surge no top 7 dos distritos com mais movimentos, ocupando a sexta posição.

     

    Numa análise mais detalhada, por distrito, é possível constatar que continuam a ser predominantes três concelhos: Lisboa, Porto e Setúbal. As variações mais significativas foram as registadas no Porto, com um aumento a rondar os 13%. Já o distrito de Setúbal reforçou o seu peso, mantendo o terceiro lugar entre os distritos mais importantes.

    De acrescentar que a atribuição da categoria “imóvel de luxo” da Remax Collection baseia-se em critérios de localização, preço, tipologia, design e arquitectura, pelo que excluí, por exemplo, terrenos e lojas da sua lista, contudo, contemplados por outras imobiliárias.

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    Hotel ‘Flor de Sal’, em Viana do Castelo

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    The Editory Collection Hotels adiciona mais uma unidade ao seu portefólio

    O Hotel Flor de Sal, em Viana do Castelo, passa assim a ser a 11ª unidade hoteleira da marca da Sonae. Enquanto “referência no Norte do País e perfeitamente estabelecido no destino” era estratégia integrar no Grupo esta unidade”, segundo Isabel Tavares, directora geral de Vendas e Marketing da Editory Collection Hotels

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    O Grupo The Editory Collection Hotels acaba de integrar mais uma unidade no portfólio de hotéis: o Hotel Flor de Sal, em Viana do Castelo, sendo a 11ª unidade a juntar-se à operação do Grupo a nível nacional.

    Localizado mesmo em frente ao mar e a poucos minutos do centro da cidade de Viana do Castelo, o hotel começou a sua actividade em 2004, tendo, recentemente, sido alvo de investimentos de renovação e reconversão energética.

    “O Hotel Flor de Sal é uma referência no Norte do País e perfeitamente estabelecido no destino, e para a nossa marca, é estratégico integrar esta unidade em Viana do Castelo”, afirmou Isabel Tavares, directora geral de Vendas e Marketing da Editory Collection Hotels.

    O Flor de Sal, uma unidade de 4* Estrelas, dispõe de 60 quartos, dos quais oito são suites e uma penthouse, com uma decoração “moderna e sofisticada” na qual imperam os tons claros e as madeiras, a par de muita luz natural e de janelas que permitem “apreciar a vista-mar ou a vista de montanha”.

    Vocacionado para lazer, a unidade apresenta, também, uma forte componente corporativa ao disponibilizar quatro salas de reuniões, uma delas com capacidade até 200 pessoas em plateia, com vista-mar e luz natural, assim como um ginásio e um heath club Solinca, com piscina interior.

    O restaurante Saleiro, com 40 lugares sentados, é, também, uma “referência” da gastronomia tradicional e dos sabores do Alto-Minho. Com serviço de almoços e jantares à Carta, apresenta, ainda, um menu executivo durante a semana e, ao jantar, há condições para refeições de grupos empresariais ou familiares. No bar encontra-se disponível a carta de snacks e de vinhos de várias Regiões Demarcadas.

    O Grupo The Editory Collection Hotels, detido a 100% pela SC Investments, que por sua vez é detida na quase totalidade pela Efanor, em resultado da reestruturação do portfolio da ex-Sonae Capital e agrega os negócios de Hotelaria, Fitness, Tróia e Real Estate que pertenciam à Sonae Capital.

    As restantes unidades da marca são o Porto Palácio Hotel by The Editory (Boavista, Porto), The Editory Artist (Baixa, Porto), The Editory House (Ribeira, Porto), The Editory Boulevard (Aliados, Porto), The Editory Riverside (Santa Apolónia, Lisboa), The Editory Garden (Baixa, Porto), The Editory by The Sea (Troia), Aqualuz Troia Mar & Rio by The Editory (Troia), Troia Residence by Editory (Troia) e Aqualuz Lagos by The Editory (Lagos).

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    LIV Santa Catarina

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    Antigo edifício da CGD transformado em 13 apartamentos de “charme”

    Com promoção da Oxy Capital e da Zaphira Capital, o LIV Santa Catarina está a ser comercializado pela Quintela e Penalva l Knight Frank, em parceria com a Bloom Lifestyle

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    O projecto, da Oxy Capital e da Zaphira Capital, comercializado pela Quintela e Penalva l Knight Frank, em parceria com a Bloom Lifestyle, resulta da transformação de um edifício histórico em 13 apartamentos de “charme”.  A renovação integral inspirou-se na “alma tradicional portuguesa” e no “espírito boémio” de bairro.

    Localizado no centro de Santa Catarina, em Lisboa, entre os bairros da Bica, Bairro Alto, Santos-o-Velho e Chiado, o LIV Santa Catarina, no antigo número 5 da Rua Marechal Saldanha, onde em tempos funcionou uma das dependências da Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a ser alvo de uma reabilitação que combina a “rica história da arquitectura do século XIX com um design de interiores contemporâneo e a solidez estrutural de uma nova construção”.

    “Assistimos a um momento especial assente na notoriedade que Lisboa foi granjeando ao longo dos últimos anos um pouco por todo o mundo. A intenção do comprador internacional já não está condicionada apenas pelo preço. A qualidade da habitação, assim como a oferta de um conjunto de valências que se estendem além das fachadas de um imóvel, tem um papel decisivo na escolha da propriedade e, cada vez mais, terão que estar alinhados com os padrões internacionais de luxo e de vivência das principais capitais do mundo”, salienta Francisco Quintela, sócio fundador da Quintela e Penalva.

    A procura por produtos de excelência é “uma tendência que se irá manter”, não só pelo “conhecimento que os mercados internacionais vão tendo da cidade de Lisboa, mas igualmente pela constante procura de casas no tradicional triângulo associado ao luxo em Lisboa (Chiado-Príncipe Real-Avenida da Liberdade) e face à escassez de produto”, acrescentou Francisco Quintela.

    Foi a pensar neste cliente, “que conhece Lisboa e procura uma arquitectura tradicional sem descurar da qualidade esperada num produto imobiliário ao nível das principais cidades europeias e mundiais”, que foi concebido o LIV Santa Catarina.

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    Câmara de Sintra avança para construção de Multiusos em Fitares por 2,5M€

    Para o presidente da autarquia de Sintra, Basílio Horta, este investimento é “a cara de uma estratégia de descentralização e de proximidade e vem humanizar o território. Com esta obra pretendemos servir milhares de pessoas e famílias, satisfazendo as suas necessidades culturais, fortalecendo assim o sentido de comunidade.” 

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    A Câmara Municipal de Sintra assinou o auto de consignação que marca o arranque da construção do Multiusos de Fitares, num investimento de 2,5 milhões de euros. 

    Segundo adiantam os responsáveis municipais em comunicado, o valor desta empreitada corresponde à criação, de raiz, de um edifício multiusos em Fitares, na freguesia de Rio de Mouro, com dois pisos e implantado num lote com cerca de 6.800 m2, sendo que a sua área total de construção será de 1.034 m2 (incluindo zonas técnicas). 

    Para o presidente da autarquia de Sintra, Basílio Horta, este investimento é “a cara de uma estratégia de descentralização e de proximidade e vem humanizar o território. Com esta obra pretendemos servir milhares de pessoas e famílias, satisfazendo as suas necessidades culturais, fortalecendo assim o sentido de comunidade.” 

    O edifício Multiusos de Fitares, com uma lotação prevista até 270 lugares, pretende, como o nome indica, ter um carácter polivalente e permitir a realização de eventos de várias naturezas tais como espetáculos, conferências, exposições e outras atividades coletivas, constituindo um contributo importante para aumentar a oferta cultural nesta freguesia. 

    O edifício será constituído no R/C por um foyer que integra a recepção com zona para bengaleiro, pequena cafetaria, instalações sanitárias e acesso à cabine de som. O foyer tem acesso direto à sala multiusos onde decorrerão todos os espetáculos e atividades. Do outro lado da sala multiusos existe a área destinada aos artistas com acessos independentes a partir do exterior. Essa zona será constituída por camarins masculinos e femininos incluindo instalações sanitárias, zonas de arrumos de material de cena e posto de socorro. O 1º piso é constituído apenas por áreas técnicas interditas ao público. 

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    Greenvolt e Finançor celebram parceria no solar fotovoltaico

    Este projecto de “grandes dimensões” prevê a instalação de painéis solares fotovoltaicos em nove espaços distintos, desde hotéis a supermercados, mas também em fábricas do Grupo, o que permitirá acelerar o plano de descarbonização e sustentabilidade da empresa açoriana

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    O Grupo Greenvolt, através da Greenvolt Next Portugal, prossegue o seu crescimento na Região Autónoma dos Açores, desta vez em parceria com o Grupo Finançor, para a instalação de um total de 3880 painéis solares através de um contrato de compra e venda de energia de longo prazo (Power Purchase Agreement ou PPA), num modelo de partilha de risco e benefícios.

    Este projecto de “grandes dimensões”, que prevê a instalação de painéis solares fotovoltaicos em nove espaços distintos, desde hotéis a supermercados, mas também em fábricas do Grupo, permitirá acelerar o plano de descarbonização e sustentabilidade da empresa açoriana.

    Numa capacidade instalada de 2,1MW, permitindo gerar 2,6 GWh de energia limpa anualmente, serão abrangidas diversas instalações do Grupo Finançor, desde as unidades hoteleiras, como o Azoris Royal Garden, o Azoris Angra Garden e o Azoris Faial Garden, as lojas Sol-Mar, Pingo Doce e Recheio, assim como as várias unidades fábris que detém na região, como a fábrica de rações, a moagem ou a fábrica de bolachas Mulata.

    “Esta parceria, que se materializa na implementação de soluções de geração de energia fotovoltaica, é representativa das oportunidades que as empresas portuguesas têm numa gestão proactiva das suas necessidades energéticas, optando por modelos eficientes e de partilha de risco. Estamos muito satisfeitos por contribuirmos para um incremento da competitividade do Grupo Finançor, ao mesmo tempo que aceleramos a descarbonização das suas actividades”, adiantou João Manso Neto, CEO da Greenvolt.

    Já o Grupo Finançor vê nesta parceria a oportunidade de “acelerar o seu plano de descarbonização e sustentabilidade”, cuja ambição é “reduzir expressivamente a nossa pegada ecológica nos vários sectores de actividade em que estamos presentes, sendo que esta parceria com a Greenvolt, num modelo de partilha de risco e benefícios, permite-nos avançar de forma mais rápida e estruturada nestes grandes projectos, ainda sujeitos a uma grande burocracia e apertados requisitos técnicos nos Açores que dificultam a sua implementação”, conclui Romão Braz, presidente executivo do Grupo Finançor.

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    Avelino Oliveira, presidente da Ordem dos Arquitectos

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    Arquitectos apresentam estratégia de actuação para a próxima década

    Num documento intitulado Plano 2034, a Ordem dos Arquitectos define um conjunto de acções que antecipam o impacto que obras como o novo aeroporto, a terceira travessia sobre o Tejo e a Alta Velocidade vão ter em diferentes sectores

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    Tendo em conta os desafios que Portugal vai enfrentar na próxima década em termos de intervenções no território, onde se incluem o novo aeroporto, a terceira travessia sobre o Tejo ou o comboio de Alta Velocidade, os arquitectos defendem uma “estratégia conjunta de actuação”, que envolva especialistas, universidades e centros de investigação.

    Num documento intitulado Plano 2034, a Ordem dos Arquitectos define um conjunto de acções que antecipam o impacto que as obras vão ter em diferentes sectores e que foi já entregue a Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação.

    Criar equipas especializadas de arquitectos com experiência relevante em matérias como infraestruturas, urbanismo, planeamento e instrumentos de gestão territorial, mobilidade urbana, transportes ou interfaces é um dos primeiros pontos do documento.

    No âmbito da arquitectura, criar um ‘Think Tank’ com diferentes personalidades que permita reflectir e desenvolver “pensamento estratégico” sobre as diferentes implicações na sustentabilidade urbana e do território nacional.

    Envolver as universidades nacionais de arquitectura e respectivos centros de investigação na introdução imediata de conteúdos para que os seus alunos, os seus docentes e os seus investigadores produzam conhecimento e reflexão já a partir do ano lectivo de 2024/2025 é outro dos pontos em destaque.

    O documento agora apresentado ao Governo será também entregue às entidades públicas envolvidas nestes projectos e aos partidos políticos.

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    Corpo Santo 13 comprado por investidores privados

    Investidores privados compram edifício de escritórios junto ao Cais do Sodré. O imóvel, com 4.020 m2, situa-se numa das esquinas mais movimentadas da zona ribeirinha da capital e é actualmente ocupado pelo Tribunal de Relação

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    A zona ribeirinha junto ao Cais do Sodré, Lisboa, foi palco de uma nova transacção, com a compra do edifício de escritórios Corpo Santo 13 por um conjunto de investidores privados, representados pela consultora imobiliária JLL. O imóvel foi vendido com o apoio da consultora imobiliária Cushman & Wakefield enquanto assessor da parte vendedora.

    Em tempos sede da Companhia de Seguros Fidelidade, o icónico imóvel situa-se numa das esquinas mais movimentadas deste eixo do Cais do Sodré, em pleno Largo do Corpo Santo, e distingue-se, entre outros factores, pela sua visibilidade, ao dispor de três frentes de rua. O edifício é actualmente ocupado pelo Tribunal da Relação.
    Outro ponto forte do edifício agora transaccionado é a sua localização privilegiada, próxima de pontos de transporte de metro, comboio e barco, além de estar no epicentro de um bairro muito apelativo para trabalhar, viver ou usufruir em lazer e turismo, onde a oferta de hotéis, retalho e serviços tem vindo a crescer e qualificar-se.

    Para João Sacadura, co-head of commercial real estate investment na JLL, “este imóvel é um activo muito apetecível com um ocupante de excelência. Mas evidencia-se também pelo potencial de reconversão que tem. Dada a sua excelente localização numa das zonas de Lisboa mais dinâmicas em termos de requalificação urbana, é um imóvel com inúmeras possibilidades no futuro”.

    “Foi com enorme prazer que assessorámos o vendedor nesta transacção. Esta demonstra mais uma vez o interesse de investidores por edifícios de escritórios bem localizados, com inquilinos de qualidade, e que têm ainda a plasticidade de poder eventualmente ser convertidos para outros usos”, acrescenta, por sua vez, Cristina Machado, head of office investment da Cushman & Wakefield.

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