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    Edifício ‘Smart Ocean’ em Peniche avança para construção

    Com uma área bruta de construção de 3097 m2, disponibilizará um espaço de 1230 m2 para acolhimento de empresas e startups no âmbito da ‘Economia Azul’

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    Com uma área bruta de construção de 3097 m2, disponibilizará um espaço de 1230 m2 para acolhimento de empresas e startups no âmbito da ‘Economia Azul’

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    O contrato de empreitada de construção do edifício ‘Smart Ocean – Open Labs’ foi assinado esta sexta-feira, dia 12 de Janeiro. O investimento de cerca de 5,4 milhões de euros, será financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    O evento teve lugar na Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche, na presença de José Maria Costa, secretário de Estado do Mar, e Teresa Coelho, secretária de Estado das Pescas.

    O “Smart Ocean – Open Labs” terá uma área de implantação de 1495 metros quadrados (m2), correspondendo a uma área bruta de construção de 3097 m2, que disponibilizará um espaço de 1230 m2 para acolhimento de empresas e startups, que alojarão projectos de aquacultura, de biotecnologia e de inovação alimentar, funcionando em espaços modulares com possibilidade de serem adaptados de acordo com as necessidades dos parceiros.

    “Esta infraestrutura será um polo de atracção empresarial, de capacitação de empresas e de cooperação entre a economia, a inovação e o conhecimento científico, no sentido de catalisar uma economia regional baseada na exploração sustentável dos recursos marinhos”, destacaram os responsáveis presentes na assinatura.

    O “Smart Ocean – Open Labs” inclui-se no polo de Peniche do Hub Azul, Rede de Infraestruturas para a Economia Azul, iniciativa que tem o objectivo de contribuir para a “descarbonização e para a transformação digital da economia azul”.

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    Novo projecto com assinatura Traçado Regulador (c/galeria de imagens)

    A Traçado Regulador, escritório português dedicado ao desenvolvimento de projectos e à consultoria em arquitectura e engenharia, está a desenvolver a sua terceira moradia em Soltroia

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    Com uma área de 452 m² e implantada num lote com uma área de 909 m2, esta moradia desenvolve-se em dois pisos, de forma muito simples e discreta, com uma localização privilegiada, em linha paralela à costa, proporcionando uma vista deslumbrante, sobretudo a partir de um amplo rooftop, que cria uma segunda zona de lazer na casa.

    O projecto contempla quatro suites, mas está preparado para receber uma quinta suite no futuro. Os espaços interiores debruçam-se sobre uma zona de lazer resguardada, onde domina uma ampla piscina e o firepit.

    Este projecto apresenta uma linguagem moderna e contemporânea, “brincando” com a transparência, os cheios e os vazios, a luz e a sombra, apresentando uma ligação perfeita entre o interior e o exterior, marca dominante dos projectos da Traçado Regulador.

    João de Sousa Rodolfo, arquitecto e CEO da empresa, admite que “este projecto reforça a presença da Traçado Regulador neste condomínio de luxo, abrindo novas oportunidades nesta magnifica zona do país considerada por muitos um refúgio de beleza natural, que conhece neste momento um desenvolvimento sem precedentes”.

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    Mercado imobiliário mais optimista mas ainda em terreno negativo

    A recuperação da procura e a melhoria da conjuntura, marcada por um quadro de abrandamento da inflação e de uma possível inflexão na subida de juros, está a resultar um redireccionamento da oferta futura para a classe média e procura doméstica

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    Os promotores imobiliários estão menos pessimistas quanto ao futuro do mercado residencial, animados pela melhoria na procura e pelas perspectivas mais optimistas quanto à trajectória da inflação e taxas de juro, indicam os mais recentes resultados do inquérito de confiança Portuguese Investment Property Survey (PIPS). Esta é uma iniciativa da Confidencial Imobiliário e da APPII que trimestralmente ausculta os principais promotores imobiliários.
    Embora mantendo-se em terreno negativo, o sentimento relativo à procura nos últimos 3 meses, considerando a evolução das vendas, melhorou significativamente, passando de -70 pontos no 3º trimestre para -44 pontos no 4º trimestre de 2023. Ao mesmo tempo, o sentimento quanto ao preço é de estabilidade, observando-se no 4º trimestre um saldo de +3 pontos.

    Em termos de expectativas para os próximos 3 meses, antecipa-se também uma clara redução da pressão sobre a procura, com o saldo deste indicador a passar de -64 pontos no 3º trimestre para -21 pontos no 4º trimestre. Relativamente aos preços, as expectativas são para que mantenham num registo de estabilidade.

    Esta melhoria de expectativas quanto à procura num quadro de estabilização de preços, reflecte também uma maior confiança na evolução dos indicadores macroeconómicos, num quadro de abrandamento da inflação e de uma possível inflexão na subida de juros. Deste cenário menos pessimista está a resultar um redireccionamento da oferta futura para a classe média e procura doméstica. O PIPS do 4º trimestre de 2023, mostra assim, uma redução do peso de Lisboa nos novos projectos em carteira (de 52% no 3º trimestre para 41% no 4º trimestre), em contraste com as áreas periféricas da Grande Lisboa, cujo peso aumentou de 30% para 44%. Ao mesmo tempo, há uma perda da quota dos empreendimentos dirigidos para a procura internacional (de 24% no 3º trimestre para 18% no 4º trimestre). Os empreendimentos direccionados a ambos compradores nacionais e internacionais também perdem quota (de 52% para 38%), ao contrário dos que são apenas focados na procura doméstica, que agregam 44% dos novos projectos (24% no 3º trimestre).

    “Este novo padrão representa um regresso ao registo que o mercado estava a observar antes do aumento dos juros, que levou ao refúgio dos operadores nos mercados “prime”, mais resilientes”, explica Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário.

    Sem prejuízo de estarem mais confiantes quanto ao futuro, os promotores continuam bastante preocupados com os obstáculos à sua actividade, encabeçados pela burocracia e licenciamento, que continuam a ser identificados como o maior entrave. Comparando com a situação há um ano, alguns factores desgravaram – caso dos custos de construção, talvez não por terem caído, mas por deixarem de ser uma fonte de incerteza na contratação de empreitadas – mas, em contrapartida, contudo, houve um agravamento decorrente da maior instabilidade legal e fiscal, assim como dos actuais riscos políticos. Assim, no cômputo geral, os obstáculos agravaram-se em +15 pontos, dificultando que o mercado reactive a actividade da mesma forma como o poderia fazer num cenário de estabilidade e previsibilidade.

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    Herculano lança nova caixa basculante

    A Herculano, empresa do grupo Ferpinta acaba de lançar o H-NAVI, um basculante com identidade única, construído sob os mais altos padrões de qualidade e que vem reforçar a actividade da empresa no sector da construção 

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    O H-NAVI é um modelo construído com caixa em Hardox 450 e sobre chassi reforçado em tubo estrutural Ferpinta, uma construção sólida e resistente pronta para enfrentar todas as adversidades.

    Possui entre 12 e 22m³ de capacidade de carga e a porta traseira foi desenvolvida com dobradiça de dupla articulação para permitir um maior ângulo de abertura e facilitar a descarga. Permite ainda a combinação de diferentes espessuras (fundo e laterais) e possibilidade de escolha da cor RAL do basculante.

    A Herculano, empresa do grupo Ferpinta e no mercado há mais de 50 anos, produz sobretudo equipamentos para a agricultura, exportando para mais de 20 países. Actualmente dedica-se também ao fabrico de caixas basculantes, alargando a sua área de actividade para este sector.

     

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    Governo dos Açores vai investir mais 13,7M€ na variante à Horta

    A segunda fase da variante à Horta constituirá a principal via de ligação para os movimentos de tráfego de sul (aeroporto) para a zona norte da cidade e freguesia da Conceição, estabelecendo ainda ligação com a ER1-1ª para a praia do Almoxarife. Também o acesso à Escola Secundária Manuel de Arriaga passará a ter um percurso mais rápido e seguro para os utentes provenientes dos Flamengos e das zonas centro e norte da Horta

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    O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, já assinou o contrato da empreitada de construção da segunda fase da variante à cidade da Horta, ilha do Faial.

    Segundo lembra a Secretária Regional com a tutela das infraestruturas, Berta Cabral, “esta intervenção, que representa um investimento global de 13,7 milhões, concretiza mais um projecto inserido no PRR – Componente 7 – Infraestruturas, Rede Viária dos Açores”. “Estamos a cumprir os marcos e metas que o PRR nos impõe, apesar de estarmos perante concursos públicos internacionais muito complexos e demorados. Todas as obras são importantes, mas as que dizem respeito a vias, portos e aeroportos são fundamentais. Vivemos em ilhas e estas são, sem dúvida, as obras mais estruturantes e mais desejadas pelas populações, porque trazem qualidade de vida, encurtam distâncias, aumentam a segurança e permitem a dinamização económica”, acentuou.

    Refira-se que a segunda fase da variante à Horta constituirá a principal via de ligação para os movimentos de tráfego de sul (aeroporto) para a zona norte da cidade e freguesia da Conceição, estabelecendo ainda ligação com a ER1-1ª para a praia do Almoxarife. Também o acesso à Escola Secundária Manuel de Arriaga passará a ter um percurso mais rápido e seguro para os utentes provenientes dos Flamengos e das zonas centro e norte da Horta.

    Para Berta Cabral, “a variante à Horta serve e permite novas oportunidades para a expansão desta cidade, ao mesmo tempo que vai contribuir de forma preponderante para dinamizar toda a economia da ilha do Faial”.

    “Esta é uma via urbana com iluminação, com drenagem de águas pluviais, com passeios, com arborização e com ciclovia. A obra visa dar continuidade à primeira fase da variante e retirar do centro urbano da Horta o tráfego de passagem, assegurando um acréscimo de segurança na circulação rodoviária e maior conforto dos utentes, bem como, diminuir distâncias e tempos de percurso”, adiantou também.

    A variante a construir tem uma extensão de cerca de três quilómetros e integra três interseções giratórias e duas obras de arte na transposição de ruas existentes.
    O projeto preconiza a construção de uma variante com caraterísticas urbanas, com a construção de ciclovia e passeios, bem como a integração paisagística das bermas e áreas envolventes, sendo o perfil transversal, na generalidade do traçado, constituído por faixa de rodagem com três vias, cada uma delas com 3,50 metros de largura, ladeada por valetas e passeios.

    Os trechos com ciclovia bidirecional terão 2,20 metros de largura e toda a plena via é rematada com muros, em blocos de betão pré-fabricados revestidos com pedra basáltica.

    A obra a construir envolve os domínios de terraplenagens, drenagens, pavimentação, sinalização e segurança, iluminação pública, obras acessórias, obras de arte e integração paisagística.

    A empreitada, na sequência de concurso público internacional, foi adjudicada ao consórcio Tecnovia-Açores/Afavias e Marques.

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    Câmara de Faro investe 3,1M€ na construção de nova Escola Básica

    Além da construção das salas para aulas para estes níveis de ensino, serão ainda edificados espaços como uma biblioteca e uma sala polivalente, que face à sua polivalência de usos vão permitir e proporcionar a interação da comunidade escolar e famílias dos alunos em algumas atividades escolares

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    A Câmara de Faro vai investir 3,1 milhões de euros nos trabalhos de construção da nova escola básica na cidade algarvia, tendo mesmo já assinado o ato de consignação da obra.

    A Sociedade Anteros vai ser responsável pela construção da nova Escola Básica Afonso III, uma intervenção que se estima que se prolongue por 450 dias.

    Este novo edifício escolar de ensino básico e jardim infantil, que vai contar com um total de oito salas para o primeiro ciclo e três salas do pré-escolar, será edificado no recinto da Escola EB 2, 3 Afonso III, funcionando de de forma autónoma e destinando-se ao desenvolvimento de atividades educativas para uma faixa etária compreendida entre os 3 os 10 anos de idade.

    Além da construção das salas para aulas para estes níveis de ensino, serão ainda edificados espaços como uma biblioteca e uma sala polivalente, que face à sua polivalência de usos vão permitir e proporcionar a interação da comunidade escolar e famílias dos alunos em algumas atividades escolares.
    Com a construção de mais um novo estabelecimento de ensino, o Município de Faro espera continuar a garantir uma melhoria das condições para a comunidade escolar do concelho.

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    Melom e Querido Mudei a Casa Obras escolhem Coimbra para a sua 13ª Convenção Anual

    O evento, que se realiza esta sexta-feira, dia 16 de Fevereiro, tem como objectivo permitir que as empresas do sector da construção e remodelação discutam o estado actual e as tendências do sector, fortalecendo as parcerias com os stakeholders

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    Presente no mercado há 13 anos, a Melom e o Querido Mudei a Casa Obras (QMACO) escolheram Coimbra para realizar a sua Convenção Anual, que se realiza esta sexta-feira, dia 16 de Fevereiro, no hotel NH Coimbra Dona Inês. Um evento que tem como objectivo permitir que as empresas do sector da construção e remodelação em Portugal discutam o estado actual e as tendências do sector, fortalecendo as parcerias com os stakeholders.

    Durante a convenção, os participantes terão a oportunidade de assistir a uma mesa redonda que contará com a presença de dois oradores convidados, os Iron Brothers, uma dupla de irmãos atletas de triatlo, um deles com paralisia cerebral, e de José Redondo, fundador da reconhecida marca da região Licor Beirão. Os convidados poderão ainda participar em palestras informativas e sessões de brainstorming. Todas as apresentações foram projectadas para promover a colaboração e impulsionar a inovação dentro do sector.

    “Na Melom estamos empenhados em dar apoio aos nossos franchisados na prestação do melhor serviço do mercado, à medida das necessidades dos clientes. Com este evento esperamos inspirar as nossas equipas a construir e remodelar cada vez mais casas de sonho. Para além do ambiente inspirador e propício ao networking, a cidade oferece uma variedade de comodidades e infraestruturas que são uma garantia para o sucesso do evento”, destaca João Carvalho, CEO e co-fundador da Melom.

    Ambas as insígnias continuam a apostar na expansão da sua rede a nível nacional, com especial destaque para a abordagem inovadora no mercado. Com uma rede de franchisados de Norte a Sul, a marca foi reconhecida, recentemente, como sendo “a preferida no sector das obras pelos consumidores portugueses”.

    Entre 2011 e 2017 foi distinguida com seis prémios, quatro dos quais de franchising (start-up do ano, inovação, inovação produto/serviço e expansão) e de 2016 a 2021 conquistou o Marktest Reputation Index na categoria obras em casa. Mais recentemente, foi eleita, pelo quarto ano consecutivo, a marca nº1 na Escolha do Consumidor, na categoria “Obras e Remodelação de Imóveis” e conquistou, na mesma categoria, o Prémio Cinco Estrelas, pelo sexto ano consecutivo.

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    APCC promove Pop Up Talk “Liderar na Era da Disrupção”

    O evento, que visa a discussão do tema da liderança, abordando as novas tendências, desafios e oportunidades, irá decorrer no próximo dia 21 de Fevereiro, no Mercado do Bom Sucesso, no Porto

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    tagsAPCC

    A Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC) vai realizar uma nova ‘Pop Up Talk’. O evento visa a promoção da discussão do tema da liderança na era da disrupção, abordando as novas tendências, desafios e oportunidades. A iniciativa irá decorrer no próximo dia 21 de Fevereiro, no Mercado do Bom Sucesso, no Porto. Durante a sessão será assinado um protocolo entre a APCC e o Programa Pro_Mov.

     As “Pop Up Talks” são conferências que têm lugar em vários espaços comerciais com o objectivo de reunir os diferentes stakeholders, nomeadamente lojistas, fornecedores, gestores, parceiros e todos aqueles que fazem parte do ecossistema dos centros comerciais, em torno da discussão de temas específicos. 

    “Qual o Mindset que permite criar valor em cenários de incerteza extrema e mudança constante?”, é o mote da palestra conduzida por Paula Marques, directora do Futuro do Trabalho da Nova School of Business and Economics. Já o painel de debate com Maria Antónia Cadilhe, investigadora da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, Marta Cunha, head of Transformation da Sonae, Tiago Borges, career business leader da Mercer Portugal, e Vasco Portugal, CEO da Sensei, com moderação de Estela Machado, directora de Informação e de Programas do Porto Canal, é referente ao tema “Disrupção e Capital humano: Desafios e Oportunidades”. 

    Durante o evento será assinado um protocolo entre a APCC e o Pro_Mov, programa desenvolvido no âmbito da iniciativa Reskilling 4 Employment do European Round Table for Industry, que visa contribuir para o aumento das competências dos portugueses em áreas com maior procura de trabalhadores especializados.

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    Mapei vai inaugurar nova fábrica em Cantanhede

    A nova unidade de produção em Portugal está localizada em Cantanhede, inaugura em Março e representa um investimento de 13 milhões de euros. É sinónimo da aposta do grupo internacional de origem italiana no mercado nacional e irá permitir à filial portuguesa aumentar a capacidade produtiva, ampliar a gama de produtos, potenciando o serviço ao cliente

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    A Mapei, empresa líder mundial na produção de produtos químicos para a construção, presente em 57 países com 102 subsidiárias, 90 fábricas e 12.000 colaboradores, investe cerca de 13 milhões de euros na construção da nova fábrica, em Cantanhede. Com 26.500 m² de área total, dos quais 12.000 de área coberta, esta nova unidade produtiva é dotada de tecnologias de vanguarda, que permitirá à filial portuguesa do grupo aumentar a capacidade produtiva, ampliar a gama de produtos, potenciando o serviço ao cliente.

    “Este investimento revela a aposta do grupo no nosso país, para o crescimento do negócio. Com esta nova e moderna fábrica estamos ainda mais preparados para responder às exigências do mercado local, prevendo para 2024 continuar a crescer em termos de segmentos de negócio, aproveitando as oportunidades de mercado e apostando em soluções inovadoras e eco sustentáveis, com o intuito de acrescentar valor à oferta e gama de produtos aos clientes”, afirma Carla Santos, directora-geral da Mapei Portugal.
    A nova estrutura é munida de um grande espaço para a armazenagem dos produtos acabados e da Mapei Academy, que se destina à formação de profissionais.

    Com cerca de 100 colaboradores, a Mapei Portugal tem apresentado um crescimento contínuo, tendo aumentado ano após ano a quota de mercado, a carteira de clientes e a oferta de produtos químicos para a construção. No ano passado, a empresa contou com um volume de facturação na ordem dos 30 milhões de euros, enquanto o grupo internacional facturou 4,2 mil milhões de euros a nível mundial.

    Recentemente, a empresa integrou a Profilpas Portugal, consequência do processo de fusão, uma empresa adquirida pelo grupo Mapei, em 2022, com um armazém em Rio do Mouro, Sintra, especializada em perfis técnicos e de acabamento para o assentamento de cerâmica, madeira, laminados, linóleo e alcatifa.

    Os escritórios centrais da empresa portuguesa estão situados no Parque das Nações, em Lisboa, dotados do Mapei World Lisboa, um espaço para os projectistas inspirarem-se para conceber os projectos do futuro, um conceito do grupo Mapei já implementado em Paris Londres e Milão.

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    Certif com mais 250 clientes em 2023

    Crescimento da actividade reflectiu-se num aumento de 5,4% da facturação e mais de 250 novos clientes, dos quais 38% corresponde à facturação directa no estrangeiro

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    A Certif terminou mais um ano com crescimento da actividade, reflectido num aumento de 5,4% da facturação e com mais cerca de 250 novos clientes.

    Com clientes em 25 países, a facturação directa no estrangeiro representa 38% do volume. Grande percentagem dos certificados emitidos para clientes nacionais serve de suporte a exportações de produtos, graças aos acordos que a Certif subscreve.

    Com o seu core business na certificação de produtos, a certificação de serviços manteve a tendência crescente, no caso 8%, o ano de 2023 mostrou uma total fidelização dos seus clientes, muitos dos quais estenderam o âmbito das suas certificações.

    A actividade da certificação de produtos cresceu 3%, com relevo para os produtos de construção que cresceram 13%, uma área que, em conjunto com a Marcação CE, representa 72% da facturação. Neste âmbito, o maior peso recai na construção, com 78%, seguindo-se a área eléctrica com 13%.

    Com um crescimento de 8%, os serviços, além do Fim do Estatuto de Resíduo, tem o seu principal foco nas empresas que trabalham com gases fluorados, com mais de 1700 certificados válidos e com cerca de 80% do mercado.A certificação conjunta, com produto ou serviço, justifica os cerca de 160 certificados emitidos.

    A Certif actua, também, ao nível do Sistema DAP (Declarações Ambientais de Produto) Habitat, que inclui 35 certificações ao nível de produtos como betão, agregados, argamassas, cerâmicas, cimentos, pavimentos e revestimentos. Em 2023 foram concluídas três novas DAP, estando em curso mais de uma dezena.

    Membro de várias associações europeias e internacionais a CERTIF é subscritora de acordos de reconhecimento que permitem aos seus clientes aceder a várias marcas de outros organismos, bem como a mercados onde a certificação é exigida.

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    Casais vai construir residências universitárias em dois projectos de obra pública

    A construtora portuguesa será responsável pela concepção e construção das Residências Universitárias de Beja e de Valença. Ambos os projectos serão concretizados com base em soluções industrializadas como o sistema híbrido CREE Buildings e outras soluções off-site

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    O Grupo Casais foi seleccionado, em concurso público, para a concepção e construção de duas residências de estudantes, em Beja e em Valença, com soluções próprias industrializadas off-site.

    O projeto da residência universitária de Beja, junto à Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico, prevê uma área de construção de quase 11 mil metros quadrados, com claustro para pátio interior e zona verde não coberta, onde se insere o piso térreo e cerca de três pisos elevados. Esta obra, que arrancou no início de 2024 e assenta na industrialização total, tem um prazo de execução previsto de 510 dias e um valor de empreitada que ronda os 17 milhões de euros. Em termos de áreas, representará espaço para 503 residentes, distribuídos por 327 alojamentos, entre quatros e estúdios, duplos e individuais.

    Já a futura residência universitária de Valença, terá uma estrutura semelhante à de Beja e ficará situada na Avenida Pinto Mota. Com uma área de construção de mil e duzentos metros quadrados, este projeto, também de construção híbrida, tem um prazo de conceção e execução de empreitada previsto de 300 dias. Composta por quartos duplos e individuais, salas de estudo, cozinha, espaços de refeições e espaços de convívio, esta residência possui 24 quartos duplos e 8 quartos individuais e representa um valor de empreitada que ronda os 2 milhões de euros.

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