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    Engenheiros em congresso discutem futuro imediato

    O Porto recebeu a XXIII congresso da Ordem dos Engenheiros. O encontro, que decorre a cada três anos, contou com cerca de mil participantes e teve como lema “A engenharia para o Desenvolvimento”. Durante dois dias abordaram-se as temáticas da habitação, do futuro da mobilidade, as políticas de educação e qualificação e a transição digital

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    A cidade do Porto recebeu o XXIII Congresso da Ordem dos Engenheiros, encontro que registou uma participação recorde de cerca de um milhar de participantes. Entre figuras determinantes e representantes do Governo, passando por empresas e estudantes, o congresso obrigou a olhar para as temáticas da habitação, da transição digital, da mobilidade e das políticas de educação e qualificação dos recursos humanos. Este último um tema central para o desenvolvimento do país.

    “A transição 5.0 que congrega e consolida o digital e o green, carece de decisões fortes e imediatas. Devemos saber fazê-lo enquadrados nas tendências mundiais. Portugal tem, apesar de muito boas iniciativas, de ser um país modernizado desenvolvido e qualificado e enquadrado no espaço europeu, (…) mas carece de muito maior rasgo político e de governação quando se fala de desenvolvimento. Temos que ser mais activos”, defendeu o bastonário da Ordem dos Engenheiro Fernando Almeida Santos.

    Na opinião do responsável, Portugal podia estar noutro patamar – via fundos disponibilizados pela PT 2020, PRR ou PNI 2030 – “temos dimensão orçamental, temos excelência técnica, temos elites, temos ferramentas e desígnios definidos, mas depois falhamos na rápida aplicação, no planeamento adequado e na realidade comparativa com outros países europeus congéneres. Porquê? Falta de decisão atempada, essencialmente, é o que tem acontecido. O que muitas vezes faz com que quando o investimento se faz já não sirva ou não seja o adequado, pois a ideia é a de há mil anos e o resultado não foi actualizado”, lamentou Fernando Almeida Santos. “É Portugal no seu melhor”, ironizou o responsável.

    Para o bastonário da Ordem dos Engenheiros, “é preciso ter coragem política. Temos décadas de investimentos públicos pela frente, com ou sem iniciativa privada envolvida, temos qualidade e capacidade em Portugal”. A Ordem alerta ainda que é preciso dar oportunidade às empresas e aos engenheiros portugueses para que o know how fique. “Não sou contra a entrada de engenheiros estrangeiros, mas sou em desfavor daquilo que depois é a evidência do prejuízo da capacidade. Temos que trabalhar para nós Portugal”, afirmou Fernando Almeida Santos.

    A falta de mão de obra e a fuga para o exterior
    No discurso do bastonário, a falta de profissionais qualificados não foi esquecida. “Só em Portugal temos um défice de cinco mil engenheiros nos próximos 10 anos, se realmente tomarmos decisões”, já para não falar da diáspora portuguesa, “esta fuga de talentos” que é urgente estancar.

    “Defendemos que é preciso um choque salarial adequado a um ajustamento dos reconhecimentos profissionais público e privado. A fuga do sector público para o privado é tao acentuado que já se nota que ficam investimentos por fazer. Mesmo havendo orçamento, vontades públicas e políticas falta de dimensão técnica”, referiu Fernando Almeida Santos. O problema é particularmente sentido pelas autarquias que em 2023 perderam cerca de 1000 engenheiros. “Repor a carreira do engenheiro é o mínimo”, sublinhou o bastonário.
    Fernando de Almeida Santos deixou ainda uma crítica ao Governo, relativamente à aprovação dos novos estatutos das ordens profissionais, que foram aprovadas em Janeiro e vão entrar em vigor em Abril. “A verdade é que com o novo estatuto teremos um novo órgão de supervisão, um provedor externo e acabam os estágios. Grandes novidades que obrigarão a uma nova estruturação da Ordem dos Engenheiros e que irão originar mais custos”.

     

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    Siemens implementa “Sustainable & Smart Campus” em Alfragide

    Neste Campus é possível acompanhar, em tempo real, a concretização do objectivo da neutralidade carbónica até 2030. Considerado um laboratório vivo, onde clientes e parceiros podem experienciar as soluções da Siemens, está estruturado em quatro pilares: sustentabilidade energética, experiência do utilizador, protecção do meio-ambiente e segurança e conforto

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    Nos últimos anos, a Siemens Portugal têm adoptado soluções sustentáveis na sua sede, nomeadamente tecnologias para infraestruturas inteligentes, que incluem, por exemplo, mais de uma centena de carregadores para veículos eléctricos ou uma central fotovoltaica que cobre os telhados de praticamente todos os edifícios, tornando-a num projecto pioneiro em Portugal, de descarbonização, maior independência energética e reduzido impacto ambiental.

    Neste sentido, a empresa desenvolveu em Alfragide o “Sustainable & Smart Campus” que materializa os compromissos da empresa tecnológica com a “sustentabilidade e com a premissa de criar tecnologia com propósito”.

    Neste Campus é possível acompanhar, em tempo real, a concretização de um objectivo mundial da Siemens, o da neutralidade carbónica até 2030. Os resultados registados entre 2019 e 2022 indicam já uma redução das emissões de CO2 em 60% e dos consumos energéticos em 20%.

    O projecto, considerado um laboratório vivo no qual os clientes e parceiros da empresa podem experienciar as soluções da Siemens a operar e a interagir, está estruturado em quatro pilares: sustentabilidade energética, experiência do utilizador, protecção do meio-ambiente e segurança e conforto. Além disso, inclui, por exemplo, um sistema inteligente de controlo da microrrede que integra e optimiza a produção de energia da central fotovoltaica, a ligação à rede eléctrica nacional, a gestão dos vários edifícios, o sistema de armazenamento de energia, o sistema de segurança integrado, bem como a infraestrutura de carregamento de veículos eléctricos, disponível no Campus para todos os colaboradores e visitantes.

    Além disso, 100% da energia consumida em todas as instalações da Siemens Portugal tem origem em fontes renováveis e está em curso a electrificação da frota automóvel da empresa, que conta actualmente com cerca de 40% dos automóveis elétricos ou plug-in.

    Noutra vertente, a sede da Siemens conta ainda com 10 mil metros quadrados (m2) de espaços verdes, com 50 espécies de árvores e arbustos, assim como com uma horta biológica, mantida por colaboradores-voluntários, que já permitiu doar à Refood mais de 500 quilogramas de legumes e fruta.

    “A Siemens tem as tecnologias necessárias para tornar as empresas e as economias mais produtivas, eficientes, flexíveis, sustentáveis e resilientes. Então porque não aplicá-las às nossas próprias instalações? Acreditamos veemente que ‘sem tecnologia não há sustentabilidade’, por isso estamos orgulhosos do ecossistema tecnológico que implementámos no nosso Campus e que pode ser adaptado a outras empresas, independentemente do sector onde operam. Aliás, se pensarmos que a indústria, infraestruturas e transportes são responsáveis por cerca de 75% das emissões globais, o potencial de melhoria e o impacto que as nossas tecnologias podem ter no processo de descarbonização da economia é, portanto, muito significativo”, afirma Fernando Silva, presidente executivo da Siemens Portugal.

    Projectos como este contribuíram para que, a nível global, a Siemens tenha sido incluída pelo CDP (Climate Disclosure Project) na sua Climate Change A List anual, a classificação de performance mais elevada possível.  

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    Osborne+Co e Adriparte desenvolvem novo projecto de escritórios do Porto

    A CBRE e a JLL estão instruídas para comercializar em regime de co-exclusividade o novo projecto de escritórios Mutual, desenvolvido pela Osborne+Co e a Adriparte. O projecto de arquitectura tem a assinatura da Openbook

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    O projecto de escritórios Mutual – Campo Alegre Offices nascerá na Rua do Campo Alegre (central business district da Boavista) através da reabilitação integral de um edifício de serviços com 10.300 metros quadrados (m2) distribuídos por sete pisos, desenvolvido através da joint-venture entre a Osborne+Co e a Adriparte. A CBRE e a JLL estão instruídas para comercializar o projecto em regime de co-exclusividade.

    Além da sua localização e dimensão, entre outras ammenities, destacam-se mais de 1.300m² de zonas exteriores, serviços de concierge, 144 lugares de estacionamento em cave e um amplo rooftop com uma vista panorâmica que permitirá momentos de lazer e bem-estar às equipas que diariamente viverão o novo lifestyle.

    A sustentabilidade é outro dos eixos centrais do projecto: A obra iniciou no final de 2023 e à data da sua conclusão, o edifício reunirá diferentes certificações, entre elas LEED e WELL, sustentadas pelo foco do projecto na saúde e bem-estar dos utilizadores bem como pela ambição de diminuir a sua pegada ecológica colocando a estratégia ESG no centro da intervenção. Neste âmbito, o projecto contará com a instalação de painéis solares, pontos de carregamento e estacionamento de bicicletas, incentivando a mobilidade sustentável e a ecologia.

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    Interdecoração está de regresso de 22 a 25 de Fevereiro

    A Feira Interdecoração está de regresso entre os dias 22 e 25 de Fevereiro, na Exponor. Este é um projecto que proporciona ao sector um espaço privilegiado para a apresentação de novas propostas de interiores, decoração e gift. O evento regressa com a estrutura habitual e um nome que transporta 20 edições, apesar da última ter sido realizada em 2019

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    O certame vai explorar o tema “My Mind. My Home”, que pretende afirmar que a casa é um reflexo da personalidade e bem-estar de cada pessoa. Para atrair os entusiastas do sector, das dinâmicas apresentadas vão destacar-se a “Makers Showcase”, que lança à nova geração de marcas e designers o desafio de apresentarem conceitos criativos. Além disso, também se afirma a dinâmica “Pure Edition”, que apresenta um exercício de criatividade protagonizado pelas empresas representantes e editoras de tecidos. Vai ainda ser apresentada a 2ª edição do Concurso “Interdecoração – A Melhor Loja”.

    Em 2019 o certame passou por uma restruturação ao adoptar a assinatura IDF by Interdecoração. A Exponor volta a rever a proposta que oferece dentro do universo do Design e Decoração. Na edição de 2024 a Interdecoração vai criar um cenário que reúne as principais empresas fornecedoras destes sectores. Entre os dias 22 e 25 de fevereiro, a Feira de Decoração, Design e Gift promete conduzir os visitantes a uma viagem pelos novos conceitos de modernidade e inovação.

    “A nossa intenção foi dar destaque a um nome amplamente reconhecido no mercado, que se mantém presente nos expositores e visitantes. Neste regresso, pretendemos transmitir mudança, recuperar conceitos e trazer à superfície novas realidades. Apesar da actual realidade cada vez mais digital, acreditamos que o concreto e o físico importam, por isso queremos transformar a Interdecoração num momento único de fortalecimento de relações e negócios”, descreve Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor.

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    Simon Mood & Loop: uma composição de luz personalizada

    Simon lança dois Mood & Loop. Estas luminárias podem concentrar a luz ou distribuí-la uniformemente, assegurando um equilíbrio entre o aspecto visual e o desempenho

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    Actualmente, a iluminação desempenha um papel fundamental tanto em ambientes comerciais como residenciais, influenciando tanto a funcionalidade como a estética do espaço. Os modelos Mood & Loop, lançados pela Simon, conferem versatilidade ao design e adaptabilidade à iluminação. Estas luminárias podem concentrar a luz ou distribuí-la uniformemente, assegurando um equilíbrio entre o aspecto visual e o desempenho. Desta forma, a Simon responde eficazmente às necessidades dos utilizadores, proporcionando ambientes que aliam estilo, funcionalidade e bem-estar.

    Luz que oferece infinitas possibilidades de expressão
    Simon Mood transcende os limites convencionais da iluminação, transformando os planos verticais e horizontais em elementos arquitectónicos dinâmicos. Concebida por Ricard Vila, esta luminária oferece uma vasta gama de formatos e elementos decorativos que permitem uma personalização sem precedentes do cenário luminoso. Desde versões que emanam uma luz pura e subtil até opções mais arrojadas em cores fluorescentes.

    A tecnologia de Simon Mood não só transforma a estética dos espaços, como proporciona um excepcional conforto visual. Os utilizadores podem ajustar a tonalidade da luz de acordo com as suas preferências, simulando os ciclos naturais da luz para criar ambientes dinâmicos e acolhedores.

    Iluminação de 360 graus
    Concebido pelo famoso Antoni Arola, Simon Loop representa, por sua vez, uma interpretação contemporânea da tecnologia OLED. O seu design elegante e minimalista cria espaços de formas e luz, conferindo um carácter único a qualquer ambiente. Com uma gama de elegantes acabamentos em preto e branco, estas luminárias integram-se harmoniosamente em qualquer ambiente. É uma solução escalável que pode ser autónoma ou prolongar-se sobre a parede em composições complexas e repletas de matizes.

    Com a capacidade de direccionar a luz a 360 graus, Simon Loop oferece uma vasta gama de possibilidades criativas, desde iluminar áreas específicas até à distribuição em grupos para criar efeitos de iluminação deslumbrantes. A sua luz suave e difusa contrasta com as sombras, criando um ambiente acolhedor e sofisticado.

    Ambos os modelos de iluminação incluem o inovador sistema de instalação X-Less da Simon, que garante uma integração perfeita na parede e uma qualidade de iluminação excepcional. Estas luminárias oferecem ainda a possibilidade de controlar e regular a intensidade da luz, sem necessidade de elementos adicionais. Para quem procura um controlo mais avançado, estão também disponíveis versões compatíveis com equipamentos DALI.

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    Antigas instalações do Arco Têxtil dão lugar a um novo Retail Center

    Localizado em Santo Tirso, o novo retail center irá contar com seis lojas, totalizando 6.600 m² e mais de 150 lugares de estacionamento. A Garcia Garcia será responsável pelo projecto de design and build

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    Em pleno centro de Santo Tirso, nas antigas instalações da Fábrica do Arco Têxtil, surge um novo retail center, desenvolvido pela Garcia Garcia. A construtora é a responsável pelo projecto de design & build, com intervenção ao nível da arquitectura, engenharia e execução da obra.

    A requalificação das antigas instalações do Arco Têxtil, que já proporcionou novas áreas de comércio e de serviços à cidade, dá agora origem a um novo retail center, que irá contar com seis novas lojas, totalizando uma área de 6.600 m² e mais de 150 lugares de estacionamento. O retail irá contar com lojas da Sport Zone, Homa, Rádio Popular, Tienda Animal, Action e KiK, e tem abertura prevista para o final de Abril.

    O empreendimento caracteriza-se por uma localização privilegiada no centro de Santo Tirso, nas proximidades do tribunal e da estação de camionagem e insere-se numa zona em forte desenvolvimento, com instalação de novos espaços de comércio e serviços. Na mesma área está também previsto um projecto habitacional para finais de 2024.

    Ao nível da arquitectura, o projecto vai buscar inspiração às antigas fábricas, com linhas sóbrias onde se destaca o shed industrial, por forma a manter os traços originais e respeitando a estética histórica do local.

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    Alojamento Local: GuestReady recebeu mais de 85 mil reservas em Portugal

    A empresa de gestão de Alojamento Local em Portugal estabelece novos recordes ao registar crescimento superior a 30% do número de reservas e um aumento de 20% das unidades de alojamento sob gestão em 2023 face ao ano anterior

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    A GuestReady empresa líder do sector do Alojamento Local em Portugal e na Europa, anuncia que fechou o ano de 2023 com mais de 85 mil reservas feitas em Portugal nas mais de 1.300 unidades de alojamento que tem sob gestão no país.

    Além de serem novos recordes, os números representam um crescimento superior a 30% do número de reservas e de 20% das unidades geridas em 2023 quando comparado com o ano anterior, valores impulsionados pela recuperação e crescimento do sector do turismo em Portugal durante o ano passado.

    A taxa média de ocupação nacional manteve-se estável, em cerca de 80%, com as regiões do Porto e de Lisboa a registarem as taxas médias de ocupação mais elevadas, próximas dos 85% anuais. Os períodos de 2023 que registaram maior procura por Alojamento Local foram a semana da Páscoa, especialmente no fim de semana prolongado, durante o qual se registou uma taxa de ocupação nacional acima de 90%, com 40% destas reservas feitas por hóspedes de nacionalidade espanhola, e no mês de Agosto, período em que a taxa média de ocupação também superou os 90% em todo o território nacional.

    Das mais de 85 mil reservas de Alojamento Local registadas no ano passado, espanhóis (15%), franceses (14%) e portugueses (14%) destacaram-se como os hóspedes mais frequentes a reservar em Portugal, acompanhados pelos ingleses (8%), alemães (8%), norte-americanos (6%), brasileiros (4%) e italianos (3%). Entre todos os turistas que reservaram em Alojamento Local, a grande maioria (88%) viajou sem crianças.

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    Bankinter Investment e Sonae Sierra lançam ORES Alemanha

    O novo veículo de investimento alternativo direcionado a espaços comerciais no mercado alemão. O ORES Alemanha totalizou um investimento de 200 milhões de euros, com uma carteira de oito grandes superfícies comerciais com contratos de arrendamento a longo prazo e operadores líderes nos setores de alimentação e bricolagem e casa

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    Bankinter Investment SGEIC, sociedade gestora de investimento alternativo do Bankinter, e a Sonae Sierra, acabam de lançar em conjunto o ORES Alemanha, um novo veículo de investimento alternativo destinado a investimentos em espaços comerciais no mercado alemão.

    Actualmente, o ORES Alemanha possui oito activos comerciais, sendo quatro destinados a espaços de supermercados e outros quatro destinados a espaços de bricolagem, formando assim uma carteira de activos conservadora e resiliente ao impacto de diversos ciclos económicos. Todos os activos possuem contratos de arrendamento com cumprimento obrigatório a longo prazo, formalizados com operadores líderes nos segmentos de alimentação e bricolagem e casa na Alemanha, como Edeka, Rewe, Aldi e Obi. O volume total do veículo alcançou um investimento de 200 milhões de euros.

    A ORES Alemanha proporciona aos seus investidores acesso a imóveis comerciais de alta qualidade no mercado alemão, ao mesmo tempo que oferece uma alta visibilidade de fluxos de caixa, gerando um dividendo recorrente e estável desde o primeiro ano de investimento. O Bankinter Investment será a entidade responsável pela gestão do veículo, enquanto a Sierra, já presente no mercado alemão, será responsável pela gestão da carteira de imóveis.

    O lançamento deste veículo destaca a importância estratégica da Alemanha como mercado principal para as actividades de investimento e gestão de activos a longo prazo da Sierra. Para o Bankinter Investment, representa a entrada do seu negócio de investimento alternativo neste país.

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    Goparity abre campanha de investimento com o foco na habitação acessível

    A campanha, em conjunto com a empresa In-Vest, procura angariar 100 mil euros que permitirão contribuir para a reabilitação de uma ruína no Concelho de Almeirim

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    A plataforma de finanças éticas Goparity lançou uma nova campanha, em conjunto com a empresa In-Vest, que tem como foco a melhoria da sustentabilidade do parque habitacional para a classe média e média baixa. Esta campanha com a In-Vest permitirá à comunidade contribuir para a reabilitação de uma ruína no Concelho de Almeirim para proporcionar, a preços acessíveis, o acesso a habitação energeticamente eficiente.

    A In-Vest surge com vista a contribuir com soluções para a crise habitacional em Portugal, propondo-se a usar o parque habitacional inactivo e a disponibilizá-lo às classes económicas que compõem a maior parte da população do País, mas para as quais mais escasseia produto habitacional.

    Esta campanha procura angariar 100 mil euros, por forma a garantir a melhoria da eficiência energética e hídrica deste imóvel, bem como o seu conforto térmico, impactando positivamente quem nele vai viver e contribuindo para a criação de alojamento em zonas urbanas. Todos podem participar neste projecto através da plataforma, com investimentos a começar nos cinco euros, que renderão juros anuais de 5,6%, pagos mensalmente durante 16 meses.

    Segundo Nuno Brito Jorge, cofundador e CEO da Goparity, “não há como negar que a crise na habitação é um dos maiores problemas que enfrentamos. O projecto da In-Vest é um exemplo de como é possível o sector privado contribuir com soluções acessíveis, adequadas e ambientalmente responsáveis. Fazer parte de projectos onde modelos de negócio fortes se colocam lado a lado com o impacto social e a ecologia está totalmente alinhado com a missão da Goparity”.

    “Tanto nas finanças, como na sustentabilidade ambiental, podemos colher melhores frutos se nos focarmos no médio-longo prazo. O que nos entusiasma na parceria com a Goparity é a força enorme que um grupo com o mesmo propósito pode ter e que fará com que juntos possamos recuperar casas desativadas e dar-lhes de novo vida – uma vida sustentável”, declaram Joana Pereira e Ricardo Roseta, cofundadores da In-Vest.

    A principal missão da Goparity é a democratização do acesso ao financiamento sustentável, ligando empresas e indivíduos que querem investir em projetos com impacto positivo nas pessoas e no planeta. Em Novembro de 2023, a Goparity atingiu a meta dos 30 milhões de euros investidos por mais de 35 mil membros registados. Os projectos financiados através da plataforma permitiram impactar positivamente cerca de 89 mil pessoas, criar quase cinco mil postos de trabalho e contribuir para evitar a emissão de 25 mil toneladas de emissões de CO2 para a atmosfera todos os anos.

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    Novo projecto com assinatura Traçado Regulador (c/galeria de imagens)

    A Traçado Regulador, escritório português dedicado ao desenvolvimento de projectos e à consultoria em arquitectura e engenharia, está a desenvolver a sua terceira moradia em Soltroia

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    Com uma área de 452 m² e implantada num lote com uma área de 909 m2, esta moradia desenvolve-se em dois pisos, de forma muito simples e discreta, com uma localização privilegiada, em linha paralela à costa, proporcionando uma vista deslumbrante, sobretudo a partir de um amplo rooftop, que cria uma segunda zona de lazer na casa.

    O projecto contempla quatro suites, mas está preparado para receber uma quinta suite no futuro. Os espaços interiores debruçam-se sobre uma zona de lazer resguardada, onde domina uma ampla piscina e o firepit.

    Este projecto apresenta uma linguagem moderna e contemporânea, “brincando” com a transparência, os cheios e os vazios, a luz e a sombra, apresentando uma ligação perfeita entre o interior e o exterior, marca dominante dos projectos da Traçado Regulador.

    João de Sousa Rodolfo, arquitecto e CEO da empresa, admite que “este projecto reforça a presença da Traçado Regulador neste condomínio de luxo, abrindo novas oportunidades nesta magnifica zona do país considerada por muitos um refúgio de beleza natural, que conhece neste momento um desenvolvimento sem precedentes”.

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    Mercado imobiliário mais optimista mas ainda em terreno negativo

    A recuperação da procura e a melhoria da conjuntura, marcada por um quadro de abrandamento da inflação e de uma possível inflexão na subida de juros, está a resultar um redireccionamento da oferta futura para a classe média e procura doméstica

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    Os promotores imobiliários estão menos pessimistas quanto ao futuro do mercado residencial, animados pela melhoria na procura e pelas perspectivas mais optimistas quanto à trajectória da inflação e taxas de juro, indicam os mais recentes resultados do inquérito de confiança Portuguese Investment Property Survey (PIPS). Esta é uma iniciativa da Confidencial Imobiliário e da APPII que trimestralmente ausculta os principais promotores imobiliários.
    Embora mantendo-se em terreno negativo, o sentimento relativo à procura nos últimos 3 meses, considerando a evolução das vendas, melhorou significativamente, passando de -70 pontos no 3º trimestre para -44 pontos no 4º trimestre de 2023. Ao mesmo tempo, o sentimento quanto ao preço é de estabilidade, observando-se no 4º trimestre um saldo de +3 pontos.

    Em termos de expectativas para os próximos 3 meses, antecipa-se também uma clara redução da pressão sobre a procura, com o saldo deste indicador a passar de -64 pontos no 3º trimestre para -21 pontos no 4º trimestre. Relativamente aos preços, as expectativas são para que mantenham num registo de estabilidade.

    Esta melhoria de expectativas quanto à procura num quadro de estabilização de preços, reflecte também uma maior confiança na evolução dos indicadores macroeconómicos, num quadro de abrandamento da inflação e de uma possível inflexão na subida de juros. Deste cenário menos pessimista está a resultar um redireccionamento da oferta futura para a classe média e procura doméstica. O PIPS do 4º trimestre de 2023, mostra assim, uma redução do peso de Lisboa nos novos projectos em carteira (de 52% no 3º trimestre para 41% no 4º trimestre), em contraste com as áreas periféricas da Grande Lisboa, cujo peso aumentou de 30% para 44%. Ao mesmo tempo, há uma perda da quota dos empreendimentos dirigidos para a procura internacional (de 24% no 3º trimestre para 18% no 4º trimestre). Os empreendimentos direccionados a ambos compradores nacionais e internacionais também perdem quota (de 52% para 38%), ao contrário dos que são apenas focados na procura doméstica, que agregam 44% dos novos projectos (24% no 3º trimestre).

    “Este novo padrão representa um regresso ao registo que o mercado estava a observar antes do aumento dos juros, que levou ao refúgio dos operadores nos mercados “prime”, mais resilientes”, explica Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário.

    Sem prejuízo de estarem mais confiantes quanto ao futuro, os promotores continuam bastante preocupados com os obstáculos à sua actividade, encabeçados pela burocracia e licenciamento, que continuam a ser identificados como o maior entrave. Comparando com a situação há um ano, alguns factores desgravaram – caso dos custos de construção, talvez não por terem caído, mas por deixarem de ser uma fonte de incerteza na contratação de empreitadas – mas, em contrapartida, contudo, houve um agravamento decorrente da maior instabilidade legal e fiscal, assim como dos actuais riscos políticos. Assim, no cômputo geral, os obstáculos agravaram-se em +15 pontos, dificultando que o mercado reactive a actividade da mesma forma como o poderia fazer num cenário de estabilidade e previsibilidade.

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