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    A Vila Galé vai recuperar um hotel já existente, em Isla Canela

    Imobiliário

    Vila Galé vai abrir três hotéis este ano, um em parceria com o dono da Zara

    Num almoço com a imprensa, que serviu para a apresentação dos resultados do último ano, o presidente da Vila Galé anunciou que além da unidade em Espanha, em Abril vai também ser inaugurada a unidade da Figueira da Foz, naquela que é uma parceria com o multimilionário espanhol Amâncio Ortega

    Ricardo Batista

    A Vila Galé vai recuperar um hotel já existente, em Isla Canela

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    Vila Galé vai abrir três hotéis este ano, um em parceria com o dono da Zara

    Num almoço com a imprensa, que serviu para a apresentação dos resultados do último ano, o presidente da Vila Galé anunciou que além da unidade em Espanha, em Abril vai também ser inaugurada a unidade da Figueira da Foz, naquela que é uma parceria com o multimilionário espanhol Amâncio Ortega

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    O Grupo Vila Galé vai avançar com a abertura de três unidades hoteleiras este ano, uma delas assinalando a estreia de um novo destino. A abertura do Vila Galé Isla Canela, previsivelmente em Abril, vai permitir o alargamento da actividade do grupo liderado por Jorge Rebelo de Almeida a Espanha, juntando-se assim às actividades existentes no Brasil e Cuba. Esta unidade vai nascer junto à praia com o mesmo nome, na Costa de la Luz, Huelva, edifício com arquitetura e decoração de influência árabe, com total remodelação das áreas públicas de clientes em 2025 e em 2026 vai fazer a total remodelação dos quartos.

    Num almoço com a imprensa, que serviu para a apresentação dos resultados do último ano, o presidente da Vila Galé anunciou que além da unidade em Espanha, em Abril vai também ser inaugurada a unidade da Figueira da Foz, naquela que é uma parceria com o multimilionário espanhol Amâncio Ortega, fundador do grupo Inditex, dono de marcas como a Zara. A Vila Galé vai colocar a sua experiência na gestão do emblemático Grande Hotel da Figueira, após uma renovação profunda de quartos e áreas públicas. Contará com 102 quartos, dois restaurantes, bar, piscina exterior e Satsanga Spa & Wellness;

    Já para Dezembro está prevista a inauguração do Collection Sunset Cumbuco, no Brasil, ‘paredes meias’ com o Vila Galé Cumbuco, este inaugurado em 2010. Trata-se de uma unidade com 124 quartos, três restaurantes e bares, Satsanga Spa & Wellness, campo polidesportivo, centro náutico e clube infantil NEP com piscinas e escorregas, num investimento estimado de 80 milhões de reais (aproximadamente 15 milhões de euros à taxa actual de câmbio), numa localização privilegiada sobre a Lagoa de Cauipe e ‘pé na areia’, na praia do Cumbuco. A Lagoa de Cauipe é o paraíso do Kitesurf, onde decorre o campeonato internacional desta modalidade.

    Além destes investimentos, o Grupo tem também em marcha mais três unidades hoteleiras que serão inauguradas em 2025, nomeadamente o Vila Galé Casas de Elvas, o Paço do Curutelo (Ponte de Lima) e o Collection Ouro Preto (Brasil). Na mesma ocasião em que Jorge Rebelo de Almeida anunciou as propostas de alargamento da oferta da cadeia de hotéis, o presidente da Vila Galé assegurou que 2023 representou o melhor ano de sempre para as receitas do grupo, tendo atingido 275 milhões de euros. O Brasil representa 42% dos resultados apurados, em grande parte fruto da exitosa operação do Vila Galé Alagoas, o décimo empreendimento da rede no Brasil que foi inaugurado em 2022.

    Com 42 hotéis em Portugal, Brasil e Cuba, o grupo Vila Galé teve receitas totais 20% superiores ao que havia sido registado em 2022. Em Portugal, onde conta com 31 unidades, o grupo atingiu um volume de negócios de 158 milhões de euros, mais 16,77% do que no exercício anterior, incluindo o impacto dos quatro hotéis abertos no ano passado – Vila Galé Collection Monte do Vilar, Vila Galé Collection São Miguel, Vila Galé Nep Kids e Vila Galé Collection Tomar. No total, registaram-se mais de um milhão de quartos ocupados e 2,15 milhões de dormidas, com os clientes portugueses a pesarem 38% neste total. Seguiram-se o Reino Unido (14,5%), Alemanha (8%), Irlanda (5%) e Espanha (5%), EUA (2,92%) e Brasil (2,77%).

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    Solyd avança com novas unidades em Loures

    A promotora lança mais 30 novos apartamentos, com tipologias T1 a T4, a partir dos 260.000€, no empreendimento ÉLOU. O projecto da Solyd, em Loures, representa um investimento de 75 milhões de euros

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    A Solyd Property Developers inicia a comercialização de 30 novos apartamentos no projecto Élou, com tipologias T1 a T4, localizado em Santo António dos Cavaleiros no concelho de Loures. Estas novas unidades juntam-se aos 106 apartamentos, que foram lançados no ano passado e que já estão 83% vendidos.

    O Élourepresenta um investimento estimado de 75 milhões de euros e é o mais recente projecto urbano da Solyd às portas de Lisboa, composto por um total de 266 apartamentos, distribuídos por 17 edifícios, num condomínio fechado.

    Os 30 apartamentos, agora disponibilizados para comercialização, oferecem tipologias T1 a T4, com áreas de construção privativa totais (incluindo áreas exteriores) entre os 85 e os 209 m2, e com varandas e terraços até 119m2. O preço destes apartamentos inicia-se nos 260.000€ (T1).

    O Élou pretende revolucionar a oferta existente no concelho de Loures, a poucos minutos da capital, beneficiando de bons acessos rodoviários, transportes públicos (incluindo proximidade à nova linha violeta de metro), escolas, ginásios, serviços de saúde e comércio.

    Desenvolvido e desenhado pela equipa de arquitectura e projecto da promotora, liderada pela arquitecta Cristina Rocheta, o novo condomínio fechado conta com apartamentos dotados de áreas amplas, excelentes acabamentos, generosas janelas e varandas. O empreendimento inclui ainda um amplo jardim privativo com cerca de 4 000 m2, piscina exterior, ginásio, kids club, sala multiusos, átrios decorados e estacionamentos privativos.

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    Arrendamento de luxo a nível global abranda, mas cidades portuguesas são excepções 

    De acordo com o mais recente relatório da Knight Frank, parceira da portuguesa Quintela e Penalva desde 2021, o mercado das rendas no sector do imobiliário de luxo está a começar a abrandar, com a taxa anual a ficar nos 5,2% considerando os últimos 12 meses, situação inversa ao registado nas cidades portuguesas do Porto e Lisboa e na município de Cascais

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    O valor referido é inferior aos 8,1% registados no segundo trimestre e representa o nível mais baixo observado desde o terceiro trimestre de 2021, embora as rendas ainda estejam a subir acima da tendência da taxa de longo prazo registada no período pré-pandémico.

    O Prime Global Rental Index, agora divulgado, abrange 10 cidades (Sydney, Auckland, Londres, Singapura, Genebra, Toronto, Mónaco, Tóquio, Hong Kong e Nova Iorque), as quais registam um aumento anual médio de 5,2% até Dezembro de 2023. Esta é também a primeira queda trimestral observada desde o primeiro trimestre de 2021. Numa perspectiva trimestral, o crescimento médio das rendas, a nível mundial, diminuiu -0,6%, proporcionando algum alívio aos inquilinos.

    O relatório da Knight Frank considera que, à semelhança do que acontece na maioria dos mercados de arrendamento residencial, o segmento de luxo não está imune ao desfasamento crónico entre a oferta e a procura que se tem vindo a observar desde há mais de três anos. No entanto, embora a procura se mantenha forte, a capacidade de os inquilinos continuarem a acompanhar o aumento das rendas está condicionado por uma questão de acessibilidade financeira. Este facto, juntamente com uma ligeira melhoria na oferta do arrendamento, está a limitar o ritmo de crescimento das rendas.

    Olhando em detalhe para as cidades abrangidas pelo Prime Global Rental Index, Nova-Iorque, cujas rendas de luxo caíram todos os meses nos últimos trimestres, surge em último lugar no top 10, com os seguintes valores: -0,3%, a nível anual, e -2,5%, considerando o crescimento trimestral. Ainda assim, existem indícios, ainda fracos, de que a disponibilidade financeira dos arrendatários esteja a melhorar.

    Já o crescimento anual das rendas no centro de Londres, cidade que ocupa o terceiro lugar, é de 7,9%, o valor mais baixo em dois anos, indicando uma tendência de arrefecimento à medida que a procura e a oferta se reequilibram. E embora o mercado de arrendamento de Sydney tenha suavizado ligeiramente, o crescimento anual é de 18,1% e o trimestral de 4%, estando por isso no topo da lista.

    “Nos últimos três anos, os principais mercados mundiais de arrendamento de luxo registaram um dos booms mais fortes de que há registo, combinando uma tempestade perfeita, de uma baixa oferta reforçada pela reduzida conclusão de novas construções e uma renovada e forte procura, apoiada por mercados de trabalho saudáveis”, diz Liam Bailey, global head of research da Knight Frank. Apesar do actual abrandamento das rendas, o investigador argumenta que os mercados de arrendamento deverão normalizar durante os restantes meses de 2024.

    Arrendamento continua a crescer no Porto, Cascais e Lisboa
    Já em Portugal, segundo dados da Quintela e Penalva, o mercado de arrendamento continuou a valorizar ao longo de 2023. Nos últimos 12 meses (dez22 a dez23), o maior crescimento registado foi no Porto (15,9%), seguido de Cascais (12,5%) e de Lisboa (12,3%). E se na capital os preços das rendas aumentaram sobretudo nos apartamentos, em Cascais foram as moradias que mais valorizaram, com um aumento de 19%.
    Para Francisco Quintela, sócio fundador da Quintela e Penalva, “o aumento registado reflecte a tendência global da falta de oferta face à procura, por um lado, mas também o crescente interesse dos investidores de buy-to-rent em projectos que estão a ser lançados no mercado’

    O Alex Koch de Gooreynd, responsável pelos mercados suíço, austríaco e português na Knight Frank sublinha que “o interesse global pelo Porto tem continuado a aumentar, não só devido à qualidade de vida oferecida, mas também pelos investidores, atraídos pelos preços atractivos dos novos projectos que geram elevados rendimentos de arrendamento”.

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    GRACE organiza encontro para debater “Rumo a um sector imobiliário sustentável”

    Iniciativa traz a discussão os desafios e as oportunidades que o sector imobiliário enfrenta, face ao desafio e à exigência de tornar-se mais sustentável

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    A associação empresarial GRACE – Empresas Responsáveis, organiza o evento “Rumo a um Sector Imobiliário Sustentável”, no dia 5 de Março. Mota-Engil, Vanguard Properties e Sonae Sierra são algumas das empresas que irão debater o tema em análise. A participação é gratuita e as inscrições já estão disponíveis.

    O evento surge com o propósito de discutir os desafios e as oportunidades que o sector imobiliário enfrenta, face aos desafios e às exigências da sustentabilidade, tendo em conta que, actualmente, o sector é responsável por mais de 1/3 das emissões de gases com efeito de estufa na Europa.

    Para Margarida Couto, Presidente do GRACE – Empresas Responsáveis, em representação da Vieira de Almeida, “o sector imobiliário é um dos que mais medidas legislativas atrai no contexto do European Green Deal, tendo em conta os objectivos ambientais europeus e o impacto actual que tem na poluição do meio ambiente. O objectivo da neutralidade carbónica, até 2050, não poderá ser atingido sem a descarbonização deste sector, cuja relevância social oferece também reflexão. Assim, nesta iniciativa, pretendemos abordar com vários dos principais stakeholders do mercado, o que pode ser feito para acelerar a jornada rumo à construção de um sector mais sustentável”.

    A iniciativa será aberta por Amílcar Lourenço, Administrador Executivo Santander Portugal, seguido de Margarida Couto, Presidente do GRACE. A primeira apresentação da manhã, que ficará a cargo de ohannes Kreißig, CEO do German Sustainable Building Council, que irá abordar os “Desafios e Oportunidades no novo contexto regulatório do European Green Deal”

    José da Silva Almeida, director SHEQ e ESG na Mota-Engil, Maria João Martins, corporate sustainability manager do Grupo ACA, Vitor Vermelhud, coordenador do departamento técnico de betão, da SECIL Portugal, e Guilherme Camello, sustainability manager da Saint Gobain, irão debater “Como construir um sector sustentável”, numa mesa-redonda que irá contar com a presidente do GRACE como moderadora.

    As “Oportunidades de Sustentabilidade – da concepção à promoção”, serão trazidas por Manuel Collares Pereira, scientific adviser da Vanguard Properties, Isabel Santos, founder da Greenlab, Elsa Monteiro, sustainability director da Sonae Sierra, e João Jesus, head of sustainability & operations da Nhood, com a moderação de Victor Ferreira, professor catedrático da Universidade de Aveiro no departamento de engenharia civil e presidente da direcção Centro Habitat Cluster Habitat Sustentável.

    “Financiar o Investimento Imobiliário Sustentável” será o tema em discussão, por António Fontes, responsável da área de fomento à construção, Santander Portugal, e Florence Ricou, CEO da Insula Capital, que com a moderação de João Mestre, membro da direcção do GRACE, em representação da Fidelidade, irão analisar a importância do financiamento do investimento imobiliário sustentável para assegurar a transição energética do sector e impulsionar a inovação de que depende o desenvolvimento de novas tecnologias, o surgimento de novas soluções de construção, de renovação e de gestão de portfolio.

    O encerramento, estará a cargo de Nathalie Ballan, membro da direcção do GRACE, em representação da Sair da Casca.

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    Xiaomi anuncia nova estratégia “Human X Car X Home”

    A Xiaomi apresenta aos mercados globais, o seu ecossistema inteligente “Human x Car x Home” no MWC Barcelona 2024. O Xiaomi SU7, como parte essencial desse ecossistema, estreia-se no palco internacional, representando a visão  da Xiaomi para um futuro inteligente, no qual todas as necessidades do utilizador são satisfeitas dentro de um ecossistema inteligente

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    “Na Xiaomi, a tecnologia estará sempre centrada na humanidade. A nossa inovação é concebida, em primeiro lugar e acima de tudo, com base nas necessidades dos nossos utilizadores. “Human x Car x Home” personifica isto, o nosso compromisso em fornecer experiências abrangentes e melhor conectadas. Ao integrar pessoas, carros e casas, pretendemos criar uma inter conectividade de ponta a ponta, para além de tudo o que existe actualmente”, afirmou Daniel Desjarlais, Director of Communications da Xiaomi International. “Convidamos os participantes do MWC a descobrir em primeira mão como a visão da Xiaomi está a transformar conceitos futuristas em realidades, mudando a forma como nos ligamos.”

    Também foram exibidos os recém-lançados Xiaomi 14 Series e Xiaomi Pad 6S Pro 12.4, juntamente com uma gama de dispositivos AIoT avançados, preparados para elevar a experiência de vida inteligente. A área Xiaomi Imagery Technology oferece uma visão de perto da integração da tecnologia de lentes de última geração da Leica nos smartphones Xiaomi, enquanto o CyberDog 2 demonstra o vasto portefólio da Xiaomi aos visitantes.

    A transição da Xiaomi de “Smartphone x AIoT”, para o ecossistema “Human x Car x Home” funde dispositivos pessoais, produtos domésticos inteligentes e automóveis. Isto facilita a conectividade perfeita de dispositivos de hardware, a coordenação em tempo real e os avanços de condução, bem como a colaboração com parceiros da indústria. Mais do que um avanço tecnológico de código aberto, o Xiaomi HyperOS apresenta inovação ao nível do sistema, concebido para promover a colaboração sem obstáculos entre dispositivos e garantir operações consistentes em todas as áreas da plataforma de vida inteligente integrada da Xiaomi. Como base do ecossistema inteligente “Human x Car x Home”, integra mais de 200 categorias de produtos, incorporando 600 milhões de dispositivos globais e abrangendo mais de 95% dos cenários de utilização.

    O primeiro produto do Xiaomi EV, o Xiaomi SU7, está posicionado como um “sedan ecológico de alto desempenho” que promete ultrapassar os limites do desempenho, da integração do ecossistema e do espaço móvel inteligente. Juntamente com o design do Xiaomi SU7, a Xiaomi desenvolveu as cinco principais tecnologias de carros elétricos: E-Motor, Bateria Integrada CTB, Xiaomi Die-Casting, Condução Autónoma Xiaomi Pilot e Cabine Inteligente. Apoiada por um investimento de mais de 10 mil milhões de RMB (cerca de 1.3 mil milhões de euros) em I&D, e por uma equipa global de mais de 3.400 engenheiros e 1.000 especialistas técnicos em áreas-chave, a Xiaomi produziu um veículo capaz de mudar o panorama tecnológico.

    No MWC, a Xiaomi apresentou ainda um robô quadrúpede de vanguarda bio inspirado: o CyberDog 2. Com um sistema de detecção de fusão e de tomada de decisões que utiliza 19 sensores de visão, tacto e audição, este robô foi concebido para reproduzir os movimentos, a aparência e as interacções de um cão real, exemplificando o espírito pioneiro da Xiaomi e o seu empenho em ultrapassar os limites da robótica. A natureza de código aberto da sua tecnologia sustenta um ecossistema preparado para a personalização e para a programação, desbloqueando possibilidades criativas ilimitadas para os programadores.

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    Estudo: Construção com blocos e cânhamo permite reduzir custos em cerca de 20%

    “Uma das maiores vantagens da construção com blocos de cânhamo é a redução das operações associadas, pois não há necessidade de colocação de isolamento ou paredes duplas. Com uma única operação, é possível finalizar todo o processo, tornando-o mais rápido, eficiente e convencional”, explica Elad Kaspin, director da Cânhamor

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    Depois de anunciar a construção de uma nova unidade fabril em território nacional, a empresa portuguesa Cânhamor levou a cabo um estudo, junto de especialistas do sector, com o objectivo de perceber os custos por metro quadrado de parede. Em comparação com a construção convencional, a utilização de blocos de cânhamo prevê uma redução do custo de construção em cerca de 20%, avança o estudo.

    “Uma das maiores vantagens da construção com blocos de cânhamo é a redução das operações associadas, pois não há necessidade de colocação de isolamento ou paredes duplas. Com uma única operação, é possível finalizar todo o processo, tornando-o mais rápido, eficiente e convencional. Ao mesmo tempo, o produto tem uma base local, uma produção mais simples e é mais protegido por valores como a energia, gás, transporte e outros.”, explica Elad Kaspin, director da Cânhamor.

    “Estamos a trabalhar para desmistificar a utilização de cânhamo no sector e temos vindo a sentir que a procura de materiais mais alternativos e ecológicos está a aumentar. As pessoas com uma consciência ambiental maior procuram soluções alternativas ao convencional e optam por trabalhar com esta solução 100% ecológica”, conclui.

    Em comparação com uma construção convencional, a utilização dos ECOblocos prevê uma redução dos custos que pode chegar aos 35% na construção de paredes internas. Já na construção de paredes externas, a poupança pode variar entre os 18% e os 22%. Estes valores já incluem as questões operacionais, tais como a mão de obra, o tempo e os materiais utilizados.

    “É claro que existem outras soluções com as quais não conseguimos competir, como é o caso dos painéis de isolamento feitos em XPS ou EPS, uma vez que se se trata do material mais barato do mercado. No entanto, apesar de serem materiais eficientes termicamente, são tóxicos e não resolvem o problema da humidade e respirabilidade. Para além disso, são muito inflamáveis e possuem uma pegada carbónica elevada”, acrescenta.

    A nova unidade fabril da empresa está prevista estar operacional no último trimestre do ano. Com um investimento de 15 milhões de euros, esta vai ser única fábrica do mundo a controlar todo o processo produtivo, desde a matéria-prima até ao fabrico e venda do produto final.

    Para além de permitir aumentar 30 a 50 vezes mais a produção, os planos da empresa passam por trabalhar directamente com a comunidade local e incentivarem os agricultores a produzirem a matéria-prima, aumentar os postos de trabalho, encurtar o tempo de produção e reduzir os custos e o preço da venda do produto final.

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    Jardins D’Avenida ‘nascem” junto ao Parque da Cidade da Póvoa de Varzim

    Promovido pelo Grupo Vendeiro, estando a assinatura do projecto de arquitectura a cargo do Atelierdacosta. A mediação está a cargo da Medium, com escritórios na Póvoa de Varzim

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    Está em fase de arranque a construção de 38 novos apartamentos do empreendimento Jardins D’Avenida, na Póvoa de Varzim, que correspondem ao terceiro de quatro blocos previstos na zona Norte da cidade, na União de Freguesias da Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai. Promovido pelo Grupo Vendeiro, estando a assinatura do projecto de arquitectura a cargo do Atelierdacosta. A mediação está a cargo da Medium, com escritórios na Póvoa de Varzim.

    Quando concluído, o empreendimento Jardins D’Avenida terá quatro edifícios. Os blocos A e B estão em finalização, tendo sido iniciada a comercialização do bloco C, que contará com 38 apartamentos, distribuídos em oito pisos, com as tipologias T2, T3 e T4. As obras de construção do Bloco C do empreendimento Jardins D’Avenida deverão estar concluídas no final de 2025.

    Com áreas brutas entre 86,2 metros quadrados (m2) e 172,1 m2, os imóveis estão à venda em planta por valores a partir dos 243 mil euros.

    Equipados com soluções tecnológicas como bomba de calor e piso radiante, os apartamentos do empreendimento Jardins D’Avenida garantem um ambiente confortável durante todo o ano. “Além disso, contam com painéis fotovoltaicos para uma abordagem energética mais sustentável”, explica Rúben Costa, director comercial da Medium.

    Cada unidade dispõe de garagens fechadas, para maior segurança dos veículos dos moradores. As cozinhas e as casas de banho têm como acabamentos soluções premium de tonalidades claras e padrões distintos, criando um ambiente luminoso e requintado. “Este empreendimento é um convite para desfrutar de um estilo de vida contemporâneo, combinando conforto, tecnologia e conveniência num dos locais mais desejados da Póvoa de Varzim”, considera Rúben Costa.

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    Rui Torgal, director-geral ERA Portugal

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    Preço médio de venda de imóveis na Madeira sobe +9% 

    De acordo com a ERA Portugal, com base num estudo feito com base nos dados relativos à operação da sua rede imobiliária na Região durante o ano de 2023, o preço médio de venda dos imóveis na região rondou os 200 mil euros

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    Com base na operação da rede no Arquipélago, o preço médio de venda dos imóveis na região rondou os 200 mil euros. Este valor representa um aumento de aproximadamente +9% em relação aos 183 mil euros registados no ano anterior.

    De acordo com a ERA Portugal, com base num estudo feito com base nos dados relativos à operação da sua rede imobiliária na Região durante o ano de 2023. Os números evidenciam uma tendência generalizada de subida do preço médio de venda face a 2022, numa proporção que está bem acima da média nacional.

    Para Rui Torgal, CEO da ERA Portugal, a explicação para esta tendência é simples: “O mercado imobiliário da Madeira enfrenta o mesmo problema estrutural que o do continente: oferta demasiado limitada para tanta procura. Nesta região o problema adensa-se porque, como sabemos, é muito procurada por estrangeiros com elevado poder de investimento que apreciam a qualidade de vida, clima e segurança que se vive na região”.

    O aumento dos preços verificou-se tanto nos apartamentos, como nas moradias, com um crescimento na ordem dos 29% e de 5%, respectivamente. No entanto, os apartamentos acabam por se destacar ao passarem de aproximadamente 170 mil euros para 219 mil euros em média, com particular relevância nos concelhos do Funchal, Ponta do Sol e Santa Cruz.

    Em sentido contrário, os terrenos passaram de um valor médio de 112 mil euros em 2022 para 83 mil euros em 2023 (-26%).

    Neste indicador, é importante referir, ainda, que os preços de todas as tipologias, desde T0 a T4, aumentaram de 2022 para 2023. No entanto, são os apartamentos T2 (+20%), T0 (+25%) e T1 (+23%) que registam maior subida de preços. Na ponta oposta encontram-se os apartamentos T4 cuja subida foi apenas de 1%.

    Relativamente ao perfil dos compradores, o ‘TOP4’ das nacionalidades dos clientes que mais compraram na Madeira em 2022 era composto por portuguesa, britânica, alemã e norte-americana. Em 2023 mantêm-se todas, alterando-se a ordem no ranking entre Alemanha e Reino Unido, à exceção dos Estados Unidos que são ultrapassados pela Bélgica.

    Já para Nélia Neves, franquiada da ERA Funchal Sé, existem quatro motivos que justificam este fenómeno: “Forte procura do mercado estrangeiro e pouca oferta. Mesmo com o mercado residente a perder poder de compra devido à subida das taxas de juro, a procura estrangeira colmatou em grande parte essa diferença; muitos estrangeiros a estabelecerem-se definitivamente na Madeira (lazer, reforma ou trabalho remoto); estrangeiros que compram imóveis para rentabilizar / arrendar; e, por fim, a subida de preços tem também origem na grande quantidade de investidores na Madeira, que dispõem de muito capital para investir e revender”.

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    Broadway Maylan assina renovação do Hotel Mundial

    O projecto de requalificação, que visa recuperar o glamour dos anos 60, terá uma duração prevista de três anos. Além da renovação dos quartos, o ponto central do projecto será a abertura da entrada original, criando uma conexão ao bar do hotel. No primeiro andar, irá ser remodelado o terraço exterior, criando ligação directa com o restaurante

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    Marcado pelo movimento modernista de meados do século XX, o Hotel Mundial, em Lisboa, vai ser objecto de uma profunda remodelação para responder “à crescente procura de alojamento turístico de alta qualidade na cidade”.

    Gerido pela PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection, o “icónico” hotel foi projectado por Porfírio Pardal Monteiro, que com a sua “vincada e distinta” personalidade, marcou a trajectória estética citadina. Desde a sua inauguração, em 1958, o hotel foi alvo de quatro extensões diferenciadas. Para 2024 está previsto o início do projecto de requalificação, numa visão totalmente integrada e que visa recuperar o glamour dos anos 60 e cuja “missão” foi atribuída à Broadway Malyan.

    “O Hotel Mundial ocupa um lugar importante na transformação de Lisboa numa cidade moderna e global e estamos muito satisfeitos por trabalhar com a Broadway Malyan, para garantir que o hotel continue a fascinar e a encantar os seus hóspedes e clientes durante muitos anos. Estamos a trabalhar no presente e a preparar o future”, afirma Miguel Andrade, director geral de Operações da PHC Hotels.

    Como parte do projecto, a Broadway Malyan irá remodelar as áreas comuns do hotel, incluindo a recepção, lobby e bar, que vai passar a ter esplanada e que apresenta um novo conceito de restauração. No piso 1, toda a área de restauração vai ganhar uma nova disposição, tirando maior partido da luz natural e da vista para a futura Praça do Martim Moniz. Ainda neste piso nasce uma área de reuniões e eventos que de seis passam oito salas, todas com luz natural.

    “O Hotel Mundial era diferente de tudo o que existia na cidade quando foi inaugurado há 65 anos, criando um marco contemporâneo impressionante num dos bairros mais históricos de Lisboa. Nos últimos anos, a cidade registou uma explosão de investimento, com a Baixa Pombalina a emergir como um dos bairros mais vibrantes da cidade, e estamos muito entusiasmados por ter a oportunidade de ajudar a transformar o Hotel Mundial e recuperar a sua posição como um dos principais destinos hoteleiros da cidade”, destaca Margarida Caldeira, directora global hospitality da Broadway Malyan e responsável pelo escritório de Lisboa.

    As obras de requalificação, com uma duração prevista de três anos, terão início nos pisos 0 e 1 e nos seguintes anos com a renovação dos seus quartos, que passam a ser 317, com 10% de suites nos pisos 8 e 9 e 10% comunicantes.

    O ponto central do projecto será a abertura da entrada original, criando uma conexão ao bar do hotel, que ajudará a potenciar uma nova ligação entre a unidade e a sua localização urbana privilegiada e que vai permitir criar uma relação de maior proximidade entre as áreas do lobby/recepção e bar.

    No primeiro andar, o Hotel Mundial irá remodelar o terraço exterior, criando ligação directa com o restaurante, bem como um centro de negócios com uma nova recepção para um conjunto de salas de reuniões. Está, ainda, previsto a criação de um jardim no pátio já existente.

    Além do Hotel Mundial, o portfólio da PHC Hotels inclui o Portugal Boutique Hotel e a My Suite Lisbon Guest House – Príncipe Real, e, recentemente, o Convent Square Hotel Vignette Collection. Todas localizadas no coração de Lisboa, cada unidade hoteleira tem a sua própria identidade e conceito diferenciador.

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    Messe Frankfurt adquire participação na LightFair

    Com mais de 500 empresas expositoras e milhares de compradores importantes, a LightFair é o maior evento de iluminação arquitectónica e comercial da América do Norte. A próxima edição está prevista para os dias 4 a 8 de Maio de 2025, no Las Vegas Convention Center

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    As feiras LightFair em Las Vegas e Nova Iorque vão integrar a rede internacional da marca Light + Building, da Messe Frankfurt. Desta forma, a Messe Frankfurt irá organizar a feira comercial de cinco dias, juntamente com uma conferência de acompanhamento para a Associação Internacional de Designers de Iluminação (IALD) e a Illuminating Engineering Society (IES).

    A próxima edição da LightFair está prevista para os dias 4 a 8 de Maio de 2025, no Las Vegas Convention Center.

    Como enfatiza Wolfgang Marzin, presidente e CEO da Messe Frankfurt, “com a vasta experiência dos nossos parceiros IALD e IES na América do Norte e o histórico da Messe Frankfurt como organizadora das principais feiras internacionais de tecnologia de construção, esta decisão estratégica permite-nos, também, aplicar a nossa experiência nos EUA”.

    Com mais de 500 empresas expositoras e milhares de compradores importantes, a LightFair é o maior evento de iluminação arquitectónica e comercial da América do Norte. Focada na inovação, com um espaço de exposição voltado para a experiência, muitos produtos novos, networking e uma ampla gama de oportunidades, a LightFair estabelece novos padrões para design de luz e tecnologias de iluminação inovadoras nos Estados Unidos.

    “O IES está muito orgulhoso de ser parceiro neste relançamento da LightFair. Esperemos que a nova união com o IALD e a Messe Frankfurt traga uma nova perspectiva e consolide o evento como obrigatório para todos na área de iluminação. Ao reunir a experiência e as comunidades únicas destas três organizações, a LightFair proporcionará o espaço para aprender, interagir e inovar de uma forma nunca vista”, explica Colleen Harper, directora executiva da Illuminating Engineering Society.

    A parceria com a LightFair aumenta a rede internacional da marca Light + Building para um total de treze eventos em todo o mundo. Desta forma, também, a Messe Frankfurt está presente em mercados em crescimento como a Ásia, América do Sul e Médio Oriente, com feiras comerciais de iluminação e tecnologia de construção.

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    Emanuelle Investments promove empreendimento de 28M€ em Rio Tinto

    Com piscina, parque infantil, campo de padel, um espaço lounge comum e uma área de co-working, o ‘Oásis Emanuelle’ está direccionado para jovens casais e famílias à procura da sua primeira habitação. A sua construção deverá estar concluída em 2026

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    É em Gondomar, mais concretamente na Avenida da Conduta, em Rio Tinto, que está a nascer um condomínio privado com piscina, parque infantil, campo de padel, um espaço lounge comum e uma área de co-working. Chama-se ‘Oásis Emanuelle’ e, como o nome indica, promete ser um “verdadeiro oásis” para jovens casais e famílias à procura da sua primeira habitação. Promovido pela Emanuelle Investments, o investimento ronda os 28 milhões de euros.

    “O Oasis Emanuelle é um condomínio privado concebido para aqueles que apreciam as coisas boas da vida – desde vistas desafogadas a interiores requintados e uma enorme área verde privada. Quisemos criar o projecto perfeito para famílias e casais jovens, que desse a sensação de viver um estilo de vida luxuoso, mas que, ao mesmo tempo, tivesse uma excelente relação de qualidade-preço”, explica Tamir Benaim, business development and director of Sales da Emanuelle Investments.

    “Como parte desta visão, Rio Tinto pareceu-nos a escolha certa: para além do acesso ao Porto ser fantástico, tem tudo o que precisa à volta do projeto, como transportes públicos – metro e autocarros -, supermercados, cafés, ginásios, escolas, restaurantes e muito mais”, conclui.

    O Oásis Emanuelle conta com 104 apartamentos, distribuídos por sete pisos, de tipologias T1, T2, T3 e T4, com áreas entre os 53 e 165 metros quadrados (m2). Todas as unidades disponibilizam áreas exteriores, como varandas ou terraços, uma arrecadação e, pelo menos, um lugar de estacionamento.

    O projecto já está em comercialização e as vendas estão a “superar todas as expectativas” da promotora, que vendeu 60% das fracções em quatro dias. As tipologias já não se encontram disponíveis, mas os preços das tipologias T2 começam nos 232 mil euros. A construção deverá estar concluída dentro de dois anos.

    Em Portugal desde 2017, a Emanuelle Investments é uma empresa promotora imobiliária especializada em encontrar investimentos imobiliários exclusivos no Porto que aposta na oferta de uma solução habitacional para casais e famílias de classe média-alta.

    Com o objectivo de “reforçar o plano de expansão a Norte do país”, a empresa tem, também, em construção outros dois projectos da empresa em Leça da Palmeira, o Astro e o Astro Sul. São ao todo mais de 130 apartamentos que deverão estar concluídos até ao final deste ano. Também em Águas Santas, na Maia, encontra-se a desenvolver o projecto Lumina, com 45 apartamentos. Para já, não faz parte dos planos da marca a expansão a território nacional.

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