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    Vulcano promove curso técnico de modos de preparação de Águas Quentes Sanitárias

    Com uma duração de 6 horas, este curso proporcionará aos formandos várias aprendizagens acerca de conceitos de calor, energia e potência, conhecimento sobre os sistemas de produção de A.Q.S., sistemas instantâneos, sistemas de acumulação, bombas de calor A.Q.S, contribuição dos sistemas solares térmicos para a produção das A.Q.S., bem como a legislação aplicável

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    Com uma duração de 6 horas, este curso proporcionará aos formandos várias aprendizagens acerca de conceitos de calor, energia e potência, conhecimento sobre os sistemas de produção de A.Q.S., sistemas instantâneos, sistemas de acumulação, bombas de calor A.Q.S, contribuição dos sistemas solares térmicos para a produção das A.Q.S., bem como a legislação aplicável

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    O Instituto de Formação Vulcano (IFV), espaço de formação e certificação dos profissionais de hoje e do futuro nas áreas de água quente, energia solar térmica e climatização, divulga o seu curso técnico online de Modos de Preparação de Águas Quentes Sanitárias.

    A formação terá lugar nos dias 28 e 29 de fevereiro de 2024, em formato online, em horário pós-laboral. Destina-se a instaladores, técnicos-comercias recém-licenciados e projetistas que têm o objetivo de dar os primeiros passos na área ou aprofundar conhecimentos.

    Com uma duração de 6 horas, este curso proporcionará aos formandos várias aprendizagens acerca de conceitos de calor, energia e potência, conhecimento sobre os sistemas de produção de A.Q.S., sistemas instantâneos, sistemas de acumulação, bombas de calor A.Q.S, contribuição dos sistemas solares térmicos para a produção das A.Q.S., bem como a legislação aplicável.

    Os formandos ficarão capacitados para identificar e caracterizar os diferentes modos e preparação de A.Q.S., selecionar o sistema de produção A.Q.S. que melhor se adequa a cada instalação, através da estimativa de consumos e custos energéticos, e ainda a valorizar a integração dos sistemas solares térmicos na produção das A.Q.S.

    Atualmente, tendo em conta a crescente competitividade verificada no mercado laboral, é cada vez mais valorizada a qualificação de um profissional do setor, sobretudo vinda de um instituto de excelência.

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    MVGM lança app para garantir “uma gestão ainda mais eficiente”

    Esta aplicação encontra-se em fase de implementação no Centro Via Rápida, Porto e será pioneiro em Portugal. Implementada com sucesso em Espanha, há pouco mais de um ano, esta plataforma oferece uma “gestão inovadora” de activos imobiliários

    A MVGM aposta na inovação com o recente lançamento em Portugal da app AXSET. Projectada para oferecer uma experiência diferenciada facilitando a gestão diária dos clientes, inquilinos, lojistas e outros utilizadores.

    Esta aplicação encontra-se em fase de implementação no Centro Via Rápida, Porto e será pioneiro em Portugal. Implementada com sucesso em Espanha, há pouco mais de um ano, esta plataforma oferece uma “gestão inovadora” de activos imobiliários.

    Organizada em três módulos fundamentais: Comunidade/Social, Controlo e Business Intelligence (BI), a plataforma oferece um sistema simples para controlar o acesso e fazer reservas de espaços, bem como para se inscrever em eventos realizados no próprio ativo. Para além disso, inclui um Gateway de pagamento que permite a comercialização de serviços através da integração com Paypal ou Stripe.

    Ana Santos, directora de Operações da MVGM em Portugal, enfatiza o compromisso da empresa com a inovação, afirmando que a empresa está dedicada a “impulsionar a inovação na gestão de activos” e, nesse sentido, desenvolveu esta ferramenta que permite aos proprietários tomar “decisões informadas baseadas em dados reais, facilita os inquilinos no reporte de incidências e permite aos Property Managers e fornecedores saber em tempo real a existência  das mesmas possibilitando uma célere gestão/resolução”.

    O desenvolvimento da app, foi liderado por uma equipa multidisciplinar composta por profissionais experientes de diversos departamentos, incluindo Inovação e Análise de Dados, Marketing e Experiência do Utilizador, bem como gestores de activos. Esta colaboração transversal garantiu a funcionalidade da aplicação, validando processos quer para os gestores, quer utilizadores finais.

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    Vulcano lança formação sobre Fundamentos de Climatização

    A formação terá lugar nos dias 20 e 21 de Março de 2024, em formato online, em horário pós-laboral e destina-se a instaladores, técnicos-comerciais, recém-licenciados e projectistas

    O Instituto de Formação Vulcano (IFV), espaço de formação e certificação dos profissionais de hoje e do futuro nas áreas de água quente, energia solar térmica e climatização, lança o curso técnico online de fundamentos de climatização.

    A formação terá lugar nos dias 20 e 21 de Março de 2024, em formato online, em horário pós-laboral. Destina-se a instaladores, técnicos-comerciais, recém-licenciados e projectistas que pretendam iniciar-se nesta área ou aprofundar conhecimentos.

    Com uma duração de seis horas, este curso proporcionará aos formandos várias aprendizagens relativamente aos conceitos básicos da climatização, nomeadamente, aquecimento, arrefecimento, ventilação e controlo de humidade, bem como dos tipos de sistemas de climatização.

    Os formandos ficarão capacitados para identificar os parâmetros básicos associados ao estudo do ar, as suas propriedades e implicações no conforto térmico, e também identificar e caracterizar os diferentes tipos de sistemas de climatização, em termos de requisitos.

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    Edificio de escritórios

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    Cushman & Wakefield e Savills / Predibisa comercializam ICON Douro

    As áreas disponíveis para arrendamento variam entre 750 m2 e 1500 m2 e serão entregues em open space. O edifício ICON Douro faz parte do empreendimento ICON, que é composto por dois edifícios de escritórios com a assinatura do arquitecto Luís Pedro Silva

    A Cushman & Wakefield e a Savills/Predibisa foram mandatadas para comercializar dois pisos no edifício ICON Douro, propriedade do Grupo Ageas. As áreas disponíveis para arrendamento variam entre 750 m2 e 1500 m2 e serão entregues em open space, sistema de AVAC em funcionamento, pavimento técnico sobre elevado, instalações sanitárias e tecto falso com iluminação embutida.

    O edifício ICON Douro faz parte do empreendimento ICON, que é composto por dois edifícios de escritórios com a assinatura do arquitecto Luís Pedro Silva, totalizando mais de 22 mil m2, 168 unidades de Service Apartments, nove mil m2 de espaços verdes, assim como espelhos de água, ginásio, restaurantes, cafés e pontos de carregamento de veículos eléctricos.

    Além disso, o empreendimento beneficia de uma localização “estratégica”, “bem servido” a nível de transportes públicos e com acesso directo à VCI e AEP, a cerca de cinco minutos do Nó de Francos.

    De acordo com Maria João Pinto, consultora de escritórios da Cushman & Wakefield no Porto, o ICON Douro oferece “conforto, mobilidade, acessibilidade e sustentabilidade” e que de destaca pela sua “diferenciada e imponente” arquitectura.

    “Pensado no bem-estar de quem o ocupa, existe uma diversidade de serviços que o complementam o que, do ponto de vista da retenção de talento, sabemos que é um factor chave para as empresas que pretendem ver os escritórios em pleno funcionamento”, acrescenta.

    Também Graça Cunha, associate offices, na Savills / Predibisa,destaca o “notável” ICON Douro como um dos locais “mais apreciados para trabalhar, tanto pelo valor acrescentado que o projecto apresenta e oferece às empresas, como pelo conjunto de acessibilidades e características complementares, tais como pisos em open space, bastante luz natural e excelentes acabamentos, praticamente pronto a ocupar”.

    De salientar, que o edifício prima, ainda, pela eficiência e cumpre altos padrões de sustentabilidade, possuindo painéis fotovoltaicos e a certificação BREEAM very good.

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    Um português entre os finalistas ao prémio europeu de Arquitectura Contemporânea

    A Comissão Europeia e a Fundació Mies van der Rohe revelaram os sete finalistas que irão concorrer ao Prémio da União Europeia de Arquitectura Contemporânea 2024 — Prémios Mies van der Rohe, cinco na categoria Arquitectura e dois na categoria Emergente

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    Já estão seleccionados os sete finalistas ao prémio bienal “Mies van der Rohe”, cinco na categoria Arquitectura e dois na categoria Emergente. Portugal tinha três candidatos entre os 40 projectos em shortlist anunciada em Janeiro, entre eles a Praça e Posto de Turismo do Piódão, com assinatura do atelier Branco del Rio, que é agora um dos finalistas na categoria Emergente. Na mesma categoria concorre a Biblioteca Gabriel García Márquez em Barcelona (Catalunha, Espanha), da autoria da SUMA Arquitectura.

    As cinco obras de arquitectura finalistas são a Galeria de Arte Contemporânea Plato em Ostrava (Morávia-Silésia), da autoria do gabinete KWK Promes, o Pavilhão de Estudos no Campus da Universidade Técnica de Braunschweig (Baixa Saxónia), da autoria dos arquitectos alemães Gustav Düsing & Max Hacke, a Escola Reggio em Madrid, da autoria de Andres jaque/escritório de inovação política, o Renascimento do Convento Saint-François em Sainte-Lucie-de-Tallano/Santa Lucia de Tallà (Córsega), da autoria de Amelia Tavella Architectes, e o Hage em Lund (Condado de Scania), da autoria de Brendeland & Kristoffersen Architects.
    O anúncio do vencedor do prémio e do vencedor emergente está previsto para o final de Abril e a cerimónia de entrega dos prémios decorrerá no dia 14 de Maio de 2024, no Pavilhão Mies van der Rohe, em Barcelona.

    O finalista português
    A aldeia de Piódão, na serra do Açor, surge-nos, a concurso com a reabilitação do seu Posto de Turismo e a Praça que lhe é adjacente, num projecto conduzido pela dupla do estúdio de arquitectura de Coimbra Branco Del Rio, criado pelos arquitectos Paula del Rio e José Branco.
    O seu espaço aberto e desafogado é o principal acesso à aldeia de ruas ingremes. Ao longo dos anos a praça foi sendo ocupado para estacionamento e o projecto de reabilitação devolveu o seu uso aos habitantes. A intervenção descrita como “silenciosa”, privilegiou o uso dos materiais e soluções construtivas locais. “As árvores existentes, a estátua, a iluminação pública, foram preservadas. O novo pavimento foi construído com o mesmo material e técnica de toda a aldeia, o xisto, seguindo uma tradição dominada pelos construtores locais.

    As árvores plantadas, na entrada da praça, são cerejeiras autóctones.
    Os dois alpendres, nos acessos ao Posto de Turismo e Sanitários Públicos, foram construídos com uma delicada estrutura de colunas metálicas e vigas de madeira, e cobertos com lajes de ardósia, à semelhança de todas as coberturas da aldeia.
    A abordagem global do design visa contribuir para um arranjo onde é difícil compreender o que é novo e antigo, evitando prejudicar a ligação dos habitantes locais ao local”, justificam os seus autores.

    A ligação entre a sustentabilidade cultural e material concorre para a fixação de novos habitantes neste interior tão recuado do país, assim se espera.

     

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    Atelier espanhol Batlleiroig escolhido para projecto da Quinta do Morgadinho

    Albert Gil Margalef , CEO do atelier, vê o futuro da Quinta do Morgadinho como “um jardim infinito que resulta numa sequência de espaços naturais de grande beleza” e que se irá fundir com as casas de “design único e sustentável”

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    O gabinete espanhol Batlleiroig foi o seleccionado para o desenvolvimento do projecto de arquitectura do empreendimento Quinta do Morgadinho, em Vilamoura, que se encontra a ser promovido pela sociedade gestora de fundos Bondstone.

    Após a celebração do Contrato-Promessa Compra e Venda (CPCV) da Quinta do Morgadinho, em 2023, a Bondstone tem vindo a trabalhar no conceito e no projecto de arquitectura, com o objectivo de disponibilizar ao mercado um produto “residencial de topo, com base em padrões elevados de sustentabilidade, tendo em conta a localização privilegiada do empreendimento e também a evolução do estilo de vida”.

    Assim, para o concurso de ideias foram convidados três gabinetes de arquitectura – Gensler, Studio MK27 e Batlleiroig, que durante seis meses colaboraram com a Bondstone nas propostas apresentadas.

    “Todas as propostas apresentadas eram bastante atractivas, e em linha com o que ambicionávamos, mas o projeto desenvolvido pela Batlleiroig foi o que se destacou pela inovação que trará ao mercado, o respeito pelo ambiente, e pela apresentação de soluções que irão contribuir para a preservação dos recursos naturais durante todas as fases do projeto, e posteriormente, na sua vivência.”, destaca Frederico Pedro Nunes, chief operating officer da Bondstone.

    Naquele que é o primeiro projecto da Batlleiroig em Portugal, Albert Gil Margalef , CEO do atelier destaca o “entusiasmo” por terem sido seleccionados.

    “Na Batlleiroig, vemos o futuro da Quinta do Morgadinho como um jardim infinito que resulta numa sequência de espaços naturais de grande beleza que potenciam as condições naturais do local. Neste jardim infinito, a natureza irá fundir-se com as casas de design único e sustentável, promovendo o bem-estar dos futuros residentes, e um estilo de vida que tira partido da comunidade sem descurar a privacidade”.

    A Quinta do Morgadinho fica localizado numa floresta de 68,5 hectares, a cinco minutos da marina de Vilamoura, das praias e de toda a oferta associada. O projecto será apresentado a 2 de Maio no Salão Imobiliário de Lisboa (SIL).

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    Tiko adquire Housell com o objectivo de criar “a maior agência imobiliária digital” a nível ibérico

    A Tiko assume o controlo da Housell a partir desta terça-feira, dia 20 de Fevereiro, e estende a sua presença a todas as regiões de Espanha. O AVIV Group, que detinha até agora a Housell, passa a ter uma participação minoritária na Tiko

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    A Tiko, a marketplace de compra e venda de casas, acaba de adquirir a Housell, empresa de serviços imobiliários. Esta operação reforça a estratégia de negócio da Tiko e converte-se na “maior agência imobiliária digital a operar em Espanha e Portugal”.

    Assim, e através da aquisição da Housell, a Tiko dá o primeiro passo com vista a multiplicar por 10 o volume das suas transacções imobiliárias e atrair mais de 700 consultores nos próximos 12 meses.

    Sem revelar os valores envolvidos no negócio, a Tiko assume o controlo da Housell a partir desta terça-feira, dia 20 de Fevereiro, e estende a sua presença a todas as regiões de Espanha, tornando-se na maior agência imobiliária digital. O AVIV Group, que detinha até agora a Housell, passa a ter uma participação minoritária na Tiko.

    “Com a aquisição da Housell, a Tiko consolida a sua liderança como a mais importante empresa imobiliária digital de Espanha”, diz Ana Villanueva, cofundadora e CEO Iberia da Tiko. “A Tiko e a Housell colaboram com sucesso desde há vários anos, por isso, estou bastante entusiasmada por dar mais um passo com o Guillermo Llibre e com a sua equipa. Um passo que reforça a nossa estratégia de negócios para 2024”, conclui Ana Villanueva.

    “Estamos muito felizes por nos juntarmos ao projecto Tiko e poder contribuir com toda a nossa experiência para melhorar o processo de compra e venda de casa, algo que faz parte do ADN de ambas as empresas. Por via desta operação vamos redefinir o panorama imobiliário e estamos muito orgulhosos por fazer parte deste conceito”, afirma Guillermo Llibre, CEO da Housell.

    Em Portugal, a Tiko já opera no Porto, Lisboa e Setúbal e com perspectiva de aumentar a sua presença nos próximos meses. Tendo como objectivo “oferecer ao cliente uma experiência de compra e venda fácil e rápida”, a Tiko passa, também, a oferecer um acompanhamento total por parte dos melhores profissionais do sector imobiliário. Para tal, a Tiko criou a Impulsa, uma plataforma criada pela proptech para facilitar o trabalho dos consultores no seu dia a dia, através de múltiplos serviços no mesmo local e em ambiente online.

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    Programa de trainees do Grupo Casais com nova edição

    A construtora portuguesa retoma o programa de trainees “Arte e Engenho”, que no passado reteve 95% dos jovens na empresa após o primeiro ano. O prazo de candidaturas é entre 19 de Fevereiro e 8 de Março

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    O Grupo Casais volta a desenvolver o Programa Arte e Engenho, um projecto anual com o objectivo de desafiar e motivar jovens talentos a enfrentar os desafios de um mercado dinâmico e prepará-los para uma vida profissional de sucesso.

    A 16ª edição deste programa de trainees consiste em nove meses de estágio remunerado, acompanhamento de um tutor que terá o intuito de orientar o estágio e garantir que as linhas condutoras são aplicadas de forma eficaz. Ao longo deste período, os seleccionados irão ter oportunidade de experimentar a passagem por diferentes áreas e ainda poderão estar três meses na esfera internacional.

    Para as candidaturas a esta iniciativa, é necessário ser portador de uma licenciatura nas áreas procuradas pela empresa, assim como ter estudado numa das universidades de referência e mostrar motivação e ambição de aprender e crescer neste mercado.

    “O Programa Arte e Engenho é um motivo de orgulho para o Grupo Casais, pois está pensado para criar uma dinâmica onde podemos transmitir os conhecimentos que desenvolvemos a jovens talentos interessados e com potencial para também acrescentar à empresa. Procuramos perfis que estejam alinhados com a nossa cultura e ADN, que valorizem um percurso internacional e que tenham perseverança. Acreditamos na inovação para a transformação do sector e para este ponto também uma cultura de partilha, curiosidade, motivação são importantes focos. Este programa permite-nos criar impacto positivo na sociedade, que é um dos grandes objectivos do grupo”, comenta António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais.

    As candidaturas poderão ser submetidas a partir do dia 19 de Fevereiro e até ao dia 8 de Março, através do site do programa. Já o processo de selecção será composto por três fases, todas elas eliminatórias, onde, através de dinâmicas de grupo, serão seleccionados os finalistas.

    A empresa tem concentrado o seu foco na construção sustentável, inovação e tecnologia, com o desenvolvimento de vários projectos de construção híbrida, através do sistema CREE e da implementação de soluções off-site industrializadas.  Desenvolveu recentemente o novo posicionamento: “Well Built for Well Living”, que traduz o compromisso que o Grupo assume.

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    Exportações de cortiça ascendem 1.232 M€ em 2023 e batem novo recorde

    As exportações portuguesas de cortiça atingiram o valor histórico de 1.232M€ em 2023, um novo recorde do sector, correspondendo a um crescimento de cerca de 2%, face a 2022. Vendas para os EUA sobem 10%, consolidando a posição do país como segundo melhor mercado nacional, depois da França

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    A balança comercial ultrapassou pelo terceiro ano consecutivo os 900 milhões de euros, tendo atingido os 938 milhões de euros, graças a uma taxa de cobertura das importações pelas exportações de 4,2 vezes, um desempenho sólido que demonstra a importância e a competitividade do sector no mercado internacional e o grande valor acrescentado para a economia portuguesa.

    As exportações para os EUA cresceram para 214 milhões de euros, tendo ultrapassado pela primeira vez na história a barreira dos 200 milhões. Consolidou assim o segundo lugar na hierarquia depois de França e à frente de Espanha, Itália e Alemanha respectivamente 3º, 4º e 5º do ranking.

    As rolhas de cortiça continuam a ser o principal produto exportado em valor tendo crescido 2,1% e tendo ultrapassado pela primeira vez os 900M€. De acordo com João Rui Ferreira, secretário-geral da APCOR, “estes resultados confirmam a resiliência das nossas empresas, suportada pela performance dos seus produtos e pela estratégia de valorização de toda a fileira”. “Enquanto sector que exporta mais de 90% da sua produção, a conjuntura internacional continua a ser um factor preponderante no nosso desempenho, não estando o sector imune ao ajustamento das cadeias de abastecimento e ao abrandamento significativo na procura. Este facto foi evidente ao longo do ano, marcado por um primeiro trimestre de forte crescimento e os restantes de equilíbrio com os períodos homólogos do ano anterior.”, explica João Rui Ferreira.

    A APCOR destaca o facto de a cortiça ser um material único do ponto de vista das suas credenciais, técnicas e ambientais, ter uma clara preferência de profissionais e de consumidores e o sector estar alinhado com os grandes desafios globais, seja na sustentabilidade seja num modelo de economia circular.

    “É por tudo isto que apesar da actual conjuntura, encaramos o futuro com optimismo. Num sector estratégico para o país, nas diferentes dimensões da sustentabilidade: ambiental, económica e social e de forma a consolidar a liderança mundial, será necessário reforçar e activar rapidamente os programas de promoção internacional, bem como dar continuidade ao desenvolvimento tecnológico do sector”, conclui o secretário-geral.

     

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    STET lança novo website de máquinas usadas

    A Cyclica representa uma aposta firme na economia circular, ao prolongar os ciclos de vida dos equipamentos, reduzindo substancialmente a utilização de matérias-primas e os gastos energéticos no fabrico de novos componentes

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    tagsSTET

    O Grupo Tesya, empresa mãe da STET, anunciou o lançamento da Cyclica, uma plataforma internacional que pretende ser uma “referência global para o desenvolvimento sustentável na indústria”.

    A nova plataforma dispõe de um stock de milhares de máquinas, motores, peças e outros equipamentos industriais à disposição dos clientes, que possibilita aos clientes a oportunidade de dar uma segunda vida útil aos seus equipamentos, estabelecendo assim uma nova forma de entender a venda de unidades usadas baseada na sustentabilidade e na confiança dos nossos usuários.

    “As pessoas que compõem a Cyclica trabalham todos os dias para oferecer informações precisas sobre o estado dos equipamentos publicados. Esta experiência e conhecimento do sector representa um elemento diferenciador que faz da plataforma o portal mais confiável para aquisição de máquinas, equipamentos industriais e peças de reposição recondicionadas”, indica Felipe Fernández-Urrutia, director de equipamentos usados do Grupo Tesya.

    A Cyclica representa, também, uma aposta firme na economia circular, ao prolongar os ciclos de vida dos equipamentos, reduzindo substancialmente a utilização de matérias-primas e os gastos energéticos no fabrico de novos componentes. Desta forma, a STET reforça o seu papel como “referência e líder inovador na transformação positiva da indústria”, desenvolvendo soluções que promovem a “eficiência e a vanguarda” no sector.

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    Knauf Insulation integra Cluster Habitat Sustentável

    O Cluster Habitat Sustentável é gerido em Portugal pela Associação Plataforma para a Construção Sustentável, uma entidade sem fins lucrativos que envolve em rede instituições de I&D, municípios e a comunidade empresarial da fileira do Habitat

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    A Knauf Insulation é, desde início do ano, membro do Cluster Habitat Sustentável, reconhecido pelo Governo Português como ‘Cluster de Competitividade’, reforçando assim o seu papel nas “entidades que promovem activamente a construção sustentável”.

    O Cluster Habitat Sustentável é gerido em Portugal pela Associação Plataforma para a Construção Sustentável, uma entidade sem fins lucrativos que envolve em rede instituições de I&D, municípios e a comunidade empresarial da fileira do Habitat, na afirmação de uma especialização em construção sustentável. Foi reconhecida pelo Governo como ‘Cluster de Competitividade’, pela primeira vez, em 2007, abrangendo todas as fileiras dos materiais de construção, da construção e do imobiliário.

    O objectivo do Cluster é desenvolver uma “dinâmica concertada” que procure, através da inovação, da qualificação e da modernização das empresas, o reforço da sua competitividade, mobilizando para tal um conjunto de entidades, das quais a Knauf Insulation faz agora parte.

    Para a Knauf Insulation, enquanto empresa, é “extremamente relevante” poder integrar os diálogos que envolvem a criação de soluções e sinergias que contribuam na prática para a sustentabilidade na construção, sabendo-se de antemão que este é um dos sectores que mais contribui para as emissões de CO2 e que tem por isso um papel fulcral na saúde, na eficiência energética e no ambiente.

    Internacionalmente, neste momento, dentro da categoria “Construção”, apenas dois Cluster na Europa possuem o Gold Label, sendo um deles o Cluster Habitat Sustentável

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