Edição digital
Assine já
    PUB
    Engenharia

    “O ano de 2024 vai ver, possivelmente, os números dos quadros do grupo no Brasil ultrapassar os de Portugal”

    A Tecnoplano está a crescer nas diferentes latitudes onde está presente, mas o Brasil destaca-se. Depois do sector aeroportuário, os sistemas de energia, produção e transmissão, aceleram o ritmo de crescimento deste mercado, sustentado também pela existência de recursos humanos qualificados para dar resposta aos novos desafios. Ao CONSTRUIR, Pedro Matos de Pinho, CEO da Tecnoplano, fala sobre os diferentes desafios, tecnológicos e humanos, que se colocam nesta fase de crescimento

    Manuela Sousa Guerreiro
    Engenharia

    “O ano de 2024 vai ver, possivelmente, os números dos quadros do grupo no Brasil ultrapassar os de Portugal”

    A Tecnoplano está a crescer nas diferentes latitudes onde está presente, mas o Brasil destaca-se. Depois do sector aeroportuário, os sistemas de energia, produção e transmissão, aceleram o ritmo de crescimento deste mercado, sustentado também pela existência de recursos humanos qualificados para dar resposta aos novos desafios. Ao CONSTRUIR, Pedro Matos de Pinho, CEO da Tecnoplano, fala sobre os diferentes desafios, tecnológicos e humanos, que se colocam nesta fase de crescimento

    Sobre o autor
    Manuela Sousa Guerreiro
    Artigos relacionados
    Reabilitação de prédio em Campanhã vai reforçar oferta de habitação acessível
    Construção
    Setúbal abre concursos de empreitada no valor de 1,4M€
    Construção
    Focus Group e Prospectiva ganham loteamento do Casal do Pinto
    Empresas
    Coldwell Banker vende Chalet Mayer em Sintra
    Imobiliário
    Santos House é a próxima abertura da Ando Living em Portugal
    Imobiliário
    Em Maio, produção na construção recua na Zona Euro
    Construção
    BUPi reconhecido com prémio internacional de inovação em SIG
    Empresas
    RE/MAX Portugal transacciona 6.700 moradias nos primeiros 5 meses do ano
    Imobiliário
    Grupo MCA e Instituto de Emprego e Formação Profissional de Angola assinam protocolo
    Empresas
    Pestana Hotel Group com novo investimento em Porto Covo
    Imobiliário

    No final de Dezembro, a Tecnoplano fechou as contas de 2023 com um aumento de 25% na sua área core de consultoria e projectos de fiscalização. Para este ano a perspectiva é crescer, pelo menos 50%, em função dos projectos em Portugal, mas também no Brasil, mercado que se tem vindo a afirmar na actividade da empresa, quer pelo valor gerado quer pelo aporte técnico que presta a outras geografias onde o grupo português está presente. Ao CONSTRUIR, o CEO da Tecnoplano, Pedro Matos de Pinho sublinha que já este ano o número de quadros do grupo no Brasil devem ultrapassar os existentes em Portugal, “o que é compreensível dada a dimensão do mercado”, justifica.

    No início do ano anunciaram a criação de uma espécie de ‘Governo Sombra’. Como é que a experiência está a correr?

    A experiência tem sido extremamente positiva. O Conselho de Administração Sombra (CdA) trouxe uma diversidade de perspectivas e ideias que enriqueceram as nossas decisões estratégicas. Têm existido algumas reuniões que este jovem CdA convoca para abordarem o andamento dos trabalhos e retirar informações valiosas dos membros mais seniores das empresas. Têm como objectivo apresentar a proposta de Plano Estratégico do Grupo até Setembro para discussão interna. Ficaremos a aguardar.

    Este é um instrumento para tornar o grupo mais “atractivo” numa altura em que a mão de obra qualificada, nomeadamente engenheiros, é um sério problema ao desenvolvimento e crescimento do sector. Como vêem este problema e como o tem contornado?

    Certamente, a atractividade é um dos objectivos. O déficit de engenheiros é um desafio global, e estamos a abordá-lo através de iniciativas selectivas nas universidades promovendo estágios. Além disso, investimos fortemente na formação contínua dos nossos colaboradores, o que nos permite manter um quadro de profissionais altamente qualificados. Actualmente estamos a criar a “Academia Tecnoplano” com esse mesmo propósito.

     

    A digitalização está a mudar todo o sector AEC e a fazê-lo avançar a uma grande velocidade. Como é que o grupo dá resposta às novas tendências como o digital twin, a modelação 3D, o uso da Inteligência artificial, etc..?

    Tentamos estar na vanguarda da digitalização no sector AEC. Estamos num processo de implementação de um sistema de gestão centralizado para as diversas áreas da nossa operação. Até ao final do ano teremos um sistema que irá agregar toda a parte contabilística e administrativa, mas com um foco na comunicação à operação. Queremos que a informação seja fornecida directamente à operação, pois é ali onde o impacto tem efeito. Quanto às ferramentas técnicas, a nível de desenvolvimento de projectos já operamos nos diversos sectores em ambiente BIM há alguns anos. Demos início a esta transição em 2016. Nas áreas de project management e supervisão de obras, estamos numa melhoria e actualização de ferramentas contínua, criando cada vez mais processos de integração das actividades com um foco em decisões baseadas em dados “data-driven decision”. A experiência dos nossos técnicos é essencial, no entanto, o mundo mudou e cada vez mais os stakeholders querem decisões baseadas em dados concretos que sustentam a decisão, minimizando o erro e subsequentemente a litigância. Em relação a AI, temos assistido a um aumento de actualizações dos nossos softwares com apoio desta tecnologia. Caminhamos para uma versão positiva do ‘Admirável Mundo Novo’. A gestão e controlo das nossas actividades passará por uma metodologia de integração para uma gestão mais assertiva e eficiente das áreas de conhecimento que compõem uma determinada actividade com recurso a softwares em constante actualização. A título de exemplo, a integração do escopo com o planeamento e controlo de custo é uma abordagem ao alcance de qualquer fiscal de obra que detenha a ferramenta e formação adequada, agregando a IA permite um planeamento previsível e mais preciso.

     

    E de que forma toda esta transformação já é visível na carteira de obras da Tecnoplano?

    A transformação digital está claramente reflectida na nossa carteira de obras. Projectos como a implementação de sistemas BIM (Building Information Modeling) têm demonstrado uma redução significativa em custos e prazos. A digitalização não é apenas uma tendência, é a realidade dos nossos projectos actuais. A Industrialização da Construção tem levado as nossas equipas, quer de projecto, quer de supervisão, para o “chão da fábrica”.

    Crescimento acelerado no Brasil

    O mercado português ainda é o vosso principal mercado? Como vêem a sua evolução?

    Embora o mercado português continue a ser crucial para nós, temos expandido significativamente a nossa presença internacional. Vemos o mercado português a evoluir positivamente, especialmente com os investimentos provenientes do PRR e as mais recentes iniciativas do actual governo, que estão a impulsionar o sector da construção e engenharia.

    Já estamos no Brasil desde 2012, actualmente com escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Araçatuba. Nos últimos 2 trimestres temos assistido a um crescimento acelerado na nossa actividade nesta geografia. O ano de 2024 vai ver possivelmente os números dos quadros do grupo no Brasil ultrapassar os de Portugal, o que é compreensível dada a sua dimensão.

    Deduzo que a operação esteja a correr bem. Em que projectos estão a participar? E como vêem a vossa presença neste mercado a médio prazo?

    A operação no Brasil tem sido um sucesso, especialmente nos estados em que estamos concentrados, como São Paulo e Rio de Janeiro. Temos conseguido fechar parcerias estratégicas e participar em projectos de grande escala que têm elevado a nossa reputação no mercado local. Estamos a participar em projectos de infraestruturas energéticas, solar – adquirimos recentemente uma empresa no sector solar e carregamentos eléctricos – e a consolidar a nossa actividade aeroportuária. A médio prazo, vemos a nossa presença crescer significativamente, consolidando-nos como uma referência no mercado.

    A evolução que falámos no início também é sentida neste mercado? Como é que abordam os seus desafios nesta latitude e num mercado com a dimensão do Brasil?

    Sim, sentimos a evolução também no Brasil. Abordamos os desafios através da regionalização das nossas operações e da adaptação às especificidades locais. O Brasil, com a sua vastidão e diversidade, exige uma abordagem personalizada e flexível, e é exactamente isso que temos implementado, cada estado é um país à nossa dimensão, razão pelo qual abordamos a entrada num estado quase como uma internacionalização.

    Sobre a empresa que adquiriram recentemente neste mercado, como é que está a decorrer essa operação?

    Na parte de sistemas de energia temos trabalhado, maioritariamente, projectos em sistemas de transmissão, linhas e subestações de muito alta tensão. Temos projectos relevantes, incluindo um que compreende 900 km de linhas de muito alta tensão. É um projecto grande, apoiamos o cliente ainda na fase de leilão, ganharam os principais lotes e agora estamos na fase de desenvolvimento do projecto.

    Hidrogénio, produção de biogás e valorização orgânica de resíduos são áreas onde já actuam. O que estão a fazer neste domínio?

    Não são áreas novas, especialmente no biogás, já trabalhamos no passado. Agora o que estamos a fazer de relevante é o maior projecto de biogás na Europa, que é na Suécia e que representa um investimento de 56 milhões de euros. Desenvolvemos todo o projecto e estamos agora a finalizar o projecto de execução.

     

    Área industrial com forte crescimento

    Como é que surgem esta novas actividades na empresa?

    Temos um departamento de projectos industriais, uma área onde ainda há poucas referências em Portugal. Com a transição energética sentimos que este é um mercado em crescimento, razão pela qual apostámos em fortalecer esta equipa, que tem estado a trabalhar em diversos projectos industriais, nomeadamente em unidades de biomassa.

    Qual é o peso que esta área industrial tem dentro da vossa carteira de clientes, de obras, neste momento?

    O peso não é significativo de momento. Eu julgo que deve andar à volta dos10%, mas a tendência vai ser crescer e crescer muito. As outras áreas estão consolidadas, temos mercado e reconhecimento no mercado, por isso a tendência é crescer, sobretudo na parte dos sistemas de energia. Olhando para o grupo e para os diferentes mercados onde estamos a nossa intenção é que cada área possa contribuir para o grupo em geral. Por exemplo, no Brasil afirmamo-nos no sector aeroportuário estamo-nos a consolidar na área de sistemas de energia e já estamos, a partir deste mercado, a apoiar a nossa actividade noutros mercados, por exemplo em Angola onde estamos com a construtora MCA no desenvolvimento do projecto solar que esta tem em curso no país.

    À parte da perspectiva de crescimento na área industrial, a área da construção e infraestruturas ainda é o forte na vossa actividade?

    Sim e onde temos um posicionamento relativamente equilibrado entre infraestruturas, obra pública, e obra privada, que actualmente e felizmente até é superior à componente pública.

    Isto é uma estratégia que procuram seguir?

    Sempre. Foi o que nos salvou em 2008. Continua a haver uma insensibilidade ou uma incapacidade do Governo em alinhar as estratégias políticas de investimento à capacidade da indústria.

    Com o PRR temos um vasto conjunto de obras públicas pelo menos para os próximos 15 anos. Será o suficiente para criar em Portugal um sector novamente forte?

    Temos aqui um pipeline grande que pode dar alguma estabilidade, o problema é a confiança que está instalada no mercado. É preciso investimento em prefabricação, em fábricas off site. É um contexto que, obviamente, gera oportunidades.

    Em que projectos têm estado a apostar a vossa presença?

    Estamos envolvidos em diversos projectos do PRR, focando-nos em infraestruturas de transporte e sustentabilidade energética. Estes projectos não só são essenciais para o desenvolvimento do país, como também reforçam a nossa posição no mercado, capacitando-nos igualmente para uma abordagem mais confiante noutras geografias.

    Como é que correu o ano de 2023 e qual a perspectiva para este ano?

    Fechámos o ano de 2023 com quase 9 milhões de facturação na área de consultoria e projectos de fiscalização, o que representou um aumento de 25% face a 2022 e começámos 2024 com uma carteira superior em cronograma. Definimos um objectivo de ter sensivelmente 13 milhões de euros, o que representa um aumento de 50%, para este ano. Sendo que temos já grande parte da carteira assegurada, agora é uma questão de capacidade de execução. Há três anos que começamos o ano com 80% do objectivo para o ano económico em carteira. O que nos dá uma estabilidade e permite-nos sermos mais selectivos dado a dificuldade em trazer novos recursos. Podemos ter crescimentos muito maiores, mas preferimos ter crescimentos curtos com contratos rentáveis e projectos com valor acrescentado para permitir atrair os melhores recursos.

     

     

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

    Mais artigos
    Artigos relacionados
    Reabilitação de prédio em Campanhã vai reforçar oferta de habitação acessível
    Construção
    Setúbal abre concursos de empreitada no valor de 1,4M€
    Construção
    Focus Group e Prospectiva ganham loteamento do Casal do Pinto
    Empresas
    Coldwell Banker vende Chalet Mayer em Sintra
    Imobiliário
    Santos House é a próxima abertura da Ando Living em Portugal
    Imobiliário
    Em Maio, produção na construção recua na Zona Euro
    Construção
    BUPi reconhecido com prémio internacional de inovação em SIG
    Empresas
    RE/MAX Portugal transacciona 6.700 moradias nos primeiros 5 meses do ano
    Imobiliário
    Grupo MCA e Instituto de Emprego e Formação Profissional de Angola assinam protocolo
    Empresas
    Pestana Hotel Group com novo investimento em Porto Covo
    Imobiliário
    PUB

    @ Miguel Nogueira

    Construção

    Reabilitação de prédio em Campanhã vai reforçar oferta de habitação acessível

    Investimento, que supera os 1,7 milhões de euros, permite intervenção que acrescenta oito fogos ao parque habitacional da Porto Vivo, SRU

    CONSTRUIR

    O Município do Porto, através da Porto Vivo, SRU, está a reabilitar um prédio na Rua de Matias de Albuquerque, situado na freguesia de Campanhã. O investimento, que supera os 1,7 milhões de euros, permite intervenção que acrescenta 8 fogos ao parque habitacional da Porto Vivo, SRU.

    O investimento, integralmente suportado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, vai acrescentar 8 fogos ao mercado de arrendamento acessível, com quatro fracções de tipologia T2 e quatro de tipologia T3.

    Originário da década de 70 do século passado, o edifício encontrava-se em razoável estado de conservação, havendo, no entanto, sinais de deterioração provocados pelo decurso do tempo. As obras incluem uma readaptação à função habitacional, uma vez que a estrutura esteve afecta, ao longo dos últimos anos, à utilização enquanto Centro de Saúde.

    Da autoria da arquitecta Diana Martins, o projecto prevê a existência de maior ventilação e iluminação interior, bem como a abertura das varandas existentes. Também o impacto urbanístico foi considerado nos trabalhos em curso, estando prevista a demolição dos anexos e a criação de um jardim.

    Os trabalhos em curso estarão concluídos até Junho de 2026.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    Troino, Setúbal

    Construção

    Setúbal abre concursos de empreitada no valor de 1,4M€

    A Câmara Municipal de Setúbal aprovou em reunião pública, a abertura de concursos públicos para a requalificação da Avenida de Moçambique e da Rua Eng.º Henrique Cabeçadas, no valor total superior a 1 milhão e 400 mil euros

    CONSTRUIR

    Os procedimentos para as empreitadas “Requalificação de Infraestruturas e Pavimentos na Av. de Moçambique – Setúbal” e “Requalificação de Infraestruturas e Pavimentos na Rua Eng.º Henrique Cabeçadas”, ambas a realizar no Bairro do Liceu, têm os preços-base fixados em 564 mil e em 824 mil, 725 euros e 77 cêntimos, respectivamente, aos quais acresce a taxa de IVA.

    As duas obras inserem-se num projecto do município para requalificar os principais eixos viários da cidade, tendo cada empreitada um prazo máximo de execução de 150 dias e os interessados 21 dias para apresentarem propostas ao concurso.

    A empreitada na Avenida de Moçambique destina-se a requalificar infraestruturas e pavimentos entre a Avenida Dr. António Rodrigues Manito e a Rua Eng.º Henrique Cabeçadas, com a execução de uma rotunda na ligação entre as duas avenidas, eliminando o actual entroncamento com semáforos. O reperfilamento da Avenida de Moçambique permite criar mais lugares de estacionamento, maioritariamente transversais, e implantar recortes para paragem de autocarros, além de os passeios serem requalificados e alargados, estando ainda prevista a requalificação e criação de passadeiras para peões.

    Vão igualmente ser feitas uma ciclovia ao longo de toda a extensão do arruamento, que permitirá a circulação entre a futura ciclovia da Avenida Dr. António Rodrigues Manito e o Parque Urbano da Várzea, e intervenções na rede de drenagem pluvial e na iluminação pública, mantendo-se todas as árvores existentes com excepção de quatro.
    A obra na Rua Eng.º Henrique Cabeçadas tem também por objecto a requalificação de infraestruturas e pavimentos, bem como a construção de uma nova rotunda na intersecção com a Avenida de Moçambique e a execução de uma ciclovia adjacente ao Parque Urbano da Várzea e respectiva ligação à prevista para a Avenida de Moçambique.

    Será colocada sinalização horizontal e vertical, além de serem feitas intervenções na rede de drenagem, com relocalização dos órgãos de recolha das águas da chuva, e executado um troço de colector pluvial para garantir a ligação dos novos sumidouros que vão ser criados na zona norte do arruamento.

    Além da abertura dos concursos públicos para a contratação das empreitadas, fundamentada com a “impossibilidade de satisfação da necessidade por via de recursos próprios da autarquia”, a Câmara Municipal aprovou igualmente os respectivos programas do procedimento, cadernos de encargos e projectos.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    Focus Group e Prospectiva ganham loteamento do Casal do Pinto

    Numa área de 66.958m2, na Freguesia do Beato, vai ser criado um Parque Urbano de 3 hectares e a criação de 42 lotes na sua grande maioria para o uso habitacional. O concurso público lançado pela autarquia de Lisboa para a elaboração do projecto de loteamento do Casal do Pinto foi ganho pelo Focus Group, em consórcio com o gabinete Prospectiva

    CONSTRUIR

    O Focus Group, em consórcio com o gabinete Prospectiva, venceu o concurso promovido pela Câmara Municipal de Lisboa, para a elaboração do projecto de operação de loteamento do Casal do Pinto. Trata-se de uma área de 66.958m2, na Freguesia do Beato, actualmente sem função nem uso, situada numa encosta virada a nascente/sul no antigo Vale da Quinta da Conceição, outrora zona de produção agrícola, que ao longo dos anos se converteu num enorme vazadouro ilegal, mas que se pretende, agora, seja transformada numa nova área habitacional na Cidade de Lisboa.

    Um novo parque verde com quase 3 hectares
    O «novo bairro», estará dotado de um parque urbano e um espaço público de grande relevância, procurando ter um papel importante na revitalização da zona – moldada por um misto de empreendimentos para a classe média e habitação social -, criando zonas de recreio, contemplação e de hortas urbanas.

    O loteamento servirá para colmatar a malha urbana existente do Bairro da Picheleira, com a criação de 42 lotes na sua grande maioria para o uso habitacional, com uma capacidade máxima de construção de 22.679 m2.
    Para além do projecto de loteamento está também previsto o projeto das obras de urbanização com uma área 76.079 m2, onde será desenvolvido o projeto do Parque da Quinta da Conceição com área aproximada de 2,6ha.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Coldwell Banker vende Chalet Mayer em Sintra

    A Coldwell Banker vendeu o Chalet Mayer, em Sintra. Projetado pelo arquiteto italiano Luigi Manini no século XIX, o histórico conjunto de edifícios vai ser transformado num boutique hotel. O negócio superou a marca de um milhão de euros

    CONSTRUIR

    O Chalet Mayer foi comercializado por um valor que superou a marca do um milhão de euros, tendo sido mediado pela Coldwell Banker Luxus. A imobiliária, que também conta no seu portfolio com o Paço dos Ribafria em Sintra, mais conhecido por Casa Pombal, o historiado palacete que pertenceu ao Sebastião José de Carvalho e Mello, Conde de Oeiras e Marquês de Pombal, vê mais um edifício histórico ser vendido, depois de, em Novembro de 2023, ter transacionado também uma das mais emblemáticas propriedades de Sinta, a Quinta de Santo António da Serra, obra do reputado arquitecto Vasco Regaleira.

    Situado na situada numa zona Área de Reabilitação Urbana (ARU) e classificado como edifício de conservação, o chalet será objecto de obras de reabilitação destinados a preservar a identidade e integridade do edifício. Construído em 1897, o edifício é um exemplo da arquitectura da época e testemunho da opulência da alta aristocracia da época.

    Projectado pelo arquitecto, pintor e cenógrafo italiano Luigi Manini, famoso pelo seu trabalho em edifícios icónicos como o Teatro S. Carlos, o Teatro D. Maria II e a Quinta da Regaleira e o Palácio de Buçaco.

    Adquirido em 1927 por José Mayer, que deu o nome ao Chalet e herdado por seus filhos, Augusto e Ivo Mayer. O Chalet Mayer foi o palco na qual estes irmãos viveram um impacto significativo na cultura e música portuguesa, especialmente no jazz. Como sócios fundadores do Hot Club de Portugal, registaram momentos históricos de visitas e concertos de grandes nomes do jazz em Portugal, como Sidney Bechet, Count Basie e Louis Armstrong.

    “Estamos extremamente orgulhosos de poder trabalhar em edifícios históricos como o Chalet Mayer. Estas Casas com História são de grande importância para uma marca como a Coldwell Banker, que procura preservar e fazer crescer seus 118 anos de história”, afirma a propósito da venda Frederico Abecassis CEO da Coldwell Banker Portugal. “Como a imobiliária mais antiga do mundo, temos um compromisso acrescido de honrar a herança e a integridade dos imóveis que representamos, assim como de garantir que estes pedaços da nossa cultura são preservados e reconhecidos”, conclui Frederico Abecassis.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Santos House é a próxima abertura da Ando Living em Portugal

    A reabilitação de um edifício com quase 400 anos de história no bairro lisboeta de Santos vem acrescentar 33 novas unidades de alojamento à marca de hospitalidade. Os portugueses estão entre os principais compradores dos apartamentos.

    CONSTRUIR

    Ao mesmo tempo que continua a sua expansão pela Europa, com o novo edifício de apartamentos turísticos em Madrid a abrir já este ano, a marca Ando Living reforça a sua presença em Portugal, país onde foi fundada há cerca de seis anos.

    A marca de hospitalidade lifestyle que alia apartamentos turísticos com serviços a um conjunto de comodidades nos clubhouses vai inaugurar, no primeiro trimestre de 2025, o Ando Living Santos House, em Lisboa, um edifício histórico cuja reabilitação irá trazer 33 novos apartamentos de um a três quartos, elevando para mais de 150 o número total de unidades em operação.

    Actualmente a operar em Lisboa, Porto, Istambul e, brevemente em Madrid, a Ando Living tem 700 unidades de alojamento sob gestão ou em desenvolvimento, com destaque para a capital portuguesa, mas também Istambul e as localidades alentejanas de Melides e Vila Viçosa.

    O Ando Living Santos House, com 3.750 m² de área total de construção distribuída por cinco pisos, resulta da transformação de um edifício secular com uma história que remonta a 1648, quando o rei D. João IV ordenou a construção de um convento para abrigar os frades capuchinhos, recém-chegados da Bretanha, França. Passados quase 100 anos, ficou reduzido a cinzas num violento incêndio e, em 1851, foi erguido no local um novo edifício, sob a orientação de José António da Luz Robim, com as características típicas da época: grandes janelas, varandas de ferro forjado e uma impressionante fachada revestida a azulejos. Hoje o imóvel está classificado como património de interesse municipal.

    A renovação deste edifício preserva o seu carácter original, realçando a fachada de azulejos e os tectos ornamentados com 3,5 metros de altura, ao mesmo tempo que incorpora as melhores técnicas de construção antissísmica, conforto térmico e acústico e eficiência energética.

    Os interiores estão a ser criados com os padrões de qualidade e design da marca Ando Living, proporcionando a residentes e hóspedes a sofisticação e os serviços de um hotel de 5 estrelas com o conforto familiar de uma casa, num conceito de hospitalidade que procura atender aos requisitos de uma nova geração de viajantes, em trabalho ou lazer, que buscam estadias em espaços autênticos no coração da comunidade local.

    Com mais de metade das unidades já vendidas ou reservadas e preços entre os 561 mil euros e os 1,4 milhões de euros para as ainda disponíveis, os apartamentos do edifício em Santos estão a atrair muitos compradores portugueses para um modelo de negócio que lhes permite gerar rendimento ao operar o seu imóvel no mercado turístico com a equipa de gestão da Ando Living.

    “Além de ser um edifício tipicamente lisboeta que é testemunha de séculos de história e transformação na cidade, o que está a chamar os investidores portugueses, e também de outras nacionalidades, é a possibilidade de investirem num dos bairros mais dinâmicos e vibrantes da capital e continuarem a operar num mercado turístico que é dos mais atractivos do mundo mas onde existem actualmente fortes restrições no arrendamento de curta duração”, sublinha Manuela Luz, manager de vendas Portugal do Grupo Ando Living.

    “Todos os edifícios da Ando Living têm uma licença turística que permite aos proprietários operar o seu apartamento no mercado das estadias de curta, média e longa duração, com retornos que podem chegar aos 7%, ao mesmo tempo que podem usufruir dele o tempo que desejarem, de acordo com o modelo de gestão que escolherem”, acrescenta a responsável.

    Marca regista forte crescimento

    Nos próximos cinco anos, a Ando Living pretende abrir novos alojamentos noutros mercados europeus, incluindo Reino Unido, França, Itália, Grécia e Alemanha, tendo por objectivo operar 3000 unidades até 2028 e assumir a liderança no segmento dos serviced apartments na Europa.

    Um incremento em linha com a forte expansão estimada para este segmento, com projecções que apontam para um aumento de 65% nos próximos cinco anos, passando dos actuais 30 mil milhões de dólares em 2024 para os 49 mil milhões de dólares previstos para 2029.

    Com um modelo de hospitalidade diversificado, a Ando Living oferece duas opções de alojamento distintas: Clubhouses e Houses. Os Clubhouses são o coração da Ando Living e funcionam como o coração da comunidade. Aliam apartamentos premium com serviços nas melhores localizações a um conjunto de comodidades, entre as quais restaurantes, bares, ginásios, piscinas e serviços de apoio personalizados. Grande parte destes espaços – nomeadamente restaurante, bar-lounge e concept store – são acessíveis ao público, conectando residentes e hóspedes à comunidade local e convidando-os a imergir na vida de bairro e nas experiências mais autênticas que cada cidade tem para oferecer. O primeiro Clubhouse a abrir em Portugal e na Europa, será o Ando Living Liberdade Clubhouse, na segunda metade de 2025.

    As Houses são edifícios de apartamentos com serviços localizados em zonas centrais, concebidos e geridos pela Ando Living. Os hóspedes têm acesso gratuito às comodidades dos clubhouses, a uma curta distância a pé.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Em Maio, produção na construção recua na Zona Euro

    Em Maio a produção na construção recuou 2,4 % na zona euro e de 2,5 % na UE, face ao período homólogo de 2023, avança o gabinete de estatística da União Europeia, Eurostat

    CONSTRUIR

    A comparação mensal dos indicadores revela de em Maio de 2024, face ao mês anterior a produção no sector da construção, corrigida de sazonalidade, diminuiu 0,9% na zona euro e 1,0% na UE. Quando em Abril a produção no sector da construção já tinha caído 0,4 % na área do euro e mantendo-se estável na EU, de acordo com as primeiras estatísticas do Eurostat.

    Comparando o mês de Maio ao período homólogo de 2023 o gabinete de estatística da UE, aponta para um recuo de 2,4% da produção no sector da construção na zona euro, ao passo que na UE o recuo foi de 2,5%.

    Entre os países para os quais há dados disponíveis, as maiores quebras anuais registaram-se na Suécia (-7,5%), Eslovénia (-7,4%) e Alemanha (-7,0%), com a Hungria (7,3%), Bulgária (4,4%) e Dinamarca (1,1%) a registarem as únicas subidas.

    Já na comparação com Abril, a Croácia (-5,1%), Roménia (-4,1%) e Hungria (-3,8%) registaram os principais recuos e a Finlândia (1,9%), a Bulgária (1,1%), a Bélgica e a Espanha (0,3% cada) os maiores crescimentos.

    Em Portugal, a produção na construção manteve-se estável na comparação homóloga e caiu 3,3% face a Abril.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    BUPi reconhecido com prémio internacional de inovação em SIG

    Distinção reconhece excelência na utilização de Sistemas de Informação Geográfica (SIG). O projecto foi recentemente apresentado pela eBUPi perante plateia de líderes internacionais em informação geoespacial, no âmbito do National Geospatial Executive Summit

    CONSTRUIR

    O BUPi (Balcão Único do Prédio) foi distinguido com o Special Achievement in GIS (SAG) Award, prémio internacional, que reconhece práticas de excelência na utilização de Sistemas de Informação Geográfica (SIG). A distinção atribuída em San Diego, nos Estados Unidos, pela ESRI Internacional , resulta de uma selecção restrita de projectos de dimensão inovadora em todo o mundo.

    Para Paulo Madeira, Coordenador Adjunto da eBUPi (Estrutura de Missão para a Expansão do Sistema de Informação Cadastral Simplificado), esta distinção é “um reconhecimento internacional que temos de partilhar com os mais de 340 mil cidadãos que identificaram mais de 2,2 milhões de propriedades e com todas as entidades parceiras do projecto, com destaque para os municípios e todos os técnicos habilitados que diariamente contribuem para os resultados. Ao mesmo tempo é reconhecido o trabalho realizado pela eBUPi e pelas áreas governativas da Coesão Territorial e da Justiça e celebra o nosso compromisso com a inovação e a excelência no serviço aos cidadãos e na transformação do conhecimento do território em valor para o país”.

    O BUPi já recebeu várias distinções em domínios como a inovação em Administração Pública ou a inovação tecnológica, é agora premiado internacionalmente na área do SIG “o que confirma que as apostas na criação do GeoBUPi e em soluções de imagem inovadoras foram acertadas e estão alinhadas com aquilo que de melhor está a ser feito actualmente a nível mundial, reforçando o papel e destaque de Portugal enquanto país que abraça e promove a inovação”, explica o responsável.

    Recentemente, a coordenação da eBUPi apresentou o projecto perante uma plateia internacional, no âmbito do National Geospatial Executive Summit, que reúne decisores e especialistas internacionais no âmbito do domínio da engenharia geoespacial.

    O BUPi conta já com a adesão de 154 municípios em Portugal Continental e na Região Autónoma da Madeira dos 172 sem cadastro Predial, estando em curso o processo com vista à adesão dos 14 municípios da Região Autónoma dos Açores ainda este ano.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    RE/MAX Portugal transacciona 6.700 moradias nos primeiros 5 meses do ano

    De Janeiro a Maio, a rede RE/MAX registou cerca de 6.700 transacções imobiliárias de moradias, uma média mensal de 1.335 negócios concretizados. Neste período, foram realizadas transacções de moradias em 285 concelhos. O Cliente nacional representou 80,6% dos negócios de compra/venda e arrendamento

    CONSTRUIR

    Até Maio, a RE/MAX Portugal foi responsável por cerca de 6.700 transacções imobiliárias de moradias, 610 de arrendamento e 6.090 de compra/venda. Segundo dados da rede imobiliária, foram fechados negócios deste tipo de imóvel em 285 concelhos, cerca de 92,5% do número total de concelhos em Portugal (308). Os portugueses são quem mais adquire ou arrenda moradias, tendo sido responsáveis por 80,6% das transacções entre Janeiro e Maio, com os concelhos de Sintra, Cascais e Guimarães a serem os mais relevantes. Já no investimento estrangeiro, são os brasileiros, norte-americanos e ingleses os que mais privilegiam este tipo de imóvel.

    Os dados agora apresentados referentes aos primeiros cinco meses de 2024 mostram que, por concelho, no ranking de transacções de moradias, aparece em 4º lugar o concelho de Braga (129 transacções). Seguem-se Torres Vedras, com 126 transacções; Évora (118); Coimbra (106); Vila Nova de Famalicão (95); Vila Nova de Gaia (93) e Figueira da Foz (92).

    Quanto às transacções, os dados da RE/MAX evidenciam um pequeno decréscimo na procura de moradias por parte de clientes internacionais, concretamente as três principais nacionalidades internacionais. Desta forma, de 1 de Janeiro e 31 de Maio, os clientes de origem brasileira representaram 5,6% dos negócios realizados, os norte-americanos 2% e os ingleses 1,5%. Na quarta e quinta posição do ranking, com cerca de 1% cada, posicionaram-se os clientes de origem francesa e alemã. Nestes primeiros cinco meses de 2024, a rede negociou com 60 nacionalidades diferentes, um pouco mais do que as 52 intervenientes nos negócios dos últimos três meses de 2023.

    Relativamente às tipologias, os T3 mantêm-se como os mais procurados, registando neste período 38,4%. Seguiram-se as moradias de tipologia T2 (25,8%) e os T4 (18,4%), quer em negócios de arrendamento, quer em negócios relativos a compra/venda de moradias, porém, na modalidade arrendamento as moradias T1 ganham importância, por terem naturalmente preços mais acessíveis, representando 13% desse mercado.

    Segundo Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal, “Normalmente as famílias preferem as moradias por um conjunto de razões. Desde logo, este tipo de imóvel tende a oferecer mais espaço em comparação com apartamentos, o que é especialmente importante para uma família grande ou que necessita de uma maior área de armazenamento. Por outro lado, as moradias oferecem maior privacidade do que os apartamentos, além de que possibilitam ter um quintal ou um jardim. Certo é que as famílias que optem por moradias têm mais liberdade para personalizar ou renovar a casa de acordo com as próprias preferências”.

     

     

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    Grupo MCA e Instituto de Emprego e Formação Profissional de Angola assinam protocolo

    Com este protocolo, a MCA passa a contar com o apoio do INEFOP para a selecção e recrutamento dos formandos dos centros de formação para o preenchimento das vagas de emprego, estágios profissionais remunerados, atribuição de carteiras profissionais. O protocolo tem a duração de três anos, podendo ser renovado automaticamente por igual período

    CONSTRUIR

    O Grupo MCA e o Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP), de Angola, assinaram um protocolo que visa elevar os níveis de competências por via da formação profissional, oferta e inserção de estagiários na organização, promoção da empregabilidade, capacitação e disseminação da cultura do empreendedorismo junto das comunidades para desenvolvimento de projectos sustentáveis, assim como a criação de postos de trabalho.

    Através deste protocolo os colaboradores contratados pela MCA naquele mercado vão passar a beneficiar de um curso de empreendedorismo e gestão básica de negócios certificado pelo INEFOP, que promove o desenvolvimento de competências, potenciando a sua capacidade de desenvolver, implementar e gerir o próprio negócio.

    Actualmente, nas empreitadas dos parques fotovoltaicos que estão em implementação pela MCA neste país, está em curso o projecto Re-Cycle através de uma formação em carpintaria, através da qual os formandos são desafiados a criar peças de mobiliário, nomeadamente centenas de bancos, cadeiras, mesas, camas e outros objectos reaproveitando a madeira das paletes que são utilizadas para transporte e embalamento dos painéis fotovoltaicos.

    Com este protocolo, a MCA, no quadro da sua cultura organizacional de contratar e formar mão- de-obra local, passa também a contar com o apoio do INEFOP para a selecção e recrutamento dos formandos dos centros de formação para o preenchimento das vagas de emprego, estágios profissionais remunerados, atribuição de carteiras profissionais, bem como para a Formação Pedagógica Inicial de Formadores.

    “A MCA tem o compromisso de empoderar as próximas gerações. Este protocolo é a demonstração do nosso compromisso público de continuar a apostar na inovação, em projectos e acções de capacitação que ajudam os nossos colaboradores e as próximas gerações a obterem rendimentos com negócios próprios”, destaca Elisabete Alves, PCA da MCA Angola.

    A MCA compromete-se, assim, que, no mínimo, 50% das vagas de funções operacionais a contratar localmente sejam ocupadas pelos candidatos seleccionados pela delegação do INEFOP na região onde a empresa apresentar necessidade de mão-de-obra.

    “O INEFOP é a instituição que tem como missão a concepção, materialização e aplicação das políticas públicas nos domínios do emprego, formação profissional e empreendedorismo, no âmbito do sistema Nacional de Emprego e formação Profissional. Reconhecemos o papel do sector privado e esse protocolo visa aproximar o sector público e o privado com vista a adopção de medidas para a melhoria do desempenho dos Sistemas Nacionais de Emprego e Formação Profissional”, refere por sua vez António Agostinho Pereira, director geral adjunto do INEFOP.
    O protocolo tem a duração de três anos, podendo ser renovado automaticamente por igual período.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Pestana Hotel Group com novo investimento em Porto Covo

    Em menos de 24 meses, grupo hoteleiro, através da sua marca de imobiliário turístico Pestana Residences, concluiu a venda dos 174 apartamentos do Pestana Porto Covo Village, cuja finalização está prevista para 2025. Já em fase final de licenciamento está um novo empreendimento constituído por 246 apartamentos

    CONSTRUIR

    Após concluir as vendas do primeiro empreendimento em Porto Covo, o Pestana Porto Covo Village, a marca Pestana Residences, a área de referência do grupo para o segmento imobiliário e residencial, responsável por empreendimentos em Tróia e na Comporta, vê agora uma nova oportunidade ao expandir a sua oferta na vila alentejana, com o Pestana Porto Covo Beach Residences.

    Este futuro empreendimento estará localizado na frente-mar e será constituído por 246 apartamentos, com piscinas privativas, inseridos num condomínio privado, que contará com uma área comum de jardins e espaços de lazer. À semelhança dos projectos anteriores, caberá ao Pestana Hotel Group a gestão do condomínio, a prestação de serviços e a operação turística, que, por sua vez, oferece a possibilidade de rentabilidade sobre o imóvel.

    “Existem três razões fundamentais para o sucesso dos nossos projectos. A primeira é a localização estratégica de cada empreendimento. A segunda é a credibilidade e a confiança que o grupo oferece aos investidores-clientes, que têm acompanhado as fases de lançamento de cada projecto, resultando historicamente num ritmo acelerado nas vendas. Por fim, a comercialização em planta, com preços apelativos, tem permitido aos compradores obter mais-valias ou uma valorização significativa”, assinala José Roquette, Chief Development Officer (CDO) do Pestana Hotel Group.

    O projecto do futuro Pestana Porto Covo Beach Residences está a ser desenvolvido pelo Atelier Gonçalo Salazar de Sousa Arquitectos, e as obras de construção serão asseguradas pela Carvoeiro Construções, empresa detida pelo grupo.

    “Após a concretização dos projectos do grupo em Tróia, na Comporta e nos Brejos da Carregueira, ficou evidente que havia ainda espaço de expansão na costa alentejana, mas que nos levou um pouco mais a sul, até Porto Covo, um destino com uma autenticidade única. A ligação da vila ao mar e sua a proximidade a Lisboa que se acentuará em breve com a conclusão da autoestrada até Sines, são ainda factores essenciais para o sucesso dos nossos projectos”, acrescenta José Roquette.

    Este será o quinto projecto imobiliário desenvolvido na costa alentejana pelo grupo fundado há mais de 50 anos por Dionísio Pestana.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB

    Navegue

    Sobre nós

    Grupo Workmedia

    Mantenha-se informado

    ©2024 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.