OE cria Bolsa Técnica Solidária para apoiar concelhos afectados pelos incêndios

Por a 7 de Julho de 2017

14-ordem_eng.jpgA Ordem dos Engenheiros (OE) anunciou que foram mais de 300 os engenheiros que responderam afirmativamente ao seu apelo, através da criação da Bolsa Técnica Solidária de apoio à recuperação dos concelhos de Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penela e Sertã.

Em comunicado de imprensa, a associação liderada por Carlos Mineiro Aires explica que a Bolsa Técnica Solidária consiste num instrumento que visa “reunir engenheiros altamente qualificados nas áreas de engenharia identificadas como mais prementes para a recuperação das diferentes tipologias de infra-estruturas, da floresta e das explorações agrícolas dos sete concelhos dizimados pelo fogo”.

Na nota, a OE subliunha que manifestou, “desde a primeira hora”, junto das autarquias, dos competentes órgãos do Governo e das entidades que se encontram no terreno a liderar as operações, “a sua disponibilidade institucional para mobilização de profissionais para o trabalho de reconstrução que urge concretizar”.

Neste contexto, a OE considera que “a colocação do conhecimento e das competências profissionais ao serviço das comunidades afectadas” é o melhor contributo que a engenharia e os engenheiros portugueses podem prestar aos seus concidadãos.

Um comentário

  1. Sousa Alves

    11 de Julho de 2017 at 13:54

    Saúda-se o contributo da Ordem dos Engenheiros em prole das Gentes de Pedrógão e demais concelhos limítrofes e que simplesmente reflecte a postura que os Engenheiros sempre assumiram em momentos de grandes dificuldades como aqueles que atravessamos.
    Um oportunidade para a nata nacional da Engenharia mostrar as suas capacidades num processo multidisciplinar e que bem pode constituir-se em “experiência piloto” no que se reporta a recuperação de espaços de vida afectados por intempéries de largo expectro e a exigirem soluções “low profile” a responder em tempo útil às necessidades das populações. Por seu turno,a oportunidade de iniciar uma acção de ordenamento e planeamento do território sob a óptica da experimentação.
    As Instituições da Engenharia Civil a terem que demonstrar as suas reais capacidades e já testadas nos diversos azimutes mundiais.
    Que a intervenção seja bem sucedida!

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