Investimento em edifícios inteligentes deverá superar os 14 M€

Por a 13 de Dezembro de 2018


O investimento em sistemas de construções inteligentes cresceu consideravelmente nos últimos anos. A despesa global cresceu 5.816 milhões de euros em 2015. Para o ano de 2019, prevê-se que este número chegue aos 14.460 milhões de euros, o que reflecte a sensibilização cada vez maior que as empresas têm sobre os benefícios que este tipo de edificações lhes pode dar. Estas são algumas das conclusões do estudo ‘Smart Working’, realizado pela Schneider Electric e a Unwork, consultora especializada nas novas formas de trabalho.

O relatório também identifica os principais facilitadores tecnológicos e demonstra como os edifícios inteligentes contribuíram para transformar o trabalho, os ambientes laborais e o panorama urbano.

No relatório, estabelece-se um novo modelo orientado para os resultados que avalia até que ponto um edifício é inteligente, o modelo Activ8, que detalha os oito benefícios que deve ter para poder ser considerado como tal. Assim sendo, o edifício inteligente é sustentável e evolutivo, uma vez que proporciona informação de valor sobre o edifício e permite agir com base nos resultados, obtendo melhorias em eficiência energética. Também é flexível, permitindo instalar modelos de trabalho mais ágeis, dinâmicos e saudáveis, permitindo progressos na experiência dos utilizadores e uma maior eficácia e produtividade. Além disso, graças à utilização avançada de dados e análises, os edifícios inteligentes são mais colaborativos.

Além disso, a geração de energia on-site, em conjunto com um software avançado de analítica e os novos tipos de materiais de construção inteligentes permitem que alguns edifícios sejam, inclusivamente, fornecedores de energia para as companhias elétricas nacionais.

Por outro lado, devido às tecnologias emergentes como a Internet das Coisas (IoT), o Big Data e a Inteligência Artificial, os edifícios inteligentes podem detectar de forma eficaz as falhas e diagnosticá-las, melhorar a segurança de ocupantes e utilizadores do edifício ou medir o nível de saúde organizacional da empresa, entre muitos outros benefícios.

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