Grupo francês Odalys vai investir em duas residências universitárias

Por a 11 de Março de 2019


O grupo francês Odalys vai abrir duas residências para estudantes, em Lisboa e no Porto, em 2021 e 2022, respectivamente. O grupo quer chegar a 2025 com oito residências em Portugal.

O mercado nacional surge no âmbito das suas primeiras aberturas internacionais sob a marca Odalys Campus – alojamento dedicado aos estudantes. Estas primeiras concretizações prefiguram um plano de desenvolvimento ambicioso, com mais de 30 aberturas programadas na Europa, previstas até 2025: residências académicas que visam responder a uma oferta dedicada insuficiente, quer nas inúmeras cidades universitárias, quer nos apart-hotéis do centro da cidade, destinados a clientes da área dos negócios, sob a marca Odalys City.

Número 2 europeu no mercado de alojamento turístico, com mais de 400 residências, hotéis e apart-hotéis, o Grupo Odalys agiliza a sua política de diversificação no segmento das residências académicas (Odalys Campus) e dos apart-hotéis do centro da cidade (Odalys City), com mais de 30 aberturas programadas no estrangeiro, previstas até 2025, das quais 15 com processos em estudo em 5 países e 5 projectos já assinados. As duas primeiras residências académicas Odalys Campus abrirão em Lisboa, em 2021 e no Porto, em 2022.

“Através desta estratégia de desenvolvimento ambiciosa, o Grupo Odalys está vocacionado para satisfazer uma clientela da área dos negócios e do lazer que privilegia cada vez mais um alojamento em apart-hotel, aquando das suas deslocações por toda a Europa. Além disso, é capaz de responder à falta de alojamento para estudantes na maioria das cidades universitárias europeias”, realça em comunicado Laurent Dusollier, diretor Geral do Grupo Odalys.

A futura residência Odalys Campus que abrirá em Lisboa (1.ª cidade universitária do país, com 105 000 estudantes) gozará de uma posição privilegiada num terreno adjacente da Universidade Lusíada, frequentada por mais de 3000 estudantes e a 200 metros do Instituto das Artes e das Novas Tecnologias que acolhe 17 000 estudantes. Esta residência terá, sobretudo, uma capacidade de recepção de 124 alojamentos muito superior à dos estabelecimentos privados actuais (em média, quarenta lotes), bem como a possibilidade de se hospedar sozinho num estúdio, ou a dois num apartamento. Uma fórmula de alojamento compartilhado apreciada pelos estudantes estrangeiros e que pouco ou nada existe no mercado. A segunda residência abrirá no Porto, 2.ª cidade universitária do país, com mais de 50 000 estudantes, dos quais 6000 estrangeiros, numa área calma e residencial, próxima de lojas e com ligação ao metro e autocarro, permitindo o rápido acesso à Universidade de Direito e à Faculdade de Medicina. Esta residência contará com 211 alojamentos, bem como espaços comuns de convívio para partilhar actividades e para servir de ponto de encontro entre estudantes.

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