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Que futuro para os terrenos da Portela?

Qual a melhor solução para o futuro dos terrenos do aeroporto da Portela? Com a construção do novo aeroporto, em Alcochete, muitas perguntas se levantam no que respeita à futura função deste terreno. Manter o aeroporto ou criar um novo pulmão verde para Lisboa? O Construir ouviu alguns profissionais do sector da construção sobre que… Continue reading Que futuro para os terrenos da Portela?

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Que futuro para os terrenos da Portela?

Qual a melhor solução para o futuro dos terrenos do aeroporto da Portela? Com a construção do novo aeroporto, em Alcochete, muitas perguntas se levantam no que respeita à futura função deste terreno. Manter o aeroporto ou criar um novo pulmão verde para Lisboa? O Construir ouviu alguns profissionais do sector da construção sobre que… Continue reading Que futuro para os terrenos da Portela?

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Qual a melhor solução para o futuro dos terrenos do aeroporto da Portela? Com a construção do novo aeroporto, em Alcochete, muitas perguntas se levantam no que respeita à futura função deste terreno. Manter o aeroporto ou criar um novo pulmão verde para Lisboa? O Construir ouviu alguns profissionais do sector da construção sobre que caminho dar aos terrenos da PortelaFilipe Gil, Ricardo Batista, Carina Traça, Ana Rita Sevilha, Pedro Luís Vieira, Rita Mendes Ribeiro

O Governo de José Sócrates anunciou aos portugueses que o futuro Aeroporto Internacional de Lisboa irá para o local onde actualmente está o campo de Tiro de Alcochete em substituição da opção Ota. Agora que já se resolveu um problema, pelo menos aparentemente, outras questões começam a ser levantadas, nomeadamente o que irá acontecer ao aeroporto da Portela. Irá aquele espaço ser mantido como uma área de serviço aeroportuário? Repensar o local como espaço urbano e como um pedaço de cidade totalmente nova e com inúmeras oportunidades de execução? Ou criar um parque urbano transformando-se num segundo pulmão verde para Lisboa, a par de Monsanto? A pergunta está no ar: o que fazer se, de facto, o aeroporto for desactivado em 2017? O jornal Construir foi ao encontro de algumas respostas e alguns caminhos a seguir para a Portela dados por alguns especialistas do sector da construção e não só.

António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) reafirmou recentemente a ideia de ser contra um aeroporto no meio da cidade, optando antes pela ideia de criar um novo pulmão verde para a cidade no espaço da Portela. A ideia já tinha sido avançada pelo socialista aquando da sua candidatura à CML, no ano passado. Já o seu antecessor na presidência de Lisboa, Carmona Rodrigues, actual vereador sem pasta, tem uma ideia totalmente diferente. Carmona apresentou, na passada semana, a sua estratégia de manutenção do aeroporto da Portela como infra-estrutura aérea para a cidade de Lisboa, dirigido essencialmente a "tráfegos dos sectores de negócios e do turismo". Desta feita, através de um estudo elaborado pelo movimento "Lisboa com Carmona", Carmona Rodrigues propõe a "manutenção da Portela, em moldes menores" aos que actualmente serve, pois acredita que, criar um "City Airport" nos terrenos do actual aeroporto de Lisboa, "conferia à capital portuguesa um posicionamento internacional de gestão aeronáutica, vocacionado para os voos nacionais, as regiões autónomas, o centro/norte da Europa e o norte de África". Por conseguinte, continua a defender Carmona, a Portela manteria "a pista 03-21, alguns edifícios e a torre de Controlo", o que "permitiria passar dos actuais 510 hectares para 210" de ocupação, o que significa o "ganho de 300 hectares que podem servir para criar uma nova zona de atracção para Lisboa". Desta forma, esta "nova zona de atracção poderia ser virada para o desenvolvimento tecnológico, empreendorismo serviços e áreas verdes", o que, acredita Carmona Rodrigues, "iria valorizar a competitividade e melhorar a cidade de Lisboa".

Outro ex-presidente da CML, João Soares, também defende a manutenção do aeroporto na cidade. Soares, contactado pelo Construir começou por frisar que a sua opinião "tem-se mantido sempre a mesma" na defesa do aeroporto na Portela. E aprofundou: " a minha posição é que não há necessidade de construir outro aeroporto, e pelo contrário as pessoas têm de começar por cuidar bem daquilo que têm", justificando o mesmo com o facto de que " a Portela não está esgotada nem estará". Por conseguinte, sublinhou a sua posição: "desde 1960 que nos andam a dizer que a Portela se esgota dentro de "x" anos, sendo que já passaram mais de 40 anos a dizer que a Portela se esgotava", considerando, por fim, que "já houve decisões sobre a Ota, já houve decisões sobre o Rio Frio, agora há decisões sobre Alcochete… há 40 anos que esta história continua!". Já José Manuel Viegas, um dos principais responsáveis pelo estudo da Confederação da Indústria Portuguesa, explicou, recentemente, em declarações à Rádio Renascença que "há, concerteza, boas possibilidades de acrescentar valor ao sistema aeroportuário de Lisboa, mantendo a Portela em funcionamento para além da fase de transição". "Aquilo que me parece o conceito mais interessante é o de transformar a Portela num aeroporto de proximidade, com um volume reduzido de tráfego e apenas com aviões de porte relativamente pequeno e, certamente, dos mais silenciosos e mais modernos. Para fazer o quê? Para servir o mercado do ir e vir no mesmo dia para as cidades europeias com as quais temos relações económicas mais intensas". Mas nem todos partilham da opinião que deve continuar a existir um aeroporto naquele local. Segadães Tavares, engenheiro e responsável pelo gabinete de engenharia STA defende defende que Lisboa precisa de facto de um novo aeroporto mas este "não deverá ser construído dentro da cidade". Para o engenheiro a actual Portela não tem qualquer viabilidade e, por isso no seu entender seria boa opção "desenvolver para aquela parte da cidade uma zona verde aliada a uma área de serviços contemplada com edifícios de habitação". E, acrescentou "criar uma zona de lazer com qualidade de vida para os lisboetas e sobretudo com características para exploração urbana e quem sabe até mesmo um local onde se possa andar de bicicleta".

Esperar pelo futuro

Igualmente contactado pelo Construir, Fernando Santo, bastonário da Ordem dos Engenheiros, mostra-se a favor de uma solução tendo em conta a realidade que se irá viver em 2017, ao invés de de entrar já em prognósticos. De acordo com o bastonário "A partir da decisão de se construir o novo aeroporto de Lisboa em Alcochete poderá ficar em aberto a decisão a tomar quanto ao futuro aeroporto da Portela, situação que não se verificava caso se tivesse mantido a localização na Ota. Como resulta do estudo comparativo do LNEC, o terreno do Campo de Tiro de Alcochete permite uma solução mais flexível e faseada, o que permite equacionar, no futuro, em face da evolução real do movimento de passageiros, e da diferenciação do mercado, se será preferível ampliar o aeroporto de Alcochete ou manter a Portela como +1". Fernando Santo indica ainda que a vantagem que a Portela representa para Lisboa, em termos competitivos, para uma determinada segmentação de mercado, "poderá justificar a sua manutenção, embora com mais condicionamentos ambientais". No entanto o engenheiro sublinha: "seria desejável que em 2017, quando supostamente Alcochete entrasse em funcionamento, pudesse existir a possibilidade de uma decisão baseada na realidade dessa época e não resultante das projecções actuais. Fernando Santo acrescenta ainda que "o que temos como mais certo é que nos próximos dez anos o mundo irá continuar a mudar muito e destruir um aeroporto não parece à partida uma boa solução, perante a possibilidade ditada pelo bom senso de uma escolha futura".

Construir ou não?

Também a Quercus mostra algumas dúvidas sobre a futura utilização do actual espaço do aeroporto da Portela. Em declarações ao Construir a arquitecta Aline Delgado porta-voz para as questões do novo aeroporto sublinhou, sobretudo, a falta de estudos para se construir um novo aeroporto de raiz, seja na Ota ou em Alcochete. "Justifica-se a manutenção da Portela – bem como dos aeroporto do Porto e Beja – ao invés de se construir um novo aeroporto". E acrescenta: "o novo aeroporto de Alcochete deverá nascer como uma resposta às necessidades da Portela, e não como está previsto actualmente". No entanto, e na perspectiva da Portela ser desactivada a Quercus é da opinião que os terrenos não deverão ser utilizados como "especulação imobiliária", acrescentado que "nunca, jamais poderão os terrenos da Portela ser utilizados para novos empreendimentos imobiliários pois já existem muitas casas em Lisboa com necessidade de reabilitação". Com uma opinião ligeiramente diferente mostrou-se a consultora imobiliária Cushman & Wakefield que apesar de concordar com a manutenção da Portela indica que naquela zona poderá nascer uma zona de transformação tão ou mais importante que a zona da Expo. De acordo com Ana Gomes, responsável pelo departamento de indústria e terrenos, a solução mais vantajosa para Lisboa seria manter o aeroporto da Portela com a solução Portela+1 uma vez que isso representa uma enorme vantagem competitiva ter um aeroporto tão próximo do centro da cidade. "A Portela é actualmente uma das mais importantes portas de entrada da capital e também uma das mais complexas. Por isso, aquela zona deve tornar-se uma das zonas mais importantes da cidade em termos de transformação – tanto ou mais do que a zona da Expo, quer pela sua localização estratégica quer pela dimensão, devendo mesmo contribuir positivamente para a transformação das suas áreas circundantes nomeadamente Prior Velho, Sacavém e Camarate, e acrescenta "acreditamos que, se o aeroporto sair, nascerá na Portela uma nova zona de construção. No entanto, deverá ser sempre um projecto ponderado e direccionado para promover a qualidade de vida das pessoas que residem ou trabalham em Lisboa e que a visitam. Outro consultor imobiliário, Manolo Puig, da Jones Lang La Salle partilha da mesma visão, apesar de concordar que o aeroporto da Portela é uma vantagem para os voos nacionais. E afirma que se a Portela não for mantida com aeroporto será uma grande oportunidade para Lisboa "fazer coisas com pés e cabeça, troncos e membros", ou seja, bem estruturada e com grande potencial. Manuel Puig que antes de responder ao Construir se aconselhou juntamente com outros directores da consultora lançou a ideia de que poderão existir duas estratégias para aquele espaço: "a primeira seria concentrar no espaço da Portela um grande pólo universitário com capacidade de promover-se a nível europeu e internacional, capaz de concentrar todo o tipo de serviços, e não apenas faculdades. Isto seria uma "grande alavanca que Portugal podia esgrimir no século XXI e uma grande âncora no futuro e desenvolvimento do país", e acrescenta: "outra possibilidade será desenvolver um pólo aeroespacial e aeronáutico, uma vez que a pista permite fazer todas as provas que são necessárias e desenvolver estas duas indústrias. Puig avançou ainda com a ideia de desenvolver uma área onde a cidade fosse estruturada, fazendo uma ampliação da cidade com avenidas paralelas de forma a formar quadrados. "Esta é uma grande oportunidade de Lisboa recuperar os habitantes que nos últimos 20 anos tendem a deslocar-se para as periferias, sublinhou ainda que deveria apostar-se numa grande zona verde: "mesmo que se urbanize, que se aposte muito nas zonas verdes e fazer um urbanismo equilibrado e ao encontro das tendencias que se estão a verificar".

"Desconforto"

José Mateus, arquitecto, é da opinião que a presença do aeroporto no seio da cidade apesar de representar um património de grande importância, causa muito desconforto que causa a quem vive nos corredores de aproximação da pista. "O impacto é grande", no entanto o arquitecto remete para especialistas de diversas áreas para a avaliação do "problema", sendo que devem avaliar igualmente os ganhos resultantes da desactivação do aeroporto com a integração daquele território na cidade, o que irá trazer grandes mais-valias para a cidade. Mateus fez parte de uma exposição da Trienal de Arquitectura de Lisboa, em 2007 que, juntamente com outros arquitectos foram apresentados sete estudos para aquele território. "Fala-se muito de um parque urbano, mas sem estudos fazer uma afirmação dessas é redutor", indica, explicando que Lisboa necessita que todos os vazios urbanos que existem no seu interior sejam devidamente avaliados de forma a que se tornem focos" qualificadores da cidade. Entre esses, o espaço do aeroporto da Portela. "Na minha opinião deve dar lugar a um troço de cidade com todas as funções necessárias para garantir o necessário dinamismo e vida urbana, e, dispensar grandes deslocações: habitação, escritórios, equipamento social, cultural e desportivo, e claro também espaços verdes. Nada que não tenha sido já inventado. Por sua vez, Diogo Mateus, presidente da Associação Profissional dos Urbanistas Portugueses explica que o futuro da área onde se localiza actualmente o Aeroporto Internacional de Lisboa, com mais de 500 hectares, está localizado na periferia da cidade e é um recurso estratégico para a região devendo por isso ser efectuado um estudo de carácter urbanístico (incluindo as implicações económicas e sociais) sobre as oportunidades dessa área. Diogo Mateus continua:"a nosso entender, e já o afirmamos há muitos anos, o futuro espaço da Portela deverá ser entendido como um espaço eminentemente público de utilização colectiva, onde a ocupação vegetal se destacará e onde se desenvolverão actividades eminentemente públicas em equipamentos colectivos como desporto, educação, saúde e lazer. A expansão da cidade não implica, note-se, uma ocupação de uso residencial, aliás pensamos que se cerca de 5% da área for utilizado com essa finalidade será suficiente para permitir, em termos de desenho urbano, a ligação à cidade". Os urbanistas indicam uma ideia já referida neste texto o da criação de um "verdadeiro" pólo universitário no local. Diogo Mateus indica ainda que o planeamento daquele espaço é de grande importância e que é hora de pensar nisso "nunca esquecendo que estamos a pensar a médio prazo e que, de qualquer forma, devem ser efectuados estudos.

Os terrenos da Portela

Apesar de haver diversas sugestões em relação ao que pode ser feito nos terrenos actualmente ocupados pelo aeroporto da Portela, há no entanto um complexo imbróglio que importa resolver, e que se prende com a propriedade dos terrenos. Segundo diversos especialistas contactados pelo Construir, a posse dos terrenos está a ser discutida nos tribunais, pois há dúvidas em relação à sua legítima propriedade. Se há quem garanta que os terrenos pertencem ao Estado e à autarquia, a verdade é que há também quem defenda que os proprietários originais ou os seus herdeiros podem vir a reclamar a posse dos terrenos no caso de deixar de existir ali uma estrutura aeroportuária. Acontece que o Plano Director Municipal para aquela zona contempla que aqueles são "terrenos de domínio público aeronáutico", ou seja, só prevê que ali sejam construídas infra-estruturas aeroportuárias. Qualquer outro uso dependerá também da alteração do PDM. Segundo dados da Espírito Santo Research, datados de 2004, um levantamento já realizado indica que mais de 80% dos terrenos da Portela foram atribuídos à Câmara Municipal de Lisboa quando se preparava a construção do aeroporto, que abriu em 1942, e apenas 0,1% estão em nome da ANA. A restante fatia pertence ao Estado (18,2%). Estes são elementos fornecidos pelo mesmo estudo da Espírito Santo Research, datado do final de 2004, que cita informações da própria concessionária dos aeroportos.
OpiniãoQual deve ser o futuro da Portela?

Portela. Mais do que encerrar o tema em torno de qual o seu futuro, consideramos que se está perante uma janela de oportunidade única para recolocar a energia da discussão numa outra pergunta; Que Lisboa queremos ter em 2050, em 2100? O que ambicionamos para a cidade e que articulação deve ser a da sua área metropolitana?
Considerar a Portela em si mesma como um mero vazio expectante, que temos que preencher ou deixar encher aleatoriamente de usos e significados é no mínimo redutor se não irresponsável.
Na realidade a área de que falamos totaliza 500ha dos 8400ha da cidade ou seja 6%. A verdade é que era possível lá implantar 15 vezes a Baixa Pombalina, cerca de 92 vezes a freguesia do Castelo ou 2,6 vezes as já antigas Avenidas Novas. Num espaço com esta expressão tudo o que conseguirmos conceber se torna fisicamente viável, desde dotar a cidade de um segundo pulmão igualando Monsanto a introduzir uma nova verticalidade clonando 6 vezes a Midtown de Nova Iorque, pelo que a questão deve ser rápida e irreversivelmente trasladada de O Quê? para o mais consequente Porquê?
A sociedade portuguesa precisa de um debate alargado sobre Lisboa nos seus rumos possíveis, prováveis, utópicos ou desejáveis partindo de uma preocupação muito comum; cidade/cidadão/cidadania e meio ambiente procurando sustentabilidade em novas ideias de articulação e crescimento urbano.

Como expressão material da estrutura de organização das sociedades, o meio físico urbano expressa-se normalmente numa vontade de densidade. Assim vazios como este só podem ser entendidos como falhas temporárias e muito particulares do sistema público/privado, não acontecem com frequência e não deixam margem para segundas oportunidades. Mais do que vazios de construção eles representam uma ausência de propósito, que se torna perigosamente ofensiva à medida que a situação se arrasta no tempo.

Não é pois de admirar que estruturas abandonadas acabem por ser recicladas sem pudor ideológico e encontrem propósitos diversos. Estes processos de tentativa e erro são um imperativo de sobrevivência e podem produzir saltos evolutivos, mas como a sociedade é normalmente lenta a abandonar estruturas tradicionais de organização do espaço público, esta potencialidade é raramente aproveitada em tempo útil.

É assim óbvia a urgência de uma consciencialização da base dos actores sociais, da sua capacidade efectiva de intervenção na decisão do desenho de uma cidade nas suas vertentes Forma e Significado, aferidoras das ambições e pulsões da sociedade, para elevar o seu grau de exigência. Contrariar a pressão imobiliária mais imediata e deixar margem para a gestão daquele espaço. Permitir que a sua afectação aconteça apenas como resultado material de uma ambiciosa ideia de conjunto, ponderada e articulada ao longo daquilo que é a escala do tempo de vida de um organismo urbano como Lisboa.

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Corkeen debate normas europeias de segurança dos parques infantis

O evento “Playground design: as normas de segurança matam a criatividade ou são ferramentas úteis?” acontece em formato online dia 28 de Abril

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A Corkeen, empresa detida pela Corticeira Amorim, promove no próximo dia 28 de Abril uma sessão online gratuita que debaterá as normas europeias de segurança dos parques infantis. O evento “Playground design: as normas de segurança matam a criatividade ou são ferramentas úteis?”, contará com a participação de oradores de renome internacional com mais de 30 anos de experiência nas áreas da segurança infantil, inclusão e avaliação de risco, servirá igualmente para a apresentação de critérios para o processo de avaliação de risco-benefício em espaços de jogo e recreio.

A sessão irá contar contar com os contributos de Helena Menezes, consultora internacional em avaliação de risco com foco no impacto da arquitetura na saúde global, e de Harry Harbottle, especialista da Comissão Europeia em segurança do consumidor e segurança infantil, e com a moderação de Michael Hammar, CEO da Corkeen, empresa pioneira no desenvolvimento de pisos de parques infantis com cortiça. A iniciativa permitirá ainda aos participantes a exposição de casos de estudo.

Esta discussão ganha especial relevância, neste sector, tendo em conta que as normas europeias de segurança dos parques infantis são muitas vezes consideradas destruidoras da criatividade, tanto para projectistas, como para crianças. Isto acontece quando são mal interpretadas ou mal utilizadas.

As normas técnicas centram-se na segurança das infraestruturas e layouts, para que as crianças e cuidadores possam antecipar os riscos residuais. Para isso, os riscos existentes devem ser de fácil percepção e benéficos para o desenvolvimento infantil e para o processo de aprendizagem, pois permitem uma livre escolha na assunção de riscos.

As normas europeias que estarão em debate são especialmente pertinentes no panorama nacional nomeadamente por via do DL 203/2015 que publica o Regulamento sobre a Segurança dos Espaços de Jogo e Recreio e estabelece as obrigações das Entidades Responsáveis em termos de projecto, instalação, inspecção e manutenção desses espaços.

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Grupo SGS celebra 100 anos em Portugal e abre novo centro de competências

As novas instalações contam um novo centro de global de competências e laboratórios com mais de 2 000 m2 com assinatura de Saraiva & Associados. A construção e interiores dos escritórios ficaram a cargo da Transfor

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O Grupo SGS celebra 100 anos de presença em Portugal e abre um novo centro de global de  competências e laboratórios em Lisboa com mais de 2 000 m2. As novas instalações representam um investimento significativo para o futuro da SGS, contando com um Hub para a Inovação, Tecnologia e Conhecimento.

A agora sede e laboratórios da SGS Portugal foram desenhados pelo gabinete de arquitetura Saraiva & Associados, e a construção ficou a cargo da Transfor – Construção e Engenharia, que foi também responsável pelos Interiores referente aos escritórios e laboratórios ocupados pelo Innovation Squad e Global BioSciences Center.

Este edifício, localizado em Carnide, Lisboa, será ocupado por cerca de 200 pessoas, estando em simultâneo a decorrer um reforço da equipa local com a entrada de 40 pessoas nas áreas de inovação e desenvolvimento como data science, programação, analytics, usabilidade, entre outros.

Frankie Ng, CEO Global da SGS, refere que “SGS Portugal é uma referência para o Grupo SGS.  Vários projectos globais liderados a partir de Portugal incluem diferentes áreas de foco estratégico e de competência: o Global BioScience Center, o Innovation Squad (o primeiro a trabalhar globalmente) e Competence Center for Molecular Biology. Estes laboratórios fazem parte de um centro de excelência global onde concentramos cientistas, investigadores e especialistas de várias áreas, representando uma importante captação de experiência técnica, nacional e internacional, bem como reforça as sinergias com outras afiliadas”.

João Marques, Managing Director da SGS Portugal, acrescenta, ainda, que este evento “assinala a aposta do Grupo SGS para um futuro próspero com o desenvolvimento de sinergias que vão possibilitar a criação de um mundo melhor, mais seguro e interligado”.

Paralelamente, o Grupo pretende assumir-se como um parceiro dos clientes na sua jornada pela sustentabilidade, estendendo “o compromisso corporativo de criar um impacto positivo na sociedade através dos serviços que prestamos aos nossos clientes, alinhado com o nosso propósito de criar valor para a sociedade ao longo de toda a nossa cadeia de valor”.

Reconhecendo a importância da sustentabilidade para a SGS, o evento contou, ainda, com a realização de uma mesa-redonda para dar destaque ao Dia Mundial da Terra sob o tema “Investir no Planeta”, moderada por Gonçalo Faria, sustainability business developer manager da SGS Portugal. A mesa-redonda teve como speaker Javier Lopez Gomez, Corporate Sustainability da SGS Global, e contou com a participação de Maria João Coelho, Head of Sustainability Knowledge, BCSD Portugal (Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável) e Nuno Gaspar de Oliveira, Chief Executive Officer na NBI – Natural Business Intelligence.

O CEO Global da SGS, Frankie Ng, marcou presença neste evento, bem como o Secretário de Estado da Agricultura, Rui Martinho e do Presidente da Junta de Freguesia de Carnide, Dr. Fábio Sousa e do Dr. João Oliveira e Silva, Assessor para a Economia e Inovação da CML – bem como outros representantes de Entidades Oficiais e da SGS a nível Global.

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Potencial do franchising em crescimento acelerado

A 25ª edição da Expofranchise, que decorreu recentemente no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, revelou “o potencial do franchising e a dinâmica de um sector que representa uma oportunidade de desenvolvimento da economia portuguesa”

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A 25ª edição da Expofranchise, que nestes dois últimos dias decorreu no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, revelou o potencial do franchising e a dinâmica de um sector que representa uma oportunidade de desenvolvimento da economia portuguesa.

Após uma interrupção em 2020 e 2021, o evento organizado pela Associação Portuguesa de Franchising (APF) contou este ano com a participação de quase cinco dezenas de marcas, que se apresentaram aos mais de mil visitantes como oportunidades de negócio e de empreendedorismo.

“O sector não só não estagnou como tem vindo, a manifestar uma dinâmica de crescimento e a Expofranchise revelou isso mesmo. Numa primeira edição pós-pandemia as várias marcas presentes e os muitos visitantes demonstraram o potencial de crescimento e a atratividade do franchsing”, revela Cristina Matos, secretária-geral e CEO da APF.

O sector do franchising ultrapassou os 11 mil milhões de euros, o que corresponde a 5,8% do PIB e 2,3% do tecido empresarial português. Também aumentou o peso do seu impacto no emprego no país, já que, dos 4. 866.700 empregos em Portugal, perto de 200 mil são provenientes de marcas do franchising. Actualmente, existem cerca de 530 marcas a operar em Portugal e dessas, os serviços detém 58% da preferência dos investidores, sendo que os serviços para particulares ocupam 44%. Ao sector dos serviços segue-se o comércio, com perto dos 30%, e a restauração, com 13%. Cerca de 66% das marcas são portuguesas, sendo que Espanha é o país que mais exporta conceitos de negócio em franchising para Portugal (18%), seguido dos EUA (5%).

A APF prevê uma maior prosperidade para os franchisados mais fortes, uma vez que a crise económica de 2020/ 2021 enfraqueceu a maioria dos pequenos negócios e fortaleceu a presença no mercado dos grandes franchisados. Este crescimento tem sido acompanhado por um reforço das competências digitais, que poderão atrair um maior investimento das gerações mais jovens em negócios de franchising.

Durante dois dias, para além do networking e da possibilidade de os visitantes terem oportunidade de conhecer as marcas presentes, os seus negócios e o seu potencial de investimento a AFP organizou durante o evento diversas palestras e mesas redondas que deram a conhecer melhor o franchising.

Escolher com confiança foi o mote, apontando que o sucesso do franquiado é o sucesso do franquiador e que são as relações claras e transparentes que geram a confiança. Quer do lado do franchisador, quer do lado do franchisado, são vários e de diferente natureza os desafios do setor, desde a importância do acompanhamento do franchisador ao franchisado, à inovação, que obriga a uma sintonia da rede de franchisados com o franchisador. Divergências das marcas com os franquiados são normais, mas há uma obrigação do franchisador saber dar as respostas.

A 25ª edição da Expofranchise foi, ainda, o palco da primeira atribuição dos Selos de Excelência em Franchising da APF. Neste reconhecimento concedido às empresas que actuam no mercado de franquias em Portugal, foram galardoadas 12 empresas de diversos sectores de actividade, numa cerimónia de distinção da sua gestão das marcas.

Da restauração, ao turismo, passando pelo fitness, o imobiliário ou os serviços financeiros, são várias as áreas de negócio nas quais os empreendedores viram reconhecidos os seu esforço, trabalho e mérito, quer pelo setor, quer pelos colaboradores.

Com a atribuição deste Selo, o sector reconhece as melhores práticas de gestão em franchising e, no caso dos franquiados, de relacionamento com a sua equipa, aferindo o seu índice de satisfação em relação às suas respectivas marcas franquiadoras e dos colaboradores em relação à gestão da unidade.

Os vencedores dos Selos de Excelência em Franchising da APF ficam habilitados a concorrer aos Prémios APF, iniciativa que vai decorrer em Maio.

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Comporta: Vanguard Properties e GreenVolt anunciam parceria para “maior comunidade de energia da Europa”

Todos os edifícios no projecto Terras da Comporta estarão ligados à comunidade energética descentralizada, onde 35.000 m² de painéis fotovoltaicos irão garantir uma autonomia de pelo menos 80%. O investimento total, repartido entre a Vanguard Properties e a GreenVolt, é de até 11 M€

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A Vanguard Properties e a Energia Unida, do Grupo Greenvolt, anunciaram uma parceria para desenvolver uma comunidade de produção descentralizada de energia para o projecto imobiliário “Terras da Comporta”. Este projecto engloba os loteamentos Torre, em Alcácer do Sal e o Dunas, em Grândola, num total de 1.376 hectares. Todos os edifícios que serão construídos no projecto “Terras da Comporta” estarão ligados à comunidade energética descentralizada, o que significa que serão simultaneamente produtores e consumidores de energia, o que inclui os dois campos de golfe, loteamentos residenciais, hotéis, hotéis-apartamento, aldeamentos turísticos e equipamentos logísticos e comerciais.

De acordo com a promotora, “esta será a maior comunidade energética de Europa” e deverá contar com uma produção estimada de cerca de 7MW através da instalação de 35.000 m² de painéis fotovoltaicos. Desta forma estarão garantidos “uma autonomia energética de pelo menos 80%, através da produção própria a partir de fontes renováveis” para os projectos imobiliários.

O investimento previsto é de até 11 milhões de euros, sendo que até sete milhões de euros serão investidos por parte da Energia Unida e até quatro milhões nas estruturas de car-park, a cargo da Vanguard Properties, sobre os quais serão instalados os painéis.

Para José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties, “a parceria com a Energia Unida para criação da maior comunidade energética da Europa está perfeitamente alinhada com os valores e posicionamento de um projeto imobiliário que se distingue pela visão de desenvolvimento para a região e que assume como pilares a mobilidade, a inovação, a sustentabilidade ambiental, a ligação às pessoas e aos seus ambientes e o respeito pela diferença e tradição. Pretendemos que o ‘Terras da Comporta’ seja uma referência não apenas a nível nacional, mas também internacional“.

O conceito de comunidade energética consiste na produção descentralizada de energia e partilha com os membros da comunidade. A título de exemplo, no caso do “Terras da Comporta”, cada casa, cada unidade hoteleira ou espaço comercial terão instalados painéis fotovoltaicos que estarão a produzir energia para consumo próprio ou para partilha com a comunidade, sempre que não haja necessidade de consumo ou em caso de excesso de produção. Desta forma, há uma optimização da produção e do consumo com benefícios muito significativos para os consumidores que podem atingir uma redução do custo de energia de cerca de 40%. Por outro lado, tratando-se de produção de energia a partir de fontes renováveis vai contribuir para o grande objectivo de sustentabilidade do projeto, que passa por garantir que todos os edifícios construídos sejam neutros em emissões de carbono (Net Zero Carbon Buildings).

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Tétris Portugal obtém certificações ISO em segurança, qualidade e ambiente

A empresa de design e construção do grupo JLL, obteve a certificação em Sistema de Gestão Integrado de Segurança, Qualidade e Ambiente de acordo com as normas internacionais da International Organization for Standardization

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(na imagem Carlos Cardoso, managing director da Tétris Portugal)

A Tétris Portugal, empresa de design e construção do grupo JLL, obteve a certificação em Sistema de Gestão Integrado de Segurança, Qualidade e Ambiente de acordo com as normas ISO 45001, ISO 9001 e ISO 14001.

“Com vista a uma melhoria constante do seu desempenho, a Tétris Portugal implementa as políticas e os requisitos normativos internacionais mais exigentes a todos os serviços prestados, bem como estratégias de construção e design de interiores ecológicos, alinhadas com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, e promove comportamentos seguros e amigos do ambiente, tanto nos seus escritórios como nas suas tarefas de remodelação, a todos os níveis e em todas as áreas da sua organização”, justifica a empresa.

“Juntamente com os nossos parceiros, pretendemos promover uma mudança significativa no mundo que nos rodeia, através da integração da sustentabilidade em tudo o que fazemos. Como líder na concepção e construção de espaços, reconhecemos a nossa responsabilidade em garantir um ambiente de trabalho saudável e seguro, bem como inspirar a forma como os espaços são concebidos para construir um futuro melhor para as gerações vindouras”, refere Carlos Cardoso, managing director da Tétris Portugal.

“Desta forma”, continua o responsável, “alinhados com a estratégia de sustentabilidade do grupo JLL para o sector imobiliário, o nosso desempenho e paixão assentam nos pilares do “Building a Better Tomorrow” para clientes, pessoas, espaços de trabalho e comunidade, e é com muito orgulho que vemos agora o reconhecimento desta aposta com esta certificação em Sistema de Gestão Integrado de Segurança, Qualidade e Ambiente, de acordo com as normas ISO 45001, ISO 9001 e ISO 14001, exibindo um dos mais renomeados selos neste campo a nível internacional”, conclui.

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Ordem dos Arquitectos: Aula Aberta com Mariana Correia fecha ciclo de iniciativas

Última conferência do Módulo 1 – Do Ecossistema às Ideias, do Ideal ao Projecto, terá lugar dia 22 de Abril, com transmissão na página do Facebook e do Youtube

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A arquitecta Mariana Correia é convidada da Aula Aberta de encerramento do Módulo 1 – Do Ecossistema às Ideias, do Ideal ao Projecto, numa iniciativa promovida pela Ordem dos Arquitectos (OA) e que irá decorrer esta sexta-feira, dia 22 de Abril, às 18 horas, numa transmissão em directo através do Facebook e do canal de Youtube da OA.
Mariana Correia é professora e directora do Departamento de Arquitectura e Multimédia Gallaecia e do Centro de Investigação Gallaecia na UPT – Universidade Portucalense, desde 2021, depois de dirigir a Escola Superior Gallaecia, entre 2004 e 2021. É presidente do Conselho Consultivo do ICOMOS-Portugal (2021-23), membro do Conselho de Direcção do ICOMOS-ISCEAH (2021-2023).

Foi Project-Leader de projectos de investigação da União Europeia (VerSus3DPAST) e da FCT (SEISMIC-V). É assessora de Património Mundial do ICOMOS International, tendo realizado várias missões de monitorização reactiva, de avaliação técnica, de assessoria e de upstream em África, Europa, Médio Oriente e Asia. Coordenou e deu aulas em cursos internacionais da UNESCO, ICOMOS, ICCROM, IUCN, AWHF e ARC-WH. Foi presidente do ICOMOS-ISCEAH/Comité Científico Internacional de Património Arquitectónico em Terra (2018-2020) e coordenadora internacional da Rede Ibero-Americana PROTERRA (2011-2014).

Em 2017, ganhou o European Award of Architectural Heritage Intervention (AADIPA – cat. D); e foi distinguida pela Comissão Europeia como Project-Leader de projetos de sucesso.

Co-coordena, desde 2011, o Prémio Ibérico de Investigação de Arquitetura Tradicional. É, ainda, autora e coeditora de 23 livros.

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OBO Bettermann lança descarregador combinado contra raios e sobretensões

O MCF-NAR é instalado de acordo com as regras de ligação no compartimento de ligação inferior, protegendo assim as sobretensões de forma fiável directamente no ponto de alimentação

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A OBO Betterman, especialista em sistemas para instalações eléctricas de equipamentos electrotécnicos e em edifícios, acaba de anunciar o lançamento de um descarregador combinado, pensado para protecção em edifícios contra raios e sobretensões.

O MCF-NAR, do tipo 1+2, diferencia-se, segundo a empresa, exactamente por apresentar o complemento NAR que significa “compartimento
de ligação do lado da rede”, já que a tecnologia de explosor de equipotencial instalada qualifica o aparelho de protecção contra
sobretensões para a utilização a montante do contador segundo a VDE-AR-N 4100.

De acordo com a empresa, as actuais regras técnicas de ligação de baixa tensão, VDE-AR-N 4100, para a ligação de instalações de clientes à rede de baixa tensão exige que o aparelho de protecção contra sobretensões seja instalado o mais próximo possível do ponto
de alimentação. O MCF-NAR é instalado de acordo com as regras de ligação no compartimento de ligação inferior, protegendo assim as sobretensões de forma fiável directamente no ponto de alimentação. A montagem é simples e realizada em pouco tempo, devido à instalação no sistema de barramentos de 40 mm do armário do contador.

Com as variantes para edifícios residenciais sem protecção exterior contra raios, para edifícios residenciais e comerciais
com protecção contra raios exterior (classe de protecção contra raio 3+4), bem como para hospitais e centros de dados (classe
de protecção contra raio 1+2), a OBO oferece sempre a solução adequada. Para variadas áreas de aplicação é disponibilizada
uma variante com 3 polos para redes TN-C e uma variante 3+NPE para redes TT e TN-S.

Com a limitação de tensão dos SPD, garante-se a protecção do isolamento, a fim de evitar a formação de faíscas e incêndios. Para garantir esta protecção de confiança em qualquer altura, todos os aparelhos têm uma indicação de estado aprovada para a zona a montante do contador, sem autoconsumo. Esta sinaliza imediatamente se os aparelhos não funcionarem. Adicionalmente, todas as variantes
são disponibilizadas também com sinalização remota, podendo assim ser ligadas a tecnologias de controlo de edifícios existentes ou futuras.

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Cushman & Wakefield reforça a Norte

Depois de reforçar as áreas de business space (escritórios e logística) e capital markets (investimento e promoção imobiliária), a consultora anuncia agora a integração de Susana Pires na equipa de retalho do seu escritório no Porto

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Depois de reforçar as áreas de business space (escritórios e logística) e capital markets (investimento e promoção imobiliária), a consultora anuncia agora a integração de Susana Pires na equipa de retalho do Porto.

Com esta nova contratação, a consultora dá continuidade ao aumento da sua actividade no mercado do Grande Porto, onde tem registado um crescimento significativo desde que se estabeleceu nesta cidade com escritório próprio em 2016.

Com mais de 15 anos de experiência no sector imobiliário, Susana Pires especializou-se no segmento de retalho, tendo trabalhado com os mais diversos formatos, como centros comerciais, lojas de rua ou retail parks. Antes de integrar a equipa da Cushman & Wakefield, foi responsável por toda a actividade de retail leasing na zona Norte e Centro para a Widerproperty, onde liderou com sucesso várias operações. No passado, esteve também envolvida em grandes projectos a nível nacional, onde acompanhou entidades como a CGD, o BPI, a Mota Engil a ECS, entre outras.

“O Porto tem tido uma importância crescente no panorama imobiliário em Portugal, havendo um grande interesse por parte de ocupantes e investidores nesta cidade. Acreditamos que, com a experiência e senioridade da Susana, estamos bem posicionados para sermos cada vez mais um player de referência no mercado de retalho no Norte do país, prestando um serviço completo e próximo dos nossos clientes”, refereEric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield,

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“MaisConsultores #Capital” aumenta o seu negócio com aquisição de nova agência

Face a 2020, o Grupo MaisConsultores Capital, cresceu cerca de 100% em 2021 e prevê para 2022 mais de 100 M€ em volume de negócios

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A MaisConsultores #Capital, franchisado da rede de consultores imobiliários MaisConsultores, acaba de expandir o seu negócio com a aquisição da agência do Parque das Nações, que envolve um crescimento do volume de negócio na ordem dos 100%.  

A aquisição desta agência “vem ampliar a rede da empresa e incorporar uma equipa de consultores seniores e experientes, permitindo novas sinergias para a partilha de conhecimento e realização de formações temáticas e personalizadas”, explica a marca.

Face a 2020, o Grupo MaisConsultores Capital, cresceu cerca de 100% em 2021 e prevê para 2022 mais de 100 milhões de euros em volume de negócios.

Para Filipe Vale e João Costa, administradores da MaisConsultores #Capital, esta aquisição simboliza “o crescimento positivo que a nossa rede de agências e consultores está a ter desde 2018″. Além disso, “a aquisição da agência do Parque das Nações teve um benefício duplo, pois esta agência pertencia ao Master da marca MaisConsultores, e com esta decisão estratégica, vai permitir que o mesmo se foque mais no desenvolvimento do software MaisMLS e também no crescimento da marca e do Franchising”, acrescentam. 

A rede MaisConsultores #Capital surgiu em 2018 e conta já com três agências e 200 consultores imobiliários, sendo que a rede detém, na sua tonalidade 27 agências e 1100 consultores de Norte a Sul, incluindo todos os franchisados. 

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Vilamoura Parque inicia fase de comercialização

Projecto de 40 moradias, promovido pela Vilamoura World, deverá estar concluído em 2024

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O empreendimento Vilamoura Parque, o mais recente projecto promovido pela Vilamoura World, acaba de iniciar a fase de comercialização e conta já com 20% de vendas confirmadas. O projecto deverá estar concluído e pronto a entregar aos clientes no primeiro semestre de 2024.

Localizado no centro de Vilamoura, este novo projecto imobiliário pretende “responder à procura por imobiliário de luxo, direccionada para um cliente exigente, que escolhe Vilamoura para residir, passar férias e investir”.

“Esta é, sem dúvida, a última oportunidade para se adquirir uma casa nova no coração de Vilamoura”, afirma Miguel Palmeiro, administrador da Vilamoura World com o pelouro comercial.

As 40 unidades – 30 V2 e 10 V3, beneficiam de uma localização privilegiada, estando a dois passos da marina, de campos de golf, de courts de ténis e de uma vasta oferta de serviços. Cada moradia deste empreendimento privado exclusivo tem quartos em suite, jardim e piscina privativos e garagem em box com acesso direto ao interior das habitações.

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