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Teixeira dos Santos adia “novas concessões” para o final da legislatura

O governante entende que para já “não há necessidade de lançar mais concursos ou fazer novas adjudicações no domínio da rede rodoviária”

Ricardo Batista
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Teixeira dos Santos adia “novas concessões” para o final da legislatura

O governante entende que para já “não há necessidade de lançar mais concursos ou fazer novas adjudicações no domínio da rede rodoviária”

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O governante entende que para já “não há necessidade de lançar mais concursos ou fazer novas adjudicações no domínio da rede rodoviária”, salientando que “o que havia a fazer, está feito no essencial” e sublinhando que “o que está em curso é para acabar”.

Só este ano saem dos cofres do Estado 329 milhões de euros para as dez concessões rodoviárias.

O Construir tentou já obter uma reacção por parte do Mnistério das Obras Públicas, nomeadamente no que respeita às concessões que estavam previstas para este ano (Serra da Estrela, Concessão Vouga, Concessão Tejo Internacional e Concessão Ribatejo) e para se perceber o que irá acontecer às concessões “chumbadas” recentemente pelo Tribunal de Contas.

O modelo que o anterior Governo de José Sócrates arranjou para lançar estradas novas em Portugal foi dividido em dez concessões, que envolvem a entrega a privados da construção de mil quilómetros novos de estradas até 2012 e a exploração e manutenção de mais 565 quilómetros de vias que já estão em serviço.

O TC recusou o visto prévio aos contratos de cinco concessões rodoviárias – Auto-Estrada Transmontana, Douro Interior, Baixo Alentejo, Algarve Litoral e Litoral Oeste -, mas a EP já recorreu da decisão. O organismo liderado por Oliveira Martins alega que a EP violou a lei ao permitir que os consórcios, que foram apurados para a fase final de negociações nos vários concursos, tenham apresentado propostas piores do que as iniciais.

Por clarificar está também a concessão do Alto Alentejo, que vai ligar Estremoz à A23. Este concurso esteve previsto para ser lançado há um ano mas até agora tem estado a ser avaliado pelo Ministério do Ambiente.

A concessão, estimada em 200 milhões de euros, terá uma extensão total de 139 quilómetros, dos quais 110 quilómetros serão construídos de raiz, mas nenhum deles em perfil de auto-estrada.

De acordo com a Estradas de Portugal, este é o único concurso que falta ser lançado, mas agora o ministro das Finanças deixa no ar a dúvida se o Alentejo vai ou não ser contemplado com novas estradas já prometidas há mais de um ano.

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Imobiliário

Facturação da Century 21 Portugal supera os 31 M€

Negócios mediados crescem 42% e ultrapassam os 1.134 milhões de euros, num período em que também o segmento internacional dispara 55%, com os EUA à frente da França, Brasil e Reino Unido

Nos primeiros seis meses de 2021, a Century 21 Portugal registou uma facturação superior a 31 milhões de euros, o que revela um aumento de 64% face aos cerca de 19 milhões de euros reportados no período homólogo de 2020. Já o volume de negócios em que a rede esteve envolvida – considerando também a partilha de transações com outros operadores – superou os 1134 milhões de euros e revela um aumento de 42% em comparação com os quase 800 milhões de euros registados no primeiro semestre de 2020.

” Os resultados dos primeiros seis meses de 2021 superaram todas as expectativas que tínhamos estimado para este período incerto e os valores de facturação foram os melhores de sempre. Estes indicadores foram também influenciados pelo factor da suspensão de processos de compra de clientes internacionais, durante o último ano, e demonstram que o mercado imobiliário recuperou a sua dinâmica, que é sobretudo impulsionada pelas alterações da vida familiar dos portugueses- casamento, nascimentos de filhos, divórcios, heranças e emancipação dos jovens – que ocorrem mesmo em tempo de pandemia”, afirmou Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal.

As tipologias de imóveis mais procuradas pelas famílias portuguesas continuam a ser os T2 e T3 e, entre Janeiro e Junho deste ano, a rede imobiliária realizou 7008 transacções de venda, o que representa um aumento de 38% face às 5065 transacções efetuadas no primeiro semestre do ano anterior.

No primeiro semestre do ano, o valor médio dos imóveis transaccionados na rede Century 21 Portugal aumentou 3% para os 161 371 euros, face à média de 157 264 euros registados no mesmo período do ano passado. Apesar do contexto de pandemia, os preços de venda de habitações mantiveram uma trajectória ascendente, a nível nacional.

Quanto ao mercado de arrendamento, no primeiro semestre deste ano foram realizadas 1708 transações, mais 68% comparativamente às 1014 transações no segmento de arrendamento registadas no mesmo período do ano passado. Contudo, o valor médio de renda, a nível nacional, situou-se nos 817 euros, ao longo do primeiro semestre de 2021, revelando um decréscimo de 2% face à média de 833 euros no valor de arrendamento verificada entre Janeiro e Junho de 2020. Embora a diferença neste indicador seja residual, também confirma que o mercado de arrendamento é normalmente mais flexível, muito responsivo às flutuações da procura, porque tem que se ajustar rapidamente ao rendimento disponível dos jovens e famílias que estão no mercado a procurar habitação.

Segmento internacional

 Entre Janeiro e Junho de 2021, foram efectuadas 1102 transacções de clientes internacionais na rede Century 21 Portugal, o que revela um aumento exponencial de 55% relativamente às 709 efectuadas no período homólogo do ano anterior. O peso das transacções do segmento internacional representou já 16% do volume de transações efectuadas nesta rede imobiliária, o que traduz a retoma dos negócios que envolvem clientes de outras geografias. Embora este indicador também reflita o efeito de suspensão das decisões dos investidores estrangeiros no mercado imobiliário nacional, durante o ano passado, dado que em 2020 este foi o segmento de mercado que sofreu o maior impacto negativo face ao contexto pandémico, a realidade é que o peso das transacções internacionais nos primeiros seis meses deste ano superou os 14% registados em 2019, antes da pandemia.

Outro aspecto a salientar neste primeiro semestre de 2021 é a alteração do perfil do cliente internacional. Pela primeira vez, os Estados Unidos da América foram a nacionalidade dominante, seguidos pela França, Brasil e Reino Unido.

Evolução da rede a nível nacional

 Apesar dos desafios inerentes ao contexto pandémico, no primeiro semestre de 2021 a Century 21 Portugal manteve um crescimento sólido da sua rede nacional, com o início de operação de mais 15 agências, em todo o País. Actualmente, a marca conta com 174 unidades em operação suportadas por uma equipa de mais de 3105 consultores imobiliários.

A Century 21 Portugal tem vindo a defender uma estratégia concertada entre toda a cadeia de valor do sector imobiliário e as entidades governamentais, para se criarem políticas adequadas para fomentar o acesso à habitação, sobretudo para a classe média portuguesa, a nível nacional. Contudo, a cidade de Lisboa e a região metropolitana de Lisboa, competem directamente, com as suas congéneres internacionais, numa escala e dinâmica de mercado totalmente diferentes do resto  do País. Este factor pode ser potenciado com a adopção de uma estratégia metropolitana para que esta região possa ser realmente competitiva, a nível internacional, na atracção de talento, de empresas e na capacidade de gerar um desenvolvimento económico e socialmente sustentável.

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6M€ para a reabilitação do ramal da petroquímica em Sines

A Infraestruturas de Portugal (IP) e a Repsol assinaram um protocolo para a reabilitação do Ramal da Petroquímica em Sines

A Infraestruturas de Portugal (IP) e a Repsol assinaram um protocolo para a Reabilitação do Ramal da Petroquímica em Sines.

Com um investimento estimado em seis milhões de euros, a concretizar até 2024, esta reabilitação abrange a renovação integral da superestrutura de via, num troço com cerca de 7km, a construção de uma nova concordância com cerca de 1km e respetiva eletrificação e a instalação sistemas de sinalização eletrónica e de telecomunicações. O custo desta obra será totalmente amortizado pelo pagamento da taxa de uso associada aos comboios de e para as instalações da Repsol.

A cerimónia realizada na sede da IP, que contou com a presença do Secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado, do Diretor-Geral do Complexo Petroquímico da REPSOL, Arsénio Salvador e do Presidente da IP, António Laranjo.

Este investimento da IP surge depois de a Repsol ter anunciado a ampliação da sua unidade industrial em Sines, criando duas novas fábricas de Polímeros, num investimento de cerca de 650 milhões de euros, apontado como o “maior investimento industrial” da última década em Portugal. Prevê-se a criação de 75 novos empregos permanentes e cerca de 300 indiretos.

Com a construção destas duas novas unidades, está previsto um aumento da produção destinada à exportação para mais do triplo do atual, assumindo a ferrovia um papel preponderante nesse transporte, estimando-se um tráfego de oito comboios por semana para Espanha e de quatro comboios por semana para o Terminal XXI, do Porto de Sines.
O investimento em curso no Corredor Internacional Sul desempenhou um papel muito relevante na decisão de investimento da Repsol, dado o peso das exportações para Espanha destas duas novas fábricas.

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Construção com crescimento esperado de 3% para 2021

APCMC revê em alta as previsões para 2021 e apontam para um crescimento do negócio do sector na ordem dos 3%, com a construção nova a superar a reabilitação em apenas alguns pontos percentuais

Em 2020, o sector da construção apresentou um comportamento positivo, visível no crescimento do 1,8% do volume de negócios, demonstrando ser este um dos mercados mais resiliente aos efeitos económicos provocados pela pandemia de Covid-19. Para 2021, as estimativas são ainda mais favoráveis e reforçam o crescimento do volume de negócios da construção, tendo por base o comportamento positivo esperado nos diferentes segmentos que o constituem, e, por conseguinte, no aumento do total do volume de negócios do comércio e distribuição dos materiais de construção.

De acordo com a Associação Materiais de Construção (APCMC), 2021 deverá registar um crescimento de 3% no que diz respeito ao volume de negócios da construção. As previsões apontam para um pequeno decréscimo da intensidade de crescimento em 2022, para 2,9%, e um aumento novamente, em 2023, para os 3,1%.

As previsões de crescimento do sector da construção têm como base o estudo “Evolução dos Negócios no Comércio de Materiais de Construção”, elaborado para a APCMC por Manuel Carlos Nogueira, economista e docente universitário. Assim, as previsões apresentadas para este ano e seguintes foram agora revistas em alta, face às anteriores estimativas publicadas no final do ano passado.

Para José de Matos, secretário-geral da APCMC, estas previsões demonstram uma “uma grande resiliência” do sector imobiliário e “cuja pandemia veio demonstrar ser ainda maior do que o esperado, na medida em que, nem a construção, nem o comércio de materiais de construção pararam durante o próprio confinamento”.

Este foi, também, um período em que muitos portugueses aproveitaram para fazer pequenas obras em casa, o que terá contribuído para este dinamismo do sector, assim como as taxas de juro baixas, sobretudo, e nos tempos mais recentes, no domínio da construção de habitações. “A maior limitação ao crescimento está a ser a falta de mão de obra”, destaca José de Matos, que, ainda assim, recorda que “o PRR, entretanto aprovado, também contribuirá para a sustentabilidade do crescimento da construção nos próximos anos, sobretudo no subsector da engenharia civil”.

Segmentos com ‘velocidades’ diferentes

O estudo sobre o comportamento do sector da construção contempla a previsão sobre os volumes de produção dos seus diferentes segmentos.

Assim, em termos de construção habitacional nova – que em 2020 registou um crescimento de 2,1% – estima-se que esta situação continue a acontecer este ano e nos próximos dois anos, com 2,5%, 3,1% e 3,2%, respectivamente.

Em relação à construção habitacional, na vertente de reabilitação, a expectativa aponta para o crescimento, nos próximos dois anos, de 2,8% e 3%, respectivamente. Em 2020, o crescimento foi de 2% e a previsão para este ano é de 2,3%.

No que se refere à construção não habitacional nova, estão previstos crescimentos entre os 2,6%, 1,8% e os 2,1% em relação aos três anos em análise. Enquanto na componente de construção não habitacional, na vertente de reabilitação, os crescimentos previstos são ainda mais expressivos, sobretudo para este ano, de 4,5%. Nos próximos dois anos espera-se um menor crescimento de 2,6% e 2,8%, respectivamente.

De referir que o segmento da construção não habitacional nova e reabilitada, mais dependente do nível de actividade económica, apresentou, em 2020, um crescimento mais reduzido, de 0,2% e 0,1%, respectivamente.

Em relação ao segmento da engenharia civil nova e de reabilitação, o crescimento esperado este ano é significativo, de 3,7% e 3,9%, respectivamente.

Nos próximos dois anos os crescimentos esperados superam as estimativas feitas no final de 2020. Assim, para 2022 e 2023, a engenharia civil nova espera um crescimento de 3,8% e 3,9%, enquanto para a reabilitação se perspectiva um crescimento de 3,5% e 3,4%, respectivamente.

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Geberit distinguida no iF DESIGN AWARD´21

O evento deste ano premiou a nova base de duche Olona pelo seu design e funcionalidade. Com este, são já 28 os produtos Geberit premiados com o iF Design Award, desde 1997

A edição de 2021 do iF DESIGN AWARD distinguiu o design inovador da nova base de duche Olona, da Geberit.

A Geberit Olona conquistou os júris tanto pelo seu design como pela sua funcionalidade. “O prémio destaca o design exclusivo e minimalista do ralo da base de duche. A tampa do ralo está rodeada por um fino anel cromado que lhe dá um toque especial, como se flutuasse. Ao mesmo tempo, esta tampa esconde um prático filtro anticabelo, muito fácil de retirar para limpar, que evita obstruções no ralo. Este design assegura ao consumidor a experiência de duche que sempre desejou, com uma rápida e eficaz evacuação da água”, explicou a marca.

A Olona também apresenta outros pontos fortes importantes graças às suas propriedades materiais. Para além da sua excelente qualidade, o material da base de duche, feita de carga mineral branca mate, tem uma qualidade antiderrapante até 18° de desnível, o que proporciona ao utilizador uma total segurança antiderrapante.

Esta não é a primeira vez que a marca é distinguida. “Uma vez mais este ano, os prémios iF repararam no design da Geberit por ir mais além da inovação estética. Os nossos produtos destacam-se pelo design que cumpre as suas funções de forma inteligente de modo a satisfazer os desejos dos consumidores”, referiu Alfredo Cabezas, Diretor de Marketing e Comunicação da Geberit Iberia.

Com a base de duche Olona, já são 28 produtos Geberit premiados com o iF Design Award desde 1997. Por sua vez, segundo o INDEX 2017 – 2021 do iF Design Award, enquanto empresa, a Geberit encontra-se no TOP 10 das 179 empresas suíças, no TOP 100 das 2729 empresas europeias e no TOP 25 das 270 empresas de porcelana sanitária e tecnologia para casas de banho.

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Empreendimento Orizzont representa um investimento de 5M€

Localizado em Aveiro, o projecto é da autoria do arquitecto Ricardo Vieira de Melo e destaca-se pelos traços modernos e acabamentos de qualidade

A ERA Aveiro e Ílhavo está a comercializar o Empreendimento Orizzont, localizado no centro da cidade de Aveiro e com uma vista privilegiada para a Ria de Aveiro.

O projecto disponibiliza 12 apartamentos com tipologias T3 a T5, sendo que apenas 8 frações se encontram ainda disponíveis para venda. Os preços variam entre os 500 e os 775 mil euros, estando a promoção de vendas a cargo da Santos Mártires – Sociedade de Empreendimentos Imobiliários, Lda, num investimento total de cerca de 5 milhões de euros.

O empreendimento Orizzont é da autoria do arquitecto Ricardo Vieira de Melo e destaca-se pelos traços modernos, acabamentos de qualidade, localização de excelência e pela utilização de materiais sustentáveis, que lhe conferem uma baixa manutenção e um baixo consumo energético.

Com amplas divisões, o empreendimento em condomínio fechado, conta com piscina aquecida, terraço com uma vista de 360º, jardim, um salão multiusos e varandas com vista desimpedida para a Ria de Aveiro. O projecto foi inspirado nos planos de água que distinguem a cidade, tendo sido desenhado para conviver em harmonia com a envolvente natural.

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Nova colecção da Recer inspirada na “arte do cimento hidráulico”

A série Lamour é apresentada no formato 20×20 e está disponível em três desenhos – posh, airy e dandy – em cinco cores distintas desenvolvidas para combinarem com cores lisas (blue, amber, green, clay e white)

A Recer lançou a nova colecção Lamour, inspirada na secular arte do cimento hidráulico, que interpreta alguns dos seus icónicos grafismos de modo contemporâneo, “com cores calmas, plenas de alegria e jovialidade”, sendo ideal para espaços residenciais ou espaço públicos.

A série Lamour é apresentada no formato 20×20 e está disponível em três desenhos – posh, airy e dandy – em cinco cores distintas desenvolvidas para combinarem com cores lisas (blue, amber, green, clay e white).

Em comunicado, a empresa refere que se trata de uma colecção “muito fácil de combinar entre si ou com outras séries da gama Recer como madeiras, pedras, cimentos ou pavimentos e revestimentos neutros”.

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Saint-Gobain conclui investimento em novo armazém no Carregado

Expansão permitirá aumentar a oferta de produtos da empresa e expedir soluções de três das suas marcas – ISOVER, Placo e Weber

A multinacional francesa Saint-Gobain acaba de concluir o investimento de 600 mil euros num novo armazém no Centro Produtivo do Carregado (Nave H), no município de Alenquer. Este investimento permitirá aumentar a oferta de produtos multimarca da empresa, com a possibilidade de expedir soluções de três marcas: a Isover, cuja actividade se centra na oferta de soluções inovadoras para isolamento térmico, acústico e protecção contra o fogo, a Placo, especialista no fabrico e comercialização de gesso e placas de gesso laminado e a Weber, reconhecida pela produção e comercialização de argamassas industriais.

O investimento pretende ainda melhorar o serviço prestado ao cliente, na medida em que a empresa está agora apta para responder aos diferentes stakeholders com uma maior oferta, por sua vez mais rápida, possuindo ainda uma maior capacidade de armazenamento. O armazém tem um maior espaço, reorganizado para um atendimento ao cliente mais eficaz.

No Centro do Carregado a multinacional dispõe de uma nave de produção industrial, um armazém, uma zona de recolha e carga de empilhadores e uma zona de manutenção. O espaço acolhe ainda a Academia Saint-Gobain Portugal, o Laboratório Tinting e uma área de escritórios.

A construção deste novo armazém foi maioritariamente realizada com materiais Saint-Gobain, tendo como premissa a eficiência energética.

O foco na segurança foi também uma prioridade para a Saint-Gobain, pelo que agora a empresa detém um maior espaço para acondicionar produtos de forma segura. O armazém possui, agora, uma maior área coberta, aumentada em 27% para uma maior protecção dos produtos

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Remax Collection com movimento de 615 M€ na primeira metade do ano

Lisboa mantém a liderança nacional, com um volume de negócios de 80,9% e um volume de transacções de 80,7%, mas os destaques vão para Setúbal, que ocupa a 2º posição, ultrapassando o Porto, assim como a subida da Madeira, que se posiciona, pela primeira vez, no Top 5 nacional

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A REMAX Collection finalizou o primeiro semestre com um total de volume de preços na ordem dos 615 milhões de euros, o equivalente a um aumento de 43%, face a igual período de 2020. Durante os primeiros seis meses de 2021, a imobiliário especializada no segmento de luxo da rede REMAX registou 2.198 transacções, um incremento de 46% face à primeira metade de 2020, semestre esse em que a imobiliária comercializou cerca de 429,4 milhões de euros e realizou 1.510 transacções. Para a segunda metade do ano, a imobiliária que mais imóveis de luxo vende em território nacional prevê a continuidade do cenário de recuperação do mercado, já bastante notório neste primeiro semestre.

Na análise semestral sobre os principais tipos de imóveis os dados revelam que os apartamentos e as moradias reforçaram ainda mais a sua importância no segmento premium da marca. Se em 2020 representavam 91% da faturação e 95% das transações, nos primeiros seis meses do ano traduzem já 98% de ambos os indicadores, visível no quadro infra. Foram os apartamentos de tipologias T2 e T3 os mais procurados pelos investidores, ao representar 70,4% do volume de transações, o equivalente a 71,3% do total de volume de negócios. Por outro lado, as moradias T3 e T4 surgem com grande destaque neste primeiro semestre, representando mais de metade do volume de transações e de negócios, 56,4% e 63,3%, respectivamente.

A REMAX Collection negociou imóveis com clientes de mais de 30 nacionalidades estrangeiras. Não obstante, continuam a ser os portugueses os principais clientes, com intervenção em quase 70% das transações (69,9%) entre janeiro e junho de 2021. Os brasileiros foram a segunda nacionalidade do segmento em termos de volume de negócios e transações, seguidos dos franceses e ingleses que ocuparam a terceira e quarta posição, respetivamente. O top 7 do segmento é ainda composto por clientes chineses, americanos e espanhóis. Referir ainda que as restantes nacionalidades intervenientes em negócios de imóveis Collection foram responsáveis por 12,2% das transações e 13,9% em volume de negócios total.

Setúbal e a Madeira crescem no segmento de luxo

De acordo com dados da REMAX Collection, o distrito de Lisboa mantém a liderança nacional, com um volume de negócios de 80,9% e um volume de transacções de 80,7%, reflectindo uma ligeira diminuição de um ponto percentual (p.p.) no volume de negócios, mas um aumento de dois p.p. nas transacções, face ao período homólogo. Os destaques vão para o distrito de Setúbal, que ocupa a 2º posição, ultrapassando o Porto, assim como a subida da Madeira, que se posiciona, pela primeira vez, no Top 5 nacional.

Numa análise semestral mais detalhada ao distrito de Lisboa, constata-se que continuaram a ser preponderantes três concelhos: Lisboa, Cascais e Oeiras, representando aproximadamente 80% das transacções no distrito. Em evidência, a subida do concelho de Loures à quarta posição (5,25% de imóveis de luxo transacionados) e o aumento da representatividade do de Oeiras (15% do total de transações no distrito lisboeta). Salientar ainda a redução do peso do concelho de Lisboa para menos de 50% (46,7% em volume de transações), facto que revela um maior equilíbrio regional neste segmento premium.

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Formação da ‘Linha ao Círculo’ com inscrições até 1 de Setembro

Arquitectura, Energia, Ecologia, Construção e Sociedade são as palavras chave do curso, uma acção de formação certificada, com um programa de 84 horas (sessões síncronas), composto por três módulos estruturados segundo as etapas essenciais de um projecto

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Até dia 1 de Setembro decorre o período de inscrições na 1ª edição do curso de especialização Da Linha ao Círculo: Análise da Sustentabilidade em Arquitectura e Construção, uma acção de formação em Arquitectura, Energia, Ecologia, Construção e Sociedade, com coordenação do arquitecto Miguel Veríssimo, gestão das arquitectas Paula Santos e Joana Seixas Nunes, do Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Arquitectos.

Com um programa de 84 horas (sessões síncronas), o curso é composto por três módulos estruturados segundo as etapas essenciais de um projecto. A primeira edição tem início no dia 8 de Setembro, limitada a 30 participantes.

Este curso procura fomentar a discussão e resolução de casos e problemas práticos, bem como a realização integral de um projecto final (trabalho a apresentar no final do curso sujeito a avaliação por parte da equipa formativa).

Para além da componente lectiva, de transmissão mais directa de conhecimento técnico e científico, os módulos são intercalados por conferências O Módulo 1  – Do Ecossistema às Ideias, do Ideal ao Projecto – é apresentado pelo arquitecto Sean Lally, o Módulo 2 – 4R – Reduzir, Reutilizar, Reciclar, Redesenhar – é apresentado pelo engenheiro Francisco Ferreira e o terceiro e último Módulo –  Legislação e Sociedade – Quadro Regulamentar e Legislativo: De Quioto a Paris, conta com a conferência:por parte da arqiotecta Anna Heringer.

“Da Linha ao Círculo: Análise da Sustentabilidade em Arquitectura e Construção” é uma iniciativa Ordem dos Arquitectos, no âmbito do Protocolo assinado entre o Fundo Ambiental e a Ordem dos Arquitectos.

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WINGS Condomínio vende 75% em fase de pré-vendas

Segunda aposta da Habitat Invest no Arquipélado da Madeira dirige-se à classe média nacional e a investidores para arrendamento. Com 88 unidades residenciais, distribuídas pelas tipologias T1 a T3, o Wings – Condomínio deverá estar concluído no último trimestre de 2021

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A Habitat Invest, em parceria com um investidor estrangeiro, encontra-se a promover o empreendimento residencial Wings – Condomínio, “cuja fase de pré-vendas garantiu cerca de 75% das reservas, confirmando o sucesso previsto para o empreendimento”, anunciou a promotora.

Situado em Santa Cruz, no Arquipélago da Madeira, junto ao Aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo, o empreendimento entrou em pré-venda de 15 de Julho a 4 de Agosto, possibilitando uma escolha prioritária por parte dos clientes e a garantia de preços a partir de 70.000 euros para um T1 com estacionamento. A fase de vendas oficial terá início a 5 de agosto, em cerimónia a decorrer no andar modelo, que contará com a presença de convidados, promotora, investidores e mediadores.

O Wings – Condomínio apresenta 88 unidades residenciais, distribuídas pelas tipologias T1 a T3. Trata-se de uma oferta dirigida à classe média nacional e a investidores, para arrendamento. A sua conclusão está prevista para o último trimestre de 2021.

“Estamos particularmente satisfeitos com este resultado. Acreditámos neste projecto desde o início e satisfaz-nos particularmente constatar o interesse dos madeirenses pelo Wings”, afirmou Pedro Vicente, administrador da Habitat Invest acrescentando, ainda, “estar orgulhoso pelo facto de um promotor nacional colocar no mercado casas que os portugueses podem comprar”.

As vendas do empreendimento estão a cargo das mediadoras Century21, Hi Home, Imocaires e KW.

De referir que em Agosto de 2020, a Habitat Invest já havia lançado o Monumental Madeira, no Funchal, ainda em construção e com um assinalável sucesso comercial, com 70% das unidades residenciais já vendidas. Ao contráeio do Wings –  Condomínio, o Monumental Madeira é um projecto de luxo composto por 24 unidades residenciais, entre os 177 e os 652 m2, com amplas varandas e terraços.

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