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Viero assina parceria com a Master Block

Esta nova solução consiste na aplicação do sistema Cappotto sobre placas Isoetics

Ana Rita Sevilha
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Esta nova solução consiste na aplicação do sistema Cappotto sobre placas Isoetics

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Ana Rita Sevilha
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A Viero, marca da Robbialac “que através do sistema Cappotto é especialista e líder há 22 anos em isolamento térmico pelo exterior”, acaba de estabelecer uma parceria com a Master Block, empresa vencedora do prémio de jovens empreendedores da ANJE, “com o objectivo de oferecer uma solução inovadora e diferenciadora no que diz respeito ao isolamento térmico pelo exterior”.

Em comunicado de imprensa, a Robbialac revela que “esta nova solução consiste na aplicação do sistema Cappotto sobre placas Isoetics (placas à base de poliisocianurato específicas para este sistema) que possuem características específicas”.

Entre as características apontadas pela empresa estão, “o baixo índice de condutividade térmica o que permite uma redução bastante significativa da espessura do sistema, podendo muitas vezes ser utilizado em zonas que até agora não era possível e reduzindo os custos com outros materiais complementares tais como mármores, granitos, etc; alta resistência à compressão tornando-o um sistema mais forte e protegido dos impactos exteriores; estabilidade dimensional mesmo em condições adversas de oscilação de temperaturas, evitando fissuras, deformações e infiltrações; o facto de serem impermeáveis e transpiráveis, evitando problemas de bolores, humidades e condensações;a resistência à chama directa e quando em contacto com o fogo não existem quedas de partículas nem gotículas; e a durabilidade mínima de 50 anos resistindo à maioria das substâncias químicas biológicas”.

A parceria entre a Viero e a Master Block, sublinha a Robbialac, “representa uma aposta na qualidade, permitindo assim oferecer uma solução mais duradoura, com uma elevada resistência térmica e mais eficaz no sistema de isolamento pelo exterior”.

 

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CBRE atinge meta de 50 centros comerciais sob gestão

Com o serviço de acompanhamento técnico e facturação de mais de 70 contratos em activos stand alone, a consultora totaliza mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico

A CBRE alcançou a meta dos 50 centros comerciais sob gestão e comercialização na península ibérica.

“Esta meta dos 50 centros comerciais é apenas possível pela simbiose estratégica entre áreas de grande expertise técnico, como são o marketing, a gestão técnica, o retail intelligence e a sustentabilidade. Esta simbiose permite à CBRE produzir análises de mercado altamente aprofundadas e repensar o posicionamento e os valores de cada centro comercial à luz de informação relevante e concreta, bem como investir na melhoria e optimização do mix comercial dos activos adequados às necessidades dos visitantes, elevando assim a sua experiência de compra a uma experiência per si: de compra sim, mas também de encontro, de relação, de proximidade, de cultura e de animação”, sublinha a consultora comunicado.

Ao serviço de gestão e comercialização dos 50 centros comerciais em Portugal e Espanha juntam-se também o serviço de acompanhamento técnico e facturação de mais de 70 contratos em activos stand alone, perfazendo mais de 275 mil metros quadrados nesta tipologia de activos e computando mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico.

“Os números são o reflexo da criação de uma estrutura de gestão ibérica, que neste momento conta com uma equipa de Retail Property Management de mais de 250 especialistas e que traduz a confiança que os nossos clientes depositam na CBRE. São os nossos clientes que nos fazem melhorar todos os dias e trabalhar para demonstrar dinamismo e capacidade de adaptação a contextos tão hostis como o gerado pela pandemia. Os mais de 2 milhões de metros quadrados que gerimos são visitados por cerca de 230 milhões de clientes anualmente. O footfall é evidentemente relevante, mas queremos mostrar que ele está intimamente ligado à visão da CBRE para o futuro do retalho, para o futuro dos centros comerciais como meeting places”, refere Gonzalo Senra, director de retail da CBRE para o mercado ibérico.

A CBRE aponta a incorporação de diversas ferramentas digitais e a sustentabilidade, enquanto dois dos pilares que continuarão a ganhar relevância na sua forma de gerir centros comerciais e prevê que, em 2022, o portefólio continue a crescer com a incorporação de novos activos, quer em Portugal quer em Espanha.
Na lista de proprietários de clientes da CBRE estão nomes como DWS, CBRE Global Investments, Deka Immobilien, AXA, Harbert Management Corporation, Allianz, Nuveen, Kronos, Mitiska Reim, entre outros.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Católica e Planetiers lançam hub de Inovação em Sustentabilidade e Regeneração

A conferência internacional de lançamento do INSURE.hub decorre a 27 de outubro, em linha com o European Green Deal e respectivas metas até 2030

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O INSURE.hub é o nome de uma nova plataforma que resulta da mobilização da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, através das suas faculdades, a Católica Porto Business School e a Escola Superior de Biotecnologia e da  Planetiers New Generation, que pretende criar um espaço de inovação e gestão numa perspectiva circular, com o objectivo da sustentabilidade plena (net-zero) e/ou regeneração (positive pursuits). O objectivo passa por antecipar o futuro e adaptar os desafios ambientais globais através de quatro eixos fundamentais: apoio a empresas e clusters no desenvolvimento de negócio e novos investimentos; promoção de empreendedorismo sustentável/regenerativo; mobilização da sociedade; e formação académica.

O evento de lançamento  do INSURE.hub decorre a 27 de Outubro, na Católica no Porto, com transmissão online.

João Pinto, vice-presidente da Universidade Católica no Porto e docente da Católica Porto Business School, explica que “o INSURE.hub – Innovation in Sustainability and Regeneration hub tem como grande objectivo criar um ecossistema internacional vibrante de conhecimento transdisciplinar que promova soluções de negócio de âmbito circular, sustentável e regenerativo, potenciadas por tecnologias disruptivas.”

“A Planetiers New Generation foi criada com a ambição de desenvolver um programa de transformação para Portugal orientado pela Sustentabilidade e a Regeneração pelo que sermos parceiros do INSURE.hub é um passo natural”, refere António Vasconcelos, da Planetiers New Generation, explicando que “temos uma equipa que desenvolve estratégias de sustentabilidade há cerca de uma década, trabalhando em parceria com NGOs internacionais líderes em ação transformativa a partir de pensamento científico com mais de 30 anos de aplicação, como é o caso da The Natural Step International, nascida na Suécia.”

A 1ª Conferência Internacional de lançamento do INSURE.hub vai juntar oradores de relevo nacional e internacional da academia e do mundo empresarial para discutir as boas práticas, os desafios e as grandes oportunidades nesta área da Sustentabilidade e Regeneração. São exemplo, Edwin Janssen e Rüdiger Rhörig (Sustainable Growth Associates - The Natural Step Germany) que irão apresentar um estudo europeu efectuado às empresas sobre Sustentabilidade, Inovação e Liderança e mostrar como podem as empresas criar uma visão de futuro sustentável e regenerativo (backcasting), criando um roadmap de inovação e criação de valor para a alcançar; Tom Bregman (Future-Fit Foundation, UK) que falará sobre Future-Fit Business como uma ferramenta alinhada com o backcasting;  João Pinto (Católica Porto Business School) e Sofia Santos (Caixa de Crédito Agrícola) irão debater, com Tom Bregman (Future-Fit Foundation),o Financiamento e o investimento sustentável e regenerativo; o tema sobre a nova era dos negócios regenerativos será apresentado por John Fullerton (CEO Capital Institute, US); John Melo (CEO Amyris Inc) e Manuela Pintado (coordenadora do projecto Alchemy e directora do CBQF/ESB/UCP) irão apresentar o case study de um dos maiores projectos europeus em biotecnologia – Alchemy; bem como outros temas.

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RE/MAX com forte crescimento entre Julho e Setembro

De Julho a Setembro, a RE/MAX registou um volume de negócios total na ordem dos 1,72 MM€ relativos a 20.471 transacções. A empresa mantém em alta as previsões para o último trimestre de 2021

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A RE/MAX fechou o penúltimo trimestre do ano com um volume de negócios de cerca de 1,72 mil milhões de euros, relativos a 20.471 transações. A empresa culmina este período com um aumento nos principais indicadores face ao período homólogo. Designadamente de 39,5% no volume de negócios e de 18,7% no número de transacções. Números que fazem deste o melhor trimestre de sempre da rede, em linha com o actual cenário de recuperação do mercado. A RE/MAX transacionou até final de setembro 92% do total de imóveis do ano anterior.

Tal como já se tinha verificado anteriormente, foram os portugueses quem mais adquiriu ou arrendou a casa, cerca 81,2%. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros reforçaram a segunda posição daqueles que mais negoceiam em imobiliário – entre Julho e Setembro, as transacções com cidadãos do país-irmão representaram 5,8%, a que se seguiram franceses (1,3%) e norte- americanos (1,1%). Destaque para esta última nacionalidade, que subiu várias posições face aos trimestres homólogos dos dois últimos anos.

“Este terceiro trimestre do ano é revelador do dinamismo e robustez da marca RE/MAX. Num ano pautado por alguma incerteza e por uma retoma gradual das várias actividades económicas, a rede regista o seu melhor trimestre de sempre, tanto em número de transacções, como em volume de negócios.” refere Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX.
A responsável acrescenta ainda que “o mês de Setembro sintetiza também as nossas perspectivas para o último trimestre do ano. Além de ter sido o melhor mês do ano, antecipa ainda o que poderão ser os resultados nos últimos três meses, que acreditamos sejam de incrementos. Se o mercado imobiliário, mesmo neste período de crise pandémica, revelou-se forte e resiliente, então num contexto de crescimento e algum optimismo primará por uma evolução favorável, que se irá reflectir no reforço da actividade”, constatou.


Melhor trimestre de sempre

Os meses de Julho a Setembro ficam também marcados pelas transacções mediadas pela RE/MAX, que registou uma linha de crescimento de cerca de 24%, face ao primeiro trimestre do ano, e de 1,8% em relação ao segundo trimestre. Numa comparação com o trimestre homólogo, há também uma evolução favorável, com um incremento de 18,7%, fazendo deste o melhor trimestre de sempre que a rede registou nos seus 21 anos de operação no mercado nacional.

Numa análise por distrito e no que se refere ao peso nas transacções da rede no período em análise Lisboa lidera o top 5 (38,5%), seguida pelo Porto (13,1%) e Setúbal (10,4%). Fecham o ranking os distritos de Braga (5,9%) e de Faro (4,3%).

No que concerne ao número de transacções negociadas por concelho neste penúltimo trimestre do ano, Lisboa lidera o top 10 com 2.623 transacções, 12,8% do total registado pela RE/MAX. Seguem-se Sintra (6%), Oeiras e Cascais (3,4% cada), Almada (2,7%), Amadora (2,6%), Loures (2,4%) e Braga (2,3%). Em 7ª e 8ª posições, respectivamente, estão os concelhos do Porto (2,5%) e de Vila Nova de Gaia (2,4%), pertencentes à Área Metropolitana de Porto.

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Galp entra no negócio das renováveis no Brasil

A empresa adquiriu dois projectos solares em desenvolvimento nos estados da Bahia e do Rio Grande do Norte, com capacidades de 282 MWp e 312 MWp

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A companhia petrolífera portuguesa anunciou a compra de dois de projectos solares no Brasil com capacidade total de 594 MWp, “cumprindo as ambições de expansão nas energias renováveis e dando um salto importante na transformação do seu perfil de negócio e na redução da sua pegada carbónica”, afirma em comunicado enviado à CMVM.

A operação envolve a aquisição de dois projectos solares em desenvolvimento nos estados da Bahia e do Rio Grande do Norte, com capacidades de 282 MWp e 312 MWp, respectivamente.

Com estas transacções, “a Galp ganha acesso a activos de elevada qualidade num país onde a Empresa está presente há mais de 20 anos e que se encontra entre os dez principais países no mundo com maior procura de energia e com a ambição de duplicar a sua capacidade instalada actual de geração de energia solar e eólica para 40 GW em 2030”, justificou a empresa.

Os projectos deverão atingir a Data de Operação Comercial antes de 2025.

Estes acordos inserem-se na estratégia da Galp que visa o crescimento de um portefólio competitivo de geração renovável, bem como prosperar ao longo da transição energética, e estão alinhados com as orientações de alocação de capital e planos de diversificação geográfica apresentados em Junho no Capital Markets Day.

Com esta expansão de portefólio, a capacidade total a 100% de produção de energia renovável da Galp aumenta para c.4,7 GW, em Portugal, Espanha e agora Brasil, o que representa mais um passo na ambição da Empresa de ter mais de 4 GW em operação até 2025 e 12 GW até 2030.

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Jardins históricos de Santar distinguidos pelo European Garden Award

O Santar Vila Jardim, foi um dos três vencedores na categoria Protection and Development of a Cultural Landscape – Protecção e desenvolvimento de paisagens culturais

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Os jardins históricos de Santar, uma vila portuguesa do Dão, foram distinguidos no prémio European Garden Award atribuído pela European Garden Heritage Network (EGHN) e a Schloss Dyck Foundation. O Santar Vila Jardim foi um dos três vencedores na categoria Protection and Development of a Cultural Landscape – Protecção e desenvolvimento de paisagens culturais.

A atribuição deste prémio tem como base critérios como a utilização de métodos inovadores de implementação e gestão, a relevância para o desenvolvimento urbano, sustentabilidade ou envolvimento da comunidade, bem como a elevada qualidade na construção, restauro e manutenção.

Até à data apenas o Parque de Monserrate, localizado em Sintra, foi premiado por esta instituição.

O paisagista Fernando Caruncho, cujas obras minimalistas evocam a qualidade monumental da land art dos anos 1970, veio “acrescentar uma nota contemporânea para complementar o formal jardim de 400 anos, situado na propriedade ancestral em Santar, integrada na região do Dão, a 90 minutos da cidade do Porto.” A ligação à tradição do vinho desta região é conseguida ainda com a criação de “um pavilhão elevado, em pinho silvestre, com vista para a recém-plantada vinha da Casa das Fidalgas”. Agora acessível a todos os interessados em jardins, viticultura e à aristocracia, este projecto vem recuperar propriedades antigas, numa tentativa de dar nova vida à vila de Santar.
O projecto de recuperação nasceu em 2013 para quebrar muros, construir pontes, unir vontades e juntar jardins, que poderão agora ser visitados pelo grande público.

Santar Vila Jardim alberga os jardins senhoriais da Casa dos Condes de Santar e Magalhães, Casa da Magnólia, Misericórdia, Linhares, Casa Ibérico Nogueira, Casa do Miradouro, Paço dos Cunhas e Casa das Fidalgas.


Uma referência a nível mundial, o European Garden Awards não se foca apenas em jardins espectaculares ou com elevados padrões de manutenção, mas sim numa abordagem muito mais vasta, baseada em experiências, conhecimentos e objectivos específicos. O European Garden Awards atribui prémios em três categorias: Best Development of a Historic Park or Garden, Contemporary Park OR Garden e Special Award of the Schloss Dyck Foundation, que premeia um grupo ou iniciativa que apoie a criação ou restauro de um parque ou jardim, ou um evento bem-sucedido de artes em jardins.

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Revive Natureza realiza sessões de esclarecimento para promover concursos

No centro das atenções vão estar os seis imóveis, cujos os concursos de exploração se encontram a decorrer. As sessões decorrem entre os dias 25 e 27 de Outubro e o prazo de candidatura aos imóveis termina a 19 de Novembro

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A Turismo Fundos, em colaboração com a Turismo do Centro de Portugal e com as Câmaras Municipais da Marinha Grande, Vila Velha de Rodão, Figueira da Foz e Alenquer, vai promover a realização de quatro sessões de esclarecimento, com o objectivo de dar a conhecer o Fundo e as condições dos concursos para a exploração de cada imóvel. Desta forma o organismo espera “proporcionar às empresas o acesso à informação relevante para formalizarem correctamente as suas candidaturas”.

No centro das atenções vão estar os seis imóveis, cujos os concursos de exploração se encontram a decorrer. Na Marinha Grande estão em aberto os concursos do Chalet de São Pedro e da Casa do Pinheiro Manso. Em Vila Velha de Rodão está a concurso o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo. A Casa Florestal de Sul e a Antiga Sede da Administração Florestal são os concursos abertos na Figueira da Foz e o sexto imóvel a concurso é Edifício Florestal da Abrigada, localizado em Alenquer.

Os interessados em participar terão que se inscrever na plataforma “Evenbrite” (inscrição obrigatória e gratuita). As sessões, online, realizam-se entre os dias 25 a 27 de Outubro e as candidaturas à exploração dos imóveis terminam a 19 de Novembro.

Sessão do dia 25 10H Marinha Grande

Sessão dia 25 15H Vila Velha de Rodão

Sessão dia 26 10H Figueira da Foz

Sessão dia 27 10H Alenquer

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4º Edição da Decorhotel reúne mais de 200 expositores

A 4ª edição da Decorhotel abre portas dia 21 de Outubro, de olhos postos nas novidades que as empresas e indústrias parceiras da hotelaria têm para apresentar, depois de ano e meio de quase que paralisação do sector do turismo

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A 4ª edição da Decorhotel abre portas dia 21 de Outubro, de olhos postos nas novidades que as empresas e indústrias parceiras da hotelaria têm para apresentar, depois de ano e meio de quase que paralisação do sector do turismo.
A expectativa é que em 2022 o sector regresse aos níveis de crescimento registados pré-Covid, um crescimento a que não ficarão, por certo, indiferentes as actividades situadas a montante e que são determinantes para o sucesso da hotelaria e turismo. Nesse sentido, “a 4ª edição da Decorhotel surge para revitalizar e fazer renascer novas possibilidades, oportunidades e expectativas para o sector hoteleiro”, garante a organização. Com mais de 200 expositores confirmados, perto de 400 marcas marcam a sua presença no pavilhão três da Feira Internacional de Lisboa, numa organização do EXPOSALÃO. Uma procura que para a organização vem “reforçar o papel da Decorhotel no panorama hoteleiro português”.

O certame surge, assim, como um espaço que promove o encontro entre a oferta e a procura, com vista à concretização de negócios, e é uma oportunidade privilegiada para promover contactos entre todos os profissionais que actuam nesta área de actividade.

Nos mais de 10 mil m2 de área de exposição é possível encontrar todas as áreas necessárias para a construção, requalificação, remodelação e decoração de unidades hoteleiras e afins que vão desde a construção, arquitectura e design de interiores, decoração, têxteis, equipamento, gestão e tecnologia, amenities e produtos de higiene e limpeza, mobiliário, iluminação e equipamentos para o exterior. Uma lista extensa e que contempla as áreas vitais para o sucesso de qualquer operação hoteleira.

Nesta edição e, atendendo ao cenário actual, a feira irá dar uma especial atenção às ferramentas tecnológicas vocacionais para o turismo. A digitalização e tecnologia aceleram durante a pandemia e esta indústria não lhe ficou indiferente, sendo “um factor primordial para os seus players”.

A abertura da 4ª edição da Decorhotel contará com a presença de secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, do presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo e a CEO da Associação de Hotéis de Portugal, Cristina Siza Vieira.
A par da exposição, durante os três dias de feira estão agendados vários eventos paralelos entre os quais o lançamento Concurso Internacional de Arquitectura Decorhotel Design Award, organizado em parceria com o IF – Ideas Foward. Nesta que será a sua primeira edição o concurso terá como tema “quarto de hotel”. No último dia do certame as propostas serão analisadas por um painel de jurados composto por hoteleiros e arquitectos. Durante o período do concurso serão promovidas ligações em live stream com todas as equipas participantes e que podem estar em qualquer parte do globo, já que o evento tem um cariz internacional.

Mas o espaço de exposições é também um espaço de debate entre os profissionais. O ciclo de conferências irá debater o impacto “covid” na hotelaria, nas suas diferentes dimensões desde logo na arquitectura dos hotéis, no modelo de negócio, passando pelas novas tecnologias e as estratégias de recuperação do sector.

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Fusões e Aquisições em Portugal movimentam 9,5bi€ até Setembro

Até Setembro deste ano, foram registadas 361 transacções. As empresas norte-americanas aumentaram em 141% suas aquisições no mercado português e o sector de Tecnologia dominou as operações

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O mercado transaccional português registou, até Setembro de 2021, um total de 361 operações e movimentou 9,5bi de euros, no qual 47% do total das transacções possuem os valores revelados, de acordo com o relatório trimestral do TTR.

Apesar destes números representarem um aumento de 25% no número de transacções em comparação ao mesmo período de 2020, verificou-se uma diminuição de 38% do capital mobilizado, como refere o relatório.
No terceiro trimestre do ano, foram registadas 141 fusões e aquisições, entre anunciadas e encerradas, que movimentaram 4,1bi de euros.

No que se refere às operações transfronteiriças, o relatório destaca a movimentação feita por empresas norte-americanas, que aumentaram em 141% as suas aquisições no mercado português, mobilizando um capital de 1,1bi de euros, até o terceiro trimestre de 2021.

Quanto à número de transacções, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal, contabilizando 47 operações. Os Estados Unidos em segundo lugar, com 29 operações e o Reino Unido em terceiro, com 20 transacções.
As empresas portuguesas escolheram a Espanha como principal destino de investimento, com 19 transacções. Seguido pelo Brasil e Reino Unido, com cinco operações cada.

As aquisições estrangeiras no sector de Tecnologia e Internet aumentaram 176% em comparação ao mesmo período de 2020. Já em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas portuguesas, houve uma queda de 21% até Setembro de 2021.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Até o terceiro trimestre de 2021, foram contabilizadas 22 transacções de Private Equity com um total de 1,9bi de euros. Tendo se registado uma diminuição de 15% no número de transacções, em comparação com o mesmo período de 2020.

Em Venture Capital, foram realizadas 76 operações com um total de 1,2bi euros, representando um aumento de 90% no número de transacções.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 83 transacções com um valor de 3,3bi de euros, representando um aumento de 45% no número de transacções.

A transacção destacada pelo TTR no terceiro trimestre de 2021 foi o IPO (oferta pública inicial) da Greenvolt cuja oferta de acções alcançou o valor de EUR 177,59m. Nesta operação a Greenvolt contou com a assessoria legal do escritório VdA – Vieira de Almeida.

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Preços das casas aumentaram 9,5% desde o início da pandemia

A subida dos preços no período pós-Covid tem vindo a ganhar ritmo desde Abril passado. Nesse mês a valorização acumulada foi de 3,5%, em Junho atingiu os 7,2%, acelerando para os 9,5% agora em Setembro

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Os preços de venda das casas em Portugal continental aumentaram 9,5% desde o início da pandemia, em Março de 2020. A conclusão é da Confidencial Imobiliário, que acaba de lançar o seu mais recente Índice de Preços Residenciais.

“Após um período de estabilização no primeiro ano de pandemia, com variações acumuladas que não foram muito além dos 2,0%, a subida dos preços no período pós-Covid tem vindo a ganhar ritmo desde Abril passado. Assim, se nesse mês a valorização acumulada desde Março de 2020 era de 3,5%, no final do Junho esse indicador atingia já os 7,2%, acelerando para os 9,5% registados agora em Setembro”, refere a análise.

Em termos mensais, os preços das casas em Setembro de 2021 aumentaram 0,9%, numa diferença marginal face à variação mensal de 0,6% observada quer em Junho quer em Julho. Decorrente deste registo de variações mensais residuais, o 3º trimestre acumula uma variação trimestral de 2,1%, em desaceleração face aos 4,5% registados no 2º trimestre.

Em termos homólogos, os preços subiram 9,4% em Setembro, indicador que fica quase 7 pontos percentuais acima dos 2,6% de subida homóloga observados no início deste ano.

O preço médio de venda das casas em Portugal Continental atingiu os 1.895€/m2 no 3º trimestre de 2021, ficando em 2.438€/m2 na Área Metropolitana de Lisboa, 1.905€/m2 na Área Metropolitana do Porto e 2.032€/m2 no Algarve.

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Roca lança ‘The Gap D-Trit’

A solução torna possível a instalação de sanitas em espaços como caves, garagens, armazéns, lojas ou em qualquer divisão da casa

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A Roca lançou o 'The Gap D-Trit', uma solução integrada que inclui sanita e triturador de resíduos num design compacto que elimina o impacto visual dos trituradores de resíduos tradicionais. Segundo a marca, trata-se uma "alternativa atractiva e funcional aos trituradores de resíduos tradicionais. Esta sanita, alimentada por eletricidade, permite a instalação de equipamentos sanitários em espaços sem o sistema de canalização necessário para retretes, tornando possível a sua instalação em caves, garagens, armazéns, arrecadações, lojas ou outros espaços de casa".

A nova solução da Roca integra sanita e triturador de resíduos numa só peça. Combina, assim, a funcionalidade dos trituradores de resíduos tradicionais, sem descurar no design e conforto nas mais recentes colecções de sanitas da marca. Entre elas, a solução Rimless, que permite uma limpeza mais fácil e higiene máxima: um mecanismo de descarga duplo (4,5/3 litros) para poupança de água e um assento e tampo em Supralit, com sistema de queda amortecida e propriedades antibacterianas.

O triturador de resíduos está localizado no interior da peça de cerâmica, garantido um baixo nível de ruído (40 dB) quando comparado com outras soluções disponíveis no mercado. Os tampos laterais incluídos permitem uma instalação BTW e esconder quaisquer ligações e tubos. Deste modo, além de melhorar a estética, impede também a acumulação de sujidade e permite uma limpeza mais fácil na parte traseira.

A instalação do 'The Gap D-Trit' requer apenas uma entrada de água, uma tomada eléctrica convencional para alimentar o triturador de resíduos e um tubo para os evacuar para o esgoto mais próximo. Graças à potência de bombeio desta solução integrada, o esgoto pode estar localizado a uma altura de até 7 metros ou a uma distância de até 70 metros. O tubo de saída pode ser orientado para a direita, para a esquerda ou para trás, e é compatível com canos de diâmetros diferentes.

Além disso, dispõe de entradas para a recolha de águas residuais do lavatório, bidé, chuveiro ou outros elementos do espaço de banho, permitindo a remoção de resíduos deste espaço da casa, sem que seja necessária uma instalação de canalização.

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