Risco fica em terceiro lugar no Concurso para o Parque Olímpico Rio 2016

Por a 24 de Agosto de 2011

A proposta do atelier Risco ficou em terceiro lugar no Concurso para o Plano Geral Urbanístico do Parque Olímpico e Paraolímpico Rio 2016. Um plano que tinha como objectivo “definir uma directriz para o desenvolvimento sustentável no distrito de Jacarepaguá”.

Segundo o gabinete, o programa do concurso previa um processo de planeamento dividido em três fases: Plano Geral Urbanístico dos Jogos Olímpicos, Plano de Transformação Pós-Jogos, e Plano de Longo Prazo para o Legado.

O conceito proposto pelo colectivo português prevê “um ajuste vital para optimizar o referido processo de planeamento”.


Este ajuste, explicam, passa “pela eliminação do Plano de Transformação Pós-Jogos, conseguida simplesmente através de um desenho cirúrgico de todo o espaço público, construído e dotado de infra-estruturas desde o início para atender, sem alterações, às exigências inerentes ao modo de Jogos e a consequente transformação urbana de longo prazo, ou seja, o Legado”.

“Os dois modos devem coexistir no mesmo espaço, em tempos diferentes, mas sem demolir e fazer tudo de novo”, concluem.

A proposta vencedora foi a assinada pelo arquitecto William (Bill) Hanway, do gabinete AECOM do Brasil, sedeado em Inglaterra.

O projecto do Risco para o Parque Olímpico Rio 2016 integra a Exposição Parque Olímpico a realizar na sede do IAB-RJ (Instituto de Arquitectos do Brasil – Rio de Janeiro), até ao próximo dia 9 de Setembro.

 

 


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