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Arquitectura

Worten apoia projecto “Casas em Movimento”

Manuel Vieira Lopes, estudante da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP) é o autor do projecto

Ana Rita Sevilha
Arquitectura

Worten apoia projecto “Casas em Movimento”

Manuel Vieira Lopes, estudante da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP) é o autor do projecto

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Ana Rita Sevilha
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A Worten vai apoiar o projecto “Casas em Movimento”, um projecto nacional da autoria de Manuel Vieira Lopes, estudante da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), que vai representar Portugal na feira Solar Decathlon Europe, em Madrid.

De acordo com uma nota de imprensa enviada ao Construir, o projecto que consiste num protótipo de casa giratória, que pretende revolucionar o sector da habitação através do desenvolvimento de uma nova geração de casas sustentáveis e auto-suficientes, que aproveitam o potencial solar para satisfazer as necessidades energéticas do quotidiano.

Este apoio, que tem por base a oferta de produtos domésticos e tecnológicos, energeticamente eficientes.

 

 

Sobre o autorAna Rita Sevilha

Ana Rita Sevilha

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LIDL investe 17 M€ na modernização de mais quatro lojas

Macedo de Cavaleiros, Ermesinde, Almada e Cascais são as lojas que foram alvo de modernização, no âmbito da estratégia de sustentabilidade da marca

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tagsLidl

No âmbito da estratégia de modernização da sua rede de lojas em Portugal, o Lidl inaugura esta sexta-feira, dia 11 de Novembro quatro lojas: Macedo de Cavaleiros, Ermesinde, Almada e Cascais.

Integradas no “actual e inovador” conceito de loja, que tem vindo a ser implementado de Norte a Sul do país, as novas lojas visam “proporcionar à população uma melhor experiência de compra, mais conveniente, bem como o acesso a serviços inovadores e produtos de máxima qualidade ao melhor preço”.

Estas remodelações, avaliadas em cerca de 17 milhões de euros, reforçam igualmente a economia local através da criação de quase 30 novos postos de trabalho.

Com localizações de excelência, as novas lojas apresentam áreas de vendas entre os 1200m2 e os 1440m2, com corredores mais largos e fachadas inteiramente em vidro, que conferem uma maior luminosidade.

No âmbito da estratégia de sustentabilidade do Lidl, as lojas privilegiam o uso de iluminação LED, e a loja de Ermesinde está equipada com pré-instalação para painéis solares. Todas as lojas disponibilizam ainda um posto de carregamento rápido, que permite o carregamento de 80% da bateria de viaturas eléctricas em apenas 30 minutos. A loja de Almada inclui, ainda, estacionamento para bicicletas.

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Construção

Construção metálica e mista bate recorde de exportações

As exportações portuguesas de construção metálica somaram 2,3MM em 2021, o que traduz um crescimento de 3,8% face ao ano anterior. O sector está em franco crescimento como revelam também o aumento dos postos de trabalho directos e o volume de negócios

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“As exportações portuguesas de construção metálica somaram 2.3 mil milhões de euros em 2021, o que traduz um crescimento de 3,8% face ao ano anterior”, anuncia em comunicado a Associação Portuguesa de Construção Metálica e Mista, CMM.

Responsável por cerca de 35 mil postos de trabalho directos, “a construção metálica atingiu o valor recorde de 5,6 mil milhões de euros, que representa um crescimento de 5,2% face a 2020. O aumento de volume de negócios, com um crescimento de 30% em relação a 2020, representa 2,6% do PIB”. Este crescimento é influenciado, sobretudo, pela forte procura externa. Segundo a CMM as exportações em 2021 cresceram 37%, face ao ano transacto, representando já 3,8% do tal das exportações nacionais.

“Os números do sector da Construção Metálica de 2016 a 2020 demonstram a evolução continua deste sector com crescimentos médios do volume de negócios de cerca de 5% ao ano e do volume de exportações de cerca de 1,5% ao ano”, sublinha Luís Simões da Silva presidente da CMM.

O mesmo responsável sublinha que o ano de 2021 “apresentou valores históricos, com crescimento de 30% do volume de negócios e 37% das exportações, em relação ao ano anterior. Estes dados demonstram a capacidade, o dinamismo e a resiliência do sector em enfrentar e ultrapassar os constantes desafios que a conjuntura internacional lhe tem colocado”.

Os resultados apresentados destacam-se, assim, pelo “crescimento histórico do sector da construção metálica em todas as vertentes, nomeadamente no número de postos de trabalho directos, no volume de negócios e no valor das exportações”.

Em 2020 o sector da construção metálica gerou um volume de negócios superior a 4,3 mil milhões de euros, contribuindo com 2,15% da riqueza nacional, isto depois de em 2018 e 2019 a contribuição do sector para o PIB ter sido de 2,19% e 2,28%, respectivamente. Números que contrastam com o 1,8% registado 2016.  Nos últimos anos o sector cresceu na criação de riqueza, em produção, em vendas, nacionais e internacionais e em número de empregos criados, quase 34 mil, a 31 de Dezembro de 2020.

O sector está organizado sobre a marca Portugal Steel, gerida e criada pela CMM, e que + tem servido para divulgar a construção metálica e os seus benefícios, as empresas e o investimento que estas têm canalizado para a inovação tecnológica.

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Construção modular da Dstgroup integra Smart Studios Asprela

Além garantir os prazos de entrega da residência de estudantes, foi possível optimizar custos e reduzir os desperdícios e resíduos com esta opção. Esta foi a primeira experiência do Grupo,, mas a empresa tem plano de cinco anos para crescer nesta área

Cidália Lopes

A construtora Dst, empresa do Dstgroup, inovou e levou a cabo a adaptação do projecto da Smart Studios Asprela, no Porto, para construção modular, já com a obra em execução. Um projecto orçamentado em 8.600 milhões de euros e para o qual era necessário encontrar uma solução alternativa eficaz, face a constrangimentos de prazos, causados pelas dificuldades que o sector da construção.

“Acontecesse o que acontecesse, o empreendimento teria que estar a funcionar a tempo do início do ano escolar. Mais a mais, com a exigência de qualidade que esta cadeia se identifica – Smart Studios -, por um lado, sendo que por outro, a falta de recursos humanos que o sector da construção atravessa, estavam reunidas as condições ótimas para se propor ao dono de obra, o recurso a metodologias de construção modular”, explica ao Construir, Eurico Soares, administrador da Dst.

A opção encontrada permitiu a adaptação da construção das 221 casas de banho do edifício em monoblocos, “tendo o resultado superado todas as expectativas”, indicou Eurico Soares. Além de se “garantir o cumprimento do prazo de execução da obra”, foi ainda possível ”optimizar o custo fixo e reduzir os desperdícios e resíduos”. Como todo o trabalho foi realizado em fábrica foi, também, possível “controlar a qualidade e uniformização dos materiais, conjugando com o equilíbrio de logística de chegada dos materiais à obra”, indicou.

Em termos gerais, “a construção modular envolve a produção de componentes padronizados do edifício numa fábrica externa e, em seguida, uma montagem no local final da obra”.

Outro dado importante é o que distingue esta construção do que já se fazia em monoblocos: o facto de ser quase impossível perceber se a divisão foi feita em obra ou em fábrica, em resultado dos acabamentos de excelência.

Abordagem holística

Todo o processo de adaptação e alteração em fase de obra envolveu os diferentes intervenientes do projecto, desde arquitecto, projectistas das Especialidades, coordenador de projecto, fiscalização e, claro está, a dstgroup.

“Em termos técnicos, a adaptação do projecto base para alocação de instalações sanitárias executadas em fábrica, implicou um estudo holístico nos projectos de arquitectura e especialidade. Além da necessária montagem em obra dos elementos executadas em fábrica, foi necessário, também, coordenar a implementação de processos de fabrico em série em ambiente fabril, para que fosse possível optimizar os recursos, tanto humanos como materiais. Já na obra houve, ainda, necessidade de realizar ajustes das soluções de ligação das especialidades globais do edifício, às existentes nos elementos modulares de forma a conferir a integridade de execução em obra.

“Neste âmbito, um factor crítico de sucesso, foi recorrer à metodologia BIM, através da qual se procede à digitalização de todo o projecto, sendo o Modelo Digital a base de confiança entre todos os interlocutores, conferindo um poderoso meio de análise e simulação que sustentem as soluções que vieram a ser executadas em obra”, reforçou Eurico Soares.

Além da componente técnica, havia ainda que garantir “qualidade e conforto”, tal como numa solução tradicional. Este foi outro dos desafios, mas Eurico Soares acredita terem sido “bem-sucedidos com a solução encontrada”.

Facturação de 40 M€ em cinco anos

Embora já tivessem trabalhado anteriormente com a Smart Studios, este foi o primeiro projecto da Dstgroup em construção modular, mas irá participar também no próximo empreendimento da Smart Studios na Alta de Lisboa e, desta vez, para um conjunto de módulos combinados de instalações sanitárias e copa.

Na realidade, Eurico Soares, acredita que estes passos são o início de um projecto mais abrangente. “À semelhança do que acontece com as fábricas de automóveis, o futuro passa por termos um género de ‘Autoeuropa’ da construção, onde diferentes módulos, sejam, sanitários, cozinhas, quartos, salas, são montados e depois enviados para obra”.

Recorde-se que o dstgroup tem neste momento em desenvolvimento um projecto de construção modular em curso, com o arquitecto Norman Foster, que visa transformar o sector em Portugal. Consiste na criação de um Living Lab que irá desenvolver e promover soluções no campo da construção modular e pré‑fabricação, de modo a responder de forma eficiente às necessidades crescentes do mercado mundial. A concretização deste desafio representa uma área de construção de 4000 m2 e aproximadamente 100 unidades modulares habitáveis no campus do dstgroup, em Braga.

Com a aposta do grupo na construção modular, é expectável que, dentro de cinco anos, a facturação desta área de negócio já represente cerca de 40 milhões de euros, revelou, ainda, Eurico Soares.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Construção

Construção sustentável entre os premiados do BfK Ideas

O projecto BOB – Bulding Out of the Box da Universidade da Beira Interior, foi um dos quatro vencedores do programa Born from Knowledge (BfK) Ideas, promovido pela Agência Nacional de Inovação (ANI), que visa impulsionar a transferência de conhecimento das Instituições de Ensino Superior para o tecido empresarial

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Nesta edição do concurso estiveram representadas 29 Instituições de Ensino Superior nacionais. A final decorreu, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, tendo sido distinguidos quatro projectos. Entre os vencedores esteve o projecto BOB – Bulding Out of the Box desenvolvido pela Universidade da Beira Interior.

Apesar de o sector da construção representar 13% do PIB mundial, a sua pegada ambiental e baixa produtividade constituem um calcanhar de Aquiles. Para os promotores do projecto BOB, a digitalização tem de chegar a este mercado, permitindo-lhe evoluir para materiais inovadores, redução de recursos utilizados e zero desperdício.

Para que tal aconteça, conceberam uma solução inovadora que irá actuar na indústria da construção civil em três vertentes: digitalização do processo comercial de empresas de impressão 3D de betão e outras argamassas; impressão 3D de vários elementos decorativos e estruturais, nomeadamente para projectos de renovação urbana e impressão de corais e outras estruturas baseadas na natureza; investigação e desenvolvimento de materiais de impressão através do aproveitamento de resíduos industriais, minas, entre outros.

A investigação, que está a ser feita através do C-Made, da Universidade da Beira Interior, já está no terreno, nomeadamente no município do Fundão, onde os promotores estão a scanear prédios devolutos e a desenvolver módulos para encaixarem nas estruturas existentes, quase como se de um “tetris” se tratasse.
O projeto BOB está ainda a desenvolver um tipo de betão absorvente de CO2.

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MAP Engenharia com duas novas obras em execução

O edifício logístico da Bluespace, em Carnaxide, e o primeiro de dois edifícios do empreendimento Jardins Altear, em Lisboa, estão a ser executados pela companhia liderada por José Rui Meneses e Castro. Além do ‘prestígio’, as intervenções fazem parte da estratégia de diversificação

Ricardo Batista

A MAP Engenharia já iniciou a construção do edifício logístico da Bluespace, localizado em Carnaxide. A empreitada consiste na construção de um edifício logístico, vocacionado para a exploração e arrendamento de espaços de armazenamento temporário, do operador internacional de self storage Bluespace, que conta já com mais de 60 centros em 3 países. Este será o 4º centro deste operador localizado na área de Lisboa e faz parte da sua estratégia de expansão internacional. O Bluespace de Carnaxide é uma obra com uma área de construção de 8.200 m2, constituído por 1 piso enterrado e 4 pisos elevados. Está implantado num terreno onde vão ser realizados arranjos exteriores que vão contemplar espaços verdes, vias de acesso e estacionamento.

Estratégia consolidada 

Segundo José Rui Meneses e Castro, Co-Founder e Managing Partner da MAP Engenharia “a MAP Engenharia consolida a sua estratégia de diversificação e actuação em todas os sectores do mercado imobiliário. Desta vez, foi-nos atribuída a responsabilidade de construir um projecto estratégico para a expansão da insígnia internacional Bluespace, reforçando a nossa carteira no sector da Logística, uma área actualmente muito dinâmica.”

Altear avança

A intervenção em Carnaxide surge numa altura em que a empresa liderada por José Rui Meneses e Castro anuncia igualmente ser responsável pela execução dos Jardins Altear I, um projecto residencial promovido pela da SOLYD Property Developers. Trata-se do primeiro de dois edifícios do empreendimento. Desenvolvido para a contribuição de um mundo mais sustentável e para proporcionar o máximo conforto e qualidade de vida aos seus residentes, este empreendimento encontra-se localizado em plena cidade na Alta de Lisboa, entre o Parque Oeste e o Parque da Quinta das Conchas, numa zona que reúne uma variedade de espaços verdes, bons acessos, transportes, e proximidade a serviços, comércio e lazer.

O edifício é composto por 58 modernos apartamentos de tipologia T2 a T4, com áreas entre os 78 m2 e 183 m2, que se encontram distribuídos por 12 andares, 4 espaços comerciais (lojas), 123 lugares de estacionamento privativo (que contemplam pré-instalações para veículos elétricos, lugares para pessoas de mobilidade reduzida e bicicletas), um ginásio equipado, uma sala multiusos e um lobby decorado. O empreendimento alia a funcionalidade e a elegância, a uma magnífica luz natural e áreas generosas, trabalhadas com materiais de elevada qualidade, criteriosamente selecionados. No primeiro dia de comercialização, o Jardins Altear I alcançou uma taxa de reservas de 30%. Este projecto tem ainda disponibilidades para tipologias T3 e T4. Brevemente será também lançado ao mercado o Jardins Altear II II, que irá oferecer tipologias T1, T3 e T4. Segundo José Rui Meneses e Castro, para a MAP “é um enorme orgulho em participar na construção deste projecto que promove a sustentabilidade e a preocupação ambiental, e que vai proporcionar uma excelente qualidade de vida a todos os seus residentes. A MAP contribuirá com o seu selo de qualidade na construção deste relevante projecto habitacional, que cria uma nova centralidade na cidade de Lisboa.” De acordo com a administração da SOLYD Property Developers, “o jardins Altear I vem trazer mais uma oferta distintiva à Alta de Lisboa. Enquadrado no projecto ALTEAR, este novo edifício proporciona todas as exigências associadas aos projectos residenciais contemporâneos e oferece um estilo de vida que se foca no equilíbrio e no respeito pelo ambiente”.

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Ricardo Batista

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Veka apresenta as suas últimas inovações na feira Veteco

A marca irá estar presente com um espaço de 237m2, sob o lema ‘We Create Better Living Spaces’, em Madrid, de 15 a 18 de Novembro

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A Veka vai marcar presença na próxima edição da Veteco, a feira do sector das janelas que vai acontecer entre os 15 e 18 de Novembro, em Madrid. Com um um espaço de 237m2 e sob o lema ‘We Create Better Living Spaces’, serão apresentadas as diferentes soluções recriando uma casa.

Algumas das suas mais recentes inovações, inclui-se um novo conceito de janela deslizante Vekaslide Hi-5, Vision XXL by VEKA, ou o compromisso para atender às exigências do mercado em termos de economia de energia e eficiência com soluções de alto desempenho como Softline 76 Passiv ou Softline 82 Passiv 1.0, ambas certificadas pelo Passivhaus Institute. Além disso, vão também dar a conhecer as suas soluções para a ‘casa inteligente’ Texino, que permitem a construção adaptada a necessidades específicas.

Vekaslide Hi-5

Projectado para novos produtos de construção e renovação, proporciona um deslizamento suave e sem esforço, além da sua possibilidade de ventilação graças ao bloqueio intermediário das suas folhas, garantindo a segurança da casa.

Do ponto de vista técnico, o Vekaslide Hi-5 supera as características usuais no mercado para este tipo de sistema, com classificação AEV 4/9A/C1. Tem um desempenho térmico UW ≤ 1,3 W/m2K com vidro duplo Ug ≤ 1,1 W/m2K e atenuação acústica até 38dB, permitindo vidros até 36mm.

Softline 76 PASSIV

Certificado pelo Instituto Passive House para a climatologia da Península Ibérica, classificado como clima quente-temperado, o Softline 76 Passiv apresenta um excelente comportamento térmico (Uf: 1,1W/m2K e Uw: até 0,75W/m2K), para o qual também contribui a junta central, na medida em que oferece uma barreira perimetral adicional, que melhora o isolamento térmico e/ou acústico e oferece o correcto isolamento da câmara de ferragens, o que pode prevenir possíveis corrosões em ambientes salinos.

O sistema permite envidraçamento de até 48 mm, o que facilita o encaixe de vidros com melhores composições, tornando-o muito adequado para gabinetes com necessidades térmicas e acústicas especiais.

O sistema encontra-se disponível em mais de 50 tonalidades e acabamentos e em quatro cores de base.

Vision XXL by Veka

As janelas fabricadas sob este conceito permitem que seu tamanho seja aumentado até 20% a mais do que uma janela convencional. Além disso promovem o ganho de luz, aumentando-o em 4%, e aumentam a carga de vidro e, portanto, o isolamento acústico.

Da mesma forma, este novo conceito de janela cumpre os requisitos das normas europeias de acessibilidade, respeitando a passagem PMR (para Pessoas com Mobilidade Reduzida).

A casa conectada Texino

Trata-se de uma gama de produtos que permite conceber uma casa adaptada às necessidades de cada utilizador. Manter uma temperatura interna confortável com humidade adequada, abrir e fechar janelas ou persianas automaticamente para controlar a qualidade do ar, ou, simular a presença em casa, podem ser facilmente automatizados.

WinDo Flow

A solução de tecnologia sem fio NFC (Near Feel Communication), WinDo Flow, permite, através da incorporação de um chip dentro da janela, conectar a uma app para download em qualquer telefone, permite que o fabricante inclua diferentes informações sobre o produto, sistema, rastreabilidade e até conselhos de uso para o usuário da janela, seja ele particular ou arquitecto, com a ampla gama de perfis Veka.

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MASS Lab projecta comunidade sustentável na Quinta da Freixeira [c/galeria imagens]

O gabinete de arquitectura apresenta-nos a Quinta da Freixeira, um projecto urbano que assenta na criação de uma comunidade sustentável, inclusiva e com reduzida pegada ecológica. Uma proposta em que o gabinete assume também o seu papel, e responsabilidade, na criação de cidades mais acessíveis e habitáveis

O projecto urbano da Quinta da Freixeira, desenhado pelo gabinete de arquitectura MASS Lab parte de uma premissa: “estima-se que em 2030, uma em cada cinco pessoas que vivem em ambiente urbano vão querer morar no campo”. “Então, como podemos viabilizar uma experiência de vida radicalmente diferente fora da cidade, que agrade aos actuais moradores urbanos?” questionou o gabinete. Desta reflexão nasceu a Quinta da Freixeira, um projecto que conta com a promoção da ADD Solid, e que tem por base um conceito de sustentabilidade ambiental, ecológico e social.

Este novo empreendimento está localizado em Lousa, no concelho de Loures, na fronteira com o município de Mafra, no centro de um triângulo montanhoso compreendido entre as serras da Atalaia, Carregueira e Serves, o que lhe confere um tipo de paisagem distinta da habitual paisagem dos municípios da grande Lisboa. A Quinta da Freixeira remonta à primeira metade do século XVIII, num período marcado pela fixação de diversas actividades industriais, associadas às actividades agrícolas e pecuárias da região. Esta envolvência e património histórico são recuperados e fazem parte integrante do projecto delineado pelo atelier para a construção de uma “Comunidade”.

“A proposta integra a manutenção de elementos do ambiente industrial, como os fornos e chaminés, aos quais são associados diferentes papéis na materialização de um imaginário de regeneração, associados à caracterização do espaço público, assim como de alguns edifícios afectos a lotes privados que deverão ser respeitados, regenerados e integrados com o novo edificado a construir”, lê-se na proposta do projecto.

A construção de uma comunidade
Mais do que a oferta residencial esta é uma proposta de criação de uma comunidade “centrada nas pessoas”, que aproveita “a envolvente natural para funções complementares à urbanização”, quer na vertente social quer na vertente de lazer e desporto.

Numa área com mais de 55 000 m2, apenas 11 000m2 estão previstos para habitação, distribuídos por 45 moradias e 38 apartamentos. Cerca de 7600 m2 estão destinados ao comércio, serviços, restauração, estando prevista ainda a criação de um pólo tecnológico. O projecto integra ainda uma residência sénior com capacidade para 120 utentes e uma unidade de cuidados continuados. Os diferentes programas de serviços, oferecem novos postos de trabalho, agregadores de espaços com opções de lazer, cultura e educação.

O projecto de arquitectura contempla ainda a criação de uma rede de espaços comunitários, zonas de hortas, desporto e parques infantis, bem como de uma rede pedonal de aproximação à natureza. “Toda a área da proposta está dotada de espaços de convívio do mais diferente ao mais específico: diferentes zonas de estar estão espalhadas pelo terreno, porém zonas mais específicas como zonas de horta, zona de exercício físico informal e parques infantis estão estrategicamente localizadas para que os utilizadores com interesses comuns possam usufruir e partilhar estes espaços”.

O pilar da sustentabilidade
O projecto assume desde a primeira hora o compromisso com a sustentabilidade, ambiental, mas também social e económica, com a redução de emissões e com a circularidade dos materiais. Em suma, “recorremos a estratégias que tornam a proposta sustentável do ponto de vista social, económico, hídrico e ambiental, de forma a tornar esta zona o menos dependente de outras centralidades. A presente solução enfatiza o sentido de comunidade e circularidade através de um conjunto auto-suficiente envolvendo e integrando os seus residentes”.

Afinal, “uma comunidade verde e resiliente tem de ser planeada, projectada e operada de forma a minimizar as emissões ao longo do ciclo de vida do seu desenvolvimento e da sua operação. O objectivo é atender às necessidades dos seus residentes, trabalhadores e visitantes, sendo capaz de criar um ambiente e lugar que responda às exigências contemporâneas de pessoas e negócios permitindo que a comunidade prospere”, justifica a equipa de arquitectos no documento de apresentação da Quinta da Freixeira.

Face à preocupação com as alterações climáticas, o projecto introduz um tipo de construção “com o mínimo impacto possível, considerando a impermeabilização do solo e facilitando o ciclo natural da água. Além disso, promove-se a criação de sistemas de armazenamento de águas da chuva que podem ser canalizados para o sistema de rega ou depósitos relativos a sistemas de segurança de contra incêndios”.

Na Quinta da Freixeira, o gabinete MASS Lab substitui o conceito de fim-de-vida da economia linear por novos fluxos circulares de reutilização, restauração e renovação, num processo integrado. “É um conceito estratégico que assenta na redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e energia. Inspirando-se nos mecanismos dos ecossistemas naturais, que gerem os recursos a longo prazo num processo contínuo de reabsorção e reciclagem, este conceito promove um modelo económico reorganizado, através da coordenação dos sistemas de produção e consumo em circuitos fechados. Caracteriza-se como um processo dinâmico que exige compatibilidade técnica e económica, mas que também requer igualmente enquadramento social e institucional”. A proposta pretende promover a utilização de materiais provenientes desta economia circular, mas também a própria recolha de materiais e resíduos selectiva. Alcançar o “net zero” é assumidamente uma meta a cumprir.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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iCapital expande escritório de Lisboa

A expansão da presença em Portugal reflecte o rápido crescimento da pegada global da iCapital. Lisboa passará a ser o núcleo global da empresa para o desenvolvimento e operações tecnológicas

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É mais um reforço de peso no mercado de escritórios de Lisboa. A iCapital , a plataforma fintech focada no mercado mundial de investimentos alternativos para as indústrias de gestão de activos e de património, anuncia a recente expansão e abertura oficial do seu novo escritório em Lisboa, que funcionará como o núcleo global da empresa para o desenvolvimento e operações tecnológicas.

Nos últimos 24 meses, a iCapital aumentou os activos globais fora dos EUA de 8 mil milhões para 32 mil milhões de dólares, representando mais de 20% do total dos activos da plataforma da iCapital avaliados em 148 mil milhões de dólares. Lisboa faz parte da alargada presença internacional da fintech da qual fazem parte as cidades Zurique, Londres, Hong Kong, Singapura e Toronto, onde trabalham cerca de 230 dos 1.043 colaboradores totais agora baseados fora dos EUA.

A presença em Portugal é fundamental para as ambições globais da iCapital. Após a aquisição da empresa de desenvolvimento de produtos Runtime Group Ltd, sedeada em Portugal em Outubro de 2020, a iCapital expandiu significativamente a sua presença em Lisboa e emprega actualmente mais de 150 pessoas em Portugal, entre engenheiros, criadores, designers, operações, e funções centrais de apoio.

“A nossa expansão em Lisboa é de grande importância para a estratégia de crescimento global e irá melhorar ainda mais a tecnologia e as soluções da iCapital, alavancando a excelente reserva de talentos em Portugal”, refere Marco Bizzozero, head of international da iCapital. “Estamos muito satisfeitos por podermos abrir oficialmente o nosso novo escritório localizado numa das principais avenidas da cidade de Lisboa”.

O escritório de Lisboa da iCapital é liderado por Vanda de Jesus, que se juntou à empresa no início de Julho como country head de Portugal. Antes de entrar para a iCapital, Vanda de Jesus foi a directora executiva do Portugal Digital, responsável pela transformação digital do país.

“Estou orgulhosa por a iCapital estar a investir no talento local, transformando a forma como as indústrias de gestão de activos e de riqueza alavancam a tecnologia e proporcionam acesso e oportunidades de investimento no mercado privado a investidores individuais”, referiu Vanda de Jesus.

Com a recente expansão do escritório, o centro tecnológico e operacional pode acomodar até 250 pessoas na Avenida Liberdade,131. Com mais de 2.000 metros quadrados, a iCapital é o maior inquilino do edifício do século XVIII, ocupando três andares, assim como uma cafetaria no quarto andar.

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Portugal Sotheby’s Realty cresceu 40% em facturação desde Janeiro

Marca de imobiliário residencial de luxo regista um crescimento de 40% da facturação face a igual período de 2021. Desde o início do ano foram realizadas 477 transacções, mais de 32%, em comparação com o período homólogo

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A Portugal Sotheby’s Realty, revela que registou um crescimento da facturação de 40% entre Janeiro e Outubro de 2022, face a igual período de 2021. No mesmo período foram realizadas 477 translações o que representa um aumento de 32%, face ao mesmo período do ano transacto O preço médio das translações foi superior a 1 milhão de euros.

Já no que diz respeito às nacionalidades dos seus clientes, a Portugal Sotheby’s Realty revela que vendeu imóveis de luxo a 29 nacionalidades diferentes nos primeiros dez meses do ano. Portugal, Estados Unidos, Reino Unido, e Alemanha surgem como as quatro principais nacionalidades dos clientes que mais compraram imóveis de luxo.

Neste contexto, a Portugal Sotheby’s Realty salienta ainda a crescente e forte procura por parte de clientes norte-americanos que não só não constavam no top das nacionalidades há cinco anos como estão inclusive no primeiro lugar dos clientes que mais compraram imóveis de luxo na região de Lisboa.

“Os primeiros dez meses de 2022 foram marcados pelo acentuado crescimento e forte dinamismo da nossa marca, quer a nível nacional quer a nível internacional, como demonstra a evolução sustentada da nossa facturação e o reforço da nossa presença através de novos escritórios, de novos profissionais e de novos departamentos”, afirma Miguel Poisson. O CEO da Portugal Sotheby’s Realty salienta que “os números alcançados são bastante significativos e comprovam a qualidade dos nossos recursos humanos, a robustez do mercado de luxo (mesmo em contexto de inflação elevada e aumento das taxas de juro) e a apetência pelo nosso país que continua a oferecer uma proposta de valor única para quem quer investir ou viver em Portugal”, sustenta.

Com o objectivo de consolidar a sua presença no mercado nacional, a Portugal Sotheby’s Realty criou um departamento de Empreendimentos, com uma forte aposta nas componentes de tecnologia e de marketing e uma maior proximidade com os promotores, propondo-lhes não só oportunidades de compra, em terrenos, edifícios por reabilitar, entre outros, com informação crucial de mercado para integrar nos projectos de arquitectura (partilhando tendências de mercado, as amenities mais valorizadas, etc.) e colocando obviamente toda a força de vendas em prol do projecto.

Através desta divisão, a marca de imobiliário residencial de luxo comercializou com sucesso vários empreendimentos residenciais de luxo. Exemplo disso foi o empreendimento Maison Eduardo Coelho, situado em Lisboa e que foi vendido em tempo recorde; o empreendimento Sun Cliffs Resort, situado em Lagos e que já está mais de 30% vendido; e, mais recentemente, o empreendimento Greens Vilamoura, situado em Vilamoura, com apartamentos focados na sustentabilidade, lançado há um mês e já com 40% das unidades vendidas em 30 dias.

A suportar o forte crescimento da Portugal Sotheby’s Realty estão vários factores externos, como a forte procura internacional ou a aposta dos investidores no mercado imobiliário como sector de refúgio em detrimento de outras alternativas de investimento, mas sobretudo diversos factores internos, como o maior investimento em marketing, a forte aposta em tecnologia e ainda o novo modelo de comissionamento com a remuneração mais completa e atrativa do segmento da mediação imobiliária de luxo em Portugal.

Este modelo, que integra várias vertentes de desenvolvimento pessoal e profissional, inclui formações diferenciadoras (redes sociais, marketing digital e ainda formações executivas de alto nível em gestão para os melhores Private Brokers), e permite o acesso a uma rede de clientes nacionais e internacionais e a um vasto portfólio de imóveis de luxo, permitindo aumentar a divulgação internacional e captação de clientes internacionais através das filiais da marca presentes em mais de 80 países.

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Grupo Gresmanc reforça compromisso com meio ambiente com certificação ISO 14001

A obtenção da certificação de acordo com esta norma permite à empresa demonstrar o seu compromisso com a preservação do meio ambiente, a consciência ambiental e a melhoria dos processos do ponto de vista da sustentabilidade

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O Grupo Gresmanc anunciou a obtenção da certificação ISO 14001 com vista a reforçar o compromisso da empresa com o meio ambiente.  Um reconhecimento que se junta às certificações ISO 9001, a Gestão da Qualidade e outros reconhecimentos de natureza ambiental, como a Declaração Ambiental de Produto (DAP) já alcançados.

A norma internacional UNE-EN ISO 14001:2015 estabelece uma série de requisitos que uma empresa deve ter para certificar o seu sistema de gestão ambiental. A obtenção da certificação de acordo com esta norma ajuda o Grupo Gresmanc a demonstrar o seu compromisso com a preservação do meio ambiente, a consciência ambiental e a melhoria dos processos do ponto de vista da sustentabilidade.

Para isso, foram estabelecidas ferramentas e sistemas focados nos processos produtivos, levando em consideração os efeitos ou externalidades que derivam do meio ambiente para reduzir os riscos ambientais.

Esta certificação supõe uma série de vantagens relacionadas com diferentes acções que permitem, nomeadamente, avaliar e controlar aspectos ambientais nos processos operacionais, certificar o cumprimento dos requisitos exigidos pela legislação ambiental, utilizar produtos que não agridam o meio ambiente durante todo o seu ciclo de vida, bem como o reaproveitamento ou tratamento adequado de sobras de materiais, considerar as propostas de fornecedores, funcionários da empresa e partes interessadas para reduzir o impacto ambiental, desenvolver todas as actividades no âmbito da protecção ambiental, em que se promova a conservação do ambiente nas áreas onde as actividades são desenvolvidas, o consumo racional dos recursos naturais, a gestão eficiente dos resíduos e a prevenção da poluição. Por fim, permite, ainda, à empresa posicionar-se em mercados onde há uma crescente consciência ambiental, devido à exigência que a sociedade exerce sobre as empresas para que sejam respeitosas com o meio ambiente.

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