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ANFAJE diz-se “estupefacta” com o regime excepcional a aplicar à Reabilitação

A ANFAJE considera que “Portugal necessita de uma aposta na reabilitação urbana com políticas e medidas que melhorem o conforto térmico e acústico dos edifícios portugueses e não de “regimes de excepção” em que possam premiar o ‘vale tudo’

Ricardo Batista
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ANFAJE diz-se “estupefacta” com o regime excepcional a aplicar à Reabilitação

A ANFAJE considera que “Portugal necessita de uma aposta na reabilitação urbana com políticas e medidas que melhorem o conforto térmico e acústico dos edifícios portugueses e não de “regimes de excepção” em que possam premiar o ‘vale tudo’

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A Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes manifestou esta quarta-feira a sua “estupefacção” pela decisão do Conselho de Ministros de estabelecer “um regime excepcional e transitório a aplicar à reabilitação de edifícios ou de fracções, concluídos há pelo menos 30 anos ou localizados em áreas de reabilitação urbana, sempre que estejam afectos ou se destinem a afectar total ou predominantemente ao uso habitacional”.

A ANFAJE considera que “Portugal necessita de uma aposta na reabilitação urbana com políticas e medidas que melhorem o conforto térmico e acústico dos edifícios portugueses, criando riqueza para as empresas e para a economia portuguesa e seguindo princípios orientadores da aplicação de boas práticas ambientais e de construção sustentável” e não de “regimes de excepção” em que possam premiar o ‘vale tudo’ na reabilitação de edifícios antigos”.

Em comunicado, a direcção da ANFAJE considera estranho que após a entrada em vigor da nova regulamentação relativa às condições do comportamento térmico dos edifícios – o Decreto-Lei n.º 118/2013 para cumprimento da Directiva Europeia n.º 2002/91/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, relativa ao desempenho energético dos edifícios, se venha agora criar um “regime excepcional” onde estão previstas “situações excepcionais” ao nível da aplicação de requisitos acústicos, eficiência energética e instalações de telecomunicações.

A Associação considera que com este diploma se está a dar um passo atrás na necessidade de dinamizar políticas de reabilitação urbana que tenham em conta a necessidade de aumentar a qualidade e o conforto térmico e acústico do parque edificado português. “Um passo atrás na necessidade de Portugal ter técnicos qualificados, renovar os velhos saberes e competências existentes, apostar na qualificação da mão-de-obra e executar obras com padrões de conforto térmico e acústico que contribuam para os portugueses viverem melhor e pouparem na sua factura energética”.

Num país onde existem cerca de 3 milhões de fogos com paredes sem qualquer isolamento térmico e acústico e com caixilharias antigas de madeira e/ou alumínio sem ruptura da ponte térmica com vidro simples, é necessário que as medidas e políticas de incentivo à reabilitação dos edifícios sejam um factor de aumento da qualidade da construção existente e não um factor de desresponsabilização dos técnicos e empresas envolvidas ou de contribuição para o retrocesso no controlo de emissões de CO2 e de criação de impactos ambientais negativos”, pode ler-se no documento.

 

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Preços das casas registam subida de 17% face a Março de 2021

De acordo com o Índice de Preços Residenciais, apurado pela Confidencial Imobiliário, o mês de Março registou uma subida de 2,0% face ao mês anterior, dando continuidade ao ciclo de fortes subidas mensais dos últimos meses

Dando continuidade ao ciclo de fortes subidas mensais dos últimos meses, o mês de Março registou nova subida nos preços de vendas das casas. De acordo com o Índice de Preços Residenciais, apurado pela Confidencial Imobiliário, os preços subiram 2,0% face ao mês anterior, o que coincidiu com o primeiro mês após o início da guerra na Ucrânia.

Ao contrário do que se temia, a situação de guerra na Ucrânia não afetou a dinâmica do mercado português de habitação, tendo-se a procura mantido em linha com o trimestre anterior. De acordo com o SIR-Sistema de Informação Residencial, o preço médio de venda das casas em Portugal atingiu os 2.015€/m2 no 1º trimestre de 2022, oscilando entre os 3.182€/m2 no segmento de novos e 1.881€/m2 nos usados. Neste período terão sido vendidas cerca de 42.500 casas no país, em linha com o trimestre anterior, quando as vendas ficaram em torno das 43.500 unidades, e mantendo a atividade transacional acima das 40.000 unidades pelo terceiro trimestre consecutivo.

Desde início do ano, que os preços das casas registam crescimentos mensais de entre 1,5% e 2,0%, comportamento que resultou numa variação de 5,5% no 1º trimestre do ano face ao trimestre anterior. Na verdade, desde Outubro do ano passado que a subida mensal dos preços supera a marca de 1,0%, levando a uma intensificação da variação trimestral, a qual passou de 2,1% no 3º trimestre de 2021 para 3,9% no 4º trimestre, e para os actuais 5,5%. Esta última subida trimestral é a mais elevada desde que este Índice monitoriza o comportamento dos preços de venda da habitação no País, em 2007.

Em termos homólogos, os preços apresentam uma subida de 17,0% em Março, quase cinco pontos percentuais mais do que os 12,2% que este indicador registava no final do ano passado.

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Corkeen debate normas europeias de segurança dos parques infantis

O evento “Playground design: as normas de segurança matam a criatividade ou são ferramentas úteis?” acontece em formato online dia 28 de Abril

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A Corkeen, empresa detida pela Corticeira Amorim, promove no próximo dia 28 de Abril uma sessão online gratuita que debaterá as normas europeias de segurança dos parques infantis. O evento “Playground design: as normas de segurança matam a criatividade ou são ferramentas úteis?”, contará com a participação de oradores de renome internacional com mais de 30 anos de experiência nas áreas da segurança infantil, inclusão e avaliação de risco, servirá igualmente para a apresentação de critérios para o processo de avaliação de risco-benefício em espaços de jogo e recreio.

A sessão irá contar contar com os contributos de Helena Menezes, consultora internacional em avaliação de risco com foco no impacto da arquitetura na saúde global, e de Harry Harbottle, especialista da Comissão Europeia em segurança do consumidor e segurança infantil, e com a moderação de Michael Hammar, CEO da Corkeen, empresa pioneira no desenvolvimento de pisos de parques infantis com cortiça. A iniciativa permitirá ainda aos participantes a exposição de casos de estudo.

Esta discussão ganha especial relevância, neste sector, tendo em conta que as normas europeias de segurança dos parques infantis são muitas vezes consideradas destruidoras da criatividade, tanto para projectistas, como para crianças. Isto acontece quando são mal interpretadas ou mal utilizadas.

As normas técnicas centram-se na segurança das infraestruturas e layouts, para que as crianças e cuidadores possam antecipar os riscos residuais. Para isso, os riscos existentes devem ser de fácil percepção e benéficos para o desenvolvimento infantil e para o processo de aprendizagem, pois permitem uma livre escolha na assunção de riscos.

As normas europeias que estarão em debate são especialmente pertinentes no panorama nacional nomeadamente por via do DL 203/2015 que publica o Regulamento sobre a Segurança dos Espaços de Jogo e Recreio e estabelece as obrigações das Entidades Responsáveis em termos de projecto, instalação, inspecção e manutenção desses espaços.

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Grupo SGS celebra 100 anos em Portugal e abre novo centro de competências

As novas instalações contam um novo centro de global de competências e laboratórios com mais de 2 000 m2 com assinatura de Saraiva & Associados. A construção e interiores dos escritórios ficaram a cargo da Transfor

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O Grupo SGS celebra 100 anos de presença em Portugal e abre um novo centro de global de  competências e laboratórios em Lisboa com mais de 2 000 m2. As novas instalações representam um investimento significativo para o futuro da SGS, contando com um Hub para a Inovação, Tecnologia e Conhecimento.

A agora sede e laboratórios da SGS Portugal foram desenhados pelo gabinete de arquitetura Saraiva & Associados, e a construção ficou a cargo da Transfor – Construção e Engenharia, que foi também responsável pelos Interiores referente aos escritórios e laboratórios ocupados pelo Innovation Squad e Global BioSciences Center.

Este edifício, localizado em Carnide, Lisboa, será ocupado por cerca de 200 pessoas, estando em simultâneo a decorrer um reforço da equipa local com a entrada de 40 pessoas nas áreas de inovação e desenvolvimento como data science, programação, analytics, usabilidade, entre outros.

Frankie Ng, CEO Global da SGS, refere que “SGS Portugal é uma referência para o Grupo SGS.  Vários projectos globais liderados a partir de Portugal incluem diferentes áreas de foco estratégico e de competência: o Global BioScience Center, o Innovation Squad (o primeiro a trabalhar globalmente) e Competence Center for Molecular Biology. Estes laboratórios fazem parte de um centro de excelência global onde concentramos cientistas, investigadores e especialistas de várias áreas, representando uma importante captação de experiência técnica, nacional e internacional, bem como reforça as sinergias com outras afiliadas”.

João Marques, Managing Director da SGS Portugal, acrescenta, ainda, que este evento “assinala a aposta do Grupo SGS para um futuro próspero com o desenvolvimento de sinergias que vão possibilitar a criação de um mundo melhor, mais seguro e interligado”.

Paralelamente, o Grupo pretende assumir-se como um parceiro dos clientes na sua jornada pela sustentabilidade, estendendo “o compromisso corporativo de criar um impacto positivo na sociedade através dos serviços que prestamos aos nossos clientes, alinhado com o nosso propósito de criar valor para a sociedade ao longo de toda a nossa cadeia de valor”.

Reconhecendo a importância da sustentabilidade para a SGS, o evento contou, ainda, com a realização de uma mesa-redonda para dar destaque ao Dia Mundial da Terra sob o tema “Investir no Planeta”, moderada por Gonçalo Faria, sustainability business developer manager da SGS Portugal. A mesa-redonda teve como speaker Javier Lopez Gomez, Corporate Sustainability da SGS Global, e contou com a participação de Maria João Coelho, Head of Sustainability Knowledge, BCSD Portugal (Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável) e Nuno Gaspar de Oliveira, Chief Executive Officer na NBI – Natural Business Intelligence.

O CEO Global da SGS, Frankie Ng, marcou presença neste evento, bem como o Secretário de Estado da Agricultura, Rui Martinho e do Presidente da Junta de Freguesia de Carnide, Dr. Fábio Sousa e do Dr. João Oliveira e Silva, Assessor para a Economia e Inovação da CML – bem como outros representantes de Entidades Oficiais e da SGS a nível Global.

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Potencial do franchising em crescimento acelerado

A 25ª edição da Expofranchise, que decorreu recentemente no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, revelou “o potencial do franchising e a dinâmica de um sector que representa uma oportunidade de desenvolvimento da economia portuguesa”

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A 25ª edição da Expofranchise, que nestes dois últimos dias decorreu no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, revelou o potencial do franchising e a dinâmica de um sector que representa uma oportunidade de desenvolvimento da economia portuguesa.

Após uma interrupção em 2020 e 2021, o evento organizado pela Associação Portuguesa de Franchising (APF) contou este ano com a participação de quase cinco dezenas de marcas, que se apresentaram aos mais de mil visitantes como oportunidades de negócio e de empreendedorismo.

“O sector não só não estagnou como tem vindo, a manifestar uma dinâmica de crescimento e a Expofranchise revelou isso mesmo. Numa primeira edição pós-pandemia as várias marcas presentes e os muitos visitantes demonstraram o potencial de crescimento e a atratividade do franchsing”, revela Cristina Matos, secretária-geral e CEO da APF.

O sector do franchising ultrapassou os 11 mil milhões de euros, o que corresponde a 5,8% do PIB e 2,3% do tecido empresarial português. Também aumentou o peso do seu impacto no emprego no país, já que, dos 4. 866.700 empregos em Portugal, perto de 200 mil são provenientes de marcas do franchising. Actualmente, existem cerca de 530 marcas a operar em Portugal e dessas, os serviços detém 58% da preferência dos investidores, sendo que os serviços para particulares ocupam 44%. Ao sector dos serviços segue-se o comércio, com perto dos 30%, e a restauração, com 13%. Cerca de 66% das marcas são portuguesas, sendo que Espanha é o país que mais exporta conceitos de negócio em franchising para Portugal (18%), seguido dos EUA (5%).

A APF prevê uma maior prosperidade para os franchisados mais fortes, uma vez que a crise económica de 2020/ 2021 enfraqueceu a maioria dos pequenos negócios e fortaleceu a presença no mercado dos grandes franchisados. Este crescimento tem sido acompanhado por um reforço das competências digitais, que poderão atrair um maior investimento das gerações mais jovens em negócios de franchising.

Durante dois dias, para além do networking e da possibilidade de os visitantes terem oportunidade de conhecer as marcas presentes, os seus negócios e o seu potencial de investimento a AFP organizou durante o evento diversas palestras e mesas redondas que deram a conhecer melhor o franchising.

Escolher com confiança foi o mote, apontando que o sucesso do franquiado é o sucesso do franquiador e que são as relações claras e transparentes que geram a confiança. Quer do lado do franchisador, quer do lado do franchisado, são vários e de diferente natureza os desafios do setor, desde a importância do acompanhamento do franchisador ao franchisado, à inovação, que obriga a uma sintonia da rede de franchisados com o franchisador. Divergências das marcas com os franquiados são normais, mas há uma obrigação do franchisador saber dar as respostas.

A 25ª edição da Expofranchise foi, ainda, o palco da primeira atribuição dos Selos de Excelência em Franchising da APF. Neste reconhecimento concedido às empresas que actuam no mercado de franquias em Portugal, foram galardoadas 12 empresas de diversos sectores de actividade, numa cerimónia de distinção da sua gestão das marcas.

Da restauração, ao turismo, passando pelo fitness, o imobiliário ou os serviços financeiros, são várias as áreas de negócio nas quais os empreendedores viram reconhecidos os seu esforço, trabalho e mérito, quer pelo setor, quer pelos colaboradores.

Com a atribuição deste Selo, o sector reconhece as melhores práticas de gestão em franchising e, no caso dos franquiados, de relacionamento com a sua equipa, aferindo o seu índice de satisfação em relação às suas respectivas marcas franquiadoras e dos colaboradores em relação à gestão da unidade.

Os vencedores dos Selos de Excelência em Franchising da APF ficam habilitados a concorrer aos Prémios APF, iniciativa que vai decorrer em Maio.

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Comporta: Vanguard Properties e GreenVolt anunciam parceria para “maior comunidade de energia da Europa”

Todos os edifícios no projecto Terras da Comporta estarão ligados à comunidade energética descentralizada, onde 35.000 m² de painéis fotovoltaicos irão garantir uma autonomia de pelo menos 80%. O investimento total, repartido entre a Vanguard Properties e a GreenVolt, é de até 11 M€

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A Vanguard Properties e a Energia Unida, do Grupo Greenvolt, anunciaram uma parceria para desenvolver uma comunidade de produção descentralizada de energia para o projecto imobiliário “Terras da Comporta”. Este projecto engloba os loteamentos Torre, em Alcácer do Sal e o Dunas, em Grândola, num total de 1.376 hectares. Todos os edifícios que serão construídos no projecto “Terras da Comporta” estarão ligados à comunidade energética descentralizada, o que significa que serão simultaneamente produtores e consumidores de energia, o que inclui os dois campos de golfe, loteamentos residenciais, hotéis, hotéis-apartamento, aldeamentos turísticos e equipamentos logísticos e comerciais.

De acordo com a promotora, “esta será a maior comunidade energética de Europa” e deverá contar com uma produção estimada de cerca de 7MW através da instalação de 35.000 m² de painéis fotovoltaicos. Desta forma estarão garantidos “uma autonomia energética de pelo menos 80%, através da produção própria a partir de fontes renováveis” para os projectos imobiliários.

O investimento previsto é de até 11 milhões de euros, sendo que até sete milhões de euros serão investidos por parte da Energia Unida e até quatro milhões nas estruturas de car-park, a cargo da Vanguard Properties, sobre os quais serão instalados os painéis.

Para José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties, “a parceria com a Energia Unida para criação da maior comunidade energética da Europa está perfeitamente alinhada com os valores e posicionamento de um projeto imobiliário que se distingue pela visão de desenvolvimento para a região e que assume como pilares a mobilidade, a inovação, a sustentabilidade ambiental, a ligação às pessoas e aos seus ambientes e o respeito pela diferença e tradição. Pretendemos que o ‘Terras da Comporta’ seja uma referência não apenas a nível nacional, mas também internacional“.

O conceito de comunidade energética consiste na produção descentralizada de energia e partilha com os membros da comunidade. A título de exemplo, no caso do “Terras da Comporta”, cada casa, cada unidade hoteleira ou espaço comercial terão instalados painéis fotovoltaicos que estarão a produzir energia para consumo próprio ou para partilha com a comunidade, sempre que não haja necessidade de consumo ou em caso de excesso de produção. Desta forma, há uma optimização da produção e do consumo com benefícios muito significativos para os consumidores que podem atingir uma redução do custo de energia de cerca de 40%. Por outro lado, tratando-se de produção de energia a partir de fontes renováveis vai contribuir para o grande objectivo de sustentabilidade do projeto, que passa por garantir que todos os edifícios construídos sejam neutros em emissões de carbono (Net Zero Carbon Buildings).

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Tétris Portugal obtém certificações ISO em segurança, qualidade e ambiente

A empresa de design e construção do grupo JLL, obteve a certificação em Sistema de Gestão Integrado de Segurança, Qualidade e Ambiente de acordo com as normas internacionais da International Organization for Standardization

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(na imagem Carlos Cardoso, managing director da Tétris Portugal)

A Tétris Portugal, empresa de design e construção do grupo JLL, obteve a certificação em Sistema de Gestão Integrado de Segurança, Qualidade e Ambiente de acordo com as normas ISO 45001, ISO 9001 e ISO 14001.

“Com vista a uma melhoria constante do seu desempenho, a Tétris Portugal implementa as políticas e os requisitos normativos internacionais mais exigentes a todos os serviços prestados, bem como estratégias de construção e design de interiores ecológicos, alinhadas com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, e promove comportamentos seguros e amigos do ambiente, tanto nos seus escritórios como nas suas tarefas de remodelação, a todos os níveis e em todas as áreas da sua organização”, justifica a empresa.

“Juntamente com os nossos parceiros, pretendemos promover uma mudança significativa no mundo que nos rodeia, através da integração da sustentabilidade em tudo o que fazemos. Como líder na concepção e construção de espaços, reconhecemos a nossa responsabilidade em garantir um ambiente de trabalho saudável e seguro, bem como inspirar a forma como os espaços são concebidos para construir um futuro melhor para as gerações vindouras”, refere Carlos Cardoso, managing director da Tétris Portugal.

“Desta forma”, continua o responsável, “alinhados com a estratégia de sustentabilidade do grupo JLL para o sector imobiliário, o nosso desempenho e paixão assentam nos pilares do “Building a Better Tomorrow” para clientes, pessoas, espaços de trabalho e comunidade, e é com muito orgulho que vemos agora o reconhecimento desta aposta com esta certificação em Sistema de Gestão Integrado de Segurança, Qualidade e Ambiente, de acordo com as normas ISO 45001, ISO 9001 e ISO 14001, exibindo um dos mais renomeados selos neste campo a nível internacional”, conclui.

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Ordem dos Arquitectos: Aula Aberta com Mariana Correia fecha ciclo de iniciativas

Última conferência do Módulo 1 – Do Ecossistema às Ideias, do Ideal ao Projecto, terá lugar dia 22 de Abril, com transmissão na página do Facebook e do Youtube

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A arquitecta Mariana Correia é convidada da Aula Aberta de encerramento do Módulo 1 – Do Ecossistema às Ideias, do Ideal ao Projecto, numa iniciativa promovida pela Ordem dos Arquitectos (OA) e que irá decorrer esta sexta-feira, dia 22 de Abril, às 18 horas, numa transmissão em directo através do Facebook e do canal de Youtube da OA.
Mariana Correia é professora e directora do Departamento de Arquitectura e Multimédia Gallaecia e do Centro de Investigação Gallaecia na UPT – Universidade Portucalense, desde 2021, depois de dirigir a Escola Superior Gallaecia, entre 2004 e 2021. É presidente do Conselho Consultivo do ICOMOS-Portugal (2021-23), membro do Conselho de Direcção do ICOMOS-ISCEAH (2021-2023).

Foi Project-Leader de projectos de investigação da União Europeia (VerSus3DPAST) e da FCT (SEISMIC-V). É assessora de Património Mundial do ICOMOS International, tendo realizado várias missões de monitorização reactiva, de avaliação técnica, de assessoria e de upstream em África, Europa, Médio Oriente e Asia. Coordenou e deu aulas em cursos internacionais da UNESCO, ICOMOS, ICCROM, IUCN, AWHF e ARC-WH. Foi presidente do ICOMOS-ISCEAH/Comité Científico Internacional de Património Arquitectónico em Terra (2018-2020) e coordenadora internacional da Rede Ibero-Americana PROTERRA (2011-2014).

Em 2017, ganhou o European Award of Architectural Heritage Intervention (AADIPA – cat. D); e foi distinguida pela Comissão Europeia como Project-Leader de projetos de sucesso.

Co-coordena, desde 2011, o Prémio Ibérico de Investigação de Arquitetura Tradicional. É, ainda, autora e coeditora de 23 livros.

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OBO Bettermann lança descarregador combinado contra raios e sobretensões

O MCF-NAR é instalado de acordo com as regras de ligação no compartimento de ligação inferior, protegendo assim as sobretensões de forma fiável directamente no ponto de alimentação

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A OBO Betterman, especialista em sistemas para instalações eléctricas de equipamentos electrotécnicos e em edifícios, acaba de anunciar o lançamento de um descarregador combinado, pensado para protecção em edifícios contra raios e sobretensões.

O MCF-NAR, do tipo 1+2, diferencia-se, segundo a empresa, exactamente por apresentar o complemento NAR que significa “compartimento
de ligação do lado da rede”, já que a tecnologia de explosor de equipotencial instalada qualifica o aparelho de protecção contra
sobretensões para a utilização a montante do contador segundo a VDE-AR-N 4100.

De acordo com a empresa, as actuais regras técnicas de ligação de baixa tensão, VDE-AR-N 4100, para a ligação de instalações de clientes à rede de baixa tensão exige que o aparelho de protecção contra sobretensões seja instalado o mais próximo possível do ponto
de alimentação. O MCF-NAR é instalado de acordo com as regras de ligação no compartimento de ligação inferior, protegendo assim as sobretensões de forma fiável directamente no ponto de alimentação. A montagem é simples e realizada em pouco tempo, devido à instalação no sistema de barramentos de 40 mm do armário do contador.

Com as variantes para edifícios residenciais sem protecção exterior contra raios, para edifícios residenciais e comerciais
com protecção contra raios exterior (classe de protecção contra raio 3+4), bem como para hospitais e centros de dados (classe
de protecção contra raio 1+2), a OBO oferece sempre a solução adequada. Para variadas áreas de aplicação é disponibilizada
uma variante com 3 polos para redes TN-C e uma variante 3+NPE para redes TT e TN-S.

Com a limitação de tensão dos SPD, garante-se a protecção do isolamento, a fim de evitar a formação de faíscas e incêndios. Para garantir esta protecção de confiança em qualquer altura, todos os aparelhos têm uma indicação de estado aprovada para a zona a montante do contador, sem autoconsumo. Esta sinaliza imediatamente se os aparelhos não funcionarem. Adicionalmente, todas as variantes
são disponibilizadas também com sinalização remota, podendo assim ser ligadas a tecnologias de controlo de edifícios existentes ou futuras.

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Cushman & Wakefield reforça a Norte

Depois de reforçar as áreas de business space (escritórios e logística) e capital markets (investimento e promoção imobiliária), a consultora anuncia agora a integração de Susana Pires na equipa de retalho do seu escritório no Porto

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Depois de reforçar as áreas de business space (escritórios e logística) e capital markets (investimento e promoção imobiliária), a consultora anuncia agora a integração de Susana Pires na equipa de retalho do Porto.

Com esta nova contratação, a consultora dá continuidade ao aumento da sua actividade no mercado do Grande Porto, onde tem registado um crescimento significativo desde que se estabeleceu nesta cidade com escritório próprio em 2016.

Com mais de 15 anos de experiência no sector imobiliário, Susana Pires especializou-se no segmento de retalho, tendo trabalhado com os mais diversos formatos, como centros comerciais, lojas de rua ou retail parks. Antes de integrar a equipa da Cushman & Wakefield, foi responsável por toda a actividade de retail leasing na zona Norte e Centro para a Widerproperty, onde liderou com sucesso várias operações. No passado, esteve também envolvida em grandes projectos a nível nacional, onde acompanhou entidades como a CGD, o BPI, a Mota Engil a ECS, entre outras.

“O Porto tem tido uma importância crescente no panorama imobiliário em Portugal, havendo um grande interesse por parte de ocupantes e investidores nesta cidade. Acreditamos que, com a experiência e senioridade da Susana, estamos bem posicionados para sermos cada vez mais um player de referência no mercado de retalho no Norte do país, prestando um serviço completo e próximo dos nossos clientes”, refereEric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield,

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“MaisConsultores #Capital” aumenta o seu negócio com aquisição de nova agência

Face a 2020, o Grupo MaisConsultores Capital, cresceu cerca de 100% em 2021 e prevê para 2022 mais de 100 M€ em volume de negócios

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A MaisConsultores #Capital, franchisado da rede de consultores imobiliários MaisConsultores, acaba de expandir o seu negócio com a aquisição da agência do Parque das Nações, que envolve um crescimento do volume de negócio na ordem dos 100%.  

A aquisição desta agência “vem ampliar a rede da empresa e incorporar uma equipa de consultores seniores e experientes, permitindo novas sinergias para a partilha de conhecimento e realização de formações temáticas e personalizadas”, explica a marca.

Face a 2020, o Grupo MaisConsultores Capital, cresceu cerca de 100% em 2021 e prevê para 2022 mais de 100 milhões de euros em volume de negócios.

Para Filipe Vale e João Costa, administradores da MaisConsultores #Capital, esta aquisição simboliza “o crescimento positivo que a nossa rede de agências e consultores está a ter desde 2018″. Além disso, “a aquisição da agência do Parque das Nações teve um benefício duplo, pois esta agência pertencia ao Master da marca MaisConsultores, e com esta decisão estratégica, vai permitir que o mesmo se foque mais no desenvolvimento do software MaisMLS e também no crescimento da marca e do Franchising”, acrescentam. 

A rede MaisConsultores #Capital surgiu em 2018 e conta já com três agências e 200 consultores imobiliários, sendo que a rede detém, na sua tonalidade 27 agências e 1100 consultores de Norte a Sul, incluindo todos os franchisados. 

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