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CML cria comissão para simplificar e acelerar licenciamento urbanístico

A criação da Comissão de Concertação Municipal do Urbanismo é a primeira medida concreta do novo executivo para travar o problema do licenciamento na autarquia

A Câmara Municipal de Lisboa criou a Comissão de Concertação Municipal do Urbanismo, para dar resposta ao volume de processos de licenciamento que carecem de pareceres internos dos vários Serviços Municipais. O objectivo é simplificar e desburocratizar os procedimentos internos e assegurar uma resposta concertada e mais célere, através da maior articulação dos serviços na obtenção de uma decisão final, “com ganhos para os requerentes em termos de melhoria dos prazos de resposta da autarquia, assim como de maior qualidade e objectividade da apreciação”.
“O principal objectivo é simplificar e desburocratizar os procedimentos internos e assegurar uma resposta concertada e mais célere aos requerentes. Para isso, esta Comissão vai sentar à mesma mesa os vários Serviços que têm de se pronunciar sobre os processos urbanísticos e garantir a comunicação de uma forma célere e eficaz inter-serviços, com impacto na redução dos prazos de apreciação”, assegura Joana Almeida, Vereadora do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa.
Assim, irá ser da competência desta comissão a “ponderação e compatibilização da análise técnica das propostas de pareceres internos, garantindo a coerência, clareza e objectividade necessárias às propostas de decisão.”
Consoante o tipo de processo, e as suas especificidades, são convocados para reunião de concertação representantes de diferentes unidades orgânicas do município, desde a área do ambiente à gestão patrimonial, ao ambiente e/ou desporto, entre outros. A primeira reunião está agendada para 6 de Maio.
A criação desta equipa interdepartamental é o primeiro passo para resolver o problema do licenciamento na câmara municipal de Lisboa. Mas a estratégia para acabar com o atraso e os problemas nos processos de licenciamento incluem ainda a digitalização dos processos e, por fim, a criação da figura do ‘gestor do processo’.

Pela transparência e o fim da corrupção
Também em marcha está já em curso a segunda fase do “urbanismo digital”, um trabalho interno e “profundo” no seio da autarquia, que irá resultar na desmaterialização dos processos, permitindo que os seus requerentes possam, a qualquer momento, consultar em que fase está o seu processo e quais os entraves que estão a bloquear que o processo decorra no tempo contratado.
O presidente da autarquia falou recentemente sobre este processo perante uma plateia de especialista e reconheceu que é preciso imprimir uma maior transparência no processo.
A digitalização dos procedimentos irá concorrer para uma maior accountability e transparência do processo. Com o presidente a assumir que esta “é uma marca que queremos deixar”. Para isso a actual vereadora do Urbanismos conta com todo o apoio de Carlos Moedas e “passou a deter também o pelouro do combate à corrupção. A melhoria digital é um passo gigantesco e é preciso tempo. É algo que não se resolve em dois dias, sendo necessário implementar estruturalmente na camara municipal todos os novos procedimentos. A transparência digital é a capacidade de ter as nossas próprias feridas expostas e isso significa que os nossos erros passam a estar visíveis e que nos podem criticar. Significa assumirmos as culpas e resolvermos. É duro ter a ferida exposta, mas é a única luta que conheço para trazer a transparência”, sublinhou Carlos Moedas.
Neste que é o primeiro ano de mandato o foco recai em dois grandes eixos: na melhoria da fase de instrução dos processos e, segundo, na maior clarificação das normas do PDM que mais entraves colocam nos processos gerando indeferimentos. Nesse sentido, as medidas a implementar compreendem a melhoria da informação disponível no site da Câmara, criação de uma “academia de urbanismo” que irá, entre outras tarefas, organizar sessões de esclarecimento para instrução e submissão de processos, e o lançamento de um guia de boas práticas.

2000 fogos para recuperar “Já!”
Outro dos eixos de actuação da política de Habitação está relacionado com a criação do que Carlos Moedas chamou de “malha social equilibrada”. E este será o princípio base da política de Habitação da autarquia ao nível, por exemplo da habitação acessível, um problema para o qual “não há uma solução, há várias e é da responsabilidade de todos, públicos e privados”, reiterou Carlos Moedas. De acordo com o presidente do município nestes primeiros meses a sua equipa identificou cerca de dois mil fogos, não atribuídos ou em estado devoluto em Lisboa. “Temos que os reabilitar e resolver o problema imediatamente e temos que continuar a fazer novos e a construir novos. E só conseguirmos se olharmos para o problema desta maneira: juntos. Seja em cooperativa, seja em parcerias público privadas, seja com investimento privado”, sublinhou o responsável.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Cidade BI4ALL integra roteiro do Open House Lisboa 2022

A Cidade BI4ALL será um dos 70 espaços a serem visitados no roteiro denominado “A Rebeldia do Invisível”, que pretende mostrar espaços de arquitectura exemplar da cidade de Lisboa, habitualmente escondidos do olhar do público

A Cidade BI4ALL, a nova sede da empresa líder em serviços de Data Analytics e Inteligência Artificial, inaugurada em 2021, foi um dos espaços seleccionados para integrar o roteiro da 11ª edição da iniciativa “Open House Lisboa 2022”, uma coprodução Trienal de Arquitectura de Lisboa e EGEAC, que irá decorrer no fim-de-semana de 14 e 15 de Maio.

A Cidade BI4ALL será um dos 70 espaços a serem visitados no roteiro denominado “A Rebeldia do Invisível”, que pretende mostrar espaços de arquitectura exemplar da cidade de Lisboa, habitualmente escondidos do olhar do público e cuja transformação invisível no domínio privado mostra novas formas de habitar, contrastando com os exteriores que procuram preservar uma identidade colectiva.

A nova sede da tecnológica portuguesa foi um dos edifícios escolhidos, por ser um espaço de trabalho inovador, cosmopolita e vanguardista, que responde às expectativas dos clientes actuais e futuros e oferece um conjunto de benefícios associados ao bem-estar aos mais de 300 colaboradores que trabalham diariamente para entregar um serviço de excelência.

“É com grande orgulho que vemos a nossa Cidade ser reconhecida por esta iniciativa de prestígio internacional, que pretende celebrar a boa arquitectura. A Cidade BI4ALL foi idealizada para ser um espaço disruptivo, criativo, internacional e cosmopolita, sempre com a preocupação de manter o conceito industrial original. A importância da arte, nomeadamente a arquitectura, é algo que está muito presente nesta nossa nova casa, e em que queremos continuar a apostar no futuro”, refere José Oliveira, CEO da BI4ALL.

Situada na Avenida Marechal Gomes da Costa, em Lisboa, a Cidade BI4ALL foi inaugurada no Verão de 2021, e é resultado de um investimento que ronda os oito milhões de euros. O projecto de arquitectura e decoração do edifício esteve a cargo do atelier Pedra Líquida Arquitectura e Engenharia, que manteve o conceito industrial na renovação do edifício, elevando a experiência com elementos arquitectónicos únicos e uma decoração vintage.

Composta por dois edifícios que perfazem uma dimensão de 7 mil metros quadrados, a Cidade BI4ALL tem capacidade para mais de 500 postos de trabalho, inclui várias áreas de trabalho colaborativas, auditório, ginásio, zona de restauração onde está integrado um campo de padel, quartos para clientes e colaboradores, terraço e outras zonas de lazer e bem-estar.

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AM|48 conclui Promenade [com galeria de imagens]

O empreendimento, que representou um investimento no valor de 50 M€ foi alvo de grande procura de investidores estrangeiros, que representam 80% das vendas do edifício localizado na avenida 24 de Julho em Lisboa

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Encontra-se concluído o empreendimento Promenade, um dos projectos da promotora imobiliária AM|48. Localizado em plena Avenida 24 de Julho, na frente ribeirinha de Lisboa o edifício representou um investimento total na ordem de 50 milhões de euros, tem cinco pisos pelos quais estão distribuídos apartamentos de tipologias T1 a T3 e penthouses de tipologias T3 a T6, e ainda espaços comerciais no piso térreo.

Com a maioria dos apartamentos já comercializados, encontrando-se neste momento a aguardar a emissão da licença de utilização pelas autoridades competentes, o edifício, que conta com a assinatura do premiado arquitecto Frederico Valsassina e construção pela Mota-Engil, foi alvo de grande procura por parte de investidores estrangeiros, que representam 80% dos compradores.

No âmbito de uma aposta na criação de oferta residencial de nova construção numa das zonas mais trendy da cidade, oferta esta muito pouco expressiva até então, o Promenade veio abrir novos horizontes com as suas linhas de modernidade inseridas num contexto citadino tradicional. Integra-se esteticamente na sua localização, com uma fachada marcada por lâminas horizontais de betão branco, com planos de vidro recuados, num estilo de arquitectura contemporânea.

Os amplos vãos permitem que todos os apartamentos disponham de generosas varandas com vistas para o rio Tejo ou para a colina de Santa Catarina. Os apartamentos apresentam soluções, materiais, acabamentos e equipamentos de elevada qualidade, que permitem uma experiência de conforto, modernidade e excelência, sem igual.

No último piso encontram-se as quatro exclusivas penthouses (com tipologias de T3 a T6). Com acesso directo à cobertura do edifício, terraços privativos com piscina e vista panorâmica sobre Lisboa e o Tejo, cada uma das penthouses é dotada de elevador dedicado e ainda de box de estacionamento com características únicas, equipadas com uma pequena copa, casa de banho e carregador para veículos elétricos. Os restantes 36 apartamentos de tipologia T1 a T3 encontram-se distribuídos pelos quatro pisos inferiores.

A sua localização é privilegiada pela centralidade que ocupa e proximidade a locais de interesse, além de se adaptar a uma vivência urbana atual numa zona requalificada, com ciclovias, amplos passeios e ofertas variadas de lazer e comércio. O empreendimento dispõe ainda de um exclusivo SPA e ginásio.

A AM|48 é responsável pela promoção de vários empreendimentos não só a nível de nova construção, mas também de reabilitação urbana. Do seu portfólio fazem parte o empreendimento “Ópera Lx”, em plena Avenida da Liberdade, o “Focus Lx” na Avenida António Augusto Aguiar, o “The Boulevard”, na Praça dos Restauradores, entre outros que se encontram em desenvolvimento em Lisboa, mas também em Aveiro e no Algarve.

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Yotel chega ao World Trade Center Lisboa

Com uma área superior a 35 mil m2 e 127 quartos, o novo Yotel Lisboa WTC tem abertura prevista para 2024

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A marca de hotelaria Yotel acaba de anunciar a abertura de uma unidade em Lisboa. Com abertura prevista para 2024 e com 127 quartos, numa área superior a 35 mil m2, a nova propriedade fará parte do World Trade Center (WTC), promovido pelo FVC Group.

O hotel contará com um restaurante, um espaço para eventos e um bar panorâmico no telhado, todos os serviços de catering tanto para os trabalhadores de escritórios locais como para os hóspedes internos, ao lado terá um Grab+Go, áreas de trabalho, e um centro de fitness 24/7 com equipamento de última geração.

Além do hotel, o novo empreendimento conta com uma área de escritórios, espaços comerciais e recreativos, com o propósito de promover o bem-estar físico e emocional, através de soluções inteligentes, acessíveis e sustentáveis. Tal como o Yotel, o WTC foi concebido com espaços flexíveis, adaptáveis e evolutivos, encorajando a colaboração, o trabalho em rede e a produtividade, assegurando o conforto e a tecnologia que permitem poupar tempo.

O WTC Lisboa faz parte da rede World Trade Center, a maior plataforma mundial de negócios e investimentos, abrangendo 322 cidades, em 90 países. O Yotel Lisboa WTC será o primeiro de duas propriedades Yotel a fazer parte do ecossistema internacional do WTC, sendo o segundo a ser anunciado ainda este ano.

“Lisboa sempre foi uma prioridade para a expansão da Yotel, particularmente após a abertura da Yotel Porto no ano passado”, afirmou Rohan Thakkar, chefe de Desenvolvimento da marca. “O YotelL Lisboa WTC irá promover a nossa estratégia de expansão em toda a Europa do Sul, tanto em Portugal como nos mercados mais próximos, como Espanha e França”, reforçou.

Segundo Vasco Fonseca, COO do FVC Group, “o Yotel vem complementar o espaço do WTC, oferecendo um conceito perfeitamente alinhado com a nossa visão, que dá prioridade, acima de tudo, à inovação e tecnologia, à sustentabilidade e ao bem-estar das pessoas. Os espaços do Yotel são pensados para criar uma experiência única a cada estadia, capaz de envolver e ligar os hóspedes. O seu auditório servirá, ainda, de palco para grandes eventos, em particular, para receber a programação que prevemos para o WTC Business Club, que pretende ser um espaço de eleição para o networking empresarial e para a discussão de temas estratégicos para as empresas e projetos, de âmbito nacional e internacional”.

Actualmente, a marca Yotel opera 19 hotéis em todo o mundo e tem outros 13 em desenvolvimento.

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A estratégia da Vanguard para a Comporta, dst, Norman Foster e o suplemento ReCONSTRUIR na edição 457

O empreendimento Dunas, da Vanguard, entra numa nova fase e o CONSTRUIR conta-lhe a estratégia da promotora para a zona da Comporta. Nesta edição, que é acompanhada pelo suplemento dedicado à Reabilitação, contamos-lhe ainda as linhas da parceria da dst com o atelier de Norman Foster. Mas há muito mais para ler

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Projecto da Vanguard na Comporta avança para nova fase
As vendas da componente residencial e hoteleira do condomínio Dunas deverão arrancar a partir de Julho e as primeiras moradias deverão estar concluídas em 2024. Ainda este ano, o campo de golfe pode começar a receber os primeiros jogadores

dst e Foster assinam parceria
O consórcio assinado entre o grupo de Braga e a equipa de Norman Foster tem a ambição de “transformar a construção modular em Portugal”. “O pensamento e investigação interdisciplinares”, fazem também parte do acordo

Novo Campus tecnológico no Algarve
A Universidade do Algarve inaugurou o novo Ualg TEC Campus. O edifício que alberga a incubadora de empresas integra o ecossistema tecnológico da região, do qual faz parte também o Ualg TEC Health

Cooperativas são solução?
A pergunta foi o ponto de partida para uma conferência do ciclo Campo Comum, da Trienal de Arquitectura de Lisboa. Fomos conhecer esta realidade através dos projectos dos arquitectos Cristina Gamboa e Andreas Hofer

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Cushman & Wakefield reforça estrutura directiva

A consultora Cushman & Wakefield, anuncia a reestruturação da sua equipa de gestão, com a promoção de dois elementos sêniores da equipa de Investimento: Paulo Sarmento e David Lopes

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Paulo Sarmento, que se dedicava, em exclusivo, à área de Capital Markets, passa agora a Head of Transactional Services, um novo cargo, criado para garantir a gestão das áreas transaccionais da empresa, que integram as áreas de Capital Markets, Escritórios, Retalho e Industrial & Logística). “Os directores de cada uma destas linhas de serviços mantêm-se. O objectivo desta transição visa potenciar as sinergias entre os vários departamentos da consultora com base numa visão holística do negócio imobiliário e na partilha de uma liderança comum”, explica a consultora.

David Lopes é também um dos colaboradores a ascender no quadro da consultora imobiliária, passando de gestor da área de Retail & Business Space Investment, na divisão de Capital Markets, à liderança do departamento. David torna-se assim Head of Capital Markets, acumulando a responsabilidade pela gestão das áreas de Hospitality e Development & Living.

Ambos os colaboradores possuem uma experiência significativa no sector imobiliário, bem como na história da Cushman Wakefield. Paulo Sarmento detém um MBA pela Universidade Nova de Lisboa e uma carreira profissional de 35 anos, 26 dos quais no sector imobiliário, com cargos internacionais em Portugal, Brasil e Inglaterra, tendo-se juntado à consultora em 2018.

Por sua vez, David Lopes ingressou na Cushman & Wakefield, em 2005, no departamento de Industrial & Terrenos. Passou ainda pelo departamento de Avaliação & Advisory, e liderava agora as equipas de Retail Investment e de Business Space Investment em Capital Markets, Um percurso de ascensão que iniciou após seus estudos em Lisboa e na República Checa, tendo também, em 2009, realizado uma pós-graduação em gestão e finanças imobiliárias, pelo ISCTE, e recebido a acreditação de Membro do Royal Institution of Chartered Surveyors (RICS).

“Estas nomeações demonstram o empenho da Cushman & Wakefield Portugal em agregar, ainda mais, as suas áreas de actuação, proporcionando aos clientes um serviço holístico e integrado”, justifica Eric van Leuven, Diretor Geral da Cushman & Wakefield em Portugal.

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Laskasas na ICFF em Nova Iorque

A edição de 2022 decorre entre os dias 15 e 17 de Maio e irá acolher mais de 600 marcas a nível internacional entre elas a marca de mobiliário português, Laskasas, que estará presente no certame pela primeira vez

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A ICFF – Internacional Contemporary Furniture Fair, um dos certames internacionais que dita as tendências para o design de mobiliário, está de volta ao Javits Center em Nova Iorque. A edição de 2022 irá acolher mais de 600 marcas a nível internacional, entre os dias 15 e 17 de Maio. Pela primeira vez a marca de mobiliário português, Laskasas, estará presente.

“Esta é uma oportunidade única de elevar, não só a Laskasas e o seu trabalho a nível internacional, mas de todo o mobiliário português. É uma montra directa que motiva a exportação do nosso desing e reforça a qualidade das matérias primas do nosso país. Acreditamos que esta é a primeira de muitas presenças que nos vão trazer muito bons resultados”, afirma Celso Lascasas, CEO da Laskasas.

A nona edição da feira tem como tema “Sensory Designs”, que remete para o facto de as peças de decoração e mobiliário, de alguma maneira, estimularem os sentidos do seu utilizador, por norma, através da conjugação de elementos visuais ou até de texturas que elevam a experiência sensorial.

A Laskasas estará presente no stand número 345, focando-se em dar a conhecer, não só o seu trabalho e a presença no mercado internacional, mas também as peças da sua nova coleção, lançadas no início de 2022. Dentro do catálogo de mais de 450 peças, quem passar pela ICFF poderá encontrar, presente no stand, algumas das peças icónicas da colecção de 2022 como o Aparador Ralph, a Floreira Lanie, o Candeeiro de Mesa Clarke, a Cabide Ben, a Base de TV Norman, o Tabuleiro Tim, o Candeeiro de Pé Evans, o Móvel de Apoio Ryan e ainda o Sofá Fletcher. São peças onde a combinação ímpar dos materiais utilizados, que vão desde as madeiras naturais com os veios marcados aos metais – uma das fortes apostas deste ano – passando pela utilização do mármore em combinações improváveis.

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Zona prime de Lisboa mantém-se como primeira opção das empresas para sediar operações

Locais centrais com bons acessos, assim com uma rede de serviços complementares continuam a ser factores que ditam a tendência. No primeiro trimestre de 2022, Lisboa continuou a ser a primeira escolha para empresas que pretenderam estabelecer escritórios em Portugal ou relocalizar as suas instalações

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A conclusão é avançada pelo “Where do Companies Want to Be?”, um estudo elaborado pela consultora imobiliária internacional Savills, que analisou a performance do mercado ocupacional de escritórios, assim como os movimentos migratórios das empresas durante o 1º trimestre do ano.

No final deste período, o mercado de escritórios de Lisboa registou um total de 64.289m2 – um volume de absorção semelhante aos níveis pré-pandemia – o que representa um acentuado aumento de 120% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, e um aumento significativo de 46% em comparação com o período homólogo de 2020.
Foram 45 as operações fechadas, das quais 70% representam uma mudança de instalações de empresas e 17% correspondem à abertura de novas empresas na região de Lisboa. Um sinal claro de uma procura muito activa por parte das empresas, o que pode evidenciar a recuperação do mercado.

A zona Prime CBD (zona 1) é aquela que regista uma maior percentagem de instalação de novas empresas (56%). A zona Prime CBD (zona 1) e o Parque das Nações (Zona 5) foram as zonas de mercado que atraíram as percentagens mais elevadas em termos de volume de absorção por parte de Novas Empresas, com 63% e 52% respectivamente. Os sectores de actividade de Serviços a Empresas, Serviços Financeiros e Consultoria são os sectores que lideram a procura.
Na zona Prime CBD (zona 1) é importante referir ainda que 91% da área ocupada pelas novas empresas teve origem espaços operacionalizados de forma flexível, demonstrando assim a preferência por locais centrais com bons acessos e uma rede de serviços complementares para a implementação deste modelo de espaços de escritórios que se assume como uma forte tendência, impulsionada pelo pós-pandemia, de Lisboa enquanto cidade destino dos novos nómadas digitais.

O Corredor Oeste (zona 6) e a Zona Prime CBD (zona 1) detêm as maiores Loyalty Rates com 69% e 25%, respectivamente. As empresas sedeadas nestas zonas do mercado de Lisboa demonstram maior propensão para permanecer na mesma zona aquando da tomada de decisão de relocalização ou de expandir as suas instalações.

“Tendo em conta os dados do 1º trimestre de 2022 verifica-se uma trajectória de recuperação do mercado de escritórios, que se encontra hoje perto dos níveis pré-pandemia. Por outro lado, é também possível concluir que existe um aumento gradual de novas empresas a fixar-se em Lisboa, que continua a ser um dos destinos globais mais procurados. Sendo a capital portuguesa uma das cidades mais inovadoras da União Europeia, com políticas ambientais e de mobilidade apelativas, é expectável que Lisboa continue a ser um local muito procurado por empresas, seja para mudança de instalações ou para estabelecimento de novos espaços.”, justifica Alexandra Portugal Gomes, head of research da Savills Portugal.

Porque procuram as empresas novos espaços?
Este estudo elaborado pela Savills conclui que a grande maioria dos negócios efectuados (64%) se deveu, sobretudo, à necessidade de mudança de instalações das empresas, o que representou um volume de absorção de aproximadamente 44.140m2. A expansão de área foi o factor responsável por 20% dos negócios e tem associado um volume de absorção de quase 9.000m2. Já o estabelecimento de novas empresas em Lisboa representa cerca de 11.150m2 de parque empresarial e 16% dos negócios fechados.

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Cooperativas ou como a arquitectura pode ser uma ferramenta “para intervir de maneira crítica em ambientes locais”

Serão as cooperativas de habitação uma solução para a escassez da habitação em Portugal? A pergunta foi o ponto de partida para mais uma conferência realizada no âmbito do ciclo Campo Comum, da Trienal de Arquitectura de Lisboa

Cidália Lopes

Através de exemplos de peso que nos chegam da Catalunha e de Zurique, fomos saber de forma é que o modelo cooperativas de habitação, seja através de um sistema multiforme ou directo, pode dar resposta às problemáticas económicas, urbanísticas, sociais e políticas que têm vindo a deteriorar as condições habitacionais das populações residentes em contexto urbano, nomeadamente nos grandes centros urbanos como Lisboa e Porto onde a especulação imobiliária exerce uma pressão tão grande que não permite que outros sistemas de habitação possam desenvolver-se.

A pergunta “Serão as cooperativas de habitação uma solução para a escassez da habitação em Portugal?” foi o ponto de partida para mais uma conferência realizada no âmbito do ciclo Campo Comum, da Trienal de Arquitectura de Lisboa, com curadoria de Diana Menino e Felipe de Ferrari e que teve lugar no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém.

O desenvolvimento destes modelos de habitação extrapola, também, em muito o conceito de arquitectura. Há aqui uma intervenção social e económica, até porque o trabalho destes projectos não se esgota na sua conclusão fisica, mas continua diariamente atráves da comunidade que nela reside.

“Usar a arquitectura como ferramenta para para intervir de maneira crítica em ambientes locais” é desta forma que Cristina Gamboa vê o seu é o trabalho, cujo resultado será sempre a “transformação social”. Mas não só. O trabalho com a comunidade, no sentido de alcançar “uma transição para a sustentabilidade da maneira mais ampla possível: política, social, económica e ambiental”.

A problemática com a habitação e a especulação imobiliária é também, desde há vários anos, a principal preocupação de Andreas Hofer, promotor de projectos cooperativos como o Kraftwerk1, que reúne já 700 moradores e 232 apartamentos. e o mehr als wohnen (mais do que habitar), ambos em Zurique.

Cooperativas é a segunda conferência do terceiro e último ano do ciclo Campo Comum (2020-2022), que arrancou no passado mês de Março com uma primeira sessão sobre Espaço Colectivo e com a presença em Portugal de Markus Bader, do atelier Raumlaborberlin, Leão de Ouro da 17.ª Bienal de Arquitectura de Veneza, e de Alain Trévelo, co-fundador do atelier parisiense TVK. Campo Comum convoca figuras internacionais em sessões duplas, para olhar para a arquitectura como imperativo de mudança. O ciclo encerra com a conferência Coexistência, a 25 de Maio.

BIO

Cristina Gamboa é arquitecta e professora. Estudou na ETSAB e na Universidade de Estugarda. É co-fundadora da Lacol, uma cooperativa de 14 arquitectos, estabelecida em 2014 em Barcelona, que se foca na investigação de abordagens participativas para o design e no desenvolvimento de habitações cooperativas e políticas habitacionais, testadas em projectos em curso. Actualmente lecciona na AA (MPhil em Arquitectura e Design Urbano – Cidades Projectivas) e na ETSAB. O trabalho colectivo da cooperativa tem sido reconhecido e exibido local e internacionalmente, incluindo o Prémio de Arquitectura da Cidade de Barcelona em 2018, o Prémio do Grupo Zumtobel atribuído à cooperativa ‘La Borda’ em 2021, o Prémio Moira Gemmil em 2021 (prémio feminino atribuído pela The Architectural Review), estando ainda indicada para o Prémio EUMies de 2022.

Andreas Hofer estudou Arquitectura no Instituto Suíço para a Tecnologia em Zurique. Em 2018, foi eleito director da Exposição Internacional de Construção em Estugarda (IBA 27). Em Zurique, foi sócio do atelier de planeamento e arquitectura Archipel. Trabalhou principalmente como consultor e promotor de projectos de habitação cooperativos inovadores como o Kraftwerk1 e o mehr als wohnen (mais do que habitar), escreve regularmente sobre desenvolvimento urbano e problemas de habitação, é membro em júris de competições de arquitectura e lecciona em várias universidades.

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Portugal Railway Summit 2022

A PFP – Plataforma Ferroviária Portuguesa, Cluster da Ferrovia, volta a organizar o “Portugal Railway Summit”, nos dias 16 e 17 de Maio de 2022, no Terminal de Cruzeiros de Leixões, Matosinhos

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A PFP – Plataforma Ferroviária Portuguesa, Cluster da Ferrovia, volta a organizar o “Portugal Railway Summit”, nos dias 16 e 17 de Maio de 2022, no Terminal de Cruzeiros de Leixões, Matosinhos.

Num contexto de grande expectativa quanto ao futuro do sector Ferroviário, este evento terá como foco os planos de investimento que se avizinham e os desafios ecológicos que é preciso enfrentar, proporcionando a discussão de prioridades e a apresentação de novas perspectivas de inovação ferroviária.

Ao longo dos dois dias de encontro terão lugar seis painéis. O primeiro dia será dedicado ao tema “Investimentos Nacionais e Internacionais” e às “Inovações e Desafios Tecnológicos”. No dia 17 de Maio a “Intermodalidade” e o “Fórum de Clusters” dominaram os trabalhos. O segundo dia do encontro reserva ainda tempo para as pitching sessions e interacção B2B.

O Portugal Railway Summit, é o fórum de discussão anual das tendências do sector Ferroviário, e local privilegiado para a criação de oportunidades de negócio e parcerias estratégicas focadas nos tópicos definidos pelo ERRAC, e pela Agenda Estratégica de Investigação e Inovação Ferroviária (SRIA), “RAIL 2030 – Research and Innovation priorities”: Digitalização, Automação, Nova Mobilidade Soluções, Mobilidade Mais Verde e Sustentável. Ferrovia, a espinha dorsal da Mobilidade 2030.

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