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Arquitectura

“Carrilho da Graça: Lisboa” no Museu Marítimo de Barcelona

A exposição mostra a visão do arquitecto sobre Lisboa, cidade onde trabalha há mais de 30 anos

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04-carrilho-da-graca.jpgO Museu Marítimo de Barcelona tem patente até ao próximo dia 30 de Abril, a exposição “Carrilho da Graça: Lisboa” que mostra a visão do arquitecto sobre Lisboa, cidade onde trabalha há mais de 30 anos.

A mostra que tem curadoria de Marta Sequeira e Susana Rato e que contempla projectos da autoria do arquitecto – embora não seja sobre a sua obra, como sublinha o Instituto Camões – foi apresentada pela primeira vez na Garagem Sul — Exposições de Arquitetura, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, de Setembro de 2015 a Fevereiro do ano passado.

Depois do Museu Marítimo de Barcelona, em Espanha, a exposição segue depois para a École Nationale Supérieure de Paris Val de Seine, em França, onde poderá ser vista de 24 de Maio a 24 de Junho.

Nascido em Portalegre, João Carrilho da Graça, de 63 anos, galardoado com o Prémio Pessoa em 2008, é autor, entre outros projetos, da Escola Superior de Comunicação Social, concluída em 1993, galardoada com o Prémio Secil no ano seguinte, do Museu do Oriente, da musealização arqueológica da Praça Nova do Castelo de São Jorge e da Escola de Música da Escola Politécnica.

Ao conjunto da sua obra foram já atribuídos diversos prémios, entre eles o Prémio AICA — Associação Internacional dos Críticos de Arte (1992), a Ordem de Mérito da República Portuguesa (1999), o título de Chevalier des Arts et des Lettres da República Francesa (2010) e a Medalha da Académie d’Architecture de França (2012).

 

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dstgroup oferece mestrados e doutoramentos aos trabalhadores

À semelhança do que aconteceu em outros anos lectivos anteriores, dstgroup volta a reforçar a aposta na educação e formação dos seus trabalhadores, disponibilizando, gratuitamente, mestrados e doutoramentos especializados, em diferentes áreas

A aposta na formação e captação de talento não se cinge aos trabalhadores do grupo, já que os diversos protocolos estabelecidos entre o grupo e várias instituições de ensino tem como objectivo contribuir para profissionalizar o mercado em diversas áreas de especialidade.

“Consideramos que a educação e a formação são um investimento capaz de impulsionar a nossa actividade económica e competitividade no mercado. por isso, disponibilizamos formação em áreas core, como a engenharia, a gestão, a economia, mas também focada nas soft skills e áreas técnicas complementares inseridas no plano anual de formação, diversificadamente enriquecedoras do ponto de vista social e intelectual, como é o caso da filosofia, da neurociência e da saúde mental”, destaca José Machado, director de Recursos Humanos.

O grupo estabeleceu parcerias com o Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), Universidade do Minho e Universidade Católica Portuguesa. Numa aposta a longo prazo, o objectivo do dstgroup é prolongar as parcerias e cursos para que a formação chegue ao maior número de trabalhadores possível.

“Um dos protocolos que mais se tem desenvolvido é o que mantemos com o IPCA desde 2018. Já contabilizamos quatro edições do curso de soldadura avançada e, em 2021, iniciámos a primeira edição do curso técnico superior profissional de preparação e gestão de obra”, acrescenta José Machado. Aos seus colaboradores o dstgroup paga integralmente o valor das propinas, mas os cursos podem ser frequentados por outros profissionais.

Com o arranque do novo ano lectivo o grupo de Braga dá a conhecer a nova oferta. Em Outubro arrancam novas edições dos cursos que registaram mais procura por parte dos trabalhadores. Entre eles o curso filosofia, que vai iniciar a segunda edição de “Filosofia para o Novo Século”, com duração de três anos, assim como da área de saúde mental, que promove a quarta edição do curso “Primeiros Socorros para Doença Mental”. Para além disso, destacam-se outras propostas formativas do grupo, no que diz respeito a mestrados profissionais, cursos técnicos superiores profissionais e formações especializadas.

Em Novembro arrancam os mestrados profissionais. Com a chancela do IPCA, estes mestrados são constituídos por um semestre curricular e um semestre de estágio/projecto e aplicam-se a trabalhadores licenciados com mais de 5 anos de experiência na área de especialização. Abrangem os cursos de gestão fiscal, gestão de operações, gestão para executivos, logística e gestão de cadeia de abastecimento, modelação 3D, fabrico aditivo e tecnologias de apoio à educação Steam.

Ainda no âmbito da parceria estabelecida com o IPCA vão ter início em Outubro os cursos técnicos superiores profissionais nas áreas de energias renováveis e sistemas sustentáveis, gestão de redes e telecomunicações avançadas, soldadura avançada e preparação e gestão de obras. Estes cursos têm a duração de dois anos, as aulas são em regime pós-laboral e conferem um diploma de nível 5. A parceria concretiza ainda o acolhimento dos alunos, no final do curso, para a realização de um estágio de seis meses.

Juntamente com a Aliança de Pós-Graduação da Universidade do Minho, o dstgroup lançou este ano um curso de formação especializada em “tecnologia de fachadas e envolvente de edifícios”. Lesionado por especialistas da bysteel fs, empresa do dstgroup especializada nesta área, e por professores da Escola de Engenharia e da Escola de Arquitectura, Arte e Design da Universidade do Minho, a formação abrange desde os aspectos legais até à manutenção de fachadas e envolventes, passando pelos materiais e pelo fabrico. Conta ainda com a participação na partilha de conhecimento de várias entidades do tecido empresarial e de associações com diferentes posicionamentos da cadeia de valor.

“Estarmos próximos das instituições de ensino faz parte da nossa estratégia. Apenas criando um ecossistema de partilha de conhecimento e recursos é que conseguiremos dar resposta às necessidades do mercado de trabalho e formar um clima de inovação que potencie a criação de novos produtos e serviços.”, comenta Ricardo Portela, administrador da bysteel.

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Portugal Sotheby’s Realty reforça equipa no Algarve

A marca de imobiliário residencial de luxo quer reforçar a sua presença no Algarve e está a recrutar novos colaboradores para o seu escritório do Carvoeiro

Com o objetivo de conhecer os potenciais candidatos, a Portugal Sotheby’s Realty vai organizar um ‘Talent Day’, um evento de apresentação da empresa, no próximo dia 28 de setembro, que decorrerá no Monte Santo Resort, no Carvoeiro

O plano de recrutamento de novos colaboradores pretende responder ao crescimento robusto da empresa no escritório situado no Carvoeiro, que tem uma nova liderança. Os novos colaboradores vão beneficiar de um período de formação que lhes permitirá conhecer a cultura, os valores e o modelo de trabalho da Portugal Sotheby’s Realty.

Segundo a empresa os novos private brokers vão ter acesso ao novo modelo de comissionamento. Este modelo, que integra várias vertentes de desenvolvimento pessoal e profissional, inclui formações diferenciadoras (redes sociais, marketing digital e ainda formações executivas de alto nível em gestão para os melhores Private Brokers). As candidaturas devem ser enviadas até ao dia 27 de setembro.

“O Algarve oferece vários factores muito atractivos, como o clima e a qualidade de vida, sendo, por isso, um local aliciante quer para os investidores nacionais e internacionais quer para os residentes permanentes. Neste sentido, queremos consolidar a nossa presença, através deste processo de recrutamento”, afirma Dário Neto, Partner e Office Manager do escritório do Carvoeiro.

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O novo relvado do Real Madrid é móvel e tem piso radiante

A Rehau aplicou o sistema de climatização por chão radiante no relvado do novo estádio Santiago Bernabéu. Este é o primeiro relvado de futebol do mundo que é “amovível”

O ambicioso projecto de remodelação do estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, incorpora algumas soluções inovadoras para melhorar a experiência e o bem-estar dos atletas em campo, bem como, para aumentar exponencialmente a disponibilidade e a qualidade do campo de jogo.

A REHAU colaborou na concepção da climatização do relvado, com a proposta para um relvado “amovível”, único no mundo, onde é possível remover o relvado para que não seja danificado e utilizar o estádio para concertos ou qualquer outro evento. Uma solução possível graças à divisão do rectângulo de jogo em seis módulo. O novo campo de jogo será retráctil, mantendo-se “escondido” e mantido em condições óptimas, permitindo a utilização do espaço por todo o tipo de eventos. A relva está contida numa espécie de estufa oculta a uma profundidade de 24 metros onde se mantêm as condições necessárias de temperatura e humidade, bem como com a irrigação e fertilização adequadas para a manter em óptimas condições, quando não está a ser utilizado.

Sob o relvado foi ainda integrado um sistema modular de climatização radiante. A solução da Rehau, o RAUTHERM S PE-Xa, um tubo com a dimensão de 25×2.3 mm, assegura uma distribuição uniforme da temperatura em toda a superfície do campo.

O aquecimento e arrefecimento radiante melhora o estado do relvado em todas as estações do ano. No Inverno contra as baixas temperaturas e possíveis ocorrências de geadas e no Verão protege contra as temperaturas elevadas habituais em Madrid, que podem secar e danificar seriamente a relva natural. Para além das vantagens práticas de se poderem realizar jogos e sessões de treinos durante todo o ano e de diminuir o risco de lesões para os jogadores, este sistema também é economicamente rentável já que a tecnologia avançada, associada a este sistema de climatização industrial radiante oferece um elevado grau de eficiência energética.

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Vanguard Properties e CUF projectam clínica de proximidade na Comporta

Esta nova unidade de saúde, que será construída no loteamento “Dunas”, ficará situada num espaço destinado à cultura, serviços, desporto, retalho e alimentação, e de acesso alargado a todos, prevendo-se a abertura entre o final de 2023 e o primeiro semestre de 2024

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A Vanguard Properties e a CUF acabam de celebrar um Memorando de Entendimento (MoU) com vista à abertura de uma clínica de proximidade no projeto “Terras da Comporta”.

Esta nova unidade de saúde, que será construída no loteamento “Dunas” ficará estrategicamente situada num espaço do empreendimento destinado a cultura, serviços, desporto, retalho e alimentação, por forma a garantir uma acessibilidade alargada a todos os que necessitem de procurar cuidados de saúde.

Localizada próxima do Carvalhal, a clínica estará vocacionada para dar resposta às necessidades de saúde da população local e dos clientes do empreendimento, assegurando serviços de saúde de elevada qualidade, que caracterizam a prática clínica da CUF, contribuindo, deste modo, para o aumento da oferta de cuidados de saúde nesta região do País.

A oferta disponibilizada pela clínica – com consultas médicas, serviços de telemedicina, cuidados de enfermagem e análises clínicas – acompanhará a evolução das necessidades e do crescimento do empreendimento, prevendo-se a abertura entre o final de 2023 e o primeiro semestre de 2024.

Alinhada com a estratégia de sustentabilidade que caracteriza o projeto “Terras da Comporta”, a clínica será implementada num edifício NZEB – net zero emission building – inteiramente construído em madeira, garantindo, também, o máximo conforto para clientes e profissionais de saúde.

Para José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties, “o projecto ‘Terras da Comporta’ alicerça- se na sustentabilidade e, dentro desta, na melhoria da qualidade de vida. Com esta clínica, apoiamos as comunidades locais, garantindo que todos – residentes locais e dos empreendimentos, assim como turistas – tenham acesso a cuidados de saúde permanentes e de qualidade”.

Para Rui Diniz, presidente da Comissão Executiva da CUF, este projecto inserido na agenda de crescimento da marca na prestação de cuidados de saúde de qualidade em Portugal, “representa mais um passo na consolidação da rede CUF a nível nacional e o reforço da sua proximidade com as populações”.

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Casavo apresenta nova imagem e aproxima-se de quem quer mudar de casa

A plataforma digital tem um novo posicionamento e quer estar mais próxima de proprietários e compradores, de todas as gerações. A nova imagem reflecte esta mudança

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tagsCasavo

A Casavo apresenta uma nova imagem, disrompendo com o que apresentou ao longo dos últimos cinco anos. Com o mote “Abrir a porta para um mundo de possibilidades de forma rápida, ágil e com entusiasmo” e uma mudança no logotipo, a nova marca procura reflectir a evolução da plataforma, que realiza uma avaliação instantânea e oferta em 48 horas e que quer dar liberdade a proprietários e compradores que queiram começar um novo capítulo nas suas vidas, e aproximar-se de profissionais do sector imobiliário.

A compra ou venda de casa é um dos momentos mais importantes na vida de uma pessoa, contudo a complexidade e desgaste do processo tradicional retira a alegria e a motivação que esta mudança deveria trazer. Com isto em mente, a Casavo sentiu a necessidade de a sua marca reflectir o seu impacto na vida destas pessoas e desafiou a agência global Design Studio, uma das melhores do mundo e que conta com clientes como a Deliveroo e o Airbnb, a fazê-lo.

A nova marca reflecte então três pilares essenciais. Por um lado, mostra a evolução da Casavo, de um instant buyer a uma plataforma da próxima geração, alavancada na sua tecnologia patenteada, onde vendedores e compradores podem realizar a sua jornada com todo o apoio dos profissionais da Casavo. Reforça também o facto de ser uma empresa global com forte impacto e acção locais, adaptando-se à cultura e dinâmicas de cada sector imobiliário. Por fim, procura aproximar a marca de todas as gerações e criar relações mais fortes, já que os vendedores são principalmente Baby-Boomers e Gen X, e os compradores são maioritariamente Millennials e Gen X.

“Num mercado com elevada concorrência e caracterizado por muitas ineficiências, a Casavo nasce com o objectivo de revolucionar o processo de compra e venda de imóveis. A nova identidade da empresa é um reflexo da evolução da Casavo, procurando destacar a sua vantagem competitiva e o seu factor diferencial em relação às outras soluções
existentes no mercado”, declara Duarte Ferreira dos Santos, VP of Investments da Casavo em Lisboa.

“A Casavo precisava de uma nova identidade de marca que pudesse corresponder às ambições da nossa empresa e às novas necessidades de comunicação, por isso decidimos investir num importante projecto de rebranding, no qual temos vindo a trabalhar nos últimos sete meses. Estamos muito entusiasmados por finalmente revelar a nossa nova marca, reforçando o nosso posicionamento como a empresa europeia que está a revolucionar o mercado imobiliário, libertando as pessoas das complexidades da venda e compra de casa, oferecendo uma experiência simples, digital e completa”, afirma Giulia Gagliardi, directora de marketing da Casavo.

Os traços em curva e em crescendo da nova marca, representando as voltas que a vida dá, transmitem um sentimento a que a Casavo se quer associar: o de seguir em frente e sempre para melhor. O novo logotipo e a cor laranja quente e alegre dão vida “ao abrir portas” para novas oportunidades de forma leve, descomplicada e divertida. Por isso, na letra C, é possível ver-se o símbolo de porta que habitualmente se encontra nas plantas das casas. Já os dois A’s mostram robustez como os alicerces de uma casa. Para se dirigir aos agentes imobiliários, público relevante para a plataforma, um verde brilhante assumir-se-á como cor principal para transmitir clareza e tecnologia.

O lançamento da nova marca será acompanhado por uma campanha em canais digitais e offline, que contará com imagens que reforçam o sentimento de nova vida captadas pelo fotógrafo Alexander Coggin. A campanha arranca a 12 de Outubro com 300 mupis em toda a cidade de Lisboa e, a 18 de Outubro, estende-se aos autocarros da Carris, com mais de 300 faces exibidas nos autocarros que percorrem a capital.

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Aeroporto: PSD pede Avaliação Ambiental “imediata” para Alcochete e Montijo e não descarta alternativas

O sucessor de Rui Rio à frente dos sociais-democratas reitera a importância de um diálogo “maduro, leal e eivado exclusivamente da prossecução do interesse nacional”, rejeitando, no entanto, qualquer responsabilidade do PSD “na actual situação” em que se encontra o processo

Ricardo Batista

O presidente do PSD, Luís Montenegro, entregou esta quarta-feira ao primeiro-ministro uma carta onde consta um conjunto de medidas a adoptar de imediato e que constituem uma base fundamental para as conversações entre o Governo e o principal partido da oposição com vista a uma solução para o Novo Aeroporto de Lisboa.

No documento, o sucessor de Rui Rio à frente dos sociais-democratas reitera a importância de um diálogo “maduro, leal e eivado exclusivamente da prossecução do interesse nacional”, rejeitando, no entanto, qualquer responsabilidade do PSD “na actual situação” em que se encontra o processo.

Na missiva, além de criticar o PS pelo “impasse de sete anos”, Luís Montenegro propõe “a realização imediata de uma Avaliação Ambiental Estratégica, sobre as localizações do Montijo, Alcochete, e qualquer outra que o Governo ou a estrutura encarregue de fazer a AAE decidam fundamentada e tecnicamente incluir” ou então “a transmissão de imediato à concessionária da autorização e exigência para iniciar, desde já, as obras de requalificação do aeroporto Humberto Delgado e definição das medidas mitigadoras dos impactos das mesmas”.

Para os responsáveis do PSD, é fundamental atender ao “aproveitamento e valorização da capacidade aeroportuária instalada no país, seja a dos aeroportos que servem a região Norte e Algarve, seja o aeroporto de Cascais (na área do tráfego de aviação executiva e ligeira da região de Lisboa), questão ainda mais premente enquanto decorrerem as obras de requalificação a que o aeroporto Humberto Delgado está necessitado.

Na lista de propostas está igualmente a atribuição da condução da Avaliação Ambiental Estratégica, que deve concluir-se no prazo máximo de um ano, a personalidades de reconhecido mérito técnico, académico e científico, a indicar preferencialmente por entidades independentes ligadas à academia (nelas se incluindo os protocolos com Universidades estrangeiras, como por exemplo o MIT) e às áreas do conhecimento económico e da engenharia aeronáutica e civil; ou a autonomização, dentro ou fora da AAE, de uma análise comparativa dos custos e prazos de execução de cada uma das localizações em estudo, aí se integrando todas as infraestruturas conexas, complementares e requeridas para o bom e integral funcionamento do novo aeroporto.

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Tecnologia Efacec em missão espacial europeia

A Efacec integra a missão espacial Hera, a primeira dedicada à defesa planetária na Europa, com lançamento previsto para 2024

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tagsEfacec

A missão HERA da ESA é coordenada com a missão DART, da NASA, ambas fazendo parte da missão de cooperação AIM – Asteroid Impact Mission – que tem como destino a cintura de asteróides, localizada numa órbita entre Marte e Júpiter.

O alvo da missão é um pequeno asteróide que, nesta primeira fase no final de Setembro, será impactado pelo DART e numa segunda fase será estudado pelo HERA, sendo a Efacec responsável pelo altímetro LIDAR (Light Detection And Ranging), um instrumento baseado em tecnologia laser capaz de medir distâncias até 14 km com precisão de 10 cm, que irá fazer o levantamento topográfico da cratera criada pelo impacto do DART no asteróide e também ajudar na navegação da sonda.

“Esta é uma grande encomenda para a Efacec, a segunda maior de sempre em mais de 15 anos de actividade na área aeroespacial, apenas ultrapassada pelo monitor de radiação que a empresa entregou no ano passado para a missão JUICE, e comprova a capacidade da Efacec em liderar projectos de hardware de electrónica de voo e de se posicionar como fornecedor de tier-1, ou seja, trabalhando directamente com o construtor do satélite – neste caso, a OHB.”, afirma Tiago Sousa, Space Projects Manager da Efacec.

Para Nuno Silva, Chief Technology Officer da Efacec, “Este é um projecto que muito nos orgulha e, do ponto de vista tecnológico, vem comprovar a aposta nesta tecnologia LIDAR, que cresceu na Efacec através de dois projectos ESA. Foi o sucesso nestes dois projectos que permitiu à Efacec obter a confiança da ESA e da OHB para desenvolver o equipamento LIDAR e colocar, assim, a nossa tecnologia nesta missão.”

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A década de maior disrupção nas cadeias de distribuição

A Cushman & Wakefield identificou seis tendências que irão marcar as redes de logística e impactar o mercado imobiliário. Portugal não foge à tendência

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Perante várias alterações significativas, sobretudo, com a pandemia, as cadeias de distribuição passaram por diversas mudanças, que provocaram perturbações nas dinâmicas da indústria, com os players a terem dificuldade em assegurar abastecimento, inventários e gerir as encomendas dos clientes.
Contudo, esta mudança trouxe também oportunidades de negócio, nomeadamente para os proprietários e investidores de imóveis industriais e logísticos. Como tal, a Cushman & Wakefield analisou a situação actual e potencial do sector, tendo identificado algumas tendências.

Ascensão do Onshoring
O comércio internacional continua a crescer em termos absolutos, mas a quantidade de mercadorias que circulam entre regiões continua a diminuir (28.1% em 2007 para 22.5% em 2017), enquanto o onshoring (prática de relocalização de processos empresariais para locais de baixo custo dentro das fronteiras nacionais) aumenta.
Como tal, espera-se um aumento da partilha das cadeias de distribuição em todas as regiões – o que está a criar mais oportunidades de crescimento em certos mercados e uma urgência contínua por edifícios industriais e logísticos.

Aumento dos custos de transporte de contentores
Actualmente, estima-se que os custos de transporte de contentores são quase cinco vezes superiores do que no cenário pré-pandémico. Embora o onshoring e o near- shoring (subcontratação, ou terceirização, de serviços específicos a partir de outro local, geralmente um país próximo, a um custo mais baixo) ajudem um número crescente de empresas a mitigar estes custos, para as que fazem envios para o estrangeiro, as projecções do aumento dos custos continuam a ser difíceis de calcular. Isto leva a uma forte procura de propriedades industriais que se localizem em espaços estratégicos, e como consequência os níveis de vacancy deste tipo de propriedades nunca esteve tão baixo o que provoca um aumento das rendas – que crescem ao dobro dos níveis de inflação. Como resultado, os imóveis portuários alternativos, menos congestionados, estão a tornar-se muito mais atractivos.
É incerto de que forma os promotores vão reagir a esta falta de produto e têm, até à data, se demonstrado conservadores na abordagem, principalmente devido às lições resultantes da crise financeiras de 2007. Na altura, vários projectos foram desenvolvidos numa base puramente especulativa e esses espaços demoraram vários anos até que fossem ocupados. Este facto não quer dizer que não existam promotores que construam numa base especulativa, mas antes que existe pouco apetite para fazê-lo. Em alternativa, vários promotores preferem operar numa base de “build to suit”, construindo à medida das necessidades de cada cliente – seja a nível de configuração do activo seja em relação à sua localização.

O comércio online não é equitativo
Uma das questões que é muitas vezes ignorada é que o e-commerce não é equitativo. Por exemplo, no Reino Unido, 96% da população afirma que fez uma compra online (fonte: Metapack), mas dessa potencial base de clientes, 70% do volume de encomendas é destinado a apenas 10% da população. Se os retalhistas precisam de efectivamente entregar as encomendas a esses 10% de clientes, os restantes 90% também esperam receber as suas encomendas de forma rápida e efectiva – mas é uma balança difícil de gerir.
O “Amazon Effect” mudou para sempre a forma como consumimos. Os clientes compram cada vez mais no digital e esperam uma entrega rápida – consequentemente as empresas têm de criar cadeias de distribuição que ofereçam este serviço de forma rentável, normalmente, através da aposta em unidades de logística de last-mile.
Isto leva a que os retalhistas tenham de compreender onde estão esses clientes e como fazem compras. Como resultado, as localizações de activos logísticos não têm o mesmo significado para cada operador, e cada ocupante. Torna-se portanto fundamental analisar, cuidadosamente, o uso de cada activo e quando é que este se torna um produto de investimento. Este facto é particularmente importante para operações de last-mile, onde nem todas as cidades e subúrbios serão igualmente impactados.

Novas alternativas de Gestão do Tempo
Por norma, é necessário implementar mecanismos de registo e recolha de encomendas mais perto dos consumidores para conseguir diminuir os prazos de entrega. Contudo, começam a destacar-se outras formas de abordar a gestão do tempo dentro da cadeia de distribuição tais como inteligência artificial, análise preditiva, automatização de armazéns e sistemas inteligentes de transporte – que não dependem, unicamente, da instalação de unidades de logística de last-mile (em que o custo é, por norma, mais elevado). Estas iniciativas têm por isso um impacto directo nos custos de abastecimento / stock dessas unidades – 10% a 12% do GVM (Gross Merchandise Value) – que é um número muito semelhante ao do comércio dito tradicional.
Os players estão a criar soluções a partir da tecnologia para reduzir custos, bem como a desenvolver uma sinergia crescente entre armazéns e lojas de retalho para dar resposta ao volume de pedidos através das lojas. Os armazéns de muitos locais de venda tradicional estão a ser utilizados como centros de operação – onde são tratadas e enviadas as encomendas directamente para o cliente, o que poupa tempo e dinheiro às cadeias de distribuição.

Maior preocupação com a redução das emissões de carbono
São cada vez mais os negócios que olham com especial atenção para as políticas ambientais praticadas nas cadeias de distribuição, nomeadamente para as práticas e ética dos seus fornecedores. O impacto das práticas anti-éticas pode ser significativo, e os consumidores e investidores estão a recompensar marcas e empresas que são vistas como amigas do ambiente.
Como tal, os gestores da cadeia de distribuição estão agora a ser incumbidos de reduzir as emissões de carbono para poder dar resposta aos objectivos do ESG. Uma vez que o transporte é o que mais contribui para as emissões de carbono – até 80% do total de emissões das empresas de produtos de consumo – as necessidades deste estão a ser reduzidas e o interesse por imóveis industriais e logísticos que demonstrem uma preocupação ambiental começa a aumentar. O preço pago por investidores por imóveis mais sustentáveis é notório – podendo chegar até mais 21% em activos considerados premium / core.

Automatização e oportunidade de trabalho à distância
Com as crescentes exigências dos consumidores e a redução do custo da automatização, a sua implementação é uma forte resposta à gestão dos custos crescentes da mão de obra, bem como à garantia da rapidez, precisão e eficiência necessárias para satisfazer os clientes e atingir crescimento.
Isto faz com que as ramificações do trabalho de armazém à distância em imóveis industriais possam ser substanciais, e, levar a uma menor necessidade de contratação de mão de obra, aumentar o espaço disponível para a logística de stocks e gestão de encomendas e, também, mudar a tipologia de imóvel necessário para as operações.

“O mercado de industrial e logística está a sofrer várias alterações, ainda provenientes da mudança de paradigma durante a pandemia e, também, devido ao impacto que a guerra da Ucrânia está a ter na cadeia de distribuição”, sublinha Sérgio Nunes, Head of Industrial, Logistics & Land da Cushman & Wakefield Portugal. O mesmo responsável reforça ainda que “as empresas e cadeias de distribuição estão à procura de soluções para responder a estes desafios.

E são vários os exemplos no mercado nacional. Sobre as alternativas para gestão de tempo e entregas eficientes, os CTT criaram cacifos que ajudam na recolha das encomendas dos clientes. Neste momento têm parceiros como a Decathlon, H&M, Springfield, etc. Esta ferramenta vem dar resposta às exigências dos compradores online em obter o produto de forma eficaz e prática.

Estão também a ser mais procurados pelos operadores logísticos, os armazéns de proximidade ou last mile para dar suporte aos grandes armazéns (big boxs). São estes armazéns que irão dar resposta às necessidades de entregas rápidas nas empresas e no consumidor final. As zonas de Loures, Sintra, Oeiras e Lisboa são bastante apetecíveis. No Porto, Maia e Matosinhos são as zonas claramente mais atractivas para as operações de logística urbana.

Sobre as preocupações ambientais, existem empresas a equacionar alterar a sua frota de carrinhas de entrega de combustão para veículos eléctricos de forma a reduzir as suas emissões de carbono para o nível zero. Por outro lado, temos investidores preocupados em verificar o estado dos edifícios industriais para conversão de forma a estar em conformidade com as normas ESG. “É uma fase desafiante mas que irá trazer grandes oportunidades ao mercado, na reabilitação de edifícios logísticos para naves modernas e mais eficientes, na procura de edifícios energeticamente sustentáveis de forma a conseguir conquistar novas contas ou operações logísticas dos seus clientes”, refere a consultora.

No diz respeito aos custos de transporte de contentores, assistimos mundialmente à criação por parte de algumas empresas da sua própria rede de contentores para reduzir esses mesmos custos.
A aposta neste sector é forte, a Medway do grupo MSC está a investir em novos terminais. É de salientar o caso do projecto de grande escala em Famalicão que dará resposta a esta tendência de crescimento da logística de transporte de mercadorias. Este novo terminal será um grande motor das exportações nacionais.
“Desta forma”, assume Cushman & Wakefield, “podemos concluir, que este sector tem vindo a sofrer inúmeras alterações na forma como actuava e por quem era procurado. No nosso entendimento, quem conseguir mais rapidamente se adaptar a estas transformações será quem mais rapidamente ganhará quota de mercado e as melhoras localizações”, conclui.

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ACL leva inovação portuguesa à Cersaie

A Cimenteira do Louro, empresa portuguesa dedicada à produção e exportação de pavimentos e revestimentos em betão, estará presente na Cersaie 2022, a feira internacional de cerâmica e outros revestimentos que decorre em Bolonha, entre 26 e 30 de Setembro

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A ACL, com sede e duas fábricas em Vila Nova de Famalicão, levará a Itália as últimas novidades em pavimentos e revestimentos e respectivas características inovadoras. Pela primeira vez, a ACL apresentará numa feira internacional os 39 tipos de revestimentos de parede e pavimentos que este ano obtiveram a certificação ambiental Greenguard e Greenguard Gold. Estes selos de qualidade ambiental garantem que os produtos em betão utilizados na arquitectura de interiores são de baixa emissão de substâncias químicas e contribuem para ambientes internos mais saudáveis.

“A tridimensionalidade das formas, o design contemporâneo e o minimalismo natural, que é uma das tendências actuais, serão os destaques da presença da ACL na Cersaie 2022”, revela Dinis Silva, CEO da empresa de Vila Nova de Famalicão, para quem a presença nesta feira italiana insere-se “na estratégia de internacionalização da ACL”.

Com 14 salas de exposição apresentando os melhores produtos das principais empresas do mundo, a Cersaie é uma feira muito visitada por arquitectos, designers, retalhistas e construtoras.

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Estoril recebe a 6ª edição da Portugal Real Estate Summit

Decorre até 22 Setembro a 6ª edição da Portugal Real Estate Summit, a qual irá acolher cerca de 400 investidores, nacionais e internacionais, para debater as melhores oportunidades de investimento no país, bem como o contexto económico e político nacional e internacional

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Organizado pela Iberian.Property, a Portugal Real Estate Summit tem o duplo objectivo de fornecer informação qualificada sobre o mercado imobiliário português à comunidade internacional de investidores e facilitar o encontro entre os principais decisores da indústria.

Estado da Nação debatido no primeiro dia
O primeiro dia de trabalhos conta com a intervenção de Pedro Siza Vieira. O ex-ministro da Economia e da Transição Digital apresentou os “Novos Horizontes Económicos para Portugal”. Seguindo-se uma mesa de debate com investidores, integrando um dos operadores internacionais de maior protagonismo no mercado nacional, a Merlin Properties, além da South. O estado dos diferentes segmentos imobiliários foi apresentado pelas consultoras Cushman & Wakefield, CBRE e Savills, sucedido de um debate com investidores nacionais e internacionais da Fidelidade, Blackbrook Capital, Europi Property Group e Nhood.

Porto e Lisboa mostram vantagens no segundo dia
No segundo dia, o Porto e Lisboa apresentam os seus factores de atractividade aos investidores pela voz dos responsáveis autárquicos Joana Almeida, Vereadora do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa, e Ricardo Valente, Vereador da Economia da Câmara Municipal do Porto. Sucedendo-se uma mesa de debate com investidores da Sonae Sierra, Square, Ageas e Explorer.
Em ambos os dias, além das intervenções principais vão decorrer sessões paralelas sobre os temas que mais impactam o setor imobiliário.

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