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Vanguard investe 80M€ em torre desenhada pela Saraiva + Associados

A torre começará a ser construída em Outubro de 2018 estando a sua conclusão prevista para Outubro de 2020. O edifício terá cerca de 195 apartamentos com tipologias de T0 a T5 Duplex

Ricardo Batista
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Vanguard investe 80M€ em torre desenhada pela Saraiva + Associados

A torre começará a ser construída em Outubro de 2018 estando a sua conclusão prevista para Outubro de 2020. O edifício terá cerca de 195 apartamentos com tipologias de T0 a T5 Duplex

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Está avaliado em 80 milhões de euros o investimento previsto pela Vanguard Properties para a construção de uma torre de apartamentos em Campolide, Lisboa, um edifício desenhado pela equipa da Saraiva + Associados que será “um dos edifícios mais altos de Lisboa”.

A torre começará a ser construída em Outubro de 2018 estando a sua conclusão prevista para Outubro de 2020. O edifício terá cerca de 195 apartamentos com tipologias de T0 a T5 Duplex, distribuídos por 80 metros de altura e 26 pisos acima do solo, num total de 50.000 m2 de área de construção.

Segundo os promotores, a Infinity beneficiará de amplas vistas, no qual se destacam as vistas sobre Monsanto, a Sul sobre Lisboa e sobre o rio Tejo, numa implantação concêntrica, composta por três “asas” ligadas a um núcleo central onde cada braço terá uma organização tipológica própria. “A imagem fluída e orgânica do edifício, enfatiza a peça arquitectónica de linhas modernas e elegantes. Alguns apartamentos em duplex disporão de terraços com duplo pé-direito, ajardinados”, pode ler-se na descrição do investimento.
O condomínio oferecerá um conjunto de amenities verdadeiramente único no país, destacam-se as piscinas exterior no 24º piso, piscina interior e piscina de crianças, duas salas de festas, ginásio, kids club, Spa, salas de reuniões e pátio interior com extensas áreas ajardinadas complementadas por um campo de Padel.
O projecto terá ainda 352 vagas de estacionamento no interior do lote, distribuídos por 3 pisos abaixo do solo. O edifício será composto por 3 acessos, 1 viário localizado a poente do edifício e dois a nascente. O principal terá duplo pé direito e será composto por áreas de espera generosas, o segundo localizado mais a norte terá como objectivo permitir a tomada e largada de residentes e visitas do condomínio.

Oferta de serviços

A Infinity primará ainda pelos serviços que oferecerá aos seus residentes, como um concierge disponível para dar resposta a pedidos de transporte, catering, limpeza, lavandaria, etc… para além de um serviço Lifestyle que inclui compras, bilhetes para espectáculos, entre muitos outros. A Infinity terá uma ligação directa pedonal e por ciclovia ao Parque Florestal de Monsanto, que permitirá aos seus residentes usufruir dos 900 hectares de espaços verdes e das suas infra-estruturas que permitem a prática de mais de 15 diferentes desportos ao ar livre.
Segundo José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties, “este projecto será um marco na paisagem de Lisboa devido à dimensão, localização e linhas arquitectónicas. A Torre vai oferecer uma qualidade e um conjunto de serviços únicos e de excelência aos seus residentes. A maioria dos pisos terá uma vista impressionante sobre o Aqueduto, o Monsanto e o Tejo. A Infinity será um dos edifícios mais altos e mais singulares do país. Trata-se de facto de um projecto único e nunca visto em Portugal que vai marcar a diferença”.
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​Janno de Haas nomeado chairman da MVGM global

Esta é a primeira alteração neste cargo desde a fundação da empresa com sede na Holanda. O novo responsável assume funções a 1 de Novembro

Janno de Haas foi nomeado para presidente do Conselho de Administração do grupo MVGM, especialista em gestão imobiliária na Europa, e que está presente em Portugal desde 2019. O novo responsável assume funções a 1 de Novembro.

Esta é a primeira alteração neste cargo desde a fundação da empresa com sede na Holanda, e enquadra-se na estratégia que tem conduzido o grupo a um crescimento exponencial nos últimos anos, com o objectivo de conquistar a liderança no mercado de gestão imobiliária.

Recorde-se que, em 2019, a MVGM adquiriu o negócio de Property Management da JLL e deu as boas-vindas a mais de 500 novos trabalhadores de 10 países, integrando 20 novos escritórios e expandindo-se para novos mercados.

Eddy Smit, cofundador e accionista da MVGM, até aqui presidente do Conselho de Administração da companhia, assume o cargo de presidente do Conselho Fiscal do grupo MVGM.

“Janno de Haas traz muito conhecimento e experiência internacional, entusiasmo, compromisso e uma nova perspectiva sobre o negócio da Gestão Imobiliária, onde a inovação é indispensável. Trabalharemos juntos para continuar a entregar resultados”, afirma Eddy Smit.

Janno de Haas, de 50 anos, soma 15 anos de experiência na gestão de grandes organizações em diversos sectores, tendo passado por grupos como Intergas, Den Braven e Philips Healthcare.

O Grupo MVGM tinha já reforçado o seu Conselho de Administração com a nomeação, no início de 2020, de Maarten de Haas como director executivo europeu, e de Susi Kaml como directora financeira.

Em Portugal, a equipa da MVGM é liderada por Miguel Kreiseler e constituída por cerca de 40  especialistas imobiliários com mais de 20 anos de experiência e gere um portefólio com mais de 850 mil metros quadrados e um valor estimado de 1.100 milhões de euros.

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Mercado de escritórios de Lisboa com aumento de 37% do volume de absorção

Análise da Savills avança que, nos primeiros noves meses do ano, o segmento da capital já superou os 80.600 m2, e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2

O mês de Setembro de 2021, apesar de ainda não ter atingido os níveis pré-pandémicos, até Setembro, Lisboa apresentou um desenvolvimento positivo, quando comparado com o período homologo, contabilizando um volume de absorção de 6,341 m2.

“A ocupação do mercado de escritórios em 2021 já superou os 80.600 m2 e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2. Ainda que o total acumulado relativamente ao período homologo do ano anterior tenha apresentado um decréscimo de 21%, espera-se que o último trimestre tenha muita actividade e que os tomadores de decisões devem agir em conformidade com as operações que se encontravam em stand-by”, avança a Savills.

Segundo a consultora internacional, “a zona 5 (Parque das Nações), com 23.233 m2 de volume de absorção, continua a zona de mercado com maior atractividade, seguida pela zona 7 (Outras zonas) com 15.634 m2 e a zona 2 (CBD) com 12.775 m2.” No entanto, o maior destaque da Savills vai para a Zona Histórica e Beira Rio, “que apresentou uma variação de 534% face a 2020, devido à transacção da Evolution Gaming que ocupou o edifício Atelier na totalidade, com cerca de 1.522 m2”.

Assim, “entre Janeiro e Setembro de 2021, foram fechadas 93 operações, com a zona CBD apresentar o maior dinamismo, contabilizando 28 negócios realizados, apenas menos 1 transacção fechada comparativamente ao ano 2019 e o dobro das operações quando comparada com o ano 2020. Na totalidade do mercado, com um aumento de praticamente 29% do número de negócios fechados face a 2020, o mercado de escritórios de Lisboa continua a apresentar-se resiliente e atractivo”, sublinha a Savills.

Na sua análise a consultora aponta o sector de actividade das TMT’s e de Utilties, como aquele que apresenta uma maior percentagem no volume de absorção do mercado de escritórios de Lisboa, cerca de 27% do total.
“A pandemia trouxe muitos desafios para as empresas de todos os sectores de actividade. No entanto, o sector das áreas mais tecnológicas foi presenteado com oportunidades que resultaram na expansão de muitas empresas. É também importante realçar o aumento de 92% do volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa, sendo que 58% dessas novas empresas são do sector das TMT’s”, justifica a Savills.

O volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa também se encontra com níveis superiores a 2019 e 2020. Em 2019, entre Janeiro e Setembro foram contabilizadas 21 empresas que entraram no mercado de Lisboa, sendo que em 2021, houve menos 5 transacções. No entanto, a área média de 2021 atingiu os 836 m2 enquanto que, em 2019, a área média foi de 541 m2.

“Os sinais de resiliência são cada vez mais evidentes para a cidade de Lisboa. O mercado ocupacional, gradualmente, vai voltando à normalidade e espera-se que todas as operações que se encontram em aberto sejam em breve concluídas. Lisboa sempre foi uma cidade atractiva para o estabelecimento de empresas que queiram expandir-se internacionalmente, pelas diversas valências que lhes são proporcionadas”, explica Ana Redondo, associate director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal. “Neste sentido, e confirmando esta tendência, o apetite de empresas em ingressar no mercado de Lisboa é notório e cada vez mais evidente com o levantamento das restrições inerentes à Covid-19. O levantamento das restrições também estão a originar restruturações internas das empresas, o que levam muitas vezes à mudança de edifício”, conclui.

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Cushman & Wakefield e Worx comercializam Liberdade 227

Edifício localizado na Avenida da Liberdade, no centro de Lisboa, encontra-se praticamente devoluto contando apenas com um inquilino com contrato de termo fixo

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As consultoras Cushman & Wakefield e Worx Real Estate Consultants anunciaram que foram instruídas em co-exclusivo para a venda do edifício localizado na Avenida da Liberdade 227, no centro de Lisboa.

O edifício, que totaliza 1.951m2 de área bruta de construção acima do solo em 10 pisos e que conta ainda com um piso em cave com 519m2, encontra-se praticamente devoluto contando apenas com um inquilino com contrato de termo fixo.

Situado na avenida mais emblemática da cidade, a dois passos do metro da Avenida, este edifício reúne um conjunto de características que o tornam atractivo tanto para a manutenção do actual uso de escritórios como para a possível conversão para habitação mantendo, em qualquer dos casos, o piso térreo para comércio.

“Estamos muito satisfeitos por poder trazer este edifício para o mercado, pelas suas características únicas – 10 pisos com óptimas vistas da Avenida e do Castelo e com uma dimensão média – e por constituir uma das últimas oportunidades de reabilitação numa das mais procuradas e valorizadas zonas da cidade", afirma Para Ana Gomes, partner e directora do departamento de Development & Living da Cushman & Wakefield em Portugal.

Também, segundo Pedro Valente do departamento de Capital Markets da WORX, o Liberdade 227 é "uma oportunidade única" de adquirir um edifício na Avenida mais emblemática do país". "Ainda mais interessante por se tratar de uma folha em branco para desenhar um projecto de raiz, uma vez que está praticamente devoluto o que permitirá avançar e desenvolver rapidamente um projecto completamente novo”, acrescenta.

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Vanguard Properties já vendeu cerca de 60% dos apartamentos do Infinity

Portugueses lideram as vendas, com 70%, num grupo onde também entram ingleses, brasileiros e angolanos. As tipologias mais vendidas são T2 e T3

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A Vanguard Properties já vendeu cerca de 60% dos 195 apartamentos do projecto residencial Infinity. As tipologias mais vendidas são T2 e T3 a clientes na sua grande maioria ingleses, brasileiros, angolanos, provenientes do médio oriente e Ásia. Portugueses à frente, em 70% das vendas.

O Infinity, cujo investimento ronda os 90 milhões de euros e que estará pronto no Verão de 2022, terá um total de 26 pisos e 195 apartamentos com tipologias de T0 a T6 Duplex, 329 lugares de estacionamento e um conjunto de amenities verdadeiramente únicas no país. Para além de uma piscina exterior no 24º piso, uma piscina interior para adultos e outra para crianças, o empreendimento terá duas salas de festas, um ginásio equipado com Technogym, kids club, um spa, serviço de concierge e um pátio interior com extensas áreas ajardinadas complementadas por um campo de padel. Para corresponder à actual realidade de regime de trabalho flexível o Infintiy terá ainda não só salas de reuniões, mas também espaços de coworking.

Situado em plena Lisboa, na zona de Sete Rios, o Infinity tem uma ligação directa pedonal e por ciclovia ao Parque Florestal de Monsanto, que permitirá aos seus residentes usufruir dos mais de 900 hectares de espaços verdes e das suas infraestruturas que oferecem a prática de mais de 15 diferentes desportos ao ar livre.

Dividido em três áreas ligadas por um núcleo central, o Infinity tem um forte cariz ambiental – com certificado BREEAM - sendo que cada uma das áreas terá uma designação e organização tipológica própria: River, Nature e City – e está a atrair na sua maioria compradores portugueses, mas também compradores de outras nacionalidades como ingleses, brasileiros, angolanos e provenientes do médio oriente e da Ásia.

“O Infinity tem-se revelado um grande sucesso. A dimensão, localização e as linhas arquitectónicas são os principais factores para o sucesso deste empreendimento. Para além, claro está, do ambiente e estilo de vida que o projecto proporciona. O Infinity prima por uma singularidade que, estando situado em plena Lisboa e sendo o edifício mais alto da cidade com uma vista impressionante sobre o Aqueduto, o Monsanto e o Tejo, oferece uma qualidade e um conjunto de serviços únicos e de excelência aos seus residentes proporcionado um estilo de vida mais próximo da natureza”, segundo José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties.

Em Portugal desde 2016, a Vanguard Properties tem projectos em Lisboa, Oeiras, Comporta e Algarve, estando a desenvolver o “Terras da Comporta”. Com um total de 22 projectos, o investimento em solo nacional soma cerca de 1.215 mil milhões de euros que correspondem a uma área bruta em construção de 1.027.781 m2.

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Heden abre o quinto espaço de cowork na Estação do Rossio

Espaço de 1200m2 ocupado até agora por uma startup portuguesa será transformado num local de trabalho para cerca de 160 pessoas

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O Heden, marca portuguesa de espaços de cowork fundada em 2018 por László Varga e Manuel Bastos, anuncia a abertura do seu quinto espaço de trabalho partilhado, na Estação do Rossio. Com 1200 m2, dois pisos, e disponibilidade para acomodar 160 pessoas, entre visitantes temporários, freelancers e clientes empresariais, o Heden Rossio junta-se aos espaços em Santa Apolónia, Chiado, Graça e Intendente.

Com um investimento total de 400 mil euros na remodelação do espaço, o Heden Rossio conta com um projecto de intervenção de design que visa transformar o actual escritório num novo e moderno espaço que dá prioridade às formas colaborativas de trabalho, respeitando o tecido histórico do edifício.

O Heden conta nos seus espaços com empresas líderes globais nas áreas digitais e criativas como por exemplo os “unicórnios” brasileiros Gympass e Loggi, mas também outras empresas reconhecidas como a Marley Spoon e a Ironhack, entre muitas outras.

Com a utilização de materiais sustentáveis ​​e reciclados como bambu, cortiça e lã burel, o Heden Rossio proporcionará assim um ambiente confortável e uma atmosfera acolhedora e personalizada tanto para membros independentes (profissionais) como para empresas (corporate).

“A abertura do nosso quinto espaço neste histórico edifício no Rossio é mais um passo no sentido de nos estabelecermos como o projecto de referência de espaços de cowork na cidade de Lisboa”, explica Manuel Bastos, co-fundador do Heden. “Os últimos 18 meses impulsionaram novas formas de trabalho, e os modelos híbridos e flexíveis são cada vez mais procurados por empresas nacionais, internacionais e freelancers que não dispensam um espaço de trabalho cómodo, sustentável, flexível e seguro”.

Com a pandemia a revelar-se um dos maiores desafios para a indústria em crescimento do cowork em Lisboa, o Heden continuou a crescer durante este período e conta actualmente com a ocupação total dos seus restantes espaços, comprovando que, depois do pior do período pandémico, o cowork está a revelar-se cada vez mais como a solução sustentável para as empresas que enfrentam um presente e futuro de trabalho híbrido.

Recorde-se que já no decorrer do ano 2021, o Heden contou com uma ronda de financiamento de 1,3 milhões de euros liderada pelo Fundo de Capital de Risco Navigator, gerido pela portuguesa Lince Capital,  que permitirá a expansão deste novo conceito de espaços em Portugal.

O Heden foi fundado em 2018 com o primeiro espaço na Graça. Três anos depois, e com uma pandemia pelo meio, o Heden afirma-se como uma das mais dinâmicas empresas de espaços de trabalho partilhado, com uma oferta desenhada para o novo modelo de trabalho pós-pandémico, oferecendo cinco inspiradores espaços na capital portuguesa (Graça, Intendente, Chiado, Santa Apolónia e em breve Rossio) com mais de 3.200 m2 e cerca de 400 postos de trabalho.

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Berkshire Hathaway HomeServices acelera plano de expansão em Portugal

A rede internacional de intermediação imobiliária acrescenta dois parceiros à sua rede para oferecer serviços nas regiões de Lisboa, Porto, Costa Litoral Alentejana e Algarve, no segmento do imobiliário de luxo

Cidália Lopes

A Berkshire Hathaway HomeServices, rede de intermediação imobiliária internacional que opera em Portugal em parceria com a Berkshire Hathaway HomeServices Portugal Property e com a Berkshire Hathaway HomeServices Atlantic Portugal continua a sua estratégia de expansão “acelerada” no País, “tendo em conta as potencialidades verificadas no mercado imobiliário português”.

A Berkshire Hathaway HomeServices tem vindo a conduzir uma análise aprofundada do mercado para encontrar parceiros estratégicos com perfil para integrar a sua rede.

Apesar do desaceleramento da economia mundial causado pela crise sanitária global, segundo a Berkshire Hathaway HomeServices, a procura de propriedades de prestígio em Portugal manteve um forte atractivo por parte dos investidores estrangeiros. Esta forma de investimento é, aliás, muito interessante devido ao baixo risco de desvalorização económica em caso de crise.

O plano estratégico de expansão da Berkshire Hathaway HomeServices em Portugal começou pelas áreas de Lisboa, Porto e Algarve, zonas que continuam a ser muito procuradas por investidores de alto nível, às quais se acrescenta, agora, a Costa Litoral Alentejana, com a zona da Comporta a ser apontada como um dos destinos mundiais favoritos para o investimento imobiliário no segmento de luxo.

“Fazer parte de uma rede de intermediação global permite atrair investidores de todas as partes do mundo e gerir patrimónios imobiliários exclusivos, desfrutando ao máximo das potencialidades do imobiliário português”, afirma Michael Vincent, CEO da Berkshire Hathaway HomeServices – Portugal Property. “Os incentivos fiscais para investidores estrangeiros são uma força motriz para as transacções imobiliárias internacionais, especialmente no segmento exclusivo do luxo. As zonas seleccionadas para o desenvolvimento em Portugal representam locais de interesse significativo para o perfil dos investidores estrangeiros”, acrescenta César Santos, CEO da Berkshire Hathaway HomeServices – Atlantic Portugal.

Parcerias com agências imobiliárias

O objectivo da Berkshire Hathaway HomeServices é expandir-se no território português através de parcerias com agências imobiliárias líderes na sua área de influência e realizar operações de relevância estratégica para o panorama imobiliário português. “A empresa é muito selectiva porque privilegia relações de longo prazo, que permita reforçar a sua presença no mercado e oferecer aos investidores um portfolio exclusivo de imóveis de prestígio, assente nos seus valores de confiança, integridade, estabilidade e longevidade”, reforça o responsável
Inglaterra, EUA e França.

Em relação aos principais investidores estrangeiros, os Estados Unidos da América, Reino Unido e França são os países com quem a Berkshire Hathaway HomeServices Atlantic Portugal mais trabalha, destaca, César Santos, CEO da empresa. E se Portugal já era há muito um lugar que despertava curiosidade para este tipo de investidores, o interesse aumentou, consideravelmente, com o crescimento de projectos na zona do Litoral Alentejano. Uma zona “claramente estratégica” para a Berkshire Hathaway HomeServices Atlantic Portugal.

Ainda a dar os primeiros passos, “não é possível para já ter uma estimativa quantificada”. “Esperamos, no entanto, investimentos de ordem superior dada a atractividade e exclusividade da região que atrai cada vez mais investidores de elite, interessados no segmento do luxo”.

Processo de compra e venda mais eficiente

Com oito escritórios de Norte a Sul e mais de 50 agentes, a Berkshire Hathaway HomeServices Portugal Property abrange o Porto, a Costa de Prata, Lisboa e o Algarve, representando resorts, propriedades urbanas e de luxo.
Especialistas no processo Golden Visa, com as alterações ao regime nos grandes centros urbanos como o Porto e Lisboa a entrar em vigor no final deste ano, a empresa foca-se também noutras regiões do Pais, tendo como principal estratégia “tornar todo o processo de compra e venda de um imóvel em Portugal o mais eficiente possível”, afirma Michel Vicent, CEO.

Também este responsável destaca o crescente número de britânicos como sendo os principais investidores estrangeiros em Portugal. Se em 2015 eram apenas 17 230 mil os cidadãos britânicos oficialmente registados no SEF, este número aumentou drasticamente atingindo os 46 mil em 2020, afirma Michel Vicent, naquilo que este responsável considera ser um claro “efeito indirecto do Brexit”. “No entanto, assistimos cada vez mais a uma maior movimentação de americanos devido à estabilidade política do país e ao sistema de saúde, assim como de brasileiros e italianos”.

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Cidália Lopes

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Aurora faz renascer estilo “Português Suave” junto ao Marquês de Pombal

Promovido pela Lantia, este projecto residencial traz 36 novos apartamentos a uma das zonas mais centrais da cidade com comercialização co-exclusiva da JLL e da Porta da Frente

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Fruto da reabilitação do nº7 da avenida António Augusto de Aguiar, um edifício exemplar perfeito do estilo arquitectónico “Português Suave”, tão característico de Lisboa entre os anos 1930 e 1960, surge agora o Aurora.
Na linha da frente da transformação urbana para quem quer viver de forma mais saudável e sustentável o centro da capital, este novo projecto residencial disponibiliza 36 apartamentos em diferentes tipologias. Os mesmos já entraram no circuito de vendas, com comercialização em regime de co-exclusividade pela JLL e Porta da Frente Christie’s.

Vocacionado para quem pretende desfrutar em pleno das comodidades de viver no centro da cidade, o Aurora situa-se junto ao Marquês de Pombal, estando a uma curta distância pedonal de um vasto conjunto de transportes, equipamentos e locais de referência, incluindo o Parque Eduardo VII, o Saldanha, a Fundação Calouste Gulbenkian, passando pelo El Corte Inglès, o Saldanha Residence ou o Monumental, entre tantos outros pontos de interesse.

Promovido pela Lantia, o projecto ganha o nome da Deusa do Amanhecer da mitologia romana que está eternizada no edifício numa escultura assinada por Leopoldo de Almeida, um dos grandes precursores do estilo Português Suave. O projecto de reabilitação preserva a identidade de um edifício progressista à sua época, transportando para o presente esta estética arquitectónica que alterou a paisagem urbanística portuguesa.

“Com o charme de uma reabilitação que preserva o icónico estilo Português Suave, o Aurora é também um projecto que acompanha a transformação de Lisboa numa capital mais moderna e sustentável. Pela sua centralidade, é um projecto onde o conceito de “walkability” está muito presente pois permite aos residentes acederem a vários pontos de interesse e conveniência a uma curta distância pedonal, numa nova mobilidade mais consciente e ecológica. A diversidade de tipologias e a possibilidade de personalização de apartamentos são outro factor diferenciador, atraindo assim pessoas e famílias em diferentes fases da sua vida. É um projecto vencedor”, assegura Patrícia Barão, head of residential da JLL Portugal.

O Aurora oferece casas ajustadas a diferentes necessidades de espaço, incluindo 16 apartamentos T1, 14 apartamentos T2 e ainda 4 apartamentos T3 e duas penthouses T3. Os Aurora One são os apartamentos T1, sendo especialmente vocacionados para a compra para investimento. Os Aurora Two, que abrangem os apartamentos T2, dispõem de estacionamento próprio e apostam na qualidade superior dos materiais. Os Aurora Three, as unidades de tipologia T3, incluem além do estacionamento próprio, também espaço de arrecadação, com todas as comodidades para a vida em família. Os Aurora Penthouses destacam-se dos restantes pela integração de um terraço na zona de sala.

“O edifício Aurora vem responder a várias necessidades dos nossos clientes mais exigentes, tanto nacionais como internacionais: um lifestyle cosmopolita, mas ao mesmo tempo mais “verde” e focado no bem-estar, com grande proximidade a jardins, parques e ciclovias. A exclusividade deste projecto, situado numa das melhores localizações da capital portuguesa, reflecte-se também nos acabamentos de elevada qualidade, na funcionalidade dos espaços e em todas as comodidades oferecidas aos seus residentes”, acrescenta Rafael Ascenso, director geral da Porta da Frente Christie’s.

O edifício disponibiliza a todos os seus residentes serviço de concierge, incluindo uma sala para recepção de encomendas, além de se posicionar na primeira linha da mobilidade sustentável com a integração de uma área de e-parking, um parque de bicicletas com carregadores para bicicletas eléctricas.

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Academia APEMIP lança formação de “Acesso à Profissão de Agente Imobiliário”

As primeiras sessões do curso estão agendadas para 27 de Outubro e 15 de Novembro deste ano, e terão como formador Massimo Forte

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A Academia APEMIP pretende continuar a investir na profissionalização do sector imobiliário, através do lançamento da nova formação de “Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API)”, que garante a aquisição e a actualização de conhecimentos essenciais ao exercício da actividade.

Um dos principais objectivos da actual direcção da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) passa por garantir que a profissionalização do sector seja cada vez mais uma realidade, através de uma oferta formativa actual e adequada às necessidades e expectativas dos profissionais do sector.

“A formação é indispensável para que as empresas do sector sejam bem-sucedidas, não só a nível de desenvolvimento profissional como pessoal. Este novo curso destina-se a todos os agentes imobiliários de Portugal. Os clientes estão mais informados e exigentes, por isso é importante ter uma formação à altura. Os profissionais que querem ser úteis devem preparar-se para este nível de exigência”, revela Paulo Caiado, presidente da APEMIP.

A nova formação de “Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API)" pretende enriquecer os formandos com as melhores práticas do sector imobiliário através do conhecimento do código deontológico e da Lei da Mediação Imobiliária. Neste sentido, serão abordados os direitos e deveres dos agentes imobiliários, assim como a importância da construção de uma relação sólida com os intervenientes no processo de transação de um imóvel (clientes e parceiros).

As primeiras sessões do curso estão agendadas para 27 de Outubro e 15 de Novembro deste ano, e terão como formador Massimo Forte reconhecido no mercado da mediação imobiliária como um profissional de referência.

A oferta formativa da Academia APEMIP pretende suprir as necessidades e cumprir os objectivos dos profissionais do sector imobiliário, garantindo o reconhecimento de todos os cursos pelo Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção (IMPIC), entidade reguladora do sector da construção e do imobiliário, e pela Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), instituição responsável pela certificação de entidades formadoras.

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Novo projecto residencial Gaia Hills com investimento belga

Numa co promoção com os grupos belgas Thomas & Piron e Promiris, o novo projecto residencial representa um investimento de 85 M€ e contempla a construção de oito edifícios, num total de 256 apartamentos

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Na margem esquerda do rio Douro, outrora denominada Quinta do Vale de Amores, em plena zona ribeirinha, Vila Nova de Gaia, está a nascer um novo empreendimento residencial, o Gaia Hills. O projecto prevê construção nova, através da edificação de oito edifícios habitacionais para acolher até 256 apartamentos T0 a T5.

Projectado ao longo de quatro a cinco pisos, agrega uma área total de construção acima do solo a rondar os 30.500 m2. Gaia Hills conta com a promoção dos grupos belgas Thomas & Piron e Promiris, num investimento total de cerca de 85 milhões de euros. O projecto arquitectónico conta com a assinatura do Gabinete Saraiva + Associados.

“Gaia Hills é um projecto verdadeiramente diferenciador. A localização prime, na primeira linha de rio, confere a este projecto uma vista impactante sobre o rio Douro, a que acresce toda uma ampla zona verde envolvente. A qualidade da construção, a par da funcionalidade dos apartamentos, as áreas exteriores exclusivas e o estacionamento privativo, são, juntamente com a localização e vistas, sinónimo de qualidade de vida. Acreditamos por isso no seu sucesso”, assegura David Carreira, Senior Project Manager da Thomas & Piron.

Com uma vista panorâmica sobre o Douro, em plena zona ribeirinha, o projecto materializa-se num empreendimento residencial direccionado para famílias. Os valores dos apartamentos deverão situar-se entre os 150 e os 900 mil euros. Segundo as promotoras, este conceito residencial distintivo está alinhado com as tendências actuais de estilo de vida e pretende atrair residentes que apreciem viver na natureza. Desenvolvido em duas fases, o arranque da construção está previsto para o segundo semestre de 2022.

“A vista panorâmica sobre o rio Douro, a localização singular e a qualidade de construção, fazem do Gaia Hills a morada ideal para quem procura viver com qualidade e na natureza. É ainda uma oportunidade de investimento seguro, dado o projecto acentuar detalhes de excelência, pelo que estamos confiantes que terá bastante procura”, consubstancia Christian Terlinden, Managing Partner da Promiris.

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Vendas em Resorts sobem 30%

Com o processo do Brexit consolidado e o levantamento progressivo das restrições inerentes à pandemia, o mercado de resorts ganhou novo fôlego no primeiro semestre de 2021

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Com o processo do Brexit consolidado e o levantamento progressivo das restrições inerentes à pandemia, o mercado de resorts ganhou novo fôlego no primeiro semestre de 2021, confirmando a tendência de recuperação visível na segunda metade do ano passado. Assim, e de acordo com o Índice de Preços de Resorts (SIR-Resorts), criado pela Confidencial Imobiliário em parceria com a Associação Portuguesa de Resorts e com o apoio do Turismo de Portugal, o preço da habitação integrada em resorts voltou a crescer, aumentando 2,7% face ao semestre anterior e 8,6% face ao semestre homólogo.

Apesar de Portugal ser um mercado muito exposto à procura britânica, o segmento de resorts acusou o processo do Brexit, com os preços a passarem de uma valorização de 11% para uma queda de 10%. A chegada da pandemia colocou novo travão dos preços, agravando a contracção homóloga para 13% no 1º semestre de 2020. Já na segunda metade desse ano, este mercado voltou a valorizar, observando uma subida homóloga de 5,3%, entretanto confirmada no 1º semestre deste ano.

Esta nova valorização parece ter animado os operadores activos neste mercado, cujos níveis de confiança não só regressaram a patamares pré-Covid como estão mesmo nivelados com os momentos em que o Brexit levantou menor incerteza. O inquérito de confiança Resort Market Survey mostra que as expectativas combinadas quanto à evolução dos preços e das vendas atingiu neste semestre os 46 pontos percentuais (pp, calculados via saldo de respostas extremas), em forte recuperação face aos 21 pp registados no período anterior e apenas superado pelos 55 pp registados há três anos, em 2018.

“O mercado parece ter ganho confiança e acreditar na possibilidade de valorização. O mesmo se passa quanto à evolução das vendas, cujas expectativas estão agora em níveis bastante robustos, quando há um ano imperava o sentimento de que os preços iriam descer e a confiança de que as vendas iam crescer era bastante ténue”, sublinhou Pedro Fontaínhas, Director Executivo da Associação Portuguesa de Resorts (APR).

Eixo Albufeira-Loulé mantém oferta acima dos 5.000€/m2

A habitação em resort apresentou, no 1º semestre de 2021, um valor médio de oferta de 4.442€/m2, atingindo os 8.058€/m2 na gama mais elevada do mercado. Estes valores reflectem, sobretudo, o nível de preços no principal mercado de resorts, nomeadamente o eixo Albufeira-Loulé, onde se regista um valor médio de 5.266€/m2, que atinge os 9.274€/m2 na gama alta.

Em termos médios, no 1º semestre, nesta região o valor pedido fica 30% a 60% acima da oferta registada em qualquer um dos outros três destinos de resorts delimitados no SIR-Resorts. O maior contraste (+58%) é com a região do Barlavento do Algarve. O menor diferencial é observado face à Costa Atlântica, onde os valores médios atingiram os 4.093€/m2 nos primeiros seis meses do ano.

Britânicos perdem quota para novas nacionalidades de compradores

Os compradores oriundos do Reino Unido continuam a ser a principal fonte de procura internacional para os resorts no eixo Albufeira-Loulé, com uma quota de 44% das aquisições por estrangeiros no 1º semestre do ano, mas perderam expressão face ao semestre anterior, quando concentravam 56% das compras.

Por um lado, observou-se uma diluição da quota por um maior número de nacionalidades activas na compra deste tipo de habitação na referida localização (11 versus 9 no 2º semestre do ano passado), evidenciando-se a entrada dos compradores russos no mercado, que passaram a agregar 4% das vendas internacionais. Por outro lado, verificou-se um maior dinamismo de mercados já presentes, como o mercado francês, que passou de uma quota de 2% para 8% das compras pelos estrangeiros, e o mercado dos Países Baixos, de 10% para 15%.

Aumenta o volume de vendas em resorts

No primeiro semestre de 2021, as vendas de habitação em resort aumentaram mais de 30% face ao semestre anterior no total do mercado nacional, uma tendência que foi transversal a todas as regiões, mas que foi especialmente sentida no eixo de Albufeira-Loulé, mercado que agregou 45% das transacções registadas no SIR-Resorts. O preço médio de venda deste tipo de habitação atingiu os 3.928€/m2, superando os 4.450€/m2 no já referido eixo Albufeira-Loulé.

É o que constata João Richard Costa, diretor comercial e de marketing do Ombria Resort, no Barrocal Algarvio quando dia que “as vendas das Viceroy Residences (as Branded Residences do Ombria Resort) estão a superar as nossas expectativas. A actual conjuntura veio criar dificuldades em viajar por parte dos potenciais compradores e investidores imobiliários, que assim deixaram de poder visitar os imóveis antes de tomar as suas decisões de compra. No entanto, estes são apartamentos que conjugam a utilização por parte dos seus proprietários com uma componente de retorno de investimento. Isto, aliado às ferramentas digitais que criámos para as visitas virtuais dos apartamentos tornou possível que cerca de 70% dos compradores tenha decidido comprar remotamente, ou seja, sem visitar. Os principais factores de sucesso das vendas têm sido a nossa localização no interior do Algarve e a aposta na criação de um empreendimento cujo foco é a sustentabilidade e a protecção do meio ambiente. Talvez em parte devido à pandemia, temos constatado uma crescente procura por imóveis com grandes áreas e fácil acesso a espaços verdes ou com uma estreita ligação à natureza que os rodeia, que é o caso no Ombria Resort.”

O mesmo afirma Pedro Rebelo Pinto, de West Cliffs, na Costa de Prata, que afirma notar-se “alguma pressão da procura por parte de clientes do Norte da Europa, sobretudo por produto acabado, pronto a habitar ou a desfrutar em parte do ano”.

Por sua vez, Cristina Santos, da Engel & Völkers de Albufeira, sublinha que “o Algarve mantem uma procura positiva, embora, devido aos constrangimentos das viagens, verificou-se uma desaceleração o que contribuiu para uma estabilidade nos preços de mercado. Espera-se, contudo, que devido ao progressivo levantamento das restrições e mantendo-se a procura pelo Algarve os preços tenderão a apresentar uma ligeira subida”.

Na zona da Comporta “os períodos de confinamento motivaram uma procura pelos destinos rurais e com pouca densidade populacional e de construção, onde as pessoas se sentem mais seguras e livres. O destino Comporta, ao conjugar esses e outros atributos (como praia e "proximidade" a Lisboa") tem sido um destino que tem percepcionado um aumento da procura e, como consequência, dos preços”, revela Isabel Duarte, da Herdade da Comporta - Actividades Agro Silvícolas e Turísticas, S.A

O diretor Executivo da APR reforça ainda que “a expectativa até ao final do ano é muito positiva, o que apenas confirma a qualidade da oferta e a abundância da procura neste segmento do imobiliário residencial.”

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