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Lince Real Estate e Savills juntam-se para mercado residencial em Lisboa

A parceria permite que a multinacional britânica passe a ter uma nova janela de oportunidade na capital portuguesa, numa altura em que Lisboa regista uma forte procura internacional neste segmento

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A parceria permite que a multinacional britânica passe a ter uma nova janela de oportunidade na capital portuguesa, numa altura em que Lisboa regista uma forte procura internacional neste segmento

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A Lince Real Estate, promotora e mediadora imobiliária portuguesa pertencente ao Grupo Temple, tornou-se na parceria exclusiva da multinacional Savills para o mercado residencial de Lisboa.
Além de garantir uma maior projecção internacional à imobiliária portuguesa, a parceria permite igualmente que a multinacional britânica passe a ter uma nova janela de oportunidade na capital portuguesa, numa altura em que Lisboa regista uma forte procura internacional neste segmento.
“O acordo com a Savills traz benefícios claros para ambas as empresas, e do qual se espera gerar um impacto significativo na capital através da canalização de novas oportunidades de investimento internacional no mercado português”, explica Vasco Pereira Coutinho, director geral da Lince Real Estate.
Cotada em bolsa na London Stock Exchange, a Savills é uma das maiores imobiliárias no Reino Unido e tem hoje uma cobertura mundial com mais de 700 escritórios em todo o mundo, empregando mais de 30.000 pessoas.

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OA propõe reflexão sobre projectos apresentados no âmbito da New European Bauhaus

Iniciativa NEB.OA – conferência e mesa-redonda online, irá decorrer dia 7 de Dezembro, entre as 14h30 e as 18 horas, e pode ser acompanhada no canal de Youtube da Ordem

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A Ordem dos Arquitectos propõe uma reflexão sobre a New European Bauhaus (NEB), no seguimento do Colóquio que organizou no último dia 8 de Junho na Fundação Calouste Gulbenkian, From Our House to the New House, no âmbito das Conferências Europeias de Políticas de Arquitetura (CEPA). Neste sentido, irá decorrer dia 7 de Dezembro, a NEB.OA (New European Bauhaus – Ordem dos Arquitectos) – conferência e mesa-redonda online, entre as 14h30 e as 18 horas.

O programa consiste, para lá de um enquadramento inicial, em duas sessões de exposição de ideias e projectos inspirados no espírito da NEB, concluindo com uma mesa-redonda com os participantes da open call lançada pela OA e com a participação pública de quem assista à conferência.

A primeira sessão consiste na exposição de trabalhos distinguidos pelos prémios New European Bauhaus e New European Bauhaus Rising Stars. Na segunda sessão, os arquitectos que responderam à open call darão a conhecer os seus projectos que articulam, de maneira inovadora, a sustentabilidade, a estética e a inclusividade.

A conferência pode ser acompanhada pelo canal de Youtube da Ordem dos Arquitectos.

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Böwe Systec passa a BOWE Group e aposta na intralogística em Portugal

“A automação das operações de armazenamento e movimentação dos produtos é uma necessidade para as empresas, até como resposta ao crescimento exponencial do e-commerce”, Miguel Lachat, responsável em Portugal pela Intralogistics Business Line

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A Böwe Systec, um dos fornecedoresmundiais de soluções de automação e de IoT para intralogística e printing and finishing, com sede em Augsburg, na Alemanha, alterou recentemente a sua designação para Bowe Group. Esta mudança faz parte de uma estratégia de fortalecimento do grupo que conta com 76 anos de actividade e que está presente em Portugal há mais de 40 anos, com sede em Sintra, Lisboa.

Sob a umbrela do Bowe Group foram criadas três áreas de negócio especializadas, com uma identidade de marca individual, que fornecem tecnologias integradas de automação específicas, bem como soluções de software IoT inteligentes adaptadas às necessidades individuais dos respectivos mercados-alvo. Surge assim a Bowe Intralogistics que fornece equipamentos para optimizar centros de classificação e armazéns; a Bowe Systec que representa o segmento tradicional de correio e processamento de documentos, com ênfase na tecnologia de envelopagem inteligente, classificadores de cartas e correspondência mista, e o envio de cartões de plástico e passaportes electrónico.; e a Bowe IQ com enfoque em soluções de software IoT inteligentes.

O grupo tem vindo a evoluir de fabricante de máquinas a fornecedor de serviços completos de soluções de automação ponta a ponta para diferentes sectores, tendo por base a intralogística, o processamento de correspondência e o software.  A nova estrutura composta por três divisões independentes permite responder de forma mais eficaz às necessidades individuais dos seus clientes, através de soluções adaptadas às suas áreas de negócio. Esta mudança surge após a empresa ter passado vários anos a trabalhar para ampliar substancialmente o seu conhecimento e actuação nos mais diversos segmentos de negócios, acompanhado de rápido crescimento, principalmente na intralogística. Os clientes continuam a beneficiar da rede global de vendas e serviços do BOWE Group.

Em Portugal apesar da forte presença do Bowe Group nas várias áreas em que actua, a maior aposta para os próximos anos recai no sector da intralogística, sector em que, nos últimos anos, houve uma grande evolução, dos processos. “A automação das operações de armazenamento e movimentação dos produtos é uma necessidade para as empresas, até como resposta ao crescimento exponencial do e-commerce que obrigou à modernização das operações como forma de evitar erros”, explica , como explica Miguel Lachat, responsável em Portugal pela Intralogistics Business Line.

Segurança, organização e rapidez são hoje os principais pilares para uma empresa que se queira manter competitiva no mercado. Neste sentido, “a evolução deste sector continuará a passar, inevitavelmente, pela automatização fazendo desta, por excelência, a tendência em toda a cadeia de processo”. É por isso que, “enquanto fornecedores de soluções de automação, é aqui que queremos estar e aportar valor às operações das empresas”, acrescenta.

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JLL instala novos armazéns da Enerre em Vale da Rosa

Com o objectivo de ampliar a capacidade de armazenagem, a empresa arrendou uma área de 3.000 m² nesta zona empresarial situada em Setúbal

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A equipa de Leasing Markets Advisory da JLL representou Cimobin no arrendamento à Enerre das suas novas instalações de armazenagem. Em causa está uma área de 3.000 m² no Parque Industrial da Península de Setúbal, no Vale da Rosa.

Com sede em Lisboa, a Enerre foi fundada em 1975 e é uma das mais reconhecidas empresas portuguesas na área têxtil, fardamentos e brindes publicitários. Para fazer frente ao crescimento da actividade, a empresa identificou a necessidade de ampliar a sua capacidade de armazenagem, procurando o apoio da JLL no processo de identificação, selecção e negociação do novo espaço que tinha, como principal requisito, a proximidade e os bons acessos à cidade de Lisboa.

“Continua a registar-se uma forte procura por áreas de armazenagem no mercado português e, em especial na Grande Lisboa; e num contexto de menor disponibilidade do lado da oferta, o processo de tomada de espaços está mais competitivo do que nunca. Temos uma equipa muito dinâmica nesta área e que tem trabalhado activamente nas melhores soluções para quem está activamente neste mercado, seja na procura de espaço seja na disponibilização de oferta”, comenta Mariana Rosa, head of Leasing Markets Advisory da JLL.

A JLL tem estado fortemente activa na área de Industrial & Logistics, uma linha de negócio que constituiu uma aposta recente da consultora e onde a actividade ocupacional tem crescido de forma expressiva ao longo do último ano. O boom do comércio-electrónico devido à pandemia foi um dos grandes impulsionadores da procura deste tipo de imobiliário, a qual apresenta agora novas necessidades, incluindo de espaços de logística urbana, bem como de armazenagem e ainda de data centres, uma nova tipologia com crescente interesse junto dos operadores e investidores. Em paralelo, a JLL identifica uma elevada carência de oferta disponível, estimando um crescimento assinalável de projectos desenvolvidos especulativamente, ao mesmo tempo que se mantém o pipeline de projectos desenvolvidos pelos próprios ocupantes.

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3,8 M€ para converter Central Shopping no Porto

O projecto de reabilitação é do arquitecto Alexandre Burmester e dará lugar ao Porto Business Plaza, num projecto de 17 000 m2 que reconverte o antigo centro comercial num edifício dedicado a espaços de escritórios

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A dte, empresa de instalações especiais do dstgroup, está a concluir os trabalhos no Porto Business Plaza, correspondente à reabilitação e reconversão do antigo Central Shopping, no centro do Porto, através da execução do projecto de AVAC e instalações especiais. A empreitada no Porto Business Plaza inclui ainda uma intervenção paisagística na praceta adjacente ao Campo 24 de Agosto, onde surgirão amplos espaços verdes e uma zona de restauração e de lazer. A execução totaliza um valor superior a 3,8 milhões de euros.

A reabilitação do Central Shopping é assinada pelo arquitecto Alexandre Burmester e executada pela CARI, construtores, num projecto de 17 000 m2 que reconverte o antigo centro comercial num edifício dedicado a espaços de escritórios. Neste projecto imobiliário, que trará uma nova dinâmica à Zona Oriental da cidade já em franca renovação e crescimento, a dte – instalações especiais – é a responsável pelos trabalhos de AVAC, instalações eléctricas, GTC, telecomunicações e segurança. A empresa do dstgroup assume também a execução do projecto paisagístico exterior, da autoria do arquitecto Luís Alçada Baptista, tornando aquele espaço num novo epicentro de lazer na Invicta.

A realização da empreitada decorre de outras operações que a dte – instalações especiais – realizou na primeira fase da reconversão do Porto Business Plaza, com intervenção em serviços comuns no empreendimento, seguindo-se trabalhos de especialidades nas fracções alugadas, nomeadamente para a Bouygues Telecom Services, Feedzai e Natixis.

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Grupo Onires investe 20M€ na reabilitação do edifício Carvalhal

Edifício no centro histórico de Braga terá um total de 60 apartamentos e 10 fracções para comércio e serviços. Atelier Carvalho Araújo e Big Arquitetura assinam o projecto

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O Grupo Onires, através da sua participada OniRodrigues, acaba de confirmar um importante investimento imobiliário no centro histórico da cidade de Braga. A implantação do edifício Carvalhal engloba terrenos com frente para o Campo da Vinha, para a rua do Carvalhal e para o caminho pedonal que liga o Campo da Vinha ao largo de S. Francisco, num traçado próximo daquele que percorre o túnel que por aí passa no subsolo.

O projecto urbanístico “permitirá consolidar a actual malha urbana na zona do Campo da Vinha, reforçando a oferta habitacional no coração da cidade, bem como a oferta ao nível do comércio e serviços, potenciando a revitalização e o rejuvenescimento do centro histórico”, refere a promotora.

Com assinatura do atelier Carvalho Araújo e Big Arquitetura e especialidades a cargo da BO Associados, o edifício Carvalhal representa um investimento de 20 milhões de euros, e  permitirá, na fase de construção, criar cerca de 400 empregos directos, terá um total de 60 apartamentos habitacionais com lugares de estacionamento e 10 fracções destinadas a comércio e serviços. As obras já tiveram início.

De acordo com João Rodrigues Serino, administrador do Grupo Onires, “esta é, em valor de investimento financeiro e em potencial gerador de emprego, a maior obra de sempre ao nível da reabilitação urbana da cidade de Braga. O edifício Carvalhal, cujo projecto contempla a regeneração e a requalificação do espaço público envolvente, é uma aposta da OniRodrigues e acreditamos que se tornará numa referência da arquitectura Bracarense, será um verdadeiro ícone da cidade. Esta obra constitui uma mais-valia que proporcionará a Braga, uma cidade cada vez mais cosmopolita, a fixar locais e não locais e que está perfeitamente alinhada com o conceito de viver no centro histórico. Depois desta terrível pandemia que paralisou a economia e levou muitos ao desemprego, este é o projecto certo para assinalar o arranque de uma nova fase, com confiança no futuro”, conclui.

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Cowork: IDEA Spaces avança com quarto espaço junto ao El Corte Ingles

Até 2022 a rede de espaços de cowork pretende “duplicar” os espaços físicos, incluindo fora de Lisboa. Outro dos objectivos passa por gerar mais de 1 M€ de transacções entre os seus membros em 2022 e “globalizar” a sua comunidade de empreendedores

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A rede de espaços de cowork IDEA Spaces superou a previsão de resultados para 2021, com ocupação média superior a 95% desde Setembro e recuperou a facturação pré-pandemia, avançou a empresa. Com três espaços físicos localizados em Lisboa, um dos quais, “o mais recente e o maior”, o IDEA Spaces Saldanha, abriu em 2020, durante a pandemia, a empresa pretende  “duplicar”, até 2022, os espaços físicos, incluindo uma nova localização fora de Lisboa”. Ao CONSTRUIR, a empresa confirmou que a quarta localização IDEA Spaces ”será junto ao El Corte Ingles, num espaço com cerca de 5 mil m2, com rooftop”.

A rede de espaços de cowork tem sido a escolha de digital nómadas e PMEs, mas também de grandes empresas nacionais e internacionais, como a Bolt, Emma Sleep, Betclic, Lockwood, mostrando-se um aliado para a captação de investimento estrangeiro em território nacional. Para fortalecer esse papel, outro dos seus objectivos passa por gerar mais de 1 milhão de euros de transacções entre os seus membros em 2022 e “globalizar” a sua comunidade de empreendedores, indo muito além dos seus espaços físicos através de uma estratégia de expansão assente na sua Mobile App.

“Os últimos dois anos têm sido extremamente desafiantes, mas os que estão por vir não serão menos. Em 2022 o IDEA Spaces tem planos para duplicar o número de localizações, lançar-se numa nova cidade e desenvolver novas layers de negócio que nos permitam aumentar a facturação em 40%; tudo isto sem perdermos o foco na satisfação e retenção da nossa comunidade”, refere João Carlos Simões, CEO do IDEA Spaces. “Mais do que espaços de cowork, continuaremos a ser sobretudo uma comunidade; também entre os nossos objectivos está a conquista anual de um índice de satisfação acima dos 4.6 (em 5) e alcançar uma retenção média de três anos em 2024”, acrescenta.

Íris Matos, Rui Jorge e Vanessa Nunes são os nomes que agora integram a direcção e os cargos C-Suite da rede de espaços de cowork IDEA Spaces, juntando-se aos já membros da direcção e sócios: Diogo Fabiana, João Carlos Simões e Sónia Freches.

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“Less is More” da OLI conquista terceiro prémio internacional

A OLI foi premiada em Milão com a placa de comando Less is More pelo “Archiproducts Design Awards”, prémio anual que celebra a excelência mundial em design

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A OLI foi premiada em Milão com a placa de comando Less is More pelo “Archiproducts Design Awards”, prémio anual que celebra a excelência mundial em design. O júri constituído por arquitectos, jornalistas, fotógrafos e directores criativos de todo o mundo, considerou a placa desenhada pelo arquitecto Alessio Pinto uma das melhores 750 propostas seleccionadas para a competição.

Este é o terceiro prémio mundial que a Less is More conquista este ano, depois de ter ganho o Red Dot Award 2021 e o iF Design Award 2021, considerado o ‘Óscar’ do design mundial. “Com esta tripla premiação, a OLI consolida o seu posicionamento como uma marca inovadora, à escala global, que tem investido no design e na tecnologia para tornar a casa de banho num lugar de beleza, conforto e sustentabilidade”, considera a empresa em comunicado.

A Less is More, fabricada em aço inox e inspirada na máxima “menos é mais” de Ludwig Mies van der Rohe (1886-1969), assume uma forte identidade eclética e funcional. Os tradicionais botões de acionamento da descarga de água do autoclismo dão lugar a dois cordões, que nos fazem recuar no tempo e visualizar os primeiros mecanismos sanitários da história.

Alessio Pinto quis também desenhar uma placa intuitiva e explica: “Num relance, percebemos o significado do mais e do menos da descarga de água. Os cordões – mais e menos curto – assumem a função de sinais analógicos para induzir uma ação clara e imediata. Aqui não há sinais ou símbolos a decifrar, há apenas uma escolha feita com o primeiro olhar. Acreditamos que esta compreensão instantânea torna esta placa muito original e empática”.

Nos últimos anos, a OLI tem intensificado a sua relação com a arquitectura ao criar parcerias com arquitectos de referência como Álvaro Siza Vieira (Prémio Pritzker 1992), Eduardo Souto de Moura (Prémio Pritzker 2011), Romano Adolini e, agora, Alessio Pinto, que aplicaram o seu talento na criação de peças únicas que transformam casas de banho de todo o mundo.

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Hospital da Misericórdia de Évora com investimento de 6M€ para obras de ampliação

A unidade hospitalar é propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Évora e é gerido por esta instituição em parceria com o Grupo Luz Saúde desde 2002

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Estão em marcha os trabalhos de ampliação do Hospital da Misericórdia de Évora (HME), um investimento em torno dos seis milhões de euros que vai permitir novas valências de imagiologia e melhores condições de conforto.

Desenvolvido pela instituição e pelo seu parceiro na gestão do hospital, o Grupo Luz Saúde, o projeto envolve um investimento total de seis milhões de euros, dos quais 3,5 milhões de euros dizem respeito à parte da construção civil.

“O investimento é todo feito pela SCME”, mas, “como temos um parceiro, tivemos de negociar a forma de o concretizarmos”, uma vez que será feito com “uma antecipação de receitas futuras”, explicou, citado pelo portal S+.

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Lopes Figueira indicou que as obras arrancaram no passado mês de Novembro e que a empreitada terá uma duração de 12 meses, pelo que a sua conclusão está prevista para o “final do próximo ano”.

“Temos tido cada vez mais procura e temos que dar resposta”, realçou o provedor da instituição, salientando igualmente que “o conforto das pessoas que procuravam” os serviços do HME também “não era o melhor”.

Devido às obras, referiu, as unidades de ambulatório e de tratamentos do hospital passaram para instalações provisórias.

O Hospital da Misericórdia de Évora realiza, anualmente, cerca de 54 mil consultas, 162 mil meios complementares de diagnóstico e tratamento e cerca de 1.700 cirurgias.

A unidade hospitalar é propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Évora e é gerido por esta instituição em parceria com o Grupo Luz Saúde desde 2002.

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Purposed Built Student Residence junta Ageas Portugal e os belgas Promiris e Cetim

O Grupo Ageas Portugal, a Promiris e a Cetim assinaram um acordo para a construção e aquisição da Purposed Built Student Residence no Porto. A residência, que será gerida pelo grupo francês Odalys, vai disponibilizar 265 quartos

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O Grupo Ageas Portugal e os grupos de nacionalidade belga, Promiris e Cetim, assinaram um acordo para a construção e aquisição da Purposed Built Student Residence no Porto.

O projecto, com uma área total de 7700 m2, localizado perto da Asprela, fica a uma curta distância da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. A residência, que será gerida pelo grupo francês Odalys, vai disponibilizar 265 quartos combinados com espaços de lazer e de colaboração de alta qualidade.

Prevê-se que a construção comece no final de 2021 e que a residência abra portas durante o Verão de 2023. O projecto tem assinatura do gabinete de arquitectura Saraiva + Associados e terá certificação ambiental Lider A.

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“Depois de ter investido, sobretudo, em escritórios nos últimos 2 anos, o Grupo Ageas Portugal está muito satisfeito por entrar nesta classe de activos que corresponde a uma necessidade crucial em Portugal”, refere o grupo segurador em comunicado. “Este investimento está totalmente alinhado com a nossa ambição de construir um portfólio sustentável de investimento directo no país. Estamos também muito felizes por termos fechado uma parceria com parceiros de confiança como a Promiris e a Cetim e por termos iniciado uma relação de longo prazo com a Odalys, uma conceituada gestora internacional de residências estudantis”, referiu Gilles Emond, Responsável Investimento Imobiliário do Grupo Ageas Portugal.

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Allianz: crescimento robusto e os riscos de uma “nova era” pós-Covid para a Construção

O novo relatório da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), Riscos da Construção no pós-Covid, explora as tendências de risco iminentes e de longo prazo para o sector

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À actual escassez de materiais e mão de obra qualificada somam-se aos desafios de longo prazo em torno de novos projectos e métodos de construção orientados por sustentabilidade e estratégias de emissão zero. A análise da AGCS sobre os 11 bilhões de euros em sinistros de construção e engenharia, registados ao longo de cinco anos identifica as principais causas de perda por valor: incêndio e explosão (26%), projecto defeituoso / mão de obra ineficaz (20%) e riscos naturais (20%). Mas neste mundo em rápida mudança as empresas de construção precisam ter em atenção também a sua resiliência cibernética e a protecção do edificado contra enchentes e outros eventos extremos causados pelas mudanças climáticas e que são cada vez mais frequentes.

O mercado de construção global está a ser marcado para um período de forte crescimento no pós-Covid-19, impulsionado por gastos governamentais em infraestrutura e pela transição para emissão zero. No entanto, a mudança para edifícios e infraestruturas mais sustentáveis, a melhoria das instalações de energia limpa e a adopção de métodos de construção modernos a transformarão o cenário de risco. Esses desafios somam-se a outros, como sejam cadeias de abastecimento já afectadas, escassez de materiais e mão de obra e ao aumento dos custos, que há anos apresentam um cenário de margens apertadas para o sector mas que se agravam.

O novo relatório da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), Riscos de Construção pós-Covid, explora tendências de risco iminentes e de longo prazo para o sector. “A Covid-19 trouxe uma nova era para a indústria da construção”, afirma Yann Dreyer, Líder do Grupo de Prática Global para Construção na equipe global de Energia e Construção da AGCS. “Os projectos continuaram durante a pandemia e espera-se um crescimento no sector, mas o ambiente geral mudou fundamentalmente. A indústria enfrenta novos desafios em torno da volatilidade da cadeia de abastecimento e do aumento dos custos de materiais, escassez de mão de obra qualificada e maior foco na sustentabilidade. Além disso, a implantação acelerada de estratégias de corte de custos, novas tecnologias e projectos podem resultar na aceleração de riscos para empresas deste mercado e também para seguradoras. O monitoramento contínuo de riscos e os controles de gestão serão importantes no futuro. A AGCS está comprometida com a indústria da construção como um sector-alvo chave para nossas iniciativas de crescimento”, sublinha o responsável.

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A forte perspectiva de crescimento para o sector é baseada em uma série de factores, como o aumento da população em mercados emergentes e investimentos significativos em formas alternativas de energia, como eólica, solar e hidrogénio, bem como em sistemas de armazenamento e transmissão. A mudança para o transporte eléctrico exigirá investimentos em novas fábricas de baterias e infraestrutura de carregamento. Não se espera somente que os edifícios melhorem sua pegada de carbono, mas também apresentem melhores defesas costeiras e contra enchentes, além de sistemas de esgoto e de drenagem mais eficientes, especialmente em regiões expostas a catástrofes decorrentes dos eventos climáticos extremos mais frequentes. Ao mesmo tempo, muitos países projectam grandes investimentos públicos em projectos de infraestrutura para estimular a actividade económica após a crise pandémica e conduzir a transição para o baixo carbono. Nos Estados Unidos, um pacote de investimento de mais de 1 trilhão de dólares em infraestrutura foi anunciado, contemplando desde pontes e estradas até a banda larga nacional, passando por sistemas de água e energia. Ao mesmo tempo, o país anunciou planos para investir em uma série de grandes projectos em todo o mundo no próximo ano em resposta ao ambicioso Belt And Road Initiative, que pode se estender do Leste Asiático à Europa. Espera-se que quatro países – China, Índia, Estados Unidos e Indonésia respondam por quase 60% do total de crescimento na construção ao longo da próxima década.


O lado negativo do boom da construção

O boom esperado traz benefícios, ao mesmo tempo que surgem desafios específicos. No médio prazo, são esperados aumentos repentinos na procura que podem colocar as cadeias de abastecimento sob pressão adicional e exacerbar a escassez existente de materiais e mão de obra qualificada, excedendo tanto os prazos como os custos de construção. Além disso, muitos actores no sector podem precisar acelerar a implementação de medidas de eficiência e controle de custos, se as margens de lucro tiverem sido impactadas pela Covid-19, o que muitas vezes pode prejudicar os níveis de qualidade e manutenção e aumentar a susceptibilidade a erros. A análise da AGCS mostra que defeitos de projecto e mão de obra ineficaz são uma das principais causas de perdas de construção e engenharia, respondendo por cerca de 20% do valor de quase 30.000 sinistros da indústria examinados entre 2016 e o final de 2020.

A sustentabilidade e o foco em zero emissões influenciarão fortemente o cenário de risco tradicional no sector de construção. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os edifícios e a indústria da construção são responsáveis por 38% de todas as emissões de dióxido de carbono relacionadas com a energia. Para reduzi-las, as edificações existentes precisarão ser reabilitadas. Além disso, novos materiais e métodos de construção precisarão ser introduzidos no mercado em períodos de tempo relativamente curtos, o que aumentará o risco de defeitos ou acidentes. Por exemplo, como um material sustentável e de baixo custo, o uso de madeira na construção tem aumentado nos últimos anos. No entanto, isso tem implicações para riscos de danos por fogo e água. A análise de sinistros da AGCS mostra que os incidentes de incêndio e explosão já representam mais de um quarto (26%) do valor dos sinistros de construção e engenharia nos últimos cinco anos – a causa de perda mais cara.

Os dois lados da construção modular

Em última análise, a construção moderna e os métodos de produção têm o potencial de transformar radicalmente o mercado, transferindo mais riscos para fora do local e incorporando um maior uso de tecnologia. A construção modular, em particular, fornece muitas vantagens como gestão de qualidade controlada factory-based, menos desperdício na construção, um cronograma diminuído pela metade em comparação com os métodos tradicionais e menos disrupção no ambiente circundante. No entanto, também levanta preocupações de risco sobre cenários de perda repetitiva. “Há um risco maior de perdas em série com métodos modulares e pré-fabricados, pois a mesma peça pode ser usada em vários projectos antes que uma falha seja descoberta”, explica Daussin.

A escassez de mão de obra qualificada na indústria da construção provavelmente aumentará a tendência para a fabricação e automação. Ao mesmo tempo, a digitalização da construção cria exposições cibernéticas contra as quais as empresas de engenharia e construção precisam fortalecer suas defesas. Hoje, as inúmeras partes envolvidas num estaleiro de obras estão interconectadas por meio de várias plataformas de TI partilhadas, o que aumenta sua vulnerabilidade. Os riscos cibernéticos podem variar de tentativas maliciosas de obter acesso a dados confidenciais, a interrupção do controle do local do projecto e roubo associado, a interrupção da cadeia de abastecimento, a potencial corrupção dos dados de concepção do projecto, resultando em atrasos e, em última instância, em risco de reputação para as partes envolvidas.

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