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Os vencedores dos Prémios CONSTRUIR na gala do Sector

O recuperado Cineteatro Capitólio, símbolo de modernismo de Lisboa e um dos mais emblemáticos exemplos da dinâmica de recuperação de espaços públicos, foi palco privilegiado para a entrega dos Prémios CONSTRUIR 2018, galardões que reconhecem, pelo 11º ano consecutivo, as melhores empresas e obras nas áreas de Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário. O Jornal CONSTRUIR,… Continue reading Os vencedores dos Prémios CONSTRUIR na gala do Sector

Ricardo Batista
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Os vencedores dos Prémios CONSTRUIR na gala do Sector

O recuperado Cineteatro Capitólio, símbolo de modernismo de Lisboa e um dos mais emblemáticos exemplos da dinâmica de recuperação de espaços públicos, foi palco privilegiado para a entrega dos Prémios CONSTRUIR 2018, galardões que reconhecem, pelo 11º ano consecutivo, as melhores empresas e obras nas áreas de Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário. O Jornal CONSTRUIR,… Continue reading Os vencedores dos Prémios CONSTRUIR na gala do Sector

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O recuperado Cineteatro Capitólio, símbolo de modernismo de Lisboa e um dos mais emblemáticos exemplos da dinâmica de recuperação de espaços públicos, foi palco privilegiado para a entrega dos Prémios CONSTRUIR 2018, galardões que reconhecem, pelo 11º ano consecutivo, as melhores empresas e obras nas áreas de Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário.

O Jornal CONSTRUIR, num claro sinal de empenho, perseverança e dedicação ao reconhecimento do mérito, concedeu 17 troféus a obras e empresas, escolhidas pelos leitores e subscritores do CONSTRUIR.

Na área da Arquitectura, a Valdemar Coutinho Arquitectos foi distinguida com o galardão do “Melhor Projecto Público” pelo projecto do Pavilhão do Atlântico de Viana, ao passo que a Casa do Rio, do atelier Menos é Mais, recebeu o troféu do “Melhor Projecto Privado”. Frederico Valsassina é o autor do projecto República 37, vencedor do prémio de “Melhor Projecto de Reabilitação”. Já Inês Lobo foi reconhecida com o prémio de “Melhor Atelier”.

Na área da Engenharia, o Miradouro do Pilar 7, concebido pela A2P, em parceria com a Infraestruturas de Portugal, foi agraciada com o troféu para o “Melhor Projecto Público”, enquanto que o Campus da Nova SBE, da GRID, garantiu o galardão de “Melhor Projecto Privado”. A Requalificação do Campo das Cebolas valeu ao Focus Group o troféu de “Fiscalização e Coordenação”. O prémio “Internacionalização” foi entregue à AFAPlan e a Quadrante foi reconhecida como “Melhor Gabinete”.

Na área da Construção, a Casais teve uma noite particularmente feliz, alcançando os galardões de “Melhor Construtora” e “Internacionalização”. Já o troféu que distingue a construção sustentável reconhece a Modular System pelo projecto do Pestana Eco Village.

No domínio do Imobiliário, o “Melhor Edifício de Escritórios” pertence à sede da Vieira de Almeida, propriedade da Fidelidade Property, enquanto o Mar Shopping Algarve, promovido pela Ikea, foi reconhecido como “Melhor Espaço de Comércio e Serviços”. O “Melhor Edifício Residencial” valeu o troféu à Reabilita pela obra do Mouzinho da Silveira, 21, enquanto o Grupo Pestana recebeu o troféu de “Melhor Empreendimento Turístico” pelo projecto da Brasileira, no Porto. A JLL foi galardoada como “Melhor Consultora”.

A noite fica ainda marcada pela entrega de dois prémios Excelência, galardões que reconhecem o percurso ímpar dos distinguidos. Eduardo Souto de Moura foi agraciado com o prémio “Excelência” em Arquitectura, ao passo que Adão da Fonseca foi distinguido com o prémio “Excelência” na área da Engenharia.

Vencedores Prémios 2018

Arquitectura:

MELHOR PROJECTO PÚBLICO:
Pavilhão do Atlântico de Viana (Valdemar Coutinho Arquitectos)

MELHOR PROJECTO PRIVADO
Casa do Rio (Menos é Mais)

MELHOR PROJECTO DE REABILITAÇÃO:
República 37 (Frederico Valsassina)

MELHOR ATELIER:
Inês Lobo

Engenharia:

MELHOR PROJECTO PÚBLICO:
Miradouro do Pilar 7 (IP/A2P)

MELHOR PROJECTO PRIVADO:
Campus da Nova SBE (GRID)

PRÉMIO FISCALIZAÇÃO E COORDENAÇÃO
Requalificação do Campo das Cebolas (Focus Group)

PRÉMIO INTERNACIONALIZAÇÃO:
AFAPlan

MELHOR GABINETE
Quadrante

Construção:

MELHOR CONSTRUTORA:
Casais

PRÉMIO INTERNACIONALIZAÇÃO:
Casais

PRÉMIO SUSTENTABILIDADE:
Pestana Eco Village (Modular System)

Imobiliário:

MELHOR EDIFÍCIO DE ESCRITÓRIOS:
Edifício Vieira d’Almeida – Fidelidade Property

MELHOR ESPAÇO COMERCIO E SERVIÇOS:
Mar Shopping Algarve – Ikea Centre

MELHOR EDIFÍCIO RESIDENCIAL:
Mouzinho da Silveira, 21 – Reabilita

MELHOR EMPREENDIMENTO TURÍSTICO:
Pestana Porto – A Brasileira – Pestana Hotel Group

MELHOR CONSULTORA:
JLL

Prémio Excelência:

ARQUITECTURA
Eduardo Souto de Moura

ENGENHARIA
António Adão da Fonseca

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A digitalização na construção não é o futuro… é o presente

A indústria da construção portuguesa terá em breve uma primeira família de normas BIM traduzida para a contexto nacional este será um passo importante para acelerar a digitalização e industrialização do sector

Os últimos dois anos mudaram a forma como nos relacionamos, como trabalhamos ou prestamos serviços e nem a construção escapou a essa revolução e ainda bem. Vários dados apontam para que o crescimento anual da produtividade do sector nos últimos 20 anos tenha sido apenas um terço da média total da economia. A digitalização do sector é a mais baixa do que em quase todas as outras indústrias. E este é um desafio premente que o sector tem que enfrentar de forma a poder acelerar a sua industrialização, inovação e sustentabilidade. Mas este não é um desafio que se irá colocar no futuro, antes pelo contrário é algo que já está em atraso e que o sector tem hoje que enfrentar. Afinal, a revolução do sector já está em marcha. Em Portugal o Built CoLAB, o laboratório colaborativo para a digitalização da construção, está a liderar esta revolução. O Laboratório foi criado para aproximar a indústria dos centros de investigação e das universidades e tem focado o seu trabalho na transição digital e na transição verde – a Twin Transition – ou seja, na necessidade de acelerar a digitalização e sensibilizar a indústria para a sustentabilidade.

Um dos projectos em curso no Built CoLAB é o processo de tradução de normas internacionais BIM para Portugal. A normalização é um dos “pilares dos processos de implementação do BIM e uma chave para melhorar a colaboração entre todos os actores da indústria”. Nesse âmbito, o laboratório assumiu o papel de Organismos de Normalização Sectorial, sendo a entidade que coordena a Comissão Técnica de Normalização BIM 197, a CT 197, a qual inclui dezenas de outros intervenientes, entre universidades e indústria.

“A CT 197 tem aqui um trabalho de normalização que é desafiante porque a nível europeu nos últimos anos foram produzidas dezenas de normas. Estamos a falar de normas BIM e não só o âmbito do trabalho desta comissão é mais amplo”, afirma António Aguiar Costa Director de Investigação, desenvolvimento e Inovação Built CoLAB.

Se é verdade que a digitalização e inovação da indústria levou à adoptação de novas tecnologias e softwares, de que o BIM é o exemplo mais comum, também é verdade que criou novos desafios “Como é que organizo os dados? Como é que se transmitem esses dados de forma que os outros percebam? Como é que se gere a qualidade desses dados ou dessa informação? Ou do lado da entidade contratante, como é que eu contrato essa informação? Porque de repente não tenho só um projecto ou só uma obra eu tenho isso e mais um modelo digital de informação que vai crescendo ao longo do ciclo de vida do empreendimento”, explica o director de investigação, desenvolvimento e inovação do Built CoLAB.

A normalização do sector é a chave para descodificar e facilitar todo este ‘novo mundo’. “A nível internacional há várias normas, mas uma das mais relevantes é a EN ISO 19 650, que tem várias partes e que foi assumida como norma europeia e é essa família de normas que temos estado a traduzir para Portugal”, sublinha António Aguiar Costa. As normas estão traduzidas e aguardam pela publicação pelo Instituto Português de Qualidade, o que poderá acontecer já no próximo mês de Setembro.

“A norma NP EN ISO 19 650 será um referencial que no fundo vem mudar o paradigma.  A adopção da norma, que é um processo voluntário, vem facilitar o processo de gestão da informação pela utilização de standards e guide lines para gerir o fluxo de informação que os novos softwares criaram. No fundo diz-nos como é que vamos comunicar e que informação partilhamos online e que obriga também a ter um ambiente comum de dados para aquele projecto ou para aquele empreendimento”, refere António Aguiar Costa.

Portugal só agora está a dar passos na introdução deste referencial, mas a nível internacional há países, entre eles o Reino Unido, a condicionar o acesso a concursos a entidades que já o adoptem.

Mas o processo de normalização de dados para produtos de construção é em si um desafio, á que é preciso definir o que é informação relevante “não gráfica” e que essa nomenclatura seja entidade por todos e “partilhável”. “A definição destas informações de uma forma normalizada pode ser realizada através da utilização de Modelos de Dados de Produtos ou  Product Data Templates”.

Paralelamente à tradução da família de normas BIM a comissão CT197 está a desenvolver dois outros projectos de investigação o SECCLASS e o [email protected]

O primeiro introduz um Sistema de Classificação de Informações sobre Construção. Este sistema será orientado para a metodologia BIM e servirá não só a componente de sustentabilidade, mas também os restantes usos BIM, como a gestão do processo BIM, quantificação, compatibilização de especialidades ou planeamento de obra. “Este sistema vai ser usado por profissionais de projecto, construção e responsáveis pela gestão e manutenção de edifícios. Permitirá unificar a terminologia a todas as escalas, facilitando a comunicação, selecção de materiais e componentes, bem como uma avaliação precisa dos impactos dos edifícios ao longo do seu ciclo de vida”.

Já o [email protected] é um projecto com um financiamento de 8 milhões de euros que envolve mais de 20 entidades, entre universidades e indústria, cujo trabalho de I&D está orientado para o desenvolvimento de ferramentas digitais que facilitarão a introdução do conceito de Digital Twin na indústria de construção. Uma dessas ferramentas é a criação de uma “biblioteca” de objectos BIM. “Uma espécie de plataforma online disponível para que a indústria possa ter o seu objecto de BIM e que arquitectos e projectistas possam usar nos seus projectos”, simplifica António Aguiar Costa.

Um sector a várias velocidades

Quão envolvida está a indústria em Portugal nesta revolução? E quão preparada está para passar de 2.0 a 4.0, em menos do nada? Num país onde as pequenas e médias empresas ainda são a maioria, estas não são questões fáceis de responder. “Acredito que há aqui dois movimentos: há empresas PME, que serão a maioria, que estarão mais alheadas do investimento em tecnologia e inovação, mas há outras que nasceram neste meio e que hoje em dia fazem consultoria BIM, pré construção virtual e noto que essas empresas estão envolvidas em projectos de investimento estrangeiro associado ao sector imobiliário”, arrisca o especialista.

A “obrigatoriedade” de adopção do BIM pode ser um caminho para acelerar o processo de transformação, mas por enquanto “o Governo não quer assumir essa responsabilidade. Contudo, o que acontece é que cria desequilíbrios porque há entidades que têm força e capacidade de investimento para mudar e há outras não e ninguém se responsabiliza por estes que não têm capacidade para fazer a mudança. Uma grande parte das PME não está dentro do processo sequer, e a obrigatoriedade levava a que houvesse um movimento para criar as bases desta mudança, que tem que ser faseada, progressiva e adaptada ao contexto”, defende António Aguiar Costa.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Autorizados 112 milhões de euros para as linhas do Norte e Douro

Nove autorizações de repartições de encargos para obras nas linhas do Norte e do Douro, foram publicadas em Diário da República, totalizando 112 milhões de euros para a Infraestruturas de Portugal

CONSTRUIR
tagsip

Das nove portarias conjuntas dos ministérios das Finanças e das Infraestruturas e Habitação, o maior montante autorizado é de até 79 milhões de euros, respeitante à repartição de encargos relativos ao contrato para a empreitada de execução da electrificação e túneis na linha do Douro, entre Marco de Canaveses (distrito do Porto) e Peso da Régua (Vila Real).

Em segunda maior surge a autorização para a empreitada de concepção-execução da subestação de tracção de Bagaúste, num valor de até 12,5 milhões de euros.

Da lista constam ainda 4,4 milhões de euros para a “gestão e fiscalização” da electrificação e túneis da linha do Douro, 2,25 milhões para a “concepção/construção de telemática ferroviária”, 750 mil euros para a “instalação de sistema de informação ao público”, 500 mil euros para “videomonitorização” e 410 mil para “telecomando”. No total, para a electrificação da linha do Douro entre Marco de Canaveses e Peso da Régua, estão previstos 99,8 milhões de euros.

No que diz respeito à linha do Norte, as portarias autorizam a repartição de encargos relativos à renovação integral de via entre Ovar (Válega) e Espinho, no distrito de Aveiro, num montante de 12,2 milhões de euros. Dos quais 4,8 milhões para a fiscalização, 3,7 milhões para a “aquisição de travessas de betão bibloco TBBG para aplicação na empreitada” e 3,5 milhões para a “Aquisição de carril 54E1 e 60E1”.

As autorizações para repartição de encargos à IP estão sujeitas à “condição de ter financiamento europeu com candidatura aprovada”, não devendo a comparticipação pública nacional “ultrapassar um cofinanciamento de 31,02 % do contrato”, no caso das obras da linha do Douro, e 25,49% no caso da linha do Norte.

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O novo projecto para a classe média dos franceses Novaxia Investissement, o papel da TUU na obra do Metro Bus do Mondego, a requalificação da Vila de Muxima num projecto liderado pela Casais Angola na edição 465 do CONSTRUIR

A nova vida da Fábrica da Messa, em Sintra, as orientações da nova praça do Martim Moniz e as novas propostas para habitação a custos controlados em Almada, a alterações do novo projecto da Stone Capital para o Meco e as novas tendências dos sectores da Segurança e Saúde na edição 465 do CONSTRUIR. Mas há muito mais

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“Fábrica vai criar nova centralidade na Amadora

Neste que é o primeiro negócio do promotor francês, Novaxia Investissement, e que conta como parceiro e gestor de projecto o BNP Paribas Real Estate, o objectivo passa por criar habitação para a classe média

Novo projecto para a Fábrica da Messa custa 10 M€
O novo edifício municipal de Sintra foi projectado para dar resposta aos desafios do cowork, facilitar o contacto com a população e apoiar os serviços municipais

Casais Angola lidera requalificação de Muxima e construção de nova Basílica
Anunciado há uns anos, a requalificação da Vila de Muxima e a construção da nova basílica tiveram início em Julho. O consórcio responsável por esta primeira fase do projecto é liderado pela Casais Angola

TUU fiscaliza Linha do Hospital

A empresa de base tecnológica será responsável pela coordenação de segurança em obra e gestão ambiental e do património cultural. Esta importante etapa do Metro Bus irá ligar os concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã numa extensão de 42 quilómetros

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Dossier: Segurança e Saúde

As soluções de controlo de acessos são hoje utilizadas de forma regular e contam já com “uma gama interminável de aplicações”, sendo que a tendência será o rápido crescimento do mercado das fechaduras electrónicas inteligentes nos mais variados sectores. Mas não de uma forma isolada. Cada vez mais, as empresas actuam com soluções abrangentes com base na domótica e na IoT

Para mais informações contacte: Graça Dias | [email protected] | 215 825 436

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SCML promove empreitada de construção e reabilitação no centro de Lisboa

Empreitada a cargo da Gabriel Couto implica a construção de um novo edifício na Praça José Fontana e a ampliação de um já existente na Rua Sousa Martins. A arquitectura é da Promontório

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A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa vai avançar com o desenvolvimento de um novo projecto imobiliário localizado no centro de Lisboa, que implica a construção de um novo edifício na Praça José Fontana e a ampliação e recuperação de um imóvel já existente na Rua Sousa Martins. O projecto de arquitectura é da Promontório e a construção está a cargo da Gabriel Couto.

Ambas as empreitadas irão localizar-se muito perto. Neste sentido, o edifício de gaveto na esquina da Rua Sousa Martins com a Praça José Fontana será demolido para dar lugar a novo espaço de habitação. Já o número 22 da Rua Sousa Martins será alvo de reabilitação e ampliação para dar lugar a 32 novos apartamentos.  

De acordo com a SCML, este investimento insere-se numa estratégia de “valorização do património e adaptação às novas necessidades e expectativas da cidade de Lisboa e dos mercados”.

Com vasta experiência na área da reabilitação urbana e requalificação urbana, também a Gabriel Couto se congratula por desempenhar “um papel activo” no quadro do “dinamismo estimulante” que se tem verificado nos últimos anos, considerando “a construção deste novo empreendimento mais um desafio aliciante para a empresa”, afirma Daniel Costa, director comercial do Grupo.

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Matosinhos vai investir 85M€ em habitação até 2026

A Câmara Municipal de Matosinhos e a MatosinhosHabit estão a trabalhar num plano de investimentos que prevê canalizar cerca de 85M€ para a construção e requalificação de habitação social, arrendamento apoiado e programa municipal de apoio ao arrendamento.

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Em soluções habitacionais de promoção municipal, serão investidos 57,2 milhões de euros, onde será acrescido o valor investido no Programa Municipal de Apoio ao Arrendamento, cerca de 5 milhões de euros. Relativamente às soluções habitacionais de promoção privada, está destinada uma verba de 22,8 milhões de euros.

“A ambição política e a estratégia municipal, em matéria de habitação, não se restringe à Estratégia Local de Habitação. A perspectiva é mais ampla e enquadra-se no modelo de desenvolvimento municipal, que é multidimensional e persegue objectivos de abertura de oportunidades a todos os cidadãos, de valorização das pessoas e da identidade local, de gestão autárquica financeira, com propósito ambientalmente sustentável, de promoção do bem-estar e da qualidade de vida”, explica Manuela Álvares, presidente do Conselho de Administração da MatosinhosHabit EM.

A Estratégia Local de Habitação para Matosinhos tem previstas várias acções de forma a reforçar a intervenção do município na promoção do acesso à habitação, promover a coesão social, atrair e fixar residentes, qualificar o parque habitacional municipal, promover a qualificação e a coesão territorial e consolidar o modelo territorial municipal.

Este investimento prevê a reabilitação de 400 habitações sociais municipais devolutas para novos realojamentos ao abrigo do regime de arrendamento apoiado, bem como a construção de 384 novas habitações, distribuídas por cinco conjuntos habitacionais, em diferentes locais do município, para atribuição em regime de arrendamento apoiado, ao abrigo do regulamento municipal (São Gens, Estádio do Mar, Atriz Alda Rodrigues, Cruz de Pau e Guifões).
Estão ainda nos planos do município, a aquisição e reabilitação de prédios destinados a 105 habitações sociais (Flor do Infesta), para realojamento ao abrigo do regime de arrendamento apoiado e ainda reabilitação de cinco conjuntos habitacionais municipais, num total de 600 habitações abrangidas (Recarei, Custió, Ponte do Carro, Seixo II e Chouso).

A resposta autárquica à questão habitacional em Matosinhos passa também, pela reabilitação de 48 habitações, distribuídas por 3 conjuntos habitacionais não municipais, e de outras soluções habitacionais especificas tais como situações – sem abrigo, violência doméstica, autonomização de jovens que perfazem total de 109 agregados abrangidos.

Ainda no âmbito das acções previstas da Estratégia Local de Habitação, “destacamos no ano 2022 a reabilitação de 80 habitações municipais para realojamento, a aquisição de 2 prédios destinados à criação de 105 habitações sociais (Flor do Infesta) e início do processo de reabilitação, bem como a abertura de procedimento para a reabilitação dos 5 conjuntos habitacionais municipais atrás referidos (Recarei, Custió, Ponte do Carro, Seixo II e Chouso)”, refere Manuela Álvares.

Em fase de conclusão estão os projectos de arquitectura e especialidades para construção das 384 novas habitações referentes a São Gens, Estádio do Mar, Actriz Alda Rodrigues, Cruz de Pau e Guifões, bem como a reabilitação do Bloco J (Bairro dos Pescadores) de propriedade mista (cinco habitações municipais e três privadas).

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Smart Studio da Asprela adaptado a construção modelar pela dst

A opção pelo construção modular, quando o empreendimento já está numa fase avançada, é justificada pela necessidade de “optimizar um projecto orçamentado em 8,6M€” face ao aumento dos preços dos materiais de construção e garantir prazos de execução

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A construtora dst, empresa do dstgroup, levou a cabo a adaptação do projecto da Smart Studios Asprela, no Porto, para construção modular, já com a obra em execução, conseguindo, assim, garantir o cumprimento do prazo de execução da obra que estava condicionado por motivo de colisão com instalações existentes, bem como optimizar o custo fixo e reduzir os desperdícios e resíduos.

“Este projecto ambicioso e inovador, permitiu ainda controlar a qualidade e uniformização dos materiais, conjugando com o equilíbrio de logística de chegada dos materiais à obra. Dentro do projecto, foi adaptada a construção das 221 casas de banho do edifício em monoblocos, tendo o resultado superado todas as expectativas”, sublinha a construtora em comunicado.

O desafio foi optimizar um projecto orçamentado em 8,6 milhões de euros que, face a constrangimentos de prazos, causados pelas dificuldades que o sector da construção enfrenta, precisou de uma solução alternativa eficaz.
“Estudadas as hipóteses, e em conjunto com os vários parceiros de obra, a dst percebeu que único caminho seria o da construção modular. Esta solução, perfeita para dar resposta a muitos dos constrangimentos do sector da construção como a falta de mão de obra ou o aumento do preço dos materiais, permite construir em fábrica e montar onde não existe mão de obra ou onde a mão de obra é mais cara”, refere José Costa, director de produção da dst.

Além disso, o constante desenvolvimento de novos materiais permite o aumento da qualidade e variedade destas soluções modulares. Em termos gerais, “a construção modular envolve a produção de componentes padronizados do edifício numa fábrica externa e, em seguida, uma montagem no local final da obra”, conclui o mesmo responsável.

Recorde-se que o dstgroup tem neste momento um importante projecto de construção modular em curso, com o prestigiado arquitecto Norman Foster, que visa transformar o sector em Portugal. Consiste na criação de um Living Lab que irá desenvolver e promover soluções no campo da construção modular e pré‑fabricação, de modo a responder de forma eficiente às necessidades crescentes do mercado mundial. A concretização deste desafio representa uma área de construção de 4000 m2 e aproximadamente 100 unidades modulares habitáveis no campus do dstgroup, em Braga.

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Loures lança concurso para obra de controlo de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures

A Câmara Municipal de Loures aprovou o lançamento do concurso público simplificado, no valor de 5 M€ para a obra de controlo sustentável de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures, com o objectivo de controlar o risco de inundações

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A Câmara Municipal de Loures aprovou o lançamento do concurso público simplificado para a obra de controlo sustentável de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures, com o objectivo de controlar o risco de inundações nesta que está identificada como uma “zona crítica”.

Esta obra representa uma despesa superior a cinco milhões de euros e beneficiará de financiamento comunitário, no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos. Os trabalhos a desenvolver, que serão divididos em três lotes, têm um prazo de execução de 365 dias.

Com esta intervenção, a autarquia pretende, conforme se refere na proposta aprovada na reunião camarária, “garantir uma intervenção estrutural estratégica de controlo sustentável de cheias na várzea de Loures, numa extensão de cerca de 23 km e 18 linhas de água”.

Para tal, serão concretizadas três estratégias principais: redução do caudal afluente à zona crítica, promoção do escoamento rápido das áreas com riscos mais elevados e regulação do sistema fluvial.

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Universidade do Porto com investimento de 18,7 M€ para duas novas residências e requalificação de outras quatro

Com um apoio de 11,3 milhões vindos do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, o investimento vai trazer, até 2025, mais 205 novas camas para a cidade

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A maior fatia deste “plano ambicioso”, como lhe chama a U.Porto, são os 4,6 milhões de euros que serão aplicados numa nova unidade de alojamento a nascer na Rua da Boa Hora, no edifício que actualmente serve de sede ao Centro de Desporto da Universidade do Porto e também alberga salas de aulas da Faculdade de Belas Artes.

Serão 151 camas, número que, afirma a instituição, “vai permitir quadruplicar a oferta de alojamento no Polo I (Centro), actualmente limitado a 74 camas na Residência Aníbal Cunha e na Residência Bandeirinha”.

A segunda nova residência vai ficar na Viela da Carvalhosa, em Cedofeita, e vai somar 54 camas à oferta da Universidade. Com um financiamento de 1,5 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência, o edifício já se encontra em reabilitação e deverá estar concluído até Maio de 2023.

O financiamento do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior vai ainda disponibilizar cinco milhões de euros para a renovação das residências Alberto Amaral (1,5 milhões), Campo Alegre III (400 mil euros), Jayme Rios de Sousa (972 mil euros) e Novais Barbosa (2,3 milhões), totalizando o investimento sete milhões de euros.

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Grupo Meliá com novo hotel em Guimarães

O grupo Meliá Hotéis vai ter uma nova unidade de quatro estrelas superior em Guimarães. O novo hotel, cujo o projecto tem assinatura Pitágoras Group, terá capacidade para 129 quartos

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O empresário vimaranense Vítor Abreu chegou a acordo com o Grupo Meliá Hotéis para instalar em Guimarães um novo hotel de quatro estrelas superior com 129 quartos. A notícia foi avançada pelo jornal Guimarães Digital.

Esta nova e moderna unidade hoteleira será edificada no espaço das antigas instalações da garagem Joalpi, na Rua Dr. José Sampaio, abrangendo mais um edifício adjacente, recentemente adquirido para o efeito. O projecto de arquitectura tem a assinatura do Pitágoras Group.

As obras deverão começar em 2023 e estima-se que a construção esteja concluída até ao final de 2024.

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Turismo: Concluída 1ª fase do Programa Transformar

O apoio aos cinco projectos agora aprovados ascende a 775 mil euros, sendo o valor de investimento total previsto superior a 1,7 milhões de euros

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A análise das candidaturas à 1ª fase do Programa Transformar Turismo, aberta no início do ano, através das Linhas Territórios Inteligentes e Regenerar Territórios foi concluída no passado mês de Julho. O apoio aos cinco projectos agora aprovados ascende a 775 mil euros, sendo o valor de investimento total previsto superior a 1,7 milhões de euros.
Estes projectos, que vão desde a concretização de um marketplace multicanal na região Norte do País à aplicação de redes inteligentes no contexto do turismo de saúde e bem-estar, bem como na concretização de novas infraestruturas para o turismo náutico, assentam em estratégias sólidas de sustentabilidade nas dimensões económica, social e ambiental com impactos relevantes e mensuráveis na região onde se inserem, contribuindo deste modo para a concretização dos objetivos definidos no Plano “Reativar o Turismo. Construir o Futuro” e na Estratégia Turismo 2027.
Para Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Turismo, “estes projectos, agora apoiados, ajudarão à qualificação do destino turístico Portugal, promovendo não só a regeneração e reabilitação dos espaços públicos com interesse para o turismo, mas também a desconcentração da procura, a redução da sazonalidade e maiores índices de criação de valor – justamente o que queremos para esta indústria”.
Em resultado da análise das 47 candidaturas apresentadas, o Governo decidiu proceder a alguns ajustes nos Despachos Normativos que regulamentam o Programa e as Linhas que lhe estão subjacentes – Territórios Inteligentes e Regenerar Turismo. Assim, passará a ser possível a abertura de avisos específicos para a apresentação de candidaturas por concurso ou por convite, no contexto da valorização de produtos turísticos que, pela sua qualidade, singularidade e alinhamento com os desafios, objectivos e metas definidos nos referenciais estratégicos do sector, promovam o potencial turístico e o desenvolvimento sustentável do território.
Passará também a ser possível, em situações excepcionais e devidamente justificadas, a elegibilidade de promotores que, à data da candidatura, possuam mais de um projecto aprovado e ainda não concluído no âmbito do Programa Valorizar ou Programa Transformar Turismo.
O Programa Transformar Turismo pretende apoiar o investimento público e privado na qualificação de Portugal enquanto destino turístico. Conta com duas linhas de apoio, Territórios Inteligentes e Regenerar Territórios, e destina-se às entidades públicas e privadas do sector, preferencialmente agrupadas em projectos conjuntos, de rede ou em Estratégias de Eficiência Colectiva, que tenham como pano de fundo a valorização e inovação turística dos territórios através de projectos que estimulem actividades ou serviços de maior valor acrescentado ligados aos produtos turísticos de relevo, tais como turismo cultural e patrimonial, turismo natureza, turismo industrial, turismo literário, enoturismo e turismo gastronómico.
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