Edição digital
Assine já

Farto do barulho dos seus vizinhos?

Com a vida das pessoas centrada nas cidades é inevitável que os ruídos sejam uma constante na rotina do dia-a-dia. Há tantas fontes de ruído que o silêncio é hoje visto quase como um luxo. Mas não tem que ser assim, aliás não deve ser assim. O direito ao conforto é um direito constitucional descrito… Continue reading Farto do barulho dos seus vizinhos?

CONSTRUIR

Farto do barulho dos seus vizinhos?

Com a vida das pessoas centrada nas cidades é inevitável que os ruídos sejam uma constante na rotina do dia-a-dia. Há tantas fontes de ruído que o silêncio é hoje visto quase como um luxo. Mas não tem que ser assim, aliás não deve ser assim. O direito ao conforto é um direito constitucional descrito… Continue reading Farto do barulho dos seus vizinhos?

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Grupo Preceram

Grupo Preceram

Veja mais
Artigos relacionados
Vicaima equipa novo campus Le Roc da escola suiça “La Garenne”
Empresas
Setúbal prevê projectos de energias renováveis na ordem dos 35,5 M€
Engenharia
AMGEN escolhe MALEO do Saldanha para integrar Capability Center Portugal
Empresas
AJL reforça oferta graças à parceria com a Arrowhead Industrial Services
Empresas
EDP quer atrair mais mulheres para carreiras STEM com campanha global
Empresas
Placo apresenta gama Duragyp ao mercado nacional
Empresas
Sofia Tavares assume o departamento de Office Leasing da JLL
Imobiliário
PRR: abre apoios para a Transição Digital do Comércio e Serviços
Empresas
praça da cidade com pessoas a caminhar e um quiosque ao fundo
APEMIP regista crescimento do número de associados em 2021
Imobiliário
Sesimbra: MAP Engenharia conclui construção do condomínio Jardins do Mar (c/ galeria e vídeo)
Construção

Com a vida das pessoas centrada nas cidades é inevitável que os ruídos sejam uma constante na rotina do dia-a-dia. Há tantas fontes de ruído que o silêncio é hoje visto quase como um luxo. Mas não tem que ser assim, aliás não deve ser assim.

O direito ao conforto é um direito constitucional descrito na Constituição Portuguesa.

“Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.” (Artigo 65º da Constituição Portuguesa)

E o barulho NÃO traz conforto.

Mas afinal o que é o ruído? É um som sem interesse ou desagradável para quem ouve, que pode ser mais ou menos intenso e a sua propagação varia consoante o meio. Os sons são variações de pressão que podem ser detetadas pelo ouvido humano. O número de variações da pressão por segundo traduz a frequência do som e é expressa em Hertz (Hz). A gama audível pelos humanos é entre os 20Hz e 20000Hz.

Há muitos tipos de ruído, ruido ambiental (tráfego rodoviário, ferroviário, aéreo), ruídos associado a lazer (festivais musicais, fogo de artifício, etc.), ruídos associados a obras, ruídos de ocupação (cuja fonte é no interior das habitações), ruídos associados a situações profissionais e muitos outros… Mas todos causam incómodo.

Aliás, os impactos de alguns ruídos na saúde das pessoas, nomeadamente ao nível de distúrbios do sono, efeitos cardiovasculares nocivos, problemas ao nível da saúde mental, irritabilidade, dificuldades de compreensão e até aprendizagem são conhecidos e preocupantes. Em Portugal não se tem dado muita atenção a esta problemática ao contrário de outras, como a eficiência energética, que sido muito discutida e legislada. A dúvida coloca-se:

Será a energia mais importante que a saúde?

O impacto do ruído é grande na vida, conforto e saúde das pessoas.

Agora que já foi descrito o que é o som e o ruído, e quais alguns dos seus impactos é importante perceber como o som se propaga. Ou seja, as várias formas que o barulho tem para chegar até nós…

Afinal o que realmente podemos fazer para não ouvir mais os barulhentos vizinhos do andar de cima?

E… Não! Bater à porta do vizinho pela 10ª vez na mesma semana não é solução.

Só percebendo como se propaga o som, podemos evitar que este chegue até nós e nos incomode.

O som pode propagar-se de forma livre (sem obstáculos), e com a distância vai perdendo intensidade, ou propagar-se na presença de obstáculos. Quando existem obstáculos, como nas nossas habitações, o som divide-se em várias partes: uma parte é refletida, outra é absorvida e a outra atravessa a superfície e é transmitida.

 A reflexão numa superfície é diretamente proporcional à dureza do material dessa superfície.

Por exemplo em paredes de cimento, mármore, azulejos ou vidro o som refletido é quase 100% do som que incide na superfície. Assim, em locais com muita reflexão sonora é difícil entender as palavras que são pronunciadas, o que acontece por vezes em grandes igrejas ou salões.

 A absorção é a propriedade de alguns materiais em não permitir que o som seja refletido por uma superfície.

O som absorvido por uma superfície é a quantidade de som dissipado (transformado em calor). A dissipação da energia sonora por materiais absorventes depende fundamentalmente da frequência do som: normalmente, é grande para altas frequências, e pequeno no caso de baixas frequências.

Transmissão é a propriedade sonora que permite que o som passe de um lado para o outro de uma superfície continuando a propagar-se.

Fisicamente, o som ao atingir uma superfície faz com que ela vibre, transformando-a numa fonte sonora; assim, a superfície vibrante passa a gerar som na sua outra face e, portanto, quanto mais rígida e densa (pesada) for a superfície menor será a energia transmitida.

Este tipo de transmissão designa-se por transmissão por percussão (envolve elementos sólidos que permitem a transmissão). No entanto, também existe a transmissão de sons aéreos, nesse caso o som propaga-se pelo ar. A forma como isolamos acusticamente um edifício a estes dois tipos de transmissão é diferente.

Quando o som chega a nossa casa devemos preocupar-nos com a transmissão e absorção. Neste caso o objetivo é diminuir a componente transmitida e aumentar a parte do som absorvida.

É aqui que entram os materiais com propriedades acústicas. Estes materiais de elevado desempenho, se aplicados nos locais corretos, permitem reduzir significativamente os ruídos que chegam por transmissão (área e precursão).

A esta altura deverá estar a pensar, pois, pois…

Mas como é que eu resolvo a questão do barulho do vizinho do andar de cima?

Compreendendo o fenómeno de propagação é fácil perceber que o som passa pelos elementos estruturais e outros (como condutas, portas, etc.) e pelo ar.

Este é um caso difícil de resolver, pois os elementos de propagação não existem só no teto ou na parede…eles rodeiam a sua habitação.

Utilizar uma lã mineral (material absorvente) revestida com uma placa de gesso é provavelmente a melhor solução, já que permite a combinação dos dois produtos com desempenhos acústicos e a placa de gesso ainda permite fazer o acabamento final de forma simples.

A lã mineral é um dos isolamentos acústicos mais eficiente, pois tem um ótimo coeficiente de absorção sonora para frequências entre os 100Hz e 5000Hz que cobrem grande parte do som audível. Por outro lado, a estrutura e características, da placa de gesso permitem isolar os sons aéreos, refletindo-os.

Se precisar de ajuda contacte-nos. Podemos ajudar a identificar a fonte de ruído e apresentar uma solução de intervenção.

Não precisa de mudar de casa…

Artigos relacionados
Vicaima equipa novo campus Le Roc da escola suiça “La Garenne”
Empresas
Setúbal prevê projectos de energias renováveis na ordem dos 35,5 M€
Engenharia
AMGEN escolhe MALEO do Saldanha para integrar Capability Center Portugal
Empresas
AJL reforça oferta graças à parceria com a Arrowhead Industrial Services
Empresas
EDP quer atrair mais mulheres para carreiras STEM com campanha global
Empresas
Placo apresenta gama Duragyp ao mercado nacional
Empresas
Sofia Tavares assume o departamento de Office Leasing da JLL
Imobiliário
praça da cidade com pessoas a caminhar e um quiosque ao fundo
PRR: abre apoios para a Transição Digital do Comércio e Serviços
Empresas
APEMIP regista crescimento do número de associados em 2021
Imobiliário
Sesimbra: MAP Engenharia conclui construção do condomínio Jardins do Mar (c/ galeria e vídeo)
Construção
Empresas

Vicaima equipa novo campus Le Roc da escola suiça “La Garenne”

Para equipar os dormitórios, salas de aula, auditórios, corredores, salas de estudo e WC’s, foram aplicadas diversas unidades de Portaro de interior. No que respeita aos revestimentos, o Dekordor HD Cinza Garlic assume preponderância, bem como o vermelho Lacdor Extreme RAL3024 e o verde RAL6018

CONSTRUIR

A Vicaima foi a marca eleita para equipar o novo campus Le Roc da prestigiada La Garenne International School, localizado em Villars, na Suíça. Fundada em 1947, a La Garenne é uma instituição de ensino de referência administrada pela família Méan.

O Campus Le Roc, integrado na Senior School da La Garenne, é um edifício moderno e de última geração, perfeitamente adaptado às necessidades dos alunos do ensino secundário de hoje. Muitos dos alunos das mais de 35 nacionalidades que compõe a comunidade estudantil da La Garenne vivem no campus, em dormitórios modernos com vista para os Alpes Suíços.

Para equipar os dormitórios, salas de aula, auditórios, corredores, salas de estudo e WC’s, foram aplicadas diversas unidades de Portaro de interior – solução que integra porta, aro e acessórios numa peça única – bem como de Portaro Corta-Fogo 30 minutos, e Portaro Corta-Fogo e Acústicos de 33dB e 40dB respectivamente.

No que respeita aos revestimentos, o Dekordor HD Cinza Garlic assume preponderância, bem como o vermelho Lacdor Extreme RAL3024 e o verde RAL6018, que reflectem através das suas cores garridas a modernidade e jovialidade do Campus.

Todas as soluções Vicaima aplicadas nesta escola “respeitam os elevados padrões de segurança e comodidade desta instituição de ensino de renome mundial. As soluções técnicas com performances Corta-fogo e Acústicas integradas neste projecto são certificadas por entidades internacionais acreditadas, garantindo o máximo conforto e segurança a toda a comunidade escolar”, assegura a empresa.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Engenharia

Setúbal prevê projectos de energias renováveis na ordem dos 35,5 M€

A suspensão parcial do Plano Director Municipal possibilita a concretização de dois projectos para produção de energias renováveis: uma central fotovoltaica, de 24 megawatts de potência nominal com recurso a energia solar e uma central de produção de hidrogénio verde, com 7,23 megawatts e capaz de produzir 870,6 toneladas de hidrogénio verde por ano

CONSTRUIR

A suspensão parcial do Plano Director Municipal viabiliza a concretização de dois projectos para produção de energias renováveis no concelho de Setúbal, numa área com mais de 45 hectares e num investimento superior a 35,5 milhões de euros.

Em causa, está a implementação de uma central fotovoltaica, de 24 megawatts de potência nominal com recurso a energia solar e entrega total da produção à Rede Eléctrica de Serviço Público, e uma central de produção de hidrogénio verde, com 7,23 megawatts e capaz de produzir 870,6 toneladas de hidrogénio verde por ano.

O valor do investimento na central fotovoltaica ronda os 17,5 milhões de euros, enquanto na de central de produção de hidrogénio supera os 10,6 milhões de euros, comparticipados em 5 milhões de euros por fundos comunitários, através do PO SEUR, a que acrescem 7,4 milhões de euros para a execução da componente fotovoltaica que vai gerar a energia necessária para o respetivo funcionamento.

Publicidade


A área de implementação destes projectos totaliza 45,87 hectares na zona de Poçoilos, concelho de Setúbal, e compreende um conjunto de prédios rústicos e urbanos (uso industrial) classificados no PDM em vigor, datado de 1994, mas cuja regulamentação actualmente em eficácia impossibilita a concretização de ambos os projectos, pelo que a Câmara Municipal de Setúbal aprovou esta quinta-feira, dia 20 de Janeiro, em reunião pública ordinária, a suspensão parcial para a área abrangida, com adopção de medidas preventivas por esta ocupação estar de acordo com a revisão do PDM de Setúbal.

Embora o município de Setúbal já tenha aprovado em Setembro de 2021 a revisão do PDM, que incorpora e adequa na planificação do território respostas a várias problemáticas ambientais e climáticas da atualidade, tendo sido elogiado em diferentes quadrantes do país, o mesmo ainda não se encontra em vigor por estar pendente de ratificação do Governo.

O novo Plano Director Municipal já introduz “um regime-regra de localização e instalação de equipamentos para a produção ou ensaio de energias alternativas não poluentes em qualquer espaço do território municipal”, pelo que, sublinha a proposta aprovada, “estes projectos vão ao encontro dessa estratégia e permitirão contribuir para a prossecução dos interesses públicos em matéria energética e climática, constituindo uma mais-valia económica e um factor de desenvolvimento local”.

A presente deliberação, que será submetida a apreciação da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região de Lisboa e Vale do Tejo, para emissão de parecer, e posterior aprovação pela Assembleia Municipal, justifica-se, por se “verificar a alteração significativa das perspetivas de desenvolvimento económico e social local”.

De realçar que a central fotovoltaica tem potência de ligação atribuída pela Direção Geral de Energia e Geologia, que a central de produção de hidrogénio, devido à comparticipação comunitária, está sujeita à programação aprovada na candidatura, com início de execução definido para Junho.

A suspensão de um plano de âmbito municipal, por iniciativa da câmara municipal, no caso, o PDM de 1994 em vigor, “pode ser determinada quando se verifiquem circunstâncias excecionais resultantes de alteração significativa de desenvolvimento económico e social local ou de situações de fragilidade ambiental incompatíveis com a concretização das opções estabelecidas no plano”.

A proposta frisa, também, que estão reunidos, assim, os pressupostos necessários para a suspensão parcial do actual Plano Director Municipal, nomeadamente do n.º 1 do artigo 13.º, os artigos 14.º e 15.º do regulamento do PDM e a alínea a) do artigo 49.º do mesmo regimento.

Em paralelo, são aplicadas medidas preventivas, “com conteúdo material adequado e necessário para a salvaguarda dos interesses público a proteger com a suspensão do Plano”, ato que, reforça a proposta, salvaguarda o efeito útil do procedimento de revisão do PDM, que se encontra já em fase de ratificação.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

AMGEN escolhe MALEO do Saldanha para integrar Capability Center Portugal

Segundo a AMGEN, a ideia foi encontrar um local “adaptado ao nosso modelo de plena flexibilidade de trabalho, mas também colaborativo, capaz de estimular métodos inovadores, a cooperação entre equipas e a criatividade dos nossos colaboradores”

CONSTRUIR

Uma das maiores empresas especialistas em biotecnologia, a AMGEN, escolheu o centro Maleo do Saldanha para acolher o seu mais recente projecto de investimento em Portugal e aí integrar o seu Centro de Alta Competência.

Com uma dimensão total de 619 metros quadrados (m2), segundo a AMGEN “este espaço, corresponde totalmente às exigências da empresa quanto à flexibilidade, personalização e inovação”.

Segundo Daniel Campanha, general manager e site head do Amgen Capability Center Portugal, “esta escolha resulta da decisão da empresa em investir na implementação de um centro de alta competência em Lisboa. Nesse sentido, desafiámo-nos a encontrar um local no centro da cidade, com boas acessibilidades e transportes, adaptado ao nosso modelo de plena flexibilidade de trabalho e que, em simultâneo, fosse um espaço colaborativo capaz de estimular métodos inovadores de trabalho, a cooperação entre equipas, e a criatividade dos nossos colaboradores num ambiente de diversidade e multiculturalidade”.

Esta parceria resulta do investimento e da aposta da AMGEN em Portugal, ao seleccionar Lisboa para a instalação do Amgen Capability Center Portugal. Neste caso, não se trata de uma mudança de instalações, mas efectivamente de um investimento que a multinacional norte-americana está a realizar no nosso País, com a abertura e criação de raiz de um novo centro destinado a dar suporte à sua operação global.

Para a MALEO, é mais uma demonstração do seu papel desbloqueador, com soluções flexíveis e adaptadas a cada empresa, de acordo com o seu perfil, sempre numa óptica de parceria estratégica. Nesse sentido, aposta uma posição diferenciadora, atenta às tendências dos negócios e precursora na forma de estar e receber. A MALEO pretende assumir-se como uma anfitriã, procurada por organizações que querem personalizar a sua ocupação. Sempre com o objectivo de tratar de todos os aspectos logísticos do dia a dia (24horas/7 dias por semana), e assim deixar os clientes totalmente focados no desenvolvimento do seu modelo de negócio.

A MALEO traduz um conceito inovador em soluções de escritório, “criado a pensar no futuro dos espaços de trabalho, com uma oferta completa de serviços integrados e total flexibilidade para se ajustar às realidades e necessidades específicas de cada negócio”.

Conta actualmente com edifícios em cinco localizações na cidade de Lisboa (R. Castilho, Av. Liberdade, R. Mouzinho da Silveira, Parque das Nações e Saldanha), num total combinado de 12.000m2.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

AJL reforça oferta graças à parceria com a Arrowhead Industrial Services

A AJL oferece agora formação ao nível da Qualificação de Soldadores e Operadores de Soldadura; Procedimentos de Soldadura; Avaliação da Conformidade de Equipamentos sob Pressão e Transportáveis

CONSTRUIR

No ano em que completa 30 anos de atividade, a AJL, empresa do Grupo IEP, celebra uma parceria com a Arrowhead Industrial Services (AIS).

Com esta parceria, a AJL oferece agora ao mercado nacional um conjunto de soluções ao nível da formação, nomeadamente, Qualificação de Soldadores e Operadores de Soldadura; Qualificação de Procedimentos de Soldadura; Avaliação da Conformidade de Equipamentos sob Pressão e Avaliação da Conformidade de Equipamentos Sob Pressão Transportáveis.

Todos os serviços acima referidos estão no âmbito das Directivas PED e TPED, do código ASME (Estados Unidos), das marcas UKCA e Rho (Reino Unido) e dos regulamentos DOT (CFR49,Estados Unidos) e TC (B339 e B341,Canadá).

Na Europa, a Arrowhead é o Organismo Notificado para as directivas PED (Equipamentos sob Pressão, 2014/68/UE, marcação CE) e TPED (Equipamentos sob Pressão Transportáveis, 2010/35/CE, marcação π). Faz também a aprovação de recipientes sob pressão para veículos movidos a hidrogénio, segundo o Regulamento (CE) n.º 79/2009 e o Regulamento UNECE n.º 134, assim como de recipientes sob pressão para gás natural comprimido (GNC) usado como combustível em veículos, segundo o Regulamento UNECE n.º 110. Certifica ainda recipientes de gás NGV2 e HGV2.

Para o Reino Unido, a Arrowhead disponibiliza a certificação pela marca UKCA e efectua, ainda, certificações de acordo com os requisitos do DOT (Department of Transportation, Competente Authority for USA)) e do TC (Transport Canada, Competente Authority for Canada).

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

EDP quer atrair mais mulheres para carreiras STEM com campanha global

Profissões nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia ou matemática (STEM) ainda contam com pouca participação feminina. Através da campanha global #REBELSFORCHANGE a EDP pretende reforçar a presença de mulheres no grupo

O mercado de trabalho precisa de mais 136 anos para que o mundo atinja paridade de género, estima o Fórum Económico Mundial – um desequilíbrio que parece ainda mais vincado em áreas técnicas, como engenharia ou tecnologia, que mantêm uma forte predominância masculina.

A EDP está a lançar #REBELSFORCHANGE, uma campanha global para sensibilizar e promover a participação de mais mulheres em carreiras de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM, no acrónimo em inglês). Esta iniciativa global corre em paralelo com a própria ambição da EDP, que vai aumentar a representação feminina para, pelo menos, 30% até 2025.

“Queremos promover na EDP a participação feminina em funções nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia ou matemática e, desta forma, contribuir para despertar nas mulheres jovens a vocação para essas áreas. Temos essa responsabilidade com a sociedade e é um compromisso que assumimos”, explica Miguel Stilwell d’Andrade, presidente executivo da EDP. “Campanhas como esta são fundamentais para ajudar a eliminar obstáculos que impedem as mulheres de ter acesso a carreiras nestas áreas de conhecimento para fazer do mundo um lugar melhor e igualitário para todos”, reforça.

Tendo como símbolo um capacete branco, a campanha #REBELSFORCHANGE quer chamar a atenção para o tema da classificação das profissões por género, que ainda leva muitas tarefas a serem distinguidas como sendo típicas de homens ou de mulheres. Isso mesmo foi demonstrado numa experiência com crianças entre 4 e 12 anos de idade. Num espaço neutro, foram colocadas perante dois manequins, simbolizando um homem e uma mulher. Foi-lhes depois pedido que atribuíssem a cada um diferentes uniformes e instrumentos de trabalho, como um microscópio, uma bola de futebol ou um secador de cabelo. No caso do capacete branco, por exemplo, a maioria das crianças colocou-o no lugar do manequim masculino, evidenciando assim o estigma de uma área profissional onde as mulheres ainda são uma minoria.
Esta experiência é uma das iniciativas que integra o #REBELSFORCHANGE. Nos próximos três meses, a campanha prevê várias intervenções nas redes sociais do grupo EDP, incluindo testemunhos de colaboradoras em carreiras técnicas na empresa e outras acções.

O principal objectivo da campanha é abrir o debate e levar o tema a um público mais alargado, em especial às jovens que podem aspirar a uma carreira STEM, promover acções de sensibilização em várias escolas e demonstrando as oportunidades profissionais que podem surgir nestas áreas, incluindo a EDP. Aliás, será possível candidatarem-se em algumas dessas áreas através de um site EDPR específico criado durante esta campanha.

Com esta iniciativa, a EDP continua a reforçar o seu empenho na valorização do papel das mulheres no mercado de trabalho, incluindo, para aquelas que desenvolvem carreiras na área STEM. Além disso, a empresa compromete-se com uma cultura corporativa de diversidade e inclusão, a qual tem sido reconhecida a nível global – exemplo disso é a integração, pelo segundo ano, no conceituado Índice de Igualdade de Género da Bloomberg.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

Mais artigos
Empresas

Placo apresenta gama Duragyp ao mercado nacional

As hidrófugas, as placas são resistentes a impactos, com grande capacidade de carga, capazes de melhorar o isolamento acústico e, ainda, resistência ao fogo

CONSTRUIR

A humidade continua a ser um problema comum das casas portuguesas. Fazendo jus ao propósito da Saint–Gobain “Making The World a Better Home”, a marca Placo lança no mercado nacional a gama de placas Duragyp. As placas hidrófugas (H1), resistentes a impactos e com grande capacidade de carga, são, ainda, capazes de melhorar o isolamento acústico dos edifícios. Esta gama oferece ainda uma opção resistente ao fogo, sendo classificada como tipo A1 – incombustível.

Toda a gama Duragyp inclui a tecnologia Activ’Air que transforma a poluição do ar interior em compostos inertes não prejudiciais à saúde, tecnologia com duração de pelo menos 50 anos.

As placas Duragyp adaptam-se a diversos tipos de utilização e aplicação estando aptas para tectos, divisórias e revestimentos, tanto em obra nova como em reabilitação. A gama Duragyp foi desenvolvida para ser polivalente e permitir o uso de apenas um tipo de placa em todo o projecto de qualquer sector, desde o habitacional ao hoteleiro ou comercial.

Toda a informação sobre estas soluções está disponível no “Guia de Novidades – Placas de Gesso”, um documento sobre as placas de gesso lançadas pela marca. No documento é possível encontrar informação sobre a Tecnologia Activ’Air, a Gama Duragyp, a Lisaplac, a 4PRO Activ’Air, mas também, sobre a Habito, a Aquaroc Light e a Glasroc X Load Bearing. Este Guia aborda ainda a colagem de cerâmica e pedra em placas de gesso laminado.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Sofia Tavares assume o departamento de Office Leasing da JLL

A JLL anuncia alterações no Departamento de Leasing Markets Advisory. Sofia Tavares, Head of Tenant Representation desde 2020, assume agora também a posição de Head of Office Leasing

CONSTRUIR

(Na imagem Sofia Tavares e Mariana Rosa)

A JLL anuncia alterações no Departamento de Leasing Markets Advisory. Sofia Tavares, Head of Tenant Representation desde 2020, assume agora também a posição de Head of Office Leasing. Liderado por Mariana Rosa, este departamento centraliza toda a actividade de agência e comercialização de imóveis não residenciais, incidindo sobre os segmentos de escritórios, retalho e industrial & logística.

O negócio focado no mercado de escritórios passa agora a ser liderado por Sofia Tavares, que reportará a Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory. Esta área vai abranger a representação de ocupantes (Tenant Representation) e a comercialização de imóveis de escritórios em representação de proprietários (Office Leasing). Sofia Tavares liderará uma equipa de 9 consultores distribuídos em Lisboa e Porto. Os segmentos de retalho e industrial & logística continuam a ser liderados directamente por Mariana Rosa.

“Queremos consolidar a nossa liderança neste segmento e estar sempre, de forma destacada, na linha da frente da resposta às necessidades, quer de ocupantes, quer de proprietários de escritórios, o que é especialmente importante neste momento de transformação que o mercado enfrenta”, sublinha a nova responsável.

“Esta transformação é visível na forma como ocupamos o espaço e no papel que as instalações passaram a ter na captação e retenção de talentos. Isto, a par das novas exigências de sustentabilidade e digitalização, influencia a atividade ocupacional e é claro que quer ocupantes como os proprietários e promotores enfrentam novos desafios aos quais é urgente adaptarem-se. Da nossa parte, é absolutamente crucial termos uma equipa que possa dar resposta, de forma célere, eficaz e qualificada, aos nossos clientes na área de agência e na área de soluções corporativas. Não tenho dúvidas de que a liderança integrada da Sofia nos dará uma vantagem competitiva forte neste mercado”, sublinha, por sua vez, Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory.

Sofia Tavares ingressou na JLL em 2014, integrando o departamento de Corporate Solutions na posição de consultora sénior. Sempre ligada ao negócio de escritórios da consultora, assumiu em 2020 a posição de Head of Tenant Representation, com a qual acumula agora também o cargo de Head of Office Leasing. É licenciada em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, tendo iniciado o seu percurso profissional em 2007 na Teixeira Duarte, de onde transitou para integrar a equipa da JLL.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
praça da cidade com pessoas a caminhar e um quiosque ao fundo
Empresas

PRR: abre apoios para a Transição Digital do Comércio e Serviços

Esta medida destina-se a autarquias, associações empresariais ou consórcios formados por associações empresariais e autarquias e tem uma dotação global de 52,5M€ destinada à constituição de, pelo menos, 50 Bairros Comerciais Digitais

CONSTRUIR

Arrancou a fase de manifestações de interesse de uma das medidas de apoio, dirigida ao sector do Comércio e Serviços, incluída na componente Empresas 4.0 do âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), financiado pelo fundo europeu Próxima Geração UE – Next GenerationEU.

A medida tem uma dotação global de 52,5 milhões de euros destinada à constituição de, pelo menos, 50 Bairros Comerciais Digitais, que integram a componente Empresas 4.0 e visam o apoio à incorporação de tecnologia nos modelos de negócio das empresas.

Este programa possibilitará o acesso a diferentes tipologias de investimento, numa combinação entre proximidade e incorporação tecnológica, podendo os projectos incidir sobre o espaço físico e urbano, mas também recorrer a modelos de intervenção baseados em tecnologia digital, o que se afigura importante para a promoção da competitividade e resiliência destes sectores e dos territórios onde se inserem.

Esta primeira fase vai decorrer entre 24 de Janeiro e as 19h00 do dia 31 de Março de 2022, estando mais informações disponíveis aqui.

Sob a forma de subvenção a fundo perdido, esta medida destina-se a autarquias, associações empresariais ou consórcios formados por associações empresariais e autarquias, sendo valorizada esta última tipologia de candidatura.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

APEMIP regista crescimento do número de associados em 2021

Entre o período de Janeiro a Novembro de 2021, a associação registou 128 novos associados e um crescimento de 75%, em comparação com o mês de Novembro de 2020

CONSTRUIR

Apesar do sector imobiliário ter sido um dos mais resistentes perante a pandemia, a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) está na linha da frente na defesa dos interesses deste sector.

Fazendo face ao período que se vive, a a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) terminou o ano de 2021 com um crescimento no número de associados. Entre o período de Janeiro a Novembro de 2021, a associação registou 128 novos associados e um crescimento de 75%, em comparação com o mês de Novembro de 2020, informou em comunicado.

Numa análise às várias regiões que constituem a APEMIP, destaque para um aumento de cerca de 90% dos associados sediados nos arquipélagos nos Açores e Madeira.

Estes números mostram como a mediação imobiliária tem dado a resposta ao mercado, que perante todas as adversidades, tem conseguido superar as expectativas das agências relativamente ao número de transacções alcançadas no final do ano de 2021.

Para que a profissionalização de toda a fileira da mediação seja uma realidade já em 2022, a APEMIP apresentou vários contributos para consideração nas alterações à Lei que regula a actividade de Mediação Imobiliária, junto do IMPIC, nomeadamente,  no sentido de melhorar a regulamentação afeta este sector, como por exemplo, no âmbito do licenciamento, formação profissional, fiscalização e deontologia.

Também no caminho da profissionalização da actividade da mediação imobiliária, a Academia de Formação da APEMIP apresentou, em 2021, números muito positivos. No total recebeu 2465 formandos e realizou 58 acções de formação, com especial destaque para a formação de Branqueamento de Capitais e para a nova formação de Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API).

Nos próximos meses, serão lançadas as formações de AGI (Agente Imobiliário), Avaliação Imobiliária e Sustentabilidade.

“Para que a actividade da mediação imobiliária seja ainda mais profissional, é dever da APEMIP continuar a apostar na formação dos seus agentes e consultores. A transparência, a ética e a deontologia têm de fazer parte integrante desta atividade e a associação está empenhada em elevar a profissão do agente imobiliário”, avança Paulo Caiado, presidente da APEMIP.

Além do rebranding da marca e aposta nos canais digitais, através de uma comunicação mais moderna, a APEMIP pretende continuar a alcançar novos associados. É importante para a APEMIP ouvir diferentes perspectivas, conseguir gerar valor e contribuir para que o sector da mediação imobiliária continue a manter a boa reputação que alcançou até hoje.

Neste sentido, a Associação tem previsto marcar presença no SIL 2022 e, no final do ano, juntamente com a APCMC, está também a planear um salão imobiliário no norte, que se realizará na Exponor, no Porto.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

Sesimbra: MAP Engenharia conclui construção do condomínio Jardins do Mar (c/ galeria e vídeo)

Diogo Guerra Abecasis, cofundador e administrador da MAP Engenharia, explica em primeira mão ao CONSTRUIR que “este foi sem dúvida um projecto residencial diferente e muito desafiante, dos demais construídos pela MAP”

CONSTRUIR

Estão concluídos os trabalhos de construção do mais recente empreendimento, uma obra promovida pela CETIM e cuja construção esteve a cargo da MAP Engenharia.

O condomínio Jardins do Mar, desenhado pelo atelier Fragmentos, é constituído por 28 apartamentos de luxo, de tipologias T2 e T3 e áreas entre os 90 e os 200m2, distribuídos por 7 pisos, que se desenvolvem ao longo da encosta. A obra, que se distingue pela proximidade à praia e pelo seu design e arquitectura moderna, está marcada por acabamentos de alta qualidade, com amplos terraços ou jardins, “com uma incrível luminosidade e vista para o mar, bem como arrecadação e estacionamento subterrâneo privativo”.

Diogo Guerra Abecasis, cofundador e administrador da MAP Engenharia, explica em primeira mão ao CONSTRUIR que “este foi sem dúvida um projecto residencial diferente e muito desafiante, dos demais construídos pela MAP. Desde vários imprevistos relacionados com as condições do Edifício existente, à sua localização geográfica, só foi mesmo possível atingir este resultado final, de alta qualidade,
graças ao excelente trabalho realizado por todas as equipas envolvidas neste projecto ao longo de todo o processo.”

Publicidade


Para Michael Van Cutsem, Project Manager da CETIM, empresa que lidera a operação e da qual fazem igualmente parte investidores belgas, mostra-se igualmente orgulhoso por “este projecto de revitalização de um edifício abandonado, que conferia uma má imagem à vila de Sesimbra. Hoje, a qualidade e a originalidade do novo edifício destacam-se de uma forma muito positiva na região. Estamos satisfeitos por termos sido capazes de vender todas as fracções disponíveis, muito em particular graças à criação de um apartamento modelo,
que permitiu aos compradores projectar o seu futuro apartamento enquanto o edifício estava a ser construído.”

Por sua vez, o arquitecto Pedro Silva Lopes, sócio do atelier Fragmentos, acrescenta que “este foi um projecto muito desafiante, partindo de uma pré-existência construída na transição das décadas 80 e 90, que, apesar de concluída, nunca tinha sido utilizada, tendo sido vandalizada até um estado de degradação próximo da ruína”. Segundo o autor do projecto, “tirámos partido de uma estrutura existente e alterámos a lógica de organização das fracções, para uma organização horizontal, que tirou partido dos espaços exteriores e da fantástica vista de mar. Transformámos pequenos apartamentos, entre corredores, em menos unidades e maiores com terraços generosos, explorando o espaço exterior, a sua vivência e a vista de mar. Do projecto à obra foi um processo complexo, mas o resultado final enche o atelier de orgulho, bem como o árduo trabalho de todos os envolvidos, desde o Promotor, Projectistas e Empreiteiro Geral.”

Já para Carlos Oliveira, director geral da DDN, empresa responsável pela fiscalização dos trabalhos, “esta foi uma obra que iniciou em 1991 com outro Promotor, esteve inacabada cerca de 33 anos e foi agora concluída com um padrão completamente novo, que atende aos desafios actuais, graças às Equipas de excelência envolvidas.”

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector da construção, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias da Construção em Portugal. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.