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Arquitectura

Projecto ESCOLAS: Complexidade e Interpretação debatem “Humanidades”

Iniciativa acontece na Casa da Arquitectura, no âmbito do ciclo de conversas PLURAL, que assinala o 2º momento de reflexão do projecto ESCOLAS

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Iniciativa acontece na Casa da Arquitectura, no âmbito do ciclo de conversas PLURAL, que assinala o 2º momento de reflexão do projecto ESCOLAS

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A Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP) e a Casa da Arquitectura organizam o ciclo de conversas PLURAL, que assinala o segundo momento de reflexão e difusão do projecto de investigação ESCOLAS: Complexidade e Interpretação, sediado no Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo (CEAU-FAUP).

A primeira conversa – “Humanidades” – acontece  esta quarta-feira, 30 de Outubro, às 18h00, na Casa da Arquitectura e tem como convidados Justino Magalhães (professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e historiador da Educação), Maria de Lurdes Rodrigues (reitora do ISCTE-IUL e antiga ministra da Educação), Mendo Castro Henriques (professor da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Lisboa, filósofo e político), Paula Torgal (arquitecta, professora e presidente da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos) e Pedro Teixeira (professor associado com Agregação da Faculdade de Economia da U.Porto e director do CIPES – Centro de Investigação de Políticas do Ensino Superior). A moderação vai estar a cargo da jornalista da RTP, Sandra Pereira.

A introdução à sessão será feita por Nuno Sampaio, director executivo da Casa da Arquitectura, e André Santos, coordenador do projecto, que apresentará o projecto ESCOLAS: Complexidade e Interpretação e, em particular, os objectivos do Ciclo de Conversas e o sentido do debate Humanidades.

Neste sentido, a conversa “Humanidades” pretende contribuir para a reflexão em torno da importância da arquitectura no contexto da educação, colocando no centro do debate os utilizadores dos espaços escolares – alunos, docentes e pessoal administrativo e auxiliar. Com este debate, espera-se demonstrar o importante contributo da arquitectura na qualificação escolar, cultural e profissional da população, e na qualificação social e económica do território.

Na perspectiva de revisitar e debater a importância da reabilitação arquitectónica nas escolas secundárias, pretende-se promover um diálogo que, assente nas práticas e no campo disciplinar da arquitectura, potencie o conhecimento, envolvendo as dimensões políticas, pedagógicas, culturais, económicas e sociais.

O ciclo de conversas PLURAL prossegue nos dias 27 de Novembro de 2019 e 29 de Janeiro, sempre às quartas-feiras, na Casa da Arquitectura.

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Cooperativas ou como a arquitectura pode ser uma ferramenta “para intervir de maneira crítica em ambientes locais”

Serão as cooperativas de habitação uma solução para a escassez da habitação em Portugal? A pergunta foi o ponto de partida para mais uma conferência realizada no âmbito do ciclo Campo Comum, da Trienal de Arquitectura de Lisboa

Cidália Lopes

Através de exemplos de peso que nos chegam da Catalunha e de Zurique, fomos saber de forma é que o modelo cooperativas de habitação, seja através de um sistema multiforme ou directo, pode dar resposta às problemáticas económicas, urbanísticas, sociais e políticas que têm vindo a deteriorar as condições habitacionais das populações residentes em contexto urbano, nomeadamente nos grandes centros urbanos como Lisboa e Porto onde a especulação imobiliária exerce uma pressão tão grande que não permite que outros sistemas de habitação possam desenvolver-se.

A pergunta “Serão as cooperativas de habitação uma solução para a escassez da habitação em Portugal?” foi o ponto de partida para mais uma conferência realizada no âmbito do ciclo Campo Comum, da Trienal de Arquitectura de Lisboa, com curadoria de Diana Menino e Felipe de Ferrari e que teve lugar no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém.

O desenvolvimento destes modelos de habitação extrapola, também, em muito o conceito de arquitectura. Há aqui uma intervenção social e económica, até porque o trabalho destes projectos não se esgota na sua conclusão fisica, mas continua diariamente atráves da comunidade que nela reside.

“Usar a arquitectura como ferramenta para para intervir de maneira crítica em ambientes locais” é desta forma que Cristina Gamboa vê o seu é o trabalho, cujo resultado será sempre a “transformação social”. Mas não só. O trabalho com a comunidade, no sentido de alcançar “uma transição para a sustentabilidade da maneira mais ampla possível: política, social, económica e ambiental”.

A problemática com a habitação e a especulação imobiliária é também, desde há vários anos, a principal preocupação de Andreas Hofer, promotor de projectos cooperativos como o Kraftwerk1, que reúne já 700 moradores e 232 apartamentos. e o mehr als wohnen (mais do que habitar), ambos em Zurique.

Cooperativas é a segunda conferência do terceiro e último ano do ciclo Campo Comum (2020-2022), que arrancou no passado mês de Março com uma primeira sessão sobre Espaço Colectivo e com a presença em Portugal de Markus Bader, do atelier Raumlaborberlin, Leão de Ouro da 17.ª Bienal de Arquitectura de Veneza, e de Alain Trévelo, co-fundador do atelier parisiense TVK. Campo Comum convoca figuras internacionais em sessões duplas, para olhar para a arquitectura como imperativo de mudança. O ciclo encerra com a conferência Coexistência, a 25 de Maio.

BIO

Cristina Gamboa é arquitecta e professora. Estudou na ETSAB e na Universidade de Estugarda. É co-fundadora da Lacol, uma cooperativa de 14 arquitectos, estabelecida em 2014 em Barcelona, que se foca na investigação de abordagens participativas para o design e no desenvolvimento de habitações cooperativas e políticas habitacionais, testadas em projectos em curso. Actualmente lecciona na AA (MPhil em Arquitectura e Design Urbano – Cidades Projectivas) e na ETSAB. O trabalho colectivo da cooperativa tem sido reconhecido e exibido local e internacionalmente, incluindo o Prémio de Arquitectura da Cidade de Barcelona em 2018, o Prémio do Grupo Zumtobel atribuído à cooperativa ‘La Borda’ em 2021, o Prémio Moira Gemmil em 2021 (prémio feminino atribuído pela The Architectural Review), estando ainda indicada para o Prémio EUMies de 2022.

Andreas Hofer estudou Arquitectura no Instituto Suíço para a Tecnologia em Zurique. Em 2018, foi eleito director da Exposição Internacional de Construção em Estugarda (IBA 27). Em Zurique, foi sócio do atelier de planeamento e arquitectura Archipel. Trabalhou principalmente como consultor e promotor de projectos de habitação cooperativos inovadores como o Kraftwerk1 e o mehr als wohnen (mais do que habitar), escreve regularmente sobre desenvolvimento urbano e problemas de habitação, é membro em júris de competições de arquitectura e lecciona em várias universidades.

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Cidália Lopes

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Portugal Railway Summit 2022

A PFP – Plataforma Ferroviária Portuguesa, Cluster da Ferrovia, volta a organizar o “Portugal Railway Summit”, nos dias 16 e 17 de Maio de 2022, no Terminal de Cruzeiros de Leixões, Matosinhos

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A PFP – Plataforma Ferroviária Portuguesa, Cluster da Ferrovia, volta a organizar o “Portugal Railway Summit”, nos dias 16 e 17 de Maio de 2022, no Terminal de Cruzeiros de Leixões, Matosinhos.

Num contexto de grande expectativa quanto ao futuro do sector Ferroviário, este evento terá como foco os planos de investimento que se avizinham e os desafios ecológicos que é preciso enfrentar, proporcionando a discussão de prioridades e a apresentação de novas perspectivas de inovação ferroviária.

Ao longo dos dois dias de encontro terão lugar seis painéis. O primeiro dia será dedicado ao tema “Investimentos Nacionais e Internacionais” e às “Inovações e Desafios Tecnológicos”. No dia 17 de Maio a “Intermodalidade” e o “Fórum de Clusters” dominaram os trabalhos. O segundo dia do encontro reserva ainda tempo para as pitching sessions e interacção B2B.

O Portugal Railway Summit, é o fórum de discussão anual das tendências do sector Ferroviário, e local privilegiado para a criação de oportunidades de negócio e parcerias estratégicas focadas nos tópicos definidos pelo ERRAC, e pela Agenda Estratégica de Investigação e Inovação Ferroviária (SRIA), “RAIL 2030 – Research and Innovation priorities”: Digitalização, Automação, Nova Mobilidade Soluções, Mobilidade Mais Verde e Sustentável. Ferrovia, a espinha dorsal da Mobilidade 2030.

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Metro de Lisboa investe na acessibilidade das estações

Com um investimento de 1,08M€ a intervenção na estação Entre Campos insere-se num plano mais vasto de modernização da rede do Metropolitano de Lisboa. Em Maio a intervenção estende-se à Cidade Universitária. A empreitada foi adjudicada ao consórcio do Grupo Domingos da Silva Teixeira, SA/Efacec em 2021 e vai custar 2,56 M€

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A estação Entre Campos do Metropolitano de Lisboa passou a dispor de três elevadores que permitem fazer a ligação entre a superfície e o átrio da estação, e entre o átrio e o cais de embarque, dotando a estação de acessibilidade plena e permitindo o acesso a clientes com mobilidade reduzida.

Os novos elevadores átrio/cais localizam-se no átrio Sul da estação (átrio de interface com a CP). O ascensor átrio/superfície fica localizado junto aos terrenos da antiga Feira Popular.

Com um investimento de 1,08 milhões de euros a intervenção na estação Entre Campos insere-se num plano mais vasto de adaptação e modernização da rede do Metropolitano de Lisboa e englobou, igualmente, a eliminação de todas as barreiras arquitectónicas através da adaptação de zonas de escadas a rampas, e a adaptação de instalações sanitárias a pessoas com mobilidade reduzida.

Inserida numa empreitada de execução de intervenções para a garantia de acessibilidades a pessoas de mobilidade reduzida que inclui, também, a estação Cidade Universitária, foi adjudicada ao consórcio do Grupo Domingos da Silva Teixeira, SA/Efacec em Junho de 2021, por um investimento global de 2,56 milhões de euros. Para o mês de Maio prevê-se a conclusão da empreitada na estação Cidade Universitária.

Este contrato insere-se num vasto plano de adaptação e modernização que o ML tem vindo a concretizar, no âmbito do Plano Nacional para a Promoção da Acessibilidade, tendo em vista alcançar o princípio de “Acessibilidade e Mobilidade para Todos” estabelecido no Decreto-lei nº 163/2006, de 8 de Agosto.

O Metropolitano de Lisboa tem como uma das suas prioridades estender a toda a rede a eliminação das barreiras arquitectónicas. A plena acessibilidade para pessoas de mobilidade reduzida implica o desenvolvimento de um programa que impõe a adaptação de estações antigas que não foram originariamente projectadas para o efeito.

A implementação actualmente em curso prevê que até 2025 o Metro de Lisboa tenha 52 estações com acessibilidade plena. Com as intervenções nas estações Entre Campos e Cidade Universitária concluídas no corrente ano, o ML passará a ter 43 estações dotadas de acessibilidade plena, o que corresponde a 76,8% da totalidade das estações da rede.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável numa óptica de plena acessibilidade, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.

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Eurofred marca presença no CIAR 2022

Com o mote “Actuar hoje pelo amanhã”, o evento é uma organização da EFRIARC, em conjunto com o LNEC e a Casa da América Latina e acontece de 4 a 6 de Maio

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A Eurofred vai marcar presença, pela primeira vez, no XVI CIAR 2022 (Congresso Iberoamericano de Ar Condicionado e Refrigeração), que irá ter lugar de 4 a 6 de Maio de 2022, no Centro de Congressos do LNEC. O evento visa promover o conhecimento, debate técnico e científico nos domínios do aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração envolvendo investigadores, académicos e profissionais e reúne profissionais de engenharia, fabricantes, decisores políticos, autoridades governamentais, investigadores e académicos de vários locais do mundo.

A presença da Eurofred no evento reforça o papel da companhia nas áreas de sustentabilidade correlacionado com as soluções e tecnologias que disponibiliza. Com uma presença na área expositiva do congresso, a Eurofred junta-se ao debate sobre a qualidade do ambiente indoor e refrigeração onde o ar condicionado está no centro do desenvolvimento sustentável.

Segundo, Santiago Perera, Iberia & Latam business director da Eurofred “a nossa presença no CIAR 2022 vem comprovar a nossa aposta e compromisso no desenvolvimento de soluções de alto desempenho e sustentáveis que respondam a compromissos ambientais e a políticas de CSR que enquanto entidade nos obrigamos a cumprir”.

Em média, passamos 90% do nosso tempo em espaços interiores e estes, segundo a OMS, estão 5 a 10 vezes mais contaminados que o exterior. Neste âmbito, a Eurofred apresentou o Split de parede AGIO da Daitsu que dispõe de um sistema específico de purificação do ar que inclui 3 filtros – antipó, foto catalítico e multifunção – capazes de reter pó, odores, bactérias e vírus. O equipamento conta ainda com a função de purificação Cold Plasma, que decompõe os elementos patogénicos (vírus ou bactérias) através de descargas elédtricas nas moléculas do ambiente. O resultado é um ar interior mais limpo e saudável.

O novo Split AGIO da Daitsu utiliza o novo gás refrigerante R32, muito mais eficiente e sustentável. Entre as suas principais características: o seu potencial de aquecimento global (GWP) representa um terço em relação aos actuais modelos com gás R410A; a temperaturas exteriores baixas, consome menos energia e emite menos emissões; é um gás 100% puro, muito mais barato e fácil de reciclar; os equipamentos utilizam menos 30% de carga de gás e, por ser ecológico, tem uma carga fiscal mais baixa e a sua manutenção em caso de fuga é 3 vezes menor.

Na oferta de purificação, a Eurofred apresenta, ainda, a gama Purifier, de reduzidas dimensões que elimina germes, partículas e odores de forma fácil e cómoda. Com uma cobertura de espaços até 20 m2 (CADR 118) e até 55 m2 (CADR 420), dispõe de filtragem de elevada eficiência, e inclui pré-filtro e filtro de carbono ativo. Ambos contam com filtro HEPA que consegue captar e reter partículas iguais ou superiores a 0,3 micras de diâmetro com 99,97% de efectividade.

Ainda no que diz respeito à sustentabilidade e politicas de CSR, a empresa tem como objectivo apagar a pegada de carbono, “como um exemplo essencial e tangível do respeito pelo ambiente”. Neste sentido, “todos os anos são calculados e compensados 100% das emissões de CO2 ao plantar árvores em áreas danificadas pelo fogo como parte do compromisso da marca com o planeta”.

A marca tem como política reduzir as suas emissões e nesse sentido está já a trabalhar na substituição de veículos antigos por uma frota de carros híbridos e elétricos. Também tem vindo a implementar a utilização de luzes LED nos escritórios bem como, a utilização de materiais reciclados.

“Aos dias de hoje, a Eurofred contribuiu para a reflorestação de um total de 79 hectares com 61.600 árvores plantadas, absorvendo 4.800 toneladas de CO2. Em Portugal, e graças às acções de reflorestação realizada até à data na zona de Abrantes, há já compensação das suas emissões até 2036”, reforça.

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Edifício Berna 54 vendido por 15 M€

Edifício foi adquirido por um investidor institucional português ao fundo CCP 5 da Tristan Capital Partners. Operação foi assessorada pela Worx e JLL

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Um investidor institucional português adquiriu ao fundo CCP 5 da Tristan Capital Partners o edifício situado no número 54 da Avenida de Berna, em Lisboa. Com uma área bruta de 3.825 m2 e 124 lugares de estacionamento, o edifício está actualmente ocupado a 100% pela Cofidis e Prosegur. Localizado em frente à Fundação Calouste Gulbenkian, este activo encontra-se entre o Campo Pequeno e a Praça de Espanha, beneficiando de boas acessibilidades viárias e de transportes.

Para o sucesso da transacção, a Tristan Capital Partners, que havia adquirido o edifício em 2019, com a assessoria da JLL, contou com o apoio da Norfin, o seu parceiro operacional em Portugal. “Inicialmente, o objectivo para este edifício era realizar uma obra de reabilitação dos espaços comuns e de outras áreas e lançar no mercado de arrendamento. No entanto, surgiu uma excelente oportunidade de alienação que acabou por concretizar-se com sucesso”, explica Daniel Lopes, manager da Norfin.

Neste transacção, a Tristan Capital Partners, foi assessorada pela Uría Menendez e novamente pela JLL nas vertentes jurídica e comercial, respectivamente. Por parte do comprador, a operação contou com a assessoria da Worx Real Estate Consultants, naquele que é considerado “um dos negócios de maior relevo no sector dos escritórios em Lisboa, no primeiro trimestre do ano”.

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Vicaima lança nova linha de design de interiores para profissionais

O Spalted maple, Terrazo amber e Antique Patina, as três principais colecções Vicaima Infinity oferecem uma multiplicidade de inspirações, com recurso a madeira, metal ou pedra

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Com o objectivo de “colocar ao dispor dos profissionais um espetro ilimitado de opções nos diferentes momentos do processo criativo”, a Vicaima acaba de lançar uma nova marca, a Vicaima Infinity.

Através de uma produção tecnologicamente avançada, a Vicaima Infinity assegura a criação de designs e acabamentos personalizados, em diferentes superfícies e texturas, com diferentes opções de acabamento que vão desde o mate, ao satin e ao alto brilho.

Paralelamente, para os profissionais que procuram uma visão sobre as últimas tendências, as três principais colecções Vicaima Infinity oferecem uma multiplicidade de inspirações. Com recurso a madeira, metal ou pedra, a marca proporciona uma experiência imersiva que inclui, entre outras opções, o Spalted maple, Terrazo amber e Antique Patina.

A diferenciação do Vicaima Infinity afirma-se “na promoção de uma perfeita harmonia entre múltiplos produtos, como portas, roupeiros, painéis ou peças para mobiliário. Estas soluções somam a esta estética e sofisticação, a qualidade e elevada performance da marca nas soluções corta fogo, corta fogo e acústico, segurança, e térmicas, caraterística do universo de produtos Vicaima”.

Fiel aos seus valores de sustentabilidade, todas estas soluções Vicaima Infinity estão disponíveis com certificação FSC, entidade que promove a gestão responsável das florestas.

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CIN pinta a história de monumentos icónicos em Lisboa

A Estação de Santa Apolónia e o Teatro Nacional de São Carlos voltaram às suas cores originais graças à fusão entre o passado e à inovação tecnológica da CIN

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O tom avermelhado, que agraciava a Estação Ferroviária de Santa Apolónia em 1967 voltou a tomar cor na fachada deste icónico edifício. Esta mudança contou com o apoio da CIN e surge no seguimento de um projecto criado no interior da estação, onde foi construído um novo empreendimento hoteleiro. A intervenção devolveu às fachadas a cor vermelha após terem sido encontrados vestígios deste tom original numa imagem que remonta a 1967.

Liliana Leis Soares, directora-adjunta de Marketing da CIN, esclarece que “o encontro do tom certo foi um grande desafio para a nossa equipa de colorimetria e prescrição, tendo em consideração toda a história que o projecto representa. A cor original que, tal como refere o arquitecto José Aguiar, em tudo se assemelha um vermelho óxido de ferro, remonta a uma época específica da Revolução Industrial, pelo que teríamos de conciliar os melhores produtos de reabilitação e afinar um tom que pudesse contar a magia e a importância de um edifício como a Estação de Santa Apolónia”.

Nos anos 90, a Estação Ferroviária de Santa Apolónia mudava a sua cor para um azul claro, numa pretensão de harmonia entre a vista rio e o tom do céu. O retorno do vermelho a Santa Apolónia, pelo atelier de arquitectura Saraiva e Associados (S+A) para a construção do novo hotel The Editory Riverside, foi aprovado pela Infraestruturas de Portugal, que detém o edifício. O licenciamento passou pela Câmara Municipal de Lisboa (Santa Apolónia não é monumento nacional, mas imóvel de interesse público).

Também em Lisboa, o Teatro Nacional de São Carlos regressou à sua cor original, um azul envolvente que, à semelhança do anterior se deve à intervenção da CIN no processo de reabilitação. As suas fachadas, que eram amarelas desde 1940, retomaram a sua cor azul original após o encontro de vestígios desse mesmo tom nas paredes do edifício. Contudo, este facto não foi suficiente para que a Direcção-Geral do Património da Cultura (DGPC) desse o parecer positivo quanto à alteração da cor. Os arquitectos João Aguiar e João Pernão, da equipa da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa elaboraram, com o apoio da CIN, um relatório que definia a cor original do Teatro Nacional de São Carlos – que, posteriormente foi pintado com Cinoxano Mineral da CIN, cor E563.

Liliana Leis Soares explica que “mais do que um projecto de reabilitação urbana, o processo inerente ao Teatro Nacional de São Carlos pressupôs uma investigação histórica e exaustiva que evidenciou o saber-fazer centenário da marca CIN no que à cor diz respeito. Colocámos o nosso conhecimento ao serviço da Direcção-Geral do Património da Cultura, encontrando uma cor que corresponde, em detalhe, ao que havia sido projectado na sua inauguração em 1973. A responsável acrescenta que “é um enorme orgulho poder associar a marca CIN a estes projectos de enorme impacto cultural, que concede às cores este poder singular de contar as histórias de cada edifício e de cada lugar, numa perfeita simbiose entre o passado e o futuro”.

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Rendas das casas sobem 9,2% em lisboa e 6,0% no porto no último ano

Trata-se de uma forte recuperação das rendas, considerando que há um ano atrás, no 1º trimestre de 2021, as rendas em Lisboa estavam a descer 18,0% em termos homólogos, enquanto no Porto essa descida era de 8,0%

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No último ano, terminado no 1º trimestre de 2022, as rendas das casas aumentaram 9,2% em Lisboa e 6,0% no Porto, conforme a taxa de variação homóloga apurada pela Confidencial Imobiliário para o Índice de Rendas Residenciais. Em qualquer das cidades trata-se de uma forte recuperação das rendas, considerando que há um ano atrás, no 1º trimestre de 2021, as rendas em Lisboa estavam a descer 18,0% em termos homólogos, enquanto no Porto essa descida era de 8,0%.

Em Lisboa, a variação homóloga de 9,2% observada no 1º trimestre de 2022 é mesmo a mais expressiva desde o final de 2018, resultando da forte recuperação trimestral das rendas observada desde meados do ano passado. As rendas na capital entraram em terreno negativo ainda antes da pandemia, no final de 2019, exibindo a primeira descida trimestral em anos. Só desde meados do ano passado voltaram ao crescimento, aumentando agora há três trimestres consecutivos a um ritmo trimestral próximo de 3,0%. No 1º trimestre deste ano, a variação trimestral foi de 3,3%.

No Porto, a variação homóloga de 6,0% coloca este indicador em terreno positivo pela primeira vez no último ano e meio, refletindo igualmente o forte desempenho de curto-prazo das rendas nos últimos dois trimestres. Assim, depois de vários trimestres de descida, apuraram-se variações trimestrais de 3,5% no 4º trimestre de 2021 e de 4,8% no 1º trimestre de 2022, esta última sendo mesmo a maior subida trimestral desde meados de 2018.

No agregado nacional (Portugal Continental), as rendas contratadas na habitação exibiram um aumento de 7,2% no 1º trimestre face ao mesmo período do ano passado e de 1,3% face ao trimestre anterior.

Não obstante a forte recuperação dos últimos meses, as rendas em Lisboa e no Porto mantêm-se em níveis inferiores aos praticados no pré-Covid (1ºtrimestre de 2020). Concretamente, no 1º trimestre deste ano, em Lisboa as rendas permaneciam 10,5% abaixo do 1º trimestre de 2020, enquanto no Porto esse diferencial era de -2,5 %. No conjunto do país, pelo contrário, as rendas no 1º trimestre do ano já recuperaram para os níveis pré-Covid, dos quais estão atualmente 0,8% acima. No 1º trimestre de 2022, a renda média contratada foi de 14,3€/m2 em Lisboa e de 11,7€/m2 no Porto, fixando-se em 11,0€/m2 no país, de acordo com os dados do SIR-Arrendamento.

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Lançado concurso público para reabilitar a EN114

O investimento de 6M€ pretende incrementar as condições de acessibilidade, circulação e de segurança do tráfego com origem e destino na zona industrial de Rio Maior, bem como do tráfego de passagem vindo da A15

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Foi publicado em Diário da República o concurso público para a empreitada da EN114 – Ligação da A15 a Rio Maior, uma intervenção no âmbito do “Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)”, na vertente das Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE) – Acessibilidades Rodoviárias. Com um investimento estimado de seis milhões de euros e um prazo de execução de 420 dias, o objectivo da empreitada é o de incrementar as condições de acessibilidade, circulação e de segurança do tráfego com origem e destino na zona industrial de Rio Maior, bem como do tráfego de passagem vindo da A15, que utiliza o eixo da EN114 como acesso a Rio Maior.

Esta intervenção, que se inicia junto à intersecção da Estrada Nacional com a Rua do Matadouro e se desenvolve até à rotunda de acesso à A15, ao km 50,838, vai incluir a construção de intersecções giratórias ao longo do traçado, de modo a reduzir as velocidades praticadas. A faixa de rodagem será ladeada por passeios, ciclovias e percurso mistos.

Serão igualmente reforçados e/ou substituídos os equipamentos de sinalização, balizagem e segurança, e realizados trabalhos ao nível do pavimento e dos órgãos de drenagem existentes.

Na empreitada serão ainda melhoradas as características de algumas intersecções de estradas e ruas secundárias na EN114, que terão intervenções a nível de traçado, pavimentação, drenagem, sinalização, limpeza e, ou substituição de colectores de passagem sob serventia.

Esta empreitada destaca-se de um conjunto de nove obras já lançadas no âmbito do PRR, que correspondem a um investimento de cerca de 75 milhões de euros. Até à data a Infraestruturas de Portugal já assinou os três contratos de financiamento com a Estrutura de Missão Recuperar Portugal, num total de 394,8 milhões de euros.

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ASAVAL organiza spring meeting internacional do Tegova em portugal

A conferência “EU Law on Financing Sustainable Growth – Big Bang for Bank Valuation”, terá lugar em Lisboa a 6 de Maio e irá debater as últimas alterações na legislação europeia sobre eficiência energética e sobre requisitos de capital dos bancos

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O Spring Meeting do Tegova, um dos grandes encontros europeus na área da Avaliação Imobiliária será promovido e coorganizado pela ASAVAL em Portugal, de 5 a 7 de Maio, em Lisboa. A conferência, iniciativa principal do evento, vai decorrer no dia 6, no Hotel Epic Sana, sob a temática: “EU Law on Financing Sustainable Growth – Big Bang for Bank Valuation” (Lei da UE sobre o financiamento do crescimento sustentável – Big Bang para a avaliação bancária).

Esta iniciativa já tinha decorrido em Portugal em 2013 e 2018, também em coorganização com a ASAVAL, visa a partilha das boas práticas, inovações, casos de sucesso, bem como o debate de temas críticos para o sector, nomeadamente o futuro da Avaliação.

“Este é um evento de grande importância para o universo da avaliação imobiliária Europeia, sendo que a conferência deste ano irá debater as últimas alterações na legislação europeia, quer ao nível da eficiência energética, quer ao nível dos requisitos de capital dos bancos (CRR), regulamento que introduzirá inovações ao nível das avaliações automáticas (AVM) que podem alterar substancialmente o paradigma da avaliação na Europa e, por inerência, em Portugal. Durante 3 dias teremos em Portugal representantes de 40 Países, incluindo os Estados Unidos da América, a debater os temas prementes para a avaliação imobiliária. O evento culminará no dia 7 com a Assembleia Geral de Primavera do TEGOVA”, avança Paulo Barros Trindade. O Tegova é o principal Grupo Europeu de Associações de Avaliadores e o Presidente da ASAVAL é membro do seu Board.

A conferência, “EU Law on Financing Sustainable Growth – Big Bang for Bank Valuation”, estará estruturada em torno de quatro temas: Eficiência Energética de Edifícios – Situação actual em Portugal e Impacto da Lei Green Deal da UE no Futuro; Impacto das Mudanças na Regulação de Requisitos de Capital (CRR) na Prática da Avaliação; Mudanças de CRR e Modelos de Avaliação Automatizada (AVMs) – O Fim Dos Avaliadores Residenciais? Avaliação Transfronteiriça – Problemas e Soluções.

A iniciativa contará com a presença de oradores, nacionais e estrangeiros, incluindo representantes da ASAVAL, Tegova, Associação Portuguesa de Bancos (APB) e European Valluers’ Alliance (EVA).

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