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Hotel Rural Casa do Rio vence PNAM’19

O Prémio Nacional de Arquitectura em Madeira é organizado pela AIMMP, Ordem dos Arquitectos e CPCI

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O Prémio Nacional de Arquitectura em Madeira (PNAM) distinguiu, na sua edição de 2019, o Hotel Rural Casa do Rio, localizado em Vila Nova de Foz Côa.

Com o projecto de Francisco Viera de Campos, do atelier Menos é Mais, o imóvel destinado a agroturismo foi construído em madeira num sistema modular. Quinze módulos com a dimensão de (6,60m x 3,30m), geram o contentor para os espaços necessários à sua funcionalidade e conforto interior. Os espaços exteriores, em forma de varandas e alpendres corridos garantem os acessos e as circulações, bem como, a protecção contra os raios solares e as intempéries. Por baixo, a suportar toda a construção em madeira, encontra-se um chassi metálico que se apoia em dois “pilares” que vencem um vão de 13m ao centro, e duas consolas simétricas de 6,60m de cada lado. Estes pilares, com espaço no interior, albergam todas as zonas técnicas e de serviços necessários.

Promovido pela Quinta do Vallado, a construção esteve a cargo de João Viega e a carpintaria da Rusticasa Construções. O Hotel Rural Casa do Rio já havia sido nomeado para os Mies van der Rohe Award 2019 e recebido o Melhor Projecto Privado, nos Prémios Construir 2018.

Organizado pela Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP), Ordem dos Arquitectos (OA) e Confederação Portuguesa da Construção e Imobiliário (CPCI), a 5ª Edição do PNAM’19 Prêmio Nacional de Arquitectura em Madeira vai premiar as melhores construções em madeira com carácter permanente, construídas no território continental português e ilhas. As obras deverão ser realizadas por arquitectos portugueses e concluídas entre 1 de Janeiro de 2017 e 31 de Dezembro 2018.

Foi ainda atribuída a Menção Honrosa “Afirmação da Madeira e/ou derivados na reabilitação” à Torre Sineira de Moncorvo, com projecto dos arquitectos  Carlos Antunes e Désirée Pedro.

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Alunas de arquitectura representam Portugal em concurso internacional da Saint-Gobain

O projecto “The Green Community” tem a marca das estudantes Adriana Pinto e Inês Matos e conta com o contributo da professora Clara Vale, da FAUP

No âmbito do Concurso Internacional Saint-Gobain para Estudantes de Arquitectura, a Saint-Gobain Portugal seleccionou o vencedor da fase nacional, que parte agora em representação do país para Varsóvia, no Architecture Student Contest 2022. A capital europeia abraça, entre os dias 8 e 10 de Junho, a etapa final do concurso. O projecto inclui, pela primeira vez, estudantes portugueses. Cada país leva a concurso uma ideia vencedora, escolhida e apurada, de forma igual, numa fase nacional.

O desafio proposto na presente edição envolveu a revitalização de uma área, localizada junto à estação ferroviária de Warszawa Wschodnia, na cidade de Varsóvia, através de uma combinação de funções de ativação social e residencial. O programa para um quarteirão de 14.500 m2, define como objectivos a criação de um centro de encontro e entretenimento num antigo edifício industrial existente, tendo em conta as directrizes dos responsáveis locais pela conservação e património, e o projeto de apartamentos de estudantes na nova parte residencial, a criar no restante espaço do quarteirão.

“The Green Community” tem a marca das estudantes Adriana Pinto e Inês Matos e conta com o contributo da professora Clara Vale, da Faculdade de Arquitetura do Porto (FAUP) e vai representar Portugal, onde concorre juntamente com 25 nações e acima de meia centena de projectos.

As alunas projectaram uma comunidade verde, que pretende fundir a nova construção com a renovação de um edifício industrial existente, criando um espaço calmo, conformado e colectivo. Procurando criar o menor impacto possível sobre os recursos utilizados e as zonas verdes, é proposta a reutilização do tijolo, proveniente das demolições, no revestimento dos novos edifícios. Já a luz solar é utilizada, não só para a produção de energia, mas também para o conforto térmico, através do efeito de estufa permitido pelas clarabóias ajustadas à orientação solar.

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Alojamento Local: LovelyStay espera resultados de 7 M€ e 13 mil reservas para este Verão

O objetivo, até o final do ano, é ultrapassar os 18 milhões de euros de rentabilidade bruta

A LovelyStay, empresa especialista no mercado de alojamento local no País, estima um crescimento, nos meses de Junho, Julho e Agosto, em mais de 250% (face ao período homólogo), o que se traduz numa receita bruta em reservas superior a 7 milhões de euros.

Só em Abril deste ano, a LovelyStay teve uma receita bruta de mais de 1,3 milhões de euros em reservas, um resultado diferenciador para um período pré-época alta. Desta forma, a empresa termina os primeiros quatro meses do ano com uma rentabilidade, para os seus proprietários, de mais de três milhões e 180 mil euros, um aumento significativo quando comparado com os anos anteriores, já que em 2021 teve uma facturação de mais de 585 mil euros e, em 2020, de mais de 657 mil euros.

“Quando iniciámos a nossa actividade, entrámos num mercado que já se encontrava em crescimento e resolvemos por isso profissionalizar a oferta de serviços de gestão de forma a trazer as melhores experiências aos hóspedes e, claro, uma maior rentabilidade aos nossos clientes. Hoje, dispomos de um serviço premium que ajuda os proprietários de alojamento local desde o início, ou seja, desde o processo de decoração do imóvel, a estratégias de preços assim como todos os aspetos diários inerentes à gestão completa da sua propriedade”, afirma William Tonnard, CEO da LovelyStay.

Para 2022, já considerado um dos melhores anos para o turismo em Portugal, a expectativa é que a LovelyStay continue a faturar pelo menos 30% acima da concorrência. A expectativa da empresa é de fechar o ano com uma rentabilidade bruta, ao nível de reservas para os seus proprietários, de mais de 18 milhões de euros.

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OBO Bettermann Portugal recebe prémio “Fornecedor do ano” pela AGEFE

Recebido pelo segundo ano consecutivo, este prémio visa distinguir as empresas fornecedoras que, na perspectiva dos distribuidores, introduzem mais valor na sua relação com a distribuição

A OBO Bettermann Portugal recebeu a distinção de “Fornecedor do Ano” pela Associação Empresarial dos Setores Eléctrico, Electrodoméstico, Fotográfico e Electrónico (AGEFE), pelo segundo ano consecutivo. Este prémio visa distinguir as empresas fornecedoras que, na perspectiva dos distribuidores, introduzem mais valor na sua relação com a distribuição.

Ainda enquadrado na 8ª edição dos prémios da AGEFE a OBO Bettermann foi, também, pelo segundo ano consecutivo a empresa vencedora na categoria de “Material de Instalação”.

De acordo com a OBO Bettermann, este reconhecimento surge “no seguimento da estratégia de proximidade e de serviço de excelência que a empresa tem tido junto dos seus clientes e parceiros e que contou com a votação dos nossos clientes, o que vem confirmar que continuamos no caminho certo”, refere Pedro Faria, director geral da OBO Bettermann Portugal.

Depois de dois anos muito difíceis, em 2020 e 2021, em que também os desafios foram adicionais, a empresa tomou diversas medidas adicionais para reforçar a qualidade do serviço e apoio ao mercado português durante este período, nomeadamente “continuar o foco na entrega de um serviço de excelência disponibilizando um stock diversificado, rapidez de entrega (em 24h), e um apoio técnico e comercial próximo e colaborativo”.

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Câmara de Lisboa extingue concurso para central fotovoltaica em Carnide

A proposta foi aprovada após a retirada da única proposta apresentada, pelo valor de 1,7 milhões de euros

A Câmara Municipal de Lisboa aprovou a extinção do concurso para construção de uma central fotovoltaica em Carnide, após a retirada da única proposta apresentada, pelo valor de 1,7 milhões de euros.

Em 23 de Dezembro de 2021, o único concorrente a concurso, a ENGIE Hemera, comunicou à Câmara de Lisboa que, “por manifestamente ultrapassado o prazo de 120 dias para a manutenção da proposta, a retirava”, decisão que foi aceite “face à manifesta verdade do facto invocado”, lê-se na proposta apresentada pela vereadora da Manutenção e Obras Municipais, Filipa Roseta (PSD), e pelo vereador da Estrutura Verde e Plano Verde, Ângelo Pereira (PSD).

Em reunião privada da câmara, revelada no Diário de Notícias, a proposta foi aprovada por maioria, com duas abstenções, uma do BE e outra do independente do Cidadãos por Lisboa (eleito pela coligação PS/Livre), e com os votos a favor dos 15 restantes membros do executivo municipal (constituído por 17 eleitos no total), nomeadamente sete da liderança PSD/CDS-PP, cinco do PS, dois do PCP e um do Livre.

“A retirada da única proposta a concurso determinou enquanto nexo de causalidade necessária, uma causa extintiva do procedimento”, refere a proposta, explicando que tal resulta numa “impossibilidade superveniente, efetiva, absoluta e definitiva, total” em adjudicar/contratar o “bem” a concurso.

Antes de a empresa ENGIE Hemera, S. A. ser a única a concurso, “pelo valor da sua proposta de 1.759.522,57 euros, mais IVA”, o relatório preliminar de análise e avaliação das propostas concluiu que a proposta economicamente mais vantajosa para a entidade adjudicante é a apresentada pelo CME – Construção e Manutenção Eletromecânica, S.A., “pelo valor da sua proposta de 1.992.160,28 euros, mais IVA”, mas a mesma acabou por ser excluída e houve lugar à apresentação de uma pronúncia pelo concorrente, a qual o júri decidiu recusar.

Em 15 de outubro de 2020, a Câmara de Lisboa, sob a presidência de Fernando Medina (PS), decidiu revogar, pela segunda vez, o concurso para a construção de uma central fotovoltaica em Carnide.

A autarquia aprovou a decisão de “não adjudicação, com a consequente revogação da decisão de contratar e anulação do cabimento da empreitada” de construção, montagem, operação e manutenção de uma central fotovoltaica, na freguesia de Carnide”.

No final de fevereiro de 2020, a Câmara de Lisboa aprovou, por unanimidade, o lançamento de um novo concurso para a construção de uma central fotovoltaica em Carnide, no valor de dois milhões de euros, depois de o primeiro ter ficado deserto.

Conforme explicava a proposta, foram feitos três pedidos de prorrogação do prazo de apresentação de propostas, por parte de interessados, tendo o município autorizado, uma vez que os motivos prendiam-se com “a dificuldade na obtenção de orçamentos, devido à situação pandémica”.

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Investimento em imobiliário comercial quase duplica no primeiro trimestre

O investimento em imobiliário comercial atingiu os 380 milhões de euros no primeiro trimestre de 2022, quase o dobro em relação ao período homólogo do ano anterior, de acordo com os dados divulgados pela CBRE

Os segmentos de logística e escritórios figuram entre as classes de activos que atraíram o maior volume de investimento. No caso de logística, o investimento em activos começa a tornar-se mais expressivo, com seis transacções concluídas no trimestre, e os escritórios mantêm o seu interesse.

A forte procura por activos logísticos continua a exercer pressão sobre as prime yields, que diminuíram 25 pontos base em relação ao trimestre anterior, tanto em Lisboa como no Porto. Nuno Nunes, director de capital markets da CBRE Portugal, mostra-se, por isso, menos optimista face à evolução das yields. “Antecipamos um efeito de compressão, nomeadamente em logística, determinadas zonas de escritórios e retalho alimentar, suportada num expectável crescimento de renda decorrente de uma procura, em alguns casos, ainda superior à oferta disponível, que deverá ser monitorizado com atenção, pois existem vários factores de risco relevantes no horizonte”, alerta.

Já Cristina Arouca, directora de Research da CBRE Portugal, refere que: “apesar da subida das taxas de juro, existe actualmente uma elevada liquidez para investir no sector imobiliário. Não obstante, podemos ver o adiamento de algumas operações de forward funding e forward purchase devido à incerteza relacionada com o aumento dos custos de construção.”

A CBRE antecipa um forte volume de investimento ao longo do ano e prevê que o volume de negócios ultrapasse a referência dos três mil milhões de euros que se verificava antes da pandemia, podendo mesmo ser alcançado um novo recorde em 2022

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Sonae Arauco vence Green Product Award 2022

O prémio internacional reconhece o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável. A utilização de madeira reciclada em algumas gamas de produto já excede os 65%. Concorreram a esta edição mais de 1500 participantes, de 54 países

A gama de produtos decorativos Innovus MFC, da Sonae Arauco, venceu o Green Product Award 2022, na categoria Interior & Estilo de Vida. O prémio internacional na área do design sustentável distingue, anualmente, produtos e serviços inovadores que já se estabeleceram no mercado.

Innovus MFC é um painel decorativo em aglomerado de partículas de madeira, revestido com uma superfície melamínica para aplicações interiores. O produto destaca-se pelas suas propriedades antibacterianas e resistência a manchas e riscos. A gama contempla ainda soluções com características adicionais de desempenho, tais como resistência melhorada ao fogo (FR) ou resistência adicional à humidade (MR). Com a incorporação de madeira reciclada e a superfície de alta tecnologia, Innovus MFC conjuga componentes estéticas, performance técnica e sustentabilidade ambiental.

Segundo Nils Bader, fundador do Green Product Award e diretor do Green Future Club: “O vencedor Innovus MFC prova que a sustentabilidade, o design e a inovação podem combinar na perfeição com um estilo de vida e um futuro mais ecológicos”. Por sua vez, João Berger, Chief Marketing & Sales Officer da Sonae Arauco, sustenta que “é com orgulho e com o sentimento de trabalho bem feito que recebemos este Green Product Award, um reconhecimento importante do mercado sobre a forma como a nossa principal colecção endereça o desafio das alterações climáticas”. Para este respnsável, “no futuro, esta é a tendência que vai afectar mais o negócio e, no caso da Sonae Arauco, estamos bem posicionados. Entregamos ao mercado soluções à base de madeira, que retêm dióxido de carbono, e fazemo-lo através de uma coleção de excelência”, afirma.

Valorização da madeira como matéria-prima natural, reutilizável e reciclável
A economia circular é um dos pilares do modelo de negócio da Sonae Arauco. A madeira utilizada nos produtos provém de fontes sustentáveis, certificadas ou controladas, sendo continuamente incorporada no processo industrial, e tem uma notável capacidade de armazenar CO2.

Em 2021, com os produtos que colocou no mercado, a empresa foi responsável pela retenção de cerca de 3,5 milhões de toneladas de CO2. Recentemente, a Sonae Arauco subscreveu o primeiro financiamento ligado ao seu desempenho de sustentabilidade e compromete-se, até 2026, a aumentar em 19% o volume de madeira reciclada incorporada nos seus produtos e estabelece ainda como meta a diminuição dos acidentes de trabalho com baixa médica.

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Ordem propõe ao Governo revisão para aceleração de resolução de conflitos na Contratação Pública

Apoiar o Governo na sua adesão a Centros de Arbitragem, a criação da figura do engenheiro-orçamentista certificado e, ainda, promover durante o mês de Junho um grande debate nacional sobre a dinamização do PRR e PNI2030 são algumas das medidas propostas

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A Ordem dos Engenheiros propôs ao Governo a revisão de algumas propostas com vista à para aceleração de resolução de conflitos na Contratação Pública. Mas não só. Em reunião com Mariana Vieira da Silva, Ministra da Presidência, Fernando de Almeida Santos, bastonário da Ordem dos Engenheiros, transmitiu “a disponibilidade da Ordem em colaborar com o Governo em áreas estratégicas para o desenvolvimento do País”, nomeadamente sobre o tema da Contratação Pública e do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Para ajudar a enfrentar o problema da litigância nos contratos, o Bastonário disponibilizou-se a apoiar o Governo na sua adesão a Centros de Arbitragem aquando de contratação pública através da integração de engenheiros. O Bastonário defendeu, também, a criação da figura do engenheiro-orçamentista certificado, como solução para uma maior responsabilização técnica dos preços-base. Foram, ainda, discutidas metodologias de concepção-construção.

Fernando Almeida Santos manifestou, ainda, a intenção de promover, durante o mês de Junho um grande debate nacional sobre a dinamização do PRR e Programa Nacional de Investimentos 2030 (PNI2030).

Na audiência, estiveram, igualmente, André Moz Caldas, secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros e Lídia Santiago, vice-presidente da Ordem.

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Hipoges com crescimento de 35% em 2021

2021 foi um ano de forte crescimento para a empresa de asset management, que atingiu os 5.000 milhões de euros em activos sob gestão. 2021 foi ainda um ano de expansão, que levou a empresa a deixar cair a “Iberia” do nome para abraçar o mercado italiano

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A Hipoges, empresa de asset management, voltou a realizar o seu evento anual interno Town Hall. O evento online e transmitido em streaming ficou marcado pelos números do grupo em 2021. No ano transacto o grupo atingiu os 5.000 milhões de euros em activos sob gestão e registou um crescimento na ordem dos 35%.

O servicer conseguiu 13 novos clientes, presta actualmente serviços corporativos a mais de 50 empresas e reforçou a sua equipa que já conta com mais de 1.000 colaboradores divididos pelos quatro países onde opera – Portugal, Espanha, Grécia e Itália.

O evento ficou ainda marcado pelo anúncio de novas metas para 2022. Para este ano o grupo propõe-se a novos desafios com a aposta noutras linhas de negócio e a superar os objectivos alcançados em 2021.
Com destaque para a nova linha de negócio, Rentals Management, com 3.000 activos sob gestão e para a incorporação da Domus Residential Services, para a comercialização de promoções e activos complexos.

O ano de 2021, para o grupo, também ficou marcado pela incorporação da plataforma italiana Axis S.p.A e que permitiu ao servicer melhorar a oferta aos seus clientes. Esta contínua expansão europeia assinala também a transição da designação da empresa para unicamente Hipoges, deixando assim cair o Iberia.

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Trienal de Arquitectura Lisboa: “Como desenhar o diálogo?”

Wilfried Kuehn, co-fundador do atelier berlinense Kuehn Malvezzi, e Clara Simay, co-fundadora da cooperativa parisiense Grand Huit, são os convidados do último ciclo de conferências Campo Comum, que decorre dia 25 de Maio, no CCB

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Wilfried Kuehn, co-fundador do atelier berlinense Kuehn Malvezzi, e Clara Simay, co-fundadora da cooperativa parisiense Grand Huit, são os convidados do último ciclo de conferências no âmbito do Campo Comum, promovido pela Trienal de Lisboa e com curadoria: Diana Menino e Felipe De Ferrari, trazem ao debate projectos específicos onde têm actuado como designers, facilitadores e mediadores: da primeira casa do mundo para o culto de três religiões, à quinta urbana de policultura para a integração económica e alojamento de pessoas vulneráveis.

A última sessão do programa Campo Comum, que irá decorrer no dia 25 de Maio, na sala Luís de Freitas Branco, no CCB, foca-se na co-existência, na arquitectura como um quadro para encontros frutíferos entre diferentes utilizadores e comunidades. Se as últimas décadas têm sido definidas por uma forte sensação de fragmentação, consequência directa tanto do capitalismo como do neoliberalismo que nos rodeiam, parece que agora há a vontade de enfrentar os desafios da nossa época em conjunto.

Esta série de conferências assume a arquitectura como uma atitude estratégica face ao espaço e aos recursos. Ao adoptar uma postura crítica e optimista, pode abordar a realidade de formas radicais, revelando contradições e potencial, e desenvolvendo projectos que viabilizem ideias emancipatórias, construindo assim um campo comum. Essa abordagem pode ser concebida como um processo cumulativo de constante apropriação, imitação, repetição, tradução e recontextualização com pensamento aberto – incluindo pragmatismo e humor – baseado na revisão cuidadosa da realidade material e das condições sociais. Explorar esses fios leva-nos a uma forma colectiva de construção.

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Saint-Gobain Portugal participa em projecto de impressão 3D

A criação de argamassas para impressão 3D com menor impacto ambiental é o objectivo de um novo projecto criado pela Universidade Lusíada com o apoio da Saint-Gobain Weber

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A criação de argamassas para impressão 3D com menor impacto ambiental fazem parte de um novo projecto criado pela Universidade Lusíada com o apoio da Saint-Gobain Weber, especialista na produção e comercialização de argamassas industriais. A tecnologia 3D permite utilizar menos recursos do que outros processos de construção convencionais, com a maioria das argamassas adaptadas a este sistema de impressão.

Tendo como base este pressuposto, o projecto pioneiro testou, ao longo de um ano, o impacto e a viabilidade de diferentes propostas de argamassas para o sector da construção.

“A primeira argamassa testada, Weber 3D 145-2, caracteriza-se pela facilidade na utilização, estando adequada a sistemas de mistura e bombagem não dedicados a argamassas 3D. Por seu turno, a Weber 3D 160-1, permitiu uma melhor performance ao nível da impressão, a construção de peças mais detalhadas e em curtos espaços de tempo. Esta opção necessita de um sistema de mistura e bombagem dedicado ou adaptado para argamassas 3D e pauta-se por uma menor retracção e melhor resistência mecânica. Esta foi a opção que acabou por ser utilizada por ser a mais adequada para executar uma peça tão complexa”, avançou a empresa.

Sobra as conclusões do projecto a empresa destaca que ambas as argamassas “são de elevada resistência sendo esta a característica que permite uma diminuição da quantidade de material usado, diminuindo o impacto ambiental da peça. Esta redução do uso de material, além de ter impacto directo na redução de CO2, apresenta vantagens indirectas, como por exemplo, no transporte, uma vez que as peças são mais leves”.

Para ambas as argamassas, o Centro de competências Saint-Gobain em impressão 3D desenvolveu e patenteou um sistema de monitorização e controlo de qualidade que permite assegurar a qualidade de toda a argamassa utilizada na impressão de um objecto, a Weber Mortar Platform. De acordo com Ana Rita Bastos, directora de marketing da Saint-Gobain Portugal – ISOVER Placo e Weber, “a aplicação de tecnologias de impressão 3D na arquitectura é hoje uma das principais tendências na indústria da construção pelo que a Saint-Gobain Portugal tem apostado nesta tecnologia alocando um novo gestor de solução a esta área.”

O projecto para a indústria da construção contou ainda com o contributo da Universidade Nova de Lisboa, Campus da Costa da Caparica, com uma vasta experiência com argamassas de cal, e com a Universidade Técnica de Eindhoven, que está a liderar vários projectos de investigação com impressão 3D. De notar ainda os contributos do designer computacional Le Brimet, especialista em design generativo e performativo e da equipa da Unlimited3D que apoiou no processo de impressão.

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