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Modelo híbrido será nova tendência de trabalho no pós-pandemia

Segundo estudo do Avila Spaces, mais de 90% dos inquiridos querem uma combinação entre estar no escritório e um segundo espaço

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Ávila Spaces

No período pós-pandemia, a tendência será o trabalho remoto híbrido, ou seja, uma combinação entre trabalhar a partir dos escritórios da empresa e fora, como forma de equilibrar melhor os momentos de negócios e lazer. Esta é uma das conclusões do estudo, realizado em Junho, pelo centro de espaços de trabalho flexíveis, Avila Spaces, sobre o futuro do teletrabalho em Portugal e que abrangeu um total de 1013 inquiridos.

No global, este novo barómetro do Avila Spaces conclui, ainda, que a experiência de trabalhar fora da empresa foi positiva. “A possibilidade de existir um modelo híbrido, que possa conciliar o teletrabalho com a presença regular na empresa, foi apontada por 92,8% dos participantes no barómetro”, refere a empresa.

Poder optar por um espaço de coworking para passar a desenvolver a actividade, em conciliação com o trabalho no escritório da empresa é outra das escolhas apontadas.

Do total dos inquiridos, 91,6% indicaram que trabalharam a partir de casa durante o período de confinamento obrigatório e 51% garantiram que o teletrabalho será uma realidade nos próximos tempos, seja em casa ou noutro local, como num espaço de coworking. A opção por um local de trabalho partilhado evitará até, segundo o barómetro, algumas desvantagens que os inquiridos apontam em ambiente doméstico: 26% apontam o isolamento como a principal desvantagem e 19,6% apontam a assistência a menores como entrave a trabalhar a partir de casa.

A experiência de trabalhar fora da empresa no período de confinamento foi positiva para 84,1% dos inquiridos. Quando questionados sobre a regularidade desse mesmo trabalho, 30,4% afirma que gostaria de trabalhar fora do escritório uma vez por semana, 28,9% gostaria de trabalhar fora sem uma periodicidade definida e 18,6% gostaria que este modelo fosse permanente.

“Ainda é cedo para fazer balanços, mas acredito, tendo em conta os dados do barómetro, que os portugueses gostariam de ter um modelo híbrido onde seja possível trabalhar fora do escritório, pelo menos uma vez por semana. Isto é natural, uma vez que nenhuma empresa vai pedir o regresso de todos os colaboradores simultaneamente, é preciso ter precauções”, lembra Carlos Gonçalves, CEO do Avila Spaces. Esta primeira experiência para muitas empresas revelou-se positiva, mas foi algo imposto pela pandemia: “O isolamento e a necessidade constante de ter atenção com as crianças foram apresentadas como as principais desvantagens. Se, após esta pandemia, for possível continuar com um modelo de trabalho remoto, os índices de produtividade vão aumentar uma vez que os factores negativos de agora, como o isolamento, já não irão estar presentes no futuro. É aqui que o coworking pode ajudar a ter um teletrabalho mais focado e com índices de produtividade maiores”, acrescenta.

O Avila foi pioneiro ao lançar uma série de boas práticas no seu espaço de coworking e criou até o manual Work Safe para ajudar os seus clientes a seguir as melhores práticas de higiene e segurança no coworking e no business lounge.

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ACAI elege novo presidente

Jorge Bota, responsável da B. Prime, foi eleito para o mandato dos próximos três anos da Associação e antecipa “objetivos ambiciosos para os próximos anos, para tornar este sector cada vez mais profissional e na vanguarda da mudança”

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Jorge Bota foi eleito o novo presidente da ACAI – Associação de Empresas de Consultoria e Avaliação Imobiliária que agrega as maiores empresas do sector, para um mandato de três anos.

Constituída em 2013, a Associação tem como objectivo a promoção, regulamentação e desenvolvimento da actividade de consultoria imobiliária, de avaliação e administração de imóveis, de mediação e acompanhamento de negócios imobiliários, bem como de defesa, promoção e representação dos interesses empresariais do sector.

Considerando este um sector com “forte dinamismo”, e que a ACAI possibilita a agregação dessa vontade de “crescimento, profissionalismo e na melhoria contínua”, para desta forma poderem desempenhar uma função colaborativa com todos os “stakeholders” do sector, Jorge Bota, antecipa “objetivos ambiciosos para os próximos anos, para tornar este sector cada vez mais profissional e na vanguarda da mudança”.

Além de Jorge Bota, da B. Prime, na presidência da ACAI, a direcção da Associação conta, ainda com Francisco Horta e Costa da CBRE na vice-presidência, Eric van Leuven da Cushman & Wakefield, Pedro Lancastre da JLL e Pedro Rutkowski da Worx como vogais, além de Patricia Melo e Liz da Savills como membro do Conselho Fiscal.

Entre outras iniciativas, a ACAI promoveu a criação do LPI – Lisbon Prime Index, um índice que recolhe e disponibiliza os principais dados disponíveis para o mercado de escritórios e que estão na origem dos mais diversos estudos de mercado, sendo a fonte mais fidedigna sobre a actividade no mercado de escritórios em Lisboa.

Esta base comum das Associadas garante a missão da ACAI, no sentido de procurar promover acções junto dos diversos representantes de entidades públicas como Municípios, Governo e Assembleia da República, procurando juntamente com outras associações representativas do mercado imobiliário, um sector que nos últimos quatro anos captou em média cerca de três mil milhões de euros de investimento anual.

As Associadas da ACAI são responsáveis por cerca de 95% dos negócios imobiliários envolvendo a propriedade comercial, através da sua prestação de serviços de avaliação, consultoria e/ou mediação.

Em conjunto, nos últimos cinco anos, estas empresas foram responsáveis por avaliar mais de 118 milhões de m2 de imoveis; além de terem colocado 660.000m2 de lojas, 900.000m2 de escritórios e 700.000m2 de área logística e industrial, em Portugal, o que representa a maior parte dos negócios em imobiliário comercial, no nosso País.

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Prometheus International lança The Royal Blockhouse

“Project Blockchain – The Royal Blockhouse” é o novo projecto imobiliário da mesma promotora internacional que em 2021 vendeu as primeiras moradias na Madeira pagas em criptomoeda

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A Prometheus Internacional, que em 2021 vendeu em Portugal as primeiras moradias, na Madeira, pagas em criptomoeda, acaba de anunciar um novo projecto que volta a cruzar o mundo “cripto” com o imobiliário.

No âmbito desta nova iniciativa, a Prometheus está a desenvolver um projecto designado The Royal Blockhouse, que a empresa criou em conjunto com alguns dos maiores influencers digitais europeus, instituições de activos criptográficos e peritos na área da criptomoeda – entre eles Myoo #810, criador de Cyberkongz, um projeto NFT que já gerou mais de 200 milhões de dólares em transacções desde a sua génese.

Segundo Priyesh Patel, fundador e CEO da Prometheus Internacional, “The Royal Blockhouse combina dois aspectos da revolução blockchain: propriedade através de tokens não-fungíveis (NFT), mas também design da infraestrutura, o que acontece pela primeira vez no mundo do imobiliário de luxo.” As moradias serão totalmente operacionais na blockchain – desde funcionalidades “smart home” até aspectos relacionados com o licenciamento, royalties, renda, taxas, acesso, registos de pagamentos, etc.

A propriedade dos NFT corresponde à propriedade em The Royal Blockhouse, com os locais de construção a serem escolhidos pelo primeiro detentor (“minter”) do NFT. A ideia é que o primeiro proprietário do NFT escolha o local de construção; a Prometheus visitará o local escolhido com o cliente e a casa de luxo será construída no local acordado. Além disso, The Royal Blockhouse ficará também disponível como espaços de eventos e habitações no futuro metaverso KONG CITY, em colaboração com Cyberkongz.

De acordo com Priyesh Patel, “a Prometheus International está a liderar o caminho, desenvolvendo protocolos e padrões que permitem à nova economia descentralizada fundir-se com o imobiliário tradicional, mas, ao mesmo tempo, estamos em total conformidade com os regulamentos da UE, construindo casas do futuro governadas pela Web3 e adoptando activos digitais, a par de moedas fiduciárias, para quebrar as barreiras de acesso”.

O Royal Blockhouse será uma colecção de 24 casas de luxo internacionais, desenhadas por arquitectos escandinavos, espanhóis, portugueses e da Prometheus. O projecto está a ser coordenado por uma equipa executiva que inclui a portuguesa Ema Sousa Abreu (arquitecta e directora de execução de projecto) e o espanhol Carlos Abadia (director de projecto, execução e construção). A arquitecta de interiores alemã Nora von Nordenskjöld faz igualmente parte da equipa.

Estas moradias serão implantadas em locais idílicos em todo o mundo, estabelecendo um novo padrão dentro do espaço de desenvolvimento imobiliário internacional para imóveis de luxo permanentes.
A Prometheus International identifica desta forma os principais pontos do projeto The Royal Blockhouse: 1. The Royal Blockhouse estará disponível para comprar como NFT. Serão emitidos 8760 NFTs para 24 moradias, sendo que cada token representa o acesso por um único dia do ano civil a qualquer local em 27 países da UE – entre eles Portugal, Espanha, Dinamarca, França, Alemanha, Países Baixos, Suíça, Suécia e Reino Unido; 2. Se um único investidor possuir mais de 365 NFTs em qualquer momento, eles são transformados em ALPHA e passarão a ser proprietários de uma das habitações do projeto à sua escolha; essa habitação será então retirada da “pool” de propriedades para os restantes investidores em NFTs; 3. O objectivo será chegar aos 24 ALPHA’s para estas propriedades únicas, criando assim 24 proprietários ao longo do tempo através do trading secundário de NFTs; 4. Os NFTs terão imagens e metadados dinâmicos “on-chain” que mudam de acordo com o peso dos tokens NFT do seu proprietário. Isto significa que o NFT de um ALPHA ou mesmo de alguém que possua 100 tokens irá aparecer fisicamente diferente daqueles que apenas possuem um.

Após a construção, todo o projecto será gerido por um consórcio independente de aconselhamento jurídico, em nome de todos os proprietários de NFTs, até que todas as moradias sejam transferidas para os proprietários ALPHA. O projeto será inicialmente implementado pela Prometheus em Portugal.

A aquisição é concluída após um processo de várias etapas e 18 meses depois da aquisição, o comprador pode tomar posse e habitar a sua nova casa.

Em relação ao projecto imobiliário para a venda de moradias de luxo em moeda criptográfica, na Madeira (Portugal), com o qual a Prometheus International revolucionou o sector no ano passado, já existem poucas unidades disponíveis para compra. Recorde-se que, embora a Prometheus aceite o pagamento em moeda convencional, as duas primeiras casas em construção foram vendidas na moeda criptográfica ADA (a moeda da blockchain Cardano) por um valor de 4,1 milhões de euros.

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Cresce atracção dos californianos pelo litoral português

Roadshow da Athena Advisers em três cidades da Califórnia confirma interesse na fixação de residência em Portugal. Os destinos de Cascais e Oeiras, na Grande Lisboa, ou em alternativa, os Açores e a Costa Vicentina – quando o investimento é feito para obtenção do visto gold – são os mais procurados por estarem próximos do mar e da praia

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As semelhanças existentes entre a Califórnia, nos EUA, e o território nacional, em especial a linha costeira, em termos de paisagem, geografia ou destinos de surf, fazem com que Portugal continue no topo das preferências dos californianos quando pensam em estabelecer-se noutro País. Isso mesmo confirmou o roadshow da Athena Advisers pelo Estado da Califórnia, realizado na última semana de Maio. Com paragem em São Diego, Los Angeles e São Francisco, a consultora promoveu o destino Portugal e apresentou um conjunto alargado de oportunidades imobiliárias. Além da venda que fechou durante a apresentação, irá agora acompanhar as cerca de duas dezenas de potenciais compradores que manifestaram interesse em investir no imobiliário nacional, prevendo que, até final deste ano, pelo menos metade deles concretize operações no nosso país, com orçamentos que podem atingir os 3,5 milhões de euros.

“Fomos muito bem recebidos em todas as cidades por onde passámos e notámos que há cada vez mais interesse pelo nosso país. A atractividade de Portugal para os norte-americanos já não é de agora, mas se há cerca de três anos, em 10 clientes tínhamos um norte-americano, hoje nos mesmos 10 temos seis do outro lado do Atlântico”, nota David Moura-George, director geral da Athena Advisers em Portugal. “A maior parte da procura chega-nos dos californianos, devido à forte afinidade que sentem com o nosso país, e daí a aposta nesta região para o roadshow da Athena Advisers.”

Os destinos de Cascais e Oeiras, na Grande Lisboa, ou em alternativa, os Açores e a Costa Vicentina – quando o investimento é feito para obtenção do visto gold – são, por isso, os mais procurados por estarem próximos do mar e da praia, o que torna possível manterem um estilo de vida muito parecido com o que tinham na Califórnia.

“Normalmente são pessoas com um modo de vida bastante alternativo e já habituados a morar fora dos grandes centros urbanos. Na sua maioria são casais jovens, muito ligados às tecnologias, mas também temos bastantes clientes reformados”, refere o diretor geral da Athena Advisers.

“A liberdade e flexibilidade possibilitadas pelo teletrabalho é mais um incentivo na relocalização dos norte-americanos que procuram as excelentes condições de vida que Portugal oferece, e a imagem que o país construiu na área do empreendedorismo e inovação tecnológica é um forte atrativo para a expansão de startups e empreendedores desta área”.

O investimento norte-americano em imobiliário português começou a manifestar-se ainda antes da pandemia e em Outubro de 2021 um artigo na publicação Los Angeles Magazine dava conta de uma subida de 33% nas saídas dos EUA com destino às cidades de Lisboa e Porto no ano anterior ao surto de COVID-19. Contudo, nunca como agora esse movimento foi tão evidente. De acordo com dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), referentes ao primeiro trimestre deste ano, os norte-americanos passaram a liderar o ranking do investimento captado por via dos vistos gold no País. Com um total de 25,1 milhões de euros, o volume investido na compra de imóveis nos primeiros três meses do ano mais do que triplicou em relação ao período homólogo de 2021.

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Nova Praça de Espanha vê comércio de rua crescer

CBRE e JLL unidas na comercialização de dois espaços comerciais na praça de Espanha em lisboa

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A JLL e a CBRE foram instruídas em regime de co exclusividade para a comercialização de dois espaços comerciais situados na Rua Basílio Teles 35, junto à Praça de Espanha, em Lisboa.

As duas lojas, compatíveis para restauração, têm um espaço para esplanada exterior e ainda vista para o novo Jardim da Praça de Espanha, uma zona que foi, recentemente, alvo de requalificação e que trará uma maior oferta de espaços verdes e lagos, fazendo ponte com o Jardim da Gulbenkian, também próximo do local.

“Estes dois espaços estão situados numa zona que tem sofrido um processo de qualificação nos últimos anos, registando um potencial acrescido para a abertura de negócios de comércio e serviços. Assistimos, felizmente, a um conjunto de recentes aberturas no comércio de rua, onde o sector da restauração tem tido um dinamismo assinalável. As duas lojas vão beneficiar da localização numa das artérias mais movimentadas da cidade, numa zona com bastante tráfego rodoviário, excelentes acessos e visibilidade o que, associado à proximidade dos novos espaços verdes, as tornam num produto único”, afirma Carlos Récio, diretor de retail advisory & transaction services da CBRE Portugal.

Por sua vez, Mariana Rosa, head of leasing markets advisory da JLL, salienta que “a localização destes dois espaços é estratégica, numa zona onde diariamente circulam milhares de pessoas, seja para trabalhar, seja para recorrer aos inúmeros serviços e equipamentos instalados neste perímetro. Este eixo tem muitas empresas instaladas, clínicas, serviços de conveniência e administrativos, além de hotéis, bem como habitação. O fluxo pedonal é muito intenso e tende a aumentar, pois toda a área está a ser alvo de regeneração, pelo que instalar um comércio nestas lojas é uma excelente oportunidade, desde logo para a restauração, mas também para outros negócios da área alimentar ou de conveniência”, evidencia.

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Remax Collection comercializa Belas Clube de Campo

De acordo com Beatriz Rubio, CEO da Remax Collection, a comercialização do empreendimento vai ao encontro da estratégia de crescimento da empresa neste segmento

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A Remax Collection acrescentou ao seu portefólio a comercialização do empreendimento Belas Clube de Campo – Lisbon Green Valley, anunciou a mediadora. De encontro à sua estratégia de crescimento neste segmento, a Remax Collection realiza esta quinta-feira, dia 30 de junho, um evento de apresentação, que irá decorrer no local do empreendimento.

Para Beatriz Rubio, CEO da Remax Collection, o Belas Clube de Campo – Lisbon Green Valley “é um conceito de habitação verdadeiramente singular”. Além de valorizar o concelho de Sintra, pela zona privilegiada onde está inserido, o empreendimento destaca-se, também, pelo seu “carácter sustentável e pelo facto de este ser o primeiro empreendimento certificado pela norma de Resiliência às alterações climáticas”, acrescenta.

A responsável antevê, ainda, que a comercialização seja um sucesso, pelo facto de “ser um investimento seguro no segmento residencial premium e este ser um projecto que une a natureza à vida urbana, sinónimo de qualidade de vida.”

Composto por apartamentos, townhouses e lotes para construção de moradias, o Belas Clube de Campo – Lisbon Green Valley conta com tipologias que oscilam entre o T1 e T4, com 52 apartamentos já vendidos. A poucos minutos de Lisboa, Cascais e Sintra, continua a atrair elevada procura por parte de compradores nacionais e internacionais, já que além da “oferta diferenciadora de habitação”, apresenta um conjunto de serviços no empreendimento, como escola, healthclub, restaurantes, minimercado, golfe, ténis, padel, entre outros.

O empreendimento foi já distinguido com diversos prémios, o AQUA+, o novo índice de eficiência hídrica dos edifícios, atribuído pela ADENE. Em 2019, as townhouses do empreendimento foram distinguidas no âmbito dos Prémios SIL do Imobiliário 2019, na categoria da “Construção Sustentável e Eficiência Energética”e, no ano seguinte, foram distinguidas na categoria “Eficiência Energética” nos Prémios do Imobiliário, do Expresso e da SIC Notícias. As townhouses são ainda as primeiras casas em Portugal a atingir valores de certificação Nearly Zero Energy Building (NZEB). Ainda em 2020, o Belas Clube de Campo foi certificado pela norma de Resiliência às alterações climáticas e outros, pelo Sistema LiderA, atribuídas ao Lisbon Green Valley, obtendo um grau elevado de resiliência (Classe A).”

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Designer Outlet Algarve classificado como melhor Outlet em Portugal

O relatório “Outlet Centre Performance Report Europe”, relativo a 2021, realizado pela consultora alemã Ecostra, baseia-se num inquérito a nível europeu realizado aos fabricantes de marcas internacionais sobre o desempenho económico das lojas

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O Designer Outlet Algarve foi classificado como o melhor Outlet em Portugal, no âmbito do relatório “Outlet Centre Performance Report Europe”, relativo a 2021, realizado pela consultora alemã Ecostra. Este é o único estudo a nível europeu sobre o desempenho económico das lojas e é considerado como a referência para a indústria europeia de Outlets.

O relatório baseia-se num inquérito a nível europeu realizado aos fabricantes de marcas internacionais sobre o desempenho económico das lojas, que operam nos diferentes outlets. Este inquérito é feito anualmente e os resultados são actualizados com a mesma regularidade. Para além de uma classificação completa dos centros, de acordo com o seu desempenho económico e avaliação do desempenho dos operadores individuais pelos lojistas, desta vez foram feitas várias perguntas sobre o impacto da pandemia.

Por outro lado, pelo segundo ano consecutivo, a ROS Retail Outlet Shopping, operadora austríaca que gere o Designer Outlet Algarve, ocupa o terceiro lugar como melhor operadora Europeu de Outlet a lidar com os desafios apresentados pela pandemia da Covid-19. O Grupo ocupa ainda o quarto lugar no ranking como melhor operadora europeu de Outlet em termos de Leasing, Gestão e Marketing, registando a maior melhoria de todos os operadores europeus.

O Designer Outlet Algarve foi inaugurado em 2017 e dispõe neste momento de 54 lojas numa área de 13 mil m2, que permite aos visitantes desfrutar de grandes marcas premium com promoções durante todo o ano.

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CBRE instala Spaces no Joana d’Arc em Matosinhos

O imóvel, propriedade da Geo Investimentos, representada pela CBRE na transacção, oferece uma localização de excelência, onde o Spaces ganhará muita visibilidade

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A CBRE foi responsável pela colocação, em Matosinhos, da primeira unidade Spaces na zona Norte do país. Spaces é a marca de flexible workspace do Grupo IWG que oferece ambientes de trabalho criativos, com espírito empreendedor e um conceito de comunidade único.

A Spaces vai ocupar a totalidade do edifício Joana d’Arc, antiga sede da Sociedade de Conservas Joana d’Arc, em Matosinhos Sul, que será convertido num espaço de escritórios e estacionamento, com uma área bruta de construção de 8.500 m2. Numa demonstração de responsabilidade urbanística, a fachada do Joana d’Arc foi integralmente mantida e recuperada, e vai contrastar com um interior moderno e atractivo.

Mais do que um simples lugar para ligar o computador, o conceito do Spaces centra-se na disponibilização de espaços de trabalho flexíveis, em localizações prime, onde cada empresa pode configurar o escritório à medida das suas necessidades. Os centros Spaces estão em funcionamento 24 horas por dia, durante todo o ano, e oferecem, para além de escritórios privativos, zonas de cowork e colaborativas, salas de reuniões e escritórios virtuais.

O imóvel, propriedade da Geo Investimentos, representada pela CBRE na transacção, oferece uma localização de excelência, onde o Spaces ganhará muita visibilidade. A meio caminho entre a praia e o parque da cidade, numa zona repleta de ameneties que incluem todo o tipo de comércio e serviços, o Joana d’Arc está também próximo do metro e dos principais acessos rodoviários da cidade, o que completa o leque de características que fazem deste edifício uma excelente opção de localização para qualquer empresa que procure a região do Porto para se instalar.

“O mercado de flexs tem registado um forte crescimento e está a tornar-se uma opção para determinado tipo de projectos e empresas, que procuram flexibilidade contratual e espaços de ultima geração em termos tecnológicos e de conceito, sem investimento. Assim, conseguimos oferecer à Spaces o seu primeiro espaço a Norte do País, com uma excelente localização na região do Porto. Esta é uma zona que, pelo estilo de vida que oferece, se tem tornado um polo de captação de conceitos inovadores e diferenciados”, afirma André Almada, Senior Director Offices Advisory & Transaction da CBRE.

Este é a quinta unidade do Grupo IWG na zona Norte, onde opera centros Regus há mais de uma década, e a primeira sob a marca Spaces. A marca nasceu em Amesterdão e reflecte o espírito livre e descontraído da cidade, tendo chegado a Portugal em 2020, com a abertura da sua primeira unidade em Lisboa.

“Há várias décadas que estamos na vanguarda das novas formas de trabalhar, desenvolvendo uma rede global de flexible workspaces que possibilita às empresas e profissionais optar por soluções de trabalho híbridas. A crescente procura destes espaços exige que continuemos a ampliar a nossa rede e por isso trazemos para Matosinhos o nosso conceito mais contemporâneo. Spaces, mais que um espaço de trabalho flexível e com um design fantástico, é também uma comunidade de empreendedores de enorme diversidade, um conceito novo mas que encaixa na perfeição no espírito de uma região cujo tecido económico respira empreendedorismo” afirma Jorge Valdeira, Country Manager da IWG Portugal.

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ASMIP celebra 61º aniversário da mediação com evento online

O webinar realiza-se no dia 30 de Junho, a partir das 14h20 e conta com a participação de Fernando Baptista, presidente do IMPIC, que vai intervir sobre os desafios futuros da mediação imobiliária

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A Associação dos Mediadores do Imobiliário de Portugal (ASMIP) promove no dia 30 de Junho, a partir das 14h20, um webinar com vista a celebrar o 61º aniversário da mediação imobiliária em Portugal e que pode ser acompanhado na página de Facebook da associação.

A alteração da legislação da mediação imobiliária, cujo processo se encontra em curso, poderá ditar mudanças significativas no funcionamento da actividade. A versão final, que será conhecida em breve, poderá trazer novidades sobre a capacidade dos profissionais de mediação. “Falo de maior capacidade técnica, deontológica e, ainda, do reconhecimento perante o público, como uma mais-valia na hora de tomar uma das maiores decisões na vida das pessoas, sem correr riscos desnecessários”, alerta Francisco Bacelar, presidente da ASMIP.

Destaque, também, para a importância das duas intervenções da UIF (Unidade de Intervenção Financeira da PJ), através do Pedro Morais, que vai falar das competências desta unidade, e de Paulo Matos com uma abordagem mais técnica sobre o portal de comunicações eletrónicas e a forma de comunicar operações suspeitas.

 A fechar um tema ligado ao marketing, mais ‘leve’, mas de enorme importância para os profissionais do ramo, abordado por um expert da matéria com larga experiência formativa, Pedro Pinheiro.

Sobre o mercado imobiliário, o presidente da ASMIP destaca o facto de, embora os negócios continuarem em alta, “há um temor generalizado com os efeitos que a guerra, e sobretudo a sua duração, podem ter no futuro próximo. Depois do aumento do custo de materiais, da dificuldade de mão de obra, assistimos agora à subida dos juros. Haverá factores que podem ser controlados parcialmente pelas políticas europeias, e pelo BCE, mas se os factores de instabilidade se mantiverem, pode ser difícil de comportar”.

Por outro lado, destaca Bacelar, “o aumento de preço da habitação é incomportável para os consumidores da classe média, o que vai dificultar que muitos dos que até aqui ainda conseguiam comprar casa deixem de ter essa possibilidade. Pelo meio haverá menos negócio imobiliário, e a economia, muito dependente deste sector, irá ressentir-se, tal como os mediadores que serão os primeiros a sofrer se houver quebra de vendas”.

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Revive lança concurso para Casa Grande de Pinhel

Vai ser lançado o concurso para a concessão de uma casa nobre, da primeira metade do século XVIII, em Pinhel, tendo em vista a sua exploração com fins turísticos. Este é o 27º imóvel colocado a concurso no âmbito do Revive

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Conhecido por “Casa Grande”, este imóvel histórico pertenceu, inicialmente, à família Antas e Menezes, que na época detinha a alcaidaria-mor da vila. Durante as Invasões Francesas o edifício foi ocupado pelas tropas francesas, que aí se instalaram no ano de 1810. Mais tarde, passou a pertencer à família Noronha e Avilez e em finais do século XIX foi vendido ao Conde de Pinhel.

No século XX a Casa dos Condes de Pinhel tornou-se sede do Grémio da Lavoura e nos anos 1973-1974 a cooperativa agrícola cedeu o espaço à Câmara Municipal de Pinhel. O solar, que estava então adossado ao edifício dos Paços do Concelho, foi objecto de algumas obras de conservação, passando depois a desempenhar funções de sede da autarquia. Actualmente, está desocupado e sem utilização.

O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de 5.869,57 euros. Os investidores interessados terão um prazo de 120 dias para apresentação de propostas que, além da recuperação do imóvel, promovam a sua valorização através da exploração turística e contribuam para atrair turistas para a região e para gerar novas dinâmicas na economia local.

A “Casa Grande” em Pinhel foi um dos 16 imóveis integrados na segunda fase do programa REVIVE, uma iniciativa dos ministérios da Economia, da Cultura, das Finanças e da Defesa, que conta com a colaboração das autarquias locais, e pretende recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atractividade dos destinos regionais.

“A implementação do programa Revive segue a bom ritmo e o lançamento deste concurso contribui de forma evidente para dinamizar o turismo e todas as actividades com ele relacionadas – restauração, comércio, cultura, artesanato, e outras – em zonas menos densamente povoadas e economicamente desenvolvidas, promovendo uma maior coesão territorial e a prosperidade para as comunidades locais residentes, que recordo são dois importantes objectivos da Estratégia 2027 para um turismo mais sustentável”, sublinhou a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, no lançamento daquele que é o 27º imóvel colocado a concurso no âmbito do Revive.

O programa foi lançado em 2016 com um lote inicial de 33 imóveis, tendo, em 2019, sido integrados mais 16 imóveis e já em 2021 foram incluídos três novos imóveis de um terceiro lote, cujo concurso será anunciado até ao final de 2022. O programa integra, actualmente, um total de 52 imóveis, 23 deles situados em territórios de baixa densidade.

Foi já adjudicada a concessão de 19 destes imóveis, representando mais de 142,5 milhões de euros de investimento privado na recuperação de património público e rendas anuais a rondar os 2,5 milhões de euros.

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JLL celebra 25 anos no imobiliário em Portugal

A marcar o quarto de século no país a consultora imobiliária organizou uma conferência que serviu para debater os desafios do sector

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“Há precisamente 25 anos que a JLL está ao lado dos seus clientes a concretizar ideias e projectos, ajudando a transformar os espaços e as cidades. É um marco incontornável para fazermos um balanço de tudo o que tem acontecido no mercado nacional, mas também para celebrar o futuro. E hoje, mais do que nunca, temos um futuro que se adivinha desafiante, com a certeza – como nos mostraram os dois últimos anos – de que tudo pode mudar, de forma muito rápida e intensa. Vamos reunir toda a nossa equipa e stakeholders neste evento, para debater os temas que vão marcar o futuro do imobiliário, sem esquecer o admirável percurso que o nosso mercado fez até hoje”, realça Pedro Lancastre, CEO da JLL Portugal.

“O imobiliário nacional percorreu um longo caminho, mas continuamos a ter muitos quilómetros por descobrir. Mesmo com os desafios que todos enfrentamos hoje – com o aumento dos custos de construção e dos combustíveis, o impacto da subida da taxa de inflação e a incerteza e complexidade do conflito Ucrânia/Rússia – o mercado imobiliário em Portugal vai continuar a liderar o caminho da projecção internacional do nosso país. Este é um sector que já deu provas da sua resiliência e atractividade, enfrentando, com distinção, diferentes ciclos económicos ao longo das duas últimas décadas e mostrando que tem capacidade de se reinventar”, acrescenta Pedro Lancastre.

A tecnologia, sustentabilidade e os novos espaços onde vamos viver e trabalhar, foram alguns dos temas de um debate que contou com várias intervenções de directores nacionais e internacionais da JLL, a par da apresentação das oportunidades de investimento em Lisboa e Porto pelos responsáveis máximos das duas cidades, Carlos Moedas e Rui Moreira. A Paulo Portas coube uma reflexão sobre a situação geopolítica e geoeconómica actual.

Em termos de retrospectiva, o evento fez um balanço da evolução do sector imobiliário em Portugal, num percurso com vários momentos marcantes vividos pela consultora. Desde logo, no final dos anos 90, quando a JLL se estabelecia em Portugal (1997) e o país vivia uma conjuntura especialmente positiva, animada pela Expo 98 e pelo forte investimento que este acontecimento mobilizou. O imobiliário dava, então, passos firmes na profissionalização e este evento foi um importante trampolim para a exposição internacional do mercado, com a revitalização urbana de um grande território da cidade a ganhar protagonismo além-fronteiras.

Retalho foi a estrela dos anos 2000
A primeira década do novo milénio deu sequência a este bom momento, num período de grande dinâmica para o sector imobiliário, que tinha no retalho o seu segmento estrela, com a JLL a conseguir vários projectos premiados internacionalmente. Os centros comerciais portugueses eram, então, o principal foco da atenção dos investidores estrangeiros em Portugal, numa altura em que o mercado era ainda fortemente dominado por operadores, promotores e investidores domésticos. Este segmento atravessava um forte crescimento, prevendo-se que fossem inaugurados mais 700.000 m2 de centros comerciais entre 2005 e 2007, o que representava um aumento de 25% do stock. Nesta altura, vários projectos de referência do país e em que a JLL esteve envolvida, como o primeiro centro comercial da IKEA ou o Alegro Alfragide, abriam portas com ocupações a 100%, ao mesmo tempo que começavam a proliferar os projectos de retalho em cidades secundárias e que os retail parks emergiam em força, com Portugal a registar um dos maiores crescimentos deste formato no contexto europeu. Nesse período, o investimento em imobiliário terciário rondava os 1.400 milhões de euros, impulsionado precisamente pelo sector de retalho, e a ocupação de escritórios também estava forte, com mais de 200.000 m2 tomados em 2007 e as multinacionais a começarem a seleccionar Portugal com mais interesse.

O ano de 2010 foi já de conjuntura marcadamente adversa, depois de um 2009 em que o volume de investimento imobiliário passou pouco de 350 milhões de euros e o take-up de escritórios se situou em torno dos 130.000 m2. Nos centros comerciais e retail parks, o boom de aberturas estava ultrapassado e começava a desenhar-se a tendência de renovação do stock, com remodelações, reposicionamentos ou ampliações, identificando-se mais de 400.000 m2 de stock passível de intervenções desse tipo.

Imobiliário como motor da economia
“O arranque da década de 2010 pressionou os níveis de actividade do imobiliário em baixa, ficando muito aquém dos registos de 2007, que tinha sido um dos melhores anos do sector. E quando todos tínhamos a esperança de que a retracção poderia durar pouco, fomos confrontados com a chegada da Troika, ainda no 1º semestre de 2011” relembra o CEO da JLL. “Adivinhavam-se tempos difíceis, mas a verdade é que foi um momento de reformas estruturais que alteraram o panorama imobiliário, de tal forma que este sector acabaria por ser um dos motores da recuperação económica na segunda metade da década”, acrescentou.

Entre as reformas implementadas destacou-se a alteração à lei do arrendamento, uma medida que permitiu impulsionar a reabilitação urbana dos centros da cidade, com forte impacto nos mercados de habitação e do comércio de rua. Na sequência deste movimento, Lisboa e Porto foram alvo de um círculo virtuoso de revitalização, acolhendo cada vez mais pessoas, mais empresas e mais marcas, com uma enorme projecção internacional.

“Estávamos sob os holofotes de todo o mundo pelo facto de sermos intervencionados pela Troika pela segunda vez em menos de trinta anos, mas daqui surgiu a oportunidade de mostrarmos que estávamos a avançar de forma muito positiva. Começámos a ser vistos com outros olhos por todo o mundo e ganhámos um lugar de destaque a nível internacional, em que o imobiliário foi o grande íman de atracção de investimento. O nosso sector foi o espelho mais fiel da transformação positiva das cidades e foi o trampolim para a recuperação económica do país”, reforçou Pedro Lancastre.

Além do retalho, que sempre foi o grande foco do investimento estrangeiro, o imobiliário nacional passou a estar no mapa global, também como destino sólido para instalação de empresas, para viver e para visitar. Assim, em 2015, mais de 80 nacionalidades compravam casa em Lisboa, numa diversificação que se tem mantido. A projecção internacional valeu também ao mercado, nos últimos anos, um investimento médio anual em torno dos 3 mil milhões de euros, ou seja, quase dez vezes mais do que os níveis registados no final da primeira década. Este ano, essa marca deverá ser de novo atingida e os escritórios mostram também a sua vitalidade, com cerca de 150.000 m2 ocupados em Lisboa nos primeiros cinco meses.

Pedro Lancastre terminou concluindo que “o sector mostrou, na pandemia e agora já neste novo ciclo, que esta é a realidade consolidada do mercado. O percurso que fizemos nos últimos anos, de diversificação em termos de fontes de procura, segmentos, localizações e origem dos investidores já não se desfaz. Portugal está no radar mundial do imobiliário de forma definitiva e tem provado, cada vez mais, que é um mercado preparado, não só para enfrentar desafios, como para estar na linha da frente”, sublinhou.

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