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CIN lança COLORiT 2

A CIN lançou uma nova aplicação móvel gratuita que permite testar a cor através da pintura virtual das suas paredes.

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A CIN lançou uma nova aplicação móvel gratuita que permite testar a cor através da pintura virtual das suas paredes. CIN COLORiT 2 recorre às fotografias captadas pelo telemóvel, preserva as condições de luz e ambientes originais e oferece uma visualização do que será o resultado final. A CIN COLORiT 2 está disponível para Android e IOS

O novo simulador faz uso de um conjunto de complexos algoritmos que garantem uma detecção inteligente da superfície e da área a pintar. A partir de um sistema de navegação extremamente simples e intuitivo, a aplicação produz uma simulação de pintura realista que permite ver o resultado final mesmo antes de pintar, facilitando assim o sempre complexo processo de escolha da cor ideal.

O resultado destas simulações, assim como as escolhas de cor, poderão ser guardadas no perfil MyCIN dos utilizadores, transversalmente presente em todas as ferramentas digitais que a marca disponibiliza ao público, a partir do seu sistema Single-Sign-On. Desta forma, as cores favoritas guardadas na aplicação podem ser visualizadas na conta MyCIN em deco.cin.com e posteriormente adquiridas online.

Segundo Marcos Castro, director de Marketing da CIN, o CIN COLORiT 2 permite “uma maior proximidade aos nossos clientes e resposta às suas necessidades, o que nem sempre se consegue pelas amostras em loja. Agora podemos replicar uma cor nas suas próprias casas e dar-lhes uma realidade ainda que virtual mas que realmente os apoie na tomada de decisão.” Esta aplicação junta-se assim “aos projectos existentes no ecossistema digital da CIN com uma oferta funcional específica de maior relevância para os consumidores.”

Ao longo do último ano, a CIN tem investido em vários serviços e conteúdos digitais “que têm como objectivo garantir a proximidade da marca aos processos de escolha e decisão dos nossos clientes, reforçando a imagem enquanto marca especialista no sector”, afirma Marcos Castro.

A nova aplicação apresenta ainda uma versão melhorada de algumas features, existentes no CIN COLORiT, como a identificação de referências de cor a partir de fotografias, o acesso aos catálogos de cor da marca ou a referência à rede de lojas CIN mais próximas, como o melhor trajecto para lá chegar.

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Escritórios: Sector das telecomunicações potenciam crescimento no CBD Baixa, Boavista e Matosinhos

Segundo a Predibisa, o sector de TMT’s & Utilities representou 46% da área total colocada no 2º semestre de 2022 na cidade do Porto

O sector das telecomunicações – TMT`s & Utilities – motivado pela necessidade de mudança de instalações e expansão de área para espaços superiores a 500 metros quadrados (m2), potenciaram o crescimento do mercado de escritórios, na região do Grande Porto, sobretudo no Central Business District (CBD) da Baixa e da Boavista, mas também Matosinhos, ao longo do último trimestre com um aumento de 50% no total de operações registadas (35 no total) e um crescimento de 100% no volume de área contratada (30.287 m2)

“Apesar da conjuntura actual e depois de dois anos extremamente desafiantes (2020-2021) assistimos agora ao aumento de área colocada; número de operações realizadas e área de superfície média contratualizada, face ao período homólogo, o que nos faz perspectivar um ritmo de recuperação positivo para o segundo semestre de 2022 na cidade do Porto”, segundo o director do departamento “corporate” da Predibisa, João Leite de Castro.

“Verificamos que estes novos projectos, quer pela sua eficiência, quer pela sua sustentabilidade e dimensão, serão uma mais-valia na cidade do Porto, enquanto “destino” empresarial, sobretudo no sector de TMT’s & Utilities, que continua a expandir-se com 46% da área total colocada (14.050 m2) comparativamente a outros sectores, como os “Serviços a Empresas” (7.165 m2), os “Serviços Financeiros” (4.347 m2) e as empresas ligadas ao sector “Outros Serviços” (2.634 m2)”, conclui.

A dinâmica na construção de novos projectos e na reabilitação de espaços de escritórios, cada vez mais eficientes e sustentáveis na cidade, impulsiona o ritmo de procura e a rápida absorção, valorizando também o investimento em zonas estratégicas.

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Empresa de Famalicão com selo ambiental internacional para 39 produtos

A Cimenteira do Louro (ACL) obteve a certificação internacional Greenguard e Greenguard Gold para um total de 39 tipos de revestimentos de parede e pavimentos para espaços interiores e exteriores

A Cimenteira do Louro (ACL) obteve a certificação internacional Greenguard e Greenguard Gold para um total de 39 tipos de revestimentos de parede e pavimentos para espaços interiores e exteriores.

“A certificação Greenguard garante que os nossos produtos em betão utilizados na arquitectura de interiores são de baixa emissão de substâncias químicas e contribui para ambientes internos mais saudáveis”, explica Dinis Silva, CEO da ACL. Segundo Dinis Silva, a certificação dos produtos da Cimenteira do Louro com os selos Greenguard e Greenguard Gold significa “o forte compromisso da empresa com os mercados mais exigentes do mundo e a saúde humana” e “mais um passo da Cimenteira do Louro na inovação e na sustentabilidade”, afirma.

A certificação GreenGuard e GreenGuard Gold, que para o responsável da Cimenteira do Louro, constitui “mais uma vantagem competitiva nos mercados mais exigentes”, abrange um total de 39 produtos em betão produzidos em Vila Nova de Famalicão, sendo 29 revestimentos de parede e 10 pavimentos.

Fundada em 1975, na freguesia do Louro, concelho de Vila Nova de Famalicão, A Cimenteira do Louro é uma empresa destaca-se na produção e exportação de pavimentos e revestimentos em betão. Contando com 150 trabalhadores, A Cimenteira do Louro facturou 22 milhões de euros em 2021. O mercado externo é responsável pelo grosso da facturação da empresa. No âmbito do processo de internacionalização, o grupo ACL, que comercializa os seus produtos em mais de 40 países, está presente em Omã, há 15 anos, através da Oman Portuguese Cement Products (OPCP).

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Sunenergy abre sete novas delegações em várias regiões do País

A abertura de sete novas delegações faz parte do plano de expansão da rede de franchising que pretende alargar o número de 10 para 20 delegações até ao final deste ano

A especialista em soluções de produção de energia eléctrica a apartir do sol, Sunenergy, está a expandir a sua rede de franchising e vai abrir sete novas delegações, numa primeira vaga de novas aberturas.

Mangualde, Odivelas, Barreiro, Seixal, Grândola, Madeira e Açores, são as novas localizações escolhidas para esta nova fase.

“A energia solar é um sector em forte crescimento, reflexo da maior preocupação dos portugueses com a sustentabilidade, bem como com o aumento dos custos da energia. Para dar resposta a este crescimento, estamos a expandir a nossa rede, começando agora pela abertura de sete delegações, algo que nos coloca muito perto do objectivo traçado de duplicação da nossa rede de franchising, de 10 para 20 delegações, até ao final deste ano”, afirma Raul Santos, CEO da Sunenergy. “Com esta expansão, vamos estar ainda mais próximos das pessoas e das empresas, cumprindo a nossa missão de Ligar Portugal ao Sol”.

No início do ano, a Sunenergy deu, também, início à campanha “Vem ligar Portugal ao Sol”, com o objectivo de encontrar empreendedores para se juntarem à sua rede, a maior do país no seu sector.

A abertura das novas delegações surge após a selecção de sete candidatos, que participaram recentemente numa formação que incidiu sobre diversas áreas, nomeadamente, gestão de negócio, comercial, engenharia, operacional, entre outras.

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Drawing Room Lisboa regresso com 23 galerias de arte e cerca de 70 artistas

5ª edição ininterrupta da feira de arte dedicada ao desenho contemporâneo realiza-se de 26 a 30 de Outubro na Sociedade Nacional de Belas Artes

A 5ª edição da Drawing Room Lisboa, que se realiza de 26 a 30 de Outubro, na Sociedade Nacional das Belas Artes, em Lisboa, vai contar com a presença de 23 galerias de arte, representando cerca de 70 artistas portugueses e internacionais.

Depois do êxito da edição de 2021, é renovada a versão de feira presencial, com apresentação e comercialização de obras de galerias e artistas nacionais e internacionais.

A integrar o Programa Geral de 2022 encontram-se 18 galerias portuguesas, uma selecção da responsabilidade de Mónica Álvarez Careaga, directora da Drawing Room Lisboa, e do Comité Consultivo da Feira, após a análise de todos os projectos recebidos. Depois de definir os critérios de uma selecção muito árdua que contou com o aconselhamento de especialistas portugueses e teve em conta o interesse do projecto apresentado para esta edição, o carácter internacional da feira e o necessário equilíbrio entre continuidade e renovação, a feira contará com algumas das mais importantes galerias portuguesas, como Vera Cortês, Filomena Soares, Pedro Cera, 3+1 Arte Contemporânea, Bruno Múrias ou Miguel Nabinho de Lisboa, Galeria Fernando Santos, Pedro Oliveira, KubikGallery ou Presença, do Porto, ou ainda Fonseca Macedo – Arte Contemporânea, de Ponta Delgada, Açores.

À representação portuguesa, juntam-se ainda cinco galerias internacionais, como as espanholas Galería Siboney, Galería Silvestre e Martínez & Avezuela, a alemã Jahn und Jahn ou a galeria Encounter Contemporary, sedeada em Londres.

A Drawing Room Lisboa tem vindo a ganhar relevo na cena artística contemporânea, por se afirmar como um contributo na criação de oportunidades para a classe artística dedicada ao desenho e na afirmação do espaço que o desenho pode ocupar no sector da arte contemporânea. Prova disso mesmo, é o apoio crescente que esta iniciativa tem recebido por parte das instituições, museus e centros de arte, galerias, colecionadores e outros profissionais.

Em Outubro vão ainda estar expostos os trabalhos dos 10 finalistas da segunda edição do Prémio FLAD de Desenho: António Olaio, Carla Cabanas, Cecília Costa, Maria Capelo, Noé Sendas, Paulo Lisboa, Pedro Barateiro, Pedro A.H. Paixão, Susanne S. D. Themlitz e Vera Mota. O vencedor será conhecido no dia 29 de Outubro, na Drawing Room Lisboa – parceira desta edição – e receberá um prémio monetário de 20 mil euros. Esta iniciativa visa apoiar a produção artística e inovação em Portugal e resulta de uma parceria entre a Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento e a Drawing Room Lisboa.

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Lightin design valoriza Casal Ribeiro 37

A solução de design de iluminação concebida pela ARTsolutions realça a traça arquitectónica dos quatro edifícios reabilitados pelo Grupo Stakecorp. Um projecto de reabilitação que contou com a assinatura do gabinete de arquitectura Saraiva + Associados

Localizado no coração de Lisboa, o projecto Casal Ribeiro 37, em Lisboa é um investimento de 30 milhões do Grupo Stakecorp. O projecto de reabilitação conta com a assinatura do gabinete de arquitectura Saraiva + Associados. A recuperação preservou a identidade histórica do edifício, não só nas fachadas como no interior, evidenciando, à luz dos dias de hoje, a sua elegância original, com apontamentos geométricos e luxuosos.

Com uma área aproximada de 10 mil m2, dos quais quatro mil m2 são subterrâneos, o conjunto é desenhado em forma de V. No interior dos quatro blocos definem-se estilos e conceitos inovadores e distintos: o Action, o Selection, o Collection e o View. O empreendimento coloca no mercado 77 apartamentos, com tipologias T0 a T4, usufruindo de piscina comum, ginásio e de várias comodidades, como segurança 24 horas e serviço de “conciérge”, com preços que variam entre os 500 mil euros a 1,5 milhões de euros.

Para Eurico Almeida, CEO da Stakecorp, o objectivo do “Casal Ribeiro 37” é captar clientes que pretendam viver em permanência no condomínio. “O que queremos é que sejam casas para famílias portuguesas ou estrangeiras que queiram mesmo viver neste local”, recordando ainda que “a recuperação do Casal Ribeiro 37 preservou a identidade histórica do edifício, não só nas fachadas como no interior, evidenciando a sua elegância original”, reforça.

A solução adoptada para iluminação dos exteriores do projecto de investimento do grupo Stakecorp, da responsabilidade da ARTsolutions group, realça a traça arquitectónica dos quatro edifícios que compõem o empreendimento e que datam de finais do século XIX e início do século XX.

“Dado o enquadramento do Casal Ribeiro 37, a sua escala e, por conseguinte, o seu impacto no “perfil da Rua”, a desenvolvemos um conceito de iluminação que destacasse o ritmo de vãos do imponente gaveto e proporcionasse um reforço de luz ao nível dos pisos mais próximos da cota da Rua”, explica Tiago G. da Costa, CEO da ARTsolutions. De acordo com o mesmo responsável, a solução encontrada permite “reduzir significativamente custos ao mesmo tempo que se conseguiu reforçar a identidade do empreendimento”.

“Procuramos sempre a melhor conjugação dos vários tipos de iluminação, técnica / decorativa de interior e de exterior, acompanhado sempre as orientações da arquitectura e a componente financeira dos clientes. O objectivo é gerar emoções com a iluminação, melhorar o conforto no espaço e ajudar a dinâmica de vendas, da manutenção e o controlo de custos do investimento”, explica Tiago G. da Costa.

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Chiado conta com nova loja de 600 m2 em comercialização

Na zona de excelência para o comércio de rua em Lisboa, o espaço integra o edifício Ivens 64. É o ressurgir do comércio de rua na capital

A equipa de Retail Leasing da JLL e da Savills acabam de conquistar um novo mandato, assumindo a comercialização de uma loja com quase 600 m² em pleno coração do Chiado, naquela que é “a” zona de excelência para o comércio de rua na capital portuguesa. Disponível para ocupação imediata, o espaço integra o edifício Ivens 64, contando com uma área total de 587 m² distribuídos entre o piso térreo (472 m²) e -1 (115 m²).

“O ressurgir da dinâmica no comércio de rua está a ser acompanhado de um aumento no número de operadores activamente à procura de espaços no centro de Lisboa. Entre estes, incluem-se várias marcas que procuram lojas disponíveis nas zonas prime, a maior parte das quais de gama alta, pois é aí que encontram uma oferta mais alinhada com os seus requisitos e conceitos. Contudo, a escassez de espaço disponível para ocupação em certas localizações tem vindo a restringir as escolhas, pelo que a entrada no mercado de um activo como o Ivens 64 é sempre acolhida com entusiasmo, pois não só proporciona uma excelente visibilidade numa localização de excelência e de intenso tráfego, como tem a mais-valia de estar disponível para ocupação imediata”, refere Mariana Rosa, head of leasing markets advisory da JLL

No nº64 da rua Ivens, que faz a ligação entre a Rua Garrett e o Largo da Academia das Belas Artes, a loja conta com uma localização central naquele que é o eixo prime do comércio de rua em Portugal, e no qual coexistem as principais marcas de moda nacionais e internacionais, lado a lado com vários hotéis, museus, restaurantes e verdadeiras referências no comércio tradicional, gerando diariamente um intenso movimento pedonal de milhares de pessoas.

“É um momento de esperança pois, após 2 anos de pandemia, as marcas começam agora a reorganizar-se, dando lugar a relocalizações e abertura de novas lojas. Assiste-se a uma maior exigência por parte das marcas no que respeita à escolha da sua localização, visibilidade e interiores. Cada vez mais se prima pela qualidade das lojas em vez da quantidade. E neste contexto, a loja da Rua Ivens, 64, reúne todos estes requisitos. Uma localização privilegiada que se destaca pelo grande fluxo pedonal da zona, interiores amplos e excelente visibilidade. Um espaço que alia a tradição da cidade à capacidade que cada marca tem de se reinventar para atrair os seus clientes, numa localização onde as cores, formas e aromas se cruzam e cativam diariamente milhares de consumidores”, sublinha Maria Luísa Branco, associate agency retail Savills Portugal.

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O regresso das tendências tradicionais ao espaço de banho

Sofisticadas por definição, as banheiras clássicas são frequentemente actualizadas para se adaptarem a diferentes estilos. A Roca deixa três sugestões

Há objectos clássicos que nunca passam de moda. As banheiras vintage, com o seu design autoportante e carismático, são um bom exemplo disso. Com linhas ergonómicas que se adaptam ao nosso corpo, as suas formas tradicionais regressam com propostas que reinventam uma peça icónica, adicionando novas funcionalidades e aumentando significativamente as suas possibilidades. Independentemente do estilo de design interior, há uma banheira autoportante ideal para todos os espaços. Esta é a peça perfeita para tornar o momento do banho numa experiência inesquecível, através de opções intemporais, ou até surpreendentemente modernas.

O triunfo do clássico
A busca pela harmonia e pela utilização de materiais nobres é fundamental para dar forma a espaços de banho clássicos e eternos. Espaços que apostam no mármore ou nas peças de louça sanitária branca, onde o tradicional lavatório de pedestal impera, torneiras bicomando com manípulos em forma de estrela ou os móveis em madeira. Propostas que olham para o passado e, onde as banheiras autoportantes encontram naturalmente o seu lugar. Com o seu muito particular sistema de descarga externo, a banheira Carmen da Roca assimila as formas antigas elevando um dos seus lados para envolver ainda mais o corpo, para permitir uma experiência extremamente reconfortante.

Ecletismo glamoroso
Uma mistura de diferentes tendências e o sucesso dos contrastes são a chave para um estilo moderno e irreverente que combina materiais, acabamentos e designs, destacando o poder da diferença. Móveis de estilo clássico ou colonial são combinados com lavatórios modernos em espaços de banho dinâmicos, onde a banheira, no seu modelo mais clássico, se torna num objeto de glamour como a peça fundamental do conjunto. Com pés inspirados em animais, o design oval e simétrico de Newcast vai além do tradicional branco para oferecer propostas nas cores cinzento, preto, bordeaux, azul-marinho ou cobre, soluções próprias de interiores inovadores, que não têm medo de celebrar a diferença.

Ambientes minimalistas
Espaços abertos e geometrias puras destacam-se nos ambientes que atraem a luz natural para oferecer uma maior sensação de espaço. Soluções como os lavatórios suspensos e as sanitas suspensas contribuem para otimizar o espaço, dando protagonismo aos objetos essenciais. A banheira autoportante, reinventada nas suas linhas mais elementares, utiliza novos materiais como o Stonex para oferecer designs rigorosos. Na versão Round ou Square, as paredes suaves da banheira Maui envolvem o corpo e mantêm a temperatura da água durante mais tempo, graças à resistência térmica que caracteriza este material feito de cargas minerais e resinas.
Com a capacidade de captar a atenção e tornar-se protagonista absoluta, a banheira vintage, em qualquer das suas formas, materiais ou acabamentos torna-se, assim, numa peça de culto que se adapta a qualquer personalidade.

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Teixeira Duarte com lucros de 3,6M€ no primeiro semestre

As Vendas e Prestações de Serviços na Construção cresceram 87.615 milhares de euros, o que corresponde a um aumento de 57% face ao período homólogo de 2021

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A Teixeira Duarte totalizou 3,6 milhões de euros de lucro no primeiro semestre, valor que compara com um prejuízo de aproximadamente 18,6 milhões de euros apurado em igual período do ano anterior.

Segundo a informação remetida à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), neste período, o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) da empresa avançou 68,3% para 43 milhões de euros. Entre Janeiro e Junho, os rendimentos operacionais cresceram 38,3% para 429,4 milhões de euros.

Já os gastos operacionais ascenderam a 386,3 milhões de euros, traduzindo um aumento de 35,6%. Na primeira metade do ano, os resultados financeiros da empresa foram negativos em 7,6 milhões de euros, quando em igual período do ano passado tinham sido negativos em 18,3 milhões de euros.

As Vendas e Prestações de Serviços na Construção cresceram 87.615 milhares de euros, o que corresponde a um aumento de 57% face ao período homólogo de 2021, atingindo 241.255 milhares de euros. Em Portugal este indicador cresceu 57,6% face ao mesmo período do ano anterior, atingindo 108.395 milhares de euros nos primeiros seis meses de 2022. Os mercados externos, na sua globalidade, registaram um aumento de 56,6% face a Junho de 2021, o que corresponde a mais 48.006 milhares de euros, dos quais 15.617 milhares de euros resultam do crescimento da actividade no Brasil e de 40.313 milhares de euros da actividade no Kuwait.

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Cleanwatts desenvolve nova Comunidade de Energia para Bombeiros de Arcos de Valdevez

Com a criação desta CER os bombeiros passam a consumir, durante as horas de sol, a energia produzida a partir dos painéis solares, cujo custo mensal da electricidade será cerca de 40% inferior ao actual

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A empresa Cleanwatts assinou um contrato com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez para a criação de uma Comunidade de Energia Renovável (CER), cujo objectivo será “a produção local de energia verde e mais barata”.

“Além de fazer face aos elevados custos da electricidade, a criação desta CER vai ao encontro do nosso compromisso com a descarbonização e a defesa do planeta”, explica Germano Amorim, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez, acrescentando que “a possibilidade de produzir energia dentro da comunidade, e para a comunidade, ajudando a combater algumas desigualdades, nomeadamente a pobreza energética, é outra das grandes vantagens deste projecto e uma das nossas maiores motivações”.

A criação desta CER não implicou qualquer investimento da parte dos bombeiros, sendo o investimento assumido, na totalidade, pela Cleanwatts – nem qualquer alteração da instalação eléctrica. Com a criação desta CER os bombeiros passam a consumir, durante as horas de sol, a energia produzida a partir dos painéis solares. O custo da electricidade consumida, mensalmente, pelos bombeiros será cerca de 40% inferior ao actual.

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IPS constrói residências no Barreiro e Sines e amplia unidade em Setúbal

As candidaturas, apresentadas no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, foram recentemente aprovadas e homologadas, tendo obtido o financiamento do PRR num montante de cerca de 9 M€

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O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) vai avançar com “a ampliação e remodelação da residência de estudantes de Setúbal” e a “construção de duas novas, em Sines e no Barreiro”, passando a dispor de “um total de 476 camas”, avançou o jornal O Setubalense. O IPS prevê que as novas residências possam começar a ser ocupadas a partir de Dezembro de 2023.

De acordo com o IPS, “as candidaturas, apresentadas no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, foram recentemente aprovadas e homologadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, obtendo assim financiamento do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) num montante de cerca de 9 milhões de euros”.

Os três projectos correspondem a um reforço de “182 novas camas” ao nível da oferta de alojamento estudantil, o que permitirá “proporcionar uma melhor qualidade de vida aos estudantes deslocados e, por outro lado, dar resposta de alojamento temporário a alguns investigadores e docentes em mobilidade”, sublinha Ângela Lemos, presidente do IPS.

Em comunicado emitido pelo IPS, para a Residência de Estudantes de Santiago, em Setúbal, está prevista “a renovação do edifício existente e a sua ampliação”, sendo que a intervenção deverá estar concluída “até Fevereiro de 2025”. Este alojamento ganhará “85 camas adicionais”, aumentando a sua capacidade para um total de “379 vagas”.

No Barreiro, onde o IPS tem instalada a Escola Superior de Tecnologia, vai ser construída de raiz em terreno cedido pelo município uma área residencial “com capacidade para 50 camas”.

Em Sines será construída uma residência “que pretende servir os estudantes da nova Escola Superior a erigir no Alentejo Litoral”, para acolher 45 alunos. O terreno para a construção foi cedido pelo município siniense.

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