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MAN lança novas carroçarias para eTGE

Com caixa, a MAN eTGE possui um espaço de carga de 3.280 mm de comprimento, 2.060 mm de largura e 2.000 mm de altura (opcionalmente 2.200 mm). Isto corresponde a um generoso volume de carga de 13,5 metros cúbicos

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Com caixa, a MAN eTGE possui um espaço de carga de 3.280 mm de comprimento, 2.060 mm de largura e 2.000 mm de altura (opcionalmente 2.200 mm). Isto corresponde a um generoso volume de carga de 13,5 metros cúbicos

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A MAN, especialista em produtos e serviços inovadores para a indústria de veículos pesados de mercadorias e passageiros, está já a promover um conjunto de novas carroçarias associadas ao modelo eTGE, nomeadamente uma carroçaria com caixa.

Com a introdução da solução a ser feita junto de uma empresa de mobiliário na Holanda, a opção, segundo a MAN, permite a entrega local, sem emissões, de móveis geralmente volumosos na metrópole de Amesterdão. Com este passo, a empresa contribui para a melhoria da qualidade do ar na cidade e, simultaneamente, responde ao aumento do número de entregas ao domicílio desde o início da pandemia, o que torna o transporte limpo ainda mais importante.

O facto de cada vez mais empresas pensarem desta forma também se reflecte nas actuais estatísticas de registo na Europa (UE 27 + 3). De Janeiro a Maio de 2021, o número de vans eléctricas a bateria (BEV) entre 3 e 6 t GVW duplicou em comparação com o período homólogo para cerca de 2.200 unidades (+ 135%).

Anteriormente, a MAN eTGE estava disponível como furgão na área de transporte de mercadorias e como minibus no sector de transporte de passageiros. Com o objectivo de oferecer aos seus clientes uma gama ainda mais ampla na classe de veículos comerciais eléctricos leves, a MAN Truck & Bus, em cooperação com conceituados fabricantes, oferece a eTGE com caixa, com plataforma ou basculante trilateral.

“Na nova versão, a eTGE torna-se ainda mais atraente para os motoristas de entrega. Porque muitos clientes de negócios de entregas urbanas estão interessados num grande volume de carga, seja para entregas de pedidos online de grande volume ou para entregas de móveis. Ao mesmo tempo, está a tornar-se cada vez mais importante, especialmente na cidade, reduzir de forma sustentável as emissões de gases de escape e ruídos. A MAN eTGE com caixa oferece a combinação ideal para isso”, explica Martin Imhoff, director de Marketing de Produto Van na MAN Truck & Bus.

Com caixa, a MAN eTGE possui um espaço de carga de 3.280 mm de comprimento, 2.060 mm de largura e 2.000 mm de altura (opcionalmente 2.200 mm). Isto corresponde a um generoso volume de carga de 13,5 metros cúbicos. A altura é de 1.050 mm. A área de carga pode ser facilmente alcançada através de um auxílio de entrada extensível de 4 partes na traseira. No interior, existem calhas laterais e frontais para o armazenamento seguro da carga. A carroçaria de carga vem da empresa SPIER Fah-rzeugwerk de Steinheim, Alemanha, e é montada na eTGE pelo fabricante.

A segunda novidade da gama MAN eTGE tem um propósito diferente: os serviços municipais, a indústria da construção, da jardinagem e paisagismo. Aqui, uma plataforma ou um basculante trilateral costumam ser os formatos de corpo mais procurados. A MAN oferece agora em cooperação com o fabricante Schoon Fahrzeugsysteme de Wiesmoor, Alemanha. A plataforma mede 3.255 mm de comprimento e 2.040 mm de largura. As paredes laterais rebatíveis têm 300 mm de altura. 10 olhais de amarra, cada um com uma força de tracção de 500 daN, estão integrados na plataforma. Com a plataforma, a carga útil é de 820 kg, com a basculante trilateral é de 750 kg.

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Portugal marca presença na BIG 5 Show 2021 Dubai

Não sendo um mercado tradicional para Portugal, o Médio Oriente impõe-se pelo volume e dimensão dos projectos de construção e são cada vez em maior número os empresários nacionais que nele apostam

Dubai voltou a acolher mais uma edição do “BIG 5 SHOW”, aquele que é o mais importante certame da região e um dos mais importantes do mundo para a fileira da Construção e Materiais de Construção, Pedras e Rochas Ornamentais, Tecnologias e Ambiente. Portugal está presente com sete empresas, numa organização promovida pela AEP – Associação Empresarial de Portugal, através do Projecto Business on the Way. O evento que decorreu entre os dias 12 e 15 de Setembro, em simultâneo com o Middle East Concrete 2021 e o Middle East Stone 2021,
voltou ao formato presencial, depois da edição de 2020 ter decorrido em formato virtual.

Na edição de 2019, antes da pandemia trocar as voltas ao mundo, o certame contou com a presença de 2.507 expositores, provenientes de 61 países. Cerca de 11 empresas portuguesas
estiveram presentes no ano em que o certame foi visitado por mais de 67 mil visitantes profissionais oriundos de cerca de 132 nacionalidades.

“Em 2020 realizamos a BIG 5 SHOW VIRTUAL com 5 empresas nacionais. Os participantes dispunham de uma plataforma digital para apresentação dos seus produtos e empresas tendo
também realizado inúmeras reuniões por vídeo conferencia com potenciais importadores”, conta a associação empresarial que há 14 anos consecutivos tem em mãos a organização da
participação portuguesa no certame.

Números “não surpreendem”
Apesar da adopção de medidas de restrição impostas ainda pela pandemia, a edição deste ano contou com a participação de 1200 expositores, provenientes de 50 países. Foram organizados
20 pavilhões nacionais, 70 conferências temáticas e três grandes cimeiras, que, no seu conjunto, contaram com a participação de mais de 150 oradores. Números expressivos, mas
que não surpreendem. Até porque, não obstante o impacto económico derivado da pandemia, o “pipeline” de projectos na região é hoje superior a 2.5 triliões de dólares”, adianta a AEP.
Entre estes incluem-se “hospitais, aeroportos, centros comerciais, hotéis, residências e parques de diversão. Nestes megaprojectos destacam-se a Expo 2020 no Dubai, o Qatar Vision 2030, os Asian Games 2030, o Campeonato do Mundo de Futebol no Qatar em 2022, a Saudi Vision 2030 e a Área Financeira Rei Abdullah”, adianta fonte da associação citando um levantamento
realizado pela consultora Deloitte.

“A localização estratégica, altamente competitiva dos Emiratos Árabes Unidos (EAU), em especial o Dubai, na região do Golfo, com fácil acesso aos mercados do Médio Oriente, Ásia e
África”, faz deste o maior centro de negócios da região e um dos mercados mais atractivos do globo. Actualmente, cerca de 50% das suas importações são reexportadas para países como a
Arábia Saudita, o Irão, o Qatar, o Bahrein e o Kuwait, países com um interessante pipeline de investimentos e projectos em curso.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Nova geração de mini-escavadoras CAT lançadas no mercado

A STET lança em Portugal três novos modelos que permitem tornar o trabalho “mais fácil, mais rápido e mais eficiente”, graças a todas as inovações tecnológicas que a marca incorporou

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302.7, 303CR e 303.5CR representam os três novos modelos da nova geração de mini-escavadoras CAT que a STET, representante oficial e exclusiva da Caterpillar em Portugal, acaba de lançar no mercado. Os novos modelos “permitem tornar o trabalho mais fácil, mais rápido e mais eficiente, graças a todas as inovações tecnológicas que incorporam, com a garantia de qualidade Caterpillar”, assegura a STET.

Desde logo, este lançamento traz consigo uma actualização dos indicadores de desempenho e manutenção dos equipamentos, garantindo uma melhoria, de até 20%, de melhoria do desempenho e de até 15% de redução do custo total de propriedade, para além de introduzir funcionalidades originais na indústria.

Os modelos de mini-escavadoras de nova geração CAT estão dotados com novos instrumentos tecnológicos, que os tornam mais ágeis e adaptáveis a qualquer situação. Entre eles a STET destaca “o controlo de joystick, o seu visor LCD para gestão de dados e configuração de máquinas, a sua cabine dobrável para melhor acesso aos componentes da máquina e o controlo de velocidade de cruzeiro”.

De destacar ainda a redução, em cerca de 30% dos custos de manutenção e a diminuição dos níveis de ruído e poluição, graças à sua cabine selada e pressurizada.

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Effisus lança selante para furos em coberturas metálicas

A Effisus explica o Bolt Protect consiste “numa cápsula de borracha que garante um ajuste perfeito sobre o parafuso e o excelente alongamento da membrana permite um acoplamento total com a área ao redor”, além de que “utiliza acessórios simples, o que permite uma instalação fácil e rápida”

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A Effisus, especialista em soluções de impermeabilização, está a promover a sua mais recente novidade. Trata-se do Bolt Protect, uma nova solução para selar e reparar permanentemente as infiltrações provenientes dos furos dos parafusos em coberturas metálicas.

Segundo a empresa, “a elevada elasticidade da membrana permite absorver movimentos estruturais dos painéis metálicos sem dificuldade. A cápsula integrada protege completamente o parafuso, garantindo 100% de estanqueidade ao mesmo, assim como a toda a área que o rodeia”.

Na descrição do Bolt Protect, a Effisus explica que se trata de “uma cápsula de borracha que garante um ajuste perfeito sobre o parafuso e o excelente alongamento da membrana permite um acoplamento total com a área ao redor”, além de que “utiliza acessórios simples, o que permite uma instalação fácil e rápida”.

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‘Em Foco Irlanda’ da aicep dedicada a materiais de construção

A Academia AICEP está a promover um conjunto de webinars dedicados a vários mercados e sectores. Os materiais de construção e o acesso ao mercado irlandês tomam o palco a 29 de Setembro

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A Academia AICEP está a promover um conjunto de webinars dedicados a vários mercados e sectores em que o seu delegado no país e diversos especialistas abordarão a situação actual e as novas condições de mercado. A sessão agendada para 29 de Setembro será dedicada ao sector dos Materiais de Construção e tem como destino o mercado irlandês.

Esta acção contará com a participação de Luís Reis, Director do Centro de Negócios da AICEP na Irlanda, e de Graham Mason, importador e distribuidor local e proprietário da empresa de construção de jardins e exteriores Mason Landscapes.

O objectivo deste webinar é apresentar os desafios e oportunidades do sector dos Materiais de Construção na Irlanda, dando a conhecer às empresas portuguesas interessadas no mercado o actual contexto económico local, as relações comerciais bilaterais, constrangimentos e conselhos úteis na abordagem ao mercado, e oportunidades no âmbito dos projectos de construção públicos e privados. Trata-se de um mercado aberto, mas muito concorrencial, que pela sua dimensão, sofisticação, cultura de negócios e ligações a Portugal, apresenta grande potencial para a internacionalização das empresas portuguesas.

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Sika Academy está de volta com novos webinars

No primeiro semestre do ano cerca de dois mil formandos frequentaram os webinars de formação da Sika Portugal. A empresa quer repetir o sucesso e até Dezembro estão já agendadas novas acções

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No primeiro semestre do ano cerca de dois mil formandos frequentaram os webinars de formação organizados pela Sika Portugal. A empresa quer repetir o sucesso da primeira edição e até Dezembro estão já agendadas novas acções.

Estas acções surgem o âmbito da estratégia da empresa de maior proximidade com os seus clientes, sejam eles profissionais da construção, arquitectos e engenheiros, mas onde se incluem também um número crescente de particulares interessados em bricolagem.

As acções decorrem em ambiente online, no site da Sika Academy, e estão abertas a todos os interessados, mediante inscrição.

O novo site da SIKA, lançado o ano passado foi a resposta da empresa à transformação digital que a pandemia veio acelerar e permitiu criar novas ferramentas e acções de interacção e resposta com a comunidade profissional e particular. Para além de webinars, a Sika Academy disponibiliza ainda ferramentas de e-learning que permitem ao utilizador explorar as diferentes soluções Sika em ambiente virtual. O website da Sika Portugal está organizado por campos de aplicação o que facilita uma interacção mais ágil com a comunidade do sector que o utiliza.

O novo ciclo de webinars formativos inclui nove acções. A primeira arranca já no dia 29 de Setembro e é dedicado à “Reabilitação: Sistemas de reparação e protecção de betão”. Em Outubro serão abordados os “revestimentos industriais”, as soluções para “coberturas” e “pavimentos de madeira”.

Em Novembro está prevista a realização de quatro sessões. A primeira é dedicada ao “Sika thermocoat – o casaco térmico dos edifícios (sistema etics)” e ao longo do mês serão abordados as temáticas de “reabilitação, tecnologias de colagem estrutural”, “betão e adjuvantes Sika” e “impermeabilização de juntas estruturais”.

O calendário de webinars termina a 15 de Dezembro com “Pavimentos – Sistemas sikafloor de baixo odor para terraços e varandas”.

Calendário de acções:

• Reabilitação
Sistemas de Reparação e Protecção de betão
29 de Setembro de 2021 | Quarta-feira | 11h00

• Revestimentos industriais
Soluções para ETAR’s: Complemento
13 de Outubro de 2021 | Quarta-feira | 11h00

• Coberturas
Soluções para Coberturas
20 de Outubro de 2021 | Quarta-feira | 11h00

• Selagem e colagem
Pavimentos de madeira: Composição, tipologia, comportamento e métodos de colagem
27 de Outubro de 2021 | Quarta-feira | 11h00

• Acabamentos de edíficios (interiores e exteriores)
Sika® Thermocoat – O Casaco Térmico dos Edifícios (Sistema ETICS)
3 de Novembro de 2021 | Quarta-feira | 11h00

• Reabilitação
Tecnologias de Colagem Estrutural
10 de Novembro de 2021 | Quarta-feira | 11h00

• Betão
Betão e adjuvantes Sika
17 de Novembro de 2021 | Quarta-feira | 11h00

• Impermeabilização
Impermeabilização de juntas estruturais
24 de Novembro de 2021 | Quarta-feira | 11h00

• Pavimentos
Sistemas Sikafloor® de baixo odor para terraços e varandas
15 de Dezembro de 2021 | Quarta-feira | 11h00

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Dono do Brico Depôt anuncia forte crescimento das vendas

Brico Depôt Iberia anuncia crescimento de 45,5% das vendas no primeiro semestre de 2021, tendo alcançado os 228M€ com uma forte procura nas categorias de construção e carpintaria, superfícies, decoração e exteriores

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O boom da bricolagem e das reformas das habitações traduzem-se em crescimento para as empresas de materiais de construção. Que o diga o grupo Kingfisher, a empresa mãe da Brico Depôt Iberia, que registou um aumento de 61% dos seus lucros no primeiro semestre deste ano. O Grupo obteve um lucro ajustado antes dos impostos de 669 milhões de libras, cerca de 780 milhões de euros, durante o primeiro semestre, impulsionado pelos bons resultados na Península Ibérica, Reino Unido, Irlanda, França e Roménia.

Só na península Ibérica as vendas aumentaram 45,5%, para 198 milhões de libras (cerca de 228 milhões de euros), com um aumento de 13% das vendas face a 2019. “Isto reflecte uma forte procura, especialmente nas categorias de construção e carpintaria, superfícies e decoração e exteriores, assim como uma recuperação da actividade, após os encerramentos temporários das lojas em Espanha e Portugal devido à pandemia”, refere o grupo em comunicado.
Como consequência, “o lucro de retalho aumentou de 1 milhão de libras para 11 milhões [de 1,16 milhões de euros para 12,8 milhões], o que reflecte um forte crescimento do lucro bruto, parcialmente compensado por um aumento de 34% dos custos operacionais. Este aumento deve-se em grande parte a custos mais elevados associados a uma forte actividade comercial e ao facto do primeiro semestre de 20/21 ter beneficiado das medidas temporárias de redução de custos relacionados com a Covid e da redução salarial do Governo”.

“Gostaria de destacar, em primeiro lugar, o magnífico trabalho que as nossas equipas em Espanha e Portugal têm vindo a desenvolver nestes primeiros seis meses do ano, ainda marcados pelas restrições e pelo avanço do programa de vacinação, fazendo um grande esforço para garantir o stock aos nossos clientes num ambiente mundial realmente complicado. Felizmente, 100% das nossas lojas estão abertas nos dois países, embora com restrições horárias, de capacidade e de mobilidade do cliente. E, além disso, continuamos em plena capacidade através do nosso canal de e-Commerce e da aplicação Brico & Go para facilitar os projectos de bricolagem e de reforma do lar dos nossos clientes. Estamos satisfeitos com os resultados obtidos e continuamos a trabalhar na nossa transformação, com a expectativa de lançar vários projectos nos últimos meses do anos, continuando assim a oferecer aos nossos clientes profissionais e particulares um serviço ágil ao melhor preço”, sublinhou Mike Foulds, director geral da Brico Depôt Iberia.

Para o segundo semestre do ano as previsões mantêm-se, assim, em alta, desde que “não existam alterações adversas nas medidas de confinamento relacionadas com a COVID-19 (por exemplo, novas restrições de encerramento de lojas ou showrooms)”.

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Equitone lunara chega ao mercado

A Equitone propõe uma nova fachada inspirada na superfície da lua: lunara. O seu processo produtivo único faz com que que cada painel tenha um acabamento diferente

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Com lançamento simultâneo no mercado mundial, o fabricante de materiais de fibrocimento para fachadas ventiladas e interiores Equitone, propõem uma nova fachada inspirada na superfície lunar: Lunara. Para esta proposta a Equitone desenvolveu um processo produtivo próprio, graças ao qual não existem duas lâminas iguais: cada fachada é única. Para além disso, “o novo painel de fibrocimento foi criado sob medida em colaboração com uma selecta equipe internacional de arquitectos antes do seu lançamento no mercado”, adianta a empresa.

“Em breve, viver na Lua poderá já não ser um sonho impossível. Há muito tempo que a nossa inspiração para o futuro se baseia no aspecto e nas matérias-primas do satélite natural da Terra. Assim sendo, não admira que o novo painel de fachada lunara pareça ter sido criado fora da Terra, mas com aspecto natural ao mesmo tempo. A sua superfície única, coberta com pequenas elevações irregulares e depressões, faz lembrar as crateras da Lua e convida arquitectos e projectistas a conceberem envolventes de edifícios visionárias”, explica Vanessa Marcos, responsável de Marketing da Etex Iberia Exteriors, em Espanha e Portugal.

“O novo material oferece uma percepção visual e tangível natural, pétrea, com uma certa nota mineral através de um subtil reflexo metálico da luz. É um material não polido, com toque delicado de linho e rugosidade proeminente, cuja geometria produz um efeito háptico à escala. O material parece de outro mundo, parece que está vivo”, descreve Míchel García, gerente da marca Equitone para a península ibérica.

O lançamento da EQUITONE [lunara] vai decorrer em simultâneo em todo o mundo e os novos painéis estarão disponíveis a partir desta semana em todos os mercados onde a empresa está presente, incluindo Espanha e Portugal, conforme explica a Etex Iberia Exteriors, empresa mãe do grupo.

Os painéis de fachada Equitone lunara são feitos de fibrocimento prensado temperado sob pressão de vapor, e consistem principalmente em ar, água, cimento, celulose e fibras. Deste modo, os painéis, que são incombustíveis de acordo com a norma EN 13501-1:2018, garantem uma superfície resistente à geada, impermeável à água e não deteriorável. São adequados para fachadas cortina com ventilação traseira, em todos os tipos e alturas de edifícios, e podem ser montados de forma fácil e simples em subestruturas de madeira ou metal, utilizando sistemas de fixação testados e comprovados. O processo de fabricação, como o de todas as gamas Equitone, possui a certificação EPD que destaca o baixo impacto ambiental dos materiais, também 100% recicláveis.

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Renováveis como “motor da recuperação económica” na conferência anual da APREN

Portugal Renewable Energy Summit 2021 decorre a 9 e 10 de Novembro em formato híbrido, com foco, entre outros, na nova directiva das renováveis, nos auxílios estatais, e nas metas europeias de redução de emissões

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A conferência anual da APREN – Associação de Energias Renováveis – está marcada para 9 e 10 de Novembro e será dedicada ao tema: “Renováveis, motor da recuperação económica”. O evento, de nome Portugal Renewable Energy Summit 2021 (#PRES2021), contará com a presença do Secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba, e do Ministro do Ambiente e Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, entre outras personalidades relevantes para o sector das Renováveis.

Esta edição de 2021 do Portugal Renewable Energy Summit decorrerá em formato híbrido a partir do Grande Auditório da Culturgest, em Lisboa. Os interessados podem escolher participar presencialmente ou assistir ao evento de forma remota, tal como aconteceu na edição de 2020.

“Este é já um evento incontornável para quem quer acompanhar com profundidade os temas do cada vez mais abrangente sector da energia renovável. Durante dois dias debateremos as grandes questões que se prendem com as renováveis, enquanto motor de recuperação económica, mas também como uma das formas de travar as alterações climáticas que estão já a provocar os eventos climáticos extremos com que nos deparamos”, sublinha o CEO da APREN, Pedro Amaral Jorge.

O primeiro dia da conferência será dedicado a assuntos europeus e no segundo dia o foco estará colocado na realidade portuguesa e ibérica. A nova directiva das renováveis (RED III), os auxílios estatais (state aids) e as metas europeias de redução de emissões (Fit for 55%) são temas incontornáveis em cima da mesa.

O segundo dia abordar temas como o licenciamento de projectos renováveis, o hidrogénio verde, as comunidades de energia, o armazenamento e a eficiência energética, sem deixar de analisar as implicações que o novo DL sobre o SEM, a publicar em breve, trará a todo este ecossistema renovável. O redesenho do mercado eólico, assim como a flexibilidade de consumo, serão igualmente objecto de análise.

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Colt pretende atingir a descarbonização das suas operações até 2030

A estratégia ambiental da Colt centrar-se-á na redução interna das emissões de carbono em todas as suas operações e serviços

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O Grupo Colt, que inclui a Colt Technology Services e a Colt Data Centre Services (DCS), pretende alcançar, em todas as suas operações, a neutralidade carbónica até 2030. O anúncio da Colt, feito esta quarta-feira, dia 22 de Setembro, insere-se na sua jornada para acelerar a transição para a descarbonização da economia através do desenvolvimento das novas tecnologias.

Neste âmbito, a empresa irá reduzir em 46% as emissões Scope 1 e Scope 2 até 2030 e trabalhar em estreita parceria com os seus fornecedores para reduzir significativamente as emissões Scope 3 em toda a sua cadeia de abastecimento, tendo em vista contribuir para a limitação do aquecimento global a um nível muito inferior a 2°C até 2030. Esta mudança insere-se na estratégia de sustentabilidade do Grupo, que é essencial não só para o seu ADN como também para a estratégia dos seus negócios no future, revela a empresa.

“Como empresa, compreendemos a urgência de tomarmos medidas para impulsionar mudanças positivas na indústria tecnológica e assim assumir a plena responsabilidade pelas nossas emissões poluentes. Congratulo-me por a Colt se comprometer hoje a alcançar estes objectivos em conformidade com as metas científicas estabelecidas para a redução das emissões,” afirma Keri Gilder, CEO da Colt Technology Services.

De forma a alcançar os seus objectivos mais abrangentes, o Grupo Colt estabeleceu metas intercalares, nomeadamente que 75% de utilização de energia seja proveniente de fontes renováveis em todas as suas instalações à volta do mundo até 2023, que 93% das emissões da cadeia de abastecimento estejam alinhadas com o objectivo de 1.5C SBT até 2025, que, até 2025, 38% da componente de veículos eléctricos na frota e 75% até 2030 e que o Gás seja 100% proveniente de energias renováveis até 2030.

A estratégia ambiental da Colt centrar-se-á na redução interna das emissões de carbono em todas as suas operações e serviços. Isto significa medir e divulgar o impacto ambiental do Grupo e reduzir as emissões de carbono em conformidade com o que os dados científicos dizem ser necessário. Quaisquer emissões de carbono que a Colt não consiga reduzir por si mesma, serão objecto de operações de eliminação altamente fiáveis que serão financiadas pelo Grupo.

“O nosso negócio tem um impacto substancial no planeta, e tenho o prazer de anunciar que estamos a iniciar a nossa jornada para alcançarmos o objectivo das zero emissões de carbono em todas as nossas operações da Colt DCS até 2030”, refere Niclas Sanfridsson, CEO da Colt Data Centre Services. “Isto é apenas o início do nosso processo, a nossa estratégia de sustentabilidade continuará a garantir que somos um parceiro chave de eleição para os maiores clientes de data centres de hiperescala a nível mundial. Tendo respondido aos maiores desafios que a nossa indústria enfrentou nos últimos 20 anos, estou plenamente confiante de que possuímos os recursos necessários para tomarmos as medidas ambiciosas a que nos propomos na próxima década de modo a podermos cumprir as metas do Acordo de Paris e os Objetivos Globais.

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Carmo Wood ergue novo passadiço da Comporta

A empresa portuguesa que actua no segmento madeiras ergueu uma nova estrutura com 350 m de extensão na Herdade da Comporta

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Com início junto ao Museu do Arroz e à Adega da Comporta, a nova estrutura, com uma extensão de 350m, assegura o acesso ao parque de estacionamento da praia e a outro passadiço, já existente, também ele executado pela Carmo Wood há mais de 20 anos e que conduz ao areal.

Totalmente sustentável e integrado na paisagem, o novo passadiço resulta de um investimento da Herdade da Comporta, na ordem dos 120 mil euros, que visa proteger o espaço natural, anulando o impacto de trilhos improvisados, assim como aumentar a conveniência no acesso à praia.

Esta nova obra é mais um dos marcos Carmo Wood na Comporta e “reflecte um compromisso da empresa para com a preservação e embelezamento de uma região onde a Carmo Wood marca forte presença há mais de 20 anos”, afirma Jorge Milne e Carmo, presidente Carmo Wood.

Em 1998 que a Câmara Municipal de Grândola adjudicou à Carmo Wood os primeiros passadiços das praias da Comporta, Carvalhal e Pego, assim como os respectivos parques de estacionamento. A estes seguiram-se os heliportos da Herdade da Comporta e respectivos passadiços de acesso e ainda o centro equestre “Cavalos na areia”, que contou com boxes e padocks da gama especializada Horservice da Carmo Wood.

A estes projectos juntam-se inúmeras vedações, estruturas de sustentação de terras ou guardas de protecção de estrada em madeira tratada da Carmo Wood, assim como inúmeros edifícios em lamelado colado, junto ao empreendimento Tróia Resort, pérgulas, decks, passadiços, sinalética, ou arranjos paisagísticos também da autoria da Carmo Wood. Mais recentemente, destaque para acabamentos no hotel Sublime e a construção do emblemático hotel Quinta da Comporta bem como a requalificação do mítico Cais Pala fítico da Carrasqueira.

“Se é verdade que a construção em madeira marca já de forma muito clara o estilo arquitectónico da região da Comporta, é igualmente certo que confirma o valor que a Carmo Wood trouxe e continuará a trazer à região: soluções de elevada qualidade e longa duração, com design cuidado e apelativo, implementadas de forma exímia, para preservar e potenciar ainda mais a beleza natural desta região ímpar”, conclui.

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