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Grupo Puma presente na construção das novas instalações do G.D.M Supera Setúbal

Um centro equipado com a mais moderna e eficiente tecnologia com materiais do Grupo Puma

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A Supera é uma rede de centros desportivos líder em Espanha e tem um ambicioso plano de expansão em Portugal, onde já conta com sete centros desportivos.

Atualmente conta com mais de 30 instalações, além de uma dezena de ginásios de proximidade abertos 24 horas. A Supera continua comprometida na sua aposta na saúde, desporto e o lazer responsável, oferecendo os seus serviços a quase 200.000 assinantes em todos os seus centros.

Este novo projeto da Supera em Setúbal, Portugal, complementa-se também com uma clara aposta na sustentabilidade, uma vez que a instalação conta com a tecnologia mais moderna e eficiente do ponto de vista energético.


 

EXECUÇÃO

Nesta ocasião, a execução das obras contou com produtos do Grupo Puma, empresa líder no fabrico de materiais de construção, onde intervém a tecnologia mais avançada na execução dos mesmos.

Diversas aplicações de diferentes materiais na execução de instalações que se tornaram no mais moderno centro desportivo, com um investimento de 9 milhões de euros.

O centro desportivo conta com uma piscina climatizada de 6 vias, e uma outra, também ela climatizada, para aprendizagem. Além disso, possui uma ampla área de spa com jacuzzi, sauna, banho turco, duches ciclónicos…

Da mesma forma, poderá desfrutar-se de uma sala de Fitness de mais de 1.000 m² equipada com os mais modernos equipamentos. Além dos vestuários femininos, masculinos e infantis, podem praticar-se atividades vocacionadas nas suas cinco salas dedicadas a Zumba, Body Combat, Body Pump, Body Balance, Pilates, Bicicleta… A tudo isto, soma-se ainda uma ampla oferta de cursos de natação e de treinamento pessoal.

A instalação também possui uma zona externa com piscinas de verão e um amplo solário. Por outro lado, o parqueamento subterrâneo conta com lugares para mais de 100 viaturas.

GRUPO PUMA

Os materiais que foram utilizados na obra do centro desportivo são:

  1. Morcemseal todo 1
  2. Morcem Grout 500
  3. Morcemsec Projetável Interior
  4. Morcemsec Capa Fina
  5. Implarest EP
  6. Morcemrest Obturador
  7. Morcem Dry F
  8. Pegoland Flex
  9. Pegoland Porcelânico Flexivel
  10. Morcemcolor Plus Flexivel

 

Produtos com excelentes qualidades e propriedades que possibilitam instalações modernas e eficientes.

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PRR: investimentos transfronteiriços próximos dos 100%

A componente C7 do PRR que contempla os investimentos estruturais nos territórios transfronteiriços está a caminho dos 100% de contratualização

Em Setembro foram assinados em Alcoutim e em Nisa os contratos de financiamento que vão permitir concretizar até 2025 a Ponte Internacional entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana e a Ponte Internacional sobre o Rio Sever.
Estes investimentos, financiados em Portugal pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com 18 milhões de euros, vão ser concretizados pelas Câmaras Municipais de Alcoutim e de Nisa, contando com a intermediação das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve e do Alentejo. Estes beneficiários estão em ligação com a Estrutura de Missão Recuperar Portugal, autoridade de gestão e coordenação operacional do PRR.

Ainda no âmbito do investimento transfronteiriço previsto no Plano de Recuperação e Resiliência já está assinado o contrato entre a Recuperar Portugal e a Infraestruturas de Portugal (IP) para a construção da ligação entre Vinhais e Bragança.

O último investimento da C7, em fase de conclusão do processo de contratualização, destina-se a concretizar a ligação entre Bragança e Puebla de Sanabria (ES) e terá como beneficiário intermediário a CCDR/Norte.


Os investimentos transfronteiriços no PRR têm uma dotação de 65 milhões de euros. A sua execução pretende trazer uma melhoria às ligações rodoviárias destes territórios, assegurar maior proximidade a corredores de grande capacidade, bem como menores custos de contexto para quem vive e trabalha nestas regiões. Ao mesmo tempo, impulsiona a dinâmica socioeconómica na zona de fronteira entre Portugal e Espanha e facilita a partilha de serviços ou infraestruturas já existentes.

Sobre o autorManuela Guerreiro

Manuela Guerreiro

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4,1M€ para dragagens dos portos do Norte

O Tribunal de Contas deu luz verde à execução do contrato plurianual de dragagens dos portos do Norte, avaliadas em 4,1 milhões de euros

Arrancam esta semana os trabalhos da empreitada de dragagens nos portos do Norte, avaliadas em 4,1 milhões de euros, depois do visto do Tribunal de Contas e consignação dos trabalhos do contrato.

Os primeiros trabalhos dizem respeito à realização dos levantamentos de actualização dos dados de batimetria em Póvoa de Varzim, depois Vila do Conde e, finalmente, em Esposende, no sentido de se conhecer o exacto ponto de situação dos sedimentos nestes portos.

Com base nos resultados consolidados dos levantamentos, arrancarão as dragagens com duas dragas, uma nos portos de Póvoa de Varzim e Vila do Conde e uma segunda em Esposende.


Assim, será colocado em execução o primeiro contrato plurianual de dragagens da DGRM, aplicável aos portos do Norte, num valor total de 4,1 milhões de euros e para um horizonte temporal de 2021-2023. A dotação orçamental é totalmente proveniente do Orçamento de Estado.

No porto de Vila Praia de Âncora ainda decorrem as dragagens com base na parceria entre a DGRM e a Polis Norte, pelo que o novo contrato plurianual só em 2022 contemplará trabalhos para este porto.

A modalidade de contratação plurianual apresenta vantagens significativas de gestão e para a segurança da navegação nos portos em causa, uma vez que permite uma maior dotação orçamental, uma maior quantidade de sedimentos a dragar, melhor planeamento plurianual dos trabalhos e mais previsibilidade nas operações e actividades.

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Preços das habitações aumentam 6,6% no 2º trimestre

Entre Abril e Junho venderam-se 52 855 habitações que contabilizaram 8,6MM€, a área metropolitana de Lisboa concentrou 33% do total de transacções, não muito longe do Norte com 28,1%

No 2º trimestre de 2021, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) cresceu 6,6%, em termos homólogos, 1,4 pontos percentuais (p.p.) acima do observado no trimestre anterior. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística neste período, os preços das habitações novas aumentaram a um ritmo superior ao das habitações existentes, 6,9% e 6,5%, respectivamente. Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 2,2% (1,6% no 1º trimestre de 2021). Por categoria, o aumento dos preços foi mais intenso nas habitações novas (3,5%) que nas habitações existentes (1,8%).

Segundo os dados do INE “entre Abril e Junho de 2021 transaccionaram-se 52 855 habitações, mais 58,3% face a idêntico período do ano anterior”. O aumento pode ser expressivo mas “deve-se em parte a um efeito de base dado que a comparação homóloga incide nos meses de Abril a Junho de 2020, período caracterizado por restrições significativas sobre a actividade económica em consequência das medidas de contenção da pandemia COVID-19 que implicaram o número (e valor) mais baixo de transacções desde o 3º trimestre de 2016”, explica o INE.

O número de transacções entre o 1º e o 2º trimestre de 2021 aumentou 20,8% (-12% no trimestre anterior). O crescimento foi extensível a ambas as categorias de habitações tendo se registado taxas de variação de 22% e 14,1% nas habitações existentes e novas, respectivamente

Por meses, o aumento do número de transacções fixou-se em 75,1%, em Abril, reduzindo-se para pouco mais de 50% nos dois meses seguintes. Em valor, no trimestre de referência, as habitações transaccionadas contabilizaram aproximadamente 8,6 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 66,5% em termos homólogos. Do valor transaccionado 7 mil milhões de euros corresponderam a transacções de habitações existentes, um aumento de 70% face ao mesmo período de 2020, e 1,6 mil milhões de euros foram relativos a transacções de habitações novas, o que representa um aumento homólogo e 53%.

Abril foi o mês com o crescimento mais expressivo, com uma taxa de variação homóloga de 72,4%, seguindo-se Junho e Maio com variações de 64,3% e 63,9%, respectivamente.

A área metropolitana de Lisboa concentrou 33% do total das transacções, menos 2,1 pp face ao período homólogo, tendo sido transaccionadas 17 454 habitações, que representaram 45,9% do valor total, a percentagem mais elevada do último ano, ainda assim, inferior em 0,8 p.p. à apurada para o 2º trimestre de 2020.

No Norte registaram-se 14830 transacções, correspondendo a 28,1% do total. O Centro com 10763 transacções foi a região com maior crescimento de peso relativo, de 1,3pp, perfazendo 20,4% do total. De acordo com o INE, seguem-se, “com registos muito próximos”, o Algarve e o Alentejo com 4020 (7,6%) e 3834 (7,3%) transacções registadas no período em análise, respectivamente.

O valor das habitações transaccionadas no Norte ascendeu a aproximadamente 2 mil milhões de euros, enquanto no Centro atingiu os 1,1 mil milhões de euros. O Algarve, com um valor total de 902 milhões de euros foi a região onde se observou o maior incremento da quota regional, 1,6 p.p., para um total de 10,5%. No Alentejo, as habitações transaccionadas totalizaram 386 milhões de euros, representando 4,5% do total (+0,4 p.p. em termos homólogos).
Relativamente às regiões autónomas, as transacções de alojamento cresceram 2,1% na Madeira, com 1131 unidades transaccionadas, que contabilizaram 183 milhões de euros, e desceram 0,1 pp nos Açores, onde se transaccionaram 823 habitações (89 milhões de euros). entre Abril e Junho deste ano.

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Colt pretende atingir a descarbonização das suas operações até 2030

A estratégia ambiental da Colt centrar-se-á na redução interna das emissões de carbono em todas as suas operações e serviços

O Grupo Colt, que inclui a Colt Technology Services e a Colt Data Centre Services (DCS), pretende alcançar, em todas as suas operações, a neutralidade carbónica até 2030. O anúncio da Colt, feito esta quarta-feira, dia 22 de Setembro, insere-se na sua jornada para acelerar a transição para a descarbonização da economia através do desenvolvimento das novas tecnologias.

Neste âmbito, a empresa irá reduzir em 46% as emissões Scope 1 e Scope 2 até 2030 e trabalhar em estreita parceria com os seus fornecedores para reduzir significativamente as emissões Scope 3 em toda a sua cadeia de abastecimento, tendo em vista contribuir para a limitação do aquecimento global a um nível muito inferior a 2°C até 2030. Esta mudança insere-se na estratégia de sustentabilidade do Grupo, que é essencial não só para o seu ADN como também para a estratégia dos seus negócios no future, revela a empresa.

“Como empresa, compreendemos a urgência de tomarmos medidas para impulsionar mudanças positivas na indústria tecnológica e assim assumir a plena responsabilidade pelas nossas emissões poluentes. Congratulo-me por a Colt se comprometer hoje a alcançar estes objectivos em conformidade com as metas científicas estabelecidas para a redução das emissões,” afirma Keri Gilder, CEO da Colt Technology Services.

De forma a alcançar os seus objectivos mais abrangentes, o Grupo Colt estabeleceu metas intercalares, nomeadamente que 75% de utilização de energia seja proveniente de fontes renováveis em todas as suas instalações à volta do mundo até 2023, que 93% das emissões da cadeia de abastecimento estejam alinhadas com o objectivo de 1.5C SBT até 2025, que, até 2025, 38% da componente de veículos eléctricos na frota e 75% até 2030 e que o Gás seja 100% proveniente de energias renováveis até 2030.

A estratégia ambiental da Colt centrar-se-á na redução interna das emissões de carbono em todas as suas operações e serviços. Isto significa medir e divulgar o impacto ambiental do Grupo e reduzir as emissões de carbono em conformidade com o que os dados científicos dizem ser necessário. Quaisquer emissões de carbono que a Colt não consiga reduzir por si mesma, serão objecto de operações de eliminação altamente fiáveis que serão financiadas pelo Grupo.

“O nosso negócio tem um impacto substancial no planeta, e tenho o prazer de anunciar que estamos a iniciar a nossa jornada para alcançarmos o objectivo das zero emissões de carbono em todas as nossas operações da Colt DCS até 2030”, refere Niclas Sanfridsson, CEO da Colt Data Centre Services. “Isto é apenas o início do nosso processo, a nossa estratégia de sustentabilidade continuará a garantir que somos um parceiro chave de eleição para os maiores clientes de data centres de hiperescala a nível mundial. Tendo respondido aos maiores desafios que a nossa indústria enfrentou nos últimos 20 anos, estou plenamente confiante de que possuímos os recursos necessários para tomarmos as medidas ambiciosas a que nos propomos na próxima década de modo a podermos cumprir as metas do Acordo de Paris e os Objetivos Globais.

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Mudança de paradigma nos Escritórios em Lisboa

Em Agosto, o mercado de escritórios de Lisboa absorveu uma área de 5.606 m2, de acordo com Savills. Este valor representa uma descida do volume de absorção de 58% e de 50%, face ao período homologo de 2020 e 2019

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Em Agosto, o mercado de escritórios de Lisboa absorveu uma área total de 5.606 m2, de acordo com a mais recente análise da Savills. Segundo a consultora imobiliária internacional, este valor representa uma descida do volume de absorção de 58% e de 50%, face aos meses de Agosto de 2020 e 2019, respectivamente.

Olhando para o total acumulado dos 8 primeiros meses de 2021, o mercado registou uma ocupação de aproximadamente 74.500 m2, o que reflecte uma quebra de 24% e de 45% face aos períodos homólogos de 2020 e 2019, respectivamente.
Entre Janeiro e Agosto de 2021, foram fechadas 75 operações em Lisboa, com a zona CBD a liderar a tabela com 22 negócios realizados. Isto reflecte um aumento de 19% face ao mesmo período de 2020, o que evidencia uma subida da procura e do fecho de negócios direccionados para áreas menores.

“Se olharmos para os primeiros 8 meses do ano conseguimos perceber que o mercado ocupacional adoptou uma postura mais conservadora em 2021 face ao ano 2020, quando fomos atingidos pela pandemia”, explica Ana Redondo, associate director do departamento de office agency da Savills Portugal.

“Mas é importante notar que este “arrefecimento” não se deve a uma queda no mercado como aquela a que assistimos nos anos da crise do sub-prime, mas sim a uma paragem para balanço necessária e totalmente expectável, que está a conduzir muitas empresas a uma análise de reposicionamento estratégico dos seus planos de negócio, mas também de reorganização dos seus modelos de trabalho e espaços de escritórios”, acrescenta a mesma responsável.

Esse padrão de procura é visível na comparação do número de operações realizadas por intervalos de área. O intervalo compreendido entre os 301 m2 e 800 m2 observou o maior número de negócios realizados em Agosto, 25 comparativamente aos 15 registados no mesmo período de 2020, exercendo também um peso de 71% no volume total de área absorvida em Lisboa em Agosto.

No acumulado do ano, a zona 5 (Parque das Nações) com 21.302 m2, a zona 7 (Outras zonas) com 15.634 m2 e a zona 2 (CBD) com 11.322 m2 são as zonas do mercado de escritórios de Lisboa que figuram no top 3 dos volumes mais elevados de absorção. Os resultados observados nestas zonas do mercado lisboeta representam crescimentos de 6% e 12% para a zona 5 e zona 7, respectivamente, face a igual período do ano 2020. Deverá, no entanto, destacar-se as transformações observadas na zona 7, que tem vindo a ser palco de um aumento gradual da procura por áreas maiores. Entre 2018 e Agosto de 2021, esta zona de mercado já registou 15 operações com áreas acima dos 1.000 m2, num total acumulado de mais de 50.000 m2.

Entre as empresas que escolheram 2021 para mudarem de instalações ou expandirem a sua área, destacam-se à data a Critical TechWorks, com a operação de pré-arrendamento de cerca de 10.000 m2 no Edifício K Tower no Parque das Nações, a BI4ALL, com ocupação do Edifício Cidade BI4ALL num total de 7.000 m2 na Zona 7, a WhiteStar, também numa operação de pré-arrendamento de 4.111 m2 no Edifício Almirante Gago Coutinho 30 na zona 7, entre outras operações protagonizadas em larga percentagem pelos sectores financeiros e TMT´s.

O sector das TMT´s tem sido o mais resiliente, tendo já ultrapassado em 11% o volume total de absorção verificado nos primeiros 8 meses de 2020. Se a crise pandémica colocou à prova a sobrevivência de muitos sectores de actividade, no caso da área de Novas Tecnologias, a crise pandémica trouxe novas oportunidades de expansão de negócio, com repercussão directa nos seus modelos de ocupação de escritórios.

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A carteira de investimentos da Fercopor e a revista TRAÇO na edição 442 do CONSTRUIR

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Fundo Ambiental já canalizou 5M€ para edifícios mais sustentáveis

3247 candidaturas ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis já receberam financiamento, num total de 5M€. 24 000 aguardam ainda resposta

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3247 candidaturas ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis já receberam financiamento do Fundo Ambiental, que corresponde à entrega de apoios no montante superior a cinco milhões de euros.
Com uma dotação total de 30 milhões de euros, o programa recebeu até ao momento 26779 candidaturas, das quais apenas 3486 foram validadas e aceites.

O programa agora em vigor insere-se no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência e visa melhorar a eficiência energética e hídrica dos edifícios, contribuindo também para a recuperação económica pós-pandemia. As candidaturas são validadas por uma equipa que, além do Fundo Ambiental, integra o Laboratório de Energia e Geologia, a ADENE – Agência para a Energia e a Universidade Nova de Lisboa.

O aviso do Fundo Ambiental financia medidas que promovam a reabilitação, a descarbonização, a eficiência energética, a eficiência hídrica e a economia circular contribuindo para a melhoria do desempenho energético e ambiental dos edifícios. Em concreto, pretende-se que as medidas a apoiar possam conduzir, em média, a pelo menos 30% de redução do consumo de energia primária nos edifícios intervencionados.


O incentivo total máximo do programa é de 7500 euros (edifício unifamiliar) ou de 15 mil euros (multifamiliar e em propriedade total) e apoia a aquisição e instalação de janelas eficientes, isolamentos de base natural, sistemas de aquecimento e arrefecimento com base em energias renováveis, painéis fotovoltaicos e, ainda, intervenções que visem a eficiência hídrica.

A 1.ª fase do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis revestiu-se de uma enorme procura que conduziu ao esgotamento da totalidade da verba afecta ao Programa antes do final de 2020 e ao seu reforço estimado em cerca de 5 M€, totalizando 9,5 M€. Com esta iniciativa foi possível alavancar cerca de 21 milhões de euros de investimento que contribuíram para promover a dinamização económica do emprego, através do lançamento de pequenas obras, de execução célere e disseminadas pelo território, que pudessem absorver algum do impacto da crise económica provocada pela pandemia causada pela doença COVID-19, entre outras iniciativas.

Face ao sucesso do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis, as candidaturas apresentadas ao abrigo desta 2ª fase, que venham a ser aprovadas e que não tenham cabimento no orçamento, transitarão para programas similares posteriores.

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Carmo Wood ergue novo passadiço da Comporta

A empresa portuguesa que actua no segmento madeiras ergueu uma nova estrutura com 350 m de extensão na Herdade da Comporta

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Com início junto ao Museu do Arroz e à Adega da Comporta, a nova estrutura, com uma extensão de 350m, assegura o acesso ao parque de estacionamento da praia e a outro passadiço, já existente, também ele executado pela Carmo Wood há mais de 20 anos e que conduz ao areal.

Totalmente sustentável e integrado na paisagem, o novo passadiço resulta de um investimento da Herdade da Comporta, na ordem dos 120 mil euros, que visa proteger o espaço natural, anulando o impacto de trilhos improvisados, assim como aumentar a conveniência no acesso à praia.

Esta nova obra é mais um dos marcos Carmo Wood na Comporta e “reflecte um compromisso da empresa para com a preservação e embelezamento de uma região onde a Carmo Wood marca forte presença há mais de 20 anos”, afirma Jorge Milne e Carmo, presidente Carmo Wood.

Em 1998 que a Câmara Municipal de Grândola adjudicou à Carmo Wood os primeiros passadiços das praias da Comporta, Carvalhal e Pego, assim como os respectivos parques de estacionamento. A estes seguiram-se os heliportos da Herdade da Comporta e respectivos passadiços de acesso e ainda o centro equestre “Cavalos na areia”, que contou com boxes e padocks da gama especializada Horservice da Carmo Wood.

A estes projectos juntam-se inúmeras vedações, estruturas de sustentação de terras ou guardas de protecção de estrada em madeira tratada da Carmo Wood, assim como inúmeros edifícios em lamelado colado, junto ao empreendimento Tróia Resort, pérgulas, decks, passadiços, sinalética, ou arranjos paisagísticos também da autoria da Carmo Wood. Mais recentemente, destaque para acabamentos no hotel Sublime e a construção do emblemático hotel Quinta da Comporta bem como a requalificação do mítico Cais Pala fítico da Carrasqueira.

“Se é verdade que a construção em madeira marca já de forma muito clara o estilo arquitectónico da região da Comporta, é igualmente certo que confirma o valor que a Carmo Wood trouxe e continuará a trazer à região: soluções de elevada qualidade e longa duração, com design cuidado e apelativo, implementadas de forma exímia, para preservar e potenciar ainda mais a beleza natural desta região ímpar”, conclui.

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Antigo edifício de escritórios dá lugar ao segundo projecto residencial CitiFlat

O CitiFlat Avenidas Novas é o segundo projecto com este conceito, promovido pela Level Constellation. A comercialização cabe à Athena Advisers

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Promovido pela Level Constellation, o CitiFlat Avenidas Novas vai dar nova vida a um edifício de escritórios do final do século passado, transformando-o num imóvel com 17 apartamentos de tipologias T1 e T2 numa zona privilegiada a poucos passos dos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian e de pontos de referência de Lisboa como o El Corte Inglés, o Campo Pequeno e a Culturgest.

A Athena Advisers, que actuou na comercialização do primeiro CitiFlat, na zona do Saldanha, volta a associar-se à marca e acaba de iniciar o processo de venda dos apartamentos deste novo projecto.

“O CitiFlat é um conceito inovador e esta localização privilegiada nas Avenidas Novas confere a este novo projecto argumentos imbatíveis. O CitiFlat Avenidas Novas é uma opção excelente para jovens famílias que procuram ter uma primeira habitação numa zona central, mas simultaneamente bem apoiada em termos de serviços, transportes e equipamentos”, evidencia David Moura-George, director geral da Athena em Portugal.

Situado próximo da Avenida de Berna, o CitiFlat Avenidas Novas desenvolve-se em sete pisos e os seus apartamentos, com áreas entre os 58 m2 e os 135 m2, estão disponíveis em vários layouts que incluem unidades com amplos terraços e vistas sobre a cidade, pátios ou pequenos jardins e também unidades duplex.

De acordo com David Moura-George, este é um projecto “(…) muito atractivo para aquisição como investimento, com tipologias apetecíveis para o mercado de arrendamento, apartamentos totalmente mobilados e a opção de gestão de arrendamento com retorno garantido de 3,5%. É um produto com grande potencial para o mercado do Golden Visa”.

A zona das Avenidas Novas é um destino residencial cada vez mais procurado, conjugando a vivência cosmopolita de uma localização central de Lisboa com a conveniência de usufruir de uma vasta rede de transportes, proximidade a serviços, equipamentos de ensino e comércio, além de integrar alguns dos pontos culturais e de lazer mais relevantes da capital.

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Obras do Metro do Cairo com tecnologia portuguesa

A BERD foi seleccionada pelo consórcio que integra as construtoras Vinci, Bouygues, Orascom e Arabco para fornecer equipamento para as obras de expansão do metro do Cairo

A portuguesa BERD está a participar numa das obras mais impactantes daquela que é uma das cidades mais povoada do continente africano, o Cairo. É ali que estão a decorrer as obras de expansão da Linha 3 do Metro, num projecto liderado pelo consórcio que integra as construtoras Vinci, Bouygues, Orascom e Arabco. O consórcio solicitou propostas a diferentes fornecedores internacionais e após avaliação técnica, comercial e de risco a BERD foi selecionada como a melhor solução.

Foi no Cairo que surgiu a primeira linha de metro construída em África. O projecto teve início na década de 80, do século passado, e perdura pelos dias de hoje. Nele reside uma solução para os graves problemas de congestionamento da cidade que alberga 19 milhões de pessoas e é ali, que hoje, entre as ruas apertadas da cidade, os seus bairros, as novas construções e o seu muito trânsito, encontramos tecnologia portuguesa: a lançadeira de aduelas Hi-Tech LG36-s, que a BERD desenvolveu e forneceu para construção e instalação do tabuleiro pré-fabricado de uma peça central da nova extensão da linha, um viaduto com 5 000 metros de comprimento.

Solução ‘à medida’


“A lançadeira foi pensada, projectada e fabricada de propósito para esta obra. O viaduto tem várias condicionantes técnicas específicas e exigentes, para as quais tivemos de criar uma solução também ela específica, um equipamento tailor made. Além disso, o consórcio também definiu várias especificações para o fabrico e performance da máquina, que tiveram que ser incorporadas”, explicou a BERD ao Construir.

Segundo a empresa o uso de soluções pré-fabricadas, neste tipo de obras “permite uma forte industrialização, quer no fabrico das aduelas quer na colocação das mesmas, usando equipamentos como a lançadeira”. Para além do reduzido impacto na área circundante, o que numa cidade com as características do Cairo não é despiciente, acelera a construção dos tabuleiros e reduz os custos.

“Para além da pressão no planeamento e prazos, este viaduto está a ser construído na maior cidade do mundo árabe e da África. O seu traçado apresenta, na sua envolvente, uma elevada densidade de construção, espaço extremamente reduzido, raios de curvatura muito apertados e uma inclinação acentuada até 4%, o que trouxe grandes restrições dimensionais e cinemáticas ao design do equipamento”, descreve a empresa.

Ao longo das obras de construção a lançadeira de aduelas pré-fabricadas terá de passar sobre zonas de viaduto já construídas e também sobre uma área onde a construção dos pilares ainda não foi realizada. “Este equipamento, concebido para avançar com apoios no tabuleiro e nos pilares, terá de “sobrevoar”, na secção sem pilares definitivos, sobre pilares provisórios instalados no local para o efeito”.

“A LG36-s e um equipamento autónomo permitindo a construção sem quaisquer apoios do solo. Neste equipamento foi incorporado um sistema de patas telescópicas no pórtico traseiro. Este sistema compensa a amplitude altimétrica decorrente da inclinação de 4% e permite que as aduelas sejam lançadas com o equipamento na horizontal. Foi também projectado e montando um Sistema Automático de ligação da Spreader Beam – connecting Beams que suprime a intervenção manual e confere alta produtividade e segurança ao equipamento”, especifica a BEARD.

Edição complexa

A complexidade da operação exigiu preparação e adaptação do equipamento desenvolvido pela BERD. “O processo decorreu durante vários meses e foi assente num processo interactivo e fortemente colaborativo entre a joint venture e a BERD. Esta intensidade garantiu que a máquina iria corresponder a todas expectativas e asseguraria o seu correcto funcionamento num ambiente desafiante e altamente exigente”.

“Além de fornecermos a máquina, acompanhamos tecnicamente sempre que necessário, seja na obra seja remotamente. Aquando do fornecimento do equipamento destacámos uma equipa altamente qualificada para apoiar na sua montagem, dar formação e operar nos primeiros metros de construção do viaduto. A partir dessa altura a equipa local de construção passou a ser auto-suficiente”, refere.

Uma obra em várias fases

As obras do metro do Cairo decorrem desde o início da década de 80. As linhas 1 e 2 estão totalmente operacionais e a linha 3 está parcialmente concluída.  Concluída em 1989, a Linha 1 tem 43 km de extensão e 4,5 km de secção subterrânea. Possui 35 estações. Abrange a capital egípcia de norte a sul.

A Linha 2 foi construída em duas fases, uma em 1997 e outra em 2004. Tem 22 km de extensão e serve 20 estações de norte a sudoeste, cobrindo o distrito de Shoubra El Kheima até a Universidade do Cairo e as pirâmides de Gizé.

A Linha 3 do Metro do Cairo terá 47,87 km de extensão com 39 estações. A linha conectará áreas do leste do Cairo a partir do anel viário El-Asher e a cidade de El-Salam através da estação de Adly Mansour e termina em Imbaba e Rod al-Farag no anel viário a oeste do Cairo.

A fase 3 cobre a secção oeste da linha subterrânea e é dividida em três partes. Embora a construção estivesse programada para começar em 2011, ela foi atrasada devido à revolução egípcia de 2011. As obras arrancaram finalmente em 2017. A primeira parte da obra deverá ser entregue em Dezembro de 2021, seguida pela segunda fase em Junho de 2022. A terceira fase parte da estação Al Kit Kat para a Universidade do Cairo compreenderá cinco estações e a sua inauguração está prevista para Abril de 2023.

Para a empresa portuguesa a participação nesta obra tem sido uma jornada cheia de desafios, desde logo tecnológicos, que puseram à prova a criatividade, o know-how e a capacidade de inovar da própria empresa.

Sobre o autorManuela Guerreiro

Manuela Guerreiro

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