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OptylonKrea lança fundo de 150 M€ para investir em branded residences

O mercado de branded residences cresceu 236% nos últimos 10 anos e deverá manter uma expansão continuada com o impulso de grandes projectos em países como Portugal, Espanha e Turquia

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A OptylonKrea, empresa pan-mediterrânica de promoção imobiliária e gestão de investimentos, tornou-se general partner da sociedade gestora de capital de risco Stag Fund Management, para lançar um novo fundo de 150 milhões de euros, o Prima Europe Fund, direccionado a investidores que procuram beneficiar do regime de Autorização de Residência para Actividade de Investimento (ARI), os chamados ‘Vistos Gold’, através do investimento nas branded residences Prima Collection.

Estudos mostram que o mercado de branded residences, unidades residenciais pertencentes a uma marca de alojamento de renome, cresceu 236% em todo o mundo nos últimos 10 anos, devendo manter uma expansão continuada ao longo da próxima década. Este segmento imobiliário, que pode atingir um prémio de até 31%, em comparação com non-branded residences, deverá registar um aumento nas quotas de mercado nos principais países mediterrâneos nos próximos anos, esperando-se que alcance 50% do mercado europeu e cerca de 10 % do mercado global, suportado principalmente por grandes projectos em Portugal, Turquia e Espanha.

A OptylonKrea, presente desde 2015 em Portugal e fund advisor em três fundos de investimento de acesso a Vistos Gold, identifica grandes oportunidades no contexto de retoma económica pós-Covid e aponta Portugal como um dos países que mais irá beneficiar das mudanças motivadas pela crise pandémica, tanto na forma de trabalhar como de viajar.

“Acreditamos que o número de nómadas está a aumentar em todo o mundo, pessoas que não estão ligadas a um local específico, mas a valores comuns. Por isso, decidimos reposicionar a nossa marca, para servir os viajantes, bem como os expatriados e os locais que procuram juntar o coliving e o coworking”, refere William Tonnard, presidente e COO da OptylonKrea, joint venture entre a turca Krea e a portuguesa fundada por franceses Optylon Capital. “A pandemia atingiu de forma particularmente severa o setor da hotelaria e alojamento desde 2020, mas a nossa marca de residências Prima Collection revelou-se muito mais resiliente em comparação com as marcas de hotéis”, adianta. Prova disso são as taxas de ocupação das residências Prima Collection em Lisboa, que atingiram 78,56% em 2020, o que compara com uma taxa de cerca de 21% nos hotéis.

Para o Presidente do Conselho de Administração da STAG, Sean Dowden, “é uma óptima oportunidade podermos contar com a experiência e track record da OptylonKrea, neste que é um dos 7 fundos que temos actualmente sob gestão. A STAG, desde a sua criação, tem revelado um crescimento sustentado, que é inegável. O lançamento deste fundo não só vem confirmar essa nossa política de crescimento, sendo, igualmente, manifestação inequívoca da elevação do patamar de qualidade em que pretendemos colocar a STAG”, afirmou.

Prima Collection, um novo género de coliving

A pandemia e o teletrabalho terão claramente impactos de longo prazo nos hábitos de viagem dos consumidores, com os hóspedes a priorizarem espaços maiores, com cozinhas totalmente equipada e espaços de trabalho próprio. Além disso, tem contribuído para o crescente interesse dos reformados por destinos que ofereçam boas infraestruturas de saúde. Portugal, assim como outros países mediterrânicos, irão certamente beneficiar desta tendência.

É neste contexto que a OptylonKrea decidiu redefinir a sua marca Prima Collection, nascida em Lisboa, e adaptá-la às novas especificidades do mercado, ao mesmo tempo que prepara a expansão para outros destinos mediterrânicos, com o objectivo de chegar até 25 novas localizações nos próximos cinco anos. As residências Prima Collection definem-se como “um novo género no coliving” que cruza o lifestyle característico das branded residences com um contacto local e cultural. A marca, reposicionada sob a consultoria da Servotel, está agora a ser redesenhada pelas premiadas agências criativas e de design Blacksheep e AvroKo.

O segmento de branded residence demonstrou estar bem preparado para responder às preferências dos clientes pós-Covid em mercados voltados para o turismo. Nesta nova era, os segmentos upscale e midscale vão superar o até agora dominante segmento de luxo, num contexto de democratização do mercado causada por uma procura crescente por produtos de luxo mais acessíveis e de 4 estrelas voltados para a geração Y (Millennials – nascidos entre 1980 e 1995) e famílias. Além disso, pesquisas recentes revelam novas tendências de design no mercado, como a crescente popularidade de terraços e jardins privados, quartos adicionais com flexibilidade para usar como escritório ou ginásio e novas tecnologias para permitir serviços personalizados.

Em termos de localização, um dos factores que pesa na preferência dos consumidores relaciona-se com o regime de atribuição de residência e cidadania através de investimento, que tem registado um forte crescimento nos principais países do Mediterrâneo (Portugal, Grécia, Espanha e Turquia) nos últimos oito anos, com o seu peso a crescer dez vezes para atingir 20% do mercado global.

Para Hakan Kodal, chairman da OptylonKrea, “no caso do programa português de Vistos Gold, a classe Imobiliário tem estado em constante evolução desde 2013, embora tenhamos assistido a uma tendência crescente para investimentos de menor dimensão – opções de 350 mil euros em imóveis e fundos de capital de risco nos últimos 2-3 anos”. O responsável acredita ainda que com as próximas mudanças regulatórias nas classes de activos elegíveis do programa e requisitos mínimos de investimento, as branded residences ganharão definitivamente mais tracção no mercado.

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Leonteq escolhe Lisboa para abrir o seu novo escritório

A Leonteq abriu um novo escritório em Lisboa. A fintech suíça de produtos de investimento estruturados ocupará três pisos do Edifício Castilho 2, propriedade da Ageas Portugal, numa operação liderada pela consultora CBRE

A Leonteq abriu um novo escritório em Lisboa. A fintech suíça de produtos de investimento estruturados ocupará três pisos do Edifício Castilho 2, propriedade da Ageas Portugal, numa operação liderada pela consultora CBRE.

A abertura em Lisboa é um dos passos da empresa no sentido de alavancar o crescimento e desenvolvimento do seu negócio, plano que traçou e começou a desenvolver em 2020, e nesta estreia em Portugal irá ocupar um total de 1300 metros quadrados, distribuídos por três pisos.

“A nossa extensão para Lisboa foi um passo natural na estratégia de crescimento e estamos entusiasmados por termos encontrado uma localização tão privilegiada no coração de Lisboa. À medida que continuamos a expandir e a aumentar o nosso grupo de especialistas em Portugal, é importante que tenhamos um espaço de escritório para receber bem os nossos colaboradores”, adianta Fabian Muff, head of operational management and controlling e co-manager da operação em Portugal.

O talento local, o fuso horário, a qualidade de vida e a estabilidade política foram alguns dos factores que motivaram a escolha de Lisboa e a ambição da empresa passa por chegar brevemente aos 100 colaboradores em diferentes funções da cadeia de valor da fintech neste novo escritório.

“Esta operação é chave, pois reflecte a procura contínua e crescente por parte de empresas internacionais de base tecnológica em estabelecer os seus negócios em Portugal. O nosso país reforça cada vez mais a sua atractividade em termos de investimento, bem como a capacidade de gerar talento no sector das tecnologias, o que se tem tornado um factor determinante no momento de tomada de decisão das empresas. Para a Leonteq, a localização era um aspecto fundamental, pelo que a rua Castilho acaba por ser uma escolha muito interessante do ponto de vista da centralidade, uma vez que se situa em plena zona prime da capital e oferece diversas ammenities que certamente irão elevar o lifestyle da equipa que ali trabalhará”, refere André Almada, director de offices da CBRE Portugal.

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ERA Portugal vende imóveis no valor de 1,2 MM€ em 2021

Resultados dizem respeito aos primeiros nove meses do ano e traduzem-se na venda de 8.738 imóveis

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A ERA Portugal vendeu 8.738 imóveis nos primeiros nove meses do ano, num valor total de cerca de 1,2 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 33,5% face a igual período do ano passado. Os resultados, referentes aos meses de Janeiro a Setembro de 2021, foram apresentados na XVII Convenção Anual ERA, que decorreu nos dias 22 e 23 de Outubro no Altice Arena, em Lisboa, sob o mote “Ano da Força ERA, o ano da FERA, a Força Indomável de Vencer” e que reuniu quase 2000 colaboradores e parceiros.

O mês de Setembro representou um total de facturação de 7,6 milhões de euros, sendo considerado o melhor mês de facturação da rede imobiliária desde 2019. Já o preço médio dos imóveis vendidos estabeleceu-se nos 148.830 euros e o valor de facturação situou-se nos 60 milhões de euros em comissões de mediação imobiliária, o que se traduz num aumento de 27,5% comparando com o mesmo período de 2020.

Durante o evento, a ERA premiou, ainda, as agências ERA Ponta Delgada (1.º), ERA Olivais (2.º) e ERA Rio Tinto (3.º) como as melhores lojas em território nacional a nível de facturação em 2020. Já os colaboradores Paula Leite, da ERA Ponta Delgada (1.º), Jorge Ribeiro, da ERA Guimarães Norte (2.º) e Sérgio Costa, da ERA Rio Tinto (3.º) foram distinguidos como os melhores agentes da imobiliária durante o ano passado em termos de facturação, além de outras distinções em categorias como o número de transacções ou partilhas internas.

“O esforço, a dedicação e o profissionalismo devem ser motivo de destaque, nomeadamente depois da fase atípica que vivemos no último ano e meio. Foi, por isso mesmo, que a nossa Convenção deste ano teve um sabor especial, pois celebrou o facto de termos ultrapassado dificuldades nunca antes sentidas e trabalhado para manter a ERA como uma marca de referência no mercado imobiliário português. A Convenção foi e será sempre o palco para agradecermos aos nossos colaboradores e parceiros todo o empenho à ERA, essencial para continuarmos na liderança do sector”, ressalva Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

Ao longo da Convenção Anual, a ERA anunciou, ainda, a renovação da master franquia da ERA Portugal por mais 25 anos em território nacional. O momento ficou marcado pela assinatura, em palco, do contrato e contou com a presença de toda a administração da ERA Portugal e de François Gagnon, presidente da ERA Europa.

A Convenção Anual da ERA é um momento dedicado ao reconhecimento do trabalho e esforço dos colaboradores da imobiliária, bem como ao reforço dos laços entre equipas directivas, as agências e os colaboradores da ERA. A par disto, a iniciativa tem como missão fazer um balanço da actividade da empresa e uma antevisão das tendências do mercado imobiliário em Portugal para os próximos anos.

O evento contou também com a participação dos principais bancos que operam no mercado imobiliário nacional, o BPI, Millennium BCP, Banco CTT, Santander Totta, UCI, e Caixa Geral de Depósitos e com o patrocínio da EDP.

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Sonae Sierra cria novo fundo de investimento para o retalho alimentar

O novo Fundo de Investimento Alternativo (FIA), com a criação do Sierra German Food Retail Income Fund I, arranca com cinco activos na Alemanha e tem um volume de investimento alvo de, pelo menos, 200 M€

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A Sonae Sierra encontra-se a investir no sector do retalho alimentar na Alemanha através de um fundo dirigido a investidores institucionais.  O novo Sierra German Food Retail Income Fund I tem como foco o investimento em supermercados, hipermercados e discounters por toda a Alemanha, de preferência propriedades stand-alone estáveis, com arrendamentos de longo prazo a operadores líderes de mercado. anunciou a empresa. O fundo tem um volume de investimento alvo de, pelo menos, 200 milhões de euros.

A criação deste veículo financeiro reforça o foco da Sonae Sierra na expansão do negócio de gestão de fundos de investimento, uma parte fundamental da ambição estratégica da empresa, na qual combina o seu vasto know-how em criação de valor patrimonial, com parcerias de longa data com investidores institucionais de referência.

O novo Fundo de Investimento Alternativo (FIA), com a criação do Sierra German Food Retail Income Fund I, arranca com cinco activos de retalho alimentar, cobrindo uma área total de aproximadamente 6.500 m2 de Área Bruta Locável (ABL), operados por marcas-chave no mercado alemão, como a Aldi, Rewe e Netto.

Christoph Billwiller, líder da equipa de Investment Management da Sonae Sierra na Alemanha, afirma que "a criação deste novo FIA aberto representa um novo marco para a Sonae Sierra na Alemanha, já que oferece uma solução para investidores profissionais e institucionais que procura assegurar rendimentos estáveis de longo prazo". E acrescenta: "Faz parte da estratégia da Sonae Sierra aumentar a exposição a novos veículos de investimento imobiliário, capitalizando a nossa experiência internacional e as relações de parceria que construímos ao longo dos últimos 30 anos com múltiplos investidores institucionais”.

A Sonae Sierra gere, actualmente, cinco mil milhões de euros em 12 diferentes veículos de investimento, com uma carteira de fundos imobiliários e activos operacionais em toda a Europa.

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Terminal K em Alfama vai ser apart-hotel da OptylonKrea

OptylonKrea e STAG compraram o edifício do século XIX. Com 7.000 m2, o Terminal K vai ser reabilitado e transformado num novo apart-hotel da marca Prima Collection. Contará com 74 unidades residenciais, pátio interior, piscina e espaços de retalho comercial

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A OptylonKrea, empresa pan-mediterrânica de promoção imobiliária e gestão de investimentos, adquiriu, em conjunto com a Stag Fund Management, o Terminal K, um edifício com 7.000 m2, localizado em Alfama, próximo do terminal internacional de cruzeiros de Lisboa e da estação de Santa Apolónia.

O edifício, adquirido à Cerberus Capital Management, será reabilitado e transformado num apart-hotel da marca de unidades residenciais da OptylonKrea, a Prima Collection, que terá ali a sua sexta localização. A compra do Terminal K, em Lisboa, é o 13º investimento da OptylonKrea em Portugal, confirmando a confiança do grupo no mercado imobiliário nacional e o optimismo em relação à recuperação económica pós-Covid. Recordamos que o Terminal K integrava o portfólio Arya, vendido pela Fidelidade em Janeiro de 2020.

"Estamos extremamente satisfeitos com a conclusão deste contrato, que acredito ser um forte incremento ao portefólio da OptylonKrea e à nossa marca cada vez maior de unidades residenciais Prima Collection. Com a excelente localização do edifício, a poucos metros do recém-construído terminal de cruzeiros, aliado à promissora recuperação da actividade turística em Portugal em 2022, sentimos que o momento era o ideal para esta aquisição”, refere William Tonnard, presidente e COO da OptylonKrea. “Com este projecto estruturante, pretendemos melhorar a oferta hoteleira e elevar a qualidade do serviço na cidade, ao mesmo tempo que trazemos uma nova vida a esta área rica em história”, conclui.

Projectado pelo arquitecto Saraiva & Associados, o Terminal K vai transformar uma área industrial/residencial do século XIX num novo destino de lifestyle, parte da marca de unidades residenciais Prima Collection. O novo apart-hotel terá um total de 74 unidades residenciais com acesso a um pátio interior, e uma piscina exclusiva no último piso com vista para o rio Tejo. O complexo conta ainda com uma área de retalho de 1.000 m² localizada no andar térreo, que foi também comprada pelo NEXT Capital Fund, gerido pela Stag Fund Management, e que será arrendada a grandes marcas do retalho.

Terminal K é a 6ª localização da marca Prima Collection

As mudanças recentes nos hábitos de viagem e o crescimento do teletrabalho, motivados pela pandemia, terão impactos de longo prazo na indústria da hotelaria e turismo. Neste contexto, a OptylonKrea aproveitou a oportunidade para rever a sua marca de unidades residenciais Prima Collection, nascida em
Lisboa, e adaptá-la às novas especificidades do mercado, ao mesmo tempo que prepara a expansão para outros mercados mediterrânicos, com o objectivo de chegar até 25 novas localizações nos próximos cinco anos.

“Decidimos reposicionar a nossa marca, para servir não só os viajantes, mas também os expatriados e os locais em busca de experiências de co-living e co-working”, afirma Hakan Kodal, chairman da OptylonKrea.

A marca, reposicionada sob a consultoria da Servotel, está agora a ser redesenhada pelas premiadas agências criativas e de design Blacksheep e AvroKo.

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Rendas das casas em Lisboa 18% abaixo do pré-covid

Apesar deste diferencial continuar a ser acentuado, esta é a primeira vez que o declive das rendas praticadas face ao pré-Covid se desagrava, o que reflecte a tendência de recuperação do mercado

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As rendas das casas em Lisboa chegam ao 3º trimestre deste ano 17,9% abaixo dos níveis pré-Covid, conforme mostram os resultados mais recentes do Índice de Rendas Residenciais da Confidencial Imobiliário. Ainda assim, este indicador atenuou face aos dois trimestres anteriores, quando as rendas na capital apresentavam uma quebra de 19,9%, relativamente ao período anterior à pandemia.

Apesar deste diferencial continuar a ser acentuado, esta é a primeira vez que o declive das rendas praticadas face ao pré-Covid se desagrava. Este comportamento reflecte a tendência de recuperação do mercado observada desde o final do ano passado, a qual culminou numa subida trimestral de 2,5% no 3º trimestre, após a estabilização verificada no 2ºtrimestre (-0,1%). A variação trimestral volta, assim, a terreno positivo pela primeira vez desde o início da pandemia.

Em termos homólogos, observa-se também uma recuperação. A taxa de variação homóloga das rendas em Lisboa situou-se em -6,1% no 3º trimestre, quase 11 pontos percentuais acima dos -18,0% que atingia no início do ano e em nova suavização face aos -12,0% registados no trimestre anterior.

No Porto, as rendas também ainda são inferiores ao pré-Covid em 10,1%, enquanto a nível nacional a quebra é de 1,3%. No 3º trimestre, as rendas no Porto apresentaram uma ligeira quebra trimestral de 0,7% e uma variação homóloga de -8,4%, em ambos os casos desagravando as descidas verificadas no trimestre anterior. A nível nacional, as rendas já sobem quer na comparação trimestral (+1,4%) quer na homóloga (+1,7%).

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Asaval eleita para o board do TEGOVA

Paulo Barros Trindade, presidente da direcção da Asaval foi eleito como membro da administração do TEGOVA, que reúne 70 associações de avaliadores nacionais de 38 países

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Paulo Barros Trindade, presidente da direcção da Asaval (Associação Profissional das Sociedades de Avaliação) foi eleito como membro da administração do TEGOVA e permanecerá em funções por um período (renovável) de três anos. Esta é a primeira vez que um português é eleito para o board desta instituição, “pelo que será uma oportunidade de intervir sobre a forma como as avaliações imobiliárias são realizadas na Europa e por inerência em Portugal”.

O TEGOVA é o maior Grupo Europeu de Associações de Avaliadores de imóveis, reúne 70 associações de avaliadores nacionais de 38 países que representam mais de 70.000 avaliadores qualificados, autónomos ou empregados por consultoras especializadas, empresas do sector privado, departamentos governamentais ou instituições financeiras locais e internacionais.

“Trata-se de uma oportunidade muito importante para os peritos avaliadores portugueses e para a avaliação imobiliária em geral, uma vez que poderemos discutir e propor soluções para vários problemas que ainda existem no sector, bem como contribuir para a melhoria das Normas Europeias de Avaliação (EVS) e de uma melhor adaptação destas a países mais periféricos, como Portugal”, refere Paulo Barros Trindade.

Para o seu board o TEGOVA elege um máximo de oito elementos, incluindo o presidente, que são votados individualmente, necessitando cada elemento de obter um mínimo de 50% dos votos das associações presentes em Assembleia Geral. Em conjunto com a ASAVAL foram ainda eleitos representantes das seguintes associações: PFVA (Polónia), AFREXIM (França), AEVIU (Espanha), ASSOVIB (Itália), AVAG (Grécia), ARE (Áustria) e IVD (Alemanha). O novo conselho de administração do TEGOVA é agora composto por: Krzysztof Grzesik (Presidente, Polónia), Jean-François Drouets (Vice-Presidente, França), Konstantinos Pallis (Grécia), Silvia Cappelli (Itália), Alberto Cabrera (Espanha), Michael Reinberg (Áustria), Paulo Barros Trindade (Portugal) e Alexander Weber (Alemanha).

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Novo condomínio de luxo projectado para Vila Nova de Gaia [c/ galeria de imagens]

O Grupo Gabriel Couto vai construir o novo empreendimento imobiliário de luxo na zona da Afurada, em Vila Nova de Gaia. “Quinta de São Marcos” tem a assinatura do atelier ARQX

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Um novo condomínio privado, o “Quinta de São Marcos”, vai nascer na zona ribeirinha de Vila Nova de Gaia, na margem sul do rio Douro. O projecto de arquitectura tem a assinatura do gabinete ARQX e a construção deste novo empreendimento, foi entregue à empresa Gabriel Couto, que foi seleccionada por garantir a execução de todo o plano e projecto.

Para a Gabriel Couto a adjudicação deste projecto, surge no seguimento de uma aposta muito forte do grupo no sector privado nestes últimos anos. “A adjudicação deste novo projecto residencial à nossa empresa, é um motivo de orgulho e sinal da confiança que os diversos clientes e promotores Imobiliários têm depositado na Gabriel Couto”, sublinha Daniel Costa, director comercial da construtora.

Este novo condomínio de luxo vai estar localizado numa das últimas encostas luminosas desta margem, construído nos socalcos da Quinta de São Marcos, instalando-se numa zona privilegiada de Vila Nova de Gaia.

O terreno vasto, que outrora foi uma quinta debruçada sobre o rio Douro, localiza-se no morro do Castelo, é voltado a nordeste e dotado de vistas privilegiadas. Este novo empreendimento residencial da Afurada contará com 23 apartamentos e três moradias com áreas que variam entre os 79 e os 288 m2, distribuídas por tipologias entre T1 e T4, com espaços exteriores, garagem, arrecadação e vistas deslumbrantes. Todas as habitações foram concebidas para famílias que valorizam a sofisticação, segurança e conforto e que procuram a proximidade ao rio e ao mar.

O condomínio “Quinta de São Marcos” surge de um projecto de arquitectura arrojado e contemporâneo, com um padrão distintivo ao nível dos acabamentos, ao serem seleccionados materiais nobres, de alta qualidade que asseguram grande durabilidade e constância, que reflecte o cuidado para mitigar os efeitos da proximidade marítima.

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Bedrock Capital Partners investe 125 M€ no Alcântara Lisbon Offices

A promotora adquiriu os dois edifícios de escritórios ao Grupo SIL, em Fevereiro de 2020, e pretende orientar o projecto para o “bem-estar das pessoas e para a sustentabilidade ambiental”, de acordo com as mais recentes tendências do mercado de trabalho

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Está a nascer em Alcântara, na zona ribeirinha da cidade, um dos mais relevantes projectos do segmento de escritórios de Lisboa– o ALLO: Alcântara Lisbon Offices. Com um investimento total de 125 milhões de euros e com data de conclusão prevista para o final de 2022, este projecto é promovido pela Bedrock Capital Partners. 

Os dois edifícios de escritórios, com uma ABL de cerca de 34 mil m2, e que se situam nos terrenos da antiga fábrica da Sidul, junto à Lx Factory, integravam o projecto Rivart (habitação e escritórios), promovido pelo Grupo SIL, tendo sido adquirida apenas a componente de escritórios pela sociedade de investimento Bedrock Capital Partners em Fevereiro de 2020.

Com assinatura do atelier Saraiva +Associados, o projecto ALLO integra uma área bruta de construção acima do solo de cerca de 39.000m2, dividida por dois edifícios de escritórios de características semelhantes, cada um com sete pisos acima do solo, a que irá corresponder uma ABL de cerca de 34.000 m2. Cada um dos edifícios contabiliza ainda quatro pisos em cave, totalizando no seu conjunto 681 lugares de estacionamento. Os dois edifícios comunicam entre si ao nível do piso térreo através de uma praça central onde as zonas verdes predominam e que pretende ser uma centralidade que promove a interacção entre os utilizadores e fomenta o sentido de comunidade. 

O ALLO apresenta, ainda, características únicas, nomeadamente ao nível da flexibilidade e eficiência dos espaços (disponibilizando áreas em open-space com mais de  2.600 m2 por piso), ao nível da oferta de infraestruturas comuns, incluindo um restaurante com esplanada na praça central, um rooftop de uso exclusivo de cada edifício, uma sala multiusos, balneários, parking com carregadores eléctricos e com lugares para viaturas ‘light mobility’ (bicicletas e trotinetes), bem como ao nível das amenities disponibilizadas aos utilizadores dos edifícios, destacando-se os serviços de concierge e uma app interactiva que pretende fomentar a ligação entre e com os utilizadores.

"Procurámos criar um espaço com o qual as pessoas se identifiquem, onde o bem-estar, a tecnologia, a sustentabilidade e a flexibilidade associada às zonas projectadas fazem com que as empresas e os seus utilizadores se sintam em perfeita harmonia. Queremos que este projecto espelhe as novas tendências de trabalho do pós-pandemia, o estilo de vida das pessoas que nele se movimentam, pela sua forte componente humana e de proximidade, mas também pelas características de inspiração, conectividade e criatividade, que pretendem elevar a realização profissional de cada um. Num contexto crescente de modelos híbridos de trabalho, queremos criar uma experiência de trabalho que atraia as pessoas para o escritório”, afirma André Gomes de Sousa, executive partner na Bedrock Capital Partners.

A definição do posicionamento e implementação do conceito disruptivo do local de trabalho – hoje, muito mais que um activo imobiliário – resulta do trabalho de consultoria estratégica realizado pela CBRE através de uma equipa multidisciplinar com know how em concepção de produto, posicionamento estratégico, marketing e leasing.

O nome ALLO surge, não apenas como uma designação, mas também como marca, que incorpora o conceito subjacente ao projecto, de criação de uma rede de pessoas que colaboram entre si contribuindo para o sucesso da comunidade em que se inserem, de forma a criar uma maior afinidade junto de empresas e pessoas, bem como uma cultura, sentido de pertença e de comunidade.

Para além de reflectir esta clara vertente humana, o ALLO é um projecto fortemente orientado para o bem-estar das pessoas e para a sustentabilidade ambiental, tendo sido definido como objectivo a obtenção das certificações Well Gold, que reconhece e promove a relação entre o edifício e os seus ocupantes, nomeadamente o impacto do ambiente contruído na saúde e bem-estar humano, e LEED Gold, que define edifícios altamente sustentáveis, que promovem a eficiência energética e o desempenho ambiental, contribuindo para reduzir a pegada carbónica. Adicionalmente e como forma de medir a flexibilidade, robustez e segurança da conectividade tecnológica, garantindo que os edifícios têm a infraestrutura digital em que as empresas actuais confiam e as empresas de amanhã procuram, o ALLO será certificado com o nível WIREDSCORE Gold.

A comercialização deste empreendimento está a cargo das consultoras imobiliárias CBRE e JLL.

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Galp e Habitat Invest inauguram serviços de mobilidade eléctrica em edifícios residenciais

No âmbito desta parceria ficarão disponíveis, já este ano, um total de 250 parqueamentos para veículos eléctricos nos empreendimentos Duque 70 e Linea Residences, em Lisboa, nos quais a Galp assegurará a instalação das wallbox para cada cliente

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A Galp e a Habitat Invest acabam de inaugurar o primeiro posto de serviços de mobilidade eléctrica em edifícios residenciais em Portugal, que inclui a oferta de serviços inteligentes de carregamento eléctrico de veículos e de soluções de mobilidade partilhada entre condóminos. O primeiro projecto abrangido por esta parceria, foi o Duque 70, localizado em Lisboa.

Através da parceria entre a Galp e a Habitat Invest, apresentada esta segunda-feira, dia 25 de Outubro, e que contou com o apoio da APPII, ficarão disponíveis, já este ano, um total de 250 parqueamentos preparados para o carregamento de veículos eléctricos, previstos tanto para empreendimentos Duque 70, como para o Linea Residences, na Av. 5 de Outubro, também em Lisboa. A Galp assegurará a instalação das wallbox para cada cliente.

A parceria entre a Galp e a Habitat Invest vai também abranger o fornecimento de energia 100% verde da Galp nos empreendimentos da Habitat, com oferta de soluções competitivas e adaptadas ao perfil de consumo de cada cliente.

Com esta parceria inovadora, a Galp e a Habitat Invest continuam a reforçar o seu posicionamento como referências nos respectivos sectores – energético e imobiliário – com a oferta de soluções de mobilidade eléctrica para os seus clientes, promovendo opções energéticas mais verdes e contribuindo para um futuro mais sustentável.

Além da parceria com a Galp, o empreendimento Duque 70 é, também, o primeiro edifício qualificado ao nível da saúde pelo Programa Covid20 da Nova Medical School e, ainda, o primeiro a receber o cacifo locker24h dos CTT para distribuição de ecommerce.

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Novos factores podem decidir a localização das empresas

O relatório ‘Future Working Location Trends’, da CBRE, traça sete recomendações tendo em conta um novo contexto de tomada de decisão por parte das empresas no que diz respeito à localização dos seus escritórios

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O relatório ‘Future Working Location Trends’, traça sete recomendações tendo em conta um novo contexto de tomada de decisão por parte das empresas no que diz respeito à localização dos seus escritórios.

A análise da CBRE mostra como as decisões em termos de localização devem ser observadas no contexto da proposta de valor do colaborador e analisa os factores de influência que as empresas devem considerar, desde a marca à cultura, passando pelos padrões de mobilidade, que sofreram alterações como consequência da pandemia.

“A disrupção causada pela pandemia mudou as expectativas das empresas e dos colaboradores relativamente aos modelos de trabalho, influenciando a tomada de decisão das empresas relativamente à localização dos seus escritórios. Este tipo de decisão precisa agora de estar totalmente interligada com a proposta de valor que as empresas querem oferecer aos seus colaboradores, bem como com as competências e os perfis das funções que estes desempenham” sublinha André Almada, Offices Advisory & Transaction Services Senior Director da CBRE Portugal.

As sete recomendações identificadas pela CBRE são:

1.Reconhecer as diferenças entre colaboradores, incluindo reacções diversas à pandemia e expectativas relativamente ao futuro:
As estratégias de localização das empresas implicam decisões complexas e envolvem diversos factores quantitativos e subjectivos – nenhuma localização pontua o máximo em todos os critérios de selecção. Quase sempre a decisão final envolve um conjunto complexo de escolhas, mas acima de tudo, deve ser consistente com os objectivos definidos pela empresa.

2.Foco em unidades de negócio e funções:
As empresas têm de considerar as funções desempenhadas pelos colaboradores, como estas se distribuem entre os seus diversos escritórios e como interagem umas com as outras, com clientes e outros stakeholders.

3.Reconhecer como a marca e a cultura poderão ter mudado durante a pandemia, tanto para os actuais colaboradores como para os potenciais:
Enquanto é provável que os actuais colaboradores já esperassem determinadas respostas por parte da liderança da empresa, é importante considerar as implicações de tais medidas na atracção de talento.

4.Considerar alterações nos padrões de deslocação casa-escritório:
Uma redução das visitas ao escritório poderá significar que alguns colaboradores vivem agora mais longe. Este é um resultado do aumento do preço das casas e de outras métricas de selecção da localização da habitação. Este fenómeno é mais provável em colaboradores que se encontram numa fase da vida onde mais tempo e espaço em casa é importante.

5.Manter o objectivo da proximidade física quando se contrata remotamente:
Uma das principais vantagens da contratação remota é captar colaboradores que antes não seriam acessíveis, em localizações onde o estabelecimento de um novo escritório seria inviável ou onde a atracção de talento era mais desafiante. Algumas empresas que estão a contratar remotamente procuram seleccionar candidatos numa determinada área, de forma a que estes mantenham uma interligação.

6.Definir novas medidas de produtividade:
As empresas têm de começar a medir a produtividade no escritório. As medidas tradicionais estão muito focadas no custo ou em medidas de satisfação ou desmotivação dos colaboradores. Nenhuma é verdadeiramente eficaz. As empresas terão de desenvolver processos nas diversas funções e definir novas medidas de avaliação da produtividade, nomeadamente para comparar o trabalho realizado em casa com o que é feito no escritório.

7.Olhar antes de agir:
Antes da pandemia, já muitas empresas tinham investido na criação de espaços mais atractivos e funcionais, um factor que agora é tão ou mais importante. É imprescindível olhar antes de agir para evitar decisões precipitadas.

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