Edição digital
Assine já
    PUB
    Imobiliário

    Importância de piscinas em empreendimentos turísticos em livro dirigido a profissionais

    Obra pretende reabrir o debate, numa área onde existe um “vazio legal”. Apresentação vai decorrer dia 15 de Novembro, às 18h30, no ISAG, no Porto

    CONSTRUIR
    Imobiliário

    Importância de piscinas em empreendimentos turísticos em livro dirigido a profissionais

    Obra pretende reabrir o debate, numa área onde existe um “vazio legal”. Apresentação vai decorrer dia 15 de Novembro, às 18h30, no ISAG, no Porto

    CONSTRUIR
    Sobre o autor
    CONSTRUIR
    Artigos relacionados
    Resultados de 2023 da Schindler indicam “melhoria do desempenho e aumento da rentabilidade”
    Empresas
    IP avança com investimento na modernização da Linha do Oeste
    Engenharia
    Câmara de Lisboa avança com cooperativas de habitação
    Imobiliário
    Adesivo Extremo PENOSIL Polímero Híbrido TURBO-tack 701
    Construção
    Novo projecto em Marvila pode ser adquirido através de criptomoedas
    Imobiliário
    Portugal pode entrar na metade de países mais ricos da UE em 2033 com reformas pró-crescimento
    Construção
    Obra de Raulino Silva conquista prémios internacionais de arquitectura
    Arquitectura
    Kronos Homes lança ZEN
    Imobiliário
    Vicaima aponta novidades e tendências do design para 2024
    Empresas
    Largos dias têm 500 edições
    Construção

    Profissionais do sector do turismo há longos anos, os professores do Instituto Superior de Administração e Gestão (ISAG – European Business School), no Porto, Abílio Vilaça e António Antas Teles, vão apresentar o livro “Piscinas nos empreendimentos turísticos: Paraíso ou pesadelo?”. Dirigido a académicos e profissionais dos sectores do turismo e hotelaria, o livro pretende reabrir o debate sobre uma área onde não existe legislação suficiente em Portugal. A obra será apresentada no próximo dia 15 de Novembro, às 18h30, naquela instituição universitária, numa sessão moderada por João Luís de Sousa, director do Semanário Vida Económica.

    “Nos empreendimentos turísticos, as piscinas são mais um paraíso do que um pesadelo, porque constituem actualmente um dos factores essenciais da procura de um alojamento. Mesmo no Inverno ou Outono, as piscinas interiores são um factor de decisão”, explica António Antas Teles, coautor da obra. No entanto, o docente alerta: “Se geridas correctamente, as piscinas são uma fonte de prazer e de lucro, podendo ser vistas não só pela sua utilização balnear, mas também como parte integrante de eventos e outras acções que valorizam o espaço. Podem é tornar-se um pesadelo, se não forem bem geridas”.

    Procurando ser um guia prático para os profissionais do sector, o livro dos docentes do ISAG – European Business School traz uma visão completa sobre todo o ciclo de vida das piscinas em empreendimentos turísticos. Partindo de exemplos das melhores práticas internacionais, os autores começam por explorar os requisitos para a construção e manutenção destes equipamentos. Na obra é, ainda, abordada a gestão de custos, que “muitas vezes, são mal calculados ou subestimados”, adverte Antas Teles. A gestão de responsabilidades é outro dos temas fundamentais, apontando-se formas de evitar riscos, como os acidentes.

    “Este é também um contributo para a futura legislação”, explica o docente, a propósito da recente recomendação do Parlamento ao Governo para que legisle as piscinas de lazer de empreendimentos turísticos, alojamentos locais e uso doméstico. A resolução da Assembleia da República refere a “urgente regulamentação específica para preencher o vazio legal que persiste para piscinas instaladas em unidades de alojamento local, estabelecendo também regras concretas para piscinas integradas em empreendimentos turísticos, e regulando a respectiva fiscalização”.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Artigos relacionados
    Resultados de 2023 da Schindler indicam “melhoria do desempenho e aumento da rentabilidade”
    Empresas
    IP avança com investimento na modernização da Linha do Oeste
    Engenharia
    Câmara de Lisboa avança com cooperativas de habitação
    Imobiliário
    Adesivo Extremo PENOSIL Polímero Híbrido TURBO-tack 701
    Construção
    Novo projecto em Marvila pode ser adquirido através de criptomoedas
    Imobiliário
    Portugal pode entrar na metade de países mais ricos da UE em 2033 com reformas pró-crescimento
    Construção
    Obra de Raulino Silva conquista prémios internacionais de arquitectura
    Arquitectura
    Kronos Homes lança ZEN
    Imobiliário
    Vicaima aponta novidades e tendências do design para 2024
    Empresas
    Largos dias têm 500 edições
    Construção
    PUB
    Imobiliário

    Câmara de Lisboa avança com cooperativas de habitação

    A Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprovou a proposta para a realização de operações no novo programa de “Cooperativas 1ª Habitação Lisboa” para habitação sem fins lucrativos

    O programa identifica património imobiliário com capacidade e potencial habitacional por desenvolver, no sentido de garantir preços acessíveis à habitação e aproveitando, em muitos casos, pequenos terrenos municipais.

    “A habitação é e continuará a ser a grande prioridade do nosso mandato. Nunca existiu na história da Câmara de Lisboa um valor que se comparasse de investimento nesta área e que irá alcançar os 800 milhões de euros até 2028. Tudo temos feito para procurar também novos caminhos e soluções para responder ao problema. Foi precisamente o que fizemos hoje ao aprovar uma proposta para o modelo de cooperativas na cidade”, salienta o presidente da CML. “Este é mais um caminho que queremos trilhar para aumentar a oferta de habitação acessível na cidade. O primeiro passo está dado e irá avançar na freguesia do Lumiar” acrescenta Carlos Moedas.

    A produção de habitação acessível por via da cedência de património municipal ao abrigo da figura jurídica do direito de superfície a cooperativas de habitação é uma solução que permite prosseguir o objectivo de alargar e acelerar a oferta habitacional acessível com base em património e apoio público.

    Foram já identificados terrenos vazios em património municipal com potencial de habitação em pequena escala e adequados a este programa de habitação sem fins lucrativos. Os terrenos estão mapeados na Carta Municipal de Habitação de Lisboa, estando alguns já com projectos de arquitectura em curso.

    Neste modelo a “CML assume os encargos dos projectos de arquitectura, licenciamento e execução retirando este encargo financeiro às cooperativas e procurando garantir assim uma diminuição considerável do prazo de execução da obra. As cooperativas que se candidatem e sejam seleccionadas podem de imediato iniciar a construção. Sabemos que o desafio é difícil, mas não baixamos os braços para procurar todas as respostas e soluções de habitação para quem vive ou ambiciona viver na nossa Lisboa”, defende o autarca.

    O modelo proposto dá a oportunidade a que as famílias possam participar ou organizarem-se em cooperativas para concorrem a terrenos municipais, com o direito de superfície por 90 anos, e assim terem acesso às suas casas, assumindo apenas os custos da construção.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Novo projecto em Marvila pode ser adquirido através de criptomoedas

    O projecto Atelier resulta da combinação de elementos industriais e da “delicadeza” do design a partir da “reimaginação” da antiga casa criativa do artista português Tomaz Hipólito num imóvel de oito lofts. A fase de vendas deverá arrancar ainda este ano

    CONSTRUIR

    O antigo espaço criativo do artista português Tomaz Hipólito, em Marvila, vai ser transformado em habitação. Promovido pelos franceses LFV des Vosges, o Atelier, que vai ser colocado à venda ainda este ano, vai poder ser adquirido com criptomoedas.

    Segundo a promotora, o projecto, que resulta da remodelação de um antigo estúdio em oito apartamentos, apresenta traços de arquitectura japonesa e uma fachada de dupla camada, de vidro e malha.

    Situado na Rua Afonso Annes Penedo, os apartamentos, em estilo loft com até quatro assoalhadas, contam com uma sala de estar, uma cozinha e um estacionamento subterrâneo privativo com capacidade para doze veículos. O rés do chão e o primeiro andar vão diferenciar-se pela coexistência de duas realidades complementares: uma varanda na fachada principal, com acesso à casa, e um jardim privativo de 100 m2, nas traseiras, que se vai assemelhar a um casulo verde. Adicionalmente, o edifício vai ser totalmente ecológico, com uma certificação energética de B+.

    “Este equilíbrio entre a dureza dos elementos industriais e a delicadeza do design levou à reimaginação da antiga casa criativa do famoso artista português Tomaz Hipólito num elegante refúgio de oito casas com uma configuração que ecoa o seu passado artístico” comenta Stanislas Maistre, CEO do LFV des Vosges.

    Com desenho da SIA Arquitectura, os apartamentos são marcados por um “design cuidado e uma estética simples”, que confere “calor e textura” a cada espaço. Paralelamente, os pavimentos em madeira natural e os tecidos “suaves e orgânicos” transmitem uma sensação de “tranquilidade” e “simplicidade” que funcionam como “uma tela em branco” para os moradores.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Kronos Homes lança ZEN

    Chama-se ZEN, é o quarto empreendimento residencial da Kronos Homes na capital, representa um investimento de 65 milhões de euros e irá adicionar ao mercado residencial mais 169 apartamentos, mais de 40% dos quais já está vendido

    CONSTRUIR

    A Kronos Homes, marca de promoção imobiliária residencial da Kronos, anuncia o lançamento de um novo projecto em Telheiras, ZEN, o quarto empreendimento residencial da empresa na região de Lisboa, que inicia agora construção, com 70 apartamentos já reservados.

    No âmbito de um investimento de 65 milhões de euros, este edifício exclusivo promete dinamizar e inovar o mercado imobiliário numa das áreas familiares mais cobiçadas de Lisboa, estabelecendo uma nova referência de qualidade e design, garantindo a integração estética e o respeito pelo meio ambiente envolvente.

    “Este é o nosso quarto projecto de primeira habitação em Lisboa e mais um passo na consolidação da nossa marca em Portugal. A preocupação por encontrar espaços que prezam o conforto e o equilíbrio aumentou e o ZEN é o lugar ideal para proporcionar essas experiências. Direccionado sobretudo a jovens famílias, é um edifício que vai procurar respeitar a natureza e transparecer os pontos mais fortes da sua envolvente, sem abdicar do design arquitectura especial da Kronos”, sublinha Rui Meneses Ferreira, CEO da Kronos Homes. “A localização central, a estética vanguardista e o conceito inovador, complementados por um maravilhoso jardim central e a zona social com piscina e ginásio, fazem deste um projecto único para quem procura um ambiente calmo e harmonioso apesar de urbano”, acrescenta.

    Com disposição por blocos paisagísticos, o ZEN vai reinventar a rede urbana tradicional com 3 blocos de 169 apartamentos de design distintivo e acabamentos de excelência, de tipologias T1 a T4, ao longo de 7 pisos. Os preços das casas variam entre 300.000€ e 850.000€. Para além disso, o empreendimento terá ainda um simpático pátio paisagístico, com uma grande piscina que funcionará como o centro da vida comunitária, assim como um ginásio totalmente equipado. A comercialização é co-exclusiva da Porta da Frente Christie’s e da JLL.

    Pertencente à freguesia do Lumiar, Telheiras é o local ideal para quem procura casa num centro urbano, sem renunciar à riqueza natural dos parques e zonas verdes. Num bairro próximo de comércio, escolas e equipamentos culturais, o ZEN terá acessos privilegiados, graças às linhas verde e amarela do Metro, bem como à estação de Campo Grande, a cerca de cinco minutos. Além disso, oferece diversas soluções de actividades para as pessoas com uma vida mais activa, sendo uma zona privilegiada para a prática de desporto ao ar livre, com um campo de golfe e um clube de ténis ao virar da esquina.

    A Kronos Homes conta, também em Lisboa, com três empreendimentos residenciais em desenvolvimento: The One, localizado na Avenida de João XXI, Distrikt, no Parque das Nações e Native, no Belas Clube de Campo.

    O portefólio de activos inclui ainda a gestão e desenvolvimento imobiliário de Vale do Lobo Golf & Beach Resort e a gestão das vendas imobiliárias do Salema Beach Village, Cascade Wellness Resort, Monte Santo Resort, Conrad Algarve, Salgados Palm Village e Salgados Dunas Suites. Este negócio representa um potencial de mais de 1.000 milhões de euros em vendas de propriedades, localizadas maioritariamente na região do Algarve. Um portefólio que coloca a Kronos Real Estate entre os principais gestores de resorts e promotores imobiliários em Portugal.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    AG8, em Domingos de Benfica

    Imobiliário

    Savills comercializa Edifício Alfredo Guisado 8

    A Savills apresenta o Alfredo Guisado 8 (AG8), um edifício de escritórios totalmente renovado, situado no animado bairro de São Domingos de Benfica, em Lisboa.

    CONSTRUIR

    Submetido a uma extensa remodelação antes da pandemia, o AG8, que era pouco utilizado, oferece agora um espaço de trabalho contemporâneo e confortável para os seus ocupantes. A sua comercialização foi entregue à Savills.

    Com uma área bruta total de 5.265 m2 distribuídos por dois blocos, o AG8 destaca-se pela sua versatilidade comercial. Disponível no 3º trimestre deste ano, este edifício pode ser comercializado como uma unidade única ou dividido em dois blocos independentes, proporcionando a opção de uma ocupação exclusiva por um único inquilino para todo o edifício ou duas ocupações distintas por dois inquilinos.

    “O edifício de escritórios AG8 é um excelente exemplo do nosso compromisso de integrar no portfólio Savills, soluções imobiliárias que satisfaçam as mais diversas necessidades dos clientes. Este activo não só oferece um espaço de trabalho moderno e flexível que responde à actual tendência de flight to quality, como também goza de uma localização estratégica em Lisboa. Acreditamos que o AG8 é uma excelente solução para as empresas que procuram centralidade e identidade, com valores de renda associados que não se encontram no segmento prime”, refere José Baptista, Offices Consultant da Savills Portugal.

    O AG8, com os seus 9 pisos, é o edifício ideal para atender aos requisitos exclusivos de uma única empresa, proporcionando espaços personalizáveis de acordo com as suas necessidades, ao oferecer grandes áreas por piso, incluindo terraço e rooftop. O  activo está equipado com 4 elevadores para garantir uma maior acessibilidade. O AG8 disponibiliza 39 lugares de estacionamento, oferecendo opções de estacionamento convenientes tanto para funcionários como para visitantes.

    Localizado em São Domingos de Benfica, o AG8 ocupa uma posição estratégica e é facilmente acessível a partir de vários pontos da cidade, seja de carro ou transportes públicos. Este bairro lisboeta oferece uma ampla variedade de comodidades e comércio local, incluindo restaurantes, supermercados, ginásios e instituições de ensino.

     

     

     

     

     

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Grupo Klépierre integra ‘A List’ da ONG ambiental CDP

    Jean-Marc Jestin, presidente do Conselho de Administração da Klépierre salienta que esta classificação “é um reconhecimento” do trabalho que temos feito, que tem como objectivo, “construir a plataforma de comércio mais sustentável até 2030”

    CONSTRUIR

    A especialista no desenvolvimento de centros comerciais, Klépierre, foi novamente reconhecida pela “liderança em transparência” e pelos “resultados ao nível das alterações climáticas” pelo Carbon Disclosure Project (CDP).

    A ONG ambiental incluiu o Grupo Klépierre pelo terceiro ano consecutivo na sua “A List”, que reúne as empresas com as práticas mais avançadas do mundo neste domínio.

    Desde 2018, a Klépierre reduziu o consumo de energia dos seus centros comerciais em mais de 40% e as emissões directas e indirectas de gases com efeito de estufa em 80%, em linha com os compromissos ambientais estabelecidos.

    Em Fevereiro de 2023, o Grupo deu um mais passo no compromisso com o lançamento do Act4Good, um programa que tem o objectivo de construir uma plataforma comercial mais sustentável com base em acções concretas contra as alterações climáticas, o desenvolvimento da actividade ao serviço das comunidades e territórios onde se situam os seus centros comerciais, a promoção da formação e do desenvolvimento de competências de colaboradores, parceiros e clientes e a promoção de estilos de vida sustentáveis.

    Jean-Marc Jestin, presidente do Conselho de Administração da Klépierre salienta que esta classificação “é um reconhecimento do trabalho que temos feito para reduzir a pegada de carbono gerada pela nossa actividade”, cujo objectivo, apresentado no programa de Responsabilidade Social Corporativa, Act4Good, visa “construir a plataforma de comércio mais sustentável até 2030”.

    A Klépierre Iberia também obteve a certificação ISO 50001 pelo seu compromisso com a eficiência energética, que reconhece os esforços da empresa para optimizar o consumo de energia e reduzir o impacto ambiental.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Amadora é um dos três finalistas da Semana Europeia Da Mobilidade 2023

    A Comissão Europeia divulgou as três localidades finalistas que concorrem ao prémio da Semana Europeia da Mobilidade 2023: Amadora, Budapeste e Innsbruck. Estas cidades foram eleitas por um painel independente de peritos em mobilidade e transportes

    CONSTRUIR

    Este Prémio tem como objectivo o reconhecimento de actividades extraordinárias desenvolvidas de 16 a 22 de Setembro, durante a edição 2023 da Semana Europeia da Mobilidade, cujo tema foi “Eficiência energética” e a sua promoção.

    A Amadora chamou a atenção do júri por “estabelecer parcerias com outras autoridades locais e regionais da Área Metropolitana de Lisboa e, também, com marcas como a IKEA e a Decathlon; por se juntar a campanhas à escala europeia, como o movimento internacional Kidical Mass, para promoção das deslocações a pé, de bicicleta e de transportes públicos; actividades e lançamento de medidas permanentes (como a criação de uma rede de ciclovias interurbanas) que mereceram uma forte campanha de divulgação e promoção tendo sido amplamente divulgadas, transmitidas na televisão e rádios locais, para além de serem amplamente partilhadas nas plataformas de redes sociais”, refere nota enviada à comunicação social.

    A Amadora concorre com Budapeste, na Hungria, e com Innsbruck, na Áustria. O vencedor do prémio será divulgado durante a cerimónia de entrega do galardão a 14 de Março de 2024, em Bruxelas, na Bélgica.

    É a terceira vez consecutiva que Portugal tem cidades nos 3 primeiros lugares, duas delas receberam o galardão, Braga em 2022 e Valongo em 2021.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Os desafios do Simplex Urbanístico 

    Com a entrada em vigor do Simplex Urbanístico a aproximar-se a passos largos, 4 de Março, são muitas as questões e as dúvidas que o diploma levanta. Para Patrícia Santos, CEO da Zome, a nova Lei traz novos desafios “sendo essencial o equilíbrio entre simplicidade e segurança jurídica para o bom funcionamento do mercado”

    CONSTRUIR

    Publicado em Diário da República a 8 de Janeiro, o Decreto-Lei nº10/2024, que procede à reforma e simplificação dos licenciamentos no âmbito do urbanismo, ordenamento do território e indústria, vulgo “Simplex Urbanístico”, está longe de ser um tema pacífico e à medida que a data da sua entrada em vigor aproxima-se, 4 de Março, são muitas as dúvidas e os receios sobre a sua aplicabilidade. Terá o legislador na ânsia de desburocratizar ido longe de mais? É importante abordar essas dúvidas de forma a garantir que os benefícios da Lei do sejam maximizados, ao mesmo tempo em que se mitigam possíveis impactos negativos e se promove um desenvolvimento urbano sustentável e equitativo.

    Na opinião de Patrícia Santos, CEO da Zome, “as medidas do Simplex Urbanístico visam simplificar os processos de licenciamento, mas também trazem desafios para a segurança jurídica, sendo essencial o equilíbrio entre simplicidade e segurança jurídica para o bom funcionamento do mercado”. Para a responsável, “ao eliminar a necessidade de apresentar a ficha técnica de habitação e a autorização de utilização na hora de comprar ou vender um imóvel, pode agilizar as transacções, mas também aumenta o risco de adquirir propriedades com problemas legais ou técnicos, que podem dificultar o acesso ao crédito habitação ou a realização de obras”, exemplifica a CEO da Zome.

    Neste novo contexto, a mediação imobiliária tem um importante papel a desempenhar na garantia da segurança jurídica das transacções. “Os mediadores devem informar e orientar as partes envolvidas sobre os documentos necessários e os procedimentos legais, bem como verificar a conformidade do imóvel com o fim pretendido. A missão da mediação imobiliária deve permanecer inalterada: assegurar que cada transacção seja conduzida com integridade e em conformidade com os interesses de ambas as partes”, defende Patrícia Santos.

    Apesar das dúvidas, há que reconhecer as vantagens do diploma: “com a entrada em vigor da generalidade das alterações ao RJUE previstas no DL no10/2024 destaca-se, como aspectos positivo a limitação do âmbito regulatório municipal garantindo a uniformização dos elementos instrutórios e que ainda será reforçado com a implementação da Plataforma Electrónica dos Procedimentos Urbanísticos (PEPU), em 2026, o que irá agilizar bastante os projectos de construção”, refere Patrícia Santos.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Finsolutia reforça capital em 25M€ para “acelerar expansão internacional” da sua plataforma

    Plataforma de originação e gestão de créditos hipotecários, já usada por alguns dos principais stakeholders financeiros nacionais, entra agora numa fase de internacionalização para novos países

    CONSTRUIR

    No âmbito do seu plano estratégico de crescimento, a Finsolutia reforçou o capital em 25 milhões de euros para suportar a expansão internacional da sua plataforma tecnológica para originação, através da qual os bancos suportam o processo operacional de concessão de crédito (avaliação, posterior aprovação e formalização do contrato) e gestão de créditos hipotecários. Uma solução que tem sido adoptada por alguns dos principais stakeholders do sistema financeiro nacional, designadamente o Banco CTT e a Caixa Geral de Depósitos.

    A plataforma tecnológica desenvolvida pela Finsolutia (“4 Sight”) permite às instituições financeiras tirar partido das mais recentes tecnologias disponíveis para automatizar e simplificar processos, com ganhos relevantes em termos de eficiência, eficácia e redução de custos, e em estrito cumprimento com a legislação e regulamentação em vigor.

    A renovação das duas normas reconhecidas como a referência internacional para a gestão da segurança da informação – a ISO 27001 e a ISO 27701 -, e as três novas certificações (ISO22301, ISO37002 e UNE19601), são o reconhecimento internacional dos níveis de exigência que a empresa entrega diariamente a todos os seus clientes e que fazem da Finsolutia uma referência na sua área. Por outro lado, são um passo fundamental no processo de internacionalização da plataforma tecnológica.

    Como garantia dos requisitos da International Organization for Standardization (ISO) para a Gestão da Continuidade do Negócio, a Finsolutia está agora certificada pela ISO 22301, concebida para ajudar as organizações a prevenir, preparar, responder e recuperar de incidentes inesperados.

    Adicionalmente, alcançou a certificação do seu Sistema de Gestão de Compliance Penal conforme a UNE 19601:2017, que veio reforçar a capacidade da empresa de prevenir e gerir responsabilidades legais e penais nas suas operações, estabelecendo mecanismos de controlo interno em relação a atos que possam ser considerados delitos.

    Por último, a Finsolutia concluiu, também, com sucesso a obtenção da designação de empresa certificada na norma ISO37002, relativa à gestão do seu canal de denúncias.

    “Os nossos clientes e parceiros confiam-nos os seus dados. Por isso, trabalhamos em contínuo para aumentar a segurança, resiliência, transparência e eficiência das nossas operações. Mais do que um selo de qualidade, as certificações obtidas são uma demonstração tangível do nosso compromisso em garantir a continuidade operacional e satisfazer as elevadas expetativas dos nossos stakeholders”, destaca Miguel Madeira, CTO, partner & executive managing director da Finsolutia.

    De destacar que a Finsolutia foi a primeira empresa da Península Ibérica a obter com sucesso um “rating” pela agência internacional S&P como “Master Servicer” em empréstimos hipotecários para Espanha, tendo também já recebido a classificação como ‘Special Servicer’ de créditos em Portugal, sendo também distinguida com o nível mais elevado enquanto parceiro Microsoft – o “selo de qualidade” Microsoft Gold Partner.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    André Jordan, ladeado por empresários como Hugo Santos ferreira, Paes do Amara, Raul Martins ou Polignac de Barros (Crédito: APPII)

    Imobiliário

    APPII recorda “legado e inspiração” de André Jordan

    André Jordan, empresário dinamizador de vários projetos turísticos, morreu esta sexta-feira aos 90 anos

    CONSTRUIR

    A Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) recorda o “legado e inspiração eterna” de André Jordan, empresário ligado ao turismo, hotelaria e um dos fundadores da associação.

    Em comunicado, o presidente da APPII, Hugo Santos Ferreira, “presta sentida homenagem a um grande amigo a quem a Associação e todo o setor tanto deve”.
    “É, pois, com profundo pesar que vemos partir o ‘Pai’ do Turismo em Portugal, porém, o seu legado, a sua presença e a sua inspiração serão eternas, em todos nós, na APPII, nos setores do Imobiliário e do Turismo, no País e no Mundo”, pode ler-se no documento.

    “O nosso André Jordan, como sempre o apelidámos, nunca nos deixará, pois o seu legado, a sua presença e a sua inspiração serão eternas, em todos nós, na APPII, nos sectores do Imobiliário e do Turismo, do País e do Mundo. A sua inspiração perdurará, certamente, para lá da sua vida terrena. Até sempre querido André!”, são as palavras de pesar de Hugo Santos Ferreira.

    A APPII foi fundada pela não de quatro grandes empresários, corria o ano de 1991, sendo eles André Jordan, Henrique de Polignac de Barros, Miguel Paes do Amaral e Steffano Saviotti e Joaquim Silveira.

    André Jordan, empresário dinamizador de vários projetos turísticos, morreu esta sexta-feira aos 90 anos.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    André Jordan (Crédito Publituris / Frame It)

    Imobiliário

    André Jordan (1933-2024): O adeus a um nome ímpar no turismo e hotelaria

    Ao CONSTRUIR, o presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) despede-se do fundador do Grupo Jordan com um “até sempre, querido André” e, em nome da associação, “presta sentida homenagem a um grande amigo e um dos seus fundadores, André Jordan, a quem a Associação e todo o sector tanto deve. A sua inspiração perdurará, certamente, para lá da sua vida terrena”

    Ricardo Batista

    As suas qualidades humanas e de empresário ímpar valeram-lhe o epíteto de “pai do Turismo português” ou “senhor Quinta do Lago. André Jordan, o “senhor Belas Clube de Campo”, morreu esta sexta-feira, 9 de Fevereiro, aos 90 anos. Com a morte de André Jordan, desaparece uma forma cada vez mais rara de fazer acontecer.

    Nascido em Lviv em 1933, quando a cidade ainda era território polaco, Jordan rumou ao Brasil com a família no ano de 1939, um passo que viria a ser determinante no nascimento do Grupo. Passou por Nova Iorque, onde, em 1968, após a morte do pai, se tornou diretor de desenvolvimento internacional da Levitt & Sons, que à data era o mais importante promotor imobiliário residencial nos EUA.

    Nos anos 1970 André Jordan ruma a Portugal e aqui se torna português, de papel e de coração. “Tenho oito netos nascidos em Portugal e dois dos quatro filhos também”, comentou ao Público em 2018, para explicar que “a segunda metade da minha vida está aqui [em Portugal] e é aqui que eu vou ficar”. Foi em Portugal que concretizou a ideia de fazer crescer a Quinta do Lago, no Algarve, primeiro empreendimento de turismo residencial de luxo do país ligado ao golfe, que acabou por vender no final da década de 80. “Ainda hoje quando vou à Quinta do Lago olho para aquilo e penso: Como é que eu fiz isto tudo sem dinheiro?”, contou o empresário, em 2017, numa entrevista ao Diário de Notícias. Na mesma entrevista, Jordan assumia: “A Quinta do Lago era uma tela em branco, um projeto de raiz num terreno virgem. Mas Vilamoura foi um grande desafio profissional porque já estava metade feita, degradada. Relançar um empreendimento, como conseguimos, e preparar a nova fase de Vilamoura foi um grande desafio. Mas nenhum é preferido. É o mesmo que perguntar qual é dos seus filhos o que gosta mais? Hoje sou casado com Belas. E este espírito de corpo, de amor pela obra que envolve todos os que trabalham num projeto de raiz que me comove muito”.

    Vilamoura que André Jordan referia era o projecto Vilamoura XXI, propriedade da Lusotur que adquiriu em 1995, e aquele que era o maior complexo residencial e de lazer na Europa. Esta empresa foi vendida a investidores espanhóis Prasa, em 2006, por 360 milhões de euros, tendo vendido, posteriormente a Lusotur Golfes por 120 milhões de euros.

    Na região de Lisboa, fundou o projeto Belas Clube de Campo, no concelho de Sintra. Era Doutor Honoris Causa pelo ISCTE, Instituto Universitário de Lisboa, e pela Universidade do Algarve, e estava envolvido em várias organizações. Foi vice-presidente da WTTC, sendo membro honorário nos últimos anos. Era fellow da Duke of Edinburgh International Award Association, tendo sido presidente da secção portuguesa, e durante 17 anos foi Cônsul Honorário do Brasil no Algarve.

    Foi ainda fellow do Royal Institute of Chartered Surveyors. E desde 1999 que integrava o grupo de fundadores da Fundação de Serralves, instituição a cujo Conselho de Administração pertenceu até 2013. Foi o primeiro Presidente do Urban Land Institute – ULI (Portugal), cargo que exerceu entre 2001 e 2004.

    Ao CONSTRUIR, o presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) despede-se do fundador do Grupo Jordan com um “até sempre, querido André” e, em nome da associação, “presta sentida homenagem a um grande amigo e um dos seus fundadores, André Jordan, a quem a Associação e todo o sector tanto deve. A sua inspiração perdurará, certamente, para lá da sua vida terrena”.
    “É, pois, com profundo pesar que vemos partir o Pai do Turismo em Portugal, porém, o seu legado, a sua presença e a sua inspiração serão eternas, em todos nós, na APPII, nos sectores do Imobiliário e do Turismo, no País e no Mundo”, conclui.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
    Mais artigos
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB

    Navegue

    Sobre nós

    Grupo Workmedia

    Mantenha-se informado

    ©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.