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América Central na estratégia de internacionalização das empresas nacionais

Até 19 de Novembro a AEP – Associação Empresarial de Portugal e um grupo de empresas nacionais integram uma missão empresarial multissetorial que tem como destino a República Dominicana, com uma extensão ao Panamá e à Costa Rica

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Até 19 de Novembro a AEP – Associação Empresarial de Portugal e um grupo de empresas nacionais integram uma missão empresarial multissetorial que tem como destino a República Dominicana, com uma extensão ao Panamá ou à Costa Rica e como principal desafio encontrar os parceiros locais certos.

Apesar do âmbito multissectorial é claro o foco destes mercados para as empresas do sector da construção e dos materiais de construção. Na lista de participantes constam a Metalúrgica do Tâmega (máquinas para as indústrias extractivas e de construção), a Work3 Engenharia & Consultoria (engenharia) e a Alexandrino Pais Leitão (mármores e rochas similares).

“A República Dominicana abre-se definitivamente à Europa, tendo registado um dos maiores crescimentos da região. O país, outrora dependente do sector agrícola e do turismo, aposta agora nos serviços. Após o sucesso da primeira missão à República Dominicana, em 2018, a AEP regressa para fortalecer contactos e dar continuidade ao trabalho desenvolvido. Esta é ainda a sexta passagem da AEP pelo Panamá e a quarta pela Costa Rica”, explica o presidente da AEP, Luís Miguel Ribeiro.

A República Dominicana é uma economia emergente, onde o turismo continua a criar variadíssimas oportunidades. Tem um quadro regulatório estável e aberto a outras geografias.
O Panamá e a Costa Rica apresentam inúmeros projectos nas áreas da construção e engenharia, em resultado da exposição destas geografias às intempéries, e registam um investimento “desenfreado” em tecnologias de informação.

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Engie Hemera implementa “maior sistema de autoconsumo fotovoltaico” em Cacia

Os cerca de 13 mil módulos instalados irão permitir uma poupança energética de 13% à Renault Cacia, evitando a emissão de 1,8 mil toneladas de CO2

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A Engie Hemera está a implementar na fábrica da Renault em Cacia, situada no concelho de Aveiro, o “maior sistema solar de autoconsumo fotovoltaico” em Portugal.

Com esta solução, a fábrica do Grupo Renault que produz órgãos e componentes para a indústria automóvel desde Setembro de 1981, vai passar a produzir e a consumir agora energia verde nas suas instalações, reforçando o seu compromisso com a descarbonização e sustentabilidade, a poupança de energia e a aposta estratégica de produção de energia própria.

Os cerca de 13 mil módulos instalados ocupam um terreno com uma área total de 46 mil metros quadrados, o equivalente a mais de quatro campos de futebol. Atingem uma potência instalada superior a 6 megawatt-pico (MWp), gerando, em média, uma produção energética anual de 8 GWh.

A instalação destas unidades de produção para autoconsumo (UPAC) permite uma poupança energética de 13% à Renault Cacia, reduzindo assim a sua pegada ecológica, evitando a emissão de 1,8 mil toneladas de CO2.

Para estes 13% do seu consumo, a Renault deixa de estar exposta às flutuações do preço de mercado da electricidade, durante os próximos 25 anos, numa altura em que estes preços batem recordes.

Duarte Caro de Sousa, director-geral da Engie Hemera, sublinha que “este projecto, o maior sistema de autoconsumo fotovoltaico em Portugal, permite à Renault Cacia dar um passo fundamental rumo à transição energética. A aposta permite a esta instalação fabril produzir a sua própria energia, ainda mais verde, e obter elevadas poupanças na sua factura energética”.

Por sua vez, Christophe Clement, director-geral da Renault Cacia, salienta que “este é um investimento estratégico e representa um passo importante no compromisso do Grupo Renault na descarbonização das nossas fábricas em toda a Europa, até 2030. A Engie Hemera revelou-se desde a primeira hora o parceiro ideal para este projecto ambicioso e no qual depositamos muitas esperanças, a todos os níveis”.

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Neolith cresce como fornecedor especializado de pedra sinterizada dos EUA

A abertura dos três novos centros da Neolith e a expansão da sua rede de distribuição, permitem responder às necessidades crescentes da comunidade de arquitectos e decoradores dos EUA e contribuem para o reforço do grupo no mercado

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Na esteira da sua forte estratégia de crescimento no mercado norte-americano, a Neolith, empresa líder mundial no sector da pedra sinterizada, acaba de abrir um novo centro de distribuição com 4.200 metros quadrados em Nova Jersey, destinado a cobrir a região de Nova Iorque e a área tri-estatal.

O novo centro de distribuição da Neolith acontece na sequência das recentes aberturas de dois centros de última geração em Atlanta (Georgia) e Miami (Florida), com uma área total de 9.500 metros quadrados de superfície. A empresa passa assim a dispor, de forma directa e através da sua rede de parceiros, de um total de 35 centros de distribuição nos EUA, convertendo-se desta forma no maior distribuidor de pedra sinterizada neste país.

“Conforme anunciámos aquando do nosso plano de expansão de negócio para todo o mundo, os EUA são um mercado estratégico para nós. É com grande satisfação que anunciamos a concretização do nosso objectivo”, refere José Luis Ramón, CEO do Grupo Neolith. “Temos uma excelente perspectiva de crescimento para os EUA, que este ano será superior a 50%, devido ao forte aumento da procura que a pedra sinterizada está a registar. Os segmentos de decoração de cozinhas, casas de banho e também design de interiores são aqueles que estão a crescer de forma mais significativa.”

A abertura dos três novos centros da Neolith, e a sua rede de distribuição, permitem responder às necessidades crescentes da comunidade de arquitectos e decoradores dos EUA, para a qual a marca dispõe de uma equipa de design especialmente vocacionada para este mercado e que é, além disso, responsável também por criar uma linha de design, cores e colecções especialmente concebidas para inspirarem o mercado norte americano.

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Senceramic, Stonex ou Surfex são as novidades da ROCA

A Roca apresenta três novos designs de bases de duche antiderrapantes que proporcionam uma sensação reconfortante, quando em contacto com os pés

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Feitas de materiais exclusivos, estas peças aliam carisma e funcionalidade a qualquer espaço de banho. Para estas bases de duches há ainda a possibilidade de escolher a que melhor se adequa a cada espaço de banho: Senceramic, Stonex ou Surfex.

Senceramic, em porcelana vitrificada muito fácil de limpar, já que a sua porosidade nula evita a absorção de humidade ou a proliferação de bactérias. Com uma superfície texturizada de agradável sensação ao toque, a segunda proposta Senceramic é resistente a produtos abrasivos e à luz ultravioleta, mantendo assim as suas propriedades ao longo do tempo. Além disso, graças ao seu formato ultrafino, as bases de duche podem ser instaladas ao nível do chão, criando um espaço de duche sofisticado e cheio de personalidade. Esta proposta é apresentada nas cores branco mate, bege, café, pérola ou ónix, multiplicam-se as possibilidades de combinação com outras peças do espaço de banho. A válvula central, numa muito discreta forma circular e de desenho rectangular completa o design desta base de duche de porcelana, disponível em dez tamanhos que variam entre 1000 x 700 mm e 1800 x 800 mm.

A Roca desenvolveu uma mistura exclusiva de resinas de alta qualidade e cargas minerais para criar Stonex, uma fórmula altamente resistente com a qual as bases de duche de ardósia são fabricadas e com um desempenho melhorado. Uma textura rugosa inovadora e antiderrapante que gera uma sensação muito natural ao toque. Resistente ao desgaste, à descoloração ou a agentes químicos, proporciona durabilidade e facilidade de limpeza, graças à sua porosidade nula. Com um formato ultrafino que se integra perfeitamente no chão da casa de banho, este material é tão versátil que oferece múltiplas possibilidades de corte e design em diferentes modelos.

De extraordinária suavidade ao toque, Surfex é o material com que são produzidas as bases de duche antiderrapante Modo. Altamente moldável, Surfex consiste numa mistura de minerais e resinas, altamente resistentes a altas temperaturas, impactos e produtos químicos de limpeza. O conforto da textura e a sua impecável aparência mate fazem de Modo uma proposta de grande impacto visual com um design ultrafino e uniforme, em branco. Em formato rectangular e com descarga circular no mesmo material, Modo está disponível em medidas que vão de 1000 x 700 a 1600 x 800 mm.

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Aldeias do Xisto com fibra óptica até 2023

ADXTUR e a Altice Portugal assinaram um protocolo que prevê o alargamento da cobertura de fibra óptica e rede móvel às Aldeias do Xisto. O processo estará completo em 2023 e inclui ainda a instalação de 11 estações móveis

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A ADXTUR – Agência para o Desenvolvimento Turístico das Aldeias do Xisto e a Altice Portugal assinaram um protocolo que estabelece o alargamento da cobertura de fibra óptica e rede móvel nas 27 Aldeias do Xisto.

“Hoje, a tecnologia é uma infraestrutura básica para podermos comunicar e criar ainda mais valor a partir deste território que são as Aldeias do Xisto”, considerou o presidente da ADXTUR. “O projecto das Aldeias do Xisto começou com pouco mais de meia dúzia de parceiros”, recordou Paulo Fernandes, acrescentando que muito se trabalhou para estimular a auto-estima das comunidades e o espírito de rede. Um trabalho que se materializou numa rede e na afirmação de «uma das marcas mais improváveis, mas também mais especializadas na relação simbiótica entre natureza e comunidades. Os elos de comunicação mais orgânicos estão criados, mas precisamos da camada da conectividade para que todos os que querem estar, viver e trabalhar nas Aldeias do Xisto o possam fazer cada vez mais», sublinhou.

O presidente da ADXTUR reconhece o desafio que se segue, tendo em conta que «é um dos territórios mais interiores e complexos do ponto de vista orográfico.» Não duvida, contudo, que será cumprido. Paulo Fernandes sublinhou ainda que a parceria estabelecida com a Altice Portugal não se limita à questão das infraestruturas. As Aldeias do Xisto são um “laboratório vivo” e reúnem “um conjunto endógeno de activos, recursos e potencial para chegar mais longe”. Por isso, o protocolo prevê que a ADXTUR e a Altice Portugal colaborem para encontrar “novas formas de prototipar serviços”, criando mais valor em torno destes recursos e alterando “a percepção de valor de uma zona do país que ainda tem muito para oferecer», refere.

“Num verdadeiro projecto de interesse público, potenciando a criação de valor nestes territórios e na região como um todo, é na consolidação da sua estratégia, na sua acção e na sua relação com estas regiões que a Altice Portugal promove o combate à desertificação e às desigualdades territoriais, proporcionando maior atractividade, investimento e turismo”, refere a Altice Portugal em comunicado.

Segundo o presidente executivo da Altice Portugal, Alexandre Fonseca, a empresa compromete-se a levar a fibra óptica até 14 Aldeias do Xisto, ainda este ano, prevendo-se que toda a rede terá cobertura até 2023. Porque a “complementaridade de serviços fixos e móveis é importante”, serão também instaladas 11 estações móveis, reforçando as redes 4G e 5G. “Nenhum de nós tem dúvidas: o futuro é digital”, disse o responsável, acrescentando que a aposta na tecnologia é decisiva para a “captação de investimento. E quando captamos investimento, criamos emprego e quando criamos emprego estamos a fixar população e desenvolvemos as economias regionais”. Alexandre Fonseca considera que este projecto agrega “dois conceitos que têm de andar de mãos dadas: a modernidade e a tradição”, procurando construir “um Portugal onde todos gostem de estar, trabalhar, viver e onde todos sejam felizes.”

A Rede das Aldeias do Xisto é um projecto de desenvolvimento sustentável, de âmbito regional, liderado pela ADXTUR – Agência para o Desenvolvimento Turístico das Aldeias do Xisto, em parceria com 21 municípios da Região Centro e com 220 operadores privados, com o apoio do Centro 2020.

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Indústria mineira contesta reapreciação da “Lei das Minas”

As associações representativas da indústria mineira em Portugal contestam o pedido de reapreciação parlamentar do DL 30/2021, de 7 de Maio, também conhecido como “Lei das Minas”

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As associações sectoriais ASSIMAGRA (Associação Portuguesa da Indústria dos Recursos Minerais), ANIET (Associação Nacional da Indústria Extractiva e Transformadora) e a associação profissional APG (Associação Portuguesa de Geólogos), contestam o pedido de reapreciação parlamentar do DL 30/2021, de 7 de Maio, levado a cabo pelo Bloco de Esquerda (BE). O diploma que regulamenta a Lei das Minas de 2015, abrange as actividades de pesquisa e prospecção e/ou de aproveitamento dos recursos geológicos existentes em território nacional. O pedido de reapreciação do decreto foi apresentado no final da semana passada com os argumentos de garantia uma maior protecção ambiental e por se considerar que a nova lei é omissa no que respeita à mineração marinha.

As associações representativas da indústria mineira em Portugal, não obstante reconhecerem “algumas fragilidades” no DL 30/2021, consideram, “que as constantes ameaças e possíveis alterações regulamentares da actividade, provocam enorme instabilidade junto dos investidores”. E lembram que “os contratos assinados em 28 de Outubro de 2021 estavam, na sua maioria, a aguardar apenas pela publicação do DL 30/2021 para serem retomadas as negociações, cuja maioria já havia sido iniciada há mais de dois anos. O mesmo não aconteceu por haver lacuna na lei, pois cerca de 16 contratos foram assinados em 2020, mas exclusivamente por alguns desses contratos conterem na lista de matérias o elemento “lítio”, provocando desconforto na tutela”, referem em comunicado conjunto.

Os processos pendentes enquadram-se no artigo 79º do DL 30/2021, que estipula “a aplicação imediata aos procedimentos para atribuição de direitos privativos de prospecção e pesquisa, de exploração experimental ou de concessão de exploração que se encontrem pendentes na DGEG”.

Segundo as associações do sector a sua grande maioria é relativa a processos iniciados antes de 2019, os quais ficaram suspensos até a publicação do citado DL 30/2021, sendo que as suas minutas já vinham a ser negociadas desde esse momento. “Foram assinados diferentes tipos de direitos de revelação e aproveitamento de recursos minerais, e nem todos para o lítio. Consideram que para os concessionários, a data de 28 de Outubro de 2021 “foi uma mera coincidência, e daí não colheram qualquer benefício para além do culminar de um processo que, na sua maioria, repita-se, se iniciara antes de 2019. É com alguma estupefacção que vemos o facto de a revelação e aproveitamento de matérias-primas só ser motivo de discussão em momentos políticos relevantes, como actos eleitorais”, sublinham.

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Gravity, Pure Stone e Slim Tech na reabertura do showroom da Margrés e Love Tiles

O conceito de família esteve por trás dos projectos que destacam as funcionalidades e versatilidade das três colecções

Ricardo Batista

“Era importante para as marcas Love Tiles e Margrés que, quando reabrissem, reabrissem com significado, com um projecto com que os visitantes, de algum modo, se identificassem e que não pensassem que era uma coisa sem planeamento ou apenas um mero showroom”.
Ao CONSTRUIR, Nair Silva, responsável de comunicação da Gres Panaria, empresa que gere as marcas Love Tiles e a Margrés, explica as linhas orientadoras dos projectos desenhados para a reabertura do Showroom de Lisboa, praticamente um ano e meio depois de uma ‘pausa forçada’ causada pelas limitações da crise pandémica.
Para os projectos de 2021, os ateliers Spaceroom, através de Mariana Esteves Serra, e Às Duas por 3, de Inês Cesteiro e Sónia Rodrigues, foram convidados para explorar as novas colecções no espaço de exposição de excelência da empresa, no Parque das Nações.

“Voltar à normalidade”
“Todos os anos abrimos com projectos incríveis e nunca menosprezámos os projectos anteriores ou achámos que os projectos anteriores não deram a resposta pretendida. Nada disso. Todos eles tiveram o seu timing, responderam às necessidades certas. No entanto, este ano precisávamos de responder a uma enorme necessidade: como voltar à normalidade e como fazer com que as pessoas voltassem a sentir-se seguras”, explica Nair Silva, justificando assim o conceito que esteve por trás das propostas apresentadas para a decoração do espaço. No caso da Love Tiles, a responsável de comunicação da Grés Panaria explica que a proposta de Mariana Esteves Serra assenta na necessidade de retractar a “realidade de todos nós”. “A Mariana Esteves Serra trouxe-nos o conforto, a família e a criatividade para dentro das próprias casas.

Ao passarmos por estes espaços do showroom, entendemos que mais do que as historias que estamos a contar, tanto para a casa da família ou da criatividade, é o conforto que sentimos ao caminhar aqui, ao vivê-los. A Mariana conseguiu rasgar isso muito bem. Partiu de um conceito de família, uma casa ajustada a uma família de três que precisava de ter espaço exterior que todos sentimos durante o confinamento…Quem vivia num apartamento ansiava por um espaço exterior, mais não fosse para passear o cão… e a Mariana entendeu muito bem esse conceito. O que a família precisava? O que era vital para eles? O que era funcional? Transformou aquela casa numa habitação super prática, adaptada às novas realidades, de teletrabalho e tele-escola, uma casa que consegue ter a dinâmica da prática de exercício físico, uma casa adaptada a uma criança, em que a criança precisa de espaço para brincar, para libertar energias e, sobretudo, uma casa com linhas simples, adaptada a uma família muito jovem que não complicasse e que mostrasse a cerâmica pelo lado, mais funcional que pode ter”, justifica Nair Silva.

“Do outro lado, temos uma casa com um conexão um pouco diferente. Uma casa tipicamente mais antiga, que foi recuperada e modernizada. Aqui sim, era importante mais do que a funcionalidade termos a harmonia de cores e materiais. É uma casa habitada por duas mulheres. Ou seja, tínhamos de ter aqui a dimensão do Mundo feminino. Era super importante para nós passarmos essa informação para o cliente. E a Mariana conseguiu, uma vez mais, ter dois conceitos muito diferentes mas, ao mesmo tempo, complementares. Há uma ligação continua na passagem de ambientes”. No caso da Margres, a linguagem da marca é muito diferente da Love Tiles. Inês Cesteiro e a Sónia Rodrigues, designers de interiores da Às Duas por 3 e responsáveis pelo desenho do espaço, partiram de um bloco central e conseguiram “trazer a sumptuosidade, a robustez e a obra prima do grés lamina”. “O grés lamina ali ganha uma outra dimensão. Está aplicado num jogo de luzes e dimensão absolutamente fora do comum e aquelas peças parecem ter mais do que três metros. Parece que estamos num espaço aparentemente enorme e estamos, na verdade, a falar de poucos metros quadrados. São novas colecções que fazem parte da SlimTech da Margrés e são tendência”, acrescenta Nair Silva, sublinhando que “o preto Marquina Nero é realmente um produto que está a ser procurado a nível Mundial e a Margrés tinha de seguir essa tendência, era importante para nós”. “Depois, apresentamos algo disruptivo e à imagem da Margrés. A linguagem arquitectónica, a utilização da fina espessura é algo que o arquitecto valoriza, que permite embelezar espaços”, conclui.

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Ricardo Batista

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OBO Bettermann apresenta calhas livres de halogéneos

A OBO disponibiliza as calhas de instalação na parede e no tecto WDKH, bem com as calhas de cablagem LKVH, para montagem no quadro de distribuição. Além disso, ainda, disponível os quatro sistemas de condução de cabos, praticamente em todos os tamanhos convencionais

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A OBO Bettermann apresenta os seus sistemas de condução de cabos livres de halogéneos que “garantem a protecção das pessoas, do ambiente e dos bens materiais”. Segundo a empresa, “todos os produtos são fabricados em PC/ABS de elevada qualidade (Policarbonato/Acrilonitrilo-Butadieno-Estireno), sendo que estes materiais incluem-se nos plásticos autoextinguíveis”.

Para uma condução segura dos cabos a OBO disponibiliza as calhas de instalação na parede e no tecto WDKH, livres de halogéneos, bem com as calhas de cablagem LKVH, livres de halogéneos, para montagem no quadro de distribuição. Calhas técnicas GKH Rapid 80 e Rapid 45 (novo na gama) resumem as soluções completas com todos os acessórios livres de halogéneo. A OBO tem, ainda, disponível os quatro sistemas de condução de cabos, praticamente em todos os tamanhos convencionais.

Porquê materiais livres de halogénio?

Os plásticos oferecem boas propriedades isoladoras e permitem o fácil processamento. No entanto, em caso de incêndio podem propagar gases agressivos. Isto representa perigo para pessoas e para os bens materiais do edifício.

Para manter a inflamabilidade do PVC baixa, são utilizados retardadores de chama, baseados em ligas de halogéneo como o flúor, iodo, cloro e bromo. Este aspecto de segurança, em caso de incêndio, torna-se numa desvantagem perigosa: formam-se gases de combustão tóxicos como dióxido e monóxido de carbono. Estes colocam em risco as pessoas, na maioria das vezes, mais do que as chamas e o calor. Uma combinação altamente tóxica que pode mesmo ser fatal com apenas algumas inalações.

O PVC liberta cloreto de hidrogénio gasoso corrosivo que, combinado com humidade produz ácido clorídrico. O ácido clorídrico é fortemente corrosivo para as vias respiratórias. Como substância electricamente condutiva pode provocar um curto-circuito e destruir os aparelhos. Outros exemplos de produtos com gases de combustão são o ácido cianídrico e o amoníaco. Além disso, as dioxinas extremamente tóxicas podem danificar a estrutura do edifício, de tal maneira, que torne a sua reconstrução muito dispendiosa ou quase impossível.

As calhas de rodapé SL, SL-L e SL-T e as calhas combinadas RAUDUO estão devidamente equipadas com separadores integrados, permitindo assim a instalação de cabos de diferentes níveis de tensão.

Em particular, o comportamento da temperatura no amortecedor térmico foi testado com detalhe na calha eléctrica e de aquecimento: a calha combinada RAUDUO foi testada quanto ao seu comportamento de temperatura (DIN VDE 0298 Parte 4). Mesmo com altas temperaturas de fluxo nos tubos de aquecimento, as temperaturas nas áreas de instalação dos cabos eléctricos permanecem abaixo de 30°C e, portanto, não ocorre nenhum problema sob cargas de corrente normais.

Os materiais de instalação livres de halogéneos representam, portanto, uma alternativa segura enquanto medida de protecção contra incêndios. O termo “livre de halogéneos” exclui todas as ligas orgânicas de cloro e bromo.

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Mercado ibérico de bricolagem cresce 5,9% em 2021

O volume de negócios agregado dos grandes retalhistas de material de bricolagem em Portugal e Espanha deverá atingir os 5 440 milhões de euros no final deste ano

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O volume de negócios agregado dos grandes retalhistas de material de bricolagem em Portugal e Espanha deverá atingir os 5 440 milhões de euros no final deste ano, o que representa um aumento de 5,9% face a 2020. Os dados são da análise sectorial realizada pela Informa D&B, que prevê ainda que o crescimento das receitas se mantenha no biénio 2022-2023.

Em 2020, as vendas agregadas nos dois países somaram 5 135 milhões de euros, valor semelhante ao de 2019. Mas enquanto em Espanha as vendas caíram 1,4%, para os 4 010 milhões de euros, em Portugal cresceram 5,1%, para os 1 125 milhões de euros, com grande contribuição das vendas online.

A rentabilidade do sector tenderá crescer no curto prazo, embora o aumento dos custos de aprovisionamento, energia e logística constitua uma ameaça para os operadores.

Existem actualmente no mercado ibérico cerca de 530 lojas de material de bricolagem com uma superfície superior a mil metros quadrados, das quais cerca de 350 em Espanha e as restantes em Portugal. Catalunha, Valência, Madrid, Andaluzia e Galiza são as comunidades autónomas com maior número de estabelecimentos em Espanha, representando quase 65% do total. Em Portugal, as regiões de Lisboa, Porto e Braga acolhem 40% dos estabelecimentos.

Em conclusão o relatório da Informa D&B refere que “as margens comerciais reduzidas favoreceram a integração de alguns operadores em grupos maiores, bem como os processos de reestruturação de algumas redes de pontos de venda, levando a um aumento da concentração no sector”.

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O maior concurso “de sempre” da CP avaliado em 819M€

O “maior concurso de sempre da história da CP” irá ser lançado já em Dezembro e compreende a aquisição de 117 novas automotoras eléctricas pela CP

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O “maior concurso de sempre da história da CP” irá ser lançado já em Dezembro e compreende a aquisição de 117 novas automotoras eléctricas pela CP, no valor de 819 milhões de euros. O anúncio foi feito pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, à margem da cerimónia de assinatura do contrato entre a Medway, a Stadler e a Tratavagonka para a aquisição de 16 locomotivas e 113 vagões.

Segundo o ministro, o Governo já tem autorização da resolução do Conselho de Ministros e tem estado a trabalhar no caderno de encargos, o que abre caminho para o lançamento do concurso nas próximas semanas. O primeiro comboio deve chegar em 2026 e a totalidade das composições devem estar em circulação até 2029.

O objectivo do Governo é o de garantir que os 117 comboios “são para ser feitos por uma empresa que esteja disponível para construir parte, ou a totalidade do comboio em Portugal”.

“Portugal é uma economia com grande futuro, um país com quase 900 anos de História que tem obrigação de se dar ao respeito e de querer mais sobre o seu próprio desenvolvimento, disse, acrescentando que «não há nada que um comboio tenha que não possa já hoje ser feito em Portugal”, sublinhou Pedro Nuno Santos.

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MADE IN PORTUGAL naturally na Grécia a promover oferta hoteleira

A Exposição MADE IN PORTUGAL naturally insere-se na XENIA 2021 – International Hotel Equipment Exhibition, que decorre entre os dias 27 e 29 de Novembro

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A Fileira Casa Portuguesa estará em destaque na edição 2021 da XENIA – International Hotel Equipment Exhibition, uma das mais relevantes feiras do ramo contract da Europa. Sob a denominação MADE IN PORTUGAL naturally at XENIA, a excelência e complementaridade da oferta nacional estarão em evidência, numa Mostra que simulará os espaços Recepção, Quarto, Casa de Banho e Bar/Restaurante.

A exposição incluirá cerca de 100 produtos, disponibilizados por mais de 30 empresas nacionais de diversos sectores da Fileira Casa, como mobiliário, iluminação, têxteis-lar, tapeçarias, utilidades domésticas, entre outros. A curadoria e selecção ficaram a cargo da designer de interiores Tânia Teixeira, e a dinamização de toda a dinâmica promocional desta iniciativa é da responsabilidade da APIMA (Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins) em coordenação com a AICEP.

A XENIA 2021 – International Hotel Equipment Exhibition, dedicada ao mobiliário para os sectores da hotelaria, restauração e cozinha, contará com mais de 320 expositores, numa área de exposição de cerca de 50.000 m2. A organização estima que durante os três dias do evento cerca de 25 mil pessoas visitarão o certame.

“Esta participação insere-se na dinâmica promocional que temos vindo a realizar neste segundo semestre de 2021, e que será reforçada durante o próximo ano. Apostamos fortemente na divulgação da complementaridade dos diferentes sectores que compõe esta Fileira, bem como na forma como as nossas empresas têm apostado no design e na sustentabilidade como factores de diferenciação perante o mercado”, explicou Joaquim Carneiro, presidente da APIMA.

A presença da Fileira Casa na XENIA 2021 é da responsabilidade da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA), responsável por liderar o projecto e dinamizar as parcerias com as restantes associações da fileira – Associação das Indústrias de Madeira e

Mobiliário de Portugal (AIMMP), Associação dos Industriais Portugueses de Iluminação (AIPI) e Home From Portugal, contando com a coordenação da AICEP.

“A incessante busca por soluções customizadas que ofereçam exactamente aquilo que o cliente procura, mantendo a qualidade, funcionalidade e autenticidade mostram que as empresas portuguesas estão cada vez mais orientadas para o cliente, competitivas e com elevada performance a nível internacional”, afirmou por sua vez Luís Castro Henriques, presidente da AICEP.

A Fileira Casa Portuguesa é constituída por mais de 7 500 empresas, que representam cerca de 61 mil postos de trabalho e um volume de negócios de 3,3 mil milhões de euros. Os diversos sectores que a integram são responsáveis por cerca de 4,5% do total de exportações da economia nacional.

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