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Os 200M€ da Promiris em carteira, a Ecosteel e o suplemento de Reabilitação no CONSTRUIR 447

Numa edição que conta com o suplemento dedicado à Reabilitação Urbana, mostramos-lhe a carteira de investimentos da Promiris e contamos-lhe quais as prioridades dos projectos ferroviários nos próximos anos

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Autarquia de Cerveira investe 1,2M€ em Parque Empresarial

Com uma localização estratégica junto ao nó da A3, a empreitada prevê a criação de 12 lotes de dimensões idênticas, divididos por uma área total de 32.602,00 m2, com a garantia do Sistema de Indústria Responsável (SIR). O prazo estimado para a inauguração da infraestrutura é de nove meses

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A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira anunciou o início da construção de uma nova zona industrial no interior do concelho, num investimento de cerca de 1,2 milhões de euros.

A construção do novo “Parque Empresarial de Cerveira – Polo V” na Freguesia de Sapardos é comparticipada pelo Programa Operacional Regional do NORTE 2020 com FEDER aprovado de 750 mil euros.

Para o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, este investimento é encarado como “uma necessidade para desenvolvimento do interior do concelho, atraindo mais actividade económica e, por consequência, mais pessoas, assegurando a potenciação do vigor industrial de Vila Nova de Cerveira”. Como forma de agilizar todo o processo de captação de empresas, o autarca sublinhou que se está a “ponderar colocar os lotes em hasta pública ainda antes da conclusão da obra, de forma que no momento da inauguração já se possa ter empresas a iniciar a construção das suas indústrias”. Por sua vez, o Presidente da Junta de Freguesia de Sapardos, Manuel Esteves, manifestou-se “contente e vaidoso pela concretização de um projecto que vai desenvolver a freguesia, classificada como do interior, e muita atingida pelo envelhecimento da população. Este polo industrial vai trazer mais pessoas a Sapardos e às freguesias limítrofes”.

Com uma localização estratégica junto ao nó da A3, a empreitada prevê a criação de 12 lotes de dimensões idênticas, divididos por uma área total de 32.602,00 m2, com a garantia do Sistema de Indústria Responsável (SIR). O prazo estimado para a inauguração da infraestrutura é de nove meses.

Esta nova área de acolhimento empresarial apresenta algumas particularidades, nomeadamente do ponto de vista urbanístico, com a preocupação de optimizar o melhor possível a integração da infraestrutura na topografia existente. Assim, o projecto acautela a criação de quatro plataformas, a diferentes cotas, com a instalação de três lotes em cada, como forma de minimizar o movimento de terras e reduzir o ruído visual. Todo o espaço será dotado de um conjunto de infraestruturas com repercussões nos custos do produto (produção e utilização de energias renováveis, e reutilização de águas), e com características compatíveis com as exigências da procura, principalmente ao nível do Sistema de Indústria Responsável (SIR).

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Associação Smart Waste Portugal anuncia criação de plataforma Vidro+

Segundo o Aires Pereira, presidente da Associação Smart Waste Portugal, “é sempre uma enorme satisfação conseguir sentar à mesma mesa entidades e empresas que estão alinhadas com os objectivos no que diz respeito à circularidade”

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A Associação Smart Waste Portugal anunciou a criação da Plataforma Vidro+, uma iniciativa colaborativa que se propõe a criar um compromisso entre os diferentes agentes da cadeia de valor do vidro de embalagem, com o intuito de promover o aumento da taxa de reciclagem do vidro em Portugal. A Plataforma Vidro+ tem como visão, transformar Portugal num país de referência na recolha e reciclagem das embalagens de vidro, bem como na incorporação de vidro reciclado na produção de novas embalagens. Esta iniciativa tem como meta a recolha de 90% das embalagens de vidro colocadas no mercado, para reciclagem, até 2030.

Segundo o Aires Pereira, presidente da Associação Smart Waste Portugal, “é sempre uma enorme satisfação conseguir sentar à mesma mesa entidades e empresas que estão alinhadas com os objectivos no que diz respeito à circularidade. À semelhança do trabalho realizado com o Pacto Português para os Plásticos, e com uma visão comum e um objectivo definido ambicioso, chega agora a vez do vidro, através da criação de uma plataforma para a circularidade das embalagens de vidro em Portugal. Acreditamos que a Plataforma Vidro+ tornará possível a definição de metas conjuntas e ambiciosas com os diferentes membros, que irão dar resposta à crescente ambição da legislação europeia e nacional para o alcance de metas de reciclagem dos resíduos das embalagens de vidro e de incorporação de materiais reciclados”.

Outro tema, de igual importância, abordado foi a desclassificação dos resíduos. O conceito de economia circular, enquanto sistema económico dinâmico que visa minimizar a introdução de recursos e a geração de resíduos e desperdícios energéticos, tem vindo a ganhar destaque globalmente. A desclassificação de resíduos tem, de facto, um papel fundamental na transformação empresarial necessária à transição para um modelo de economia circular. Neste tema, a Associação Smart Waste Portugal pretende contribuir para que, em Portugal, um setor dos resíduos se converta num setor de recursos, aumentando a capacidade da economia portuguesa para estabelecer e liderar cadeias de fornecimento internas, com reduzido impacte ambiental associado e que maximizam o valor dos recursos na economia.

Houve ainda tempo para duas apresentações, a primeira a cargo de Paulo Portas dedicada ao tema da escassez das matérias-primas e o seu impacto na economia e em que a Economia Circular foi assumida pelo próprio como uma excelente forma de poupar, já que cada vez mais se assiste a um maior aumento de custos na produção industrial, estando já a inflação situada nos 26,7%. A segunda apresentação subordinada ao tema do financiamento da sustentabilidade foi da responsabilidade de Luís Laginha de Sousa, membro do Conselho de Administração do Banco de Portugal.

Mais uma vez, ficou claro que a Economia Circular é um conceito estratégico chave para promover a dissociação entre o crescimento económico, o aumento da produção de resíduos e o aumento do consumo de recursos. Contudo, para que este conceito seja possível, é preciso que haja um envolvimento das diferentes cadeias de valor, da academia, das associações, dos governos e dos consumidores, para que trabalhem todos rumo a uma economia livre de resíduos, porque tudo é considerado recurso.

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Governo cria regime excepcional de revisão de preços na construção

O regime excepcional, “facultativo e temporário” visa permitir “a revisão de preços nas empreitadas de obras públicas e nos contratos de aquisição de bens e serviços” entre o empreiteiro e o dono de obra

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O Governo vai avançar com um novo regime excepcional para impedir que as obras públicas parem devido ao aumento do preço dos materiais. A decisão foi tomada em Conselho de Ministros e a proposta vai apresentada à Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), assim como às regiões autónomas e às empresas de construção.
O Decreto-Lei que cria “um regime excepcional, facultativo e temporário” visa permitir “a revisão de preços nas empreitadas de obras públicas e nos contratos de aquisição de bens e serviços”, disse afirmou Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, por ocasião da conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, em Lisboa, que acrescentou, ainda, que as disposições do diploma poderão também “ser aplicadas de forma facultativa às obras particulares”.
Pedro Nuno Santos referiu que perante o “crescimento muito acentuado do preço de
matérias-primas, algumas delas duplicando o seu valor, houve necessidade de criar este regime excepcional que permita rever os preços em contratos para garantir que não há interrupção no investimento público que está em curso em Portugal”.

“Sempre que o preço de um determinado material aumentar, o empreiteiro pode apresentar ao dono de obra, por exemplo, a IP, uma proposta de revisão de preço. Desta forma, a IP faz a avaliação dessa proposta e, em seguida, pode aceitá-la, rejeitá-la ou apresentar uma contra-proposta e se, entretanto, as duas partes chegarem a acordo há uma revisão do preço. Isso permitirá ao empreiteiro poder receber mais para fazer face ao custo adicional que tem”, explicou, ainda, Pedro Nuno Santos.

O regime irá vigorar até 31 de Dezembro de 2022.

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2ª Fase do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis ultrapassou as 106 mil candidaturas

A dias do encerramento e para responder à elevada procura, foi decidido aumentar a dotação para um total de 96 M€ deste Programa, financiado pelo Fundo Ambiental com verbas do PRR

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Encerrada a 2 de Maio, a segunda fase do Programa de Apoio a Edifícios mais Sustentáveis recebeu mais de 106 mil candidaturas. Foram consideradas elegíveis até ao final da manhã desta quarta-feira, dia 4 de Maio, mais de 26 mil candidaturas, que representam um apoio de 43,7 milhões de euros.
A dias do encerramento e para responder à elevada procura, foi decidido aumentar a dotação em 21 milhões de euros para um total de 96 milhões de euros deste Programa, que é financiado pelo Fundo Ambiental com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
O aumento da dotação vai abranger as candidaturas consideradas elegíveis e submetidas até às 23h59 de 2 de maio, sendo as prioridades actuais a análise e a avaliação, com celeridade, das candidaturas submetidas para efectuar o pagamento daquelas que forem consideradas elegíveis e, posteriormente, reavaliar o Programa.
Das candidaturas elegíveis, as tipologias mais solicitadas para apoio foram painéis fotovoltaicos, janelas mais eficientes e bombas de calor, com vista a uma melhoria do desempenho ambiental e energético dos edifícios de habitação, permitindo às famílias a possibilidade de aumentar o conforto térmico e reduzir a factura energética das suas habitações.
Através desta medida, o cidadão torna-se um aliado na melhoria do desempenho energético e no combate à pobreza energética do edificado habitacional, ao ser um agente activo para a resiliência climática, contribuindo para os objectivos nacionais da descarbonização.
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Metro de Lisboa investe na acessibilidade das estações

Com um investimento de 1,08M€ a intervenção na estação Entre Campos insere-se num plano mais vasto de modernização da rede do Metropolitano de Lisboa. Em Maio a intervenção estende-se à Cidade Universitária. A empreitada foi adjudicada ao consórcio do Grupo Domingos da Silva Teixeira, SA/Efacec em 2021 e vai custar 2,56 M€

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A estação Entre Campos do Metropolitano de Lisboa passou a dispor de três elevadores que permitem fazer a ligação entre a superfície e o átrio da estação, e entre o átrio e o cais de embarque, dotando a estação de acessibilidade plena e permitindo o acesso a clientes com mobilidade reduzida.

Os novos elevadores átrio/cais localizam-se no átrio Sul da estação (átrio de interface com a CP). O ascensor átrio/superfície fica localizado junto aos terrenos da antiga Feira Popular.

Com um investimento de 1,08 milhões de euros a intervenção na estação Entre Campos insere-se num plano mais vasto de adaptação e modernização da rede do Metropolitano de Lisboa e englobou, igualmente, a eliminação de todas as barreiras arquitectónicas através da adaptação de zonas de escadas a rampas, e a adaptação de instalações sanitárias a pessoas com mobilidade reduzida.

Inserida numa empreitada de execução de intervenções para a garantia de acessibilidades a pessoas de mobilidade reduzida que inclui, também, a estação Cidade Universitária, foi adjudicada ao consórcio do Grupo Domingos da Silva Teixeira, SA/Efacec em Junho de 2021, por um investimento global de 2,56 milhões de euros. Para o mês de Maio prevê-se a conclusão da empreitada na estação Cidade Universitária.

Este contrato insere-se num vasto plano de adaptação e modernização que o ML tem vindo a concretizar, no âmbito do Plano Nacional para a Promoção da Acessibilidade, tendo em vista alcançar o princípio de “Acessibilidade e Mobilidade para Todos” estabelecido no Decreto-lei nº 163/2006, de 8 de Agosto.

O Metropolitano de Lisboa tem como uma das suas prioridades estender a toda a rede a eliminação das barreiras arquitectónicas. A plena acessibilidade para pessoas de mobilidade reduzida implica o desenvolvimento de um programa que impõe a adaptação de estações antigas que não foram originariamente projectadas para o efeito.

A implementação actualmente em curso prevê que até 2025 o Metro de Lisboa tenha 52 estações com acessibilidade plena. Com as intervenções nas estações Entre Campos e Cidade Universitária concluídas no corrente ano, o ML passará a ter 43 estações dotadas de acessibilidade plena, o que corresponde a 76,8% da totalidade das estações da rede.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável numa óptica de plena acessibilidade, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.

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Lançado concurso público para reabilitar a EN114

O investimento de 6M€ pretende incrementar as condições de acessibilidade, circulação e de segurança do tráfego com origem e destino na zona industrial de Rio Maior, bem como do tráfego de passagem vindo da A15

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Foi publicado em Diário da República o concurso público para a empreitada da EN114 – Ligação da A15 a Rio Maior, uma intervenção no âmbito do “Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)”, na vertente das Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE) – Acessibilidades Rodoviárias. Com um investimento estimado de seis milhões de euros e um prazo de execução de 420 dias, o objectivo da empreitada é o de incrementar as condições de acessibilidade, circulação e de segurança do tráfego com origem e destino na zona industrial de Rio Maior, bem como do tráfego de passagem vindo da A15, que utiliza o eixo da EN114 como acesso a Rio Maior.

Esta intervenção, que se inicia junto à intersecção da Estrada Nacional com a Rua do Matadouro e se desenvolve até à rotunda de acesso à A15, ao km 50,838, vai incluir a construção de intersecções giratórias ao longo do traçado, de modo a reduzir as velocidades praticadas. A faixa de rodagem será ladeada por passeios, ciclovias e percurso mistos.

Serão igualmente reforçados e/ou substituídos os equipamentos de sinalização, balizagem e segurança, e realizados trabalhos ao nível do pavimento e dos órgãos de drenagem existentes.

Na empreitada serão ainda melhoradas as características de algumas intersecções de estradas e ruas secundárias na EN114, que terão intervenções a nível de traçado, pavimentação, drenagem, sinalização, limpeza e, ou substituição de colectores de passagem sob serventia.

Esta empreitada destaca-se de um conjunto de nove obras já lançadas no âmbito do PRR, que correspondem a um investimento de cerca de 75 milhões de euros. Até à data a Infraestruturas de Portugal já assinou os três contratos de financiamento com a Estrutura de Missão Recuperar Portugal, num total de 394,8 milhões de euros.

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Reabertura do troço Pocinho-Barca d’Alva em estudo

O estudo de viabilidade técnica e ambiental da reabertura do troço Pocinho – Barca d’Alva, na Linha do Douro, estima que o projecto ronde os 75 milhões de euros

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A Câmara Municipal do Peso da Régua, no distrito de Vila Real, afirmou que a grupo de trabalho para a reactivação da Linha do Douro até Barca D’Alva se identificou com o estudo de viabilidade para a reabilitação daquele troço ferroviário realizado pela Infraestruturas de Portugal (IP). Estima-se que a reabilitação do troço ronde os 75 milhões de euros, dos quais 59 milhões serão destinados a “obra e o restante a estudos, projectos, fiscalização e estaleiro”, informa a autarquia em comunicado.

Em termos de tempo de percurso, o estudo indica que a reabertura deste troço da Linha do Douro representa um “ganho superior a 30 minutos”, quando comparado com a alternativa rodoviária existente.

“A reabertura desde troço da Linha do Douro irá potenciar a coesão territorial, uma vez que será feita a ligação de territórios do litoral ao interior, através de uma linha ferroviária, que faz parte integrante da história, da economia e da vida das populações, a qual acompanha, desde o município de Baião a Barca D’Alva, a única via fluvial navegável, identificada no mapa da rede transeuropeia de transportes”, salienta a autarquia, citando a comissão de trabalho.

Ao mesmo tempo, o estudo conclui que a reabertura do troço ferroviário irá “aumentar significativamente a oferta turística da região” e que a economia regional será “influenciada positivamente” com o aumento do fluxo turístico previsto, traduzindo-se numa “dinamização” tanto do comércio, como alojamento local, restauração e, consequentemente, emprego.

O município recorda também que a reabertura do troço irá contribuir de forma positiva para a meta das alterações climáticas, uma vez que a circulação será assegurada por material circulante eléctrico, “não havendo emissões de gases com efeito de estufa”.

“A utilização de um modo de transporte mais eficiente, permitirá a transferência de modos de transporte mais poluentes, como é o caso do rodoviário e fluvial, com redução significativa de emissões de ruído e vibrações, o que contribuirá para a qualidade de toda a região”, refere, destacando também a valorização do território e usufruto do património e preservação.

“A Linha do Douro, na sua plenitude, permitirá unir áreas de património cultural e natural classificados, nomeadamente o Alto Douro Vinhateiro, o Parque Arqueológico do Vale do Côa e o Parque Natural do Douro Internacional”.

Em Novembro do ano passado, a IP celebrou com a GEG – Gabinete de Estruturas e Geotecnia um contrato de aquisição de serviços para a realização para o estudo da “viabilidade de reabilitação da ligação ferroviária Pocinho – Barca d’Alva”, no valor de 174,9 mil euros mais IVA.
A Linha do Douro desenvolve-se ao longo de 191 quilómetros, de Ermesinde (Porto) a Barca d´Alva (Guarda), estando electrificada até Marco de Canaveses (Porto). O troço ferroviário de 28 quilómetros entre o Pocinho e Barca d’Alva foi encerrado em 1988.

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Reis Campos reeleito na presidência da CPCI

Liderando a única lista em votação, Manuel Reis Campos reforça o facto de “a representatividade da fileira estar reflectida na CPCI, que tem exercido uma participação activa no que respeita o associativismo nacional”

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Manuel Reis Campos vai manter-se na presidência da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) no triénio que termina em 2024, naquele que é o resultado do processo eleitoral realizado a 28 de Abril.

Reis Campos, em representação Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), mantém-se na liderança da entidade que integra as Associações Empresariais que representam toda a fileira da Construção e do Imobiliário.

Liderando a única lista em votação, Manuel Reis Campos reforça o facto de “a representatividade da fileira estar reflectida na CPCI, que tem exercido uma participação activa no que respeita o associativismo nacional, destacando-se a este nível, a sua integração, em 2021, no Conselho Nacional das Confederações Patronais (CNCP).

No âmbito das presentes Eleições foi igualmente reeleito, Gonçalo Salazar Leite, em representação da Associação Técnica da Indústria de Cimento (ATIC), para presidente da Mesa da Assembleia Geral e Henrique Eiró Carvalho, em representação da Associação Nacional da Indústria Extractiva e Transformadora (ANIET) que assume o cargo de presidente do Conselho Fiscal.

A conjuntura economicamente instável que estamos a viver actualmente requer uma actuação dinâmica e activa por parte desta estrutura associativa, com a qual todos os membros eleitos encontram-se manifestamente comprometidos na defesa e promoção de uma visão estratégica global para a construção e para o imobiliário, com adopção de medidas prioritárias, essenciais para assegurar a sustentabilidade da economia portuguesa e colocar o nosso País, de novo, na rota do crescimento.

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AICCOPN: Concursos de obras públicas caem 8% no primeiro trimestre

Sobre o total dos contratos de empreitadas de obras públicas celebrados – objecto de reporte no Portal Base -, atingiram o volume de 413 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, menos 56% contra o registado no período homólogo de 2021

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O volume de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos no primeiro trimestre deste ano baixou 8% face aos primeiros três meses de 2021, atingindo os 892 milhões, divulgou esta quinta-feira a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN)

Segundo a associação, e de acordo com o Barómetro das Obras Públicas, a variação entrou em terreno negativo depois de uma variação nula no mês anterior.

Sobre o total dos contratos de empreitadas de obras públicas celebrados – objecto de reporte no Portal Base -, atingiram o volume de 413 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, menos 56% contra o registado no período homólogo de 2021, “prolongando-se uma variação negativa em termos homólogos acumulados que se regista desde Dezembro”.

Os contratos de empreitada celebrados no âmbito de concursos públicos, neste período de análise, por sua vez, situaram-se em 315 milhões de euros, valor inferior em 52% ao observado em igual período do ano anterior.

Já os contratos celebrados através de ajustes directos e consultas prévias recuaram 36% em termos homólogos, para 79 milhões de euros, conclui a associação do sector.

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Riportico fiscaliza restauro das muralhas da Fortaleza de Juromenha

A Riportico Engenharia ganhou o contrato de fiscalização e coordenação de segurança da empreitada de consolidação e restauro das muralhas da antiga Fortaleza de Juromenha, nas margens do Alqueva, no Alandroal

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A Riportico Engenharia ganhou o contrato de fiscalização e coordenação de segurança da empreitada de consolidação e restauro das muralhas da antiga Fortaleza de Juromenha, nas margens do Alqueva, no Alandroal. A empreitada de fiscalização foi adjudicado pela câmara municipal do Alandroal.

A empreitada de consolidação e restauro das muralhas da Fortaleza de Juromenha envolve um investimento de cerca de cinco milhões de euros, e conta com financiamento do programa operacional regional Alentejo 2020. Prevê-se que a obra termine em Outubro de 2023.

Para além da consolidação e reforço estrutural dos paramentos, sobretudo nas zonas mais degradadas, está também prevista a reconstrução de diversos tipos de alvenaria, como pedra, tijolo e taipa. A fortificação acolhe no seu interior um conjunto de edificações em estado de ruína, com destaque para as igrejas da Misericórdia e Matriz, a cadeia e os antigos paços do concelho.

A Fortaleza de Juromenha está classificada como Imóvel de Interesse Público e, em Julho de 2019, foi integrada na segunda edição do Programa Revive, “que promove e agiliza os processos de reabilitação e valorização de património público devoluto, tornando-o apto para afectação a uma actividade económica com finalidade turística”. Segundo a Câmara Municipal de Alandroal, perspectiva-se que, após a conclusão da empreitada, a Fortaleza de Juromenha venha a ser afecta ao turismo e à criação de unidades hoteleiras, “com vista à geração de riqueza e postos de trabalho, transformando-se num polo turístico de referência nacional”.

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