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Worx conclui projecto chave-na-mão para a Unicre

Os novos escritórios, no Green Park, cumprem “uma cultura de partilha”, com áreas colaborativas, “boxes” para trabalho individual. Da operação fez parte, também, a venda da antiga sede da Unicre

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A consultora imobiliária Worx foi a responsável pelo projecto chave-na-mão para a Unicre. Tudo teve inicio com a venda em tempo recorde da antiga sede Unicre já no segundo semestre de 2020, em plena pandemia quando o mercado já sofria especulações de preço e instabilidade. Simultaneamente, a procura de um novo escritório para a Unicre pretendia, também, marcar um processo de mudança de cultura profundo na vida da empresa.

Tratou-se de um grande projecto que congregou todas as etapas possíveis de um processo imobiliário comercial, iniciando-se pela venda do edifício sede da Unicre localizado na António Augusto Aguiar, 122, com uma área de 5.800 m2, ao Fundo de Investimento Nacional Sonagi, passando pela procura de uma nova sede, que viria a localizar-se no Edifício Green Park, num espaço com 2.400 m2, pelo projecto de arquitectura Fit-out e obra chave-na-mão para a nova sede, a comercialização da sede anterior e, ainda, a venda desta mesma sede a um Fundo de Investimento Internacional.

Os novos escritórios da Unicre cumprem uma cultura de partilha, de transparência e de envolvimento entre colaboradores, destacando-se por um espaço que permite terem áreas colaborativas, “boxes” para trabalho individual e/ou de concentração, bem como pela arquitectura sustentável. O projecto esteve a cargo da Done Design To Build, empresa do Grupo Worx e que teve o desafio de ultrapassar algumas barreiras que existiam na fase inicial por força do estado bruto do Green Park. “A verdade é que depois do plano apresentado, a UNICRE abraçou com entusiasmo os conceitos que são tendência no mercado tais como a passagem para Open Space, o plano de Hot Desking, introdução de materiais ecológicos, verdes e que nos remetem para a nossa origem portuguesa como é o caso da nova Oliveira que predomina no espaço Uunicre”, refere a consultora.

Pedro Rutkowski, CEO da Worx Real Estate Consultants, comenta “realmente existem poucos projectos com uma história para contar assim porque foi um autentico êxito e desafio dando oportunidade de maximizar todas fases distintas e exigentes de negocio, com muitas equipas multidisciplinares e processos implicados, e tudo isto durante uma pandemia. Estou claramente feliz com o resultado final e acima de tudo de sentir que fizemos parte do turning point de uma marca com tanta história como a UNICRE.” Foi um processo em que todas as entidades saíram satisfeitos e com excelentes resultados.

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YOTEL seleccionado como futuro hotel no World Trade Center Lisboa

Este será o primeiro YOTEL da região, e o segundo em Portugal, depois do YOTEL Porto. Está preparado para ter 127 quartos, salas de reuniões, ginásios e um bar Komyuniti

A neoturis e a CBRE assessoraram o Grupo FVC na escolha do grupo YOTEL para gerir o futuro hotel integrado no World Trade Center (WTC), em Lisboa. O hotel será integrado num empreendimento com 70.000 metros quadrados em Oeiras, a apenas alguns minutos do centro de Lisboa. Este será o primeiro YOTEL da região, e o segundo em Portugal, depois do YOTEL Porto. Está preparado para ter 127 quartos, salas de reuniões, ginásios e um bar Komyuniti, que vai complementar o conceito inovador do WTC.

“Este negócio confirma o grande interesse das cadeias hoteleiras internacionais em Portugal, especialmente as que operam no segmento de 3 a 4 estrelas, não apenas nos locais centrais das cidades. Acreditamos que esta tendência está destinada a continuar devido à baixa penetração das cadeias hoteleiras profissionais aliadas ao crescimento das empresas internacionais”, afirma Duarte Morais Santos, head of hotels da CBRE Portugal.

“Estamos muito satisfeitos por ter trabalhado com a CBRE e a neoturis para assinar um acordo de gestão a longo prazo com o Grupo FVC, que define os seus projetos com base na inovação, no meio ambiente e nos seus colaboradores, os mesmos valores que abraçamos no YOTEL. O YOTEL Lisbon WTC vai reforçar a nossa estratégia de expansão no sul da Europa, tanto em Portugal, como em mercados próximos como Espanha e França”, refere Rohan Thakkar, chief development officer do YOTEL.

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Twinkloo alarga rede de parceiros de crédito em todo o País

Com esta aposta, a marca reforça a sua cobertura geográfica em todo o território e abre as portas a empreendedores com interesse numa oportunidade de carreira na área da intermediação de crédito

A Twinkloo deu mais um passo na sua estratégia de expansão, com o alargamento da sua presença a todo o território nacional através da criação de uma rede de franchisados de intermediários de crédito. Esta mudança no seu modelo de negócio vem consolidar a ambição da Twinkloo em criar uma rede cujo objectivo é ser o parceiro preferencial dos consumidores que necessitam de financiamento para comprar casa ou concretizar os seus projectos com crédito pessoal. Apesar de estar ainda na fase de arranque, já é possível fazer um balanço positivo da aposta da marca que vem complementar a oferta digital.

“Decidimos abrir a insígnia Twinkloo ao franchising e a todos os empreendedores com interesse numa oportunidade de carreira neste sector. São já vários os contratos fechados, o que nos deixa muito optimistas. Esta aposta vai contribuir para aproximar ainda mais as melhores soluções de crédito pessoal e habitação dos portugueses, já que passamos a ter representação física em vários pontos do país“, salienta Dina Raimundo, directora geral da Twinkloo.

Os futuros franchisados contarão com o apoio da equipa da Twinkloo, que irá ajudá-los com um plano de carreira e formação contínuo. Além disso, beneficiarão também do apoio em permanência de uma equipa experiente e do recurso a uma plataforma tecnológica única, disponível no site da Twinkloo..

“O nosso negócio não se baseia apenas nas vantagens diferenciadoras da nossa plataforma tecnológica. Por isso, a criação de uma rede surge como um passo natural na estratégia da marca, reforçando a nossa missão de estarmos mais próximos para apoiar os consumidores na procura pela melhor solução de crédito e a mais adequada ao seu objetivo e perfil, de forma eficiente, rápida e segura”, acrescenta Dina Raimundo.

Para 2022, a estratégia, da Twinkloo passa, ainda por “continuar a crescer a operação nas suas várias linhas de negócio, incluindo novos produtos de intermediação de crédito”.

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Mercado de escritórios em Lisboa e Porto mantêm tendência de crescimento

Em Abril o mercado de escritórios de Lisboa registou um volume de absorção acumulado de 121.311 m2. Já o Porto registou um volume de absorção total de 14.643 m2 e segue tendência de recuperação

Até ao final de Abril o mercado de escritórios de Lisboa registou um volume de absorção acumulado de 121.311 m2, num total de 62 operações efectuadas. Neste período, os negócios responsáveis pelo maior volume de absorção foram os relativos à aquisição e ocupação da totalidade dos edifícios Aura e Echo que integram o projecto EXEO, por parte do BNP Paribas, numa área total de 38.258 m2.

Os resultados deste primeiro terço do ano reforçam o crescimento e dinamismo do mercado, uma vez que o volume de ocupação se encontra duas vezes acima do registado em 2021 e 65% acima do período homólogo de 2020.

“Continuamos a assistir à consolidação da recuperação do mercado de escritórios de Lisboa, fortemente impulsionada por operações de relocalização e renovação dos espaços das empresas. Este dinamismo deverá manter-se, agora mais apoiado no pipeline para os próximos anos”, aponta Alexandra Portugal Gomes, head of research da Savills Portugal.

As 62 operações efectuadas correspondem a um crescimento de 82% face ao período homólogo. A zona Prime CBD (Zona 1) registou 24% das operações, seguida pela zona do Parque das Nações (zona 5) com 19% e do Corredor Oeste (zona 6) com 16%. A mudança de instalações foi responsável por 71% dos negócios, seguida pela expansão de área (19%) e o estabelecimento de novas empresas na cidade de Lisboa (10%).

No que se refere ao intervalo de área ocupada, o mais representativo é o que se encontra acima dos 5.000 m2, (69% do total), justificado por operações como as da Fidelidade e BNP Paribas. Quanto à absorção por sector de actividade, os sectores dos Serviços Financeiros e Serviços a Empresas foram responsáveis por 79% do total.

“Os números relativos ao primeiro terço do ano confirmam que o mercado de escritórios, em Lisboa e no Porto, está a reaproximar-se dos valores registados no período de pré-pandemia. Numa análise rápida ao pipeline, poderemos ficar com a falsa impressão de que este será suficiente para colmatar a procura, mas, olhando para as percentagens elevadas de operações de pre-let e processos já em negociação, percebemos que a oferta de escritórios continua a estar aquém das reais necessidades do mercado”, considera Frederico Leitão de Sousa, head of corporate solutions da Savills Portugal

Mercado de Escritórios do Porto segue tendência de recuperação
O mercado de escritórios do Porto, até ao final de Abril, registou um volume de absorção total de 14.643 m2, resultante do fecho de 23 negócios, um resultado significativamente superior em comparação com mesmo período de 2021.

Estes números advêm de um mês prolífico em transacções, perfazendo um volume total de absorção de 8.825 m2, que por si só significou um crescimento de 52% em relação ao primeiro trimestre do ano. A CBD Boavista e Out of Town continuam a ser as zonas mais activas, sendo que a última representou cerca de 60% do volume de absorção.

Os negócios que exerceram maior peso no volume de absorção foram a expansão de área por parte da Kuehne & Nagel, perfazendo 1,070 m2 e o estabelecimento no Porto por parte da IWG /Spaces, ocupando mais de 4,000 m2.

“O mês de Abril praticamente igualou o número de negócios que tinham sido realizados nos primeiros três meses do ano, suplantando o volume de absorção e atestando, desta forma, a actividade crescente do mercado do Porto. Gradualmente, o mercado denota uma acentuação do ritmo de crescimento”, afirma Alexandra Portugal Gomes.

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Chiado 12 da Coporgest ganha novos apartamentos de luxo

No piso 2 do edifício, arrendado até há pouco tempo a uma multinacional do sector tecnológico, vão nascer dois apartamentos de luxo. A conclusão das obras está prevista para Janeiro de 2023

O Chiado 12, um dos empreendimentos imobiliários mais icónicos da Coporgest na cidade de Lisboa, está a ser alvo de uma intervenção, tendo em vista a criação de dois novos apartamentos de luxo no edifício. Situado no Largo do Chiado, em pleno coração de Lisboa, o empreendimento tem sido uma referência na cidade por ser onde se situa a famosa loja da marca Hermès.

Adquirido em 2014 pela Coporgest, o Chiado 12 foi transformado em edifício residencial, num investimento global de 9,25 milhões de euros. A Hermès passou a ocupar os pisos 0 e 1 e nos pisos superiores foram construídos quatro apartamentos, já vendidos e ocupados.

A excepção foi o piso 2, arrendado até há pouco tempo a uma multinacional do sector tecnológico. Neste piso vão agora nascer dois novos apartamentos de luxo, um T2, com uma área bruta total de 116,5 metros quadrados, e um T3 com terraço, com 220 metros quadrados. A conclusão das obras está prevista para Janeiro de 2023.

Além dos novos apartamentos, a Coporgest anunciou, ainda, o arrendamento de dois novos espaços comerciais. O mais recente é o Grupo Ibersol que acaba de arrendar uma loja no empreendimento da Rua da Misericórdia 116 para instalação de um restaurante da cadeia Pizza Hut, num contrato de 20 anos. Antes, a Coporgest já tinha arrendado outro espaço comercial no empreendimento Liberdade Premium Apartments ao Grupo SynLab, especialista europeu em serviços de laboratório médico, num contrato de 10 anos.

O portfólio comercial da Coporgest é actualmente constituído por 15 lojas, das quais 12 se encontram arrendadas. Todas as fracções estão localizadas em edifícios que foram projectados e reabilitados pela empresa e, por isso, em localizações premium da cidade.

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Inferfundos coloca à venda espaço comercial superior a 500 m2 no Lumiar

O imóvel encontra-se em bom estado de conservação, adaptando-se facilmente e sem grande investimento a vários tipos de utilização

A Sociedade Gestora de Organismos de Investimento Colectivo, Interfundos, acaba de colocar à venda um espaço comercial no Lumiar, propriedade do Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imosotto Acumulação. As propostas de compra podem ser recebidas até dia 30 de Maio.

A loja, inserida no gaveto entre a Alameda das Linhas de Torres nº 205 e a Rua Luís de Freitas Branco nº 1, beneficia de forte exposição comercial e de “uma excelente rede de transportes públicos (metro Quinta das Conchas e Lumiar, autocarros), situando-se numa zona residencial de elevada densidade, muito movimentada e em crescimento”, junto ao Parque da Quinta das Conchas e a 500 metros do hospital Pulido Valente. À sua volta tem vários estabelecimentos de ensino, serviços e comércio, que lhe asseguram um elevado potencial de utilização.

O espaço comercial está inserido no rés-do-chão e piso intermédio de um edifício habitacional. A parte da loja no rés-do-chão é composta por um espaço amplo, em que a entrada apresenta um pé direito duplo, oferecendo excelente luminosidade. Este piso inclui quatro gabinetes, copa, duas casas de banho e uma zona extra. No piso intermédio existem, ainda, seis gabinetes, um espaço amplo, copa, duas casas de banho, zonas de circulação e outra zona extra.

O imóvel encontra-se em bom estado de conservação, adaptando-se facilmente e sem grande investimento a vários tipos de utilização. Os dois pisos têm entradas independentes, sendo assim possível rentabilizar cada um em separado.

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Sonae Capital vende activos do Troia Resort

Operação foi assessorada pelo departamento de Hotel Advisory da JLL. Valor transaccionado não foi revelado, mas consultora avança que comprador é um “player português”. Activos englobam Aqualuz Tróia Mar&Rio e The Editory By The Sea Tróia-Comporta, num total de 377 apartamentos

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A Sonae Capital, através das suas participadas, vendeu um conjunto de activos hoteleiros em Tróia, tendo a operação sido mediada pela equipa de Hotel Advisory da consultora JLL. Este negócio é uma das maiores operações de investimento imobiliário em hotéis realizada no mercado português desde o início do ano. Embora valor transaccionado não tenha sido divulgado, a JLL informou tratar-se de um “player português”.

Nesta operação, a The Editory Hotels, unidade de negócio de Hospitality da Sonae Capital manterá a gestão destes activos.

Os activos incluem o Aqualuz Tróia Mar&Rio e o The Editory By The Sea Tróia-Comporta, num total de 377 apartamentos, além de espaços para reuniões e eventos – incluindo um centro de eventos com capacidade máxima para 600 pessoas – três restaurantes, spa, sala fitness, piscina interior e exterior e jardim, entre vários outros equipamentos e serviços.

Segundo Karina Simões, head of Hotel Advisory da JLL, esta operação vem confirmar que, actualmente, há um grande apetite em investir no sector hoteleiro em Portugal, e não apenas em activos de cidade ou destinos turísticos mais consolidados, como Lisboa, Porto ou o Algarve”.

“No entanto, apesar da solidez da procura e ainda que se diga que existem muitos hotéis para venda em Portugal, a verdade é que nem toda a oferta disponível no mercado consegue dar resposta aos critérios de investimento, pois muitas vezes são unidades de pequena dimensão, sem marca associada e com localizações secundárias. Por isso, quando surge no mercado activos como estes, o interesse dos investidores é imediato, dando início a um processo de venda muito disputado, como foi o caso”, acrescenta responsável.

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Sonae Capital abre quarta unidade hoteleira na cidade do Porto

Com um investimento de cerca de 20 M€, o The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel apresenta projecto de arquitectura e design de interiores assinado pela Ding Dong

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Entre a Avenida dos Aliados e a Rua do Almada acaba de abrir The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel, a quarta unidade da Sonae Capital na cidade do Porto, integrada no Grupo The Editory Collection. Com um investimento de cerca de 20 milhões de euros, o hotel apresenta um projecto de arquitectura e design de interiores assinado pela Ding Dong.

The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel resulta de uma parceria entre o promotor FVC Group e a SC Hospitality, unidade de negócio de hotelaria da Sonae Capital, inserindo-se numa zona da cidade bastante consolidada, estando mesmo classificado como parte de um conjunto de interesse público.

The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel é um boutique hotel cinco estrelas que se posiciona no segmento de luxo, para momentos de lazer e city breaks que beneficiam da centralidade e da proximidade a pontos de interesse na cidade como os bairros das artes ou a movida portuense.

Com um total de 68 quartos, a nova unidade divide-se em oito categorias – cozy, standard, city view, superior city view, Aliados view, superior Aliados view e Suite Aliados -, obedecendo ainda à segmentação Aliados ou Almada, dependendo da frente do edifício de que beneficiam.

Com a entrada principal do hotel na Avenida dos Aliados, um primeiro pólo destinado aos hóspedes apresenta um passado revisitado, reinterpretado, que se expressa através do uso de materiais nobres, naturais, aliado a um desenho de pormenorização atento ao existente. O objectivo foi sempre o de dotar o edifício das qualidades reconhecidas ao contexto em que se insere, puxando pela urbanidade sumptuosa do que o rodeia.

Um segundo pólo, mais à escala da cidade, com entrada pela Rua do Almada directamente para um bar com um conceito marcante, funcionando quase como montra do restaurante para a mesma rua. Com o restaurante a fazer a ligação entre o hotel e uma das ruas mais icónicas do Porto – a Rua do Almada -, alcança-se uma localização premium entre as duas melhores partes da cidade: a Avenida mais requintada, onde estão vários hotéis de luxo, e a night life, assim como todos os espaços procurados pelos habitantes locais.

O hotel procura recriar, de forma contemporânea, uma tradição da vivência boémia e de consumo local do Porto de outras épocas. Nessa linha, o conceito começa precisamente na afirmação do local: a convivência com os costumes, pelo mergulho no coração do Porto marcado pelo comércio, pela gastronomia típica, pelo sotaque, pelos hábitos que marcam as diferentes horas da cidade.

Uma homenagem ao passado elegante, revisitado, com um desenho cuidado e sempre feito na dualidade entre um espaço público e um ambiente residencial, desenha-se entre tons de verde seco e rosa-claro nos corredores, assumindo tons mais fortes nos quartos e suites e destacando peças de decoração e pormenores nos acabamentos que remetem o visitante para outras décadas da História.

Com esta abertura, o Grupo The Editory Collection Hotels conta já com oito unidades: o Porto Palácio Hotel by The Editory, Aqualuz Hotels by The Editory (Troia, Lagos), The Editory by the Sea (Troia – Comporta), The Editory Artist (Baixa, Porto), The Editory House (Ribeira, Porto), The Editory Riverside (Santa Apolónia, Lisboa), The Editory Boulevard (Aliados, Porto), e dos apartamentos turísticos sob gestão em Tróia – Troia Residence by The Editory.

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Estudo: “Reconectar é a nova tendência global”

Segundo o Savills Impact prevê-se uma diminuição global da procura de escritórios em toda a Europa entre 8-10% à medida que as empresas se adaptam às novas formas de trabalho

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2022 é o ano em que a Humanidade começa a emergir da pandemia, o ano em que o mundo começa a voltar ao normal. Ao mesmo tempo que as pessoas voltam à sua rotina, a Savills lança o seu estudo Impacts 2022que pretende explorar a nova tendência global – “Reconectar”.

Depois de dois anos em que a pandemia manteve as pessoas mais afastadas, 2022 representa o regresso a alguma normalidade, o ano em que as principais cidades do mundo estão a retomar a sua actividade e que as pessoas procuram uma reconexão ao seu local de trabalho exigindo, no entanto, uma maior qualidade de vida, flexibilidade e políticas de sustentabilidade. É este novo paradigma que a Savills pretende abordar no seu estudo Impacts 2022que explora nova tendência global – “Reconectar”.

Esta edição do Savills Impacts aborda perspectivas sobre a nova era do trabalho, o futuro das cidades resilientes, o comércio/retalho físico, as oportunidades do mercado imobiliário e a realidade actual da cadeia logística.

Uma nova era do trabalho

As pessoas estão a reconectar-se ao seu local de trabalho, mas também a exigir uma nova realidade. As novas tecnologias, alterações demográficas e o impacto da Covid-19 transformaram a forma como a sociedade global experiencia o mundo. As prioridades passaram agora a ser a tecnologia – potenciadora de trabalho remoto – a diversidade, o talento e o espaço de trabalho enquanto lugar que proporciona bem-estar e qualidade de vida. Perante os novos factores prioritários, as empresas deverão adaptar-se ao “novo normal” para atrair e reter talento, através da diversidade e do trabalho flexível, o que permitirá aumentar os níveis de satisfação e a integração dos colaboradores.

Como exemplo desta nova era do trabalho, a cidade de Lisboa foi recentemente eleita como o destino preferido dos nómadas digitais, oriundos de todo o mundo, e o Algarve conquistou a 4ª posição como destino favorito para os nómadas digitais trabalharem.

O inquérito Savills Office FiT 2021 concluiu que 12% dos trabalhadores revela interesse por espaços de coworking, em comparação com 3% verificados em 2020. Prevê-se que o tipo de espaço flexível se torne ainda mais diversificado, com localizações disponíveis no centro das cidades como em áreas suburbanas.

No entanto, a procura de espaço flexível é também susceptível de aumentar com o crescente número de pessoas que optam por trabalhar por conta própria. No Reino Unido, os pedidos de espaço flexível para escritórios aumentaram 82% em relação aos níveis pré-pandémicos. A Savills prevê uma diminuição global da procura de escritórios em toda a Europa entre 8-10% à medida que as empresas se adaptam às novas formas de trabalho.

Os green offices registam também uma tendência crescente à medida que as preocupações com as políticas de ESG são cada vez mais prementes. Os EUA e cidades como Londres, Paris, Pequim e Xangai são os locais que apresentam o maior número de escritórios com certificados verdes. Em média, 28% do stock total nas 20 principais cidades globais tem o certificado verde, o que significa que mais de 70% do stock existente deverá sofrer alterações no futuro.

Oportunidades e desafios para o sector imobiliário

O investimento global em apartamentos atingiu um valor recorde de mais de 478 mil milhões de dólares em 2021 e, no terceiro trimestre do ano, o investimento excedeu pela primeira vez o mercado dos escritórios.

Na maioria dos países, os retornos totais do investimento para a habitação em 2020 foram de 5,5%-8,3%. O aumento do investimento em habitações multifamiliares levou a que os rendimentos líquidos atingissem níveis mínimos de 3% ou menos, na maioria das geografias.

A procura de habitação para arrendamento, especialmente habitação acessível, pode aumentar durante períodos de incerteza, nomeadamente se os critérios de empréstimo mais rigorosos reduzirem a procura. A procura tem sido impulsionada sobretudo por jovens que se deslocam para centros urbanos para trabalhar e estudar e, neste sentido, é pouco provável que esta situação seja alterada pela Covid-19 a longo prazo.

Um outro desafio para os investidores é a crescente intensidade operacional dos activos para arrendamento. Numa fase pós-pandémica, os ocupantes passam mais tempo em casa e focam-se em aspectos como o bem-estar e a conveniência, sendo essencial uma divisão entre o espaço de escritório e a esfera familiar. Após a experiência de confinamento, os espaços exteriores e janelas de maior dimensão tornaram-se um pré-requisito, ao mesmo tempo que o interesse pela segurança e saneamento foi reforçado.

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Investimento em imobiliário comercial quase duplica no primeiro trimestre

O investimento em imobiliário comercial atingiu os 380 milhões de euros no primeiro trimestre de 2022, quase o dobro em relação ao período homólogo do ano anterior, de acordo com os dados divulgados pela CBRE

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Os segmentos de logística e escritórios figuram entre as classes de activos que atraíram o maior volume de investimento. No caso de logística, o investimento em activos começa a tornar-se mais expressivo, com seis transacções concluídas no trimestre, e os escritórios mantêm o seu interesse.

A forte procura por activos logísticos continua a exercer pressão sobre as prime yields, que diminuíram 25 pontos base em relação ao trimestre anterior, tanto em Lisboa como no Porto. Nuno Nunes, director de capital markets da CBRE Portugal, mostra-se, por isso, menos optimista face à evolução das yields. “Antecipamos um efeito de compressão, nomeadamente em logística, determinadas zonas de escritórios e retalho alimentar, suportada num expectável crescimento de renda decorrente de uma procura, em alguns casos, ainda superior à oferta disponível, que deverá ser monitorizado com atenção, pois existem vários factores de risco relevantes no horizonte”, alerta.

Já Cristina Arouca, directora de Research da CBRE Portugal, refere que: “apesar da subida das taxas de juro, existe actualmente uma elevada liquidez para investir no sector imobiliário. Não obstante, podemos ver o adiamento de algumas operações de forward funding e forward purchase devido à incerteza relacionada com o aumento dos custos de construção.”

A CBRE antecipa um forte volume de investimento ao longo do ano e prevê que o volume de negócios ultrapasse a referência dos três mil milhões de euros que se verificava antes da pandemia, podendo mesmo ser alcançado um novo recorde em 2022

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CBRE contrata novo responsável para liderar zona Norte

A CBRE anuncia a contratação de Rui Moreira para a posição de head of Porto, para liderar a actividade da consultora afecta ao escritório do Porto e a toda a região Norte

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Rui Moreira tinha já trabalhado na CBRE entre 2012 e 2017, inicialmente como senior asset manager, mais tarde como associate director de capital markets e, no fim, como director – head of shopping centers, cobrindo todas as linhas de serviço desta classe de activos.

“Contamos com a experiência e empenho do Rui para desenvolver ainda mais a presença da CBRE no Porto. Nos últimos anos consolidámos a equipa nas diversas áreas em que operamos e sabemos que uma liderança experiente será um factor decisivo para alcançar os resultado ambiciosos a que nos propusemos na região Norte do país”, indica Francisco Horta e Costa, diretor-geral da CBRE Portugal.

“O imobiliário nacional está a passar por uma fase entusiasmante e o mercado do Porto é um dos motores deste dinamismo. A cidade conquistou uma agenda imobiliária própria e hoje em dia atrai investidores e ocupantes dos quatro cantos do mundo. Os nossos objectivos imediatos passam por consolidar, no Porto, uma equipa multidisciplinar de alta performance, capaz de amplificar a notoriedade da marca CBRE a Norte e apoiar de forma diferenciada os nossos clientes que pretendem entrar ou expandir o seu negócio na cidade invicta”, acrescenta Rui Moreira, o novo responsável pelo escritório do Porto da CBRE Portugal.

Licenciado em Economia pela Universidade do Porto, Rui Moreira, antes de se juntar novamente à CBRE, ocupou o cargo de vice presidente da área de asset management na Jamestown, sendo responsável pelo portefólio Ibérico da empresa. Com mais de 15 anos de experiência no sector imobiliário, dez dos quais em Madrid, foi senior asset manager em diferentes fases da carreira na Unibail Rodamco, Intu e CBRE. Durante este período geriu portefólios de grandes centros comerciais, incluindo quatro dos dez maiores activos de retail do mercado Espanhol, liderando projectos emblemáticos de expansão e reforma desses centros, tais como a Diagonal Mar, em Barcelona e o Intu Xanadú, em Madrid. Entre 2007 e 2011, trabalhou na Sonae Sierra como investment analyst, tendo começado a sua carreira como controller de crédito no Grupo Auto Sueco (Nors).

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