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Placo apresenta gama Duragyp ao mercado nacional

As hidrófugas, as placas são resistentes a impactos, com grande capacidade de carga, capazes de melhorar o isolamento acústico e, ainda, resistência ao fogo

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A humidade continua a ser um problema comum das casas portuguesas. Fazendo jus ao propósito da Saint–Gobain “Making The World a Better Home”, a marca Placo lança no mercado nacional a gama de placas Duragyp. As placas hidrófugas (H1), resistentes a impactos e com grande capacidade de carga, são, ainda, capazes de melhorar o isolamento acústico dos edifícios. Esta gama oferece ainda uma opção resistente ao fogo, sendo classificada como tipo A1 – incombustível.

Toda a gama Duragyp inclui a tecnologia Activ’Air que transforma a poluição do ar interior em compostos inertes não prejudiciais à saúde, tecnologia com duração de pelo menos 50 anos.

As placas Duragyp adaptam-se a diversos tipos de utilização e aplicação estando aptas para tectos, divisórias e revestimentos, tanto em obra nova como em reabilitação. A gama Duragyp foi desenvolvida para ser polivalente e permitir o uso de apenas um tipo de placa em todo o projecto de qualquer sector, desde o habitacional ao hoteleiro ou comercial.

Toda a informação sobre estas soluções está disponível no “Guia de Novidades – Placas de Gesso”, um documento sobre as placas de gesso lançadas pela marca. No documento é possível encontrar informação sobre a Tecnologia Activ’Air, a Gama Duragyp, a Lisaplac, a 4PRO Activ’Air, mas também, sobre a Habito, a Aquaroc Light e a Glasroc X Load Bearing. Este Guia aborda ainda a colagem de cerâmica e pedra em placas de gesso laminado.

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Empresas portuguesas marcam presença na Batimatec

A AEP leva seis empresas nacionais do sector da construção, à 24ª edição da Batimatec – Salon International du Batiment des Materiaux de Construction et des Travaux Publics, que decorrerá na Argélia, entre os dias 15 e 19 Maio

Os planos estratégicos de investimento da Argélia nas áreas da saúde, ambiente, turismo, agricultura, automóvel e energias renováveis podem abrir novas oportunidades de negócio para as empresas portuguesas e o sector das obras públicas continua a ser um dos principais vectores de desenvolvimento da Argélia.

Para a AEP, esta missão, que tem como objectivo apoiar o tecido empresarial no processo de diversificação de mercados e aumento das exportações, é uma oportunidade para as empresas consolidarem presenças e estabelecerem contactos com novos parceiros locais.

Na Batimatec vão estar as empresas Carfel (máquinas para as indústrias extractivas e para a construção), Utilzàs (varões e acessórios de casa de banho), Ilmar (máquinas para a indústria de materiais de construção, cerâmica e vidro), Metalcértima (projectos para a indústria da cerâmica estrutural), Metalúrgica do Tâmega (máquinas para as indústrias extractivas e para a construção) e MF Martins (ferragens, ferramentas manuais e artigos para canalização e aquecimento).

Esta é a terceira participação da AEP na Batimatec. Depois de uma primeira missão empresarial em 2008 e a participação portuguesa na Feira Internacional de Argélia, em 2017.

Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, recorda que a “Argélia é uma importante porta de negócios e de acesso aos mercados do Magreb, África e Médio Oriente, é o segundo país mais populoso do Norte de África e, apesar da contracção em 2020, apresenta uma perspectiva de crescimento do PIB”.

A Batimatec caracteriza-se por ser o certame do sector da construção mais prestigiado da Argélia. A edição de 2021 contou com a participação de 250 mil visitantes e com a representação de 590 expositores estrangeiros de 11 países.

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Plural+udifar avança com segundo projecto de produção de energia para autoconsumo

A nova unidade de produção em autoconsumo é constituída por 370 painéis solares fotovoltaicos de 400W para produção de energia eléctrica. Com este novo projecto, com 148 kW de potência, estima-se uma poupança de 25 mil euros por ano

A Cooperativa Farmacêutica plural+udifar avançou com o seu segundo projecto de produção de energia para autoconsumo. A nova unidade de produção em autoconsumo é constituída por 370 painéis solares fotovoltaicos de 400W para produção de energia eléctrica a partir do sol que será consumida pelo edifício. Com este novo projecto, com 148 kW de potência, estima-se uma poupança de 25 mil euros por ano, bem como a redução anual de 100 toneladas de CO2. Já em 2017, aquela que é uma das maiores distribuidoras de produtos farmacêuticos a nível nacional concretizou a instalação de 850 painéis solares fotovoltaicos na sua sede. Ambos os projectos foram executados pela SunEnergy.

“A plural+udifar está comprometida em respeitar o meio ambiente e procura contribuir para um futuro mais sustentável. É por esse motivo que voltámos a confiar na SunEnergy para um novo projecto em modelo de autoconsumo, de forma a reforçar também as boas práticas para minimizar o impacto ambiental, além de promover a consciencialização ambiental dos colaboradores”, afirma Miguel Silvestre, Presidente do Conselho de Administração da plural+udifar.

“As instituições portuguesas mostram cada vez mais preocupação com a sustentabilidade e a plural+udifar é um excelente exemplo disso mesmo. É com orgulho que voltamos a executar mais um projecto para a plural+udifar, após um primeiro projecto executado há cinco anos, demonstrando que os resultados obtidos com o investimento realizado provavelmente superaram as expectativas”, assinala Raul Santos, CEO da SunEnergy.

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Acciona Energia fornece renováveis nos hotéis NH em Portugal e Espanha

O acordo, com duração até Dezembro de 2023, inclui o fornecimento de mais de 100 GWh/ano de electricidade renovável com vista a cobrir as necessidades energéticas da cadeia hoteleira na Península Ibérica

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A Acciona Energía foi escolhida pelo NH Hotel Group para fornecer energia 100% renovável a todos os hotéis em Portugal e Espanha, num acordo com duração até Dezembro de 2023. Desta forma, serão fornecidos mais de 100 GWh/ano de electricidade renovável, com o objectivo de cobrir as necessidades energéticas da cadeia hoteleira na Península Ibérica. Com este contrato, a Acciona Energia consolida a posição como parceiro estratégico do NH Hotel Group para a sua descarbonização, que visa reduzir as suas emissões de CO2 em mais de 14.000 toneladas por ano, graças ao consumo de electricidade limpa.

Esta iniciativa faz parte das medidas de combate às alterações climáticas que a empresa elenca no seu “Plano de Compromisso SBT 2030”, que estabelece as alavancas de acção para cumprir o desiderato de reduzir até 2030 em 20% as emissões de carbono ao longo de toda a sua cadeia de valor.

O NH Hotel Group demonstra assim o seu forte empenho em respeitar e preservar o ambiente no qual opera e em minimizar o impacto ambiental das suas unidades hoteleiras. Na Áustria, Espanha, França, Itália, Luxemburgo, Países Baixos e Portugal, o fornecimento de electricidade aos hotéis da marca tem origem em fontes de produção de energia renovável. O consumo de energia renovável ou verde está disponível nestes países, e representa 62% do total da electricidade consumida pelos hotéis que constituem o portefólio do NH.

Como resultado do empenho no desenvolvimento sustentável da sua actividade, a cadeia hoteleira encontra-se a levar a cabo numerosas iniciativas que pretendem contribuir para limitar as alterações climáticas. Graças a alianças como esta, e ao consumo de electricidade verde, o NH Hotel Group reduziu em 91% a emissão de toneladas de CO2 no âmbito 2 e 61% no âmbito 1+2, para além de ter economizado quase 30.000 toneladas de CO2, o equivalente a 31% da pegada de carbono (âmbito 1 + 2) de toda a empresa, de acordo com dados emanados pela unidade de negócios do sul da Europa no final de 2021.

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“É nas crises que surgem novas oportunidades de negócio e novos mercados a explorar”

Em entrevista ao CONSTRUIR, o novo gestor da Tektónica antecipa as linhas fortes da edição deste ano de uma das feiras de referência do Sector em Portugal. José Paulo Pinto sublinha o regresso de algumas empresas no sector do Banho e Cozinha e reforça a importância do evento enquanto plataforma de negócios do sector

Ricardo Batista

O novo gestor da Tektónica, José Paulo Pinto, considera que a feira pode ter um importante papel enquanto plataforma de negócio numa altura marcada pela incerteza, incerteza essa que resulta das implicações do aumento dos custos energéticos e pelo conflito na Ucrânia. Novos espaços de partilha de contactos e de informação vão estar à disposição de expositores e visitantes.

A edição deste ano surge numa altura muito particular em que o conflito na Ucrânia parece longe do fim e as indústrias estão a braços com a escalada dos preços de matérias-primas e energia. Em que medida é que iniciativas como a Tektónica podem responder aos desafios colocados pelos expositores?
Efectivamente, com um evento desta natureza, às portas da Europa, que irá implicar várias alterações, quer na produção, no recurso a matérias-primas, logística de transporte e armazenamento, a situação para as empresas, pelo menos nesta fase, é de grande incerteza quanto a um futuro a curto e médio prazo. Estas diferentes situações já estão a impactar as empresas que operam em Portugal, principalmente as que dependem de fornecimento de matérias-primas oriundas da Europa de Leste. O aumento dos custos de energia, é igualmente, um factor de grande preocupação. Por outro lado, também é nas crises que surgem novas oportunidades de negócio e novos mercados a explorar e isso é também revelador da decisão em várias empresas, em manter a sua aposta na participação neste importante evento. Aliás, a Tektónica vai apresentar nesta edição, um crescimento de participações, com a entrada de novas empresas que participam pela primeira vez ou que retomam a sua participação após uma ausência em algumas edições, o que revela que o sector continua em actividade e a apostar na Tektónica como o Marketplace do sector, o espaço privilegiado para o network, o lançamento de novos produtos e inovações. É bastante revelador que tenhamos nesta edição a participação de 70% de novas empresas.

Enquanto organizadores, quais são as expectativas para a edição deste ano da Tektónica?
A adesão a esta edição de 2022 por parte das empresas está a decorrer de forma positiva e podemos mesmo afirmar que estão a superar as expectativas, em linha com a evolução prevista para o sector e tendo em conta principalmente que estamos a deixar para trás um período também ele muito complicado e com impacto na economia global. A evolução positiva que se tem sentido em termos de mercado reflecte-se directamente na presença de empresas na feira. Mesmo empresas que nas últimas edições estiveram afastadas dos eventos sectoriais estão a regressar e a marcar presença na edição deste ano, mostrando que estão activas e trazendo à feira novos produtos e equipamentos.

Apostam, este ano, no Tektónica HUB. Que necessidades identificaram para chegar a esta solução e o que esperam que venha a ser este espaço?
Face ao interesse e crescimento positivo que estamos a verificar e que se materializa num aumento de empresas a participar, o Espaço Tektónica HUB surge como uma necessidade de, junto das empresas e dos visitantes e compradores profissionais, oferecer um espaço de excelência dentro da feira, vocacionado para a partilha de conhecimentos, formação, network e gerador de novas oportunidades de negócio. Neste HUB, vão decorrer as Tek Talks, que privilegiarão intervenções técnicas e de menor duração, proporcionando maior proximidade e interacção entre oradores e assistentes, vão estar reunidos os Media sectoriais e especializados e os parceiros Institucionais, uma zona de Lounge para reuniões profissionais e também de network entre participantes e uma área especifica para reuniões B2B assegurando um match entre a oferta e a procura, nomeadamente no âmbito da participação de compradores estrangeiros.

Em relação à edição do ano passado, quais vão ser as grandes novidades?
O principal contributo da Tektónica sempre foi e continuará a ser a plataforma de negócios do sector, contribuindo para a divulgação de novos materiais, novos produtos, tecnologias e conceitos. Face a este enquadramento, as grandes novidades são-nos trazidas pelas empresas que apostam na sua participação. A fileira da construção está mais do que nunca a ser desafiada a apresentar soluções, materiais e propostas a esta crescente necessidade de vivermos mais e melhor. Na Tektónica todas estas novidades e tendências são apresentadas e acima de tudo são valorizadas e incentivadas. Exemplo disso o facto de se organizar o Prémio Inovação, onde se destaca tudo o que de novo as empresas expositoras estão a desenvolver e vão trazer à feira, sendo estes produtos e equipamentos colocados em evidência na exposição, avaliados por um júri constituído por elementos de reconhecido mérito, e aos quais serão atribuídos Prémios e Menções, por sector de actividade. Nesta edição contaremos com cerca de 25 empresas e produtos a concurso.

Olhando para a lista de expositores, e à imagem do que já tinha sucedido em 2021, é notória a ausência de alguns dos grandes players, nomeadamente em sectores como os Pavimentos e mesmo espaços de banho. No seu entender, isso é reflexo do papel atribuído às feiras em Portugal ou pode ser reflexo de um novo posicionamento das próprias feiras?
Este tipo de análise tem de ser feito tendo em consideração o passado recente, o enquadramento actual e as perspectivas internas e externas futuras. Todos estamos conscientes que as edições de 2020 e 2021 não reflectiram a realidade a que a Tektónica habitualmente oferecia, por via do passado recente em que todos, Portugal e o resto do Mundo, estivemos envolvidos. Daí, estas duas edições terem sido sempre identificadas como edições especiais. Posicionando-nos no agora, importa ter em consideração que na presente edição estamos aliás, a constatar o regresso de algumas empresas no sector do Banho e Cozinha e um crescimento considerável no sector dos Pavimentos e Revestimentos.

Quais são os grandes desafios que se colocam à organização na edição deste ano?
A Tektónica afirmou-se ao longo dos anos e é hoje, a feira líder do sector da construção em Portugal. É o evento representativo dos principais fabricantes, nacionais e internacionais, nos diferentes sectores em exposição que sempre reconheceram a importância deste Marketplace único no sector pelas suas características e dimensão. Também os representantes, distribuidores, grossistas e comerciantes habitualmente presentes, reconhecem à Tektónica o seu potencial de network essencial para os negócios assim como o local por excelência para o lançamento e apresentação de novos produtos ao mercado. Como evento de cariz internacional, procura também assegurar um match entre a oferta e a procura, identificando, neste momento, compradores de mercados de proximidade, que possam potenciar rapidamente, face ao enquadramento internacional que vivemos e ao aumento dos custos de contexto, a dinâmica de negócios dos expositores presentes na feira, quer pela qualidade dos seus produtos quer pela facilidade/competitividade logística decorrente do factor proximidade. A Tektónica diferencia-se ainda, por ser um palco de excelência para a partilha de conhecimentos e de tendências presentes e futuras. É fundamental para os profissionais presentes, quer por parte das empresas quer por parte dos profissionais que a visitam, a oferta de um programa de acções, desenvolvido em colaboração com as entidades profissionais do sector em que se evidencie a participação e partilha de novos ensinamentos.

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Ricardo Batista

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Architect Your Home e APPII promovem mesa redonda no Sil 2022

O encontro promove temas da actualidade do sector da arquitectura e construção, entre eles “Os aumentos dos custos de construção na conjectura actual” e “Os desafios e burocracias processuais”

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(na imagem: equipa AYH)

Sob o tema “Lessons Learned”, o evento visa a partilha de experiência e conhecimento, é promovido pelo Architect Your Home Portugal (AYH) e pela Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) e terá lugar irá realizar-se no dia 14 de Maio Salão Imobiliário de Lisboa 2022 (SIL), em formato de Mesa Redonda.

A debate estarão temas da actualidade do sector da arquitectura e construção, nomeadamente: “Os aumentos dos custos de construção na conjectura actual” e “Portugal – os desafios e burocracias processuais”. À mesa, a trocar e partilhar ideias, boas práticas, casos de sucesso, e vivências, de uma forma informal e sem filtros, estarão um conjunto de arquitectos, decoradores e construtores portugueses. Entre eles, Paula da Mata, Paris Sete, Rita Castro, SOS Arquitectura, Gustavo Romero, do Gustavo Romero Atelier, Rita Frias e Nuno Guerra, do gabinete ADOC, Ana Costa e Hugo Almeida , do Atelier 72, entre outros.

Nas palavras de “Após este período de grandes mudanças, é com grande prazer que voltamos “ao normal” com esta iniciativa juntamente com a organização da FIL Para além da habitual consultoria, este ano teremos um evento especial, uma mesa-redonda junto da APPII, que creio será muito interessante para todos, refere Mariana Morgado Pedroso, directora geral e arquitecta no AYH
“O evento Lessons Learned possibilita um momento de convivência imprescindível na realidade em que vivemos, entre os vários profissionais do sector imobiliário. É essencial continuar a falar dos problemas actuais do sector para que eles sejam conhecidos e resolvidos, beneficiando disto tanto os profissionais como os destinatários finais, os portugueses”, acrescenta Hugo Santos Ferreira, Presidente APPII

A 25.ª Edição do Salão Imobiliário de Lisboa, realiza-se de 12 a 15 de maio na FIL.

Esta será a nona participação consecutiva do AYH no certame, onde mais uma vez estará presente com uma equipa especializada nas áreas do investimento e no residencial, disponíveis para consultoria e esclarecimento de dúvidas e dicas sobre como comprar e/ou investir num imóvel, desde o grande empreendimento ao mercado residencial. O aconselhamento é gratuito para todos visitantes da feira, para tal os visitantes apenas têm que trazer o seu projecto e receberão aconselhamento sobre o tema em que tenham dúvidas.

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Zona Oeste é o novo alvo de expansão da Homing Group

O crescimento da actividade de Alojamento Local na Zona Oeste da grande Lisboa é o mote da expansão da actividade da Homing Group para a Ericeira, Santa Cruz e Lourinhã

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Ericeira, Santa Cruz e Lourinhã são as novas apostas para a expansão da área negócio do grupo, depois extensão de negócio em Lisboa, para os municípios de Cascais, Sintra, Loures e Oeiras, e para a Ilha da Madeira.

Esta nova expansão, permite que o grupo alargue o serviço de gestão total a todos os proprietários destas zonas com uma presença física no local, reforçando assim a sua estratégia de proximidade com os actuais e potenciais clientes.

Com foco na rentabilidade dos seus proprietários, a empresa especializada em alojamento local e mediação imobiliária, oferece diversos serviços como uma estrutura própria de manutenção limpeza e lavandaria. A Homing conta actualmente com 4 lojas física (em Lisboa, Porto e Algarve), e 350 propriedades para o alojamento local. A Homing Group é composta por três marcas – Homing Short Rent, Homing Real Estate e Facility Care

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BNP Paribas Fortis em Bruxelas adopta soluções da OLI

O BNP Paribas seleccionou para as suas casas de banho os autoclismos ultra-eficientes “OLI 120 Plus Sanitarblock”, que garantem uma poupança diária de nove litros

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A nova sede do banco BNP Paribas Fortis, em Bruxelas, escolheu a portuguesa OLI para equipar os seus espaços de banho.

Para cumprir os níveis máximos de eficiência hídrica, este projecto, “jóia arquitectónica” e edifício passivo que atende aos mais altos padrões de inovação e desempenho ambiental, seleccionou para as suas casas de banho os autoclismos ultra-eficientes “OLI 120 Plus Sanitarblock”, que garantem uma poupança diária de nove litros, e as placas de comando “SLIM”, em preto soft-touch, com um design contemporâneo e uma estética depurada.

Localizado em Warandeberg, no coração da capital belga, o edifício ocupa uma área de mais de 100 mil metros quadrados e acolhe 4.100 postos de trabalho, tornando-se num dos maiores edifícios de escritórios da Bélgica.

A arquitectura, assinada por Baumschlager Eberle Architekten, Styfhals & Partners e Jasper-Eyers, destaca-se pela fachada ousada e futurista composta por colunas verticais, com minerais verdes provenientes de uma pedreira norueguesa, que contribuem para a singularidade de cada coluna, dando à fachada um aspecto mineral que evolui com a luz do sol. Em Março, a nova sede do banco BNP Paribas Fortis foi distinguida com o prémio “MIPIM 2022”, na categoria “Best Office and Business Development”.

Com esta prescrição, a OLI reforça a sua presença em projectos de referência internacionais, que se caracterizam pela inovação da arquitectura e da construção sustentável.

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Inlife abre candidaturas a 45 estágios de Verão

Startup portuguesa vai receber estudantes de várias nacionalidades, cuja experiência terá início em julho, numa duração de 12 a 14 semanas a tempo inteiro

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tagsInlife

A Inlife, startup portuguesa especializada no arrendamento de alojamento a médio e longo prazo, quer dar a jovens e estudantes a oportunidade de trabalhar no ramo imobiliário, desenvolvendo capacidades na área das vendas, do marketing e das operações, através de estágios de verão remunerados.

Nesse sentido, até ao fim do mês de Maio, a startup estará em processo de recrutamento para este programa. A experiência terá início em Julho, com duração de 12 a 14 semanas a tempo inteiro. Durante este período, os jovens vão passar por diferentes tarefas e adquirir competências práticas em gestão, comunicação e negociação, acompanhados pelo chefe de equipa.

As 45 vagas disponíveis estão distribuídas pelos países onde a Inlife está presente, Portugal, Espanha e Itália, sendo que para cada um destes países há quinze vagas disponíveis.

Nos três meses a trabalhar com a startup, os estudantes vão ter oportunidade de assumir funções com os potenciais senhorios, sobretudo através de telefone ou videochamadas, para vender e fechar negócios, e também com potenciais inquilinos, acompanhando e assegurando a continuidade do processo de reserva para as duas partes.

Os candidatos a estes estágios terão de responder a alguns critérios de selecção para que possam assumir as funções previstas nesta experiência, como falar fluentemente inglês, uma vez que a startup recebe inquilinos de todas as partes do mundo, e ser nativo em espanhol, italiano ou português. Além disso, devem ainda ser estudantes ou recém-licenciados na área dos negócios, marketing, economia, comunicação, turismo, hotelaria ou numa área relacionada.

Os candidatos deverão enviar o currículo para o email dos recursos humanos da Inlife ou proceder à candidatura através do site oficial da marca.

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Isover apresenta a nova identidade Climaver 360

Todos os produtos da gama passam agora a usufruir da Declaração Ambiental de Produto do tipo III. Nesta gama foi, ainda, reduzido em mais de 50% a pegada de CO2 dos produtos

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No âmbito do processo de melhoria contínua dos seus produtos, a Isover passa a ter uma nova identidade para a gama Climaver de condutas autoportantes de lã mineral de vidro para climatização. O novo conceito Climaver 360, apresentado pela marca da Saint-Gobain, traduz a preocupação da insígnia com a sustentabilidade dos seus produtos e, em particular, com a promoção de uma economia circular.

Todos os produtos da gama passam agora a usufruir da Declaração Ambiental de Produto do tipo III, ou seja, verificadas externamente por uma entidade independente. Nesta gama foi reduzido em mais de 50% a pegada de CO2 dos produtos face às versões anteriores.

Paralelamente, o tecido Neto foi melhorado, passando a ser mais compacto e apresentando melhor aderência à camada de lã mineral, o que, por conseguinte, melhora as operações de corte. Também o acabamento destes produtos passa a ser mate, de modo a melhorar o conforto visual para o aplicador, diminuindo o encadeamento em caso de forte iluminação. De salientar que os produtos anteriores são compatíveis com esta atualização da gama.

“A Saint-Gobain é, sem dúvida, um interveniente importante na construção sustentável. O Climaver 360 da Isover traduz o nosso desejo de permanecer na vanguarda do setor” sublinha Rita Bastos, directora de Marketing da Saint-Gobain Portugal – Isover, Placo e Weber.

De acordo com o Grupo, a  aposta reflecte o compromisso da Saint-Gobain com a inovação e reafirma a identidade inovadora do Grupo.

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A aposta da PPG Dyrup em exteriores

Para ajudar na renovação dos espaços exteriores, a PPG Dyrup seleccionou um conjunto de produtos que vão fazer a diferença no cuidado do mobiliário de exteriores em madeira, das piscinas e decks

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A nova tinta para Piscinas PPG é a solução mais recente da gama pavimentos, que irá ajudar a renovar piscinas, fontes decorativas e depósitos de água não potável, de forma a melhor prepará-las para o contacto permanente com o meio aquático. Este produto, de base solvente, formulado de forma especifica, a partir de uma resina de borrada clorada, pode ser aplicado em betão e alvenaria, dando-lhes um acabamento liso e acetinado. De fácil aplicabilidade, é resistente a ácidos e totalmente resistente à água. Actualmente, o produto Piscinas pode ser adquirido na cor azul.

No cuidado com o mobiliário de jardim, sejam mesas, bancos ou baloiços, o Bondex Teca está em destaque. Preparado para proteger e manter saudáveis as madeiras tropicais ou exóticas, este produto permite um grande poder de penetração, conferindo-lhes uma protecção contra chuva e vento, agindo ainda como um forte repelente de água. Este tipo de produto permite que a madeira mantenha as suas características naturais, tal como o seu equilíbrio.

A pensar no segmento do it youself, existem alguns passos que podem fazer toda a diferença, não só no aspecto da madeira em si, mas em todas as superfícies em que uma protecção e tratamento extra possa ser solução eficaz, tais como portas, alpendres e pérgulas. Um deles é o verniz sintético Intempérie, um produto especialmente concebido para madeiras de todo o tipo, tanto interiores como exteriores, que sejam sujeitas a temperaturas rigorosas, chuva, vento ou até raios solares. Tendo resinas alquídicas na base da sua fórmula, é de fácil aplicação e confere um efeito brilhante, longo e duradouro à madeira.

Para um melhor desempenho das madeiras, e antes da aplicação de Bondex, a primeira opção a considerar é a aplicação de Xylophene Hydro, um produto de tratamento preventivo e curativo para madeira, que funciona como insecticida, fungicida e antitérmitas. De base aquosa e incolor, este poderá ser aplicado como revestimento, por pulverização e injecção, sem alterar a cor natural da madeira. Pode ser aplicado em madeiras de construção estrutural – madeira localizada sob a cobertura afastada da humidade – e para molduras de madeira ou trabalhos de marcenaria.

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