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Antiga Fábrica da Feiteira será convertida em habitação

A Câmara de Gaia vai lançar um novo concurso público para transformar a antiga Fábrica de Madeiras da Feiteira em moradias. Aqui irão nascer 33 novos fogos de habitação destinados a famílias de etnia cigana

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A Câmara de Gaia vai lançar um novo concurso público para transformar a antiga Fábrica de Madeiras da Feiteira em moradias. Aqui irão nascer 33 novos fogos de habitação destinados a famílias de etnia cigana

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O primeiro concurso para transformar a ex-Fábrica da Feiteira em habitação terminou sem que o projecto de empreitada fosse adjudicado, mas não por falta de interesse. O preço base de empreitada estava fixado nos 3,5 milhões de euros, mas as propostas apresentadas ultrapassaram o valor em cerca de dois milhões de euros, tendo a mais baixa sido de 5,1 milhões de euros.

A Câmara de Gaia irá agora reavaliar o projecto que visa transformar a antiga Fábrica de Madeiras da Feiteira em cerca de 33 fogos de habitação e equipamentos exclusivamente dedicados às famílias de etnia cigana que vivem em Grijó, nas margens da A1. Mais do que habitações sociais, o objectivo é transformar o espaço que será pensado para aquela comunidade, pelo que o projecto irá contemplar um conjunto de equipamentos dedicados à formação ou ao desenvolvimento de projectos sociais

O projecto vai nascer num terreno cedido pela família Amorim, cabendo à autarquia comparticipar com 20% dos custos totais da obra financiada ao abrigo do Plano Estratégicos de Desenvolvimento Urbano (PEDU). O novo concurso deverá ser lançado ainda durante o mês de Março.

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Oposição na Câmara de Lisboa chumba venda de três terrenos em hasta pública

A alienação dos cinco lotes municipais, todos na freguesia do Lumiar, foi proposta pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Filipe Anacoreta Correia (CDS-PP), que tem o pelouro da Gestão Patrimonial, que sugeriu o lançamento de uma hasta pública para a venda destes terrenos para construção de habitação

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A Câmara de Lisboa aprovou a venda de dois lotes municipais para a construção de habitação e chumbou a alienação de outros três terrenos para a mesma finalidade, com um valor base total de 19,84 milhões de euros.

A alienação dos cinco lotes municipais, todos na freguesia do Lumiar, foi proposta pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Filipe Anacoreta Correia (CDS-PP), que tem o pelouro da Gestão Patrimonial, que sugeriu o lançamento de uma hasta pública para a venda destes terrenos para construção de habitação, indicando que, no conjunto, os imóveis têm um valor base total de licitação de 20,915 milhões de euros.

A proposta já tinha sido discutida na semana passada, mas a votação foi adiada, após reparos da oposição sobre os contornos da venda de terrenos municipais, tendo sido realizada esta quinta-feira em reunião privada.

A venda de dois lotes municipais na Quinta dos Alcoutins, o lote 26 com uma área de 1.063 metros quadrados (m2) pelo valor base de 515 mil euros e o lote 27 com 1.150 m2 por 560 mil euros, foi aprovada com a abstenção do PS, os votos a favor da liderança PSD/CDS-PP (que governa sem maioria absoluta) e os votos contra dos restantes vereadores da oposição, nomeadamente PCP, BE, Livre e independente do Cidadãos por Lisboa (eleito pela coligação PS/Livre).

Com os votos contra de todos os vereadores da oposição à liderança PSD/CDS-PP foi chumbada a alienação dos outros três terrenos, com um valor base total de 19,84 milhões de euros, designadamente dois lotes na Rua Professor Manuel Viegas, na urbanização do Paço do Lumiar, o lote B com 1.920 m2 por 6,2 milhões de euros e o lote C com 3.906 m2 por 12,2 milhões, e um na malha 6 da Alta de Lisboa com 906,37 m2 por 1,44 milhões.

Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da CML acusou a oposição de “bloquear a atividade da câmara”, lembrando que o orçamento municipal para este ano, que foi viabilizado com a abstenção do PS, prevê “realizar receitas em venda de património de 100 milhões euros”.

Filipe Anacoreta Correia criticou a vereação socialista por considerar que o voto contra a venda dos três lotes “manifesta contradição com aquilo que propôs no passado”, referindo que “o PS realizou em receitas de venda de património 850 milhões de euros, nos últimos 10 anos, uma média de 85 milhões euros por ano”.

Segundo o vice-presidente, o anterior executivo socialista tentou vender dois destes lotes municipais, que ainda hoje têm uma placa a dizer “vende-se”.

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Aeroporto: PSD pede Avaliação Ambiental “imediata” para Alcochete e Montijo e não descarta alternativas

O sucessor de Rui Rio à frente dos sociais-democratas reitera a importância de um diálogo “maduro, leal e eivado exclusivamente da prossecução do interesse nacional”, rejeitando, no entanto, qualquer responsabilidade do PSD “na actual situação” em que se encontra o processo

Ricardo Batista

O presidente do PSD, Luís Montenegro, entregou esta quarta-feira ao primeiro-ministro uma carta onde consta um conjunto de medidas a adoptar de imediato e que constituem uma base fundamental para as conversações entre o Governo e o principal partido da oposição com vista a uma solução para o Novo Aeroporto de Lisboa.

No documento, o sucessor de Rui Rio à frente dos sociais-democratas reitera a importância de um diálogo “maduro, leal e eivado exclusivamente da prossecução do interesse nacional”, rejeitando, no entanto, qualquer responsabilidade do PSD “na actual situação” em que se encontra o processo.

Na missiva, além de criticar o PS pelo “impasse de sete anos”, Luís Montenegro propõe “a realização imediata de uma Avaliação Ambiental Estratégica, sobre as localizações do Montijo, Alcochete, e qualquer outra que o Governo ou a estrutura encarregue de fazer a AAE decidam fundamentada e tecnicamente incluir” ou então “a transmissão de imediato à concessionária da autorização e exigência para iniciar, desde já, as obras de requalificação do aeroporto Humberto Delgado e definição das medidas mitigadoras dos impactos das mesmas”.

Para os responsáveis do PSD, é fundamental atender ao “aproveitamento e valorização da capacidade aeroportuária instalada no país, seja a dos aeroportos que servem a região Norte e Algarve, seja o aeroporto de Cascais (na área do tráfego de aviação executiva e ligeira da região de Lisboa), questão ainda mais premente enquanto decorrerem as obras de requalificação a que o aeroporto Humberto Delgado está necessitado.

Na lista de propostas está igualmente a atribuição da condução da Avaliação Ambiental Estratégica, que deve concluir-se no prazo máximo de um ano, a personalidades de reconhecido mérito técnico, académico e científico, a indicar preferencialmente por entidades independentes ligadas à academia (nelas se incluindo os protocolos com Universidades estrangeiras, como por exemplo o MIT) e às áreas do conhecimento económico e da engenharia aeronáutica e civil; ou a autonomização, dentro ou fora da AAE, de uma análise comparativa dos custos e prazos de execução de cada uma das localizações em estudo, aí se integrando todas as infraestruturas conexas, complementares e requeridas para o bom e integral funcionamento do novo aeroporto.

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Cerveira constrói nova área de acolhimento empresarial

Empreitada do ‘Parque Empresarial de Cerveira – Pólo V’ deverá estar concluída no final de Abril de 2023. A obra, avaliada em mais de 1,1 milhões de euros é cofinanciada pelo Programa Operacional Regional do Norte 2020

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Com o objectivo de criar condições favoráveis e atractivas para a instalação de operadores económicos no concelho, já arrancou, em Vila Nova de Cerveira, a empreitada de construção do novo “Parque Empresarial de Cerveira – Polo V”, na Freguesia de Sapardos. Com uma localização estratégica junto ao nó da A3, a obra prevê a criação de 12 lotes de dimensões idênticas, com cerca 2.700 m2 cada, numa área total de 32.602 m2, e de infraestruturas com características compatíveis com as exigências da procura, principalmente ao nível do Sistema de Indústria Responsável (SIR).

A obra, avaliada em mais de 1,1 milhões de euros é cofinanciada pelo Programa Operacional Regional do Norte 2020 através de um fundo FEDER de 667.285,30 euros e deverá estar concluída em Abril de 2023.

“Esta nova área de acolhimento empresarial no concelho pretende colmatar a carência de espaços com aptidão para a instalação de empresas e a procura urgente por estes espaços, promovendo fortes dinâmicas económicas”, refere Rui Teixeira, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira. Recorde-se que, na assinatura do contrato, Rui Teixeira tinha já considerado este investimento como “uma necessidade para o desenvolvimento do interior do concelho, atraindo mais actividade económica e, por consequência, mais pessoas, assegurando a potenciação do vigor industrial de Vila Nova de Cerveira”.

Do ponto de vista urbanístico, o projecto teve em conta a preocupação de optimizar a integração da infraestrutura o melhor possível na topografia existente. Para tal, serão criadas quatro plataformas, a diferentes cotas, com a instalação de três lotes em cada, como forma de minimizar o movimento de terras e reduzir o ruído visual. O acesso aos lotes será feito de forma individual e directamente da via existente, que no âmbito deste projecto será integralmente remodelada. Este espaço irá disponibilizar, também, um conjunto de infraestruturas com repercussões nos custos do produto, nomeadamente, na produção e utilização de energias renováveis e reutilização de águas.

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Projecto turístico da Barroca d´Alva em discussão pública

Em causa está uma área de intervenção com 441 hectares, que “deverá ter como referência a constituição de uma área turística de baixa densidade de ocupação”, com tipologias de quatro e cinco estrelas, tendo por referência a edificabilidade permitida com uma capacidade máxima de 3 625 camas turísticas

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Depois de ver o Plano de Pormenor do Núcleo de Desenvolvimento Turístico da Barroca d’Alva aprovado pelo executivo de Alcochete na última reunião de Câmara, o projecto vai estar durante 15 dias em discussão pública.

De acordo com o jornal O Setubalense, “este é um processo já existente, parte integrante da estratégia do município, previsto no Plano Director Municipal (PDM) sob a forma de conjunto turístico a desenvolver numa das zonas da Herdade da Barroca d´Alva”.

“O objectivo é que o desenvolvimento deste plano acompanhe o actual quadro legal em vigor”, avança a autarquia de Alcochete, que em comunicado estipula “um prazo de 12 meses para a conclusão do plano para depois submeter à Avaliação Ambiental Estratégica e à consulta pública”.

Em causa está uma área de intervenção com 441 hectares abrangida no PDM em vigor, constituída por solos classificados como espaços agroflorestais. A elaboração do Plano de Pormenor tem como propósito “estruturar e assegurar a gestão sustentável dos recursos existentes e a minimização dos impactes da actividade turística sobre os mesmos, contribuindo para o desenvolvimento socioeconómico do concelho em paralelo com a conservação da natureza na área do projeto e na sua envolvente, bem como a valorização e preservação da paisagem e património cultural identitário da região”, indica ainda a autarquia.

Quanto ao projecto do Núcleo da Barroca d´Alva, este “deverá ter como referência a constituição de uma área turística de baixa densidade de ocupação, que valorize a relação das funções turísticas com o meio em que se integra. A ocupação turística assumirá diversas tipologias de empreendimentos turísticos de quatro e cinco estrelas, tendo por referência a edificabilidade permitida com uma capacidade máxima de 3 625 camas turísticas”.

No plano estão previstos equipamentos de uso comum dos empreendimentos turísticos a criar, vocacionados para a promoção da actividade desportiva e de lazer dos utilizadores e de terceiros, associada à salvaguarda e valorização da fauna e flora locais através de actividades de contemplação e de desfrute da paisagem.

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Cascais lança programa “Comunidades Inclusivas”

“Comunidades Inclusivas” destina-se a contribuir para facilitar a constituição de comunidades de energia. O programa junta a Câmara Municipal de Cascais, a GreenVolt e a Santa Casa de Misericórdia de Cascais e pretende beneficiar, até 2030, 250 mil pessoas

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“Comunidades Inclusivas” destina-se a contribuir para que organizações do terceiro sector, ONGs, Fundações, entre outras possam ter um acesso em condições mais favoráveis à constituição de comunidades de energia. O Programa pretende beneficiar, até 2030, 250 mil pessoas

O evento de apresentação, contou com a presença de Carlos Carreiras, Presidente da Câmara de Cascais, João Manso Neto, CEO da GreenVolt, Isabel Miguéns, Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Cascais, de Manuel Lemos, Presidente da União das Misericórdias Portuguesas. A apresentação foi encerrada por Ana Mendes Godinho, Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

O programa tem como objectivo contribuir para diminuir “a factura da energia da população, aumentar o conforto térmico das famílias e caminhar para a neutralidade carbónica”, através da constituição de comunidades de energia. A parceria em torno destes objectivos juntou a Câmara Municipal de Cascais, a GreenVolt e a Santa Casa de Misericórdia de Cascais.

As comunidades de energia são “entidades colectivas que visam comercializar energia renovável produzida e consumida localmente. Constituídas por membros que vão desde as famílias, investidores, empresas e mesmo autarquias, que compram energia entre si, produzida por painéis solares fotovoltaicos colocados nas coberturas das suas habitações, infraestruturas e/ou equipamentos públicos, como escolas, centros desportivos, museus, entre outros. As comunidades de energia promovem assim a figura do “prosumer” onde um consumidor de energia pode também vender o excedente de energia produzida pelos seus painéis aos seus vizinhos, membros da comunidade.

A intenção da autarquia é que vários dos seus equipamentos públicos possam constituir-se como “comunidades de energia”. Segundo o município, “as escolas do concelho vão passar a produzir energia através de painéis solares instalados nas suas coberturas e o excedente de produção será vendido a preços muito competitivos (quando comparado às tarifas praticadas pelo mercado) às famílias residentes na proximidade que também integram a comunidade de energia”.

“Perante tempos tão conturbados, a autarquia de Cascais sentiu a responsabilidade de assumir este papel de liderança, por respeito à missão de serviço público, e a resposta terá forçosamente de reunir três frentes: social, económica e ambiental. A transição energética tem de colocar os cidadãos no centro. As cidades e os governos locais são peças-chave neste processo, no apoio às populações e na operacionalização das medidas necessárias, pela sua proximidade, capilaridade e agilidade”, justifica a autarquia.

Projectos piloto
Actualmente são já três os projectos piloto em desenvolvimento. A Câmara Municipal de Cascais está a apoiar o Programa Comunidade de Energia Inclusiva, promovido pela Santa Casa da Misericórdia e a Energia Unida (Greenvolt), que visa fomentar a inclusão social e o combate à pobreza energética. Consiste num sistema de autoconsumo partilhado, com a partilha de energia excedente da creche de Bicesse da Santa Casa da Misericórdia para famílias em situação de vulnerabilidade social.

Financiado pelo fundo EEA Grants, o Cascais Smart Pole é um espaço urbano de experimentação “living-lab”, em que a interacção e participação de todos permitirá caminhar no sentido da neutralidade carbónica. O projecto tem várias frentes interligadas entre si, sendo uma delas a da energia. O projecto irá produzir cerca de 500hWh para consumo de energia na Faculdade Nova SBE. Esta energia é equivalente ao consumo simultâneo de cerca de 50 habitações (dependente do consumo médio de cada habitação). Ao mesmo tempo, as moradias ou apartamentos na proximidade podem instalar painéis solares para consumo próprio ou para venda à Faculdade. O projecto está já em curso e deverá estar concluído no primeiro semestre de 2023.

Em simultâneo, o município está a fomentar a inovação tecnológica com os recéns iniciados projectos DATA CELLAR, COMMUNITAS e RE-VALUE financiados pelo programa Horizonte 2020. Estes projectos visam articular todos os agentes do sector energético e as famílias de Cascais para perceber as barreiras de mercado que estão a atrasar a adopção de soluções para a produção de energia solar. Permitem ainda partilhar com todos informação sobre o padrão de consumo energético para identificar as melhores soluções e o retorno de investimento.

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Empreitada ‘Cerveira – Palco das artes’ já arrancou

Com um investimento de 2,7 milhões de euros, este será um dos maiores auditórios da região do Alto Minho

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Um dos maiores auditórios da região do Alto Minho – ‘Cerveira – Palco das Artes’ – já começou a nascer em Vila Nova de Cerveira. A intervenção, a desenvolver-se na praça superior do Mercado Municipal, confrontando com o edifício do Palácio da Justiça e a Praça da Galiza, consiste na construção de um grande auditório polivalente com capacidade para 408 lugares (com oito destinados a pessoas com deficiência motora). A empreitada, já arrancou e prevê-se concluída até ao final do Verão de 2023.

Com um valor contratual global na ordem dos 2,7M€, trata-se de um investimento que corresponde a uma prioridade do Plano de Acção de Reabilitação Urbana de Vila Nova de Cerveira (PARU), sendo cofinanciado, em cerca de 1,8M€, pelo Programa Operacional Regional do Norte 2020 através de um fundo FEDER.

A realização da empreitada assegurará a criação de um espaço polivalente que criará condições para a promoção de actividades multiculturais: da música clássica ao jazz, do teatro à dança, da ópera à literatura, da arquitectura ao cinema. Será, ainda, um espaço preparado para figurar como um centro para a realização de conferências, palestras e reuniões profissionais de âmbito nacional e internacional.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira “o novo espaço foi dimensionado e concebido para responder às necessidades dos dias de hoje, assumindo-se tecnológico, digital e inovador. Com estas valências promover-se-á uma nova geração na programação cultural do concelho, do Alto Minho e da região Galiza – Norte de Portugal”, sublinhou.

De acordo com o autarca, “com este auditório vai ser possível implementar uma estratégia de captação de turismo e de agendamento de eventos para todo o ano, e não só durante a época de Verão, contribuindo para uma maior atractividade” conclui.

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Grupo CVM vai investir 140M€ até 2024

O grupo nortenho Construções Vila Maior (CVM) anuncia o investimento de 140 milhões de euros, a realizar até 2024, com vista ao desenvolvimento de vários projectos imobiliários para o segmento residencial que irão criar 825 novas fracções. Os investimentos concentram-se a Norte

Do total previsto, 425 fracções estão já em desenvolvimento/construção e as restantes quatro centenas irão iniciar-se até ao final de primeiro trimestre de 2023, como conta ao CONSTRUIR Severino José Ponte, CEO do Grupo CVM.

O grupo CVM foi fundado em 1999, dedica-se à construção e promoção imobiliária e centra a sua actividade essencialmente entre Espinho e Leça da Palmeira. Uma concentração geográfica que irá ser reforçada nos próximos dois anos. O objectivo do grupo é “consolidar e expandir o negócio de promoção imobiliária, e liderar o sector em Vila Nova de Gaia, reforçar no Porto, Espinho e Matosinhos”.

O grupo é já um forte player na área da construção, reabilitação e promoção, com soluções que abrangem diversas dimensões, desde a construção de habitação prime, à reabilitação integral de edifícios, tendo, nos últimos 10 anos, construído 900 fracções no Porto e Vila Nova de Gaia. Em 2021, o grupo CVM facturou 24 milhões de euros e estima atingir os 32milhões de euros em 2022.

A empresa lançou, recentemente, sete novos projectos imobiliários no valor de 49,7 milhões de euros. Que projectos são estes, dirigidos para que segmentos de mercado?
Todos os projectos lançados e que estão em construção e em fase de comercialização são de habitação e destinam-se ao segmento de mercado médio-alto. Temos o empreendimento Pedras da Mare, em São Félix, Vila Nova de Gaia, está em fase de obra e será um edifício com 34 fracções de habitação de tipologia T1, T2, T3 e T4 e está já 90% vendido. O empreendimento Rua Trinta e Seis, em Espinho, está em fase de obra e será um edifício com 20 fracções de habitação. Ainda em Espinho, o edifício Rua Cinco está em início de construção e tem 19 fracções de habitação.

Já o edifício Aires Ornelas, localizado em pleno centro do Porto, está em início de construção e tem 16 fracções. O edifício Encosta do Infante 2ª fase, em Vila Nova de Gaia, terá 65 fracções.

As Casas da Marinha vão nascer em São Félix da Marinha e serão contempladas por 4 Moradias T4 e T5. O início de obra está previsto para Outubro 2022. Depois temos o edifício Pacífico, em Vila Nova de Gaia, com 62 fracções, também deverá arrancar em Outubro deste ano, tal como o edifício Encosta do Infante 3ª fase, em Vila Nova de Gaia, que terá 48 fracções

No último ano, Vila Nova de Gaia foi um dos concelhos que mais investimento imobiliário captou. Sendo este também um dos locais onde a empresa está mais activa, pergunto-lhe quais os factores por detrás deste boom?
O conhecimento do mercado de Vila Nova de Gaia, resultado da nossa actividade nos últimos anos nesse concelho, associado ao reconhecimento da nossa marca pelos clientes levaram a nossa empresa a reforçar o investimento não só no centro da cidade como também na zona litoral. Gaia é historicamente um bom mercado com elevada procura de habitação de qualidade. Neste momento verificamos além da procura de habitação própria também a existência de clientes nacionais e internacionais que procuram investimentos seguros.

Essa procura estendesse a outros concelhos do grande Porto. São mercados onde a empresa vai actuar?
Porto, Matosinhos e Espinho são mercados que pela proximidade da nossa zona de intervenção também despertaram o nosso interesse para investimento. Neste momento mantemos a nossa presença no Porto com o projecto de Aires Ornelas, em Matosinhos com um novo projecto com arranque previsto para o início de 2023 e em Espinho com três projectos novos, Espinho 36 (1 e 2 fase), Espinho 5 e um outro projecto ainda em estudo prévio.

Qual o valor do investimento a realizar nos próximos dois anos?
Na verdade, pretendemos investir 140 milhões de euros, até 2024, na construção de quinze edifícios, o que corresponde a 825 fracções. Deste total, 425 já estão em curso e as restantes 400 irão iniciar-se até final do primeiro trimestre de 2023.
O objectivo do grupo é consolidar e expandir o negócio de promoção imobiliária, e liderar o sector em Vila Nova de Gaia, reforçar no Porto, Espinho e Matosinhos.

Que projectos vão nascer? E onde?
Além dos projectos que já mencionei, estão programados para arrancar no primeiro trimestre 2023 os seguintes projectos imobiliários: o da Rua 36 2ª fase, em Espinho, o projecto para 15 apartamentos está em fase de; o da Rua de Brito em São Félix da Marinha, Vila Nova de Gaia, o projecto para 35 apartamentos; o da Rua D João I em Matosinhos Sul, o projecto para 9 apartamentos. Todos eles estão em fase de licenciamento. E temos previsto mais um projecto de 75 fracções na Avenida da República, em Vila Nova de Gaia.

A CVM estará sozinha nestes projectos ou em parceria com outras entidades? Como está estruturado este investimento?
Do total do investimento a realizar de 140 milhões de euros, a área de promoção imobiliária do grupo, a Dunaplana, que é detida a 100% pelo grupo, assumirá 60 milhões de euros, os restantes 80 milhões de euros serão realizados através de empresas participadas do Grupo CVM.

Todos estes projectos destinam-se ao segmento residencial?
Nem todos eles serão residenciais. O grupo CVM está a investir também na área do arrendamento industrial, onde investirá até final de 2023 quinze milhões de euros em Santa Maria da Feira no Parque Empresarial A32, um empreendimento que terá 25.000m2.

É uma estratégia ambiciosa. Este volume de investimento destina-se a aproveitar o bom momento do mercado?
O nosso grupo de empresas tem como base a empresa de construção, Construções Vila Maior, uma empresa com mais de 30 anos de experiência e que nos permite garantir a execução dos empreendimentos com qualidade e prazo propostos. O volume de projectos que temos em curso é resultado de uma estratégia que foi traçada nos últimos anos, com a compra de terrenos e com a realização de parcerias estratégicas com outras empresas de promoção imobiliária. A CVM acredita que a união faz a força e as parcerias que fizemos são prova disso mesmo.

Não teme um abrandamento da procura no mercado da construção nova no Grande Porto?
O objectivo do grupo ao avançar com todos estes projectos é, na verdade, antecipar as mudanças de fundo que surgirão a cinco anos no mercado em Portugal. Desta forma, estamos a reposicionar-nos fortemente para combater as actuais dificuldades que o sector enfrenta com os preços das matérias-primas e com a escassez de mão de obra qualificada.

A curto prazo construir será ainda mais difícil, devido à falta de mão de obra qualificada, e mais caro, resultado do crescimento de preços que se verifica não só nos materiais, mas também nos terrenos. Verificamos que os terrenos bem localizados são cada vez mais escassos.
Acreditamos que este é o momento de crescer e aproveitar desta forma a nossa capacidade construtiva que será certamente uma vantagem para a colocação do nosso produto no mercado.

Construir para a classe média é um desafio? De que forma os altos preços das matérias-primas condicionam (ou não) a vossa actividade?
Estamos certos de que o aumento de preços vai continuar a sentir-se e terá de se reflectir no preço final da habitação. Trabalhamos de forma a optimizar soluções para que o preço final se enquadre no nosso mercado.

O nosso modelo de negócio traz muitas vantagens para que o produto seja competitivo, uma vez que participamos activamente em todas as fases do desenvolvimento dos projectos. Os projectos são pensados e desenvolvidos do zero o que nos permite colocar todo o conhecimento adquirido ao longo dos anos, as soluções arquitectónicas e construtivas são estudadas de forma que o produto final seja o pretendido pelo cliente.

O grupo CVM trabalha muito para investidores estrangeiros, mas o nosso mercado principal é o mercado nacional. A nossa preocupação é sempre o custo final das habitações, obviamente que não podemos desligar-nos dessa preocupação quando desenvolvemos um projecto.

Os investimentos que realizaram e que pretendem realizar obrigaram ao reforço da estrutura? Em que sentido?
Para podermos realizar os projectos em curso a empresa teve a necessidade de crescer nos últimos anos quer ao nível de mão de obra qualificada e quadros técnicos como no investimento de equipamentos e novas instalações.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Câmara de Oliveira de Azeméis lança concurso para construção do Parque Urbano

A descrição do projecto refere que os “valores patrimoniais” deste espaço serão valorizados e interpretados. Toda a intervenção no futuro parque seguirá como linhas orientadoras “a paisagem humanizada e o património ambiental e natural”

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A Câmara de Oliveira de Azeméis está a promover o concurso público com vista à construção do novo Parque Urbano e Centro de Interpretação Ambiental, com uma área de cinco hectares, localizado na antiga Quinta dos Borges.

O investimento, estimado em 4,7 milhões de euros, contempla a requalificação do edificado existente na Quinta dos Borges para espaços de restauração, como o café do parque e esplanada do café-concerto, e a disponibilização de áreas para Centro Interpretativo e Quinta Pedagógica, estruturas de slide e arborismo, circuitos e equipamentos de desporto de manutenção, zonas de repouso, entre outras valências.

A descrição do projecto refere que os “valores patrimoniais” deste espaço serão valorizados e interpretados. Toda a intervenção no futuro parque seguirá como linhas orientadoras “a paisagem humanizada e o património ambiental e natural”.

Trata-se, segundo as autoridades envolvidas, de “uma obra estratégica para o concelho que, no futuro, irá valorizar urbanisticamente a entrada sul da cidade, proporcionando aos oliveirenses e visitantes a possibilidade de usufruir de um espaço verde para recreio e lazer, que privilegiará o contacto com a natureza, através de atividades desportivas, culturais, de convívio, encontros sociais e ações lúdicas e pedagógicas diversas”.

O parque de 5 hectares ficará localizado numa área central da cidade, na denominada Quinta dos Borges.

“O objetivo do projeto é contribuir para o bem estar dos oliveirenses e para a promoção de hábitos de vida saudáveis, aproximando as pessoas do contacto com a natureza”, refere a edilidade que prevê o início da obra ainda este ano.

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Construção de Barragem no Pisão classificada como “interesse nacional”

O Governo classificou como ‘interesse público nacional’ a construção do Empreendimento de Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos (EAHFM) do Crato, no distrito de Portalegre, um investimento estimado em 170 milhões de euros

Ricardo Batista

O Conselho de Ministros aprovou (finalmente) o decreto-lei que constitui o Empreendimento de Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos (EAHFM) do Crato, no distrito de Portalegre, como empreendimento de interesse público nacional.

De acordo com o documento, esta aprovação permite proceder à delimitação da respectiva área de intervenção, adoptando medidas especiais necessárias à sua concretização no prazo de vigência do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) através de uma “maior flexibilidade e celeridade” ao nível dos procedimentos administrativos aplicáveis às diferentes componentes do empreendimento.

De acordo com o presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), Hugo Hilário, este decreto-lei visa “facilitar” e “dar um regime especial” ao projecto de construção do empreendimento, também conhecido por Barragem do Pisão, para que o mesmo seja executado. “Este diploma vem facilitar, dar um regime especial a este projecto, para que esses procedimentos administrativos obrigatórios sejam mais ágeis”, explicou.

De acordo com o presidente da CIMAA, entidade responsável pela execução do projecto, um processo desta “dimensão” e desta “complexidade” conta com uma série de procedimentos “administrativos, formais e jurídicos”, que são “complexos” ao longo da sua execução. A título de exemplo, Hugo Hilário referiu matérias como o Plano Director Municipal (PDM), as obras, as expropriações ou o realojamento da população da aldeia de Pisão.

Investimento inscrito no PRR
O empreendimento vai envolver um investimento total de 171 milhões de euros, dos quais 120 milhões estão inscritos no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Segundo o cronograma submetido à Comissão Europeia, as obras estarão terminadas em 2025. O futuro empreendimento, cujo principal objectivo é garantir a disponibilidade de água para consumo urbano, vai surgir numa área de 10 mil hectares e beneficiar cerca de 110 mil pessoas nos 15 municípios do distrito de Portalegre. Além disso, a CIMAA já explicou que a barragem visa reconfigurar a actividade agrícola e criar oportunidades para novas actividades económicas, nomeadamente ao nível da agricultura, do turismo e no sector da energia”, já que engloba também uma central fotovoltaica flutuante. A Barragem do Pisão é uma aspiração e reivindicação histórica das populações do Alto Alentejo, com mais de meio século. O empreendimento, que prevê a submersão da pequena aldeia do Pisão, com 60 habitantes, já foi anunciado por três primeiros-ministros – Mário Soares, António Guterres e Durão Barroso-, mas continua por construir.

Ambientalistas contestam
As associações ambientalistas GEOTA e Quercus contestaram o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) da Barragem do Pisão, no Crato (Portalegre), alegando que o projecto “não cumpre os objectivos ambientais” do Mecanismo de Recuperação e Resiliência (MRR). Em comunicado, o Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA), que participou na consulta pública do EIA do projecto, alerta para o “não cumprimento do princípio de não prejudicar significativamente o ambiente’”, que consta do Mecanismo de Recuperação e Resiliência (MRR). O GEOTA propõe que se “reavalie o cumprimento dos objectivos ambientais dispostos no MMR, considerando as conclusões do EIA apresentado”. “Há fortes indícios de que uma nova avaliação do princípio de não prejudicar significativamente o ambiente, considerando os impactes identificados pelo EIA, apontaria para o não cumprimento do próprio princípio, pelo Governo português, contrariando assim o princípio fundamental para aceder ao financiamento do MMR”, frisa Lígia Figueiredo, uma das especialistas do GEOTA. Também em comunicado, o Núcleo Regional de Portalegre da associação ambientalista Quercus, que apresentou igualmente “uma participação de discordância” na fase de consulta pública do EIA, lembra que este admite “significativos impactes negativos” a gerar pelo projecto. Por isso, para a Quercus, “não é clara a justificação do principal objectivo da construção da barragem de abastecimento público” porque a albufeira de Póvoa e Meadas “é suficiente” para esse fim” e o projecto “não cumpre os objectivos ambientais estabelecidos no princípio de não causar dano significativo (DNSH) do MRR”, entre outros argumentos.

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União Europeia vai destinar 100M€ à recuperação de escolas na Ucrânia

Von der Leyen recordou que os ataques russos danificaram ou destruíram mais de 70 escolas e que meio milhão de crianças ucranianas tiveram que começar o ano letivo em países da UE

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A presidente da Comisssão Europeia, Ursula von der Leyen discursou no Parlamento Europeu esta quarta-feira sobre a guerra na Ucrânia e a crise energética que está a afetar a UE e anunciou que vai entregar 100 milhões de euros para a reconstrução de escolas naquele País.

“Hoje anuncio que vamos trabalhar com a primeira dama (da Ucrânia, Olena Zelenska) para apoiar a reabilitação das escolas ucranianas danificadas. E por isso iremos contribuir 100 milhões de euros. Porque o futuro da Ucrânia começa nas suas escolas”, disse Von der Leyen durante o seu discurso sobre o estado da União no Parlamento Europeu em Estrasburgo (França).

A política alemã, que elogiou o trabalho com as famílias afetadas pela guerra realizado por Zelenska, presente como convidada na sessão parlamentar de hoje, recordou que a UE já contribuiu mais de 19.000 milhões de euros em ajuda financeira à Ucrânia, à margem do apoio militar que está a dar.

Mas deixou claro que a União manterá seu apoio “a longo prazo” e apontou que a reconstrução de Ucrânia “vai requerer enormes recursos”.

Von der Leyen recordou que os ataques russos danificaram ou destruíram mais de 70 escolas e que meio milhão de crianças ucranianas tiveram que começar o ano letivo em países da UE, enquanto muitos outros dentro da Ucrânia “simplesmente não têm uma sala a onde ir”.

“Não só apoiaremos com financiamento, como também capacitaremos a Ucrânia para que aproveite ao máximo o seu potencial”, resumiu a presidente comunitária.

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