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Sonae já tem mais de 60% de financiamentos associados a objectivos de sustentabilidade

As linhas de financiamento de médio e longo prazo com enquadramento sustentável no Grupo superam os mil milhões de euros

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A Sonae anunciou que atingiu a meta de ter mais de 60% dos seus financiamentos associados ao desenvolvimento sustentável. Para tal, a Sonae, directamente e através das suas empresas, “completou um conjunto muito significativo de operações de financiamento indexadas ao desempenho em indicadores ambientais, sociais e de governo corporativo (ESG)”, referiu o grupo em comunicado.

Em resultado, “o Grupo tem hoje contratualizadas operações de financiamento com enquadramento sustentável, “Green” ou “ESG Linked” de mais de mil milhões de euros. Este valor representa mais de 60% das linhas de financiamento de médio e longo prazo das empresas consolidadas integralmente pela Sonae, entre linhas utilizadas e disponíveis, sendo que na holding este valor é já de 92% e na MC de 56%”.

“Só nos últimos 12 meses, refinanciámos mais de 900 milhões de euros, com spreads associados a metas ambiciosas para indicadores ESG. Isto só é possível porque na Sonae estamos empenhados em crescer com responsabilidade e não hesitamos em assumir compromissos financeiros que dependem do nosso impacto nas pessoas, nas comunidades e no planeta”, sustenta João Dolores, CFO da Sonae.

As operações realizadas estão alinhadas com o compromisso da Sonae em atingir níveis ambiciosos de desempenho ESG e demonstram o reconhecimento da estratégia de desenvolvimento sustentável do Grupo por um conjunto muito alargado de instituições bancárias nacionais e internacionais. Os acordos celebrados reforçam também a posição de liquidez, aumentam a maturidade média da dívida e reduzem os custos de financiamento. Os spreads destas operações estão indexados ao desempenho das Empresas Sonae na promoção da presença de mulheres em cargos de liderança, à redução das emissões de CO2 e ao aumento da taxa de reciclagem dos resíduos gerados nos centros comerciais.

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Simon inaugura o novo espaço “Casa de la Luz”

A “Casa de la Luz” foi concebida com um conceito que vai mais longe. Deve servir para que juntamente com o distribuidor, sejam dadas a conhecer ao detalhe as soluções, integrar a formação contínua na sua zona de oficina

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Com o pretexto para restabelecer a ligação com o sector, os distribuidores profissionais foram convidados a inaugurar a “Casa de la Luz” (Casa da Luz), o novo espaço da Simon concebido precisamente para albergar as pessoas que fazem parte da grande família de profissionais que promovem e criam luz e toda a cultura e conhecimento necessários para melhorar a vida das pessoas.

A empresa de material eléctrico, iluminação e controlo de luz, Simon, demonstra através deste evento, que continua a identificar o distribuidor profissional de material eléctrico como uma peça chave da cadeia de valor, com a importância no sector de ser um catalisador das preocupações do fabricante e das necessidades do instalador.

Para Marta Arcaya, directora de Marketing da Península Ibérica, “a nossa liderança no mercado obriga-nos a fazer a diferença nas ferramentas e ações promocionais. Vivenciamos isto com a recente experiência do Roadshow Simon 270, visitando mais de 50 cidades, percorrendo mais de 17 000 km, e vimo-lo ontem na “Casa de la Luz” (Casa da Luz). Estamos empenhados em trabalhar arduamente para promover e divulgar os nossos produtos de modo que isto se traduza em procura directa nos pontos de venda do sector.

A “Casa de la Luz” (Casa da Luz) foi concebida com um conceito que vai mais longe, para se tornar uma ferramenta de comunicação, encontro, colaboração, formação, exemplificação e, inclusive, de experimentação. Deve servir para que juntamente com o distribuidor, sejam dadas a conhecer ao detalhe as soluções, integrar a formação contínua na sua zona de oficina, gerar inquietude e dar a conhecer o que está a perder o cliente e com que possibilidades poderia melhorar a sua qualidade de vida.

Alberto Rouco, director geral da Península Ibérica, explicou o plano de acção estratégico da Simon para alcançar o seu objectivo como empresa: “Reinventar o espaço para gerar bem-estar às pessoas”.

Este plano de desenvolvimento baseia-se “em factores diferenciadores de design, inovação e tecnologia, na responsabilidade social da Simon como empresa familiar, diversificada e sustentável”, na sua capacidade em adaptar-se às rápidas mudanças tecnológicas e sociais, confiando em ambientes de colaboração para desenvolver novas ideias e na sua estreita colaboração com a distribuição para fazer evoluir o sector. Alberto Rouco destacou, também, que “uma parte importante do compromisso da Simon com a sustentabilidade baseia-se na produção local: fabricamos em Espanha praticamente tudo o que vendemos na Península Ibérica”.

O recém-nomeado Diretor Comercial da Península Ibérica, Felipe Iturri, falou-nos de como continuar a trabalhar conjuntamente com os nossos parceiros no mercado elétrico, para alcançar esses objetivos:

“E o mercado não deixa de nos dar boas razões para continuar a apostar em produtos de tecnologia facilitadora na hora de tornar os espaços digitais, com as nossas séries conectivas, como a Simon 270 iO ou a Simon 100 iO. Com alianças como a que temos com o nosso parceiro tecnológico Protopixel para o controlo completo do pixel e a geração de experiências imersivas com a luz”, ressalva Felipe Iturri, director comercial da Península Ibérica.

Nesta linha, a empresa estabeleceu uma parceria com a Finsa, uma indústria de madeira de ponta, para gerar novos produtos a partir do conhecimento de ambas as empresas.

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Cepsa apresenta solução inovadora para a ferrovia

A nova solução integra betumes de elevado desempenho, adaptados para utilização em conjunto com materiais reciclados

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A empresa Cepsa lançou uma solução inovadora de misturas betuminosas para aplicação no sub-balastro, pensado já para a ferrovia do futuro. A apresentação decorreu no 10º Congresso Rodoferroviário Português, que se realizou de 5 a 7 de Julho, no LNEC, em Lisboa.

A nova solução integra betumes de elevado desempenho, adaptados para utilização em conjunto com materiais reciclados, e que são utilizados a temperaturas mais baixas, o que significa poupança a nível energético e menos emissões de CO2.

Com uma fábrica de emulsões em Matosinhos e uma refinaria, muito próxima da fronteira, no Sul do País, esta é uma área de “grande relevância” para a empresa. “É esta aposta a longo prazo nesta área, bem como a constante inovação, que nos permite agora apresentar ligantes de baixa temperatura, que espero nos permitam reforçar a liderança neste mercado, quer através da qualidade dos nossos produtos, quer através do serviço proporcionado aos nossos clientes. A melhor prova do que digo é o número de estradas portuguesas relevantes que têm já produtos Cepsa desta gama, como a A1, A2, A3, A12, A22, A24, A25, A33, ou o Autódromo Internacional do Algarve”, refere Rui Matias, responsável da área de Betumes da Cepsa.

Estes produtos cobrem várias aplicações e pretendem assegurar uma oferta 360º neste mercado. A companhia olha para estes produtos como sendo importantes para a estratégia de crescimento do negócio de asfaltos, que se tem vindo a adequar à também crescente procura deste tipo de produtos, vendo nesta aposta a consubstanciação do seu compromisso para com os futuros formatos de mobilidade urbana.

Até 2030, a Cepsa assume o compromisso de reduzir as suas emissões de CO2 de alcance 1 e 2 em 55%, e entre 15% e 20% as de alcance 3, colocando-se assim entre as empresas mais ambiciosas do sector. O objectivo da companhia é atingir a neutralidade em carbono em 2050 e ir mesmo mais longe (`Net Positive`).

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ABAI reforça investimento e anuncia nova sede na Torre Oriente

Empresa espanhola anunciou recentemente um volume de negócios de 114,5 milhões de euros no último ano fiscal

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A empresa espanhola ABAI, especialista em outsourcing de processos empresariais, abriu a sua nova sede em Lisboa, na Torre Oriente, junto ao Centro Comercial Colombo. O espaço composto por dois andares e com capacidade para receber um total de 500 profissionais, funcionará como um novo centro de atendimento ao cliente, tendo a Endesa como principal cliente, bem como a Arval – BNP Paribas Group ou a AVAYA.

A ABAI iniciou a sua actividade em Portugal em Abril de 2021 através da aquisição da Leads4sales, empresa portuguesa especializada em marketing digital e geração de leads, como parte do seu Plano Estratégico de Aquisição e com o objectivo de reforçar a sua posição no sector de outsourcing do processo empresarial.

A nova sede destaca-se pela sua robustez e segurança em redes locais e internacionais para apoiar projectos globais em línguas diferentes (inglês, francês, espanhol, entre outras) de clientes nearshore (com fuso horário idêntico) e locais. Além disso, as instalações estão totalmente equipadas para garantir a segurança dos colaboradores.

O novo centro de atendimento ao cliente, que servirá várias áreas geográficas a nível nacional e internacional, é uma plataforma chave para a empresa e uma porta de entrada para clientes importantes.

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CIN é a 11º maior fabricante de tintas e vernizes da Europa

Em 2021, as receitas obtidas pela CIN, situadas nos 365 milhões de euros, permitiram a subida de duas posições no ranking europeu 13º para 11º lugar, espelhando um aumento 12% face aos resultados de 2020

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A CIN, foi distinguida pelo European Coatings Journal como o 11º maior fabricante do sector a nível europeu. Em 2021, as receitas obtidas pela CIN, situadas nos 365 milhões de euros, permitiram a subida de duas posições no ranking europeu 13º para 11º lugar, espelhando um aumento 12% face aos resultados de 2020.

Todos os anos, os editores do European Coatings Journal publicam o ranking dos 25 fabricantes de tintas e revestimentos mais vendidos na Europa. Os resultados apurados têm por base as receitas de cada empresa, os quais incluem aquisições e fusões.

João Serrenho, Presidente do Conselho de Administração da CIN salienta o “que este é um marco importante e que evidencia o investimento constante em inovação e desenvolvimento e, simultaneamente, a perseverança de valores tão basilares para a CIN como o rigor e a qualidade”.

Apesar do contexto pandémico vivido em 2021, e o contexto de dificuldade de obtenção de matérias-primas, a CIN atingiu resultados recorde durante o ano. A sub-unidade de negócio de Tinta em Pó da CIN Indústria superou o patamar das 10.000 toneladas fabricadas e a unidade de negócios de Construção Civil em Portugal alcançou um volume de negócios de 140 milhões de euros. Os resultados obtidos nas outras Unidades de Negócio da marca permitiram que, no final de 2021, a CIN alcançasse um volume de negócios total de 365 milhões de euros, um crescimento de 12% face a 2020.

Actualmente, a CIN conta com uma capacidade instalada de 135 mil toneladas, apoiada por 14 centros de armazenamento e distribuição – equivalente a mais de 150 mil metros quadrados de área –, a produção é assegurada por 10 fábricas localizadas em Portugal, Itália, Espanha, França, Angola e Moçambique.

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Daikin Europe investe 300M€ na nova fábrica de bombas de calor na Polónia

A Daikin Europe N.V. anunciou que irá investir 300 M€ na construção de uma nova fábrica em Lódz, na Polónia, que será a primeira base de produção da Daikin no país. A nova fábrica irá produzir unidades do tipo bomba de calor residencial e dará início às operações em Julho de 2024

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(Na imagem: Masatsugu Minaka, Chairman of the Board Daikin Europe N. V, e Waldemar Buda, Ministro da Tecnologia da Polónia)

Estes investimentos complementam os 840 milhões de euros destinados ao plano de gestão estratégica FUSION 25 da Daikin Europe que foi anunciado no ano passado, e os novos investimentos nas fábricas já existentes. Assim, o investimento total da Daikin Europe será superior a 1,2 mil milhões de euros até 2025.

No plano FUSION 25, a Daikin considera que a Europa é a região prioritária para a expansão do seu negócio de aquecimento principalmente ao nível do desenvolvimento e produção das soluções bomba de calor. “Na qualidade de empresa líder do mercado europeu do aquecimento com tecnologia bomba de calor, a Daikin aceitou o desafio de contribuir para a mudança de paradigma social das soluções de caldeiras que utilizam combustíveis fósseis para as mais modernas e eficientes bombas de calor. Neste âmbito, temos vindo a reforçar as nossas capacidades de desenvolvimento de produtos e serviços, e decidimos agora estabelecer uma nova fábrica na Polónia. Esta fábrica terá a maior capacidade de produção e distribuição do Grupo Daikin Europe ao nível das bombas de calor. Com este investimento, pretendemos conquistar a maior quota de mercado em todos os maiores países”, justificou o presidente da Daikin Europe, Toshitaka Tsubouchi (na imagem).

“Estamos a expandir a nossa capacidade de produção através de investimentos de capital e aumento do emprego nas nossas fábricas de bombas de calor na Europa. A decisão de estabelecer esta fábrica inteiramente nova na Polónia demonstra que a Daikin está a responder com firmeza à crescente procura na Europa. A Polónia é um país que conta com um elevado número de trabalhadores qualificados e a nova fábrica irá empregar 1.000 pessoas até 2025. Os nossos esforços vão permitir-nos produzir 4 vezes mais o actual volume até 2025, e criar um sistema de produção com um abastecimento estável a um mercado em rápido crescimento. Com esta nova fábrica, damos continuidade à nossa estratégia de proximidade, o que significa que todos os produtos de aquecimento vendidos na Europa são também fabricados na Europa”, declarou Hiromitsu Iwasaki, Vice Presidente da Daikin Europe.

Ao longo da última década, o mercado europeu de bombas de calor para aquecimento cresceu a bom ritmo, com uma expansão para mais de 1 milhão de unidades vendidas por ano em 2021. “Com o Pacto Ecológico Europeu, os líderes europeus definiram um caminho claro para a Europa se tornar um continente neutro em termos climáticos até 2050. O resultante pacote Fit for 55 e o mais recente plano REPowerEU aumentam a velocidade de ação para reduzir as emissões e a dependência dos combustíveis fósseis na Europa. As bombas de calor desempenham um papel fundamental para a concretização destas ambições, pelo que esperamos que se verifique uma adopção generalizada das bombas de calor nos próximos anos. Até 2025, espera-se que sejam instaladas anualmente pelo menos 3 milhões de unidades de bombas de calor para aquecimento, o que representa uma taxa de crescimento anual de cerca de 30%. Obviamente, com a Daikin, pretendemos reafirmar a nossa liderança com um investimento a pensar no futuro”, sustentou Patrick Crombez, Director Geral da Daikin Europe Heating and Renewables

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Lisboa antecipa em 20 anos meta para a neutralidade carbónica

Para que Lisboa seja uma cidade climatericamente neutra, a aposta recai na iluminação pública através de LED, o projecto Lisboa Solar, a utilização das águas residuais para a rega e lavagem das ruas e a gratuitidade dos transportes públicos

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O município de Lisboa vai antecipar em vinte anos os objectivos traçados para a descarbonização da cidade, inicialmente previstos para 2050. O anúncio foi feito por Filipe Anacoreta Correia, vice-presidente da Câmara, durante o debate “Autarcas pelo Clima”, que decorreu hoje na Nova BSE, acrescentando que Lisboa “está na vanguarda da neutralidade carbónica”.

A selecção de Lisboa pela Comissão Europeia como uma das cidades para participar na Missão da UE para 100 cidades neutras e inteligentes até 2030, a chamada “Missão Cidades”, vai permitir “desbloquear oportunidades de financiamento europeias e nacionais para atingir esses objectivos”, disse Filipe Anacoreta Correia. “Apesar de as metas fixadas serem muito exigentes, a Câmara de Lisboa vai antecipar grande parte delas para 2030”, sublinhou o vice-presidente da autarquia da capital, acrescentando que uma das prioridades da autarquia é “ganhar contratos climáticos”.

Para que Lisboa seja uma cidade climatericamente neutra, muito contribuirá a aposta do executivo camarário na iluminação pública através de LED, o projecto Lisboa Solar (instalação de sistemas solares nos edifícios municipais) e a utilização das águas residuais para a rega e para a lavagem das ruas.

A gratuitidade dos transportes públicos é outra das medidas, uma vez que “mais de 50% das emissões de carbono está ligada aos transportes”, acrescentou.

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astratec “deu” luz ao Tesouro Real

A astratec foi responsável pelo projecto de iluminação do novo Museu do Tesouro Real, na nova ala do Palácio Nacional da Ajuda. Um projecto que durou quatro anos, necessitou de 537 projectores e quase quatro quilómetros de fibra

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Levar o visitante a ter uma experiência única, onde através do percurso vai conhecer um pouco da história portuguesa e ver a riqueza das peças em exposição foi o grande desafio colocado à astratec.

“Quisemos garantir que o visitante tem a percepção da verdadeira beleza de cada peça, e numa caixa-forte com níveis de luz reduzidos, com 736 peças em exibição, muitas delas pela primeira vez, foi necessário recorrer a software especial que permitisse modular tridimensionalmente todos os espaços”, afirma Pedro Telhado, CEO da astratec.

O projecto teve a duração de 4 anos, e a solução encontrada passou pela utilização de Fibra Óptica em todas as vitrines, que consiste num sistema em que a fonte de luz, onde há consumo de energia eléctrica, produção de calor e radiações nocivas, fica no exterior da vitrine, sendo a luz conduzida para o interior através de um conjunto de fibras ópticas de material acrílico, e termina com os diversos projectores onde a luz é controlada e é a focada no objecto a iluminar. Desta forma é possível retirar todo o calor, radiação nociva e energia eléctrica do interior da vitrine, assegurando que a integridade das peças é salvaguardada.

Em todo o Museu foram utilizadas tonalidades quentes, mais adequadas para estes níveis de luz mais reduzidos, mas também para realçar a maioria das peças em ouro. No entanto, pela especificidade de algumas das valiosas peças em exposição, foram criadas soluções adequadas para algumas peças de forma individual, como por exemplo na vitrine da Baixela de Germain, onde foi utilizada uma tonalidade mais fria, ou na vitrine da Ordem do Tosão, onde foram colocados vários pontos de luz para provocar diversos brilhos quando o visitante se move em torno da vitrine.

Toda a iluminação tem nos bastidores um sistema de controle, que permite actuar em cada aparelho se necessário, regulando a sua intensidade, criando assim o cenário perfeito para o visitante, mas assegurando, níveis bem mais elevados para limpeza e manutenção.

“Desde o primeiro momento sentimos que fazíamos parte de um projecto único, com enorme responsabilidade e que o desafio nos iria impor um enorme rigor e dedicação profissional. Entrámos numa fase inicial e saímos na véspera da inauguração, assegurando a nosso apoio a todas equipas que fizeram este projecto avançar”, reforça Pedro Telhado.

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Gree apresenta Pular, a nova série de Monosplits da gama doméstica

De classe energética A++ em modo de arrefecimento e A+++ em modo de aquecimento, com um melhorado SEER de 7 e SCOP de 5,1, a série Pular oferece uma eficiência elevada devido ao gás refrigerante ecológico R32

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A nova série Pular da Gree apresenta-se em quatro potências distintas – 2,7, 3,5, 5 y 7 kW. Com um design cuidado e minimalista e uma ampla variedade de funções, tornando-se na melhor opção para qualquer espaço. Além disso, a série de Monosplits da Gree, que inclui painel retroiluminado, oferece rendimentos e características que permitem chegar às necessidades de eficiência energética e conforto dos utilizadores.

De classe energética A++ em modo de arrefecimento e A+++ em modo de aquecimento, com um melhorado SEER de 7 e SCOP de 5,1, a série Pular oferece uma eficiência elevada devido ao gás refrigerante ecológico R32. Também a tecnologia Inverter DC, que melhora significativamente a poupança, para além da fiabilidade, a protecção e o controle do equipamento, e o modo Poupança de Energia, que regula o sistema on/off das unidades para permitir reduzir mais o consumo eléctrico.

Com a série Pular, a Gree visa também maximizar o conforto e a comodidade dos seus utilizadores. Com as funções do Turbo Cooling é possível alcançar a temperatura desejada de forma mais rápida, o I Feel ajusta o funcionamento do equipamento a todo o momento através do sensor de temperatura integrado no controle remoto e o Desumidificador, extrai a humidade do espaço secando o ambiente para melhorar o conforto.

À semelhança de outros equipamentos de última geração, também estes podem ser controlado através do WiFi, através de um Smartphone e, agora também, através dos assistentes de voz mais populares, Google Home e Alexa. A série Pular conta, ainda, com funcionalidades que facilitam a sua operação como o Modo Fora de Casa, que impede que a temperatura do espaço baixe dos 8°C para proteger o edifício e as canalizações, ou o Reinício Automático Inteligente. Este último permite que, após um corte de electricidade, as unidades voltem a activar-se automaticamente no último modo configurado.

A série de Monosplits Pular conta com a função Auto Clean X-Fan, que evita a formação de bolor mantendo em funcionamento o ventilador da unidade interior até eliminar a condensação assim que desligamos. Também a Protecção Blue Fin, que previne a corrosão, e o Descongelação Inteligente, que minimiza o tempo em que deixa de sair ar quente pela unidade interior enquanto se descongela o exterior.

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Jeroen Dickhoff é a nova aposta da Schindler Ibéria para liderar departamento de Novas Instalações

Com esta contratação a empresa espera fazer grandes avanços na área de gestão e captação de Clientes

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A Schindler Ibéria reforçou a sua equipa com Jeroen Dickhoff, que se juntará à multinacional suíça a partir de 1 de Agosto, como director de Novas Instalações para Espanha e Portugal.

Licenciado em Negócios Internacionais pela Universidade de Tilburg (Holanda), Dickhoff tem mais de 17 anos de experiência nas áreas de ferramentas eléctricas e tecnologias, materiais e indústria da construção.

Em 2005 iniciou a sua carreira no departamento Comercial e Vendas da Robert Bosch, onde passou a maior parte da sua carreira em diferentes cargos, especializando-se em vendas, marketing e gestão de equipas e projectos.

Desde Abril de 2021 ocupava o cargo de director geral da divisão Danogips, na multinacional Knauf, um dos principais fornecedores de materiais de construção. A sua especialização em vendas, marketing e gestão de equipas e projectos, combinada com a visão holística que tem de viver em sete países, dotou-o de fortes competências na área da análise de dados, gestão, tomada de decisões e uma filosofia de trabalho orientada para os resultados.

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Sierra evitou custos de 14,5 M€ com a implementação de medidas de ecoeficiência

O Programa de eficiência energética criado pela Sierra permite poupar mais de 20 mil MWh anualmente. A Sierra reduziu as suas emissões de CO2 em 84% desde 2005 e o consumo de electricidade em 66% desde 2002

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Há mais de duas décadas que a Sonae Sierra integrou a sustentabilidade na sua estratégia de negócio e desde então sempre a manteve como pilar do posicionamento em todos os eixos e áreas de negócio, para continuar a entregar soluções com valor partilhado para o negócio, o ambiente e a sociedade. A estratégia de gestão sustentável permitiu à empresa evitar 14,5 milhões de euros em custos operacionais em 2021.

Só o programa de eficiência energética Bright, criado pela Sierra, permitiu identificar mais de 700 oportunidades de melhoria desde 2012, que geram uma poupança potencial de mais de 7 milhões de euros ao ano. Em 2021 a Sierra evitou 12,3 milhões de euros em custos com energia e o consumo de electricidade baixou 2% desde 2020.

“O novo ciclo iniciado pela Sierra em 2021 reforça a estratégia de sustentabilidade da empresa, que sempre representou um elemento de diferenciação no mercado. Temos apresentado resultados muito positivos graças a uma gestão racional dos recursos naturais e da melhoria das condições de segurança e saúde, mantendo sempre a ambição de melhoria. Queremos alcançar a neutralidade carbónica em 2040, o que significa antecipar em 10 anos a meta da Comissão Europeia”, avança Elsa Monteiro, directora de Sustentabilidade da Sonae Sierra

A empresa reduziu as suas emissões de CO2 em 84% desde 2005 e o consumo de electricidade em 66% desde 2002. A percentagem de reciclagem de resíduos cresceu 239% desde 2002 e, no que toca ao consumo de água, este diminuiu 41% desde 2003. A percentagem de água reciclada e reutilizada situa-se nos 6%.

No final do ano passado, cerca de 58% dos activos sob gestão da Sierra detinham a certificação de sustentabilidade ambiental de edifícios BREEAM. 38% estão certificados com a norma de gestão ambiental ISO 14001 e com a norma de Gestão da Segurança e Saúde ISO 45001.

A empresa foi também a primeira do sector imobiliário em Portugal a refinanciar parte da sua dívida através da emissão de obrigações ligadas a sustentabilidade (Sustainability-Linked Bonds), nomeadamente às emissões de CO2 e às taxas de reciclagem dos Centros Comerciais por si geridos e detidos.

Ainda em 2021, a Sierra alcançou, pelo 12.ª ano consecutivo, o nível Green Star no GRESB Benchmarking. Os fundos Sierra Prime e Iberia Coop obtiveram a classificação 5 estrelas, atribuída pela GRESB Real Estate Assessment, uma organização que avalia o desempenho Ambiental, Social e de Governação de activos imobiliários à escala mundial. Ao longo do ano, a Sierra deu aos seus colaboradores mais de 14 mil horas de formação e registou um aumento de 2,6% no número de mulheres que ocupam cargos de liderança.

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