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Os efeitos do conflito na Ucrânia e das sanções à Rússia em destaque no CONSTRUIR 454

O conflito na Ucrânia em destaque na edição 454 do CONSTRUIR, onde lhe apresentamos também a carteira da Coporgest, a estratégia da Tecnoplano e o plano de construção de residências universitárias. Mas há muito mais para ler neste número

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“Os efeitos da guerra serão tremendos no abastecimento das matérias-primas”
À margem dos efeitos nefastos sobre milhões de vidas, a invasão da Ucrânia por parte das forças militares russas terá sérias consequências nas economias europeias. Ao aumento das taxas de inflação generalizadas, os custos energéticos e o abastecimento de matérias-primas serão fortemente afectados. O CONSTRUIR procurou reacções junto dos sectores metalúrgico e corticeiro, dos mais expostos aos mercados russo e ucraniano

Pipeline de residências chega aos 700M€
O aumento das intenções de investimento em residências estudantis faz alavancar também o financiamento solicitado ao PRR para cerca de 570M€, Já houve 201 manifestações de interesse

Tecnoplano reforça posição no Brasil
Com 10 anos de actividade no Rio de Janeiro, a Tecnoplano expande a actividade para São Paulo. O objectivo é crescer acima dos 30% ao ano, nos próximos cinco anos

Coporgest quer “mais qualidade” na Comporta
“Os autarcas a região devem ser mais exigentes em relação à qualidade dos projectos turísticos e imobiliários em vez de permitirem projectos a metro sem qualidade”, defende o CEO da promotora

Esp. Exteriores, Mobiliário Urbano e Piscinas
O espaço exterior, seja como extensão da casa, ou em parques e jardins, passou a ser um local de eleição e, como tal, ganhou um destaque e uma relevância em termos de investimento

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Investimento de 120M€ no Terminal de Contentores Alcântara apresentado esta sexta-feira

A Yilport Ibéria, concessionária do terminal, vai apresentar o investimento de 123 milhões de euros realizado na reconversão e expansão do Terminal de Contentores de Alcântara e onde se inclui a instalação de quatro novas gruas

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O Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, marcará presença na apresentação pública do Investimento de Modernização do Terminal de Contentores de Alcântara, da gestora portuária Yilport Liscont, que se realiza no próximo dia 10 de Novembro, na Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa. O projecto de investimento de cerca de 123 milhões de euros inclui quatro novas gruas que chegaram no primeiro dia de 2022.

O evento tem como objectivo revelar o investimento privado de reconversão e expansão que foi feito no Terminal de Contentores de Alcântara, e no qual se inclui a instalação de quatro novas gruas, fabricadas pela empresa japonesa Mitsui, que chegaram a Lisboa, vindas do porto japonês de Oita, no dia 1 de Janeiro de 2022. O investimento engloba seis E-RTG (eléctricos e com operação remota), ECO – Reach Stackers, repavimentação de todo o pátio de contentores e novos edifícios: um para operações/manutenção e outro para inspecções de alfândega e PIF.

Este investimento permitiu introduzir melhorias significativas não só a nível ambiental, como no incremento de segurança das operações quer para os próprios trabalhadores, como para todos aqueles que diariamente prestam a sua actividade no terminal. Em específico, as novas gruas, totalmente eléctricas, vêm possibilitar a movimentação de mercadorias com menores impactos, nomeadamente a diminuição das emissões de CO2 durante as operações.
Estima-se que esta modernização permita aumentar a capacidade de recepção de navios de maior dimensão, reduzir os custos de transporte na cadeia logística, com ganhos nas exportações nacionais e assim atrair mais carga para serem movimentadas em Portugal.

“Este investimento terá um retorno muito revelante para a economia nacional e o hinterland do Porto de Lisboa. Vai permitir diminuir significativamente a emissão de CO2 e contribuir para a sustentabilidade ambiental da operação portuária. De igual forma, a operação remota e semi-automática de equipamentos vai melhorar as condições de trabalho e segurança dos nossos trabalhadores. Finalmente é nossa convicção que o investimento na modernização desta infraestrutura portuaria vai atrair novos serviços e escalas directas transatlânticas para o Porto de Lisboa, que vão por si só alavancar a vocação exportadora da economia nacional”, explica Nuno David Silva, director geral regional da Yilport Ibéria.

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Conheça os nomeados dos Prémios CONSTRUIR 2022 e vote até 17 de Novembro

Pelo 15º ano consecutivo, o jornal CONSTRUIR volta a promover a entrega dos troféus que distinguem a qualidade da obra materializada entre 1 de Janeiro de 2021 e 30 de Setembro de 2022, numa lista da exclusiva e inteira responsabilidade da equipa editorial do CONSTRUIR

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A espera acabou. Pode, desde já, votar nos seus favoritos para eleger os melhores projectos e empresas do último ano, numa votação que decorrerá na página oficial do evento, disponível em https://premios.construir.pt/

Pelo 15º ano consecutivo, o jornal CONSTRUIR volta a promover a entrega dos troféus que distinguem a qualidade da obra materializada entre 1 de Janeiro de 2021 e 30 de Setembro de 2022, numa lista da exclusiva e inteira responsabilidade da equipa editorial do CONSTRUIR.

Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário têm nomeadas obras e empresas que se destacaram pelo trabalho desenvolvido ao longo do período em apreciação; capacidade de inovação, visibilidade mediática, distinções nacionais e/ou internacionais, dados estatísticos oficiais, entre outros; Obra pública, obra privada, Internacionalização, Reabilitação, Sustentabilidade são apenas algumas das áreas que os leitores do jornal CONTRUIR vão poder distinguir.

O acesso ao formulário de votação será feito após introdução do endereço de email com que está registado como assinante do CONSTRUIR e/ou como subscritor da Newsletter do CONSTRUIR, sendo que não são aceites novos registos até à data de fecho de votações.

As votações decorrem até dia 17 de Novembro às 18h00. A entrega dos troféus aos projectos consagrados e empresas vencedoras decorre no Cineteatro Capitólio, em Lisboa, no próximo dia 21 de Novembro, a partir das 21h30.

Os Prémios CONSTRUIR 2022 contam com a Ledvance como mainsponsor. Bosch, Cimpor, Efaflu, Jung, KNX, OLI, Otis, Recer, Saint-Gobain, Umbelino Monteiro e Victoria Seguros são os patrocinadores da edição deste ano dos prémios que distinguem os melhores de 2022 naquela que é a única iniciativa a reconhecer as principais áreas da Fileira da Construção.

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Imagem panorâmica de Lisboa

Construção

Câmara de Lisboa cria Laboratório Urbano para “aproximar os que vivem e fazem cidade”

0 Projecto Smartdest, conduzido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa é o primeiro desafio do LUL e está a ser implementado na freguesia da Misericórdia

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0 Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL) criou, recentemente, o Laboratório Urbano  de Lisboa (LUL). O objectivo passa por aproximar, cada vez mais, aqueles que vivem e aqueles que pensam e fazem cidade.

0 LUL é um espaço colaborativo de observação, auscultação, desenho, teste e validação de soluções para problemas urbanos, que promove a participação cidadã e a criação de uma ideia de cidade, que se quer actual, sustentável, resiliente, inclusiva e adaptada às necessidades da comunidade

Pretende, ainda, através das suas actividades experimentais, locais e de natureza participativa, criar e testar soluções urbanas inovadoras para o futuro das cidades e, ao mesmo tempo, contribuir para o aumento da literacia em Urbanismo.

0 Projecto Smartdest – “Cities as mobility hubs: Tackling social exclusion through ‘smart’ citizen engagement”, conduzido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa é o primeiro desafio do LUL e está a ser implementado na freguesia da Misericórdia. Após uma primeira fase de estudo qualitativo aprofundado o LUL levou a cabo um conjunto de acçöes com vista à auscultação, debate e co-construção de soluções para os problemas identificados.

Entretanto, o programa prevê alargar a sua participação a outras áreas da cidade de Lisboa e encontra-se em fase de candidatura a novos projectos.

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Programa nacional de habitação vai ter investimento de 2.377 M€ até 2026

O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei que prevê o Programa Nacional de Habitação. O PNH tem um horizonte temporal até 2026, uma dotação de 2.377 milhões de euros e contempla 22 medidas

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O Conselho de Ministros aprovou a proposta de lei sobre o Programa Nacional de Habitação (PNH), previsto na Lei de Bases da Habitação e que congrega o quadro de políticas para o sector da habitação, identificando as principais carências, instrumentos e objectivos para a sua progressiva eliminação. O Programa tem um âmbito temporal de 2022-2026 e abrange todo o território nacional.

Na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, o Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, referiu que os desafios actuais nas políticas de habitação consistem em «garantir que todos os agregados têm acesso a uma habitação digna e adequada aos seus rendimentos e à sua dimensão» e «garantir que, a médio prazo, o peso da oferta pública no mercado habitacional é capaz de dar resposta às necessidades e contribuir para a regulação do mercado».

O Programa Nacional de Habitação (PNH) é acompanhado de um compromisso orçamental plurianual, com reflexo já no ano de 2023, abrange todo o território anual, tem um âmbito temporal até 2026 e um investimento previsto de 2.377 milhões de euros. Como avançou o ministro da Habitação e das Infraestruturas, tem como objectivo central o alargamento do parque publico português, uma matéria onde Portugal “compara mal com o resto da Europa”. Apenas 2% do alojamento em Portugal é público quando em vários países europeus essa percentagem é de 30%.

Ao todo estão previstas 22 medidas, com o ministro a salientar aqueles que são os quatro pilares do programa. Entre eles está o 1.º direito, que visa apoiar as famílias mais carenciadas e contando com um envelope financeiro de 1.311 milhões de euros até ao final de 2026. Nesse contexto, o ministro sublinhou que “a esmagadora maioria dos municípios conta com estratégias locais de habitação”, soma já cerca de 300 pedidos de financiamento, respeitantes a 5600 habitações e a 65 municípios, das quais cerca de 1 200 casas já entregues.

Outra das medidas contempla o apoio a população de rendimentos intermédios, classe média, para a qual está a ser construído “um parque publico dirigido à população de rendimentos intermédios e aqui o objectivo principal é mobilizar imóveis do estado que estejam devolutos (incluindo edifícios e terrenos) destinados para a construção ou reabilitação de imóveis. Actualmente estão em curso 870 habitações em projecto em Lisboa, 1.250 em Almada, 200 em Matosinhos e 600 em Oeiras. “Este é um programa que arrancou e dará acesso a 6.800 famílias de classe média”, sublinhou o governante. O investimento previsto para esta alínea é de 859 milhões de euros.

O ministro disse também que 48 milhões de euros vão ser destinados à reabilitação do parque habitacional do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), bem como outros 159 milhões de euros “para aquisição de imóveis por parte do Estado”.

Um terceiro pilar destina-se “encontrar soluções temporárias para situações inesperadas sejam calamidades ambientais, fluxos migratórios ou violência de género”, onde se inclui a Porta de Entrada e a Bolsa de Alojamento Temporário. Neste âmbito serão construídos cerca de 2 mil imóveis, financiados pelo PRR.

O quarto pilar é o da “mobilização do sector privado” onde se inclui “um conjunto de incentivos à oferta privada e social de arrendamento a custos acessíveis”.

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Governo avalia fim dos ‘vistos gold’

“Há programas que nós estamos neste momento a reavaliar e um deles é o dos vistos gold, que, provavelmente, já cumpriu a função que tinha a cumprir e que neste momento não se justifica mais manter”

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primeiro-ministro, António Costa, avançou, esta quarta-feira, que o Governo está a avaliar a continuidade do regime de vistos gold para obtenção de autorização de residência em Portugal, admitindo que poderá não se justificar mais a sua manutenção.

“Estamos a avaliar e depois tomaremos decisões”, disse António Costa em declarações aos jornalistas à margem de uma visita à Web Summit, em Lisboa.

uestionado sobre o regime fiscal especial destinado aos chamados “nómadas digitais”, o primeiro-ministro defendeu a continuidade da política de atratividade de investidores em Portugal, sobretudo na área tecnológica, mas fez uma distinção em relação ao regime dos vistos gold, em que se obtém autorização de residência no país na sequência, por exemplo, da compra de um imóvel de elevado valor.

“Há programas que nós estamos neste momento a reavaliar e um deles é o dos vistos gold, que, provavelmente, já cumpriu a função que tinha a cumprir e que neste momento não se justifica mais manter”, declarou o líder do executivo, tendo ao seu lado o ministro da Economia, António Costa Silva. Perante os jornalistas, o primeiro-ministro não apontou ainda um calendário concreto para o possível fim dos vistos gold – uma medida que tem sido reivindicado pela esquerda política, principalmente pelo Bloco de Esquerda, que considera este regime um fator de agravamento dos preços da habitação e fonte de problemas de justiça por suspeitas lavagem de dinheiro.

“Quando se está a avaliar colocam-se todas as hipóteses. Depois de se completar a avaliação, então tomam-se decisões — e as hipóteses tornam-se decisões. Neste momento, estamos a avaliar se os vistos gold fazem sentido, mas há outros [regimes] que continuam a fazer sentido”, disse António Costa, dando como exemplo “o programa Regressar”.

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A New Chapter – Belfast campus. (Photo: Nigel McDowell/Ulster University)

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Sacyr Somague conclui projecto na Irlanda do Norte

A Sacyr Somague acaba de concluir e entregar o projecto de concepção e construção do novo Campus da Universidade de Ulster Greater Belfast na Irlanda do Norte, um edifício com 75.000 m2

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Já disponível para o ano académico agora iniciado, o novo edifício inclui cinco átrios e foram precisos mais de 22.000 metros quadrados de vidro para conferir-lhe uma grande luminosidade e permitir a vista para as colinas da cidade. Um dos espaços mais exclusivos do Campus é o jardim situado na cobertura do novo edifício, que dispõe de árvores plantadas em linha com o plano de reflorestamento urbano da cidade de Belfast.

As instalações do Campus incluem mais de 300 espaços de aprendizagem, uma aula magna com 350 lugares e uma sala de conferências com 250 lugares, 18 elevadores, uma biblioteca de dois andares e salas de estudo privadas com capacidade para 500 alunos, um laboratório biométrico e nove espaços de restauração, incluindo uma cafeteria localizada na cobertura do edifício.

Inspirado nas colinas de Belfast, este edifício de última geração é uma construção moderna que combina a inspiração vitoriana da arquitectura local, com materiais modernos e duráveis, resultando num edifício sustentável para mais de 15.000 alunos e funcionários da universidade. O projecto, assinado pelo atelier Feilden Clegg Bradley Studios Building foi finalista dos World Architecture Awards 2019.

Como parte do compromisso com a comunidade local, a Sacyr Somague Irlanda desenvolveu várias iniciativas para apoiar os desempregados de longa duração e criar oportunidades de estágio para estudantes. Durante a execução do projecto, foram proporcionados o equivalente a mais de 100 anos de actividades de formação e estágio.

Este projecto contou ainda com a participação directa de várias empresas portuguesas que aproveitaram a oportunidade de expandir a sua actividade para a Irlanda do Norte, o que em alguns casos significou a sua primeira experiência de internacionalização. O volume de negócios entregue a empresas lusas ultrapassou os 45 milhões de euros.

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Investidores imobiliários traçam prioridades

Os sectores de living e logística juntam-se aos escritórios nas zonas CBD na lista de investimentos mais apetecíveis dos principais investidores europeus, revela inquérito da Savills

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De acordo com um inquérito realizado pela Savills a investidores imobiliários com um total de activos na região EME sob gestão superior a 500 mil milhões de euros, os projectos Multifamily na Europa, big box, logística urbana, escritórios da zona CBD e residências de estudantes são os cinco sectores onde os investidores prevêem um maior investimento ao longo dos próximos 12 meses.

Quando questionados sobre o avanço da sua estratégia, mais de 55% dos inquiridos indicaram que procuram agora seguir uma abordagem mais defensiva, concentrando-se nos denominados sectores de “beds and sheds”, juntamente com os escritórios localizados em zonas CDB, nos mercados com maior liquidez da Europa. Isto deve-se, em grande parte, ao facto de mais de 76% dos inquiridos terem confirmado que o refinanciamento terá um impacto significativo nos seus rendimentos totais nos próximos dois anos.

Em termos de países, Alemanha, França, Holanda, Reino Unido e Espanha são os cinco principais locais de interesse europeu.

“O nosso survey confirma que certos segmentos imobiliários continuarão a registar procura por parte dos investidores enquanto outros têm, actualmente, sentido um decréscimo significativo desta procura. Os segmentos que apresentam um maior potencial de crescimento do arrendamento estão no topo da lista, associados, por exemplo, a uma indexação mais forte no mercado continental europeu de escritórios”, sublinha Chris Gillum, head of offices, European Capital Markets.

Por outro lado, “mais de 90% dos inquiridos relataram que a adopção de certificações de edifícios verdes, tais como BREEAM e LEED e as melhorias em termos de eficiência energética, incluindo o investimento em energias renováveis, fazem parte das suas estratégias de investimento imobiliário. 97% confirmaram que já dispõem de uma estratégia ESG que mostra a importância crescente de tais planos para os investidores imobiliários”, refere Mike Barnes, associate director european research, Savills.

Os resultados do inquérito chegam numa altura em que a pesquisa preliminar da Savills sugere que o volume total do investimento imobiliário europeu para o terceiro trimestre do ano atingirá os 55 mil milhões de euros, o que elevaria os valores acumulados desde o primeiro trimestre a mais de 200 mil milhões de euros. Estes números, no entanto, representam uma queda de 10-11% em comparação com o mesmo período do ano passado.

“Prevemos que o volume total de investimento imobiliário europeu deste ano oscile entre os 275 mil milhões de euros e os 280 mil milhões de euros. Tal como confirmado pelo nosso inquérito, acreditamos que os “sheds and beds” continuarão a ser as classes de activos preferidas. Em ambos os sectores, um desequilíbrio estrutural da oferta e da procura acaba por favorecer o crescimento do arrendamento”, avança Lydia Brissy, director, european research da consultora.

Em Portugal o valor acumulado entre o 1º e o 3º trimestre de 2022 está bastante próximo dos dois mil milhões de euros, um resultado acima de 30% do mesmo período do ano passado e muito assente em transacções fechadas no sector industrial & logístico. “Ainda que a actual conjuntura económica possa conduzir a processos de tomada de decisão mais prolongados e cautelosos, o mercado nacional permanece particularmente atractivo e o ano irá fechar acima dos valores do ano transacto”, refere Alexandra Portugal Gomes, head of research da Savills Portugal.

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Porto é a cidade escolhida para o primeiro projecto imobiliário da LasKasas

O edifício ‘Sá da Bandeira 502’, projectado por José Porto, será agora reabilitado por Pedro Ferreira Architecture Studio, representando um investimento de 18 M€. O Grupo tem mais sete projectos imobiliários em vista

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O grupo português de mobiliário e decoração, vai avançar com a construção do seu primeiro projecto imobiliário, localizado na Rua Sá da Bandeira, no Porto, junto ao recém-inaugurado Mercado do Bolhão. Denominado Sá da Bandeira 502, o novo empreendimento conta com um investimento estimado da ordem dos 18 milhões de euros. O plano construtivo prevê a conclusão da obra no primeiro semestre de 2024 e o promotor já escolheu os seus parceiros para a comercialização deste projecto, que fica a cargo da Century 21 Portugal e da JLL.

Localizado em plena Baixa do Porto o edifício Sá da Bandeira é um prédio dos finais dos anos 30, originalmente projectado pelo conceituado arquitecto modernista José Porto – também autor do emblemático Edifício Emporium do Porto. A reabilitação do edifício fica a cargo do gabinete de arquitectura Pedro Ferreira Architecture Studio.
O empreendimento Sá da Bandeira 502 foi pensado para criar uma perfeita harmonia entre a vivência num prédio de início de século e as mais exigentes comodidades dos critérios actuais de conforto.

O conceito construtivo destaca-se pelo design, marcado pela elegância e sofisticação dos materiais e acabamentos. Distribuído por cinco pisos, este novo projecto residencial é constituído por sete modernos apartamentos de tipologia T1, com áreas brutas entre 62 m2 e 70 m2, todos com varandas ou pátios, todos com duas frentes, uma com vista de cidade e outra com vista de quarteirão.

O Sá da Bandeira 502 é o primeiro de oito projectos que se encontram, neste momento, em desenvolvimento pelo grupo nortenho, que emprega actualmente cerca de 500 pessoas e exporta para mais de 50 países em todo mundo.
“Este nosso primeiro projecto imobiliário destaca-se por ser o primeiro empreendimento, em Portugal, onde os acabamentos se fundem com a decoração. Colocamos toda a nossa experiência na área da decoração para criar um produto que se irá distinguir de tudo o resto que se encontra actualmente no mercado, quer em termos de design, quer de qualidade. Temos como principal objectivo criar um produto diferenciado, em que o cunho da marca Laskasas estará presente em todas as vertentes dos nossos projectos”, refere Celso Lascasas, CEO do grupo Laskasas.

O ‘Sá da Bandeira 502’ será comercializado pela JLL e pela Century 21. Patrícia Barão, head of residential da JLL, considera que “com a requalificação do Mercado do Bolhão e os vários projectos que aqui estão a nascer, esta é actualmente a zona mais apetecível do Porto para visitar, morar e investir. O Laskasas Boutique Homes coloca a valorização deste eixo um nível acima, ao desenvolver uma nova reabilitação de excelência, mas, sobretudo, fazendo-o de forma diferenciada. Não são apenas a arquitectura, materiais e acabamentos de grande qualidade, mas o facto de existir um conceito de design que elege a decoração Laskasas como um elemento transversal. É um projecto que se impõe pelo charme e inovação”, sustenta.

Por sua vez, Pedro Almeida, sócio da Century 21 Grupo Aliados III & IV, sublinha que “é uma enorme satisfação formalizar esta parceria com a marca Laskasas, que vem reforçar os nossos laços comerciais e perspectivar novos projectos”. “A sólida especialização no mercado imobiliário da Baixa do Porto, bem como o profundo conhecimento do segmento e perfil de clientes desta zona da cidade são os maiores factores competitivos que podemos aportar a esta parceria, suportados pelas sinergias operativas com a rede nacional e internacional Century 21. Este é um projecto imobiliário com características absolutamente singulares, às quais se juntam uma localização privilegiada. Dado que o Sá da Bandeira 502 ficará a escassos metros da principal rua comercial da cidade – junto ao renovado Mercado do Bolhão, a restaurantes, a espaços culturais como teatros, galerias e outros – este empreendimento permitirá aos futuros moradores, ou investidores, experienciarem uma vivência puramente cosmopolita e com o glamour da Baixa Portuense”, especifica o responsável.

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Espanhóis da Montepino entram em Portugal

A CBRE assessorou a Montepino na aquisição de um lote com mais de 400.000 metros quadrados ao Novo Banco, localizado no Carregado onde deverá arrancar ainda este ano com a construção de naves logísticas

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A CBRE assessorou a Montepino na aquisição de um lote com mais de 400.000 metros quadrados ao Novo Banco, localizado no Carregado. O Bankinter Investments e o fundo Valfondo, gestores da carteira da Montepino, dão início à sua atividade em Portugal e investem pela primeira vez fora do território espanhol.

“É com enorme orgulho que apoiamos a Montepino nesta aquisição icónica. Trata-se do maior e melhor terreno para promoção em Portugal, com escala, visibilidade e acessibilidades de excelência, considerando os factores ideais no contexto logístico. Estão reunidos todos os ingredientes para um projecto de sucesso”, comenta Nuno Nunes, head of capital markets da CBRE Portugal.

O projecto situa-se junto ao nó da Castanheira do Ribatejo, entre a A10 e a A1, que ligam Lisboa a Espanha e ao Porto, respectivamente. O terreno conta já com todas as autorizações e licenças necessárias para o arranque da construção e nesta fase os primeiros trabalhos de urbanismo estão já em curso. O promotor acredita que as obras, com vista à construção de naves logísticas, possam iniciar-se ainda durante o decorrer de 2022.

“Temos indicação de que já existem potenciais inquilinos que demonstram interesse no projecto. Isto comprova que a construção no sector industrial e logístico em Portugal continua a ser uma aposta segura. O sector atravessa um período de enorme dinamismo, não só pela escassez de oferta de qualidade atualmente verificada no mercado, mas também pelo formato e exigência que a nova cadeia de abastecimento tem vindo a assumir, também impulsionada pelo fast delivery e pelo aumento das compras online”, acrescenta ainda Nuno Nunes.

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Novos arrendamentos em Lisboa e Porto pagam mais 10% nas rendas

As rendas dos contratos de arrendamento residencial celebrados no 3º trimestre deste ano aumentaram 10% quer em Lisboa quer no Porto face às rendas praticadas nos contratos fechados no trimestre anterior. “Nunca antes em qualquer destas cidades se verificou um aumento trimestral de tal magnitude”

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Os dados são apurados pela Confidencial Imobiliário no âmbito do Índice de Rendas Residenciais, ferramenta que acompanha a evolução das rendas de habitação tendo por base os novos contratos realizados.

“Nunca antes em qualquer destas cidades se verificou um aumento trimestral de tal magnitude. O timing deste aumento na actual conjuntura e o facto de se verificar em simultâneo nos dois mercados, sugere uma tomada de posição dos proprietários em relação ao limite de actualização das rendas para o próximo ano. Este aumento trimestral inédito de 10% poderá ser uma forma de cobrir a inflação por via dos novos contratos, antecipando as perdas que possam decorrer da impossibilidade de o fazer nos contratos vigentes devido ao tectos impostos à actualização das rendas”, comenta Ricardo Guimarães, director da Confidencial.

Depois de quase dois anos a cair, as rendas dos novos contratos em Lisboa estão a subir desde meados de 2021, com variações trimestrais superiores a 2,5%, que agora galopam para os 10%. Esta trajectória tem tido um forte impacto na intensificação da variação homóloga das rendas, de tal forma que este indicador passou de terreno negativo (-6,0%) no 3º trimestre de 2021 para 23% no 3º trimestre deste ano.

No Porto, a trajectória é semelhante, exibindo apenas um pequeno desfasamento temporal. A recuperação das rendas de habitação iniciou-se no final do ano passado, sucedendo a um ano de quebras. Desde então, as variações trimestrais foram sempre superiores a 3,5%, atingindo este máximo assinalável de 10% e igualmente culminando na aceleração expressiva das variações homólogas. No final de 2021, as rendas no Porto registavam uma descida homóloga de 2%, em forte contraste com o aumento homólogo de 24% observado no 3º trimestre deste ano.

De acordo com o SIR-Arrendamento que acompanha as rendas praticadas em cada momento em ambos os mercados, os novos arrendamentos concretizados em Lisboa no 3º trimestre atingiram uma média de 16,8€/m2 e no Porto os 12,6€/m2. Em qualquer caso são níveis inéditos.

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