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A promotora do Cedros lux Design avança com novo investimento em Leça da Palmeira

A promotora Emannuelle Investments vai investir 15 milhões de euros na construção de 50 apartamentos em Leça da Palmeira. Este é um dos vários investimentos que a promotora tem em carteira para este ano

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“A Emanuelle Investments continua com a visão e objectivo de construir habitações para as famílias portuguesas de classe média-alta, e nesse sentido, fez um investimento de 15 milhões de euros neste seu novo projecto em Leça da Palmeira. À semelhança do que aconteceu com o projecto totalmente vendido “Cedros lux Design”, a empresa está totalmente empenhada em satisfazer os interesses dos seus clientes”, sublinha Eli Taieb Founder & CEO da Emannuelle Investments.

O novo empreendimento ficará localizado a curta distância das praias e a menos de dez minutos de carro do centro da cidade do Porto e de uma vasta panóplia de equipamentos e serviços de referência na região, como o aeroporto internacional Francisco Sá Carneiro, a Exponor ou vários centros comerciais, o lote adquirido pela promotora permite o desenvolvimento de um empreendimento residencial com cerca de 5.000 m² de construção, tendo definido uma quota máxima de 11 pisos acima do solo e a criação de aproximadamente 50 novos fogos, além de dois pisos subterrâneos para estacionamento.

Para a promotora este projecto “é um dos vários que temos em mãos para o próximo ano, com o arquitecto Pedro Vasco Ferreira, sendo que já estamos num processo avançado de licenciamento e dentro de pouco tempo poderemos revelar mais detalhes”, adianta Ofir Yiflach Founder & COO da Emannuelle Investments. Certo é que a empresa irá iniciar um processo de pré-venda dos apartamentos “depois do Verão”, prevendo avançar com o início da construção em meados de Novembro. “A nossa intenção é a de edificar uma ampla variedade de apartamentos de forma possibilitar a aquisição de habitações com boas áreas e a preços competitivos ao maior número de clientes possível”, acrescenta Ofir Yiflach.

“Com potencial para desenvolver um projecto de habitação vocacionado para a classe média, este activo representa uma oportunidade única para investir numa localização que promete tornar-se numa das novas centralidades de referência na área metropolitana do Porto. Beneficiando da curta distância à orla costeira, às praias de Leça e Matosinhos e, claro, ao centro da cidade Invicta, esta já é considerada uma das melhores zonas para viver no Grande Porto, o que tem contribuído para a sua popularidade crescente junto dos promotores imobiliários ao longo dos últimos anos, como, aliás, comprovam os vários projectos ali em desenvolvimento”, afirma Gonçalo Ponces, Head of Development da JLL. A consultora foi responsável pela concretização da aquisição do lote de terreno à Emannuelle Investments.
Na opinião do mesmo responsável “esta operação vem uma vez mais confirmar o bom momento que se vive no mercado residencial e, em especial, a forte procura que vimos sentido por parte dos investidores por activos para promoção localizados nas imediações dos principais centros urbanos, com o objectivo de desenvolver projectos de construção nova, ajustados à realidade das famílias portuguesas”, sustenta.

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Safak Nervo e Vicent Escalas

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Grupo Optylon Krea anuncia dois novos partners em Portugal

Safak Nervo e Vincent Escalas são os mais recentes ‘reforços’ do grupo de promoção e gestão imobiliária, e que irão assumir os cargos de chief commercial officer (CCO) e chief investment pfficer (CIO), respectivamente

A Optylon Krea, grupo PAN mediterrânico de promoção e gestão de investimentos imobiliários, acaba de anunciar dois novos partners, Safak Nervo e Vincent Escalas. O Grupo que conta com mais de 500 investidores de 35 países e possui, actualmente, 20 projectos em Portugal, pretende, desta forma, reforçar a sua expansão em Portugal e na esfera internacional.

Com 16 anos de experiência no mercado imobiliário, nomeadamente no mercado turco, Safak Nervo é a nova chief commercial officer (CCO) da Optylonkrea, após três anos bem-sucedidos como head of Sales Department na empresa. Antes disso trabalhou na CBRE Turquia durante sete anos, na liderança de diferentes departamentos, antes de se mudar para Portugal. Tem provas dadas no mercado de Imigração de Investimento em Portugal, lidando com High-Net-Worth Individuals (HNWI), principalmente na angariação de fundos e venda de apartamentos turísticos desde 2016. É licenciada em City and Urban Planning pela Instanbul Technical University, na Turquia.

Vicent Escalas, na companhia desde 2019, assume o cargo de chief investment pfficer (CIO) da Optylonkrea. Tem quatro anos de experiência na relação com a banca de investimentos, através da Natixis Corporate, em Nova Iorque, e outros quatro anos na gestão de activos e investimento imobiliário em Lisboa. Mestre em Financial Economics pela Columbia Business School, nos Estados Unidos, e em Mathematical Finance, Mathematics and Computer Science pela École Nationale des Ponts et Chaussées, em França, Vicent possui uma vasta experiência na liderança e gestão de analistas.

O Grupo Optylon Krea tem reforçado a sua presença em Portugal, tendo anunciado no início do ano o objectivo de 300 milhões de euros de investimento para 2022/2023. Além da parte imobiliária, a LovelyStay, empresa do grupo que actua no mercado de alojamento local, prevê fechar 2022 com um portfólio de mais de 850 propriedades e um rendimento bruto para os seus clientes de mais de 19 milhões de euros.

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Casavo lança novo portal

Novo portal do programa “Casavo for Agents” permite aos agentes imobiliários receberem ofertas pelos seus imóveis, venderem as casas da Casavo e publicarem os seus próprios anúncios gratuitamente numa única solução digital integrada

A plataforma digital Casavo lançou um novo portal integrado no seu programa Casavo for Agents, que tem como missão apoiar o negócio das agências e dos consultores imobiliários. A nova plataforma permite que estes recebam ofertas pelos imóveis que estão a gerir, vendam casas da plataforma ou publiquem gratuitamente o seu portefólio através de uma única interface digital que integra todos os serviços.

Através da plataforma, os agentes podem preencher alguns dados sobre os imóveis sob sua gestão e conseguir uma oferta justa e adequada à média do mercado, em menos de 24 horas e com apenas alguns cliques. Por ser um comprador directo, a Casavo possibilita uma conclusão rápida do negócio, responsabilizando-se ainda pela gestão de todo o processo burocrático.

O novo portal oferece ainda a opção de venda em colaboração, na qual as agências e os consultores imobiliários podem aceder a todas as informações das casas renovadas pela Casavo, tendo a possibilidade de participar na respectiva revenda e ganhar comissões competitivas e bónus extra. Aos interessados nestes imóveis, a Casavo partilha o valor público anunciado para cada casa e a oferta mínima aceitável, com total transparência, permitindo-lhes ainda realizar o agendamento online das visitas.

Por fim, a Casavo passa agora a permitir que as agências imobiliárias parceiras possam publicar os seus anúncios gratuitamente na sua plataforma dedicada à venda de imóveis, sendo a qualidade dos anúncios previamente verificada pela equipa da Casavo. Através do novo portal, os agentes imobiliários podem assim divulgar, de forma simples, rápida, gratuita e sem limites, as casas que têm sob gestão, alargando o alcance e aumentando as probabilidades de venda.

“A Casavo tem como missão transformar o sector imobiliário, tornando-o mais eficiente, simples e transparente, sendo necessário criar novas soluções quer para clientes finais quer

para outros profissionais do sector. Neste sentido, acreditamos que as agências e os consultores também precisam de novas ferramentas que permitam trazer maior fluidez e eficiência ao mercado e contribuir para o aumento da sua transparência. Com esta oferta renovada, estamos a profissionalizar a nossa relação com as agências e com os consultores e acreditamos que juntos podemos oferecer uma solução mais forte, holística e completa ao mercado e responder melhor às necessidades dos clientes”, afirma Duarte Ferreira dos Santos, City Manager da Casavo em Lisboa.

A Casavo chegou a Portugal no início de 2022 e já realizou diversas transacções de compra e venda na cidade de Lisboa. A plataforma está também presente em Espanha, Itália e França e, no total dos quatro territórios, já realizou mais de mil milhões de euros em transacções. Conta com cerca de 4.000 agências parceiras espalhadas pela Europa, das quais 100 se situam em Portugal. O novo portal do programa “Casavo for Agents” será apresentado num evento dedicado a agências parceiras que decorrerá durante o mês de Novembro.

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Pedro Lancastre, director geral JLL

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Investimento imobiliário no 3º trimestre soma mais de 1.100 M€

Investimento imobiliário no acumulado do ano ascende a 1.920M€, dos quais 57% gerados no 3º trimestre. A actividade está apenas 100M€ abaixo do registado na totalidade de 2021, revela o estudo Market Pulse da JLL

Apesar do agravamento das condições macroeconómicas e da maior incerteza a nível internacional, o mercado imobiliário português continuou a exibir um forte desempenho no 3º trimestre de 2022, registando subidas em praticamente todos os segmentos, revela o estudo Market Pulse da JLL.

Depois de um arranque de ano mais tímido, o investimento imobiliário comercial disparou no 3º trimestre, ao longo do qual foram transaccionados 1.100 milhões de euros, elevando para 1.920 milhões de euros o volume total investido entre Janeiro e Setembro. O acumulado do ano fica 43% acima do registado no mesmo período de 2021 e vem reforçar as boas perspectivas traçadas para 2022, já que a três meses do final está a apenas 100 M de igualar dos €2.020 milhões investidos na totalidade do ano passado. As expectativas são para que a actividade supere em, pelo menos, 25% o resultado de 2021, apesar de se antecipar alguma revisão no valor dos activos nos próximos meses e consequentes ajustes em alguns preços.

O turismo também continuou a recuperar a bom ritmo, sendo que no final do 3º trimestre de 2022 os principais indicadores de performance não só superam largamente os níveis de actividade registados nos dois últimos anos como, na maioria dos casos, já tinham recuperado para patamares muito próximos de 2019, ano que marcou novos recordes neste mercado.

Sustentado pelo continuado desajuste entre a oferta disponível e a procura, também o mercado residencial continuou a exibir um desempenho resiliente no 3º trimestre, com preços que continuam a subir e uma estabilização nas vendas. A procura está activa, quer por parte dos nacionais quer dos internacionais, absorvendo rapidamente a oferta nova que vai chegando, patente no número crescente de unidades pré-reservadas no momento do lançamento dos projectos. Atendendo aos desenvolvimentos macroeconómicos, nos próximos meses é expectável que possa vir a acontecer alguma retracção natural neste mercado quer em termos de absorção quer no que respeita a um ajustamento de preços, sendo que este último deverá ocorrer sobretudo em zonas secundárias e onde o produto é menos diferenciado.

No mercado de escritórios, a actividade ocupacional soma mais de 293.000 m² nos primeiros nove meses do ano, no conjunto de Lisboa e Porto. Na capital, a um trimestre do final do ano já foi superado o recorde histórico de absorção registado em 2008, com os actuais 248.000 m² a confirmarem que 2022 será um ano sem precedentes para o sector. No Porto, a absorção até ao final de Setembro atingiu 45.230 m². A procura por grandes áreas, superiores a 1.000 m², continua fortemente activa, com muitas empresas a optarem por pré-arrendar os seus futuros escritórios entre os projectos actualmente em construção, de modo a garantir a ocupação de espaços mais qualificados e em conformidade com os seus critérios de sustentabilidade.

Fortemente alavancado pela recuperação do turismo, o retalho continua a fortalecer a sua actividade de forma transversal a todos os formatos, patente num footfall vigoroso quer nos centros comerciais quer no comércio de rua. Retomando os seus planos de expansão, as marcas mostram-se focadas em garantir espaços nas principais localizações do mercado, enfrentando, contudo, alguns constrangimentos impostos pela escassez de oferta disponível. E, apesar do aumento dos preços no consumidor, as perspectivas para as vendas a retalho mantém-se optimistas até ao final do ano, com destaque para os centros comerciais prime, retail-parks e stand alones, que estão a registar uma performance positiva sustentada pela chegada da época festiva.

No mercado industrial & logístico, a falta de oferta nova e de qualidade continua a travar um maior crescimento da actividade ocupacional que, ainda assim, já soma 323.000 m². O 3º trimestre foi especialmente dinâmico neste sector, contribuindo com cerca de 50% para a área ocupada no acumulado do ano, cerca de 163.000 m². O volume de procura por satisfazer continua, no entanto, a ser substancial nesta fase, fazendo com que continuem a ser anunciados novos projectos de promoção, onde é clara uma aposta na qualificação da oferta e na sustentabilidade ambiental. Contudo, a subida dos custos de construção tem vindo a impactar negativamente a calendarização inicial prevista para a conclusão do novo stock, o que continuará a dificultar a resposta à procura existente.

“O mercado imobiliário português continua a evoluir de forma muito positiva, apesar da conjuntura e condições macroeconómicas, registando crescimentos significativos em praticamente todos os segmentos transaccionais, comprovando não só a sua resiliência, mas também porque é uma das classes de activos preferidas para o investimento. O 3º trimestre não foi excepção e, tendo em conta todos os processos actualmente em curso e os contactos que diariamente chegam até à JLL, não há dúvida que 2022 poderá ser um dos melhores anos de sempre para o sector”, sublinha Pedro Lancastre, CEO da JLL Portugal. O responsável acrescenta que, “é evidente que temos muitos desafios pela frente devido ao contexto económico. Sem dúvida que prevemos um abrandamento de absorção e revisão de preços em diversos segmentos, mas o principal impacto deverá ser sentido sobretudo ao longo do próximo ano. Isto porque, apesar da crescente inflação e do aumento das taxas de juro, com a correspondente queda no poder de compra das famílias e capacidade financeira das empresas, a taxa de desemprego está em mínimos históricos e os níveis de poupança estão elevados. Além disso, mesmo com estes factores a afectarem potencialmente a dinâmica da procura, estamos num momento de mercado onde a oferta é claramente insuficiente nos mais diversos segmentos. Ou seja, mesmo sendo bastante adverso, o contexto macroeconómico não será, para já, suficiente para travar a procura de tal forma que os volumes de oferta existentes sejam suficientes para lhe responder”, defende.

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UCI Portugal assina manifesto ambiental

No âmbito do compromisso da Unión de Créditos Inmobiliarios com a sustentabilidade, patente na adesão a 9 dos 16 ODS da ONU. “Na nossa área traduz-se numa estratégia de estímulo à aquisição de casa com elevada eficiência energética e à renovação do parque habitacional”, refere Pedro Megre, CEO da UCI.

A Unión de Créditos Inmobiliarios (UCI) Portugal acaba de assinar o manifesto promovido pelo BCSD Portugal, uma associação empresarial, sem fins lucrativos, que agrega mais de 140 empresas de referência em Portugal e as ajuda na sua jornada para a sustentabilidade. O manifesto foi elaborado no âmbito do COP27, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que decorre no Egipto até 18 de Novembro.

“A assinatura deste manifesto ocorre no âmbito do compromisso da UCI Portugal com a sustentabilidade, que fica patente na adesão a 9 dos 16 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, entre os quais estão o contributo para a criação de cidades e comunidades sustentáveis e um alinhamento com a acção climática. O que na nossa área se traduz numa estratégia de estímulo à aquisição de casa com elevada eficiência energética e à renovação do parque habitacional”, refere Pedro Megre, CEO da UCI.

O manifesto lembra que “até 2030, será necessário reduzir as emissões globais de gases com efeito de estufa em 45%, em comparação com os níveis de 2010 – o que implica uma redução anual até 2030 superior à que ocorreu em 2020 devido ao confinamento provocado pela pandemia COVID-19, agora sem as nossas vidas e economias confinadas”.

Os signatários do manifesto pedem, ainda, a consolidação de um sistema de comércio de licenças de emissão global, nomeadamente através do alargamento dos mercados e sistemas de comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa a nível global e o aprofundamento e concretização da Lei Europeia do Clima, incluindo a adopção de um esquema de incentivos mais robusto e de uma fiscalidade mais verde.

A UCI é uma instituição financeira, que resulta de uma joint-venture participada em 50% pelo grupo BNP Paribas e Banco Santander, sendo uma instituição financeira registada junto do Banco de Portugal com 30 anos de experiência, presente em Portugal, Espanha, Grécia e Brasil contando com mais de 600 colaboradores. O seu objectivo é apoiar a procura de habitação e contribuir para a renovação do parque habitacional para alcançar cidades mais sustentáveis através da concessão de crédito para aquisição e obras.

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iCapital expande escritório de Lisboa

A expansão da presença em Portugal reflecte o rápido crescimento da pegada global da iCapital. Lisboa passará a ser o núcleo global da empresa para o desenvolvimento e operações tecnológicas

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É mais um reforço de peso no mercado de escritórios de Lisboa. A iCapital , a plataforma fintech focada no mercado mundial de investimentos alternativos para as indústrias de gestão de activos e de património, anuncia a recente expansão e abertura oficial do seu novo escritório em Lisboa, que funcionará como o núcleo global da empresa para o desenvolvimento e operações tecnológicas.

Nos últimos 24 meses, a iCapital aumentou os activos globais fora dos EUA de 8 mil milhões para 32 mil milhões de dólares, representando mais de 20% do total dos activos da plataforma da iCapital avaliados em 148 mil milhões de dólares. Lisboa faz parte da alargada presença internacional da fintech da qual fazem parte as cidades Zurique, Londres, Hong Kong, Singapura e Toronto, onde trabalham cerca de 230 dos 1.043 colaboradores totais agora baseados fora dos EUA.

A presença em Portugal é fundamental para as ambições globais da iCapital. Após a aquisição da empresa de desenvolvimento de produtos Runtime Group Ltd, sedeada em Portugal em Outubro de 2020, a iCapital expandiu significativamente a sua presença em Lisboa e emprega actualmente mais de 150 pessoas em Portugal, entre engenheiros, criadores, designers, operações, e funções centrais de apoio.

“A nossa expansão em Lisboa é de grande importância para a estratégia de crescimento global e irá melhorar ainda mais a tecnologia e as soluções da iCapital, alavancando a excelente reserva de talentos em Portugal”, refere Marco Bizzozero, head of international da iCapital. “Estamos muito satisfeitos por podermos abrir oficialmente o nosso novo escritório localizado numa das principais avenidas da cidade de Lisboa”.

O escritório de Lisboa da iCapital é liderado por Vanda de Jesus, que se juntou à empresa no início de Julho como country head de Portugal. Antes de entrar para a iCapital, Vanda de Jesus foi a directora executiva do Portugal Digital, responsável pela transformação digital do país.

“Estou orgulhosa por a iCapital estar a investir no talento local, transformando a forma como as indústrias de gestão de activos e de riqueza alavancam a tecnologia e proporcionam acesso e oportunidades de investimento no mercado privado a investidores individuais”, referiu Vanda de Jesus.

Com a recente expansão do escritório, o centro tecnológico e operacional pode acomodar até 250 pessoas na Avenida Liberdade,131. Com mais de 2.000 metros quadrados, a iCapital é o maior inquilino do edifício do século XVIII, ocupando três andares, assim como uma cafetaria no quarto andar.

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Portugal Sotheby’s Realty cresceu 40% em facturação desde Janeiro

Marca de imobiliário residencial de luxo regista um crescimento de 40% da facturação face a igual período de 2021. Desde o início do ano foram realizadas 477 transacções, mais de 32%, em comparação com o período homólogo

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A Portugal Sotheby’s Realty, revela que registou um crescimento da facturação de 40% entre Janeiro e Outubro de 2022, face a igual período de 2021. No mesmo período foram realizadas 477 translações o que representa um aumento de 32%, face ao mesmo período do ano transacto O preço médio das translações foi superior a 1 milhão de euros.

Já no que diz respeito às nacionalidades dos seus clientes, a Portugal Sotheby’s Realty revela que vendeu imóveis de luxo a 29 nacionalidades diferentes nos primeiros dez meses do ano. Portugal, Estados Unidos, Reino Unido, e Alemanha surgem como as quatro principais nacionalidades dos clientes que mais compraram imóveis de luxo.

Neste contexto, a Portugal Sotheby’s Realty salienta ainda a crescente e forte procura por parte de clientes norte-americanos que não só não constavam no top das nacionalidades há cinco anos como estão inclusive no primeiro lugar dos clientes que mais compraram imóveis de luxo na região de Lisboa.

“Os primeiros dez meses de 2022 foram marcados pelo acentuado crescimento e forte dinamismo da nossa marca, quer a nível nacional quer a nível internacional, como demonstra a evolução sustentada da nossa facturação e o reforço da nossa presença através de novos escritórios, de novos profissionais e de novos departamentos”, afirma Miguel Poisson. O CEO da Portugal Sotheby’s Realty salienta que “os números alcançados são bastante significativos e comprovam a qualidade dos nossos recursos humanos, a robustez do mercado de luxo (mesmo em contexto de inflação elevada e aumento das taxas de juro) e a apetência pelo nosso país que continua a oferecer uma proposta de valor única para quem quer investir ou viver em Portugal”, sustenta.

Com o objectivo de consolidar a sua presença no mercado nacional, a Portugal Sotheby’s Realty criou um departamento de Empreendimentos, com uma forte aposta nas componentes de tecnologia e de marketing e uma maior proximidade com os promotores, propondo-lhes não só oportunidades de compra, em terrenos, edifícios por reabilitar, entre outros, com informação crucial de mercado para integrar nos projectos de arquitectura (partilhando tendências de mercado, as amenities mais valorizadas, etc.) e colocando obviamente toda a força de vendas em prol do projecto.

Através desta divisão, a marca de imobiliário residencial de luxo comercializou com sucesso vários empreendimentos residenciais de luxo. Exemplo disso foi o empreendimento Maison Eduardo Coelho, situado em Lisboa e que foi vendido em tempo recorde; o empreendimento Sun Cliffs Resort, situado em Lagos e que já está mais de 30% vendido; e, mais recentemente, o empreendimento Greens Vilamoura, situado em Vilamoura, com apartamentos focados na sustentabilidade, lançado há um mês e já com 40% das unidades vendidas em 30 dias.

A suportar o forte crescimento da Portugal Sotheby’s Realty estão vários factores externos, como a forte procura internacional ou a aposta dos investidores no mercado imobiliário como sector de refúgio em detrimento de outras alternativas de investimento, mas sobretudo diversos factores internos, como o maior investimento em marketing, a forte aposta em tecnologia e ainda o novo modelo de comissionamento com a remuneração mais completa e atrativa do segmento da mediação imobiliária de luxo em Portugal.

Este modelo, que integra várias vertentes de desenvolvimento pessoal e profissional, inclui formações diferenciadoras (redes sociais, marketing digital e ainda formações executivas de alto nível em gestão para os melhores Private Brokers), e permite o acesso a uma rede de clientes nacionais e internacionais e a um vasto portfólio de imóveis de luxo, permitindo aumentar a divulgação internacional e captação de clientes internacionais através das filiais da marca presentes em mais de 80 países.

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Quinta do Cedro e Paulo Duque entram em fase de comercialização

Os dois projectos da Vogue Homes, encontram-se localizados na frente ribeirinha da zona de Dafundo-Algés e têm assinatura de Luís Rebelo de Andrade

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Dois dos projectos da Vogue Homes, Quinta do Cedro e Paulo Duque, localizados na frente ribeirinha da zona de Dafundo-Algés, estão já em fase de arranque das obras e dão início à comercialização.

O empreendimento Quinta do Cedro é dedicado ao uso habitacional e composto por 22 unidades, em linha com “os altos padrões de qualidade”. É constituído por cinco fracções de tipologia T1 e tipologia T2, seis fracções de tipologia T3, sendo duas delas penthouses, e quatro fracções de tipologia T4 e duas T4 duplex.

No Quinta do Cedro a inspiração do projecto, desenvolvido pelo gabinete de arquitetura Luís Rebelo de Andrade, recaiu sobre o jogo de luz natural recortado pela originalidade das fachadas, nos acabamentos irrepreensíveis, na qualidade e nos detalhes. Todo este empreendimento foi desenhado de forma a proporcionar uma vida saudável em família, que começa e se estende ao equilíbrio dos diferentes espaços de cada habitação.

Os pisos superiores estão exclusivamente dedicados às tipologias habitacionais e acessos a terraços privativos exteriores, com duas piscinas na cobertura, em cada penthouse disponível. Já o piso térreo dispõe das áreas dedicadas aos átrios principais de entrada no edifício e de uma área dedicada a jardins privados, igualmente com uma piscina comum.

Do outro lado dos Jardins do Cedro, encontra-se o projecto Paulo Duque, “um empreendimento habitacional mais intimista” e que se apresenta como “uma opção segura e responsável para quem escolhe morar perto do centro de Lisboa e ao mesmo tempo estar junto da natureza”. Localizado junto à linha de praia entre Oeiras e Cascais, este empreendimento habitacional é composto por seis unidades de tipologias T3 Duplex e T2, com características distintas como áreas amplas luminosas e acabamentos de elevada qualidade com espaços exteriores integrados.

A cor verde destaca-se neste espaço de carácter contemporâneo pelos materiais e técnicas utilizadas, a cor predominante do projecto e toda a carga positiva que tem associada. O jardim vertical situado na penthouse é disso um bom exemplo, pensado em detalhe pela equipa de arquitectos do gabinete Luís Rebelo de Andrade.

Para este projecto foi, igualmente, pensado um novo sistema de fachada que permite trazer uma maior ligação aos Jardins do Cedro. Com isto, conseguiu-se concretizar uma frente mais dinâmica que permite uma melhor entrada de luz nas divisões. A escolha recaiu para um cerâmico vidrado tridimensional de forma hexagonal, cujo tom verde-garrafa cria um jogo de luz e reflexo, que muda ao longo do dia, conforme a exposição solar.

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‘Base’ da CBRE cresce em Lisboa

“Este novo escritório foi totalmente pensado para as nossas pessoas, uma vez que foram parte integrante das decisões e por ser o local onde se reúnem por excelência. Queremos dar a melhor experiência possível à nossa equipa no seu dia-a-dia mas, também, aos clientes que nos visitam regularmente”, refere Francisco Horta e Costa, Managing Director da CBRE Portugal

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A consultora CBRE anunciou o arranque do processo de expansão do seu escritório em Lisboa, ao qual designou ‘The Base’. O nome surge pelo facto de este escritório ser a base da operação da empresa em Portugal.

Localizado no piso 5 do edifício Amoreiras Square (onde a consultora já estava anteriormente localizada), este escritório de 660 metros quadrados reúne diferentes características que fomentam a inovação, cocriação, criatividade e colaboração entre as equipas.

Tendo já inaugurado o 5º piso (numa primeira fase da expansão), a CBRE Portugal irá agora avançar com uma nova obra no 8º piso do mesmo edifício, que estará pronta em março de 2023, ampliando até essa data o espaço total de escritório para cerca de 1.300 metros quadrados e distribuindo, assim, a equipa pelos dois pisos, num modelo de total flexibilidade e hot desk. A arquitetura e gestão de projeto foi totalmente desenvolvida internamente, pela equipa de Project Management e Design da CBRE, enquanto a execução da obra ficou a cargo da Vector Mais.

“Este novo escritório foi totalmente pensado para as nossas pessoas, uma vez que foram parte integrante das decisões e por ser o local onde se reúnem por excelência. Queremos dar a melhor experiência possível à nossa equipa no seu dia-a-dia mas, também, aos clientes que nos visitam regularmente. Estarmos juntos faz parte da nossa cultura corporativa mas é certo que para fomentar este encontro é necessário que as pessoas se sintam bem no espaço que lhes oferecemos e, acima de tudo, que encontrem as condições ideais para desempenhar a sua função”, sublinha Francisco Horta e Costa, Managing Director da CBRE Portugal.

“A forma de trabalhar mudou e a CBRE quer liderar essa mudança de paradigma. Desenhámos um espaço totalmente state of the art, confortável e flexível, no qual as pessoas podem trabalhar mas, sobretudo, estar juntas. No mesmo escritório reunimos uma enorme variedade de espaços com diferentes funcionalidades e vivências, tudo pensado ao pormenor para elevar a nossa cultura e o espírito de equipa que nos caracteriza”, afirma Nelson Paciência, responsável de arquitetura na CBRE Portugal.

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“Acabar com vistos gold é uma decisão incongruente”, defende APEMIP

Na opinião dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal “pensar, apressada e emotivamente, que erradicar o Programa é a solução para acabar com a corrupção ou a especulação imobiliária, é puro devaneio”

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“Pensar em acabar com um programa que em dez anos atraiu para o país cerca de 7.000 milhões de euros e foi catalisador determinante da reabilitação urbana e imobiliária empreendida nos centros históricos de Lisboa e Porto parece-nos uma decisão incongruente”, afirma a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) no comunicado enviado às redacções.

Na opinião dos representantes das empresas de mediação imobiliária “a avaliação que o Governo está a realizar de uma década do Programa “ARI” e que tem permitido o acesso temporário (dez anos) a um visto de residência, na sequência da aquisição de um imóvel de valor igual ou superior a 500.000 euros, justifica-se e, decerto, haverá mudanças e melhoramentos a realizar”. “Mas pensar, apressada e emotivamente, que erradicar o Programa é a solução para acabar com a corrupção ou a especulação imobiliária, é puro devaneio”, defendem.

A APEMIP vai mais longe e sublinha que “afirmar, como verdade incontestável, que o Programa é responsável pela alta generalizada dos preços das casas e, por isso, causador das carências generalizadas de habitação no nosso país, peca por desonestidade intelectual e alheamento da realidade”.

Ironizando a associação reconhece que “é um facto que os estrangeiros que adquirem imóveis que se encontram em localizações caras e com valores acima de meio milhão de euros vêm aumentar a pressão da procura nesse nicho de mercado. Só que não se entende quais são “as consequências sociais” desse facto, excepto para os Portugueses que pretendem adquirir imóveis de 600, 700, … ou um milhão de euros!”.

Relembrando que ao longo dos últimos 10 anos os imóveis transaccionados ao abrigo do programa dos vistos gold representaram apenas 0,6% das transacções realizadas nesse período em Portugal, “o programa determina um conjunto muito claro de regras que têm por objectivo assegurar a legitimidade da proveniência dos capitais utilizados na aquisição. Neste sistema de controlo estão o Banco de Portugal, o SEF, os Bancos Portugueses, os advogados, os notários, as imobiliárias e os promotores, sendo necessário e fundamental que todos cumpram o seu papel. Se não o fazem, ou o fazem imperfeitamente, a culpa poderá não estar no Programa mas naquilo que é uma velha ‘pecha’ portuguesa: fiscalização, vistoria, monotorização, regulação de cumprimento…”, argumentam os profissionais do sector.

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Imobiliário

LUMINO coloca 7 unidades de retalho no mercado

Cushman & Wakefield foi escolhida pelo LUMINO para a comercialização de sete lojas destinadas ao retalho, sendo este um empreendimento de uso misto, constituído por habitação de gama alta, uma residência de estudantes e uma componente de comércio, desenvolvido pela TPG Real Estate e pela Round Hill Capital

O LUMINO é considerado um dos maiores investimentos imobiliários privados em construção no centro de Lisboa, arrancou em Fevereiro de 2020 e está situado num terreno de 20.000 m², onde funcionava a antiga cervejaria “Estrela”. O empreendimento totaliza 40.000 m² de área construída, 27.000 m² dos quais dedicados a habitação, 10.000 m² a residências de estudantes e cerca de 1.000 m² a espaços de retalho. Com vista para o icónico Campo Pequeno, e para um grande jardim interior, o LUMINO promete trazer uma nova vida a este histórico bairro.

As sete unidades de retalho que estão a ser comercializadas pela Cushman & Wakefield, localizadas em plena zona prime, – com espaços entre 48 e 415 m² – beneficiam da proximidade ao Campo Pequeno, bem como a importantes pontos da cidade, como a Avenida da República ou o Saldanha, onde se concentram Hotéis, Escritórios e comércio local. Estas lojas vêm, assim, dar resposta à procura gerada pelo próprio LUMINO, respondendo às necessidades dos residentes dos cerca de 300 novos apartamentos e 380 quartos para estudantes.

“O Campo Pequeno tem-se vindo a afirmar como uma localização trendy da cidade e estas lojas vêm reforçar a resposta às necessidades diárias de quem por lá habita ou trabalha. Esta é também uma oportunidade para o investimento no comércio de proximidade, sendo esta uma tendência cada vez mais relevante no panorama do retalho”, afirma Sandra Campos, partner e directora do departamento de retalho da Cushman & Wakefield.

Desta forma, o LUMINO pretende satisfazer todas as necessidades quer sejam de âmbito laboral, social ou lazer afirmando-se como um destino de Lifestyle.

“A comercialização destas lojas vem reforçar o posicionamento do LUMINO como um novo empreendimento âncora de uso misto no centro da cidade de Lisboa, com espaços de retalho que complementam e acrescentam valor à restante oferta, beneficiando de uma grande exposição e localização privilegiada, servida por espaços verdes, estacionamento e
excelentes acessos, dando assim resposta às necessidades da comunidade envolvente, ao mesmo tempo que trarão certamente uma nova dinâmica ao comércio de rua numa das zonas mais emblemáticas da capital, como é o Campo Pequeno“, acrescenta João Pita, country lead da Round Hill Capital em Portugal.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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