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Remax: Volume de transacções de prédios aumentou 38,1% em 2021

Transacções corresponderam a um volume de preços na ordem dos 175 M€, que, na sua maioria teriam como objectivo a reabilitação dos imóveis, segundo a imobiliária

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Remax: Volume de transacções de prédios aumentou 38,1% em 2021

Transacções corresponderam a um volume de preços na ordem dos 175 M€, que, na sua maioria teriam como objectivo a reabilitação dos imóveis, segundo a imobiliária

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Em 2021, a Remax foi responsável por um total de 634 transacções imobiliárias, mais 38,1% que em 2020, correspondendo a uma média de 52,8 transacções por mês. O valor médio por prédio fixou-se nos 515 mil euros, a que corresponde um volume de preços na ordem dos 175 milhões de euros, e, de acordo com a empresa, e grande parte destas transacções teriam como objectivo a reabilitação dos imóveis.

Os dados agora revelados indicam que a maioria dos prédios comercializados destina-se a reabilitação, contribuindo, neste sentido, para a revitalização de várias áreas urbanas subvalorizadas e para um consequente desenvolvimento sustentável do mercado habitacional.

“O segmento da reabilitação urbana tem revelado bons índices de crescimento e existe um enorme potencial de desenvolvimento, por via de um relativo atraso acumulado ao longo de décadas. Os municípios devem assumir que algumas da suas áreas carecem de uma intervenção mais profunda, de uma forma integrada e articulada, com o objectivo não apenas de reabilitar edifícios, mas também o requalificar todo o seu tecido urbano. O segmento habitacional será, logicamente, sempre o de maior interesse, pelo facto de ser o mais urgente para a retenção das populações e o que apresenta um retorno mais rápido do investimento”, explica Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal.

A responsável sublinha que “no último ano, a rede RE/MAX registou um crescimento significativo na venda de prédios, com estes primeiros meses do ano a reflectirem a mesma trajectória de crescimento, reflexo de vários factores, como o aumento da dimensão orgânica da rede, o crescimento do dinamismo do mercado imobiliário e, claro, um aumento dos investidores internacionais, após um ano de 2020 pautado por uma certa estagnação causada pela pandemia”.

Dos compradores, a grande maioria são nacionais (84,5%), com o distrito de Lisboa a ser o mais representativo. Nos dois primeiros meses de 2022, a rede vendeu já o dobro dos prédios comercializadas em igual período de 2021, o que revela uma tendência de crescimento.

Dos compradores nacionais, a maior percentagem de transacções em 2021 verificou-se no distrito de Lisboa. Já os distritos de Setúbal e Porto assumem a 2ª e 3ª posição, representando cerca de 15,8% e 10,7%, respectivamente, a nível nacional. Não obstante, há também registo de prédios comprados em vários outros distritos como são o caso de Coimbra (7,3%), Leiria (5,2%), Castelo Branco (4,1%), entre outros. Realçar que nos primeiros dois meses de 2022, o distrito de Leiria tem ganho importância, já ultrapassando, neste período, o de Coimbra.

Ao nível dos compradores internacionais, o destaque em termos do número de imóveis vai para a nacionalidade chinesa (1,9%), seguindo-se a francesa (1,7%), alemã (1,6%), brasileira (1,4%), inglesa (1,3%) e norte-americana (1,2%). Outro dado a reter foi o facto de o segmento ter contado com intervenção de mais de 30 nacionalidades, oriundas dos cinco continentes

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ABAI reforça investimento e anuncia nova sede na Torre Oriente

Empresa espanhola anunciou recentemente um volume de negócios de 114,5 milhões de euros no último ano fiscal

A empresa espanhola ABAI, especialista em outsourcing de processos empresariais, abriu a sua nova sede em Lisboa, na Torre Oriente, junto ao Centro Comercial Colombo. O espaço composto por dois andares e com capacidade para receber um total de 500 profissionais, funcionará como um novo centro de atendimento ao cliente, tendo a Endesa como principal cliente, bem como a Arval – BNP Paribas Group ou a AVAYA.

A ABAI iniciou a sua actividade em Portugal em Abril de 2021 através da aquisição da Leads4sales, empresa portuguesa especializada em marketing digital e geração de leads, como parte do seu Plano Estratégico de Aquisição e com o objectivo de reforçar a sua posição no sector de outsourcing do processo empresarial.

A nova sede destaca-se pela sua robustez e segurança em redes locais e internacionais para apoiar projectos globais em línguas diferentes (inglês, francês, espanhol, entre outras) de clientes nearshore (com fuso horário idêntico) e locais. Além disso, as instalações estão totalmente equipadas para garantir a segurança dos colaboradores.

O novo centro de atendimento ao cliente, que servirá várias áreas geográficas a nível nacional e internacional, é uma plataforma chave para a empresa e uma porta de entrada para clientes importantes.

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CIN é a 11º maior fabricante de tintas e vernizes da Europa

Em 2021, as receitas obtidas pela CIN, situadas nos 365 milhões de euros, permitiram a subida de duas posições no ranking europeu 13º para 11º lugar, espelhando um aumento 12% face aos resultados de 2020

A CIN, foi distinguida pelo European Coatings Journal como o 11º maior fabricante do sector a nível europeu. Em 2021, as receitas obtidas pela CIN, situadas nos 365 milhões de euros, permitiram a subida de duas posições no ranking europeu 13º para 11º lugar, espelhando um aumento 12% face aos resultados de 2020.

Todos os anos, os editores do European Coatings Journal publicam o ranking dos 25 fabricantes de tintas e revestimentos mais vendidos na Europa. Os resultados apurados têm por base as receitas de cada empresa, os quais incluem aquisições e fusões.

João Serrenho, Presidente do Conselho de Administração da CIN salienta o “que este é um marco importante e que evidencia o investimento constante em inovação e desenvolvimento e, simultaneamente, a perseverança de valores tão basilares para a CIN como o rigor e a qualidade”.

Apesar do contexto pandémico vivido em 2021, e o contexto de dificuldade de obtenção de matérias-primas, a CIN atingiu resultados recorde durante o ano. A sub-unidade de negócio de Tinta em Pó da CIN Indústria superou o patamar das 10.000 toneladas fabricadas e a unidade de negócios de Construção Civil em Portugal alcançou um volume de negócios de 140 milhões de euros. Os resultados obtidos nas outras Unidades de Negócio da marca permitiram que, no final de 2021, a CIN alcançasse um volume de negócios total de 365 milhões de euros, um crescimento de 12% face a 2020.

Actualmente, a CIN conta com uma capacidade instalada de 135 mil toneladas, apoiada por 14 centros de armazenamento e distribuição – equivalente a mais de 150 mil metros quadrados de área –, a produção é assegurada por 10 fábricas localizadas em Portugal, Itália, Espanha, França, Angola e Moçambique.

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Daikin Europe investe 300M€ na nova fábrica de bombas de calor na Polónia

A Daikin Europe N.V. anunciou que irá investir 300 M€ na construção de uma nova fábrica em Lódz, na Polónia, que será a primeira base de produção da Daikin no país. A nova fábrica irá produzir unidades do tipo bomba de calor residencial e dará início às operações em Julho de 2024

Estes investimentos complementam os 840 milhões de euros destinados ao plano de gestão estratégica FUSION 25 da Daikin Europe que foi anunciado no ano passado, e os novos investimentos nas fábricas já existentes. Assim, o investimento total da Daikin Europe será superior a 1,2 mil milhões de euros até 2025.

No plano FUSION 25, a Daikin considera que a Europa é a região prioritária para a expansão do seu negócio de aquecimento principalmente ao nível do desenvolvimento e produção das soluções bomba de calor. “Na qualidade de empresa líder do mercado europeu do aquecimento com tecnologia bomba de calor, a Daikin aceitou o desafio de contribuir para a mudança de paradigma social das soluções de caldeiras que utilizam combustíveis fósseis para as mais modernas e eficientes bombas de calor. Neste âmbito, temos vindo a reforçar as nossas capacidades de desenvolvimento de produtos e serviços, e decidimos agora estabelecer uma nova fábrica na Polónia. Esta fábrica terá a maior capacidade de produção e distribuição do Grupo Daikin Europe ao nível das bombas de calor. Com este investimento, pretendemos conquistar a maior quota de mercado em todos os maiores países”, justificou o presidente da Daikin Europe, Toshitaka Tsubouchi (na imagem).

“Estamos a expandir a nossa capacidade de produção através de investimentos de capital e aumento do emprego nas nossas fábricas de bombas de calor na Europa. A decisão de estabelecer esta fábrica inteiramente nova na Polónia demonstra que a Daikin está a responder com firmeza à crescente procura na Europa. A Polónia é um país que conta com um elevado número de trabalhadores qualificados e a nova fábrica irá empregar 1.000 pessoas até 2025. Os nossos esforços vão permitir-nos produzir 4 vezes mais o actual volume até 2025, e criar um sistema de produção com um abastecimento estável a um mercado em rápido crescimento. Com esta nova fábrica, damos continuidade à nossa estratégia de proximidade, o que significa que todos os produtos de aquecimento vendidos na Europa são também fabricados na Europa”, declarou Hiromitsu Iwasaki, Vice Presidente da Daikin Europe.

Ao longo da última década, o mercado europeu de bombas de calor para aquecimento cresceu a bom ritmo, com uma expansão para mais de 1 milhão de unidades vendidas por ano em 2021. “Com o Pacto Ecológico Europeu, os líderes europeus definiram um caminho claro para a Europa se tornar um continente neutro em termos climáticos até 2050. O resultante pacote Fit for 55 e o mais recente plano REPowerEU aumentam a velocidade de ação para reduzir as emissões e a dependência dos combustíveis fósseis na Europa. As bombas de calor desempenham um papel fundamental para a concretização destas ambições, pelo que esperamos que se verifique uma adopção generalizada das bombas de calor nos próximos anos. Até 2025, espera-se que sejam instaladas anualmente pelo menos 3 milhões de unidades de bombas de calor para aquecimento, o que representa uma taxa de crescimento anual de cerca de 30%. Obviamente, com a Daikin, pretendemos reafirmar a nossa liderança com um investimento a pensar no futuro”, sustentou Patrick Crombez, Director Geral da Daikin Europe Heating and Renewables

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Lisboa antecipa em 20 anos meta para a neutralidade carbónica

Para que Lisboa seja uma cidade climatericamente neutra, a aposta recai na iluminação pública através de LED, o projecto Lisboa Solar, a utilização das águas residuais para a rega e lavagem das ruas e a gratuitidade dos transportes públicos

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O município de Lisboa vai antecipar em vinte anos os objectivos traçados para a descarbonização da cidade, inicialmente previstos para 2050. O anúncio foi feito por Filipe Anacoreta Correia, vice-presidente da Câmara, durante o debate “Autarcas pelo Clima”, que decorreu hoje na Nova BSE, acrescentando que Lisboa “está na vanguarda da neutralidade carbónica”.

A selecção de Lisboa pela Comissão Europeia como uma das cidades para participar na Missão da UE para 100 cidades neutras e inteligentes até 2030, a chamada “Missão Cidades”, vai permitir “desbloquear oportunidades de financiamento europeias e nacionais para atingir esses objectivos”, disse Filipe Anacoreta Correia. “Apesar de as metas fixadas serem muito exigentes, a Câmara de Lisboa vai antecipar grande parte delas para 2030”, sublinhou o vice-presidente da autarquia da capital, acrescentando que uma das prioridades da autarquia é “ganhar contratos climáticos”.

Para que Lisboa seja uma cidade climatericamente neutra, muito contribuirá a aposta do executivo camarário na iluminação pública através de LED, o projecto Lisboa Solar (instalação de sistemas solares nos edifícios municipais) e a utilização das águas residuais para a rega e para a lavagem das ruas.

A gratuitidade dos transportes públicos é outra das medidas, uma vez que “mais de 50% das emissões de carbono está ligada aos transportes”, acrescentou.

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astratec “deu” luz ao Tesouro Real

A astratec foi responsável pelo projecto de iluminação do novo Museu do Tesouro Real, na nova ala do Palácio Nacional da Ajuda. Um projecto que durou quatro anos, necessitou de 537 projectores e quase quatro quilómetros de fibra

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Levar o visitante a ter uma experiência única, onde através do percurso vai conhecer um pouco da história portuguesa e ver a riqueza das peças em exposição foi o grande desafio colocado à astratec.

“Quisemos garantir que o visitante tem a percepção da verdadeira beleza de cada peça, e numa caixa-forte com níveis de luz reduzidos, com 736 peças em exibição, muitas delas pela primeira vez, foi necessário recorrer a software especial que permitisse modular tridimensionalmente todos os espaços”, afirma Pedro Telhado, CEO da astratec.

O projecto teve a duração de 4 anos, e a solução encontrada passou pela utilização de Fibra Óptica em todas as vitrines, que consiste num sistema em que a fonte de luz, onde há consumo de energia eléctrica, produção de calor e radiações nocivas, fica no exterior da vitrine, sendo a luz conduzida para o interior através de um conjunto de fibras ópticas de material acrílico, e termina com os diversos projectores onde a luz é controlada e é a focada no objecto a iluminar. Desta forma é possível retirar todo o calor, radiação nociva e energia eléctrica do interior da vitrine, assegurando que a integridade das peças é salvaguardada.

Em todo o Museu foram utilizadas tonalidades quentes, mais adequadas para estes níveis de luz mais reduzidos, mas também para realçar a maioria das peças em ouro. No entanto, pela especificidade de algumas das valiosas peças em exposição, foram criadas soluções adequadas para algumas peças de forma individual, como por exemplo na vitrine da Baixela de Germain, onde foi utilizada uma tonalidade mais fria, ou na vitrine da Ordem do Tosão, onde foram colocados vários pontos de luz para provocar diversos brilhos quando o visitante se move em torno da vitrine.

Toda a iluminação tem nos bastidores um sistema de controle, que permite actuar em cada aparelho se necessário, regulando a sua intensidade, criando assim o cenário perfeito para o visitante, mas assegurando, níveis bem mais elevados para limpeza e manutenção.

“Desde o primeiro momento sentimos que fazíamos parte de um projecto único, com enorme responsabilidade e que o desafio nos iria impor um enorme rigor e dedicação profissional. Entrámos numa fase inicial e saímos na véspera da inauguração, assegurando a nosso apoio a todas equipas que fizeram este projecto avançar”, reforça Pedro Telhado.

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Gree apresenta Pular, a nova série de Monosplits da gama doméstica

De classe energética A++ em modo de arrefecimento e A+++ em modo de aquecimento, com um melhorado SEER de 7 e SCOP de 5,1, a série Pular oferece uma eficiência elevada devido ao gás refrigerante ecológico R32

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A nova série Pular da Gree apresenta-se em quatro potências distintas – 2,7, 3,5, 5 y 7 kW. Com um design cuidado e minimalista e uma ampla variedade de funções, tornando-se na melhor opção para qualquer espaço. Além disso, a série de Monosplits da Gree, que inclui painel retroiluminado, oferece rendimentos e características que permitem chegar às necessidades de eficiência energética e conforto dos utilizadores.

De classe energética A++ em modo de arrefecimento e A+++ em modo de aquecimento, com um melhorado SEER de 7 e SCOP de 5,1, a série Pular oferece uma eficiência elevada devido ao gás refrigerante ecológico R32. Também a tecnologia Inverter DC, que melhora significativamente a poupança, para além da fiabilidade, a protecção e o controle do equipamento, e o modo Poupança de Energia, que regula o sistema on/off das unidades para permitir reduzir mais o consumo eléctrico.

Com a série Pular, a Gree visa também maximizar o conforto e a comodidade dos seus utilizadores. Com as funções do Turbo Cooling é possível alcançar a temperatura desejada de forma mais rápida, o I Feel ajusta o funcionamento do equipamento a todo o momento através do sensor de temperatura integrado no controle remoto e o Desumidificador, extrai a humidade do espaço secando o ambiente para melhorar o conforto.

À semelhança de outros equipamentos de última geração, também estes podem ser controlado através do WiFi, através de um Smartphone e, agora também, através dos assistentes de voz mais populares, Google Home e Alexa. A série Pular conta, ainda, com funcionalidades que facilitam a sua operação como o Modo Fora de Casa, que impede que a temperatura do espaço baixe dos 8°C para proteger o edifício e as canalizações, ou o Reinício Automático Inteligente. Este último permite que, após um corte de electricidade, as unidades voltem a activar-se automaticamente no último modo configurado.

A série de Monosplits Pular conta com a função Auto Clean X-Fan, que evita a formação de bolor mantendo em funcionamento o ventilador da unidade interior até eliminar a condensação assim que desligamos. Também a Protecção Blue Fin, que previne a corrosão, e o Descongelação Inteligente, que minimiza o tempo em que deixa de sair ar quente pela unidade interior enquanto se descongela o exterior.

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Jeroen Dickhoff é a nova aposta da Schindler Ibéria para liderar departamento de Novas Instalações

Com esta contratação a empresa espera fazer grandes avanços na área de gestão e captação de Clientes

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A Schindler Ibéria reforçou a sua equipa com Jeroen Dickhoff, que se juntará à multinacional suíça a partir de 1 de Agosto, como director de Novas Instalações para Espanha e Portugal.

Licenciado em Negócios Internacionais pela Universidade de Tilburg (Holanda), Dickhoff tem mais de 17 anos de experiência nas áreas de ferramentas eléctricas e tecnologias, materiais e indústria da construção.

Em 2005 iniciou a sua carreira no departamento Comercial e Vendas da Robert Bosch, onde passou a maior parte da sua carreira em diferentes cargos, especializando-se em vendas, marketing e gestão de equipas e projectos.

Desde Abril de 2021 ocupava o cargo de director geral da divisão Danogips, na multinacional Knauf, um dos principais fornecedores de materiais de construção. A sua especialização em vendas, marketing e gestão de equipas e projectos, combinada com a visão holística que tem de viver em sete países, dotou-o de fortes competências na área da análise de dados, gestão, tomada de decisões e uma filosofia de trabalho orientada para os resultados.

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Sierra evitou custos de 14,5 M€ com a implementação de medidas de ecoeficiência

O Programa de eficiência energética criado pela Sierra permite poupar mais de 20 mil MWh anualmente. A Sierra reduziu as suas emissões de CO2 em 84% desde 2005 e o consumo de electricidade em 66% desde 2002

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Há mais de duas décadas que a Sonae Sierra integrou a sustentabilidade na sua estratégia de negócio e desde então sempre a manteve como pilar do posicionamento em todos os eixos e áreas de negócio, para continuar a entregar soluções com valor partilhado para o negócio, o ambiente e a sociedade. A estratégia de gestão sustentável permitiu à empresa evitar 14,5 milhões de euros em custos operacionais em 2021.

Só o programa de eficiência energética Bright, criado pela Sierra, permitiu identificar mais de 700 oportunidades de melhoria desde 2012, que geram uma poupança potencial de mais de 7 milhões de euros ao ano. Em 2021 a Sierra evitou 12,3 milhões de euros em custos com energia e o consumo de electricidade baixou 2% desde 2020.

“O novo ciclo iniciado pela Sierra em 2021 reforça a estratégia de sustentabilidade da empresa, que sempre representou um elemento de diferenciação no mercado. Temos apresentado resultados muito positivos graças a uma gestão racional dos recursos naturais e da melhoria das condições de segurança e saúde, mantendo sempre a ambição de melhoria. Queremos alcançar a neutralidade carbónica em 2040, o que significa antecipar em 10 anos a meta da Comissão Europeia”, avança Elsa Monteiro, directora de Sustentabilidade da Sonae Sierra

A empresa reduziu as suas emissões de CO2 em 84% desde 2005 e o consumo de electricidade em 66% desde 2002. A percentagem de reciclagem de resíduos cresceu 239% desde 2002 e, no que toca ao consumo de água, este diminuiu 41% desde 2003. A percentagem de água reciclada e reutilizada situa-se nos 6%.

No final do ano passado, cerca de 58% dos activos sob gestão da Sierra detinham a certificação de sustentabilidade ambiental de edifícios BREEAM. 38% estão certificados com a norma de gestão ambiental ISO 14001 e com a norma de Gestão da Segurança e Saúde ISO 45001.

A empresa foi também a primeira do sector imobiliário em Portugal a refinanciar parte da sua dívida através da emissão de obrigações ligadas a sustentabilidade (Sustainability-Linked Bonds), nomeadamente às emissões de CO2 e às taxas de reciclagem dos Centros Comerciais por si geridos e detidos.

Ainda em 2021, a Sierra alcançou, pelo 12.ª ano consecutivo, o nível Green Star no GRESB Benchmarking. Os fundos Sierra Prime e Iberia Coop obtiveram a classificação 5 estrelas, atribuída pela GRESB Real Estate Assessment, uma organização que avalia o desempenho Ambiental, Social e de Governação de activos imobiliários à escala mundial. Ao longo do ano, a Sierra deu aos seus colaboradores mais de 14 mil horas de formação e registou um aumento de 2,6% no número de mulheres que ocupam cargos de liderança.

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Rehau desenvolve sistema para renovação do ar interior

O Awadukt Thermo oferece todas as possibilidades de instalação possíveis, uma vez que proporciona aos arquitectos a máxima liberdade de desenho graças aos seus tubos de ar enterrados a uma profundidade de aproximadamente 1,5 metros

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Na Rehau, conscientes da importância da renovação do ar interior e com o objectivo de oferecer “as melhores soluções aos seus utilizadores”, a empresa desenvolveu o sistema Awadukt Thermo.

Se pensarmos que o ar condicionado, clima, ventilação e segurança impede frequentemente que novos edifícios e edifícios eficientes do ponto de vista energético abram janelas para ventilar os espaços e que cada pessoa precisa de aproximadamente 600 litros de ar novo por hora para que não surjam problemas de concentração, fadiga, irritação e baixa produtividade podem ser sentidos, o sistema de ventilação antimicrobiana sustentável Awadukt Thermo “garante ar novo, limpo e higiénico”.

O sistema adequado a todas as causas de estagnação do ar evita todos os problemas graças às suas tubagens de parede lisa. “Este sistema é também o único no mercado com um revestimento antimicrobiano, impedindo assim a formação de germes”, refere a empresa.

Além disso, é 30% mais rápido de instalar do que o betão porque os tubos são 90% mais leves e fornecidos em varas com comprimentos maiores.

O Awadukt Thermo da REHAU oferece todas as possibilidades de instalação possíveis, uma vez que proporciona aos arquitectos a máxima liberdade de desenho graças aos seus tubos de ar enterrados a uma profundidade de aproximadamente 1,5 metros. Desta forma, a energia geotérmica é aproveitada com a utilização da capacidade de armazenamento de energia do subsolo, recorrendo a tubos enterrados horizontalmente neste. Desta forma, as necessidades de aquecimento e arrefecimento podem ser reduzidas sem sacrificar o conforto interior.

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“Os Dias da Madeira” em análise no 7º congresso da AIMMP

Encontro acontece nos dias 14 e 15 de Julho, em Braga e irá permitir debater assuntos como perspectivas de crescimento e apoios, o marketing e as novas tendências de mercado, o financiamento, entre outros

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A Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP) anuncia o 7º congresso da indústria da Madeira e Mobiliário para os dias 14 e 15 de Julho, em Braga.

Sob o tema “Os dias da madeira”, o encontro irá permitir ao sector debater assuntos tão relevantes como: As perspectivas de Crescimento e Apoios para Portugal: a Indústria 4.0 e seu desenvolvimento; O Marketing ao serviço das novas tendências de mercado; O financiamento às empresas do sector; A gestão do talento e a atractividade do sector; e o Desenvolvimento e Protecção da Floresta e combate à escassez de matéria-prima.

“A fileira da madeira e mobiliário reforçou as exportações em 1,6 milhões de euros face a 2019 e tem como objectivo reforçar a presença no Médio Oriente, nos próximos cinco anos”, garante o Presidente da Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP). Recorde-se que este sector registou vendas recorde ao exterior de 2587 milhões de euros.

A abertura e boas-vindas será realizada por Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e caberá a João Paulo Catarino, secretário de Estado da Conservação da Natureza, o encerramento da iniciativa. O programa inclui, ainda, uma visita técnica para os participantes ao novo projecto de construção off-site do Grupo Casais “BLUFAB”, no dia 15 de Julho.

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