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    OLI aumenta produção em resposta à procura internacional

    A OLI inaugurou uma nova célula robotizada que irá produzir 3000 válvulas por dia e mais de um milhão por ano, num total de 60 referências

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    A OLI inaugurou uma nova célula robotizada que irá produzir 3000 válvulas por dia e mais de um milhão por ano, num total de 60 referências

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    Com este investimento que ultrapassou o meio milhar de euros, a empresa de produção de autoclismos “acelera” a sua produção e a sua capacidade de resposta ao mercado internacional.

    “O investimento industrial que apresentámos, com a aquisição de uma célula totalmente automatizada, pretende ser um ponto de partida para podermos capacitar a OLI ao nível da automação de mais processos”, justificou o administrador, António Ricardo Oliveira.

    A inovação surge numa altura em que a exposição internacional da marca aumenta e que é necessário dar resposta ao crescimento acelerado da actividade. Um crescimento que não é alheio à estratégia de associação e patrocínio da marca a eventos como a Moto GP. A OLI é patrocinado da equipa Gresini Racing, cujo piloto Enea Bastianini lidera a classificação geral do campeonato Mundial de Moto GP.

    “Este apoio à Gresini Racing tem-se revelado uma aposta ganha, não só pelas vitórias que contribuíram para chegarmos ao Grande Prémio de Portugal em primeiro lugar, mas acima de tudo o reconhecimento de marca que tem trazido a nível internacional junto de clientes e parceiros da OLI”, afirma António Ricardo Oliveira.
    “Esta evolução afirma aquilo que queremos ser enquanto empresa, uma organização em evolução e em crescimento acelerado, disposta a competir para se destacar entre os melhores do mundo. Esta parceria permite ampliar a internacionalização da OLI, através da exportação para novas geografias e o crescimento de importadores estratégicos”, afirma António Ricardo Oliveira, administrador da OLI.

    Esta exposição mundial da OLI na prova “rainha” do motociclismo junta-se à visibilidade mediática internacional que a marca tem adquirido com a conquista de prémios mundiais de design, como o Red Dot Design Awards, o IF Design e, mais recentemente, o Archiproducts Awards com a placa de comando de autoclismo “Less Is More” da autoria do arquitecto italiano Alessio Pinto.

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    Altis inaugura investimento de 27M€ no coração do Porto

    No entender do presidente do Grupo Altis, “o Porto Hotel vai contribuir de forma marcante para reforçar o leque de hotéis de grande qualidade que a cidade do Porto oferece”. Para Raul Martins, a nova unidade “terá um impacto muito positivo na empregabilidade de pessoas muito qualificadas”

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    O Grupo Altis acaba de inaugurar a sua mais recente unidade na cidade do Porto, um investimento estimado em 27 milhões de euros que, segundo os responsáveis da cadeia hoteleira, representa o compromisso do Grupo Altis Hotels com a excelência e a inovação no setor hoteleiro.

    Com 95 quartos e 7 suites “meticulosamente decoradas”, o Altis Porto Hotel oferece um oásis de conforto, com um ambiente intemporal e contemporâneo, “é complementado por uma gama de comodidades de excelência, incluindo um sundeck panorâmico com cocktail bar no rooftop, uma piscina que se estende até ao horizonte com uma vista deslumbrante sobre o Rio Douro e um restaurante liderado pelo talentoso Chef André Cruz, o Exuberante”.

    No entender do presidente do Grupo Altis, “o Porto Hotel vai contribuir de forma marcante para reforçar o leque de hotéis de grande qualidade que a cidade do Porto oferece”. Para Raul Martins, a nova unidade “terá um impacto muito positivo na empregabilidade de pessoas muito qualificadas”.

    Em comunicado, o grupo hoteleiro salienta que “o Altis Porto Hotel é uma promessa de experiências memoráveis e impacto positivo na comunidade local. Com iniciativas de responsabilidade social e ambiental integradas na sua filosofia, o hotel procura não apenas proporcionar uma estadia excecional aos seus hóspedes, como também contribuir para o desenvolvimento sustentável da região e o bem-estar da comunidade”. “Além disso”, acrescentam, o Altis Porto Hotel implementou práticas eco-friendly em todas as áreas do hotel, desde a gestão de resíduos até a eficiência energética, demonstrando um firme compromisso com a preservação do meio ambiente.

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    DIGITALBuilt o balcão único de apoio à transição digital do sector

    O pólo de inovação digital para o sector AEC, DIGITAL Built, arrancou oficialmente em Maio e pretende ser uma “one stop shop” de apoio às empresas do sector no seu percurso de transição digital. Formar, financiar e validar são alguns dos serviços que irá prestar

    Os pólos de inovação digital são consórcios que visam ser uma one-stop-shop, um balcão único, para as pequenas e médias empresas, facilitando-lhes uma porta de entrada no ecossistema de inovação, da digitalização, da automação e, por esta via, da sustentabilidade. A rede portuguesa de pólos de inovação digital é composta por 17 consórcios, dos quais três pertencem à rede europeia (European Digital Innovation Hub, EDIH), com a qual a iniciativa portuguesa está em linha. A medida é financiada pelo Programa de Recuperação e Resiliência, componente C16 – Empresas 4.0, que reúne os investimentos que visão reforçar a digitalização das empresas. Esta medida conta com uma dotação de 60 milhões de euros do PRR e tem como metas a criação de 16 pólos de inovação digital e prestar serviços a 4000 empresas até 2025.

    Sendo o esforço de digitalização transversal aos vários sectores da economia os diferentes pólos divergem nos sectores a apoiar. Para as empresas do sector AEC, Arquitectura, Engenharia e Construção, o “balcão único” dá pelo nome de DIGITALBuilt. Este consórcio integra o cluster AEC, via Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção (PTPC) que é a entidade líder de consórcio, e os clusters da Ferrovia (via Portuguese Railway Cluster Platform Association, ou Plataforma Ferroviária Portuguesa) e dos Recursos Minerais (Associação Cluster Portugal Mineral Resources). Aos três clusters juntam-se ainda as entidades prestadoras de “serviços”: o Itecons, a Associação Centro de Competências Ferroviário (CCF), StoneCITI, BUILT CoLAB, INESC TEC, FI Group e a FNWAY Consulting & Innovation. O pólo de inovação digital do sector AEC é um dos três pólos que integram, simultaneamente, a rede europeia EDIH.

    Testar antes de investir, validar, capacitar e financiar
    Em primeiro lugar importa desde logo salientar que o DIGITALBuilt, bem como qualquer um dos outros pólos de inovação digital, não têm como missão realizar actividades de inovação e desenvolvimento per si, antes ajudar o ecossistema nacional. “O objectivo é criar um hub que ajude as empresas no caminho da inovação, da sustentabilidade e eficiência, com incentivos financeiros muito significativos. Os verdadeiros actores são as entidades a quem compete prestar os serviços, cabendo aos clusters disseminar este hub entre o seu universo de empresas”, sublinhou Rita Moura, presidente da comissão executiva da PTPC, na recente apresentação pública do DIGITALBuilt.

    A ideia é “possibilitar a testagem e experimentação, facilitar a criação de ecossistemas e sinergias, facilitar e apoiar o financiamento, a formação e capacitação dos seus recursos e disponibilizar as infraestruturas para que as empresas possam criar competências digitais”, sintetizou.

    Os sete parceiros irão dividir entre si os serviços a prestar os quais estão agrupados em torno de cinco grandes áreas: “Capacitação e treino; diagnóstico de maturidade digital; serviços de incubação; apoio à procura de investimento; e ‘test before invest’”.

    “A capacitação e treino é uma das principais valências, para o sector AEC estamos a falar, por exemplo, da capacitação em BIM, programação aplicada à construção, Autocad, que continua a ser um desafio para muitas empresas, de gestão de projectos. O diagnóstico de maturidade digital, a ‘awereness’ que cada empresa terá das suas capacidades digitais é fundamental para saber para onde devem ir “, explicou João Moutinho, director do BUILT CoLAB. “A incubação será prestada sobretudo pelo parceiro INESC TEC, estamos a falar de mentoria para start-ups, laboratórios de co-criação. Financiamento, há um grande potencial na procura destes serviços e estudos financeiros e de mercado, de identificação de negócios, grande potencial na procura de serviços. E, por fim, o ‘test before invest’, porque é crucial testar antes de investir, e estamos a falar de montantes elevados e de investimentos que podem mudar o curso de uma empresa”, sublinhou o responsável do BUILT CoLAB, que é também um dos parceiros do consórcio DIGITALBuilt.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Fonte: site da ABB

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    Facturação do sector do Betão Pronto cresce 31% em 2023

    Os dados revelados pela APEB representam um crescimento de 31% em relação a 2022, mantendo a tendência de crescimento sustentado que se verifica desde 2013 e que revela o “esforço e a resiliência das empresas do sector”

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    Em 2023, a indústria do betão pronto em Portugal atingiu uma facturação de 770 milhões de euros e uma produção de 7,3 milhões de metros cúbicos de betão. Os dados agora divulgados pela Associação Portuguesa das Empresas de Betão Pronto (APEB), constam dos resultados preliminares da Estatística Sectorial do Betão Pronto em Portugal.

    Estes dados representam um crescimento de 31% e 10%, respectivamente, em relação a 2022, mantendo a tendência de crescimento sustentado que se verifica desde 2013 e que revela o “esforço e a resiliência das empresas do sector”, com destaque para a “significativa contribuição do sector do betão pronto para a economia”, afirma Jorge Reis, director geral da APEB.

    Do total do betão pronto produzido em 2023, estima-se que aproximadamente 65% tenham sido destinados à construção de edifícios residenciais e não residenciais, 17% para pavimentos, enquanto 13% foram empregues em infraestruturas como pontes, barragens, túneis e ferrovias.

    Para Jorge Reis “estes números constituem uma base sólida para análises e tomadas de decisão futuras e que permitem às empresas manterem-se competitivas, adaptar-se às mudanças do mercado e garantir o seu crescimento sustentável a longo prazo”.

    Os mesmos dados estatísticos, obtidos através das informações fornecidas pelos associados da APEB, revelam, ainda, um aumento de cerca de 10% no número de trabalhadores directos e indirectos no setor, quando comparado com o período homologo, distribuídos por 230 centros de produção.

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    Coldwell Banker lança nova solução build-to-rent no centro de Lisboa

    O Palma Lofts, composto por 14 unidades habitacionais de tipologias T0, T0 duplex (studios) e T1, começa com preços desde os 1,250 euros e áreas entre os 30 e os 44 m2, totalmente equipadas e mobiladas

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    A Coldwell Banker Portugal, através da sua franquiada Coldwell Banker Luxus, acaba de lançar os Palma Lofts, um build to rent da imobiliária em Portugal. Fruto da reabilitação de um edifício histórico, este será o primeiro de outros projectos que a rede pretende adicionar ao seu portfólio.

    O Palma Lofts, localizado na Cidade Universitária, é o resultado de um trabalho de reabilitação de um edifício cuja vestígios de construção remontam a 1208, que foi  “cuidadosamente” renovado para preservar o seu espírito de comunidade e manter elementos arquitectónicos originais, como os tons de amarelo e azul típicos que identificam a zona.

    O projecto, composto por 14 unidades habitacionais de tipologias T0, T0 duplex (studios) e T1, começa com preços desde os 1,250 euros e áreas entre os 30 e os 44 m2. Todas as propriedades são entregues totalmente equipadas e mobiladas, incluindo um serviço de limpeza. Inicialmente, estarão disponíveis três imóveis para arrendamento, com as restantes unidades a serem disponibilizadas progressivamente.

    Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker Portugal, destaca a importância destes novos modelos de habitação afirmando que, “acreditamos firmemente que todos os operadores do sector imobiliário devem trabalhar em conjunto para encontrar soluções que aumentem a oferta de habitação, como é o built-to-rent. Estamos a assistir a uma mudança de paradigma, onde os clientes procuram soluções prontas a habitar para arrendamento, como os Palma Lofts, que oferecem apartamentos totalmente equipados e mobilados, com serviços associados”.

    O modelo built-to-rent, já estabelecido em países como Inglaterra, Suíça, Áustria e Alemanha, começa agora a ganhar terreno em Portugal, como resposta à “crescente necessidade de habitação”, atraindo a atenção de investidores privados e grandes entidades públicas.

    No que diz respeito à sua actividade, a Coldwell Banker Portugal registou o seu melhor trimestre no início de 2024 desde que iniciou actividade em Portugal, tendo já alcançado 50% dos objectivos a nível de aberturas para este ano.

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    Mota-Engil lança “maior programa de estágios na sua história”

    Num Programa que acolheu nas 10 edições anteriores um total de 919 jovens e com uma taxa de incorporação de 88% após término do estágio, as candidaturas decorrerão até final de Julho, estando disponível toda a informação no site corporativo do Grupo Mota-Engil

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    A Mota-Engil acaba de lançar a mais recente edição do programa Corporativo de Estágios do Grupo, naquela que considera ser a maior edição de sempre do Start@Me.

    Em comunicado, o grupo liderado por Carlos Mota Santos recorda que a iniciativa, que vai já na 11ª edição, “tem permitido a integração de jovens através de um modelo de seleção, acolhimento, formação contínua e acompanhamento da carreira profissional”.

    Este ano, a Mota-Engil dispõe de 267 vagas disponíveis em 12 países, procurando integrar jovens quadros em países como África do Sul, Angola, Brasil, Colômbia, Costa do Marfim, México, Moçambique, Nigéria, Peru, Portugal, Polónia e Uganda, sendo os backgrounds académicos incidir em habilitações ao nível da Licenciatura e/ou Mestrado nas áreas de Engenharias como Civil, Mecânica, Eletrotécnica, Minas, Geológica, Gestão Industrial, Ambiente, Eletrónica, de Sistemas, Computação, Data Science ou similar, Arquitetura, Logística/Supply Chain SHEQ (Áreas da Qualidade, Segurança e/ou Ambiente), Psicologia, Recursos Humanos, Economia, Gestão e Contabilidade.

    Num Programa que acolheu nas 10 edições anteriores um total de 919 jovens e com uma taxa de incorporação de 88% após término do estágio, as candidaturas decorrerão até final de Julho, estando disponível toda a informação no site corporativo do Grupo Mota-Engil.

    Dividido em três fases, o Programa Start@ME tem início com a fase @Campus com o objetivo de identificar e atrair os futuros Trainees através de um processo de seleção transversal e rigoroso. Em seguida, decorre nas instalações do Grupo a fase @Mota-Engil, que pretende promover o alinhamento com a cultura e os valores do Grupo, concluindo-se o Programa com a fase @Business Units onde o(a) Trainee tem a possibilidade de desenvolver as suas capacidades profissionais e pessoais ao longo dos 12 meses de estágio, com acompanhamento de um(a) tutor(a) que é responsável por facilitar a sua integração na equipa e por desenvolver as suas potencialidades e know-how.

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    Câmara de Lisboa vai investir 13M€ na construção de mais 90km de ciclovia até 2025

    O investimento de 13 milhões de euros pretende melhorar e ligar melhor as ciclovias da cidade, depois de uma auditoria detectar “falhas graves”, com utilizadores a sentirem-se inseguros

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    A Câmara de Lisboa anunciou um investimento de 13 milhões de euros para aumentar a rede ciclável de Lisboa em 90 quilómetros até ao final de 2025, de acordo com o plano ciclável municipal.

    De acordo com o plano, apresentado pelo vice-presidente da Câmara, no final de 2025, Lisboa passará de uma rede ciclável com os atuais 173 quilómetros para um total de 263, estando prevista a construção de mais 56 ciclovias de ligação, com o objetivo de “melhorar e ligar melhor a infraestrutura já construída na cidade”.

    “Estamos a falar num conjunto de 13 milhões de investimento, mais de 90 quilómetros, e estamos a incluir pela primeira vez uma dotação orçamental também para a manutenção” de ciclovias, no valor de 1,7 milhões de euros, disse Filipe Anacoreta Correia, salientando que a manutenção começa já este mês a ser assegurada através da EMEL.

    Também as estações de bicicletas Gira, que atualmente são de 150, serão 190 no final de 2025, com 1.900 bicicletas, das quais 1.800 elétricas, e chegarão a todas as 24 freguesias.

    No plano estão ainda incluídos dois milhões de euros para ligar escolas à rede ciclável, além dos 400 mil euros que a autarquia recebeu como apoio financeiro do Programa BICI Bloomberg para fazer a ligação de ciclovias a 20 escolas, com uma abrangência de 20 mil alunos.

    Segundo Anacoreta Correia, a autarquia está a procurar agora trabalhar para melhorar as fragilidades detectadas, mas depois desta fase irá expandir a rede.

    “Acredito que, no primeiro semestre do próximo ano, nós possamos avançar para uma outra fase. Ultrapassadas as fragilidades e as debilidades que estão identificadas na infraestrutura existente, nós podemos caminhar para um crescimento para além desta infraestrutura”, disse.

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    Investimento de 25M€ inaugura presença da Socicorreia no Porto

    Denominado Edifício Molhe da Montevideu, o novo projecto habitacional vai oferecer 19 apartamentos, divididos entre dois blocos autónomos de três e quatro pisos, numa área de construção de 3000 m2. A conclusão está prevista para meados de 2026   

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    A Socicorreia vai investir mais de 25 milhões de euros num novo projecto habitacional composto por 19 apartamentos, denominado Edifício Molhe da Montevideu, naquele que é o primeiro investimento do grupo madeirense na cidade do Porto.

    O projecto situado na Avenida Montevideu, em plena Foz do Douro, tem conclusão prevista para meados de 2026 e é composto por dois blocos autónomos, um com 3 pisos e outro com 4 pisos, numa área de construção de aproximadamente 3000m2.

    Os preços dos apartamentos variam entre os 900 mil euros e os 3.500 mil euros, com tipologias que variam de T1 a T3 e T3 Duplex e que vão desde os 100m2 aproximadamente até aos 240m2, incluindo ainda uma penthouse com terraço privativo.

    Revestido a mármore travertino e emoldurado por amplos envidraçados, o edifício proporciona vistas panorâmicas sobre a praia e o mar, recebendo os moradores com elegância e classe. A localização oferece o equilíbrio perfeito entre o dinamismo urbano e a tranquilidade à beira-mar.

    O projecto de arquitectura tem a assinatura da equipa de arquitectos e designers de interiores do grupo.

    O Edifício Molhe da Montevideu irá possuir ainda uma garagem subterrânea com 25 lugares de estacionamento privados.

     

     

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    Pujolinvest lança novo projecto com investimento de 22M€ (c/ galeria de imagens)

    O Alfama 83, que está a ser alvo de um “minucioso” processo de reabilitação, num projecto da EntrePlanos e engenharia da A2P, deverá estar concluído no primeiro trimestre de 2025

    Na sua totalidade para uso de hab

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    O Alfama 83, localizado no bairro lisboeta que lhe dá o nome, iniciou a sua comercialização. Promovido pela Pujolinvest, o edifício está a ser alvo de um “minucioso” processo de reabilitação, num investimento de 22 milhões de euros. A obra deverá estar concluída no primeiro trimestre de 2025.

    Na sua totalidade para uso de habitação, o edifício tem 3.100 metros quadrados (m2) de área bruta de construção, é constituído por 13 apartamentos em cinco pisos, com tipologias de T1 a T4 e dois Duplex.

    Para além dos apartamentos, os residentes dispõem de espaços comuns de lazer e trabalho, como ginásio equipado, sauna, parqueamento de bicicletas, sala de reuniões e espaço de co-working.

    No último piso, os residentes têm, ainda, acesso livre a um espaço designado de “vista navios”, com vista panorâmica sobre o Rio Tejo.

    Com projecto de arquitectura do gabinete EntrePlanos e a engenharia a cargo da A2P, o Alfama 83 situa-se na confluência da Rua de São João da Praça e do Largo do Marquês do Lavradio, a dois minutos a pé da Doca da Marinha.

    Com o objectivo de “homenagear” as tradições e cultura lisboetas, a Pujolinvest retirou e classificou mais de 16 mil azulejos do século XVIII para os reinstalar posteriormente nos apartamentos e áreas comuns. Também a estrutura gaioleira pombalina do edifício, tectos em arco e abóbadas de tijolo burro foram preservadas.

    Com uma aposta clara na “reabilitação de edifícios históricos” na cidade de Lisboa, o Alfama 83 segue essa estratégia que, segundo Carlos Patrício, administrador da Pujolinvest, se iniciou com o Áurea 72, com a recuperação de dois edifícios no quarteirão Rua do Ouro, Rua da Conceição e Rua dos Sapateiros, passando pelo premiado edifício de Art Nouveau – Duke Residences Saldanha. “Em todas estas obras aliamos a paixão pela preservação e reposição do património histórico da cidade com a qualidade dos materiais e das tecnologias aplicadas”, reforça.

    Projectos estes que se inserem no plano de investimentos na ordem dos 120 milhões de euros para o período entre 2021 e 2026.

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    Portas do Mar

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    “Portas do Mar” e “Casa do Quintal” vencem XIII Prémio Secil Arquitectura

    Pela segunda vez na história do prémio, organizado conjuntamente pela Secil e pela Ordem dos Arquitectos, são seleccionados dois projectos em simultâneo: “Portas do Mar”, do arquitecto João Luís Carrilho da Graça, e “Casa do Quintal”, projectada pelo arquitecto Miguel Marcelino

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    O XIII Prémio Secil Arquitectura é atribuído ex-aequo às obras “Portas do Mar”, um projecto de requalificação de espaço urbano e parque de estacionamento em Lisboa, da autoria do arquitecto João Luís Carrilho da Graça, e “Casa do Quintal”, situada na Lamarosa, Torres Novas, projectada pelo arquitecto Miguel Marcelino.

    Casa do Quintal

    Pela segunda vez na história do prémio, organizado conjuntamente pela Secil e pela Ordem dos Arquitectos, são seleccionados dois projectos em simultâneo. Destacados quer pela importância da grande escala em espaço urbano colectivo quer pela microescala em dimensão doméstica rural, o júri reconheceu a inovação no domínio público das Portas do Mar e a contribuição para a regeneração de territórios abandonados, promovendo um futuro sustentável da Casa do Quintal.

    Para Otmar Hübscher, CEO da Secil, “estes Prémios revelam o grande potencial da reabilitação urbana na aplicação de soluções sustentáveis, tanto em projectos de menor dimensão como em requalificações de espaços urbanos relevantes”.

    Carrilho da Graça

    “Na escolha dos premiados destaca-se a qualidade e inovação patente em escalas e contextos completamente diferentes, a regeneração do espaço urbano e rural, a generosidade para com a história e com a memória dos lugares, assegurando resultados de excelência para os seus fins específicos”, refere Manuel Aires Mateus, presidente do Júri.

    Esta é a segunda vez que João Luís Carrilho da Graça recebe o Prémio Secil Arquitectura. O arquitecto tinha arrecadado este galardão em 1994, com o seu projecto para a Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa.
    Por sua vez, Miguel Marcelino recebeu o Prémio Secil Universidades Arquitectura, em 2005, com o projecto das Piscinas do Beato, em Lisboa.

    Miguel Marcelino

     

    As candidaturas ao XIII Prémio Secil Arquitectura foram lançadas no final de 2021. O regulamento previa a candidatura de até duas obras por autor, de edifícios e conjuntos arquitectónicos concluídos durante os anos de 2017 a 2021 inclusive, em qualquer país europeu, que utilizem o betão armado como elemento predominante das suas estruturas resistentes e sejam paradigmáticas no respeitante a inovação e sustentabilidade. Foram submetidas a concurso cinquenta e oito projectos, tendo o Júri destacado a qualidade geral das obras apresentadas.

    Atribuído desde 1992, este galardão visa promover o reconhecimento público de autores de obras que, incorporando o material primordial da actividade da Secil – o cimento – constituam peças significativas no enriquecimento da arquitectura portuguesa, distinguindo, quadrienalmente, a excelência na arquitectura nacional.

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    Câmara de Penafiel vai investir 4,7M€ na construção e requalificação de Centros de Saúde

    Para Daniela Oliveira, vereadora com o Pelouro da Saúde da Câmara Municipal de Penafiel, “para responder a estes desafios, e no âmbito da transferência de competências da Saúde para o município, procuramos desde logo, desenvolver todos os mecanismos para responder a todas as necessidades, sempre em articulação com a ARSNORTE e o ACES TÂMEGA II Vale do Sousa Sul.”

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    A Câmara Municipal de Penafiel vai investir 4,7 milhões de euros num conjunto de obras que procuram, de acordo com os responsáveis municipais, responder aos “importantes desafios associados à evolução das necessidades em saúde e ao aumento das exigências e expectativas da população”.

    Em comunicado, o executivo municipal explica que se trata da construção de mais um Centro de Saúde, junto à futura Central de Transportes, em Novelas, e requalificar o atual Centro de Saúde da cidade, junto à Escola D. António Ferreira Gomes, num investimento total de cerca de 4,7 milhões de euros, com financiamento Municipal e do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência).

    Para Daniela Oliveira, vereadora com o Pelouro da Saúde da Câmara Municipal de Penafiel, “para responder a estes desafios, e no âmbito da transferência de competências da Saúde para o município, procuramos desde logo, desenvolver todos os mecanismos para responder a todas as necessidades, sempre em articulação com a ARSNORTE e o ACES TÂMEGA II Vale do Sousa Sul.”

    O futuro Centro de Saúde de Penafiel irá integrar a Unidade de Saúde Familiar de S. Martinho, o Centro de Diagnóstico Integrado (CDI), os serviços de Saúde Oral e ainda o Centro de Diagnóstico Pneumológico (CDP). O valor total da obra é de cerca de 3 milhões de euros, com uma comparticipação PPR a rondar os 2 milhões de euros e um investimento municipal na ordem de 1 milhão de euros.

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