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OLI aumenta produção em resposta à procura internacional

A OLI inaugurou uma nova célula robotizada que irá produzir 3000 válvulas por dia e mais de um milhão por ano, num total de 60 referências

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Com este investimento que ultrapassou o meio milhar de euros, a empresa de produção de autoclismos “acelera” a sua produção e a sua capacidade de resposta ao mercado internacional.

“O investimento industrial que apresentámos, com a aquisição de uma célula totalmente automatizada, pretende ser um ponto de partida para podermos capacitar a OLI ao nível da automação de mais processos”, justificou o administrador, António Ricardo Oliveira.

A inovação surge numa altura em que a exposição internacional da marca aumenta e que é necessário dar resposta ao crescimento acelerado da actividade. Um crescimento que não é alheio à estratégia de associação e patrocínio da marca a eventos como a Moto GP. A OLI é patrocinado da equipa Gresini Racing, cujo piloto Enea Bastianini lidera a classificação geral do campeonato Mundial de Moto GP.

“Este apoio à Gresini Racing tem-se revelado uma aposta ganha, não só pelas vitórias que contribuíram para chegarmos ao Grande Prémio de Portugal em primeiro lugar, mas acima de tudo o reconhecimento de marca que tem trazido a nível internacional junto de clientes e parceiros da OLI”, afirma António Ricardo Oliveira.
“Esta evolução afirma aquilo que queremos ser enquanto empresa, uma organização em evolução e em crescimento acelerado, disposta a competir para se destacar entre os melhores do mundo. Esta parceria permite ampliar a internacionalização da OLI, através da exportação para novas geografias e o crescimento de importadores estratégicos”, afirma António Ricardo Oliveira, administrador da OLI.

Esta exposição mundial da OLI na prova “rainha” do motociclismo junta-se à visibilidade mediática internacional que a marca tem adquirido com a conquista de prémios mundiais de design, como o Red Dot Design Awards, o IF Design e, mais recentemente, o Archiproducts Awards com a placa de comando de autoclismo “Less Is More” da autoria do arquitecto italiano Alessio Pinto.

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Consumo de cimento cresce 10,7% no primeiro trimestre

Por sua vez, a evolução do mercado das obras públicas no 1º trimestre de 2022 foi negativa, apurando-se uma redução de 7,9%, em termos homólogos

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O consumo de cimento no mercado nacional registou, no primeiro trimestre, um crescimento de 10,7% face a igual período do ano passado, totalizando 1.020,9 milhares de toneladas nos primeiros três meses de 2022.

Os números, que constam da Análise de Conjuntura do Sector da Construção divulgado pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), estão em linha com os indicadores da economia revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), segundo os quais o PIB registou um aumento homólogo de 11,9%, reflectindo em parte um efeito de base, dado que em Janeiro e Fevereiro de 2021 estiveram em vigor várias medidas de combate à pandemia, e um crescimento acentuado do consumo privado.

Nos primeiros dois meses de 2022, o número total de obras de edificação e reabilitação licenciadas aumentou 3,5% face a igual período do ano passado, em resultado de variações de 5,8% nos edifícios residenciais e de -3,2% nos edifícios não residenciais. Quanto ao número de fogos licenciados em construções novas, assiste-se a um expressivo aumento de 19,8% em termos homólogos. Paralelamente, no que concerne ao montante dos novos empréstimos concedidos aos particulares para aquisição de habitação, a informação disponibilizada indica um total de 2.464 milhões de euros até Fevereiro, o que traduz uma subida de 25,3% em termos homólogos.

Por sua vez, a evolução do mercado das obras públicas no 1º trimestre de 2022 foi negativa, apurando-se uma redução de 7,9%, em termos homólogos, no volume dos concursos de empreitadas de obras públicas promovidos, e no que concerne ao montante total dos contratos de empreitadas de obras públicas objecto de celebração e registo no Portal Base verifica-se uma variação homóloga temporalmente comparável de -42,7%(2). Contudo, apesar deste arranque deficitário ao nível das empreitadas de obras públicas, perspectiva-se uma aceleração da actividade para os próximos meses, tendo em conta o volume de investimentos públicos previstos no PRR e no Portugal 2020 e a expectável aprovação do Orçamento do Estado para 2022.

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BNP Paribas Fortis em Bruxelas adopta soluções da OLI

O BNP Paribas seleccionou para as suas casas de banho os autoclismos ultra-eficientes “OLI 120 Plus Sanitarblock”, que garantem uma poupança diária de nove litros

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A nova sede do banco BNP Paribas Fortis, em Bruxelas, escolheu a portuguesa OLI para equipar os seus espaços de banho.

Para cumprir os níveis máximos de eficiência hídrica, este projecto, “jóia arquitectónica” e edifício passivo que atende aos mais altos padrões de inovação e desempenho ambiental, seleccionou para as suas casas de banho os autoclismos ultra-eficientes “OLI 120 Plus Sanitarblock”, que garantem uma poupança diária de nove litros, e as placas de comando “SLIM”, em preto soft-touch, com um design contemporâneo e uma estética depurada.

Localizado em Warandeberg, no coração da capital belga, o edifício ocupa uma área de mais de 100 mil metros quadrados e acolhe 4.100 postos de trabalho, tornando-se num dos maiores edifícios de escritórios da Bélgica.

A arquitectura, assinada por Baumschlager Eberle Architekten, Styfhals & Partners e Jasper-Eyers, destaca-se pela fachada ousada e futurista composta por colunas verticais, com minerais verdes provenientes de uma pedreira norueguesa, que contribuem para a singularidade de cada coluna, dando à fachada um aspecto mineral que evolui com a luz do sol. Em Março, a nova sede do banco BNP Paribas Fortis foi distinguida com o prémio “MIPIM 2022”, na categoria “Best Office and Business Development”.

Com esta prescrição, a OLI reforça a sua presença em projectos de referência internacionais, que se caracterizam pela inovação da arquitectura e da construção sustentável.

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Autarquia de Cerveira investe 1,2M€ em Parque Empresarial

Com uma localização estratégica junto ao nó da A3, a empreitada prevê a criação de 12 lotes de dimensões idênticas, divididos por uma área total de 32.602,00 m2, com a garantia do Sistema de Indústria Responsável (SIR). O prazo estimado para a inauguração da infraestrutura é de nove meses

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A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira anunciou o início da construção de uma nova zona industrial no interior do concelho, num investimento de cerca de 1,2 milhões de euros.

A construção do novo “Parque Empresarial de Cerveira – Polo V” na Freguesia de Sapardos é comparticipada pelo Programa Operacional Regional do NORTE 2020 com FEDER aprovado de 750 mil euros.

Para o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, este investimento é encarado como “uma necessidade para desenvolvimento do interior do concelho, atraindo mais actividade económica e, por consequência, mais pessoas, assegurando a potenciação do vigor industrial de Vila Nova de Cerveira”. Como forma de agilizar todo o processo de captação de empresas, o autarca sublinhou que se está a “ponderar colocar os lotes em hasta pública ainda antes da conclusão da obra, de forma que no momento da inauguração já se possa ter empresas a iniciar a construção das suas indústrias”. Por sua vez, o Presidente da Junta de Freguesia de Sapardos, Manuel Esteves, manifestou-se “contente e vaidoso pela concretização de um projecto que vai desenvolver a freguesia, classificada como do interior, e muita atingida pelo envelhecimento da população. Este polo industrial vai trazer mais pessoas a Sapardos e às freguesias limítrofes”.

Com uma localização estratégica junto ao nó da A3, a empreitada prevê a criação de 12 lotes de dimensões idênticas, divididos por uma área total de 32.602,00 m2, com a garantia do Sistema de Indústria Responsável (SIR). O prazo estimado para a inauguração da infraestrutura é de nove meses.

Esta nova área de acolhimento empresarial apresenta algumas particularidades, nomeadamente do ponto de vista urbanístico, com a preocupação de optimizar o melhor possível a integração da infraestrutura na topografia existente. Assim, o projecto acautela a criação de quatro plataformas, a diferentes cotas, com a instalação de três lotes em cada, como forma de minimizar o movimento de terras e reduzir o ruído visual. Todo o espaço será dotado de um conjunto de infraestruturas com repercussões nos custos do produto (produção e utilização de energias renováveis, e reutilização de águas), e com características compatíveis com as exigências da procura, principalmente ao nível do Sistema de Indústria Responsável (SIR).

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Associação Smart Waste Portugal anuncia criação de plataforma Vidro+

Segundo o Aires Pereira, presidente da Associação Smart Waste Portugal, “é sempre uma enorme satisfação conseguir sentar à mesma mesa entidades e empresas que estão alinhadas com os objectivos no que diz respeito à circularidade”

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A Associação Smart Waste Portugal anunciou a criação da Plataforma Vidro+, uma iniciativa colaborativa que se propõe a criar um compromisso entre os diferentes agentes da cadeia de valor do vidro de embalagem, com o intuito de promover o aumento da taxa de reciclagem do vidro em Portugal. A Plataforma Vidro+ tem como visão, transformar Portugal num país de referência na recolha e reciclagem das embalagens de vidro, bem como na incorporação de vidro reciclado na produção de novas embalagens. Esta iniciativa tem como meta a recolha de 90% das embalagens de vidro colocadas no mercado, para reciclagem, até 2030.

Segundo o Aires Pereira, presidente da Associação Smart Waste Portugal, “é sempre uma enorme satisfação conseguir sentar à mesma mesa entidades e empresas que estão alinhadas com os objectivos no que diz respeito à circularidade. À semelhança do trabalho realizado com o Pacto Português para os Plásticos, e com uma visão comum e um objectivo definido ambicioso, chega agora a vez do vidro, através da criação de uma plataforma para a circularidade das embalagens de vidro em Portugal. Acreditamos que a Plataforma Vidro+ tornará possível a definição de metas conjuntas e ambiciosas com os diferentes membros, que irão dar resposta à crescente ambição da legislação europeia e nacional para o alcance de metas de reciclagem dos resíduos das embalagens de vidro e de incorporação de materiais reciclados”.

Outro tema, de igual importância, abordado foi a desclassificação dos resíduos. O conceito de economia circular, enquanto sistema económico dinâmico que visa minimizar a introdução de recursos e a geração de resíduos e desperdícios energéticos, tem vindo a ganhar destaque globalmente. A desclassificação de resíduos tem, de facto, um papel fundamental na transformação empresarial necessária à transição para um modelo de economia circular. Neste tema, a Associação Smart Waste Portugal pretende contribuir para que, em Portugal, um setor dos resíduos se converta num setor de recursos, aumentando a capacidade da economia portuguesa para estabelecer e liderar cadeias de fornecimento internas, com reduzido impacte ambiental associado e que maximizam o valor dos recursos na economia.

Houve ainda tempo para duas apresentações, a primeira a cargo de Paulo Portas dedicada ao tema da escassez das matérias-primas e o seu impacto na economia e em que a Economia Circular foi assumida pelo próprio como uma excelente forma de poupar, já que cada vez mais se assiste a um maior aumento de custos na produção industrial, estando já a inflação situada nos 26,7%. A segunda apresentação subordinada ao tema do financiamento da sustentabilidade foi da responsabilidade de Luís Laginha de Sousa, membro do Conselho de Administração do Banco de Portugal.

Mais uma vez, ficou claro que a Economia Circular é um conceito estratégico chave para promover a dissociação entre o crescimento económico, o aumento da produção de resíduos e o aumento do consumo de recursos. Contudo, para que este conceito seja possível, é preciso que haja um envolvimento das diferentes cadeias de valor, da academia, das associações, dos governos e dos consumidores, para que trabalhem todos rumo a uma economia livre de resíduos, porque tudo é considerado recurso.

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Zome realiza primeira escritura pública em criptoactivos na Europa

A primeira transferência de um activo digital para um activo físico – uma casa – sem qualquer conversão para euros, na Europa, foi concretizado com um apartamento T3, em Braga que custou ao comprador quase 3 bitcoins, cerca de 110 mil euros

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A Zome montou, em conjunto com a sociedade de advogados Antas da Cunha ECIJA e outros parceiros do Crypto Valey, na Suíça, a primeira operação de venda em criptoactivos, sem necessidade de conversão para euros antes do acto da escritura. A primeira transferência de um activo digital para um activo físico – uma casa – sem qualquer conversão para euros, na Europa, foi concretizado com um apartamento T3, em Braga.

“A ligação do digital ao físico tangível é um marco incrível, e o primeiro passo da ligação do físico ao digital em áreas tão opostas como uma casa e uma peça de software. Estamos empenhados em continuar a apostar na tecnologia e posicionar-nos na linha da frente no mundo web 3.0, para acompanhar a tendências do sector e, acima de tudo, conseguirmos oferecer o melhor serviço aos nossos clientes. Sabemos que o futuro da mediação passará pelos criptoactivos, por isso acreditamos que esta transacção dará início a todo um novo mundo de possíveis negócios”, destaca Carlos Santos, Chief Technology Officer da Zome.

O processo contou com a assessoria jurídica da Antas da Cunha ECIJA, que ficou a cargo da construção da operação, do enquadramento fiscal, e da conformidade do negócio no que diz respeito às regras preventivas de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo. O processo integrou todos os passos necessários, desde a identificação dos intervenientes, ao processo de compliance e à rastreabilidade da origem dos criptoactivos, de modo a assegurar a legitimidade dos bens digitais antes da transacção imobiliária.

“Não acreditamos em bons advogados, sem bons clientes. A Zome permitiu-nos ter a certeza de que podemos ser ainda melhores, e ir além do que imaginámos. Este tipo de negócios terá um incremento exponencial e Portugal está a dar sinais muito promissores em termos de economia digital, por isso consideramos que esta operação pode ser uma grande oportunidade de crescimento e de criação de valor”, acrescenta Nuno da Silva Vieira, advogado e sócio responsável pela área de prática de Legal Intelligence da Antas da Cunha ECIJA.

O formato em que a escritura pública decorreu, teve por base o recém-aprovado Código Notarial, liderado pelo Bastonário dos Notários em Portugal, Jorge Silva, que realizou esta primeira escritura pública em Portugal e, em rigor, na Europa.

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Município de Bragança alarga Áreas de Reabilitação Urbana ao meio rural

Desta forma, o alargamento do processo de delimitação das ARU aos aglomerados rurais faz com que todas as freguesias do concelho sejam abrangidas por um conjunto de benefícios e incentivos que irão contribuir para estimular o envolvimento do sector privado no processo de reabilitação do edificado

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O Município de Bragança vai alargar a delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) aos aglomerados habitacionais do meio rural. A proposta do executivo, aprovada na Assembleia Municipal, possibilitará a quem pretenda reabilitar património no meio rural o acesso ao mesmo tipo de benefícios fiscais que outros empreendimentos localizados em zonas delimitadas e prioritárias para o efeito.

Apenas seis meses após a tomada de posse, o executivo municipal levou e aprovou em Reunião de Câmara, e submeteu à Assembleia Municipal, uma proposta para promover a reabilitação do património edificado do concelho, através do alargamento do processo de delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana. A criação destas ARU, que passarão a abranger os aglomerados do meio rural, pretende possibilitar o acesso aos mesmos benefícios fiscais inerentes às zonas prioritárias para reabilitação urbana já existentes na cidade [três zonas: Centro Histórico (64 ha), Cantarias (225 ha) e S. João de Deus (138,5 ha)] e estimular a recuperação do património edificado no meio rural.

Em relação aos incentivos fiscais para as Áreas de Reabilitação Urbana, estes passam pela isenção de IMI por um período de 3 anos, passível de prorrogação por mais 5 anos a contar da data de conclusão da acção de reabilitação; pela isenção de IMT na aquisição e na 1ª transmissão do imóvel, desde que reabilitado no prazo máximo de três anos e destinado, exclusivamente, a habitação própria e permanente; assim como pela aplicação de taxa reduzida de 6% de IVA em empreitadas de reabilitação urbana, em empreitadas de reabilitação urbana realizadas em imóveis ou em espaços públicos localizados em Área de Reabilitação Urbana, ou no âmbito de operações de requalificação e reabilitação de reconhecido interesse público nacional ou em empreitadas de beneficiação, remodelação, renovação, restauro, reparação ou conservação de imóveis ou partes autónomas destes afectos à habitação, com excepção dos trabalhos de limpeza, de manutenção dos espaços verdes e das empreitadas sobre bens imóveis que abranjam a totalidade ou uma parte dos elementos constitutivos de piscinas, saunas, campos de ténis, golfe ou minigolfe ou instalações similares.

Destaque igualmente para os fundos de Investimento Imobiliário que ficam isentos os rendimentos de qualquer natureza obtidos por fundos de investimento imobiliário que operem de acordo com a legislação, desde que parte dos seus activos sejam bens imóveis sujeitos a acções de reabilitação realizadas nas áreas de reabilitação urbana.

Desta forma, o alargamento do processo de delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana aos aglomerados rurais faz com que todas as freguesias do concelho sejam abrangidas por um significativo conjunto de benefícios e incentivos que irão contribuir, de forma concertada, para estimular o envolvimento do sector privado no processo de reabilitação do edificado.

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Governo cria regime excepcional de revisão de preços na construção

O regime excepcional, “facultativo e temporário” visa permitir “a revisão de preços nas empreitadas de obras públicas e nos contratos de aquisição de bens e serviços” entre o empreiteiro e o dono de obra

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O Governo vai avançar com um novo regime excepcional para impedir que as obras públicas parem devido ao aumento do preço dos materiais. A decisão foi tomada em Conselho de Ministros e a proposta vai apresentada à Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), assim como às regiões autónomas e às empresas de construção.
O Decreto-Lei que cria “um regime excepcional, facultativo e temporário” visa permitir “a revisão de preços nas empreitadas de obras públicas e nos contratos de aquisição de bens e serviços”, disse afirmou Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, por ocasião da conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, em Lisboa, que acrescentou, ainda, que as disposições do diploma poderão também “ser aplicadas de forma facultativa às obras particulares”.
Pedro Nuno Santos referiu que perante o “crescimento muito acentuado do preço de
matérias-primas, algumas delas duplicando o seu valor, houve necessidade de criar este regime excepcional que permita rever os preços em contratos para garantir que não há interrupção no investimento público que está em curso em Portugal”.

“Sempre que o preço de um determinado material aumentar, o empreiteiro pode apresentar ao dono de obra, por exemplo, a IP, uma proposta de revisão de preço. Desta forma, a IP faz a avaliação dessa proposta e, em seguida, pode aceitá-la, rejeitá-la ou apresentar uma contra-proposta e se, entretanto, as duas partes chegarem a acordo há uma revisão do preço. Isso permitirá ao empreiteiro poder receber mais para fazer face ao custo adicional que tem”, explicou, ainda, Pedro Nuno Santos.

O regime irá vigorar até 31 de Dezembro de 2022.

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Open House Lisboa 2022 põe à vista a Rebeldia do Invisível

No fim-de-semana de 14 e 15 de Maio, o evento que anualmente promove o livre acesso à arquitectura, volta a abrir portas de espaços públicos e privados, entre Lisboa e Almada

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Em 2022, o Open House Lisboa regressa mais cedo do que o habitual. No fim-de-semana de 14 e 15 de Maio, o evento que anualmente promove o livre acesso à arquitectura da cidade, volta a abrir portas de espaços públicos e privados, contemporâneos ou históricos, através de visitas guiadas, percursos urbanos desvendados por especialistas e um passeio sonoro para se fazer em qualquer altura.

Na sua 11.ª edição, o Open House Lisboa apresenta 69 espaços em Lisboa e Almada, 40 dos quais em estreia absoluta. Comissariado pelos Aurora Arquitectos, tem como tema A Rebeldia do Invisível.

A proposta do atelier fundado por Sofia Couto e Sérgio Antunes passa por pensar a dualidade entre a intervenção interior e exterior. Numa cidade em permanente transformação, cada novo projecto contribui para um património colectivo. Os exteriores, mais limitados pelas normas urbanísticas que procuram preservar essa identidade colectiva, contrastam com espaços surpreendentes nos interiores, cuja transformação invisível no domínio do privado mostra novas formas de habitar.

Sofia Couto e Sérgio Antunes (Atelier Aurora)

Nesta 11.ª edição coube ao artista Daniel Blaufuks presentear-nos com o Passeio Sonoro de tom intimista Do Cais do Sodré ao Rossio, que nos acompanha por uma Lisboa feita arquivo de recordações cristalizadas com nitidez fotográfica. Este passeio –  tal como os passeios sonoros das edições anteriores – estão disponíveis no SoundCloud e no Spotify do Open House Lisboa.

Destaque para as Visitas Acessíveis e actividades Júnior que este ano oferecem um conjunto de visitas sensoriais para pessoas cegas e com baixa visão, com deficiência cognitiva, crianças dos 6 aos 12 anos e famílias. O programa inclui uma visita em Língua Gestual Portuguesa à sede da Trienal de Arquitectura de Lisboa, o Palácio Sinel de Cordes.

O Open House Lisboa propõe ainda cinco Percursos Urbanos acompanhados em Lisboa por Flávio Lopes, Joana Stichini Vilela, Lucinda Correia e Vítor Belanciano e em Almada por Paula Melâneo.

As colecções são roteiros temáticos com a sugestão de espaços com visitas livres ou para explorar bairros, de modo a simplificar a experiência neste evento e o programa Plus, que complementa e valoriza as visitas com performances, concertos, ensaios e exposições.

O Open House Lisboa é co-produzido pela Trienal de Lisboa e a EGEAC e conta uma vez mais com as parcerias estratégicas da Câmara Municipal de Lisboa e da Câmara Municipal de Almada

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Cidade BI4ALL integra roteiro do Open House Lisboa 2022

A Cidade BI4ALL será um dos 70 espaços a serem visitados no roteiro denominado “A Rebeldia do Invisível”, que pretende mostrar espaços de arquitectura exemplar da cidade de Lisboa, habitualmente escondidos do olhar do público

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A Cidade BI4ALL, a nova sede da empresa líder em serviços de Data Analytics e Inteligência Artificial, inaugurada em 2021, foi um dos espaços seleccionados para integrar o roteiro da 11ª edição da iniciativa “Open House Lisboa 2022”, uma coprodução Trienal de Arquitectura de Lisboa e EGEAC, que irá decorrer no fim-de-semana de 14 e 15 de Maio.

A Cidade BI4ALL será um dos 70 espaços a serem visitados no roteiro denominado “A Rebeldia do Invisível”, que pretende mostrar espaços de arquitectura exemplar da cidade de Lisboa, habitualmente escondidos do olhar do público e cuja transformação invisível no domínio privado mostra novas formas de habitar, contrastando com os exteriores que procuram preservar uma identidade colectiva.

A nova sede da tecnológica portuguesa foi um dos edifícios escolhidos, por ser um espaço de trabalho inovador, cosmopolita e vanguardista, que responde às expectativas dos clientes actuais e futuros e oferece um conjunto de benefícios associados ao bem-estar aos mais de 300 colaboradores que trabalham diariamente para entregar um serviço de excelência.

“É com grande orgulho que vemos a nossa Cidade ser reconhecida por esta iniciativa de prestígio internacional, que pretende celebrar a boa arquitectura. A Cidade BI4ALL foi idealizada para ser um espaço disruptivo, criativo, internacional e cosmopolita, sempre com a preocupação de manter o conceito industrial original. A importância da arte, nomeadamente a arquitectura, é algo que está muito presente nesta nossa nova casa, e em que queremos continuar a apostar no futuro”, refere José Oliveira, CEO da BI4ALL.

Situada na Avenida Marechal Gomes da Costa, em Lisboa, a Cidade BI4ALL foi inaugurada no Verão de 2021, e é resultado de um investimento que ronda os oito milhões de euros. O projecto de arquitectura e decoração do edifício esteve a cargo do atelier Pedra Líquida Arquitectura e Engenharia, que manteve o conceito industrial na renovação do edifício, elevando a experiência com elementos arquitectónicos únicos e uma decoração vintage.

Composta por dois edifícios que perfazem uma dimensão de 7 mil metros quadrados, a Cidade BI4ALL tem capacidade para mais de 500 postos de trabalho, inclui várias áreas de trabalho colaborativas, auditório, ginásio, zona de restauração onde está integrado um campo de padel, quartos para clientes e colaboradores, terraço e outras zonas de lazer e bem-estar.

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Edifício Berna 54 vendido por 15 M€

Edifício foi adquirido por um investidor institucional português ao fundo CCP 5 da Tristan Capital Partners. Operação foi assessorada pela Worx e JLL

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Um investidor institucional português adquiriu ao fundo CCP 5 da Tristan Capital Partners o edifício situado no número 54 da Avenida de Berna, em Lisboa. Com uma área bruta de 3.825 m2 e 124 lugares de estacionamento, o edifício está actualmente ocupado a 100% pela Cofidis e Prosegur. Localizado em frente à Fundação Calouste Gulbenkian, este activo encontra-se entre o Campo Pequeno e a Praça de Espanha, beneficiando de boas acessibilidades viárias e de transportes.

Para o sucesso da transacção, a Tristan Capital Partners, que havia adquirido o edifício em 2019, com a assessoria da JLL, contou com o apoio da Norfin, o seu parceiro operacional em Portugal. “Inicialmente, o objectivo para este edifício era realizar uma obra de reabilitação dos espaços comuns e de outras áreas e lançar no mercado de arrendamento. No entanto, surgiu uma excelente oportunidade de alienação que acabou por concretizar-se com sucesso”, explica Daniel Lopes, manager da Norfin.

Neste transacção, a Tristan Capital Partners, foi assessorada pela Uría Menendez e novamente pela JLL nas vertentes jurídica e comercial, respectivamente. Por parte do comprador, a operação contou com a assessoria da Worx Real Estate Consultants, naquele que é considerado “um dos negócios de maior relevo no sector dos escritórios em Lisboa, no primeiro trimestre do ano”.

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