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Área de promoção imobiliária da Mota-Engil com nova imagem

Emerge – Mota-Engil Real Estate Developers estima colocar no mercado, nos próximos cinco anos, investimentos superiores a 400 milhões de euros

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A empresa de promoção imobiliária do Grupo Mota-Engil apresenta uma imagem renovada e tem como estratégia ser “uma referência no mercado imobiliário”. A “nova” Emerge – Mota-Engil Real Estate Developers conta com uma carteira de activos próprios com áreas brutas de construção acima de 500 mil m2 e estima colocar produtos para venda em mercado, nos próximos cinco anos, de investimentos superiores a 400 milhões de euros.

Segundo a empresa, a imagem renovada visa a aposta no desenvolvimento de “um projecto global de valorização dos activos, fazendo emergir novas estratégias e paradigmas que permitem desenvolver e concretizar soluções imobiliárias inovadoras, sustentáveis, atractivas e agregadoras de valor para todos os stakeholders: colaboradores, parceiros e clientes”.

Alicerçados em décadas de experiência do Grupo Mota-Engil, a aposta da Emerge “é reinventarmo-nos e reinventar o setor imobiliário, transformando os espaços e a forma como são pensados e vividos nas suas múltiplas utilizações”, refere Vítor Pinho, CEO da Emerge.

Destaca: “Com uma equipa sólida, respeitamos a herança do passado e renovamos os nossos princípios para respondermos de forma eficiente aos novos desafios, transformando o presente em cada projeto, concebendo e concretizando soluções inovadoras, preparadas para o futuro e    reinventando os espaços e a forma como são pensados e vividos nas suas múltiplas utilizações.

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1.ª fase do Antas Atrium atinge os 75% de unidades vendidas

Cerca de 75% dos 176 apartamentos que compõem a primeira das seis fases do Antas Atrium, foram já comercializadas. Promotora antecipa o lançamento da próxima fase

Promovido pela Albatross-Quantico, 75% dos 176 apartamentos que compõem a primeira das seis fases do Antas Atrium, foram vendidas. O empreendimento, que se localiza no Porto, iniciou a sua comercialização em Abril 2021. A construção, que começou em setembro 2021, tem a entrega da primeira fase já marcada para o último trimestre de 2023, com a obra a correr dentro do programado, atingindo já a estrutura o último piso do edifício.

As diversas fases a serem desenvolvidas resultarão num empreendimento em condomínio fechado e privado com um extenso centro verde e de lazer, com cerca de 15 500 m2, onde se poderão encontrar desde espaços infantis, áreas de lazer, hortas comunitárias, espaços para exercício ao ar livre, entre outros.

A elevada procura permitiu que se esteja já a programar o lançamento das próximas fases. Segundo o administrador Carlos Vasconcelos “tem sido surpreendente a reacção do mercado a este projeto, 75% vendido num ano é, sem sombra de dúvida, um indicador que prova claramente que o projecto foi pensado e desenhado com a aposta nos vectores diferenciadores. Estamos já a programar o lançamento da segunda-fase”, afirma.

O primeiro edifício a ser colocado no mercado conta com 176 apartamentos e quatro áreas comerciais, distribuídos em tipologias de T0 a T4, com amplas varandas e terraços privados, estacionamento para todas as unidades, bem como arrecadação e pontos de carga para carros eléctricos. Cada fase é composta pelas suas próprias amenities interiores como piscina, ginásio, área infantil, área de lavandaria e parque de bicicletas e uma área verde própria (2 300 m2) com parque infantil exterior, horta comunitária e zonas de relaxamento e bem-estar. Nesta fase, serão ainda colocadas no mercado quatro áreas comerciais, num total de cerca de 1 000 m2 de área bruta de construção.

Uma das vantagens competitivas do empreendimento é a sua localização. Esta área pretende assumir-se como um novo centro do Porto, perto de tudo, desde áreas comerciais, do centro comercial Alameda Shopping, estádio do Dragão, Loja do Cidadão, clínicas médicas, escolas, entre outros inúmeros serviços e opções de suporte ao dia a dia das famílias. A proximidade da ligação à VCI e à rede de transportes públicos que alimenta toda a zona das Antas torna o projceto de fácil acesso.

Posiciona-se em dois grandes mercados: as famílias residentes nacionais e os investidores que procuram soluções de rentabilidade interessante como alternativa de investimento. “No mercado internacional temos sentido um aumento crescente da procura quer para a opção de primeira habitação, quer e para segunda habitação em Portugal”, refere.
A Albatross-Quantico gere actualmente em Portugal projectos num valor superior a 1 000 milhões de euros, incluindo 6 000 unidades residenciais, 50 unidades comerciais e mais de 600 000 m2 em promoção imobiliária.

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Enlight: Procura gera 70% de vendas em menos de dois meses

A Fercopor aponta a localização e a diferenciação da arquitectura como os principais atractivos. Localizado junto ao antigo Centro Comercial Dallas, actualmente, apenas seis habitações estão disponíveis para venda

A construção do Enlight está ainda em fase inicial, mas a sua comercialização já ultrapassou os 70%, com apenas seis apartamentos por vender. A promotora imobiliária do empreendimento, a Fercopor, aponta a localização e a diferenciação da arquitectura como os principais atractivos.

Cerca de um mês e meio depois do início da comercialização, estão já encontrados novos moradores para mais de 70% do total de 21 apartamentos que compõe o edifício, localizado junto ao antigo Centro Comercial Dallas. Actualmente, apenas seis habitações estão disponíveis para venda – três T3, dois T4 e apenas um T2.

“Registámos uma procura muito elevada, sobretudo de famílias portuguesas, movidas pelas áreas generosas das divisões, pela diferenciação do projecto arquitectónico e pela localização na Avenida da Boavista”, explica Mário Almeida, administrador da Fercopor. “Sentimos ainda um grande interesse na penthouse do Enlight, localizada no último piso, que também já foi comercializada”, acrescenta. 

O Enlight é assinado pelo arquiteto José Carlos Cruz e destaca-se pela forte ligação entre os espaços interiores, que chegam aos 280,5 m2, e os exteriores, com todas as fracções a apresentarem varandas, pátios ou jardins. O edifício de sete andares tem ainda um ginásio e uma sala comum. 

Este projecto é igualmente “especial” para a promotora porque assinala o regresso da Fercopor aos empreendimentos em plena Avenida da Boavista, onde ergueu o seu primeiro edifício em Portugal, em 1986.

É também nesta localização que a empresa prevê lançar um novo empreendimento de habitação de luxo ainda este ano. O novo projecto terá igualmente assinatura de José Carlos Cruz, que desenhou um condomínio fechado, pensado para a Rua Ciríaco Cardoso.

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Enquanto o ‘Dubai´ na Madeira segue a bom ritmo, Socicorreia prepara lançamento no Porto

É o maior investimento privado do arquipélago da Madeira e está avaliado em 300 milhões de euros. O ‘Dubai na Madeira’ é a aposta da Varino, que une os grupos AFA e Socicorreia, envolve sete gabinetes de arquitectura e pretende criar uma nova centralidade, moderna e sustentável. Em entrevista ao Construir Custódio Correia falou deste de outros projectos que o grupo se prepara para lançar

“O empreendimento ‘Dubai’ Madeira situa-se na Estrada Monumental, junto ao Fórum Madeira, e integra 9 lotes que correspondem a 70 mil m2 de construção, envolvidos por cerca de 20 mil m2 de zonas verdes e arruamentos. No ‘Dubai’ Madeira nascerão 400 fracções destinadas à habitação (de T1 a T4 e destinados à classe média/alta) e comércio, todas com vistas mar e onde não circularão veículos à superfície, em prol da sustentabilidade e da neutralidade de carbono”, resume Custódio Correia, CEO da Socicorreia, ao CONSTRUIR. O projecto, avaliado em 300 milhões de euros, é feito através da Varino, a sociedade que o grupo detém com a AFA.

O ‘Dubai na Madeira’ envolve seis gabinetes distintos, para além do próprio departamento de arquitectura do grupo Socicorreia, o qual é, aliás, responsável pelos dois primeiros edifícios. Da lista de ateliers constam a Trama Arquitectos, Bruno Martins Arquitecto, RH+ Arquitectos, Vítor Vitorino Arquitecto, Ordem e ASSO.

Porquê dividir este projecto por vários arquitectos ao invés de optar por um único gabinete? Além do nome, Dubai é inspiração?
Poderíamos ter optado pelo caminho mais fácil – escolher apenas um arquitecto que projectasse todos os edifícios – no entanto, foram seleccionados criteriosamente sete gabinetes de arquitectura regionais e nacionais que, prontamente, aceitaram o desafio da criação de uma nova centralidade de luxo com prédios distintos, mas igualmente atractivos, e com soluções energéticas eficientes. O objectivo é a criação de uma competição saudável, onde não existirão vencedores nem vencidos. Foram dadas algumas indicações relativamente à cor, elegância, sobriedade e foi ainda pedido que fosse tirado o máximo partido das vistas e da exposição solar. O Dubai é, sem dúvida, uma inspiração pela exclusividade dos projectos que lá se encontram e que é algo que pretendemos fazer neste terreno da Estrada Monumental.

Em que ponto é que nos encontramos deste projecto e qual a previsão de conclusão do mesmo?

Neste momento, estamos numa fase já avançada do primeiro edifício – Edifício Varino 05 – que tem conclusão prevista para o próximo ano. Ainda este ano avançaremos com a construção do Edifício Varino 07 que tem conclusão prevista para 2024. Ambos os edifícios são da autoria do departamento de arquitectura da Socicorreia. A previsão de término das obras dos últimos dois edifícios – Varino 13 e 14 – está entre 2028 e 2030. Conta com 34 apartamentos e quatro espaços comerciais, que estão praticamente todos comercializados.

Qual o montante de investimento global do projecto? Este é o momento certo para o realizar?

O mercado imobiliário português está a passar por uma óptima fase e a comercialização dos apartamentos do Grupo Socicorreia e da Varino e todas as regiões em que nos encontramos têm acompanhado esse bom momento. Por esta razão, achamos que é o momento ideal para lançar este projecto que representa o maior investimento privado na Região Autónoma da Madeira e que ascenderá aos 300 milhões de euros de investimento. Para financiá-lo vamos recorrer a capitais próprios de ambos os grupos, AFA e Socicorreia, e, se necessário, recorreremos também à banca.

Este investimento junta-se a outros que a Socicorreia está a desenvolver…
Sim. Neste momento, na Ilha da Madeira o Grupo Socicorreia está a construir o Condomínio Fechado Século XXI, onde se inserem cinco Edifícios Século XXI (18, 19, 20, 21 e 22). Está localizado numa das mais privilegiadas zonas da cidade do Funchal, nas Virtudes, e para além do fácil acesso a todos os serviços necessários ao dia-a-dia, está a apenas a 2 minutos do centro da cidade. Todos os apartamentos deste condomínio privado de luxo têm vista mar e os seus residentes poderão disfrutar de piscina, parque infantil e área fitness, envolvidos por cerca de 3000 m2 de jardins. Ainda na ilha da Madeira, temos em fase de projecto, um novo condomínio privado de luxo. Esta modalidade tem sido muito bem aceite por todos aqueles que escolhem a região para viver e a procura tem sido bastante elevada.
Nos Açores, mais concretamente na marginal de Ponta Delgada, está em curso o Sea Lux 02 e outros dois empreendimentos estão em fase de projecto, um deles também com o conceito de condomínio privado.
No norte do país, numa das mais carismáticas ruas do centro da cidade de Braga, na Rua dos Chãos, reabilitamos um prédio composto por 6 fracções habitacionais de luxo de tipologias T1 e T2. Mas a próxima grande aposta do Grupo Socicorreia, será no Porto onde está em fase final o lançamento de um novo empreendimento de luxo.

Projectos que se somam ainda aos projectos imobiliários promovidos pela Varino. Para além do ’Dubai na Madeira’ o que têm actualmente em curso?
Neste momento, temos projectos em Lisboa e no Funchal. Na capital, estão em comercialização o Varino 03, 04 e 06 na privilegiada freguesia das Avenidas Novas e, no Funchal, estão em comercialização o Varino 05 e 07.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Procura de imóveis para investimento com impacto nas vendas do Belas Clube de Campo

O empreendimento refere um aumento de 30% da procura de imoveis para investimento. Sendo que 50% dos imóveis de tipologia T2, vendidos no Lisbon Green Valley, foram adquiridos com o objectivo de arrendamento

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As tendências de mercado dos últimos anos, indicam que o imobiliário tem vindo a gerar cada vez mais procura como alternativa de investimento, face a outros formatos. Para além disto, tem-se assistido ao aumento das aquisições de imóveis para arrendamento, por se tratar de um investimento seguro, e de rápida rentabilidade.

Uma tendência confirmada pelo Belas Clube de Campo, que refere um aumento de 30% da procura de imoveis para investimento. De referir ainda que 50% dos imóveis de tipologia T2, vendidos no Lisbon Green Valley, foram adquiridos com o objectivo de um investimento seguro, pela via do arrendamento.

“Os investidores encontram no nosso produto uma rentabilidade atractiva, segura e imediata. A nossa localização, a proximidade a Lisboa e o conjunto de serviços como o Jardim-Escola João de Deus, vigilância 24h/dia, restaurantes, piscinas, healthclub, golfe, ténis, padel, entre outros, tornam a opção pelo Belas Clube de Campo ainda mais estratégica, dando resposta às prioridades que pautam hoje a procura de casa”, explica Bruno Martins, director comercial do Belas Clube de Campo

O mercado do arrendamento em Portugal está a crescer, fruto destes novos padrões de consumo e da emergência de uma multiplicidade de preferências, que aparecem, maioritariamente, a partir das gerações mais novas quando entram no mercado de habitação.

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Loja com 750 m2 entre o Marquês de Pombal e o Largo do Rato chega ao mercado

O espaço está localizado no nº58 da Alexandre Herculano, o qual irá receber o primeiro hotel digital do grupo Numa em Portugal

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O comércio de rua no centro de Lisboa continua a reforçar a oferta e vai passar a contar com um espaço de 750 m2 na rua Alexandre Herculano, que liga o Marquês de Pombal ao Largo do Rato, em pleno coração da capital. As consultoras imobiliárias JLL e Worx foram seleccionadas em co-exclusivo pelos proprietários do imóvel, a joint venture constituída pelos investidores privados Bizau Capital Partners e a ADMAR SCR, para a sua comercialização.

A loja abrange o piso térreo do edifício nº58 da rua Alexandre Herculano, o qual vai receber o hotel Numa, com 77 quartos, beneficiando de estacionamento interior com capacidade para 70 viaturas. Uma frente de loja ampla e com bastante luz conferem ao espaço uma excelente visibilidade numa localização a apenas dois passos da Avenida da Liberdade, a zona de luxo do comércio de rua em Lisboa.

“A localização central, a dimensão da loja, a sua configuração e o facto de estar inserida no edifício com um hotel, abrem inúmeras possibilidades para a sua exploração, destacando-se propostas de restauração, decoração ou de bem-estar, como clínicas ou ginásios. Um supermercado é também uma óptima opção para este espaço, sendo uma oferta de conveniência muito bem-vinda numa zona de grande fluxo de residentes, profissionais e turistas”, sustenta Mariana Rosa, head of leasing Markets Advisory da JLL.

Este eixo é ainda bastante frequentado em termos de fluxo pedonal, acolhendo diversas empresas e hotéis, bem como empreendimentos residenciais recentes.

“O espaço amplo com acesso a uma zona exterior que permite desenvolver diferentes usos e uma localização central, são características bastante valorizadas no mercado que irão potenciar uma rápida colocação do espaço. Estas características certamente trarão mais-valias a qualquer entidade que opte por esta localização”, refere Bernardo Zammit e Vasconcelos, head of agency da Worx

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Arié e Europi adquirem o Lx Factory

Os novos donos asseguram que pretendem manter a identidade e património cultural únicos do Lx Factory, o qual continuará a destinar-se a escritórios, retalho e restauração, bem como a manutenção do seu look & feel industrial

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O Lx Factory foi adquirido por uma joint venture entre o Grupo Arié e o Europi Property Group, num processo de investimento gerido pela Bedrock Capital, não tendo o montante da transacção sido divulgado. O vendedor, um fundo gerido pela KEYS REIM, uma gestora de activos francesa, detinha a propriedade e a gestão do Lx Factory desde 2017.
“Este local tornou-se num verdadeiro hub criativo e reflecte a convicção da Keys em projectos mixed-use e de promoção concebidos para oferecer uma experiência local única. Em linha com a estratégia do fundo, a venda do LX Factory permite a cristalização da estratégia de gestão para os activos implementada desde a sua aquisição”, justifica Nabil El Fahli, CIO da Keys Reim.

A Arié, a Europi e a Bedrock pretendem manter a identidade e património cultural únicos do Lx Factory, o qual continuará a destinar-se a escritórios, retalho e restauração, bem como a manutenção do seu look & feel industrial. Estão a ser desenvolvidos planos para reabilitação gradual dos espaços e introdução de melhorias ao nível das zonas exteriores e da organização do trânsito automóvel.

“O Lx Factory apresenta uma oferta única de espaços de retalho, escritórios, restaurantes e eventos/culturais, sendo simultâneamente um dos mais populares destinos turísticos da cidade de Lisboa. Estamos convictos de que o Lx Factory irá beneficiar de forma muito significativa dos projectos residenciais e de escritórios previstos para esta zona de Alcântara, bem como da melhoria prevista das assessibilidades, como a futura estação de metro e a ponte pedonal que permitirá um acesso directo ao rio”, João Tenreiro Gonçalves, Executive Partner da Bedrock Capital

A estratégia de aquisição insere-se no actual contexto de regeneração urbana em Alcântara, a qual conta já com o novo Hospital CUF Tejo, e para a qual está previsto para os próximos anos o desenvolvimento de diversos projectos de escritórios e residenciais, bem como de uma escola internacional.

“É nossa intenção investir nos edifícios existentes e expandir a oferta de serviços. Esta aquisição demonstra o nosso compromisso em investir em Portugal, onde ao longo dos últimos 12 meses já construímos um portfolio de 10 activos logísticos com uma área total de cerca de 150.000 m2. Estamos a assistir a um forte crescimento e a tendências demográficas favoráveis nas cidades de Lisboa e do Porto, as quais se estão a tornar destinos preferenciais para diversas empresas internacionais. Factores como a abundância de talento em Portugal, o custo de vida acessível e o clima favorável têm vindo a contribuir de forma decisiva para tal evolução. Estamos particularmente entusiasmados em expandir a nossa parceria com a Bedrock Capital e com o Grupo Arié.” Jonathan Willén, CEO da Europi.

Os compradores foram assessorados pela Morais Leitão, CBRE, EY e Howden M&A. O vendedor foi assessorado pela Garrigues.

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Solyd conclui primeiros dois edifícios do Lago Altear e já começou a entregar apartamentos

Situado na Alta de Lisboa, o empreendimento é constituído por três edifícios, estando os Blocos A e B a ser agora escriturados, e o Bloco C encontra-se 90% vendido. O Lago Altear nasce pelas mãos do arquitecto Arnaldo Pimentel Barbosa e a construção esteve a cargo da construtora UDRA, que integra o Grupo San José

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A primeira fase do projecto Altear, constituída por 10 edifícios, tem os seus primeiros dois edifícios concluídos, os Blocos A e B do LAGO ALTEAR. A promotora imobiliária Solyd Property Developers encontra-se actualmente a entregar aos novos moradores as chaves para a sua nova casa. O empreendimento Lago Altear Blocos A e B foi o primeiro lançamento do projecto, que arrancou em Março de 2019, com a oferta de 101 novos apartamentos e 7 espaços comerciais.

Com apartamentos com tipologias T1 a T5 e áreas que vão dos 91 m2 aos 340 m2, o Bloco A conta com 39 apartamentos e 3 espaços comerciais e o Bloco B com 62 apartamentos e 4 espaços comerciais. O Lago Altear nasce pelas mãos do arquitecto Arnaldo Pimentel Barbosa e a construção esteve a cargo da construtora UDRA, que integra o Grupo San José.

Com acabamentos de “excelente qualidade, varandas amplas, cozinhas totalmente equipadas com eletrodomésticos de topo, ginásio, lobby decorado, estacionamento com pré-instalação para mobilidade eléctrica e arrecadações privativas”, escreve o promotor em comunicado.

A preocupação com o bem-estar dos residentes faz-se a par com a preocupação ambiental. A sustentabilidade do empreendimento é garantida de diversas formas. Seja através da proximidade a transportes públicos e zonas verdes, promovendo uma mobilidade mais verde seja através do recurso a materiais de elevada qualidade, criteriosamente selecionados. Por exemplo pavimentos de alta durabilidade, ar condicionado com alta eficiência energética, cozinhas totalmente equipadas com eletrodomésticos de topo, torneiras com redução de caudal e mecanismos de descarga inovadores que permitem uma poupança de água até 70% preservando a experiência de utilização.

O empreendimento foi pensado com foco na eficiência e possui um elevado conforto térmico e acústico, fruto do excelente nível de isolamento em fachadas, cobertura e áreas comuns, e da caixilharia e vidros com características técnicas com os mais altos padrões de qualidade. Os sistemas de arrefecimento e aquecimento de elevado rendimento, de aquecimento de águas com apoio de painéis solares e de ventilação individualizada, contribuem igualmente para a certificação energética A de todos os apartamentos.

O empreendimento Lago Altear oferece ainda um terceiro edifício, o Bloco C, que se encontra actualmente 90% vendido e cuja construção avança a um bom ritmo.

Sob o conceito “Um novo centro em Lisboa” onde “mais do que morar, tem tudo para viver”, o Altear totaliza, na primeira fase, cerca de 200 milhões de euros de investimento e uma área total de construção superior a 120.000 m2.

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NUMA dá o pontapé de saída na expansão para o mercado português

O edifício que durante décadas serviu de sede à Federação Portuguesa de Futebol será convertido no primeiro hotel digital do Grupo NUMA em Portugal. Este é o primeiro de vários negócios que estão no pipeline de investimento do grupo alemão e que têm as cidades de Lisboa e Porto como alvo

Lisboa será a primeira cidade portuguesa a juntar-se à lista de cidades europeias onde o grupo alemão NUMA está já presente. O grupo com sede em Berlim prevê inaugurar o seu novo hotel digital em Lisboa no segundo trimestre de 2024. O hotel irá ocupar a antiga sede da Federação Portuguesa de Futebol, junto ao largo do Rato, em Lisboa. Um negócio possível depois do grupo ter entrado em acordo com os novos proprietários do edifício, uma joint venture de dois investidores de private equity, a Bizau Capital Partners e a ADMAR SCR, para a locação da antiga sede da FPF.
O novo hotel terá 77 quartos, que irão alargar a oferta da capital em mais 154 camas, totalizando 1600 metros quadrados.

O novo NUMA Lisboa será, à semelhança das outras unidades do grupo, totalmente digital. “Acabou o tempo de espera na recepção como acontece nos hotéis tradicionais. Isto poupa os hóspedes do hotel a muito stress, no caso de, por exemplo, precisarem de chegar rapidamente ao aeroporto. No hotel NUMA é possível fazer o check-out no táxi a caminho do aeroporto”, explicou o grupo ao CONSTRUIR.

Todos os serviços, tais como reservas, coordenação e marketing são geridos centralmente na sede do NUMA em Berlim. A coordenar estes serviços para todos os hotéis do grupo está uma equipa de “especialistas experientes em hotelaria”. Mas em cada cidade o grupo tem as suas próprias equipas, “que atendem imediatamente aos desejos dos hóspedes do hotel”. Um serviço que pode ser avaliado nos portais dos utilizadores.

Este conceito eficiente e contactless permitiu ao NUMA alcançar números recorde, mesmo em tempos de pandemia. O ano passado, segundo o grupo, a operação “gerou um crescimento das receitas de 500% com mais de 2.500 unidades (hoje em dia mais de 3.000 unidades), com uma taxa de ocupação de 85%, apesar da COVID, e 230% acima da média do mercado em toda a Europa”, revela o grupo ao Construir. Números que segundo os seus responsáveis atestam que “o modelo inovador NUMA provou ser resistente a condições de mercado mais desafiantes, como foi o caso do ano de 2021. O rápido crescimento do NUMA em toda a Europa mostra o quanto os mercados europeus estão à espera de soluções novas e inovadoras na indústria hoteleira”.

São estes números que o grupo sublinha na altura de estabelecer parcerias com investidores, proprietários, promotores imobiliários, e operadores hoteleiros para criar soluções baseadas em tecnologia. “Cerca de 80% dos processos hoteleiros tradicionais podem ser digitalizados, o que poupa não só tempo mas também recursos e custos fixos. Muitos operadores de hotéis tradicionais não terão outra escolha senão adaptarem-se”, defende o grupo.

Parcerias estratégicas nos mercados
“O Grupo NUMA é muito flexível. Em primeiro lugar, estamos interessados em contratos de arrendamento de longo prazo para grandes projectos, por exemplo, mais de dez anos, contratos de gestão e franquia e aquisições. Depende do caso particular e do parceiro. O Grupo NUMA está constantemente à procura de localizações nas principais cidades europeias, com uma área bruta de cerca de 500 a 8000 metros quadrados, com cerca de 10 a 250 unidades. Procura tipos de propriedades hoteleiras existentes ou potenciais, como hotéis ou edifícios de apartamentos comerciais ou para conversões de escritórios com a possibilidade de apartamentos de curta duração, espaços residenciais em cidades com licenças para aluguer de curta duração e projectos de desenvolvimento”, inúmera o grupo.

Ainda segundo o grupo a tecnologia desenvolvida permite um aumento de lucros “até 40%, para os para os operadores hoteleiros através dos processos de negócio automatizados, preços inteligentes, e taxas de ocupação mais elevadas. “Estamos a construir uma classe de activos para a nova geração de viajantes. O NUMA distingue-se dos hotéis tradicionais, tanto em termos de experiência dos hóspedes como de parceiros imobiliários. O nosso modelo permite um melhor retorno do investimento do que um hotel tradicional. Uma vez que este novo mercado é altamente atractivo, não partilhamos detalhes sobre as nossas parcerias”, sustenta.

O Grupo NUMA trabalha com empresas cotadas em bolsa como parceiros para fornecer financiamento, pelo que o valor do investimento só pode ser divulgado em “casos excepcionais”. Um desses casos excepcionais foi a parceria estratégica entre o NUMA e a LaSalle Investment Management, uma das empresas líderes em investimento imobiliário, que inclui um volume de investimento de 500 milhões de euros para aquisição, reforma e operação de unidades hoteleiras localizadas nos centros urbanos na Europa Ocidental. Identificados estão já 15 activos localizados no Reino Unido, Espanha, Itália e Holanda que representam um volume de investimento superior a 450 milhões de euros.

Portugal pode estar fora desta parceria, mas já despertou a atenção do grupo alemão. “Para o NUMA, Portugal é um dos mais importantes mercados europeus do futuro, com grande importância estratégica. Acreditamos que o nosso modelo de sucesso comprovado é perfeito para as características do mercado local em Portugal, como um destino de viagem altamente atractivo”, afirma o grupo.

“Logo no início da nossa entrada no mercado português, em Lisboa, estamos muito satisfeitos por podermos oferecer aos nossos futuros hóspedes, um edifício histórico que já foi frequentado pela selecção portuguesa e por futebolistas reconhecidos. Isto é exactamente o que o NUMA representa: experiências de viagem excepcionais para os nossos hóspedes, aquilo a que chamamos “estadias com alma”. O nosso objectivo claro com o NUMA é estabelecer uma geração completamente nova de hotéis e alojamentos de curto prazo, inovando também a indústria hoteleira em Portugal”.

Em Portugal, como em toda a Europa, o Grupo NUMA concentra-se em propriedades hoteleiras e comerciais em locais centrais das grandes cidades. “Temos como alvo os distritos movimentados e os principais locais com maior procura turística e de pessoas que viajam em trabalho”. Para além do NUMA em Lisboa, o Porto também está no topo das preferências do plano de expansão do Grupo em Portugal. “Outros projectos em Portugal também já estão no pipeline e iremos informar o público assim que os contratos forem assinados. Estamos sempre muito interessados em propostas que nos pareçam adequadas, especialmente nas cidades de Lisboa e do Porto”, salientam.

O culto da individualidade

A alimentar o crescimento e a preferência por este tipo de serviço estão os “turistas modernos” e, claro está “os viajantes em trabalho”, que privilegiam a rapidez, eficiência e facilidade que um serviço primordialmente digital oferece. “O número de viajantes aumentou com os vários AirBnB disponíveis. Agora estes têm mais dinheiro e procuram maior conforto, mas a procura por individualidade e autenticidade permanece ou até aumentou. As pessoas procuram por espaços com estilo arquitectónico moderno, não querem perder tempo nos balcões da recepção e também não querem estar presos a horários fixos para pequenos-almoços, mas sim ter a sua própria cozinha para realizar as suas refeições. Também procuram uma rápida ligação à Internet. E têm uma afinidade digital e apreciam a máxima flexibilidade”.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Sonae Capital investe 1,5 M€ em renovação de unidade em Tróia

Inserido no Troia Resort, a renovação teve como objectivo o reposicionamento da oferta para o segmento de luxo. O projecto de interiores é da responsabilidade das arquitectas Inês Coelho e Nicola Abreu, integradas na equipa do engenheiro Pedro Guimarães, da Sonae Sierra. Já as obras de arte contemporânea, com assinatura de Tamara Alves, envolvem os visitantes numa missão de interpretação do capital natural do destino

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A Sonae Capital investe na renovação do The Editory by The Sea, inserido no Troia Resort, com objectivo de reposicionar a oferta para o segmento de luxo. A unidade, com 132 apartamentos, contou com um investimento de cerca de 1,5 milhão de euros, e inclui a transformação dos espaços e o investimento em arte contemporânea, sabe o Construir.

O novo cinco estrelas, o antigo Tróia Lagoa numa, conta com 16 pisos, onde a natureza é a anfitriã dos recantos, influenciando as intervenções artísticas e interferindo na conceptualização de espaços de fruição natural que se expressam para lá das janelas. Entre tons neutros, madeiras claras e plantas, a decoração é sofisticada ao mesmo tempo que aconchega cada pausa numa espécie de jardim interior que inspira a relaxar.

O projecto de interiores é da responsabilidade das arquitectas Inês Coelho e Nicola Abreu, integradas na equipa do engenheiro Pedro Guimarães, da Sonae Sierra.

São nove tipologias que se dividem entre 65 estúdios e 67 suites de linhas modernas e funcionais, com kitchenette equipada, varanda privada, room service disponível 24 horas, wifi e chromecast.

Com piscina interior aquecida e piscina exterior, The Editory by The Sea dispõe ainda de um ginásio aberto 24 horas por dia, Wellness Center e duas salas de reunião com capacidade até 100 pessoas. Programas de passeio, aluguer de bicicletas, observação dos golfinhos, trilhos pedestres, entre tantas outras propostas, são uma declaração de amor à Península e a todos os seus segredos naturais.

À chegada, é impossível ficar indiferente ao mural da artista plástica Tamara Alves que, em parceria com a Underdogs, desenvolveu três trabalhos para The Editory by The Sea. “Eco de um corpo na cal viva” é o título de uma obra emblemática que faz o acolhimento em pleno lobby, transmitindo a perspectiva de que o hotel é uma montra do paraíso natural que é Tróia: “a vegetação cobre este local onde cresce, o silêncio ocupa-nos, pássaros pernoitam no nosso coração melancólico e percorremos pela última vez com o olhar o quarto de hotel, sobre aquilo que deixamos para trás”, destaca Tamara Alves.

A artista desenvolveu ainda as aguarelas Troia I e II, enquanto interpretação da experiência de Tróia, “trazendo um pouco do que deixamos ao entrar no hotel, um pouco do que podemos observar e reconhecer, guardar na memória, não só as cores, mas os cheiros. Uma pequena experiência imersiva que sensibiliza o observador a ficar mais consciente do que tem a sua volta”, refere.

Com assinatura de Tamara Alves, as obras de arte contemporânea envolvem os visitantes numa missão de interpretação do capital natural do destino e em toda a sua herança de ecossistema único, preservado e para respeitar. Ao longo do ano, exposições temporárias reforçam a mensagem de pacto sustentável, presente em todo o hotel.

O foco na sustentabilidade posiciona The Editory by The Sea como embaixador do combate ao desperdício, da redução dos consumos energéticos, passando pela alteração de procedimentos para melhores certificações energéticas. Destaca-se a aposta numa maior integração da economia circular e em pequenas acções diárias que, em articulação com cada Cliente, influenciam consciências e atitudes que contribuem para um projecto conjunto de protecção ambiental.

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Alojamento local: propriedades em Portugal com 90% de ocupação no mês de Julho

Durante o período em análise Portugal representou um terço das mais de 16 mil reservas realizadas nas mais de 30 cidades onde a GuestReady tem actividade. Agosto deverá ser ainda melhor

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O mês de julho registou uma taxa de ocupação de 90% em propriedades de alojamento local em Portugal, uma taxa 25% mais elevada do que em Julho de 2019, anuncia a GuestReady, empresa de gestão de propriedades de aluguer de férias de curta e média duração.

“O alojamento local está a viver um período de grande procura. A nossa taxa de ocupação em Portugal é superior à nossa média global. No nosso país temos recebido principalmente hóspedes estrangeiros, mas também continuamos a receber muitos portugueses”, afirma Rui Silva, managing director da GuestReady em Portugal e em Espanha.

Presente em mais de trinta cidades em dois continentes, a GuestReady apresentou agora resultados mais positivos do que no período pré-pandemia não só a nível local como globalmente, tendo a taxa de ocupação global registado também um crescimento de 25%, em comparação ao mesmo mês de 2019.

“Estes números mostram como o turismo está a consolidar a sua recuperação pós-pandemia no mundo todo, incluindo Portugal,” explica Rui Silva, acrescentando que Portugal representou um terço das mais de 16 mil reservas geridas pela GuestReady durante o mês de Julho em todos os mercados onde a empresa está presente (Reino Unido, França, Emirados Árabes Unidos e, ainda, Espanha).

A GuestReady entrou em Portugal em finais de 2018 e gere actualmente mais de mil propriedades em todo o país, a maioria na zona norte. A empresa ressalva que o período de maior crescimento da carteira foi durante a pandemia. Entre Julho de 2019 e Julho de 2022 a GuestReady reportou um crescimento de 350% do seu portefólio no mercado português.

Globalmente, a GuestReady gere hoje quase 4.000 propriedades nas mais de 30 cidades onde está presente, tendo actualmente uma taxa de ocupação média anual de cerca de 80%.

“O nosso serviço completo – da reserva à entrega das chaves ao hóspede – tem permitido conquistar a confiança de proprietários e visitantes”, explica Rui Silva. De acordo com o responsável, a empresa está confiante que Agosto irá exceder todas as expectativas e terá uma taxa de ocupação ainda superior a Julho”.

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