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JPS GROUP ganha prémio internacional “Luxury Lifestyle Awards 2022” em 4 categorias

A promotora foi premiada na categoria de “Best Luxury Real Estate Developer in Portugal”, já o seu empreendimento SKYCITY foi galardoado “Best Luxury Residential Development”, “Best Luxury Apartment Living” e “Best Luxury Sustainable Residential Development”

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A JPS GROUP ganhou o prémio internacional “Luxury Lifestyle Awards 2022” em 4 categorias, incluindo “Best Luxury Real Estate Developer in Portugal”, e para o empreendimento SKYCITY “Best Luxury Residential Development”, “Best Luxury Apartment Living” e “Best Luxury Sustainable Residential Development”.

O objectivo destes prémios é reconhecer a excelência em toda a gama dos sectores da indústria e manter os mais altos padrões na indústria imobiliária em todo o mundo.

O comité de organização do Luxury Lifestyle Awards, após um processo de pesquisa e selecção, distinguiu a JPS GROUP como “uma das melhores promotoras no mercado imobiliário em Portugal” e reconheceu a sua “reputação impecável” e o “desempenho profissional” neste mercado. Segundo o júri deste prémio internacional, a JPS GROUP alcançou um resultado impressionante ao ganhar quatro prémios e vê agora o seu trabalho reconhecido.

O empreendimento SKYCITY, um dos maiores projectos do portfólio da JPS GROUP em construção em Portugal, foi distinguido pelo júri deste prémio em 3 notáveis categorias. Desenvolvido sobre um conceito de excelência, o SKYCITY propõe a integração da arquitectura e do design na natureza como linha de força que preside à sua concepção estratégica.

Localizado na Serra de Carnaxide, o SKYCITY é composto por 47 moradias isoladas, 50 moradias em banda, 16 moradias geminadas, 250 apartamentos e 24 espaços comerciais. Cada espaço foi criteriosamente pensado para tirar o máximo proveito da paisagem, de rio, mar e serra. Com preços altamente competitivos, condições únicas de aquisição e uma envolvente que contempla o rio, mar e serra, sem nunca se afastar das zonas nobres da cidade de Lisboa, o SKYCITY é um condomínio residencial de luxo que tem todas as comodidades necessárias.

“Não podíamos estar mais orgulhosos de termos sido seleccionados não só para um, mas para os quatro prémios Luxury Lifestyle Awards 2022. A equipa da JPS GROUP dedicou-se completamente ao SKYCITY, apesar de todas as adversidades com que nos deparamos, inclusivamente a pandemia entre outras questões, e temos prestado atenção a todos os detalhes para fazer do SKYCITY o empreendimento de prestígio em que se tornou. Queremos agradecer aos especialistas da Luxury Lifestyle Awards por nos reconhecerem pelo nosso grande esforço e dedicação que colocamos neste projecto, assim como à JPS Group como um todo”, afirma João Sousa, CEO da JPS GROUP.

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Autorizados 112 milhões de euros para as linhas do Norte e Douro

Nove autorizações de repartições de encargos para obras nas linhas do Norte e do Douro, foram publicadas em Diário da República, totalizando 112 milhões de euros para a Infraestruturas de Portugal

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Das nove portarias conjuntas dos ministérios das Finanças e das Infraestruturas e Habitação, o maior montante autorizado é de até 79 milhões de euros, respeitante à repartição de encargos relativos ao contrato para a empreitada de execução da electrificação e túneis na linha do Douro, entre Marco de Canaveses (distrito do Porto) e Peso da Régua (Vila Real).

Em segunda maior surge a autorização para a empreitada de concepção-execução da subestação de tracção de Bagaúste, num valor de até 12,5 milhões de euros.

Da lista constam ainda 4,4 milhões de euros para a “gestão e fiscalização” da electrificação e túneis da linha do Douro, 2,25 milhões para a “concepção/construção de telemática ferroviária”, 750 mil euros para a “instalação de sistema de informação ao público”, 500 mil euros para “videomonitorização” e 410 mil para “telecomando”. No total, para a electrificação da linha do Douro entre Marco de Canaveses e Peso da Régua, estão previstos 99,8 milhões de euros.

No que diz respeito à linha do Norte, as portarias autorizam a repartição de encargos relativos à renovação integral de via entre Ovar (Válega) e Espinho, no distrito de Aveiro, num montante de 12,2 milhões de euros. Dos quais 4,8 milhões para a fiscalização, 3,7 milhões para a “aquisição de travessas de betão bibloco TBBG para aplicação na empreitada” e 3,5 milhões para a “Aquisição de carril 54E1 e 60E1”.

As autorizações para repartição de encargos à IP estão sujeitas à “condição de ter financiamento europeu com candidatura aprovada”, não devendo a comparticipação pública nacional “ultrapassar um cofinanciamento de 31,02 % do contrato”, no caso das obras da linha do Douro, e 25,49% no caso da linha do Norte.

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Antiga LUFAPO ‘renasce’ como “Hub criativo e inovador”

O Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro pretende recuperar a memória da antiga fábrica de cerâmica, com base nos conceitos arquitectónicos New European Bauhaus. O espaço vai recuperar, ainda, o espólio da antiga LUFAPO, que se encontra na Universidade de Coimbra

No ano em que se assinalam 35 anos sobre a sua criação, o Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV), em Coimbra, pretende transformar aquele que foi um dos maiores complexos industriais cerâmicos do país, num Hub criativo e empreendedor de cocriação, coworking, startups e scaleups. Actualmente sede do CTCV, a LUFAPO prepara-se, quase 100 anos depois do seu aparecimento, para ganhar uma nova vida.

O futuro LUFAPO Hub, além da componente de empreendedorismo industrial, tem como finalidade ser “um centro de indústrias criativas e um local inspirador que concilie arte, inovação, sustentabilidade e inclusão”, ao mesmo tempo que pretende “atrair criadores mundiais, privilegiando a cocriação e o desenvolvimento de ideias de negócio, aproveitando o conhecimento existente e reforçando as sinergias entre as indústrias tradicionais, criativas e tecnológicas”, destacou Jorge Marques dos Santos, presidente do Conselho de Administração do CTCV, por ocasião do lançamento do projecto, numa cerimónia que contou também com a presença de Ana Abrunhosa, ministra da Coesão Territorial.

Segundo a CTCV, para o efeito será desenvolvido um projecto de reabilitação do edifício, que ainda não se encontra concluído, contudo sabe-se já que as premissas terão como referência o conceito New European Bauhaus, assente na utilização de materiais inovadores e que consiste na criação de uma Europa mais sustentável e mais inclusiva. A administração da CTCV avançou, ainda, que prevê a conclusão do projecto dentro de cinco anos, sendo que após esta reabilitação, o LUFAPO Hub prevê a criação de mais 400 postos de trabalho.

Actualmente estão já em funcionamento 25 projectos neste espaço, entre empresas de base tecnológica, startups ou scaleups e criadores, que empregam mais de 80 pessoas, maioritariamente jovens qualificados, tendo-se estabelecido um protocolo com o CEARTE – Centro de Formação Profissional para o Artesanato e Património – escola de ofícios essencialmente dedicada à cerâmica, com vista à instalação de um atelier de cocriação para ceramistas neste espaço.

Adicionalmente vai ser introduzida uma forte componente tecnológica, com impressão de cerâmica em 3D, sem esquecer os novos materiais e a economia circular.

Outra das ideias para atrair novos projectos inspiradores para o LUFAPO Hub passa por criar uma residência criativa, em regime de ‘co-living’, na cobertura do edifício-sede, que possa atrair nómadas digitais e criadores de todo o mundo, preferencialmente ligados ao sector cerâmico.

O LUFAPO Hub não esquece a perspectiva cultural e económica das cerâmicas e vai constituir um espaço dedicado a essa memória histórica. Neste sentido, o espaço vai recuperar, ainda, o espólio da antiga LUFAPO, que se encontra na Universidade de Coimbra, no âmbito de uma recolha efectuada na década de 70, pelo físico Mário Silva, para integrar as colecções do Museu Nacional da Ciência e da Técnica e estudar a possibilidade de revitalizar a produção de algumas peças inspiradas nos desenhos e moldes antigos.

O edifício está equipado com um auditório para 120 pessoas, um refeitório, seis salas de reunião, que podem ser também convertidas em salas de formação, e um espaço de coworking para 15 pessoas que já se encontra em funcionamento.

Unidade fabril chegou a ser “uma das maiores do Pais”

A história da LUFAPO começará talvez nos primórdios do século XX, mas ainda com outra denominação. Todavia, sabe-se com exatidão que, em 21 de junho de 1923, já existiria como “A Cerâmica Limitada”, uma vez que os sócios-gerentes Francisco Ferreira e Ezequiel dos Santos Donato, representantes da empresa, escrituraram um terreno situado no Vale Paraíso, no Loreto, freguesia de Eiras, onde já estaria construído o edifício principal do que mais tarde viria a ser um dos maiores complexos industriais cerâmicos do país!

Julga-se que surgiu neste local, junto à linha do caminho-de-ferro, em consequência da necessidade de se deslocalizarem as inúmeras cerâmicas que abundavam na baixa de Coimbra durante o século XIX, impedidas de se desenvolverem por se encontrarem estranguladas pela própria cidade.

Considera-se que esta unidade fabril iniciou a época da grande indústria cerâmica em Coimbra, tendo registado um crescimento rápido nos primeiros anos de produção, “chegando a empregar cerca de 1000 operários e a ser, no seu género, uma das maiores do país”.

Esta indústria, localizada num terreno com cerca de 9 hectares, foi também inovadora para o seu tempo, tendo construído algumas casas para operários, um campo de futebol, laboratórios, escolas e creches para os filhos dos trabalhadores, entre outras inovações. A fábrica era constituída por múltiplos edifícios ligados entre si e construído em vários patamares.

Em 1929, a Companhia das Fábricas Cerâmica Lusitânia adquiriu este complexo industrial, à semelhança da fábrica de Massarelos, no Porto.

A designação e a marca LUFAPO é construída a partir das palavras LUsitânia, FAianças e POrcelanas, tendo surgido em meados da década de 1940, no âmbito da reconversão da indústria cerâmica portuguesa após a II Guerra Mundial.

Sabe-se que a marca LUFAPO foi usada em louças domésticas e decorativas, louças sanitárias, louças eletrotécnicas, azulejos lisos e decorados, mosaicos cerâmicos, ladrilhos hidráulicos, grés para canalizações e produtos refratários, estando a maioria dos seus produtos intrinsecamente ligados ao modernismo e ao movimento Bauhaus em Portugal.

À semelhança das outras indústrias cerâmicas de Coimbra, este complexo industrial entrou em declínio culminando na sua insolvência e, em 1977, o município de Coimbra fica com a sua penhora.

Entretanto, nos anos 80 foi construído o loteamento do Loreto, demolindo todos os edifícios do antigo complexo industrial da LUFAPO, incluindo as inúmeras chaminés tão marcantes da paisagem local. Daí, sobreviveram apenas o edifício principal e a antiga escola primária, os únicos que chegam aos nossos dias.

Em 1987, o edifício principal passa para a gestão do CTCV, onde até hoje se mantém a sede, embora quase toda a actividade do Centro esteja actualmente localizada no iParque.

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Cidália Lopes

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Plano de urbanização da Estação Coimbra-B vai ser revisto

A Infraestruturas de Portugal (IP) celebrou um contrato com o ateliê catalão BAU, liderado por Joan Busquets, para rever o plano de urbanização da estação de Coimbra, elaborado por este atelier há mais de dez anos

De acordo com a notícia avançada esta semana pelo semanário de Coimbra “Campeão” o ajuste directo foi celebrado a 29 de Julho entre a IP e a B.Landscap Arquitectura y Urbanismo SL (BAU), com sede em Barcelona, por um montante de 262 mil euros e um prazo de execução de 224 dias.

O arquitecto e urbanista Joan Busquets, foi o autor do “Plano de Urbanização da Entrada Poente e Nova Estação Central de Coimbra”, realizado em 2012. Doze anos depois, o plano de urbanização que agora será revisto estará também integrado no projecto que o actual Governo tem para a linha de alta velocidade, inscrito na primeira fase, correspondente ao troço Porto-Soure, com obras entre 2026 e 2028.

A objectivo é um novo desenho que “dignifique e requalifique a cidade”. “Precisamos de construir finalmente uma estação intermodal, que integre de forma articulada todos os modos de transporte e que potencie uma nova centralidade urbana, catapultando o desenvolvimento urbanístico, económico e social do espaço envolvente e de todo o município. Depois do diálogo que desenvolvemos com a IP, e com as mudanças introduzidas, estamos crentes que assim vai ser, o que nos apraz registar”, afirmou José Manuel Silva, presidente da Câmara de Coimbra, citado pelo semanário.

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SCML promove empreitada de construção e reabilitação no centro de Lisboa

Empreitada a cargo da Gabriel Couto implica a construção de um novo edifício na Praça José Fontana e a ampliação de um já existente na Rua Sousa Martins. A arquitectura é da Promontório

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A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa vai avançar com o desenvolvimento de um novo projecto imobiliário localizado no centro de Lisboa, que implica a construção de um novo edifício na Praça José Fontana e a ampliação e recuperação de um imóvel já existente na Rua Sousa Martins. O projecto de arquitectura é da Promontório e a construção está a cargo da Gabriel Couto.

Ambas as empreitadas irão localizar-se muito perto. Neste sentido, o edifício de gaveto na esquina da Rua Sousa Martins com a Praça José Fontana será demolido para dar lugar a novo espaço de habitação. Já o número 22 da Rua Sousa Martins será alvo de reabilitação e ampliação para dar lugar a 32 novos apartamentos.  

De acordo com a SCML, este investimento insere-se numa estratégia de “valorização do património e adaptação às novas necessidades e expectativas da cidade de Lisboa e dos mercados”.

Com vasta experiência na área da reabilitação urbana e requalificação urbana, também a Gabriel Couto se congratula por desempenhar “um papel activo” no quadro do “dinamismo estimulante” que se tem verificado nos últimos anos, considerando “a construção deste novo empreendimento mais um desafio aliciante para a empresa”, afirma Daniel Costa, director comercial do Grupo.

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Preços das casas aumentam 10,9% no 1º semestre

Os preços de venda das casas em Portugal (Continental) cresceram 10,9% no 1º semestre do ano face ao semestre anterior. Em termos homólogos, o aumento é de 17,6%. Os dados resultam do Índice de Preços Residenciais apurado pela Confidencial Imobiliário

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O crescimento dos preços no 1º semestre reflecte o ciclo de fortes subidas mensais observadas ao longo do ano. Em Junho, os preços subiram 1,1% face a Maio, mantendo as variações mensais acima de 1,0%. Ainda assim, este último registo mensal é o menos robusto de todo o semestre, período em que em mais que uma ocasião os preços alcançaram aumentos mensais superiores a 2,0%. Desagregando por trimestre, observam-se taxas de variação idênticas, em torno dos 5,0%, em ambos os trimestres já decorridos deste ano.

Em Lisboa, os preços das casas registam uma subida semestral de 3,6% e homóloga de 10,6% no 1º semestre de 2022. No Porto, os aumentos foram de 11,1% e 19,6%, respectivamente.

No 1º semestre as vendas de habitação no país foram concretizadas por um preço médio de 2.046€/m2, conforme os dados do SIR-Sistema de Informação Residencial. Neste período, as vendas atingiram um preço médio de 4.220€/m2 em Lisboa de 2.985€/m2 no Porto.

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Matosinhos vai investir 85M€ em habitação até 2026

A Câmara Municipal de Matosinhos e a MatosinhosHabit estão a trabalhar num plano de investimentos que prevê canalizar cerca de 85M€ para a construção e requalificação de habitação social, arrendamento apoiado e programa municipal de apoio ao arrendamento.

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Em soluções habitacionais de promoção municipal, serão investidos 57,2 milhões de euros, onde será acrescido o valor investido no Programa Municipal de Apoio ao Arrendamento, cerca de 5 milhões de euros. Relativamente às soluções habitacionais de promoção privada, está destinada uma verba de 22,8 milhões de euros.

“A ambição política e a estratégia municipal, em matéria de habitação, não se restringe à Estratégia Local de Habitação. A perspectiva é mais ampla e enquadra-se no modelo de desenvolvimento municipal, que é multidimensional e persegue objectivos de abertura de oportunidades a todos os cidadãos, de valorização das pessoas e da identidade local, de gestão autárquica financeira, com propósito ambientalmente sustentável, de promoção do bem-estar e da qualidade de vida”, explica Manuela Álvares, presidente do Conselho de Administração da MatosinhosHabit EM.

A Estratégia Local de Habitação para Matosinhos tem previstas várias acções de forma a reforçar a intervenção do município na promoção do acesso à habitação, promover a coesão social, atrair e fixar residentes, qualificar o parque habitacional municipal, promover a qualificação e a coesão territorial e consolidar o modelo territorial municipal.

Este investimento prevê a reabilitação de 400 habitações sociais municipais devolutas para novos realojamentos ao abrigo do regime de arrendamento apoiado, bem como a construção de 384 novas habitações, distribuídas por cinco conjuntos habitacionais, em diferentes locais do município, para atribuição em regime de arrendamento apoiado, ao abrigo do regulamento municipal (São Gens, Estádio do Mar, Atriz Alda Rodrigues, Cruz de Pau e Guifões).
Estão ainda nos planos do município, a aquisição e reabilitação de prédios destinados a 105 habitações sociais (Flor do Infesta), para realojamento ao abrigo do regime de arrendamento apoiado e ainda reabilitação de cinco conjuntos habitacionais municipais, num total de 600 habitações abrangidas (Recarei, Custió, Ponte do Carro, Seixo II e Chouso).

A resposta autárquica à questão habitacional em Matosinhos passa também, pela reabilitação de 48 habitações, distribuídas por 3 conjuntos habitacionais não municipais, e de outras soluções habitacionais especificas tais como situações – sem abrigo, violência doméstica, autonomização de jovens que perfazem total de 109 agregados abrangidos.

Ainda no âmbito das acções previstas da Estratégia Local de Habitação, “destacamos no ano 2022 a reabilitação de 80 habitações municipais para realojamento, a aquisição de 2 prédios destinados à criação de 105 habitações sociais (Flor do Infesta) e início do processo de reabilitação, bem como a abertura de procedimento para a reabilitação dos 5 conjuntos habitacionais municipais atrás referidos (Recarei, Custió, Ponte do Carro, Seixo II e Chouso)”, refere Manuela Álvares.

Em fase de conclusão estão os projectos de arquitectura e especialidades para construção das 384 novas habitações referentes a São Gens, Estádio do Mar, Actriz Alda Rodrigues, Cruz de Pau e Guifões, bem como a reabilitação do Bloco J (Bairro dos Pescadores) de propriedade mista (cinco habitações municipais e três privadas).

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Smart Studio da Asprela adaptado a construção modelar pela dst

A opção pelo construção modular, quando o empreendimento já está numa fase avançada, é justificada pela necessidade de “optimizar um projecto orçamentado em 8,6M€” face ao aumento dos preços dos materiais de construção e garantir prazos de execução

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A construtora dst, empresa do dstgroup, levou a cabo a adaptação do projecto da Smart Studios Asprela, no Porto, para construção modular, já com a obra em execução, conseguindo, assim, garantir o cumprimento do prazo de execução da obra que estava condicionado por motivo de colisão com instalações existentes, bem como optimizar o custo fixo e reduzir os desperdícios e resíduos.

“Este projecto ambicioso e inovador, permitiu ainda controlar a qualidade e uniformização dos materiais, conjugando com o equilíbrio de logística de chegada dos materiais à obra. Dentro do projecto, foi adaptada a construção das 221 casas de banho do edifício em monoblocos, tendo o resultado superado todas as expectativas”, sublinha a construtora em comunicado.

O desafio foi optimizar um projecto orçamentado em 8,6 milhões de euros que, face a constrangimentos de prazos, causados pelas dificuldades que o sector da construção enfrenta, precisou de uma solução alternativa eficaz.
“Estudadas as hipóteses, e em conjunto com os vários parceiros de obra, a dst percebeu que único caminho seria o da construção modular. Esta solução, perfeita para dar resposta a muitos dos constrangimentos do sector da construção como a falta de mão de obra ou o aumento do preço dos materiais, permite construir em fábrica e montar onde não existe mão de obra ou onde a mão de obra é mais cara”, refere José Costa, director de produção da dst.

Além disso, o constante desenvolvimento de novos materiais permite o aumento da qualidade e variedade destas soluções modulares. Em termos gerais, “a construção modular envolve a produção de componentes padronizados do edifício numa fábrica externa e, em seguida, uma montagem no local final da obra”, conclui o mesmo responsável.

Recorde-se que o dstgroup tem neste momento um importante projecto de construção modular em curso, com o prestigiado arquitecto Norman Foster, que visa transformar o sector em Portugal. Consiste na criação de um Living Lab que irá desenvolver e promover soluções no campo da construção modular e pré‑fabricação, de modo a responder de forma eficiente às necessidades crescentes do mercado mundial. A concretização deste desafio representa uma área de construção de 4000 m2 e aproximadamente 100 unidades modulares habitáveis no campus do dstgroup, em Braga.

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Enlight: Procura gera 70% de vendas em menos de dois meses

A Fercopor aponta a localização e a diferenciação da arquitectura como os principais atractivos. Localizado junto ao antigo Centro Comercial Dallas, actualmente, apenas seis habitações estão disponíveis para venda

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A construção do Enlight está ainda em fase inicial, mas a sua comercialização já ultrapassou os 70%, com apenas seis apartamentos por vender. A promotora imobiliária do empreendimento, a Fercopor, aponta a localização e a diferenciação da arquitectura como os principais atractivos.

Cerca de um mês e meio depois do início da comercialização, estão já encontrados novos moradores para mais de 70% do total de 21 apartamentos que compõe o edifício, localizado junto ao antigo Centro Comercial Dallas. Actualmente, apenas seis habitações estão disponíveis para venda – três T3, dois T4 e apenas um T2.

“Registámos uma procura muito elevada, sobretudo de famílias portuguesas, movidas pelas áreas generosas das divisões, pela diferenciação do projecto arquitectónico e pela localização na Avenida da Boavista”, explica Mário Almeida, administrador da Fercopor. “Sentimos ainda um grande interesse na penthouse do Enlight, localizada no último piso, que também já foi comercializada”, acrescenta. 

O Enlight é assinado pelo arquiteto José Carlos Cruz e destaca-se pela forte ligação entre os espaços interiores, que chegam aos 280,5 m2, e os exteriores, com todas as fracções a apresentarem varandas, pátios ou jardins. O edifício de sete andares tem ainda um ginásio e uma sala comum. 

Este projecto é igualmente “especial” para a promotora porque assinala o regresso da Fercopor aos empreendimentos em plena Avenida da Boavista, onde ergueu o seu primeiro edifício em Portugal, em 1986.

É também nesta localização que a empresa prevê lançar um novo empreendimento de habitação de luxo ainda este ano. O novo projecto terá igualmente assinatura de José Carlos Cruz, que desenhou um condomínio fechado, pensado para a Rua Ciríaco Cardoso.

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Loures lança concurso para obra de controlo de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures

A Câmara Municipal de Loures aprovou o lançamento do concurso público simplificado, no valor de 5 M€ para a obra de controlo sustentável de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures, com o objectivo de controlar o risco de inundações

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A Câmara Municipal de Loures aprovou o lançamento do concurso público simplificado para a obra de controlo sustentável de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures, com o objectivo de controlar o risco de inundações nesta que está identificada como uma “zona crítica”.

Esta obra representa uma despesa superior a cinco milhões de euros e beneficiará de financiamento comunitário, no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos. Os trabalhos a desenvolver, que serão divididos em três lotes, têm um prazo de execução de 365 dias.

Com esta intervenção, a autarquia pretende, conforme se refere na proposta aprovada na reunião camarária, “garantir uma intervenção estrutural estratégica de controlo sustentável de cheias na várzea de Loures, numa extensão de cerca de 23 km e 18 linhas de água”.

Para tal, serão concretizadas três estratégias principais: redução do caudal afluente à zona crítica, promoção do escoamento rápido das áreas com riscos mais elevados e regulação do sistema fluvial.

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Enquanto o ‘Dubai´ na Madeira segue a bom ritmo, Socicorreia prepara lançamento no Porto

É o maior investimento privado do arquipélago da Madeira e está avaliado em 300 milhões de euros. O ‘Dubai na Madeira’ é a aposta da Varino, que une os grupos AFA e Socicorreia, envolve sete gabinetes de arquitectura e pretende criar uma nova centralidade, moderna e sustentável. Em entrevista ao Construir Custódio Correia falou deste de outros projectos que o grupo se prepara para lançar

“O empreendimento ‘Dubai’ Madeira situa-se na Estrada Monumental, junto ao Fórum Madeira, e integra 9 lotes que correspondem a 70 mil m2 de construção, envolvidos por cerca de 20 mil m2 de zonas verdes e arruamentos. No ‘Dubai’ Madeira nascerão 400 fracções destinadas à habitação (de T1 a T4 e destinados à classe média/alta) e comércio, todas com vistas mar e onde não circularão veículos à superfície, em prol da sustentabilidade e da neutralidade de carbono”, resume Custódio Correia, CEO da Socicorreia, ao CONSTRUIR. O projecto, avaliado em 300 milhões de euros, é feito através da Varino, a sociedade que o grupo detém com a AFA.

O ‘Dubai na Madeira’ envolve seis gabinetes distintos, para além do próprio departamento de arquitectura do grupo Socicorreia, o qual é, aliás, responsável pelos dois primeiros edifícios. Da lista de ateliers constam a Trama Arquitectos, Bruno Martins Arquitecto, RH+ Arquitectos, Vítor Vitorino Arquitecto, Ordem e ASSO.

Porquê dividir este projecto por vários arquitectos ao invés de optar por um único gabinete? Além do nome, Dubai é inspiração?
Poderíamos ter optado pelo caminho mais fácil – escolher apenas um arquitecto que projectasse todos os edifícios – no entanto, foram seleccionados criteriosamente sete gabinetes de arquitectura regionais e nacionais que, prontamente, aceitaram o desafio da criação de uma nova centralidade de luxo com prédios distintos, mas igualmente atractivos, e com soluções energéticas eficientes. O objectivo é a criação de uma competição saudável, onde não existirão vencedores nem vencidos. Foram dadas algumas indicações relativamente à cor, elegância, sobriedade e foi ainda pedido que fosse tirado o máximo partido das vistas e da exposição solar. O Dubai é, sem dúvida, uma inspiração pela exclusividade dos projectos que lá se encontram e que é algo que pretendemos fazer neste terreno da Estrada Monumental.

Em que ponto é que nos encontramos deste projecto e qual a previsão de conclusão do mesmo?

Neste momento, estamos numa fase já avançada do primeiro edifício – Edifício Varino 05 – que tem conclusão prevista para o próximo ano. Ainda este ano avançaremos com a construção do Edifício Varino 07 que tem conclusão prevista para 2024. Ambos os edifícios são da autoria do departamento de arquitectura da Socicorreia. A previsão de término das obras dos últimos dois edifícios – Varino 13 e 14 – está entre 2028 e 2030. Conta com 34 apartamentos e quatro espaços comerciais, que estão praticamente todos comercializados.

Qual o montante de investimento global do projecto? Este é o momento certo para o realizar?

O mercado imobiliário português está a passar por uma óptima fase e a comercialização dos apartamentos do Grupo Socicorreia e da Varino e todas as regiões em que nos encontramos têm acompanhado esse bom momento. Por esta razão, achamos que é o momento ideal para lançar este projecto que representa o maior investimento privado na Região Autónoma da Madeira e que ascenderá aos 300 milhões de euros de investimento. Para financiá-lo vamos recorrer a capitais próprios de ambos os grupos, AFA e Socicorreia, e, se necessário, recorreremos também à banca.

Este investimento junta-se a outros que a Socicorreia está a desenvolver…
Sim. Neste momento, na Ilha da Madeira o Grupo Socicorreia está a construir o Condomínio Fechado Século XXI, onde se inserem cinco Edifícios Século XXI (18, 19, 20, 21 e 22). Está localizado numa das mais privilegiadas zonas da cidade do Funchal, nas Virtudes, e para além do fácil acesso a todos os serviços necessários ao dia-a-dia, está a apenas a 2 minutos do centro da cidade. Todos os apartamentos deste condomínio privado de luxo têm vista mar e os seus residentes poderão disfrutar de piscina, parque infantil e área fitness, envolvidos por cerca de 3000 m2 de jardins. Ainda na ilha da Madeira, temos em fase de projecto, um novo condomínio privado de luxo. Esta modalidade tem sido muito bem aceite por todos aqueles que escolhem a região para viver e a procura tem sido bastante elevada.
Nos Açores, mais concretamente na marginal de Ponta Delgada, está em curso o Sea Lux 02 e outros dois empreendimentos estão em fase de projecto, um deles também com o conceito de condomínio privado.
No norte do país, numa das mais carismáticas ruas do centro da cidade de Braga, na Rua dos Chãos, reabilitamos um prédio composto por 6 fracções habitacionais de luxo de tipologias T1 e T2. Mas a próxima grande aposta do Grupo Socicorreia, será no Porto onde está em fase final o lançamento de um novo empreendimento de luxo.

Projectos que se somam ainda aos projectos imobiliários promovidos pela Varino. Para além do ’Dubai na Madeira’ o que têm actualmente em curso?
Neste momento, temos projectos em Lisboa e no Funchal. Na capital, estão em comercialização o Varino 03, 04 e 06 na privilegiada freguesia das Avenidas Novas e, no Funchal, estão em comercialização o Varino 05 e 07.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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