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O plano de investimentos do Grupo Vila Maior, a estratégia da Otovo e a revista de arquitectura TRAÇO no CONSTRUIR 466

O grupo nortenho Construções Vila Maior (CVM) anuncia investimentos de 140 milhões de euros até 2024, naquele que é o destaque da edição 466 do CONSTRUIR. Já este número da TRAÇO concentra particular atenção na Trienal de Arquitectura de Lisboa

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O grupo nortenho Construções Vila Maior (CVM) anuncia investimentos de 140 milhões de euros até 2024, naquele que é o destaque da edição 466 do CONSTRUIR. Já este número da TRAÇO concentra particular atenção na Trienal de Arquitectura de Lisboa

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Grupo CVM vai investir 140M€ até 2024
O grupo nortenho Construções Vila Maior (CVM) anuncia o investimento de 140 milhões de euros, a realizar até 2024, com vista ao desenvolvimento de vários projectos imobiliários para o segmento residencial que irão criar 825 novas fracções. Os investimentos concentram-se a Norte

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A revolução silenciosa no Ritz

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A lista de nomeados dos Prémios CONSTRUIR 2022 em destaque na edição 470

A lista completa dos candidatos a melhor do ano na gala de Prémios CONSTRUIR 2022 numa edição que conta com suplemento dedicado à reabilitação. Mas há muito mais para ler nesta edição

Crescimento na Construção abranda
em 2023, segundo consultora

Crescimento global do sector deverá desacelerar de 6,1%, em 2021, para 3,6% em 2022 e
2023 devido aos efeitos da pandemia da COVID-19. Segundo um estudo da Deloitte, as maiores
empresas de construção do Mundo geraram receitas superiores a 1,819 biliões de dólares em 2021,
representando um aumento de 14,1%

A modularidade ou a inversão do processo
criativo da arquitectura

A construção modular ganha protagonismo no trabalho desenvolvido pelo
gabinete de arquitectura Summary, onde a forma e a função são não o fim, mas o princípio
de tudo. Paradinha, Creches de Lisboa ou o Centro Desportivo de Aveiro são três exemplos da
arquitectura despojada e pragmática deste atelier que ousou romper com o tradicional processo
criativo do arquitecto

Palbit está a desenvolver
ferramentas mais sustentáveis

Em conjunto com a universidade de Aveiro, a metalúrgica está a desenvolver um projecto tecnológico de I&D
que permite reduzir o impacto ambiental nos processos de maquinação, através do desenvolvimento
de ferramentas de metal duro com revestimento de diamante

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Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

Director Editorial
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Imobiliário

Vanguard Properties e Tim Vieira juntos na Comporta para criar hub escolar

O memorando de entendimento para o desenvolvimento de um hub escolar no empreendimento da Muda, entre a promotora e a Brave Generation Academy foi assinado esta quinta-feira. O investimento ronda os dois milhões de euros

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A promotora imobiliária Vanguard Properties e a Brave Generation Academy (BGA) celebraram esta quinta-feira, dia 17 de Novembro, um memorando de entendimento para o desenvolvimento de um hub escolar na zona da Comporta. O investimento ronda os dois milhões de euros.

Projectado para o empreendimento da Muda e, posteriormente, para o projecto do “Dunas” nas “Terras da Comporta”, no concelho de Grândola, o hub escolar da BGA representa um investimento na ordem dos dois milhões de euros e visa aumentar a oferta de serviços de educação naquela região.

O hub escolar da BGA, que deverá arrancar a partir de 2024, é um investimento estratégico para a concretização da visão que a Vanguard Properties tem para a região, focado no desenvolvimento social e económico e melhorando a qualidade de vida através de uma ampla oferta serviços com capacidade para mitigar a elevada sazonalidade, fixando residentes nos empreendimentos do Terras da Comporta e nos concelhos próximos, com 30% das vagas, totalmente gratuitas e atribuídas através de bolsas para os alunos da região com maiores dificuldades económicas.

Caracterizado por um sistema de ensino centrado no perfil e nas necessidades específicas de cada aluno, a BGA utiliza o British International Curriculum e tem saídas para as mais prestigiadas universidades do mundo, como a Harvard University ou o Massachussets Institute of Technology.

Inseridos num ambiente multicultural, os alunos beneficiam de total flexibilidade para escolherem os módulos com maior interesse, aumentando a criatividade e o sentido de responsabilidade de cada um. Para maior comodidade dos alunos, as aulas são leccionadas em formato híbrido, em inglês, sempre com o acompanhamento de dois learning coaches.

Fundada em 2019 pelo empreendedor português Tim Vieira, a BGA está a desenvolver uma rede internacional de hubs escolares. Iniciada em Cascais, onde já existem sete hubs, a rede da BGA alargou-se para o Porto, Braga, Coimbra, Leiria, Aveiro, Caldas da Rainha, Óbidos, Santarém, Fundão, Sintra Lisboa, Setúbal, Ericeira e Algarve, e já se expandiu para Espanha, Estados Unidos, Moçambique, Quénia, África do Sul e Namíbia.

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Construção

Metro do Porto: Falta de qualificação da mão-de-obra preocupa e atrasa trabalhos

As condições precárias e os baixos salários já fizeram com que mais de 300 mil trabalhadores abandonassem o sector em Portugal

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“A causa principal dos atrasos na obra do metro do Porto é a grande quantidade de trabalhadores não qualificados”, denuncia Albano Ribeiro, do Sindicato da Construção de Portugal, que avança já ter pedido audiência com a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Em causa estão os atrasos das obras de metro do Porto, que levaram inclusive o presidente da Câmara Municipal a fazer um ultimato à administração da Metro, pelos 215 dias de atraso na linha Rosa e no metrobus da Boavista, recusando assim autorizar novas empreitadas até à conclusão da linha mencionada.

Depois da notícia avançada na passada sexta-feira (11 de novembro), chega a vez da Construção desvendar os principais problemas que estão a implicar os sucessivos atrasos numa das maiores obras do norte do país.

Para Albano Ribeiro, do Sindicato da Construção de Portugal, além das características arqueológicas da cidade, o problema reside, essencialmente, na falta de mão de obra qualificada. Entre operários e quadros superiores, diz o dirigente sindical que estão cerca de 800 trabalhadores alocados às obras do metro, a maior parte sem qualquer experiência prévia no setor da construção.

As condições precárias e os baixos salários já fizeram com que mais de 300 mil trabalhadores abandonassem o sector em Portugal, o que levou o Sindicato a pedir uma audiência com a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, a fim de encontrar solução para o setor.

A alternativa, diz o sindicalista, passa pelos centros de formação, que deveriam voltar a qualificar pessoal, para um setor cada vez mais envelhecido.

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Arquitectura

Trienal de Lisboa inaugura os dois últimos ‘Projectos Independentes’

Ambas as exposições, ‘Inquietação. Arquitectura e Energia em Portugal’ nas Galerias Municipais, na Av. da Índia, e ‘River Somes’ nas Carpintarias de São Lázaro, inauguram esta quinta-feira, dia 17 de Novembro

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A Trienal de Lisboa 2022 inaugura esta semana os dois últimos ‘Projectos Independentes’ que se reúnem aos restantes já inaugurados no passado 5 de Novembro para este que é o último mês da passagem de mais uma edição da Trienal de Lisboa pela capital.

Neste sentido, esta quinta-feira, 17 de Novembro, inaugura às 16 horas, nas Galerias Municipais – Galeria da Av. da Índia,  ‘Inquietação. Arquitectura e Energia em Portugal’, com a presença dos artistas e curadores envolvidos na exposição. Este projecto aborda o “emaranhado” entre arquitectura e energia no século XX, utilizando Portugal como exemplo e tendo em conta as transformações actuais.

“Na era do Antropoceno, quando a humanidade actua sobre os ciclos e sistemas globais e num momento de crise climática, a arquitectura tem um papel de mediação para lá de soluções activas ou passivas, através de uma reflexão sociocultural”, explica a curadoria.

No mesmo dia, a partir das 17 horas, nas Carpintarias de São Lázaro, tem lugar a inauguração de ‘River Somes’. Este ‘Projecto Independente’ propõe a regeneração e renaturalização fluvial para interligar as diversas comunidades que habitam a cidade de Cluj-Napoca, na Roménia, e relacioná-las com a fauna e flora locais, já muito afastadas do seu habitat natural nas margens do rio Somes. “Através da arquitectura, uma equipa multidisciplinar une esforços para um novo quadro de diálogo e interacção que encontre novas respostas para o problema do crescimento urbano”, indica o atelier responsável.

A Trienal de Lisboa 2022 encerra a 5 de Dezembro mas alguns projectos continuarão patentes até 2023.

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Construção

162M€ destinados à criação de 3000 fogos de habitação pública em Cascais

São 2.869 fogos nos quais vão ser investidos mais de 162 milhões de euros. Destinam-se a jovens e classe média do concelho e abrangem um total de 7.387 pessoas. O investimento é repartido entre administração central e local e o acordo foi assinado hoje pelo presidente do município, Carlos Carreiras, e o ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos

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Destes 2.869 fogos, 929 vão ser construídos de raiz (800 em terrenos camarários já existentes e 129 em terrenos que a autarquia vai adquirir) e os restantes 1940 são ser alvo de total requalificação. Todos fazem parte da Estratégia Municipal de Habitação (EMH) e representam um acréscimo de 30% no actual parque habitacional de Cascais.
Do total dos 162.346.766,00€, 58.622.196,00€ são comparticipação do IHRU, 44.831.634,00€ vem de empréstimo bonificado e 58.892.936€ são investimento da Câmara de Cascais.

A reabilitação destes 1940 fogos consiste em efectuar melhoramentos nas fachadas dos prédios com aplicação de isolamento térmico, na alteração dos vãos envidraçados para novos vãos com corte térmico, substituição das colunas de abastecimento de água nas áreas comuns, na requalificação de iluminação das áreas comuns através da implementação de luz led e de sensor, na instalação de painéis fotovoltaicos para produção de energia para as áreas comuns e na reabilitação ou substituição de coberturas.

À parte destes investimentos comparticipados, o município de Cascais tem vindo a desenvolver projectos que visam a promoção de alojamento para estudantes (reabilitação do Mosteiro de Santa Maria do Mar em Sassoeiros com cerca de 50 camas), a promoção de residências para pessoas portadoras de deficiência em instituições como a Cercica e o CRID, para cerca de 100 pessoas, num total de investimento de 10M€. Ou ainda o apoio às Estruturas Residenciais Para Pessoas Idosas (ERPI), neste momento com 400.

A finalizar, e face aos valores do mercado de arrendamento e tendo em conta a dificuldade de acesso para determinados profissionais deslocados, o município está a desenvolver um programa de promoção de alojamento para profissionais em funções essenciais, como polícias, bombeiros, profissionais de saúde e professores.

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Arquitectura

Siza Vieira assina novo terminal do Cais do Cavaco

O premiado arquitecto português vai assinar o novo terminal para embarcações marítimo-turísticas do Cais do Cavaco, a Gare Fluvial do Cavaco, na margem sul do Rio Douro em Vila Nova de Gaia

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A Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo anunciou que “está a desenvolver um projecto de construção de um Terminal de embarcações marítimo-turísticas na margem sul do Rio Douro, no limite poente do Centro Histórico de Vila Nova de Gaia, local designado como Cais do Cavaco”.

A infraestrutura deverá dispor de quatro postos de acostagem com capacidade para acolher quatro navios-hotel e a possibilidade de acostagem de um navio extra para efeitos de pequena manutenção, cargas ou outros. O terminal contempla ainda a instalação de um pequeno núcleo de recreio náutico com capacidade para cerca de cinco dezenas de embarcações de recreio. Peça central da nova infraestrutura, o “Edifício do Terminal” será integrado de forma natural na paisagem, procurando minimizar o seu impacto na marginal do rio Douro, “permitindo uma vista da encosta a tardoz”.

O projecto está a ser desenvolvido pela APDL, em consonância com a câmara municipal de Vila Nova de Gaia no que à “escolha do local, projecto, arquitecto e enquadramento urbanístico” diz respeito. Com o objectivo de dotar “esta área de novas valências no apoio às operações dos navios-hotel que cursam a Via Navegável do Douro e na dinamização turística, económica e urbanística do território”, sublinha nota da APDL.

Nesta fase, está em curso o estudo de impacte ambiental, processo de AIA coordenado pela APA (Agência Portuguesa do Ambiente), sendo que no final deste processo a APDL fará a apresentação pública do projecto da responsabilidade do mais premiado arquitecto português, Álvaro Siza Vieira.

“A APDL, a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e o Pritzker Siza Vieira procuram que a Gare Fluvial do Cavaco se relacione com a paisagem natural e com os demais edifícios, de forma a integrar-se ao local, sem perder o protagonismo e o carácter público que um edifício desta natureza deve ter”, refere a mesma nota.

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Construção

Construção metálica e mista bate recorde de exportações

As exportações portuguesas de construção metálica somaram 2,3MM em 2021, o que traduz um crescimento de 3,8% face ao ano anterior. O sector está em franco crescimento como revelam também o aumento dos postos de trabalho directos e o volume de negócios

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“As exportações portuguesas de construção metálica somaram 2.3 mil milhões de euros em 2021, o que traduz um crescimento de 3,8% face ao ano anterior”, anuncia em comunicado a Associação Portuguesa de Construção Metálica e Mista, CMM.

Responsável por cerca de 35 mil postos de trabalho directos, “a construção metálica atingiu o valor recorde de 5,6 mil milhões de euros, que representa um crescimento de 5,2% face a 2020. O aumento de volume de negócios, com um crescimento de 30% em relação a 2020, representa 2,6% do PIB”. Este crescimento é influenciado, sobretudo, pela forte procura externa. Segundo a CMM as exportações em 2021 cresceram 37%, face ao ano transacto, representando já 3,8% do tal das exportações nacionais.

“Os números do sector da Construção Metálica de 2016 a 2020 demonstram a evolução continua deste sector com crescimentos médios do volume de negócios de cerca de 5% ao ano e do volume de exportações de cerca de 1,5% ao ano”, sublinha Luís Simões da Silva presidente da CMM.

O mesmo responsável sublinha que o ano de 2021 “apresentou valores históricos, com crescimento de 30% do volume de negócios e 37% das exportações, em relação ao ano anterior. Estes dados demonstram a capacidade, o dinamismo e a resiliência do sector em enfrentar e ultrapassar os constantes desafios que a conjuntura internacional lhe tem colocado”.

Os resultados apresentados destacam-se, assim, pelo “crescimento histórico do sector da construção metálica em todas as vertentes, nomeadamente no número de postos de trabalho directos, no volume de negócios e no valor das exportações”.

Em 2020 o sector da construção metálica gerou um volume de negócios superior a 4,3 mil milhões de euros, contribuindo com 2,15% da riqueza nacional, isto depois de em 2018 e 2019 a contribuição do sector para o PIB ter sido de 2,19% e 2,28%, respectivamente. Números que contrastam com o 1,8% registado 2016.  Nos últimos anos o sector cresceu na criação de riqueza, em produção, em vendas, nacionais e internacionais e em número de empregos criados, quase 34 mil, a 31 de Dezembro de 2020.

O sector está organizado sobre a marca Portugal Steel, gerida e criada pela CMM, e que + tem servido para divulgar a construção metálica e os seus benefícios, as empresas e o investimento que estas têm canalizado para a inovação tecnológica.

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Imobiliário

“Acabar com vistos gold é uma decisão incongruente”, defende APEMIP

Na opinião dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal “pensar, apressada e emotivamente, que erradicar o Programa é a solução para acabar com a corrupção ou a especulação imobiliária, é puro devaneio”

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“Pensar em acabar com um programa que em dez anos atraiu para o país cerca de 7.000 milhões de euros e foi catalisador determinante da reabilitação urbana e imobiliária empreendida nos centros históricos de Lisboa e Porto parece-nos uma decisão incongruente”, afirma a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) no comunicado enviado às redacções.

Na opinião dos representantes das empresas de mediação imobiliária “a avaliação que o Governo está a realizar de uma década do Programa “ARI” e que tem permitido o acesso temporário (dez anos) a um visto de residência, na sequência da aquisição de um imóvel de valor igual ou superior a 500.000 euros, justifica-se e, decerto, haverá mudanças e melhoramentos a realizar”. “Mas pensar, apressada e emotivamente, que erradicar o Programa é a solução para acabar com a corrupção ou a especulação imobiliária, é puro devaneio”, defendem.

A APEMIP vai mais longe e sublinha que “afirmar, como verdade incontestável, que o Programa é responsável pela alta generalizada dos preços das casas e, por isso, causador das carências generalizadas de habitação no nosso país, peca por desonestidade intelectual e alheamento da realidade”.

Ironizando a associação reconhece que “é um facto que os estrangeiros que adquirem imóveis que se encontram em localizações caras e com valores acima de meio milhão de euros vêm aumentar a pressão da procura nesse nicho de mercado. Só que não se entende quais são “as consequências sociais” desse facto, excepto para os Portugueses que pretendem adquirir imóveis de 600, 700, … ou um milhão de euros!”.

Relembrando que ao longo dos últimos 10 anos os imóveis transaccionados ao abrigo do programa dos vistos gold representaram apenas 0,6% das transacções realizadas nesse período em Portugal, “o programa determina um conjunto muito claro de regras que têm por objectivo assegurar a legitimidade da proveniência dos capitais utilizados na aquisição. Neste sistema de controlo estão o Banco de Portugal, o SEF, os Bancos Portugueses, os advogados, os notários, as imobiliárias e os promotores, sendo necessário e fundamental que todos cumpram o seu papel. Se não o fazem, ou o fazem imperfeitamente, a culpa poderá não estar no Programa mas naquilo que é uma velha ‘pecha’ portuguesa: fiscalização, vistoria, monotorização, regulação de cumprimento…”, argumentam os profissionais do sector.

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Grupo Sikla adquire terreno em Palmela para novo projecto logístico

A operação contou com a participação da doValue na venda do terreno por 1,700 M€

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A doValue Portugal, empresa gestora de créditos e activos imobiliários, comunica a venda de um terreno com projecto logístico aprovado de mais de 30 mil metros quadrados (m2) de Área Bruta de Construção (ABC), localizado em Palmela, no distrito de Setúbal.

A transacção, efectuada por 1,700 milhão de euros, foi concluída no passado dia 30 de Setembro e teve como comprador o grupo Sikla, conglomerado empresarial internacional que opera na área industrial, presente em Portugal e em mais de 35 países.

“A gestão do nosso portefólio de activos imobiliários está focada na geração transversal de valor, o que claramente acontece nesta operação, que pode traduzir-se na criação de oportunidades adicionais de investimento em Portugal”, salienta João Ribeiro, director de Real Estate da doValue Portugal, acrescentando que “o potencial de desenvolvimento e crescimento de um projecto logístico desta dimensão potenciará um enorme dinamismo económico-financeiro em toda a região envolvente, consolidando esta zona como referência logística incontornável em Portugal”.

Para a administração da SiklaLusa, “esta aquisição foi um passo muito importante”, que se traduz no “crescimento sustentável em diversos mercados, nomeadamente no português”.

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Investimento de 120M€ no Terminal de Contentores Alcântara apresentado esta quinta-feira

A Yilport Ibéria, concessionária do terminal, vai apresentar o investimento de 123 milhões de euros realizado na reconversão e expansão do Terminal de Contentores de Alcântara e onde se inclui a instalação de quatro novas gruas

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O Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, marcará presença na apresentação pública do Investimento de Modernização do Terminal de Contentores de Alcântara, da gestora portuária Yilport Liscont, que se realiza no próximo dia 10 de Novembro, na Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa. O projecto de investimento de cerca de 123 milhões de euros inclui quatro novas gruas que chegaram no primeiro dia de 2022.

O evento tem como objectivo revelar o investimento privado de reconversão e expansão que foi feito no Terminal de Contentores de Alcântara, e no qual se inclui a instalação de quatro novas gruas, fabricadas pela empresa japonesa Mitsui, que chegaram a Lisboa, vindas do porto japonês de Oita, no dia 1 de Janeiro de 2022. O investimento engloba seis E-RTG (eléctricos e com operação remota), ECO – Reach Stackers, repavimentação de todo o pátio de contentores e novos edifícios: um para operações/manutenção e outro para inspecções de alfândega e PIF.

Este investimento permitiu introduzir melhorias significativas não só a nível ambiental, como no incremento de segurança das operações quer para os próprios trabalhadores, como para todos aqueles que diariamente prestam a sua actividade no terminal. Em específico, as novas gruas, totalmente eléctricas, vêm possibilitar a movimentação de mercadorias com menores impactos, nomeadamente a diminuição das emissões de CO2 durante as operações.
Estima-se que esta modernização permita aumentar a capacidade de recepção de navios de maior dimensão, reduzir os custos de transporte na cadeia logística, com ganhos nas exportações nacionais e assim atrair mais carga para serem movimentadas em Portugal.

“Este investimento terá um retorno muito revelante para a economia nacional e o hinterland do Porto de Lisboa. Vai permitir diminuir significativamente a emissão de CO2 e contribuir para a sustentabilidade ambiental da operação portuária. De igual forma, a operação remota e semi-automática de equipamentos vai melhorar as condições de trabalho e segurança dos nossos trabalhadores. Finalmente é nossa convicção que o investimento na modernização desta infraestrutura portuaria vai atrair novos serviços e escalas directas transatlânticas para o Porto de Lisboa, que vão por si só alavancar a vocação exportadora da economia nacional”, explica Nuno David Silva, director geral regional da Yilport Ibéria.

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