Edição digital
Assine já
Imobiliário

A década de maior disrupção nas cadeias de distribuição

A Cushman & Wakefield identificou seis tendências que irão marcar as redes de logística e impactar o mercado imobiliário. Portugal não foge à tendência

CONSTRUIR
Imobiliário

A década de maior disrupção nas cadeias de distribuição

A Cushman & Wakefield identificou seis tendências que irão marcar as redes de logística e impactar o mercado imobiliário. Portugal não foge à tendência

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados
Electrodomésticos AEG incluem filtro que impede a libertação de microplásticos
Empresas
ANI atribui Selo de Reconhecimento de Idoneidade à Carmo Wood
Empresas
“Acho que a abordagem para mitigar a crise climática precisa ser radical”
Arquitectura
Trienal 2022 revela vencedores Prémio Début e ‘Prémio Universidades’
Arquitectura
.PT inaugura “a casa da internet portuguesa”
Empresas
Filme “O Sentido da Arquitectura” marca 8º aniversário da Kronos Homes
Imobiliário
Mota-Engil vai construir mais três linhas de metro no México
Construção
Mafra lança concurso de 5,1M€ para instalação do Museu Nacional de Música
Construção
Sonae Sierra aumenta o portefólio de activos sob gestão na Europa e Marrocos
Imobiliário
Bonjardim com 80% dos apartamentos vendidos
Imobiliário

Perante várias alterações significativas, sobretudo, com a pandemia, as cadeias de distribuição passaram por diversas mudanças, que provocaram perturbações nas dinâmicas da indústria, com os players a terem dificuldade em assegurar abastecimento, inventários e gerir as encomendas dos clientes.
Contudo, esta mudança trouxe também oportunidades de negócio, nomeadamente para os proprietários e investidores de imóveis industriais e logísticos. Como tal, a Cushman & Wakefield analisou a situação actual e potencial do sector, tendo identificado algumas tendências.

Ascensão do Onshoring
O comércio internacional continua a crescer em termos absolutos, mas a quantidade de mercadorias que circulam entre regiões continua a diminuir (28.1% em 2007 para 22.5% em 2017), enquanto o onshoring (prática de relocalização de processos empresariais para locais de baixo custo dentro das fronteiras nacionais) aumenta.
Como tal, espera-se um aumento da partilha das cadeias de distribuição em todas as regiões – o que está a criar mais oportunidades de crescimento em certos mercados e uma urgência contínua por edifícios industriais e logísticos.

Aumento dos custos de transporte de contentores
Actualmente, estima-se que os custos de transporte de contentores são quase cinco vezes superiores do que no cenário pré-pandémico. Embora o onshoring e o near- shoring (subcontratação, ou terceirização, de serviços específicos a partir de outro local, geralmente um país próximo, a um custo mais baixo) ajudem um número crescente de empresas a mitigar estes custos, para as que fazem envios para o estrangeiro, as projecções do aumento dos custos continuam a ser difíceis de calcular. Isto leva a uma forte procura de propriedades industriais que se localizem em espaços estratégicos, e como consequência os níveis de vacancy deste tipo de propriedades nunca esteve tão baixo o que provoca um aumento das rendas – que crescem ao dobro dos níveis de inflação. Como resultado, os imóveis portuários alternativos, menos congestionados, estão a tornar-se muito mais atractivos.
É incerto de que forma os promotores vão reagir a esta falta de produto e têm, até à data, se demonstrado conservadores na abordagem, principalmente devido às lições resultantes da crise financeiras de 2007. Na altura, vários projectos foram desenvolvidos numa base puramente especulativa e esses espaços demoraram vários anos até que fossem ocupados. Este facto não quer dizer que não existam promotores que construam numa base especulativa, mas antes que existe pouco apetite para fazê-lo. Em alternativa, vários promotores preferem operar numa base de “build to suit”, construindo à medida das necessidades de cada cliente – seja a nível de configuração do activo seja em relação à sua localização.

O comércio online não é equitativo
Uma das questões que é muitas vezes ignorada é que o e-commerce não é equitativo. Por exemplo, no Reino Unido, 96% da população afirma que fez uma compra online (fonte: Metapack), mas dessa potencial base de clientes, 70% do volume de encomendas é destinado a apenas 10% da população. Se os retalhistas precisam de efectivamente entregar as encomendas a esses 10% de clientes, os restantes 90% também esperam receber as suas encomendas de forma rápida e efectiva – mas é uma balança difícil de gerir.
O “Amazon Effect” mudou para sempre a forma como consumimos. Os clientes compram cada vez mais no digital e esperam uma entrega rápida – consequentemente as empresas têm de criar cadeias de distribuição que ofereçam este serviço de forma rentável, normalmente, através da aposta em unidades de logística de last-mile.
Isto leva a que os retalhistas tenham de compreender onde estão esses clientes e como fazem compras. Como resultado, as localizações de activos logísticos não têm o mesmo significado para cada operador, e cada ocupante. Torna-se portanto fundamental analisar, cuidadosamente, o uso de cada activo e quando é que este se torna um produto de investimento. Este facto é particularmente importante para operações de last-mile, onde nem todas as cidades e subúrbios serão igualmente impactados.

Novas alternativas de Gestão do Tempo
Por norma, é necessário implementar mecanismos de registo e recolha de encomendas mais perto dos consumidores para conseguir diminuir os prazos de entrega. Contudo, começam a destacar-se outras formas de abordar a gestão do tempo dentro da cadeia de distribuição tais como inteligência artificial, análise preditiva, automatização de armazéns e sistemas inteligentes de transporte – que não dependem, unicamente, da instalação de unidades de logística de last-mile (em que o custo é, por norma, mais elevado). Estas iniciativas têm por isso um impacto directo nos custos de abastecimento / stock dessas unidades – 10% a 12% do GVM (Gross Merchandise Value) – que é um número muito semelhante ao do comércio dito tradicional.
Os players estão a criar soluções a partir da tecnologia para reduzir custos, bem como a desenvolver uma sinergia crescente entre armazéns e lojas de retalho para dar resposta ao volume de pedidos através das lojas. Os armazéns de muitos locais de venda tradicional estão a ser utilizados como centros de operação – onde são tratadas e enviadas as encomendas directamente para o cliente, o que poupa tempo e dinheiro às cadeias de distribuição.

Maior preocupação com a redução das emissões de carbono
São cada vez mais os negócios que olham com especial atenção para as políticas ambientais praticadas nas cadeias de distribuição, nomeadamente para as práticas e ética dos seus fornecedores. O impacto das práticas anti-éticas pode ser significativo, e os consumidores e investidores estão a recompensar marcas e empresas que são vistas como amigas do ambiente.
Como tal, os gestores da cadeia de distribuição estão agora a ser incumbidos de reduzir as emissões de carbono para poder dar resposta aos objectivos do ESG. Uma vez que o transporte é o que mais contribui para as emissões de carbono – até 80% do total de emissões das empresas de produtos de consumo – as necessidades deste estão a ser reduzidas e o interesse por imóveis industriais e logísticos que demonstrem uma preocupação ambiental começa a aumentar. O preço pago por investidores por imóveis mais sustentáveis é notório – podendo chegar até mais 21% em activos considerados premium / core.

Automatização e oportunidade de trabalho à distância
Com as crescentes exigências dos consumidores e a redução do custo da automatização, a sua implementação é uma forte resposta à gestão dos custos crescentes da mão de obra, bem como à garantia da rapidez, precisão e eficiência necessárias para satisfazer os clientes e atingir crescimento.
Isto faz com que as ramificações do trabalho de armazém à distância em imóveis industriais possam ser substanciais, e, levar a uma menor necessidade de contratação de mão de obra, aumentar o espaço disponível para a logística de stocks e gestão de encomendas e, também, mudar a tipologia de imóvel necessário para as operações.

“O mercado de industrial e logística está a sofrer várias alterações, ainda provenientes da mudança de paradigma durante a pandemia e, também, devido ao impacto que a guerra da Ucrânia está a ter na cadeia de distribuição”, sublinha Sérgio Nunes, Head of Industrial, Logistics & Land da Cushman & Wakefield Portugal. O mesmo responsável reforça ainda que “as empresas e cadeias de distribuição estão à procura de soluções para responder a estes desafios.

E são vários os exemplos no mercado nacional. Sobre as alternativas para gestão de tempo e entregas eficientes, os CTT criaram cacifos que ajudam na recolha das encomendas dos clientes. Neste momento têm parceiros como a Decathlon, H&M, Springfield, etc. Esta ferramenta vem dar resposta às exigências dos compradores online em obter o produto de forma eficaz e prática.

Estão também a ser mais procurados pelos operadores logísticos, os armazéns de proximidade ou last mile para dar suporte aos grandes armazéns (big boxs). São estes armazéns que irão dar resposta às necessidades de entregas rápidas nas empresas e no consumidor final. As zonas de Loures, Sintra, Oeiras e Lisboa são bastante apetecíveis. No Porto, Maia e Matosinhos são as zonas claramente mais atractivas para as operações de logística urbana.

Sobre as preocupações ambientais, existem empresas a equacionar alterar a sua frota de carrinhas de entrega de combustão para veículos eléctricos de forma a reduzir as suas emissões de carbono para o nível zero. Por outro lado, temos investidores preocupados em verificar o estado dos edifícios industriais para conversão de forma a estar em conformidade com as normas ESG. “É uma fase desafiante mas que irá trazer grandes oportunidades ao mercado, na reabilitação de edifícios logísticos para naves modernas e mais eficientes, na procura de edifícios energeticamente sustentáveis de forma a conseguir conquistar novas contas ou operações logísticas dos seus clientes”, refere a consultora.

No diz respeito aos custos de transporte de contentores, assistimos mundialmente à criação por parte de algumas empresas da sua própria rede de contentores para reduzir esses mesmos custos.
A aposta neste sector é forte, a Medway do grupo MSC está a investir em novos terminais. É de salientar o caso do projecto de grande escala em Famalicão que dará resposta a esta tendência de crescimento da logística de transporte de mercadorias. Este novo terminal será um grande motor das exportações nacionais.
“Desta forma”, assume Cushman & Wakefield, “podemos concluir, que este sector tem vindo a sofrer inúmeras alterações na forma como actuava e por quem era procurado. No nosso entendimento, quem conseguir mais rapidamente se adaptar a estas transformações será quem mais rapidamente ganhará quota de mercado e as melhoras localizações”, conclui.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Artigos relacionados
Electrodomésticos AEG incluem filtro que impede a libertação de microplásticos
Empresas
ANI atribui Selo de Reconhecimento de Idoneidade à Carmo Wood
Empresas
“Acho que a abordagem para mitigar a crise climática precisa ser radical”
Arquitectura
Trienal 2022 revela vencedores Prémio Début e ‘Prémio Universidades’
Arquitectura
.PT inaugura “a casa da internet portuguesa”
Empresas
Filme “O Sentido da Arquitectura” marca 8º aniversário da Kronos Homes
Imobiliário
Mota-Engil vai construir mais três linhas de metro no México
Construção
Mafra lança concurso de 5,1M€ para instalação do Museu Nacional de Música
Construção
Sonae Sierra aumenta o portefólio de activos sob gestão na Europa e Marrocos
Imobiliário
Bonjardim com 80% dos apartamentos vendidos
Imobiliário
Imobiliário

Filme “O Sentido da Arquitectura” marca 8º aniversário da Kronos Homes

Filme, produzido pela promotora, contou com a presença do arquitecto Souto de Moura, Rafael Aranda e Carme Pigem, do estudio RCR Arquitectes, Rafael de La- Hoz e, ainda, Ricardo Bofill, destacando a visão inovadora de todos os seus protagonistas, que assinaram alguns dos principais projectos desenvolvidos pela empresa ao longo dos anos

CONSTRUIR

A promotora Kronos Homes celebrou o 8º aniversário com a apresentação do filme “O Sentido da Arquitectura”, protagonizado pelo arquitecto português Eduardo Souto de Moura e ainda Rafael Aranda e Carme Pigem, do estudio RCR Arquitectes, Rafael de La- Hoz e Ricardo Bofill, cujas obras deixaram um legado na história da arquitectura.

“O oito simboliza o ciclo contínuo entre o princípio e o fim, o constante renascimento e tudo o que transcende os seus limites. Ao longo destes anos, consolidámo-nos e crescemos enquanto empresa, os nossos projectos tornaram-se uma realidade, as nossas habitações foram transformadas em casas, e construímos uma identidade em torno do valor que mais nos caracteriza: a nossa paixão pela arquitectura”, explicou Saïd Hejal, CEO da Kronos. “Este documentário é a fórmula certa para celebrar a nossa paixão e orgulho pelo nosso caminho”, rematou. 

Duzentas pessoas relevantes no mundo da arquitectura e do design marcaram presença neste evento, onde Eduardo Souto de Moura partilhou que vê a arquitetura como “um serviço”: “O que eu quero é saber se tenho contribuído para a felicidade das pessoas”, confessou.

“O Sentido da Arquitetura” é um filme produzido pela Kronos e que coloca a arquitectura no centro, destacando a visão inovadora de todos os seus protagonistas, que assinaram alguns dos principais projectos desenvolvidos pela empresa ao longo dos anos. A estreia aconteceu no Teatro Real de Madrid e contou com a presença de todos estes arquitectos e ainda do filho de Ricardo Bofill, que faleceu em Janeiro deste ano, Pablo Bofill. 

A produção do documentário começou há três anos, quando a Kronos Homes se propôs a levar ao grande público a visão destes arquitectos, que são referências em Portugal e em Espanha, assim como os locais onde se podem visitar os seus projectos, tendo sido gravado nos estúdios e locais de inspiração de cada um dos protagonistas. Entre estes planos, destaca-se a casa de Ricardo Bofill, o seu estúdio e o seu templo La Fábrica, gravados três meses antes da sua morte. Em Portugal, as filmagens aconteceram em Lisboa, Porto e Algarve e, em Espanha, as cidades escolhidas foram Madrid, Barcelona, Olot, Valência e a Costa del Sol.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Sonae Sierra aumenta o portefólio de activos sob gestão na Europa e Marrocos

Nos primeiros 9 meses de 2022, a Sierra assinou mais 23 novos contratos de serviços de property management e leasing. Actualmente a empresa gere mais de 2,4 milhões de m2 de ABL, tendo mais de 125 activos sob gestão

CONSTRUIR

Nos primeiros nove meses de 2022, a Sierra reforçou e diversificou o seu portefólio de activos sob gestão na Europa e em Marrocos com a assinatura de 23 novos contratos e captação de novos clientes. Desde o início do ano, a empresa conta com mais 11 novos contratos da área de property management e 12 de leasing, ao serviço de diferentes perfis de clientes, de institucionais a investidores privados.

A Sierra tem vindo a apostar num crescimento internacional abrangendo diferentes tipologias de activos imobiliários. Desde o início do ano, o crescimento da prestação de serviços de property management é bem reflectido em países como Alemanha, Espanha, Itália, Polónia, Portugal, Marrocos e Kosovo.

“Estamos muito satisfeitos com o incremento relevante de novos contratos de serviços conseguido nestes primeiros 9 meses do ano, para além de reforçarmos a nossa posição como gestores e agentes de comercialização de centros comerciais e retail parks, salientamos a entrada em novas tipologias de activos, como edifícios de uso misto e comercialização de escritórios, assim como a expansão do nosso negócio em novos países, com a captação de novos clientes”, sublinha Cristina Santos, directora executiva da área de property management da Sierra

Um dos activos recentemente adicionados ao portefólio de gestão foi o Atrium Saldanha, um edifício emblemático de uso misto, sendo um dos mais importantes centros de escritórios em Portugal com uma componente relevante de retalho.

Em Espanha, a Sierra é, desde Setembro, responsável pela comercialização do Breogán Park, em La Coruña, o maior projecto de retail park e de uso misto em desenvolvimento no país, contando mais de 60.000m2 de ABL. Na Alemanha, a Empresa começou a gerir o Europa Galerie em Saarbrücken, num país onde conta com um portefólio de 7 activos sob gestão. Outro contrato relevante foi o serviço de leasing para o centro Vulcano, em Itália, situado na área metropolitana de Milão, e que conta com cerca de 160 lojas.

Entre os vários activos adicionados ao portefólio de gestão fora da Europa, destaca-se o Aeria Mall, em Casablanca, onde a Sierra é responsável pela gestão e comercialização. Em Marrocos, a Sonae Sierra gere um portefólio diversificado, com 3 centros comerciais sob serviços de property management e mais 3 contratos de leasing para outros 3 activos diversos incluindo uma das principais estações de comboio de Rabat.

Finalmente, durante este período, a Sierra firmou um contrato para prestar um amplo leque de serviços com o Prishtina Mall, aquele que deverá ser o maior centro comercial do Sudeste da Europa. Localizado na capital do Kosovo, trata-se de um activo com um ABL de 115 mil m2 e cerca de 235 lojas.

Mais de 2,4 milhões de m2, com mais de 125 activos sobre gestão

Hoje, a Sierra gere uma carteira de activos imobiliários diversificada em termos geográficos e de tipologia. Durante o ano de 2022, a taxa de ocupação dos centros comerciais geridos pela empresa no continente Europeu e em Marrocos manteve-se nos 97%, um resultado que demonstra uma gestão resiliente e ágil após o recente período de pandemia.

A Sierra é também responsável pela gestão de seis mil contratos com lojistas, cobrindo cerca de 2,4 milhões de m2 de ABL (Área Bruta Locável) na Europa e Marrocos.

“Estamos empenhados em continuar a criar experiências diferenciadoras e multicanal nos nossos activos sob gestão, o que gera mais valor para todos: consumidores, lojistas e parceiros. Isto sem nunca esquecer a sustentabilidade, parte fundamental do nosso ADN, e cada vez mais uma preocupação dos nossos clientes. Esta é uma das nossas prioridades, num mundo em constante evolução, o que leva as nossas equipas a procurarem melhores práticas para dar as melhores respostas às necessidades dos nossos clientes e investidores nas diferentes geografias onde nos encontramos”, acrescenta a diretora executiva.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Bonjardim com 80% dos apartamentos vendidos

Sete meses após o arranque, a comercialização deste empreendimento situado na Baixa do Porto entra na recta final. Num co-exclusivo a cargo da JLL, Predibisa e Luximos Christie’s International Real Estate, estão já vendidos 80% dos 93 apartamentos deste condomínio

CONSTRUIR

A comercialização da componente residencial do empreendimento Bonjardim, na Baixa do Porto, decorre a bom ritmo e entra na sua recta final com a abertura de um novo stand de vendas no local. Sete meses após o arranque do processo de vendas, num co-exclusivo a cargo da JLL, Predibisa e LUXIMOS Christie’s International Real Estate, estão já vendidos 80% dos 93 apartamentos deste condomínio.

Rodeado pela Rua do Bonjardim, Rua Formosa e Rua Sá da Bandeira, a poucos passos do renovado Mercado do Bolhão e dos Aliados, o Bonjardim é o projecto que está a reabilitar o emblemático quarteirão de D. João I. Trata-se de um investimento global superior a 60 milhões de euros promovido pela Avenue e conjuga habitação, comércio e uma unidade hoteleira, contemplando ainda uma praça central com cerca de 2.500 m2 que vai abrir-se à fruição pública da cidade.

A componente residencial do Bonjardim integra 93 apartamentos T0 a T4 distribuídos entre cinco e sete pisos, com áreas entre 35 m² a 192 m². Os apartamentos incluem estacionamento, varandas e terraços e, em alguns casos, têm jacuzzi ou piscina privativa. Além desta oferta, a componente residencial vai ainda integrar uma parte de “branded residences”, a ser desenvolvida pelo parceiro que explorará a unidade hoteleira, a qual terá a classificação de 4 estrelas e um total de cerca de 280 quartos.

O projecto inclui também uma área comercial, num total de 16 lojas distribuídas em torno da praça central e com entrada pelas ruas adjacentes, que vai contar com zonas ajardinadas, esplanadas, cafés, restaurantes e outro tipo de comércio, pretendendo afirmar-se como uma nova centralidade na cidade.

“O projecto Bonjardim, é sem dúvida, um complexo de elevadíssimo valor urbano para o centro histórico do Porto, originando a criação de uma nova zona, moderna e cosmopolita, com uma escala sem antecedentes. Foi claramente uma grande aposta da promotora Avenue que tivemos a oportunidade de acompanhar desde uma fase inicial, reconhecendo a partir do primeiro dia todo o potencial do projecto, agora possível de conhecer no novo stand de vendas instalado no local”, refere Ana Jordão, responsável pelo departamento de empreendimentos da Predibisa.

No total, o Bonjardim tem cerca de 28.000 m2 de área de construção acima do solo, dos quais 13.250 m2 dizem respeito à componente habitacional (17% desta área destina-se a co-living) e 11.200 m2 à unidade hoteleira. O empreendimento conta ainda com estacionamento coberto, dividido em três pisos subterrâneos, com uma área total de 21.000 m2. Terá capacidade para 499 lugares de estacionamento, divididos entre zonas de uso exclusivo para residentes e um piso de uso público com 315 lugares.

“O Bonjardim é um projecto verdadeiramente icónico e isso tem sido bem patente no ritmo de venda dos apartamentos. Além de estar situado no coração do Porto, numa zona em forte regeneração, é um projecto que vai criar um novo destino na cidade, muito bem integrado na vida urbana e cosmopolita, proporcionando aos seus residentes, conforto e tranquilidade. Esta dualidade, associada à diversidade de tipologias, torna este projecto aliciante para vários perfis de comprador, desde primeira habitação para famílias a um produto de investimento. O stand de vendas espelha muito bem a qualidade deste projecto, vale a pena uma visita”, sublinha Patrícia Barão, head of residential da JLL.

Ricardo Costa, CEO da Luximos Christie´s International Real Estate, conclui que “o Bonjardim tem confirmado o sucesso esperado, sendo um exemplo perfeito de integração de um projecto residencial no coração da cidade do Porto, moderna e cosmopolita. A qualidade deste empreendimento tem conquistado a nossa carteira de clientes e investidores nacionais e internacionais pelo ambiente tranquilo e familiar, no interior, e de convívio e partilha no exterior onde os restaurantes, esplanadas, mercados, teatros e comércio tradicional são, há décadas, um cartão de visita irresistível da baixa portuense. Com a esmagadora maioria das fracções vendidas, o Bonjardim inaugura o seu stand de vendas numa altura em que o investimento em bens imobiliários é também uma forma de proteger as poupanças, num contexto em que a taxa de juro dos depósitos bancários não está alinhada com a inflação”.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Henderson Park investe 25M€ na modernização do Lagoas Park

Em comunicado, a imobiliária revela que está “a investir no futuro do Lagoas Park, para proporcionar um ambiente e uma comunidade que garantam as necessidades e expectativas em constante mudança das cerca de 90 empresas e 7.000 pessoas que visitam e trabalham diariamente no Lagoas Park”

CONSTRUIR

A Henderson Park Capital, empresa imobiliária de capitais privados, que adquiriu o Lagoas Park em 2020, anunciou esta quinta-feira um programa de investimento de 25 milhões de euros para a modernização do Lagoas park. O projeto, a realizar ao longo dos próximos quatro anos, contará com a modernização de instalações e espaços colaborativos, quer para visitantes, quer para os colaboradores que trabalham no Parque. As áreas exteriores serão remodeladas, incluindo a praça central, a galeria comercial e áreas comuns, em conjugação com a remodelação dos interiores dos edifícios de escritórios.

Em comunicado, a imobiliária revela que está “a investir no futuro do Lagoas Park, para proporcionar um ambiente e uma comunidade que garantam as necessidades e expectativas em constante mudança das cerca de 90 empresas e 7.000 pessoas que visitam e trabalham diariamente no Lagoas Park”. As obras iniciaram-se em 2021, com melhorias já concluídas em alguns dos edifícios e espaços de escritórios. O investimento vem também reforçar as credenciais de sustentabilidade do Lagoas Park, com o objetivo de obter certificação BREEAM, em todos os edifícios no Parque com uma classificação mínima de ‘Very Good’.

“Em 2002, ano da sua inauguração, o Lagoas Park foi considerado “Best-in-Class” Office Park. Este plano de investimento vai garantir que o Parque permaneça entre os principais parques empresariais da Europa e se adapte às exigências em constante mudança dos inquilinos nacionais e internacionais na dinâmica do mercado de escritórios de Lisboa” diz Ronan Webster, Diretor de Gestão de Ativos, Henderson Park. “Os parques de escritórios de sucesso do futuro, como o Lagoas Park, vão adaptar-se às necessidades em evolução permanente de todos os inquilinos, para dar resposta ao novo ambiente de trabalho e disponibilizar instalações modernas, com preocupações de bem-estar, serviços e espaços comunitários colaborativos para que todas as atividades que decorrem no parque possam crescer”, acrescenta.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Empreendimento O’ Living com mais de 50% dos apartamentos comercializados

Localizado no Parque das Nações, em Lisboa, o projecto, com assinatura do atelier Saraiva + Associados, é promovido pela Mexto Property Investment

CONSTRUIR

O projecto residencial O’Living, junto ao Parque das Nações,e Lisboa, encontra-se já com mais de metade dos seus apartamentos comercializados. A promotora do empreendimento, a Mexto Property Investment, confirmou que do total de 86 apartamentos já se encontram vendidos 51%. O projecto, que conta com dois edifícios, e com tipologias que variam de T1 a T4, conta assim com 44 imóveis vendidos.

Vocacionado para as famílias portuguesas, o O’Living representa um investimento total de 30 milhões de euros. Quanto à nacionalidade dos compradores, 99% são portugueses.

Com a assinatura do atelier de arquitetura Saraiva + Associados, o O’Living distingue-se pelo seu “design moderno e pela qualidade dos seus espaços interiores únicos”. A arte também está presente neste projeto. A Mexto desafiou o artista Pedro Pires a desenvolver um projecto artístico único, exclusivo e à medida, que fará parte integrante do lobby de cada um dos dois edifícios.

Pensado para as famílias portuguesas, o O’Living pauta-se pela qualidade do seu mapa de acabamentos e por representar uma solução financeiramente alinhada com a oferta. Foi concebido para dar resposta clara à falta de oferta de habitação média na capital e o seu sucesso de vendas comprova isso mesmo.

Todos os apartamentos do O’Living beneficiam de estacionamento subterrâneo com lugar para 128 veículos e espaços comerciais no piso térreo e conta, ainda, com um bicicletário, cozinhas totalmente equipadas pela AEG, ar condicionado, domótica para controlo de iluminação e ensombramento e de fachadas com predominância de amplos vãos de janelas, varandas ou terraços.

Contará, ainda, com um total de 188 lugares de estacionamento público para residentes nas imediações.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Prédio, com fundo azul
Imobiliário

Mercan Properties vai construir um novo hotel no centro de Faro

Os activos têm uma área bruta de construção de 6.500 m² e localização privilegiada no centro da cidade. É aí que irá nascer o terceiro hotel do grupo na região

CONSTRUIR

O grupo Mercan Properties adquiriu de um conjunto de activos imobiliários em Faro, que serão agora alvo de um projecto de reabilitação urbana e promoção imobiliária.

Localizado em pleno centro da capital algarvia, perto da marina e das principais atracções turísticas da cidade, este conjunto de activos com uma área bruta de construção de aproximadamente 6.500 m² reúne as condições para a promoção de um novo projecto de hotelaria, o terceiro do grupo na região

“A compra destes activos é mais uma aposta do Grupo Mercan Properties no Algarve. Esta é uma região com um elevado potencial, onde avançamos agora para o desenvolvimento do nosso terceiro projecto de hotelaria nesta área. Esta será a nossa primeira reabilitação urbana em Faro, que irá certamente enriquecer a economia do centro histórico da cidade”, avança Jordi Vilanova, presidente da Mercan Properties. Para o responsável, este investimento reforça o compromisso do grupo em “contribuir para a reabilitação de edifícios e áreas históricas, assim como para o crescimento das áreas envolventes, privilegiando todos os que visitam e habitam na cidade de Faro”.

O processo de venda, mediado pela JLL em representação do investidor privado, juntou diversas entidades com perfis de investimento diferentes, devido ao potencial deste activo, nomeadamente às suas possíveis finalidades (residencial, hotelaria, apartamentos turísticos). “O Grupo Mercan Properties revelou-se o comprador mais competitivo, prevendo, para este activo, o desenvolvimento de um novo projecto de reabilitação urbana na área da hotelaria”, refere a consultora.

“Esta é a primeira operação concluída pela nossa equipa na cidade de Faro, e não poderia ter corrido melhor, dando mais um importante contributo para consolidar o posicionamento da JLL no mercado algarvio”, sublinha Gonçalo Ponces, head of Development da JLL Portugal. Em causa, está “um activo que desde o primeiro momento suscitou bastante interesse junto de potenciais investidores, nacionais e estrangeiros; cabendo-nos a responsabilidade de assessorar o nosso cliente a seleccionar aquela que seria a proposta mais vantajosa não só para si, mas também para a requalificação daquela zona da cidade. Foi com bastante satisfação que após um processo bastante disputado acabámos por fechar negócio com o Grupo Mercan Properties, que nos últimos anos tem vindo a investir de forma muito activa de norte a sul de Portugal”, refere o responsável.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Maya Capital estreia-se em Portugal com investimento de 65 M€

Vocacionado para investidores que procurem novas oportunidades de rendimento e elegível para Golden Visa, o Conceição 123 é a primeira aposta do FII em Lisboa. A comercialização, em regime de exclusividade, está a cargo da JLL

CONSTRUIR

A JLL, através do departamento Residencial, acompanha o Maya Capital na comercialização, em regime de exclusividade, naquele que é o seu primeiro projecto imobiliário em Lisboa. Com um investimento de 65 milhões em activos residenciais, o fundo de investimento imobiliário estreia-se com o Conceição 123. Vocacionado para investidores que procurem novas oportunidades de rendimento e elegível para Golden Visa, o imóvel insere-se numa localização premium da cidade, em plena Baixa, trazendo para o mercado 13 novas fracções de uso turístico.

Situado no número 123 da rua da Conceição, este é um empreendimento de uso turístico pensado de raiz como um produto de investimento numa óptica de rendimento, garantindo aos seus compradores um rendimento fixo anual por um período de cinco anos. Os 13 apartamentos estão disponíveis nas tipologias T0 a T2 e serão entregues para exploração turística, com gestão a cargo da Lisbon Serviced Apartments.

Concebidos com elevados padrões de qualidade e exigência, todas as unidades serão equipadas com um pack mobília e algumas possuem varanda. Os apartamentos têm áreas entre os 30 e os 104 m2, distribuindo-se pelos cinco pisos do edifício situado numa das zonas nevrálgicas do turismo de Lisboa.

Situado numa das ruas históricas da Baixa Pombalina, o Conceição 123 está a uma curta distância a pé da estação de metro da Baixa-Chiado, do Terminal de Cruzeiros de Lisboa, do Cais do Sodré e do Terreiro do Paço, contando com uma ampla oferta de restaurantes, comércio, serviços e transportes mesmo à porta de casa.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Venda de casas em Portugal cai 8% no Verão

Entre os meses de Junho e Agosto venderam-se 37.900 casas em Portugal, o que representa uma quebra de 8% face aos 41.310 fogos transaccionados no 1º trimestre do ano e posiciona o mercado em níveis equiparados a 2019

CONSTRUIR

A Confidencial Imobiliário estima a venda de 37.900 casas em Portugal (Continental) no período compreendido entre Junho e Agosto. A projecção é realizada a partir dos dados reportados à base de dados do Sistema de Informação Residencial (SIR), que acompanha a dinâmica de vendas do mercado habitacional português com actualizações mensais.

O volume de vendas previsto representa uma quebra de 8% face aos 41.310 fogos transaccionados no 1º trimestre do ano e posiciona o mercado em níveis equiparados a 2019, quando se vendiam entre 34.000 e 39.000 fogos por trimestre. Além disso, afasta-se da dinâmica observada entre a segunda metade de 2021 e o arranque deste ano. Nesse período, pela primeira vez, venderam-se mais de 40.000 casas por trimestre, um ritmo sustentado ao longo de três trimestres consecutivos e que atingiu o pico de 43.600 unidades vendidas no 4º trimestre de 2021.

Relativamente à oferta, as empresas participantes na base de dados do SIR reportaram um total de 39.000 casas para venda no país no período do Verão (Junho a Agosto). Trata-se do volume de oferta mais baixo dos últimos 15 anos (com referência à série SIR) e representa uma descida de um terço face à oferta trimestral disponível antes da pandemia, em torno das 60.000 unidades.

Nos três meses compreendidos entre Junho e Agosto, as casas em Portugal foram vendidas por um preço médio de 2.025€/m2, traduzindo um valor médio por fogo vendido de 211.700€. O tempo médio de venda das casas neste período foi de 5 meses

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Solyd inicia construção do Bloco B do Terraces Mirear

A promotora imobiliária arranca com a construção do segundo edifício do seu mais recente projecto Terraces Mirear, em Miraflores. O início da comercialização do bloco B vai colocar no mercado mais 102 novos apartamentos T1 a T5 e 6 espaços comerciais

CONSTRUIR

A promotora imobiliária Solyd Property Developers lança Terraces Mirear Bloco B, em Miraflores, e anuncia o início da construção que será realizada pela construtora Teixeira Duarte.

O projecto é elaborado pela equipa de arquitectura da SOLYD e liderada pela arquitecta Cristina Rocheta, coloca no mercado 102 apartamentos de construção nova com tipologias T1 a T5, áreas compreendidas entre os 54 e os 244 m2 e varandas e terraços com áreas até 331 m2, e seis espaços comerciais.

Este edifício irá oferecer ginásio, sauna, jacuzzi e piscina na cobertura, bem como sala multiusos e lobby decorado, arrecadações privativas e 249 lugares de estacionamento para automóveis e bicicletas, com pré-instalação para carregamento de veículos eléctricos.

O projecto insere-se numa zona consolidada em termos de grandes espaços de comércio, serviços, restauração, óptimos acessos, uma boa rede de transportes, próximo de vários locais de interesse, como o Parque Florestal de Monsanto, o Parque Urbano de Miraflores e o Rio Tejo.

Este é o segundo edifício do Mirear a ser lançado. No final do ano passado, a Solyd lançou o primeiro edifício deste projecto, que já conta com uma taxa de colocação de 90%.

O Mirear é um empreendimento multiusos com 6 edifícios, 5 residenciais e 1 edifício de escritórios, que ao todo representa um investimento de 260 milhões de euros. No Bloco B, o preço dos apartamentos inicia-se nos 326.000€.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Predibisa e JLL comercializam “retail spaces” do Edifício Flower Tower

Os espaços de serviços e comércios traduzem-se numa área total locável de aproximadamente 1.880m2, quatro dos quais têm ligação directa ao nível da rua e os outros quatro têm ligação à nova praça criada pelo empreendimento

CONSTRUIR

O edifício Flower Tower, em Leça da Palmeira, promovido pela Nexity Portugal, já se encontra concluído e conta, agora, com a oferta de oito novos espaços de serviços e comércios projectados para diferentes conceitos de negócio. A comercialização está a cargo da Predibisa e da JLL.

Da autoria da equipa de arquitectura OODA, a Flower Tower surpreende desde logo pela magnitude de todo o projecto, mas também pelas infraestruturas. Os espaços de serviços e comércios traduzem-se numa área total locável de aproximadamente 1.880m2, quatro dos quais têm ligação directa ao nível da rua e os outros quatro têm ligação à nova praça criada pelo empreendimento.

“Com o aproximar da conclusão da primeira Flower Tower estamos de facto orgulhosos não só porque temos uma torre de apartamentos únicos, mas também porque contamos com uma oferta de um novo espaço público e de espaços comerciais onde vamos ajudar a consolidar uma comunidade através de comércio local para os residentes neste bairro”, afirmou Fernando Vasco Costa, director geral da Nexity Portugal.

Rita Quinta, responsável da Predibisa pela comercialização dos “retail spaces”, acreditamos que “a dinâmica da envolvente será um excelente contributo para o sucesso de todos os negócios aqui implementados, nomeadamente, restauração, ginásios, cuidados de saúde e bem-estar, lojas de conveniência, entre muitos outros e um novo ponto de referência a nível de comércio e serviços locais”.

Para Mariana Rosa, head of Leasing Markets Advisory da JLL, “o comércio de proximidade está em forte expansão, pois os consumidores procuram, cada vez mais, satisfazer as suas necessidades quotidianas num raio de distância mais perto da sua casa ou do seu local de trabalho e especialmente em espaços de rua. Estas lojas são uma excelente solução para dar resposta a esta tendência e beneficiarão, pela sua localização e pela própria integração num edifício residencial de grande escala, de um intenso fluxo pedonal. Vão ser uma aposta ganha para os retalhistas que decidam instalar-se”.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.