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Electrodomésticos AEG incluem filtro que impede a libertação de microplásticos

O Filtro de Microplásticos contribui para reduzir a quantidade de fibras de microplásticos que são libertadas na água residual durante a lavagem de peças de roupa sintéticas

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A marca de electrodomésticos AEG lança um novo acessório para a máquina de lavar com o objectivo de evitar que sejam libertados até dois sacos fibras de microplásticos através da lavagem de roupa.

Uma das maiores preocupações dos líderes da União Europeia (UE), os microplásticos são um problema global invisível, mas cada vez mais presente, que está a começar a chamar a atenção dos consumidores e os responsáveis da UE, para a questão dos microplásticos que são libertados directamente no meio ambiente em forma de pequenas partículas.

A escala do problema é significativa, com o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (UNEP- United Nations Environment Programme) a estimar que meio milhão de toneladas de microfibras de plástico são libertadas no oceano todos os anos, o equivalente a quase três mil milhões de camisas de poliéster, a AEG apresenta o Filtro de Microplásticos, um acessório que contribui para reduzir a quantidade de fibras de microplásticos que são libertadas na água residual durante a lavagem de peças de roupa sintéticas.

“A nossa investigação demonstra que existe uma vontade por parte dos portugueses em ajudar a resolver o problema associado aos microplásticos, criado pela sociedade, com 73% dos consumidores inquiridos (vs 53% dos consumidores Europeus) a considerarem os microplásticos um problema ambiental grave, e 63% (vs 41% dos consumidores Europeus), consideram um problema grave de saúde”, e acrescenta que “o aumento dos materiais sintéticos não vai desaparecer num futuro próximo, pelo que quanto mais pudermos fazer para evitar a libertação de fibras microplásticas, melhor”.

A AEG fez um estudo para perceber os hábitos dos consumidores portugueses, com o intuito de perceber que melhorias podem ainda ser feitas no quotidiano e que resultem numa melhoria para combater as alterações climáticas, tendo verificado que 93% dos adultos inquiridos não sabia da quantidade de plástico presente nas roupas. Numa primeira conclusão foi possível perceber que 66% dos portugueses não sabiam que o nylon é uma fibra plástica e 69% desconheciam que o poliéster é plástico.  Através do estudo realizado no início deste ano foi possível concluir que 43% dos consumidores portugueses, face a 27% dos consumidores europeus, indicam estar dispostos a implementar acções que exijam um esforço pessoal, mas que ajudem a combater este problema global.

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Jungheinrich com “resultados sólidos” apesar das condições do mercado

O grupo de intralogística relatou uma ligeira melhoria na receita nos primeiros nove meses do ano e gerou um EBIT de 265,9 milhões de euros e um EBIT ROS de 7,8%, apesar dos constantes problemas nas cadeias de fornecimento

A Jungheinrich conseguiu um sólido terceiro trimestre do ano fiscal de 2022. O grupo de intralogística relatou uma ligeira melhoria na receita nos primeiros nove meses do ano e gerou um EBIT de 265,9 milhões de euros e um EBIT ROS de 7,8%, apesar dos constantes problemas nas cadeias de fornecimento. Com 3594 milhões de euros, o valor dos pedidos recebidos esteve alinhado com o do ano anterior. As vendas foram 12,5% mais elevadas do que as registadas no mesmo período do ano anterior, com 3397 milhões de euros.

O principal impulsionador do crescimento da receita do grupo foi a área dos equipamentos novos, em parte devido ao sólido crescimento dos sistemas automatizados. A situação da cadeia de fornecimento manteve-se muito desafiante, especialmente como resultado da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, e a pandemia de covid-19. Devido às interligações globais nas cadeias de fornecimento, os efeitos dos congestionamentos no fornecimento espalharam-se em todo o portfólio de fornecedores e materiais, bem como nas capacidades de logística associadas. Até agora, as interrupções na produção foram amplamente bem-sucedidas, ao serem evitadas através de uma gestão específica da cadeia de fornecimento.

“A Jungheinrich teve um bom desempenho nos primeiros três trimestres do actual ano fiscal, tendo registado excelentes receitas”, afirma Lars Brzoska, presidente do Conselho de Administração da Jungheinrich AG. “Num contexto de condições difíceis, os números que estamos a publicar comprovam a resiliência da nossa empresa”, acrescenta.

Ao utilizar uma gestão consistente da cadeia de fornecimento, a Jungheinrich foi extremamente bem-sucedida ao evitar interrupções na produção durante os últimos três trimestres. Simultaneamente, os aumentos consideráveis no custo dos materiais foram parcialmente compensados através de medidas adequadas. Os pedidos com stock no negócio de equipamentos novos aumentaram 23% desde 30 de Setembro de 2022 relativamente ao final de 2021, tendo alcançado o valor de 1756 milhões de euros, resultante de uma disponibilidade continuamente limitada de materiais de produção para o processamento. 

Tendo em consideração o sólido desenvolvimento do negócio nos últimos meses, a Jungheinrich já fundamentou a sua previsão de 2022. A empresa espera agora pedidos recebidos de valores entre 4,6 mil milhões de euros e 4,9 mil milhões de euros para o actual ano fiscal. Espera-se que a receita do grupo fique entre 4,6 mil milhões de euros e 4,8 mil milhões de euros. De acordo com as estimativas actuais, o EBIT ficará entre 340 milhões de euros e 380 milhões de euros. Espera-se um intervalo de 7,2% a 8,0% para a rentabilidade das vendas com base no EBIT.

Desde o Outono de 2020, a Jungheinrich tem vindo a implementar com determinação a Estratégia 2025+ com o objectivo de criar um valor sustentável para as partes interessadas. Todas as iniciativas e medidas actuais e futuras desta estratégia irão continuar conforme planeado, tendo em consideração a deterioração das condições gerais, resultantes do início da guerra na Ucrânia. Espera-se que a receita do grupo, um dos objectivos centrais, atinja os 5,5 mil milhões de euros até 2025 e que a rentabilidade das vendas com base no EBIT se encontre entre 8% e 10%.

Um campo de ação central da Estratégia 2025+ é a sustentabilidade. A Jungheinrich definiu que todas as localizações do Grupo deverão funcionar com neutralidade climática até 2030 (áreas 1 e 2). Adicionalmente, pretendem conseguir zero resíduos para aterro em todos os locais do grupo alemão até 2025, além de que está, também, empenhada em aumentar significativamente a segurança no trabalho do grupo até 2025.

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Carmo Wood reforça aposta no mercado espanhol

A portuguesa Carmo Wood segue a sua aposta no mercado espanhol. A empresa marcou presença na Construte, a feira internacional que decorreu em meados do mês em Madrid

(na imagem:Jorge Milne e Carmo, Presidente Carmo Wood)
“O mercado espanhol é um mercado muito interessante para a Carmo Wood, particularmente no que respeita ao sector da Construção que continua a crescer exponencialmente, com uma aposta clara na madeira como material privilegiado tanto para estruturas como para revestimentos”, refere Jorge Milne e Carmo, Presidente Carmo Wood. “A presença na Construtec é uma oportunidade fantástica para dar a conhecer a capacidade das nossas equipas para a edificação de grandes obras em madeira”, acrescenta.

Recorde-se que a Carmo Wood, através da Carmo Estruturas em Madeira, detém já uma obra emblemática em território espanhol, o Centro de Acolhimento a Visitantes do Caminito del Rey, a famosa passagem de 3km nas paredes dos desfiladeiros de Chorro e Gaitanejo, a norte de Málaga, que todos os anos é visitada por milhares de turistas de todo o mundo. O edifício, totalmente realizado em madeira de lamelado colado em pinho Douglas, sem borne, tem um total de 550m2 e é composto por 70m3 de madeira Carmo Wood.

Ao longo de todo o ano de 2022, a Carmo Wood apostou fortemente na presença em feiras internacionais, em diferentes mercados e geografias, com vista a dar a conhecer ao mundo a qualidade e diversidades dos seus produtos.

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Efacec finaliza novos projectos de mobilidade na Noruega e Espanha

Após a conclusão do metro de Odense, na Dinamarca, foi inaugurado em final de Outubro o Metro Ligeiro de Cádiz, em Espanha, e em 18 de Novembro a Linha 2 do Metro Ligeiro de Bergen, na Noruega

tagsEfacec

A Efacec finalizou nas últimas semanas dois novos projectos internacionais de metros ligeiros na Noruega e em Espanha. Após a conclusão do metro de Odense, na Dinamarca, aberto ao público em Maio deste ano, foi inaugurado em final de Outubro o Metro Ligeiro de Cádiz (Espanha) e em 18 de Novembro a Linha 2 do Metro Ligeiro de Bergen (Noruega).

Iniciada em 2017, a participação da Efacec na construção da nova extensão do sistema do Metro Ligeiro de Bergen surgiu na sequência dos trabalhos desenvolvidos pela empresa nas Fases 2 e 3 deste mesmo projecto, iniciado em 2011. O desenvolvimento desta rede de metro tem permitido reduzir o congestionamento rodoviário e aumentar a eficiência do sistema de transporte alternativo às viagens de automóvel na segunda maior cidade da Noruega, com uma população de cerca de 260 mil pessoas.

Mais a Sul, o projecto de Cádiz “é outro exemplo da capacidade da Efacec de realizar projectos complexos no âmbito do transporte urbano ferroviário”. Nesta cidade da Andaluzia, a Efacec finalizou o projecto do novo metro, com uma extensão total de 14 km, que permite a ligação das cidades de Cádiz, São Fernando e Chiclana de la Frontera, num percurso urbano e suburbano, que integra 17 estações de superfície, quatro subestações de tracção e um centro de comando.

“São projectos estruturantes e mobilizadores que tiveram na base a experiência da Efacec de mais de 25 anos no fornecimento de sistemas electromecânicos para metros e metros ligeiros e que elevam a engenharia e a tecnologia da empresa ao nível do que de melhor é feito mundialmente. Ao longo de mais de duas décadas temos desenvolvido vários projectos nesta área, demonstrando a mais-valia das nossas soluções técnicas nas áreas da sinalização, telecomunicações e energia”, afirma Pedro Pinto, director da Unidade de Transportes da Efacec.

Em 1997, a Efacec teve uma participação muito significativa na construção da rede do Metro do Porto, que este ano celebra 20 anos de início de operação, projecto ao qual se seguiram múltiplos outros semelhantes em diversas geografias: Messina (Itália), Tenerife e Cádiz (Espanha), Argel, Oran e Constantine (Argélia), Nottingham (Reino Unido), Rio de Janeiro (Brasil), Bergen (Noruega) e Dublin (Irlanda).

Adicionalmente à conclusão destes projectos, a Efacec está a participar, actualmente, na construção da Linha Sydavnen do Metro de Copenhaga (Dinamarca) e da extensão da Linha Amarela e nova Linha Circular do Metro do Porto (Portugal).

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“Ética e Trabalho Híbrido” em Portugal em discussão na Católica Porto Business School

Até 2030 metade das pessoas passarão a trabalhar a partir de casa, alterando as interacções dos trabalhadores nas empresas. Isto é o que revela o estudo anual do Fórum de Ética da Católica Porto Business School sobre “Ética e Trabalho Híbrido” que será apresentado amanhã, 22 de Novembro

As interacções entre os membros das empresas irão sofrer alterações nos próximos anos. A verdade é que já temos vindo a assistir a algumas dessas alterações desde o início da pandemia, no entanto, segundo este estudo anual, sob o mote “Ética e Trabalho Híbrido” “pensa-se que, até 2030, metade das pessoas trabalharão a partir de casa e, por isso, as interacções entre os membros da organização mudarão em frequência, tempo e método, o que terá implicações profundas na gestão da ética e da compliance”, como refere Helena Gonçalves, coordenadora do Fórum de Ética da Católica Porto Business School.

A especialista salienta ainda que “embora sendo um estudo exploratório, há algumas certezas: 4 em cada 5 pessoas trabalharão a partir de casa numa parte de semana; a autenticidade nas relações laborais estimulará a produtividade e o bem-estar, mas com impacto desigual na prosperidade ou sobrevivência das pessoas, dependendo do tipo de trabalho, idade ou situação familiar; um dos mais fortes preditores comprovados da eficácia das equipas, a segurança psicológica, terá de ser repensado”.

Após análise dos mais de 1200 inquéritos respondidos, anonimamente, serão apresentados na conferência no próximo dia 22 de Novembro, na Católica porto Business School, os principais resultados deste estudo, que ficam registado num livro colectivo e num inquérito, complementados também com reflexões e testemunhos académicas e empresariais. “A realização do inquérito, “Ética e Trabalho Híbrido: no Rescaldo da Pandemia”, permitiu obter dados importantes e interessantes sobre o nível satisfação com o modelo de trabalho híbrido, sobre as principais motivações, dificuldades e oportunidades subjacentes à adopção deste modelo. Quando confrontados com a questão sobre o impacto do modelo de trabalho nas dimensões da saúde e bem-estar, verifica-se que, num universo de 1226 respondentes, há uma percepção de melhoria muito mais significativa nos que estão a trabalhar em modo híbrido. De facto, cerca de 70% dos que estão em trabalho híbrido percepcionaram melhorias a nível financeiro, mental e físico em comparação com apenas cerca de 20% dos que estão em modo presencial. Na dimensão social as diferenças não são tão significativas (54% vs 38%)” sublinha Helena Gonçalves.

A conferência contará com a presença de Rui Sousa, Dean da Católica Porto Business School; Helena Gonçalves, Helena Gil da Costa, Henrique Manuel Pereira e Susana Magalhães, coordenadores do Estudo e Inquérito Ético e Trabalho Híbrido: no Rescaldo da Pandemia”.

Haverá ainda espaço para uma mesa-redonda sobre “Ética e Trabalho Híbrido: Perspectivas em Diálogo com moderação de Sofia Salgado Pinto, docente da CPBS e Administradora Independente em empresas cotadas que contará com as presenças de Gonçalo Quadros, Fundador e Chairman da Critical Software; José Teixeira, Presidente do Conselho de Administração do dstgroup; Maria Manuel Araújo Jorge, Investigadora no Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Sofia Reis Jorge, Administradora da ALTRI.

O Fórum de Ética tem como principais objectivos desenvolver e apoiar a reflexão sobre ética empresarial; promover a troca de experiências entre organizações; criar conhecimento no domínio da ética no contexto português e apoiar a gestão do desempenho ético por parte das empresas
A conferência decorre a 22 de Novembro.

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CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO – GRUPO Prime Yield

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Prime Yield inaugura novo escritório em Lisboa

A empresa transferiu-se para um novo piso do edifício Pórtico, na zona da Praça da Espanha, com vista a adaptar as suas instalações à realidade das novas formas de trabalho híbrido

Com o objectivo de melhorar a experiência dos seus colaboradores, a Prime Yield mudou de instalações em Lisboa, investindo num novo espaço de escritórios adaptado de raiz à realidade das novas formas de trabalho híbrido. A empresa especialista em avaliações e consultadoria imobiliária continua a ter morada no edifício Pórtico, no nº75 da Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, onde passa agora a ocupar o 9º piso.

Com uma equipa fixa de 30 profissionais alocados à sua sede em Lisboa, no início de 2022 a Prime Yield ofereceu aos seus colaboradores a opção de adoptar um regime de trabalho híbrido, com a possibilidade de trabalhar dois dias da semana remotamente e os restantes três a partir do escritório da empresa. Consciente da importância do escritório como espaço de produtividade para o trabalho colaborativo e de ponto de encontro e partilha entre as equipas, este investimento surge no seguimento desta estratégia, materializando a aposta da consultora na melhoria do bem-estar e satisfação da sua equipa.

Tratando-se de uma zona bastante central da cidade, bem servida ao nível de comércio e serviços e de fácil acesso quer por transportes públicos quer por automóvel, a opção da empresa recaiu por manter a morada, mudando apenas de piso.

“A pandemia veio acelerar uma enorme mudança no mundo corporativo, comprovando que o regime de trabalho híbrido é um modelo que funciona, com claras vantagens do ponto de vista da satisfação dos colaboradores sem perda de produtividade. Após termos adoptado este regime em definitivo nos nossos escritórios em Lisboa, ficou evidente a necessidade de os adaptarmos a esta nova realidade o que, no nosso caso, implicou uma mudança de pisos para podermos fazer uma total reformulação da forma como ocupávamos o espaço. Adoptámos um layout totalmente diferente, com espaços distintos vocacionados para trabalho colaborativo e trabalho imersivo, ao mesmo tempo que proporciona à nossa equipa uma experiência com valor-acrescentado e totalmente diferenciada daquela que têm ao trabalhar remotamente”, justifica Nelson Rêgo, CEO da Prime Yield.

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Cleanwatts lança academia de investigação

Através da Cleanwatts Academy candidatos europeus a mestrado e doutoramento podem realizar projectos de tese ou estágios sobre temas inovadores e disruptivos relacionados com a transição energética

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Com o objectivo de promover “a inovação no sector da energia e formar os novos líderes verdes do futuro”, a Cleanwatts lançou um novo programa de investigação. A Cleanwatts Academy oferecerá oportunidades para que candidatos europeus a mestrado e doutoramento realizem projectos de tese ou estágios sobre temas inovadores e disruptivos relacionados com a transição energética.

A Cleanwatts Academy será liderada por Andreia Carreiro, directora de Estratégia de Inovação da Cleanwatts, e vencedora do prémio “Women in Energy” 2022 dos European Sustainable Energy Awards, da Comissão Europeia.

“Nunca houve tanta procura de jovens investigadores talentosos que se dediquem a resolver um dos desafios mais urgentes do nosso tempo: acelerar a mudança para tecnologias verdes. A Cleanwatts Academy irá orientar e apoiar os líderes verdes do futuro, dando-lhes experiência em I&D, em primeira mão, e a oportunidade de trabalhar ao lado de especialistas numa das principais empresas de tecnologia climática da Europa”, afirmou Andreia Carreiro.

A Cleanwatts Academy vai, ainda, procurar parcerias estratégicas com as principais entidades de I&D para desenvolver novos projectos que apoiem o desenvolvimento de comunidades de energia renovável (REC).

Os projectos de investigação elegíveis serão concluídos num período de, pelo menos, três meses. As inscrições podem ser feitas através do site da Cleanwatts Academy.

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STET representa a Pronar em Portugal

A marca de origem polaca oferece um vasto leque de soluções para o sector da reciclagem, respondendo às crescentes necessidades da sociedade actual

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A STET o mais recente distribuidor de equipamentos da Pronar em Portugal. A marca de origem polaca e de abrangência internacional, oferece um vasto leque de soluções para o sector da reciclagem, respondendo às crescentes necessidades da sociedade actual, garantindo a sustentabilidade e apoiando os seus clientes no cumprimento das normas europeias.

O seu portfólio de soluções inclui máquinas para aplicações agrícolas, florestais, de reciclagem e construção.

A linha de equipamentos da Pronar é fabricada com a mais alta tecnologia do mercado, com uma gama completa de crivos trommel sobre rodas e equipamentos móveis de trituração/destruição de resíduos, prensas de enfardamento, revolvedores de composto e prensas de enfardamento.

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Grupel fornece geradores para World of Wine

Como elemento diferenciador deste projecto, destaca-se a automatização adoptada para a gestão das cargas, que, “em função do consumo real da instalação e de forma totalmente automatizada, permite ligar e desligar as cargas, garantindo a estabilidade da rede”

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A Grupel forneceu um projecto com quatro geradores de 550kVA (cada) para o World of Wine (WoW), em Vila Nova de Gaia, que se juntam a um quinto gerador anteriormente instalado no mesmo espaço.

Para assegurar a fiabilidade de energia, os geradores eléctricos que compõem este projecto têm motor Iveco, alternador Leroy Somer e controlador DeepSea, e podem funcionar em paralelo, assegurando um fornecimento contínuo de energia, mesmo em caso de falha da rede eléctrica.

O projecto foi acompanhado pela equipa da Grupel, desde a concepção até ao comissionamento, e demonstra a importância da utilização de geradores no turismo e nas actividades deste sector.

A escolha de utilizar quatro geradores em paralelo deveu-se ao facto de o projecto ter sido desenvolvido em várias fases. A primeira fase, que começou em 2019, envolveu a instalação de 2 geradores de 550kVA, que alimentariam apenas as cargas resgatadas, excluindo o equipamento AVAC. Em 2021, surgiu o Projeto K, a segunda fase, cuja principal condição é garantir o funcionamento contínuo do equipamento de ar condicionado, mesmo em caso de corte de energia. Este projecto incluiu dois novos geradores de 550kVA que, em paralelo com os iniciais, seriam capazes de suportar toda a carga da instalação, incluindo o ar condicionado.

A LGE – Instalações Elétricas, cliente da Grupel, foi a empresa responsável pela instalação do equipamento no local. O principal desafio para a equipa técnica da LGE foi estudar e desenvolver a solução técnica tendo em conta a localização dos novos grupos geradores. “Sendo esta uma urbanização que preserva os edifícios históricos das caves do Vinho do Porto, na encosta de Vila Nova de Gaia, a sala técnica disponível fica a centenas de metros dos grupos geradores. Com isto em mente, assegurar o sincronismo entre os equipamentos era o principal desafio técnico”, refere Luís Loureiro, engenheiro da empresa.

Como elemento diferenciador deste projecto, destaca-se a automatização adoptada para a gestão das cargas. “Utilizámos um sistema de gestão técnica centralizada (GTM) que, em função do consumo real da instalação e de forma totalmente automatizada, permite ligar e desligar as cargas, garantindo a estabilidade da rede”, acrescenta.

O WoW é ‘quarteirão cultural’, que reúne sete museus, doze restaurantes e cafés, bem como uma galeria de exposições e lojas. Inaugurado em 2020, tem uma superfície de 55 mil m², num investimento inicial de 107 milhões de euros.

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A Capital do Móvel está de regresso à Alfândega do Porto

A 58.ª Edição do certame organizado pela Associação Empresarial de Paços de Ferreira está de regresso a Alfândega do Porto entre os dias 26 de Novembro e 4 de Dezembro

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A Associação Empresarial de Paços de Ferreira, AEPF, está em contagem decrescente para a inauguração da 58ª edição do evento Capital do Móvel, a maior feira de mobiliário e decoração do país, que abrirá portas na Alfândega do Porto, no último fim-de-semana de Novembro. O evento irá antecipar algumas tendências do sector para 2023.

“Dada a grande diversidade de produtos, reconhecidos pela sua qualidade e durabilidade, o sector do mobiliário português tem conquistado o seu espaço no mercado internacional. A escolha das matérias-primas é uma das preocupações das nossas empresas, desde a madeira ao mármore, bem como a cortiça, o vidro e a cerâmica, que pretendem satisfazer as necessidades dos seus clientes, sendo que para isso apresentam produtos únicos”, destaca a presidente da direcção da AEPF, Ana Rita Pacheco.

De acordo com dados do Banco de Portugal, este sector é constituído por mais de 4 mil empresas que empregam mais de 45 mil trabalhadores. “O mobiliário português está hoje presente em cerca de 160 mercados, tendo como principais mercados França, Espanha e Estados Unidos da América”, acrescenta Ana Rita Pacheco.

“Ao longo dos nove dias do certame apresentaremos uma grande variedade de peças de mobiliário e decoração para as várias divisões da casa, com linhas mais modernas, mas também com modelos mais tradicionais, e os visitantes poderão ainda observar duas exposições: uma fotográfica, que pretende mostrar a evolução do evento Capital do Móvel; e outra sobre a evolução da indústria do mobiliário”, conclui a presidente da direcção da AEPF, Ana Rita Pacheco.

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Grupo Velux encomenda à BayWa r.e. a construção de dois parques solares

Os novos parques solares irão assegurar a ambição da Velux para 2030, que visa reduzir em 100% as emissões de CO2 nas acções 1 e 2 (produção e actividades)

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O Grupo Velux e a BayWa r.e. anunciaram um acordo com vista a construir dois parques solares, em Espanha. O objectivo é que, até 2024, o Grupo possa ‘alimentar’ as suas operações europeias com electricidade verde.

Os Contratos de Aquisição de Energia (Power Purchase Agreement – PPA) vão impulsionar o desenvolvimento de dois novos parques solares no sul de Espanha, um próximo de Sevilha e o outro em Granada. Este último, denominado Parque Solar de Alhendín, inclui a primeira instalação da BayWa r.e. da tecnologia inovadora Agri-PV, em Espanha, que permitirá o cultivo de plantações entre os painéis solares.

Ligando-se à rede em 2023 e 2024, as duas centrais irão gerar 167 GWh de electricidade renovável, por ano, para a Velux, o que equivale ao consumo de aproximadamente 45 mil lares europeus. 80% do total da electricidade produzida pelas plantações nas centrais será obtida através dos PPAs com a Velux.

Numa base anual, o novo PPA reduzirá a pegada de carbono da VELUX em cerca de 40 mil toneladas de CO2e provenientes das operações e actividades europeias da empresa.

“Na nossa empresa comprometemo-nos a combater a crise climática e a mostrar uma liderança sustentável. E, com este acordo, estamos no bom caminho para atingir o nosso objetivo de reduzir em 100% as nossas emissões das operações até 2030“, afirmou Lars Petersson, ceo do Grupo Velux.

Cerca de 10% do Parque Solar de Alhendín será uma instalação Agri-PV, uma nova aplicação solar que combina a produção de energia com a produção de alimentos, da qual a BayWa r.e. é pioneira e líder. Esta instalação será especialmente concebida com linhas de painéis mais altas e mais espaçadas, de modo a permitir a agricultura continua e a passagem de máquinas agrícolas modernas entre as linhas de painéis, neste caso, para a produção das plantações. Os módulos PV serão também utilizados para recolher a água da chuva, ajudando os agricultores a gerir os riscos contínuos causados pelas alterações climáticas, numa área conhecida por ser demasiado seca.

Uma vez ligadas à rede, as novas plantações solares permitirão à Velux atingir a sua meta de 2030, de redução em 100% das emissões das suas próprias operações e actividades. Este objetivo faz parte do compromisso estratégico de sustentabilidade da empresa para 2030, derivada de uma ação pioneira que diz respeito ao clima e à natureza.

O acordo pressupõe, ainda, a formação de um grupo interdisciplinar de investigação cujos resultados acabarão por dar resposta a uma estratégia abrangente e personalizada do local. Para este efeito, a BayWa r.e. fará uma parceria com as universidades próximas, nomeadamente, a Universidade Autónoma de Madrio e a Universidade de Córdoba.

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